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                  <text>MIGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMAS GERENCIADORES DE
BIBLIOTECA: UMA EXPERIÊNCIA DO SOFTWARE PHL PARA O KOHA NA
BIBLIOTECA DA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
BIBLIOGRAPHIC DATA MIGRATION FROM DIFFERENTS SYSTEMS:
EXPERIENCE AT THE LIBRARY OF PUBLIC ADMINISTRATION SCHOOL, PHL
SOFTWARE TO KOHA

Resumo: Para a atualização da biblioteca um dos processos é a escolha de softwares que
gerenciam as atividades da biblioteca A conversão entre sistemas de gestão de bibliotecas
requer planejamento, visto que diferentes sistemas podem não compartilhar os mesmos
padrões. Nesse contexto, o presente estudo apresenta a migração de dados do sistema PHL
para o Koha, realizado na Biblioteca Graciliano Ramos da Escola Nacional de Administração
Pública, através do projeto de pesquisa desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação
em Ciência e Tecnologia. A metodologia utilizada foi baseada nos módulos ofertados pelo
Koha para receber os dados do PHL em 5 etapas: migração dos dados dos periódicos,
catálogo, autoridades, usuários e por último circulação. Com isso, desenvolveu-se um modelo
de migração de dados, que apesar de particularizado ao PHL/Koha, pode ser ajustado para
outros sistemas, muitos aspectos são comum em sistemas de bibliotecas. Portanto, como este
processo requer a participação de profissionais que conheçam os dados e suas especificidades,
a presença dos bibliotecários na elaboração do modelo é importante para uma migração de
dados concisa e eficaz.
Palavras-chave: Migração de dados. Koha. PHL. Software livre. Sistema Gerenciadores de
Biblioteca.
Abstract: The choice of a software, which manage the activities, is one of the process to
upgrade the libraries. Changing the library software is an action that requires a planning,
because different software may not use same standards. This paper aims to describe the data
1121

�migration from PHL to Koha in the library of the Brazilian National School of Public
Administration named Graciliano Ramos, that was carried through the research project
developed by Brazilian Institute of Information in Science and Technology. The methodology
authorities, users information and circulation registers. The migration model from PHL to
Koha developed in this study can be customized and used with other systems. Therefore, the
migration process requires the participation of librarians, because it is important that a
professional who know the data and their specificities be available to help formulate the
migration model, thus it is possible to migrate the data in a concise and efficient way..
Keywords: Data migration. Koha. PHL. Open source. Integrated Library System.

Introdução
As bibliotecas utilizam catálogos online, também conhecidos como Online Public
Access Catalog (OPAC), para a oferta de ferramenta de busca e a disseminação de seus
acervos. Tais catálogos são sistemas de recuperação da informação que possibilitam o acesso
e a busca de recursos informacionais. Mais do que isso, os OPACs possibilitam aos usuários
interação com os sistemas gerenciadores de bibliotecas, que foram desenvolvidos para
facilitar a execução das atividades da biblioteca.
No Brasil, historicamente, pode-se destacar a atuação do Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), pela disseminação do uso do sistema de
biblioteca Computerized Documentation System / Integrated Set of Information System
(CDS/ISIS), desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a
Cultura (UNESCO) para mainframes133. Mais tarde, uma versão denominada Micro-ISIS,
para microcomputadores, foi desenvolvida e distribuída pelo Ibict, como relata Miki (1989),
tornando-se mais fácil a sua implementação.
Na discussão atual sobre sistemas de bibliotecas, tem-se verificado as potencialidades
do uso da internet das coisas (PATIL et al. 2017), assim como dos sistemas integrados em
redes nas nuvens (BRANCH, 2017). Com isso, verifica-se um alinhamento dos sistemas de
biblioteca com os outros sistemas informatizados, como a integração de vários tipos de
dispositivos, facilitando a operação das atividades de biblioteca.
Atualmente, existem diversos sistemas computadorizados na área de gestão de
bibliotecas, que informatizam as atividades rotineiras das bibliotecas, estes são denominados
Sistemas Integrados de Gestão de Biblioteca (SIGB). No âmbito das bibliotecas universitárias
133

Um mainframe é um computador de grande porte dedicado normalmente ao processamento de um volume
enorme de informações. (LAUDON; LAUDON, 2010).

1122

�federais, por exemplo, Schiessl et al. (2016) verificou que na amostra de 63 instituições
federais, 41% utilizam o sistema Pergamum para o gerenciamento do acervo e atividades da
biblioteca. Relatam, ainda, que nos 59% restantes, estão presentes softwares como o Sophia,
Aleph, SIGAA e outros de desenvolvimento próprio, com uma pequena presença do uso de
softwares livres. Destaca-se a recente iniciativa dos Institutos Federais (IF) da Paraíba e de
Pernambuco ao iniciar o uso da ferramenta livre Koha para o gerenciamento de suas
bibliotecas.
Em muitos casos, o pouco uso de softwares livres em bibliotecas se deve, segundo
Hexsel (2005), a pouca documentação e falta de suporte. Didio (2005), em sua lista de
desvantagens do software livre, corrobora relatando as dificuldades de adaptações, somadas
ao fato de haver carência de profissionais especializados em desenvolver e gerenciar software
livre, o que é agravado por conta de usuários não familiarizados com o sistema. Além do que,
há uma mudança no modelo de negócio, o qual isenta o pagamento de licenças como advoga
Sabino e Kon (2009), mas que pode-se contratar suporte.
Entre os problemas relacionados ao uso de ferramentas livres em bibliotecas, consta a
migração de dados, que pode ser complexa em casos. Mesmo entre softwares proprietários ou
de desenvolvimento próprio, a migração pode ser um processo longo, no qual não deve-se
perder nenhuma informação, como relatado por Kara, Rabner e Stow (2002).
Assim, o presente estudo descreve a migração de dados do software Personal Home
Library (PHL) para o software Koha, desenvolvido na Biblioteca Graciliano Ramos,
vinculada à Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), por meio de um projeto de
pesquisa desenvolvido pelo Ibict. A fim de contribuir com a discussão sobre o uso de
softwares livres em bibliotecas e apresentar resultados que apoiem a migração de dados entre
sistemas que utilizem parcialmente o padrão Marc21 para o Koha. Além disso, segue a
indicação do uso de softwares livres no âmbito das entidades públicas pelo governo federal,
formalizada na Instrução Normativa 04 (IN04), publicada em 11 de Setembro de 2014.
Revisão de literatura
O Koha é um SIGB isento de pagamento de licenciamento, desenvolvido pela
Biblioteca Horowhenua Library Trust, da Nova Zelândia, e mantido por uma comunidade
internacional, sendo um dos únicos softwares para gestão de bibliotecas totalmente livres de
uso mundial. Eyler (2003) relata que Koha significa presente ou doação na língua Maori,
1123

�podendo ser compreendido como entendido como um presente da Nova Zelândia ao mundo,
principalmente para as bibliotecas. Para o referido autor, bibliotecas e softwares livres
compartilham conceitos de democratização do conhecimento, por meio da colaboração e da
comunicação.
Em comparação com as ferramentas livres Evergreen e Voyager, Yang e Hoffmann
(2010) defendem que o Koha apresenta melhor desempenho, mesmo que não apresente
funcionalidades de descoberta e entrega. Para estes autores, o Koha está um passo a frente dos
outros softwares livres para gestão de bibliotecas, na medida em que apresenta boa interface,
com oferta de serviços de buscas intuitivos e navegação por facetamento.
Numa avaliação mais minuciosa entre softwares livres de biblioteca, Müller (2011)
considera o Koha como o mais indicado, mesmo que outros SIGB ofereçam serviços
semelhantes e possam ser avaliados como opção pelo gestores de biblioteca. Para a autora, um
dos pontos fortes do Koha é o uso de padrões internacionais, como o Marc21 e com traduções
para mais de 25 idiomas, possibilitando sua utilização em diversos países. Outra ponto
positivo, é a implementação de protocolos como o Open Archives Initiative - Protocol
Metadata Harvesting (OAI-PMH) e a utilização do modelo conceitual Functional
Requirements for Bibliographic Records (FRBR).
O uso de Marc 21 ou Unimarc oferta outras possibilidades como a descrição
bibliográfica padronizada e o uso de outras formas de escrita, como japonês ou chinês - o que
é considerado como grande vantagem, por Chang e Tsai (2009). Assim, o uso de protocolos
de interoperabilidade e padrões descritivos, juntamente com possibilidades multiplas de
representar as informações, tornam o Koha uma opção viável para uso em vários tipos de
bibliotecas.
O Koha está muito associado à bibliotecas públicas, principalmente porque países
como Turquia e Filipinas o adotaram como sistema padrão para todas as suas bibliotecas
públicas. Entretanto, há muitas iniciativas de bibliotecas universitárias utilizando o Koha,
como relatado em Portugal, por Carvalho, Rodrigues e Marcos (2017) e Rosa e Ribeiro
(2017); em países menos desenvolvidos como a Índia (KUMAR, 2012) e Bangladesh
(AHAMMAD, 2014), além dos países africanos (EGUNJOBI e AWAYEMI, 2012),
(CHISENGA, 2012), (ONTULA e AKANMU-ADEYEMO, 2010), entre outros.
Em muitos relatos, descreve-se a implementação do Koha como um sistema inicial.
No entanto, a grande preocupação das bibliotecas está na troca de SIGBs, com a migração dos
dados, sem que haja perda de informação ou retrabalho. Nesse sentido, Karak e Dutta (2017)
1124

�apresentam um modelo, que recorre à ferramenta de apoio Marc Edit, para converter os dados
para o formato Marc 21, com dados iniciais em planilhas no formato Excel e posteriormente
importando os dados já formatados em Marc 21. Um modelo similar foi utilizado por
Chatt
dois casos os autores se restringiram apenas nos dados bibliográficos de catálogo. Em ambos,
foram apresentados as etapas da migração, que ajudam na execução da migração dos dados.
De forma mais geral, nota-se que a migração dá-se na formatação dos dados a serem
carregados para o formato Marc 21. Assim, independe-se do sistema existente, basta que se
exporte os dados em formato de planilha para que possa ser convertido no formato de entrada
do Koha, facilitando o processo. Dessa forma, o desafio é como obter os dados para que possa
ser convertido.
Metodologia
A metodologia utilizada foi baseada nos módulos (Quadro 4) ofertados pelo Koha,
sintetizados na Figura 9, na medida em que cada módulo oferta serviços que tratam de dados
específicos, esses são:
Quadro 4 - Descrição dos dados migrados

Módulo
Usuários
Catálogo

Descrição dos dados migrados
dados pessoais e informações do sistema como, tipos de usuários e suas permissões
registros bibliográficos das diversas obras contidas no acervo, além da quantidade de
exemplares;

Circulação
Periódicos
Autoridades

itens emprestados, reserva, histórico de empréstimo e devoluções, dados de atrasos e outros.
os registros de dados depositado na base Kardex do sistema PHL.
registros de autoridade de autoria (pessoal e institucional) e de assunto.
Fonte: Elaboração dos autores

Optou-se por dividir em duas grandes etapas, a primeira de testes, realizada em
ambiente de desenvolvimento e a segunda conversão do sistema. A etapa de testes foi
necessária para assegurar a integridade dos dados ou a eficácia do processo de migração de
dados automático.

1125

�Figura 8 - Módulo do Koha

Fonte: Elaboração dos autores

Nos testes realizados no ambiente de desenvolvimento, foram utilizadas pequenas
amostras de 1.000 registros para cada módulo do Koha.

Essas amostras auxiliaram na

elaboração das folhas de estilos134, as quais foram utilizadas para fazer a correspondência
entres os campos do PHL com os campos Marc21; na identificação de problemas; na criação
de rotinas de migração e na customização do Koha, de forma a se adequar às necessidades da
biblioteca.
Após a finalização da etapa de teste, realizou-se a migração dos dados, seguindo o
método testado foram realizadas as seguintes ações: a) extração dos dados do PHL; b)
conversão dos arquivos para o formato de entrada do Koha; c) importação para o Koha.
Entretanto, cada etapa possui dados em formatos distintos, requerendo ações específicas a
serem apresentados nos resultados com maiores detalhes.
Resultados
A migração de dados efetuada durante o presente estudo deu-se por meio da
exportação de dados do sistema PHL, para ser importado pelo SIGB Koha, com um cenário
134

Funciona basicamente como um template que controla a formatação dos elementos HTML de uma página
(UNIVERSIDADE DO PORTO, [s.d])

1126

�composto por: um acervo com 51.992 registros bibliográficos; o total de 3.406 usuários
cadastrados no sistema, que agregam o total de 80.754 movimentações no acervo, ou seja,
empréstimos, devoluções, multas, renovações, cadastros, alterações etc.
Para realizar a migração dos dados sem prejuízo às informações disponíveis na base
foram priorizadas as seguintes etapas:
Etapa 01 - Migração dos periódicos: registros de periódicos armazenados no banco Kardex
do software PHL
A partir da base de dados, foram exportados todos os registros correspondentes ao
Kardex em um arquivo de formato de texto (.txt). Posteriormente, o arquivo Kardex.txt foi
convertido para XML e em seguida converteu-se para arquivo MARCXML. Para a última
conversão, foi criada a folha de estilo, na qual se encontra a correspondência entre os campos
do PHL e os campos no Marc 21, conforme a Quadro 01.

Quadro 5 - Correspondência dos campos PHL e Marc21 para o Kardex
Descrição

Campos PHL

Campos MARC 21

769

Menção e Responsabilidade

710$a

772

ISSN

022$a

773

Título do periódico

245$a

774

Título da continuação do periódico

785$a

775

Título encerrado do periódico

780$a

776

Periodicidade

008/18

776

Periodicidade

310$a

777

Local de publicação

008/15-17

777

Local de publicação

260$a

778

Editora

260$b

781

Disciplina

521$a

782

Procedência

500$a

785

Subtítulo

245$b

787

Permuta com

500$a

1127

�Descrição

Campos PHL

Campos MARC 21

789

Idioma do texto

008/35-37

789

Idioma do texto

041$a

790

Coleção

952$h

791

Notas Gerais

500$a

792

Descritores de conteúdo

650$a

793

Área temática

541$c

794

Variações do título

246$a

796

Ano de publicação do primeiro fascículo

362$a

797

Ano de encerramento

362$a

798

Número do título no CCN

091$a

799

Título abreviado

210$a

999

Datas de controle

005

Fonte: Elaboração dos autores

Adicionalmente, foi incorporado ao arquivo Kardex.mrc o campo Marc21 Leader para
definição do tipo de material. No campo Marc21 Leader posição 06, para cada registro, o
valor definido foi a - que representa um material não manuscrito. No campo Marc21 Leader
posição 07, utilizou-se o valor s - que representa material de revista.
Em algumas posições135 do campo Marc21 008, cujo tamanho é fixo, utilizou-se os
dados do PHL como observado na coluna da esquerda da Tabela 1. No campo Marc21 008
posição 21 (008/21) utilizamos o valor p, que representa que o material do registro é
periódico. Nas outras partes do campo 008 empregou-se o valor | que representa sem código.
Para completar a planilha bibliográfica, foram adicionados os campos Marc21 942 e
952, ambos nativos do Koha. O campo Marc21 942 subcampo c é responsável pela indicação
do tipo de material. O campo Marc21 952 é responsável pela descrição do exemplar, neste
campo existe o subcampo y que é vinculado ao subcampo c do campo 942.
Posteriormente, o arquivo Marc21 Kardex.mrc foi importado para o Koha, usando o
recurso do módulo Ferramentas &gt; Tratamento Marc21 para importação no Koha. A partir da
importação dos registros bibliográficos, iniciou-se a criação das Assinaturas no módulo
135

posições refere-se ao campo 008, que não possui indicadores ou subcampos. É composto 40 posições,
numeradas de 00 a 39 e contém informações codificadas sobre o registro como um todo. (MARANHÃO;
MENDONÇA, 2017)

1128

�Periódicos e, optou-se por criar assinaturas apenas das obras que possuíam o status de
'corrente, pois, esse recurso exerce a mesma função da ficha Kardex, ou seja, permite o
gerenciamento dos fascículos, desta forma auxiliando o profissional na gestão do acervo dos
recursos continuados.
Como nem todos os campos utilizados pelo PHL puderam ser correspondidos a um
campo Marc21 (conforme a Quadro 6), realizou-se a inserção das informações durante a
criação das assinaturas, ao preencher o formulário.
Quadro 6 - Campos PHL sem correspondência no MARC que foram importados diretamente no Koha
Campos PHL 8.0

Descrição

783

Assinatura (corrente ou não-corrente)

784

Forma de aquisição

786

Histórico da coleção

788

Data de renovação

Fonte: Elaboração dos autores

Etapa 02: Migração do catálogo
Os dados do catálogo (os registros bibliográficos) e do tombo (os exemplares) foram
exportados, separadamente, em lotes de dez mil registros no padrão CISIS e salvos em
formato HTML. Em seguida, esses arquivos foram transformados em um arquivo no formato
texto (.txt) por meio de um script136 na linguagem python e depois convertidos em XML.
Após o tratamento dos arquivos realizou-se o processo de transformação em um único
arquivo denominado Catalogo.xml e, posteriormente, a conversão em um arquivo
MARCXML, utilizando a folha de estilo disponibilizada por Assumpção (2013) em seu
website, com algumas modificações:
a) Atribuição do valor a no campo LDR/06 para todos os Tipos de Materiais, com
exceção do tipo de material vídeo, o valor definido foi g;
b) Modificação da correspondência do campo 003 do PHL para o campo 090 do
Marc21, referente a classificação dos documentos na biblioteca da ENAP;

136

Script é um texto contendo um conjunto de instruções a serem executadas em determinada ordem.(MORIN;
BROWN, 1999)

1129

�c) Inclusão do campo 770 do Marc21 que irá corresponder ao campo suplemento 034
do PHL;
d) Exclusão do campo 033 do PHL correspondente ao Kardex já que este campo não
era utilizado na prática;
e) Realização da correspondência seguintes campos:
do campo 005 do PHL com o campo 952 subcampo c do Marc21 que
refere-se ao tipo de material no Koha;
do campo 090 do PHL com o campo 952 subcampo 1 para permitir ou não
a visualização de registros na OPAC do Koha;
do campo 026 do PHL com o campo 952 subcampo 8 do Marc21 que
refere-se às coleções do catálogo
do campo 001 do PHL com o campo 952 subcampos a e b do Marc21 que
refere-se às bibliotecas de origem e destinos, respectivamente;
do campo 001 do PHL com o campo 952 subcampo o do Marc21;
do campo 005 do PHL com o campo 952 subcampo y do Marc21 que
refere-se ao tipo de material e com o campo 942 subcampo c.
Para a conversão do arquivo MARCXML para Marc21, utilizou-se as ferramentas do
software MarcEdit. A fim de facilitar a migração do catálogo, dividiu-se o arquivo
Catalogo.mrc - gerado pelo software MarcEdit - em 5 arquivos contendo 10 mil registros e 1
arquivo contendo os 1.518 registros Marc restantes.
Etapa 03: Migração das autoridades
O Koha conta com um módulo de autoridades e um banco de dados específico. Como
o PHL não possui tal recurso, para criar o banco de autoridade foi necessário gerar relatórios,
por meio do módulo Relatório do Koha, para extrair os campos, 100, 700, 710 e 650, Marc21
das planilha bibliográficas.
Após gerados os relatórios, em arquivo CSV, realizou-se um tratamento dos arquivos,
no software Excel, para construir as planilhas de autoridades Marc21 foi utilizado o software
MarcEdit. Após a migração dos registros de autoridade para a base de autoridades do Koha,
que utilizou o mesmo processo de migração do catálogo, foi preciso criar um vínculo entre os
registros de autoridades e registros bibliográficos correspondentes, de forma que o recurso de
pesquisa de assunto e autoridade funcionassem corretamente.
1130

�Etapa 04: Migração dos usuários
Os registros dos usuários foram exportados, do PHL, em um arquivo em formato
texto. Porém, o Koha utiliza o formato CSV para importação dos dados dos usuários e ainda
disponibiliza um documento padrão com os campos necessários para importação. Desta
forma, utilizou-se um script em python para fazer a correspondência entre os campos do PHL
e do Koha e para criar um arquivo CSV de acordo com o documento padrão.
Antes da importação do arquivo CSV contendo os usuários, foram criados os tipos de
usuários no módulo Administração &gt; Categoria de usuários, conforme a Figura 9.
Figura 9 - Categorias de usuários no módulo Administração

Fonte: Print screen da tela do sistema Koha implementado na ENAP

Etapa 05: Migração da circulação
A migração da circulação foi feita após todas as outras migrações, uma vez que o
histórico de circulação era relativamente volumoso. Além disso, as informações das
migrações anteriores eram necessárias para o funcionamento dos dados migrados.
Os registros correspondentes ao histórico de circulação foram exportados do PHL em
ção
1131

�biblioteca é interrompido por algum problema, permitindo que a circulação da biblioteca
continue a funcionar apenas com um software instalado localmente nos computadores. De
modo que toda atividade de circulação ocorrida nesse período é registrada, nesse software, e
com acesso a internet é possível inserir essas informações no Koha, atualizando assim as
atividades de circulação da biblioteca.
Problemas encontrados
Na migração do usuário, o CPF foi mantido como identificador único do usuário e foi
escolhido para preencher os campos cardnumber e userid. Caso o usuário não tenha CPF
registrado no sistema PHL ou, seja digitado de maneira incorreta, utilizou-se a matrícula do
usuário no PHL para compor os dois campos.
Como o CPF dos usuários foi utilizado no campo cardnumber e este campo também é
utilizado na circulação para identificação dos usuários, foi utilizado um script para
corresponder o número de matrícula no PHL e do CPF dos usuários. Importa ressaltar que, no
PHL, o número de matrícula era utilizado para identificação dos usuários nas transações de
circulação.
Ao efetuar os empréstimos e devoluções dos exemplares dois problemas foram
identificados: a) as multas não estavam sendo calculadas de acordo com as regras criadas; b)
os usuários não estavam recebendo os comprovantes via e-mail. Isto ocorreu, pois, as regras
de circulação e multas, ou seja, as permissões de renovação e reserva, prazo para empréstimo,
montante da multa, etc, foram criadas após a migração dos usuários e histórico de circulação,
como esta ação não é retroativa as regras não foram aplicadas aos registros migrados.
Considerações finais
A migração de dados é uma tarefa complexa mesmo entre sistemas semelhantes. No
presente estudo, foram migrados dados de sistemas distintos utilizando padrões diferenciados,
que se apresenta comum em sistemas de bibliotecas, mesmo quando existem padrões. Antônio
(2012) relata as dificuldades de migração de dados, principalmente pela falta do uso de
protocolos de comunicação e dos diferentes padrões utilizados pelos sistemas.
Nesse sentido, verifica-se que a migração de dados entre SIGB trata-se de um
processo, que exige habilidade profissional para manipular dados que estão além daqueles
1132

�relacionados ao acervo, visto que possuem mais dados além dos relacionados ao acervo. Por
isso, faz se necessário criar um modelo de migração para cada sistema, facilitando o processo
a ser seguido ou aprimorado, uma vez que modelos são criados como ponto de partida para
melhorias.
Assim, o presente estudo apresenta um modelo inicial de migração do sistema PHL,
usuário parcial do padrão Marc21 para o Koha, na medida em que a evolução da tecnologia
afeta os sistemas de informação e as possibilidades de integração com outros sistemas,
facilitando a migração ou compartilhamento de dados. Com isso, apoia-se o uso do Koha no
Brasil, diante da necessidade de oferta de um software livre, usuário de padrão internacional,
capaz de ofertar todas as funcionalidades necessárias à gestão de bibliotecas.
Alia-se a questão apresentada por Moresi (2000), no qual as informações e seus
sistemas são estratégicos para as suas organizações e requerem cuidado para a sua
preservação, mesmo quando troca-se de sistema. Assim, entende-se que o SIGB da biblioteca
é um sistema de informação importante para atingir as metas da ENAP, como apoio às suas
atividades de ensino e com isso, as suas informações tornam-se estratégicas.
Da mesma forma, considera-se que os serviços ofertados pela biblioteca possuem
valor relativamente alto, como apresentado por França, de Souza e Portela (2017), e o sistema
que informatiza as suas atividades é importante para o funcionamento geral da ENAP. A
migração total dos dados de um sistema para outro atendeu, dessa forma, a questão da
manutenção dos serviços e do valor estratégico das informações.
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              <text>Para a atualização da biblioteca um dos processos é a escolha de softwares que gerenciam as atividades da biblioteca A conversão entre sistemas de gestão de bibliotecas requer planejamento, visto que diferentes sistemas podem não compartilhar os mesmos padrões. Nesse contexto, o presente estudo apresenta a migração de dados do sistema PHL para o Koha, realizado na Biblioteca Graciliano Ramos da Escola Nacional de Administração Pública, através do projeto de pesquisa desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. A metodologia utilizada foi baseada nos módulos ofertados pelo Koha para receber os dados do PHL em 5 etapas: migração dos dados dos periódicos, catálogo, autoridades, usuários e por último circulação. Com isso, desenvolveu-se um modelo de migração de dados, que apesar de particularizado ao PHL/Koha, pode ser ajustado para outros sistemas, muitos aspectos são comum em sistemas de bibliotecas. Portanto, como este processo requer a participação de profissionais que conheçam os dados e suas especificidades, a presença dos bibliotecários na elaboração do modelo é importante para uma migração de dados concisa e eficaz.</text>
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