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                  <text>O USO DE CÓDIGO DE BARRAS NA COLEÇÃO DE PERIÓDICOS DA
BIBLIOTECA SETORIAL DO CFM – UFSC
Tânia Regina Pereira Lopes
Especialista em Gestão da Informação
Bibliotecária – Biblioteca Setorial
Centro de Ciências Físicas e Matemáticas
Universidade Federal de Santa Catarina
tanialopes@cfm.ufsc.br
Ana Paula Cocco
Aluna de Graduação do Curso de
Biblioteconomia
Universidade Federal de Santa Catarina
anacocco@gmail.com
RESUMO
Com a preocupação de aperfeiçoar os serviços oferecidos à comunidade
universitária e com o objetivo de disseminar a informação técnico-científica,
facilitar a localização dos exemplares com mais rapidez e eficácia e obter melhor
controle desse material, a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Físicas e
Matemáticas da Universidade Federal de Santa Catarina (BS/CFM/UFSC), em
2005 tornou-se pioneira no sistema de Bibliotecas da UFSC no empréstimo
automatizado de periódicos. Para isso, foram identificados todos os exemplares
da coleção de periódicos com um código de barra gerado pelo sistema
Pergamum. Esse serviço proporcionou à biblioteca reunir em uma única base de
dados todo o seu acervo.
PALAVRAS-CHAVE: Empréstimo automatizado. Coleção de periódicos.
Informatização.

�2

1

INTRODUÇÃO

Em função do cenário atual da explosão informacional, propiciada pelas
tecnologias da informação, que vem atingindo a sociedade nas últimas décadas,
tem crescido também a preocupação em incorporar habilidades, conhecimentos e
valores relacionados à disseminação, avaliação, busca, organização e acesso à
informação. Informatizar e automatizar as unidades de informação, cada vez mais
se faz necessário para um gerenciamento eficiente.
Conforme Ferreira (1994 apud ORENGO, 1997, p. 39), a vocação e a
missão das unidades de inforrmacionais

sempre foram e serão a de

intermediários e catalisadores do conhecimento. A informação nada mais é do
que um veículo de transferência, integração e comunicação de conhecimento.
Preocupada com isso, a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Físicas e
Matemáticas da Universidade Federal de Santa Catarina (BS/CFM/UFSC) em
2005, procurou uma solução para que pudesse, além de disseminar a informação
técnico-científica, agregar valor por servir como ponto focal na Universidade. Com
um acervo de 60.000 exemplares de publicações seriadas1, dividido nas áreas de
Química, Física e Matemática, decidiu-se disponibilizar esta coleção para consulta
domiciliar, aplicando em cada exemplar um código de barra, identificado pela
base de dados usada na biblioteca, o Pergamum.
A divulgação de serviços e produtos para o público é absolutamente
necessária. Como define Romanelli (1994), há necessidade de divulgação para o
público dos nossos recursos,

como agentes que somos

de informação e

estimuladores de pesquisa e da leitura.
Assim o usuário poderá acompanhar as novas pesquisas, Oliveira
(2005),afirma que:
o acompanhamento do que está sendo produzido na sua
área dará ao pesquisador condição de melhor desenvolver
seu trabalho, irá atualizá-lo e dará subsídios para que ele
possa avançar cada vez mais e melhor. Por isso, é
Segundo a NBR 6021/2002, são publicações de periodicidade prefixada, cujas unidades são
geralmente constituídas por textos de autoria diversa, com o propósito primário de publicar
resultados de investigações científicas.

1

�3

importante a divulgação do resultado – total ou parcial – dos
seus estudos, que, após lido, criticado e aceito por seus
pares, concederá ao cientista segurança de estar no
caminho certo.

2

HISTÓRICO

A Biblioteca Universitária da UFSC é um órgão suplementar vinculado ao
Gabinete do Reitor, e coordena o sistema de Bibliotecas. Este sistema, que
possui uma centralização administrativa e técnica, é composto pela Biblioteca
Central e oito Bibliotecas Setoriais:
-

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde – Medicina
(BSCCSM -Medicina);

-

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde – Odontologia
(BSCCSO - Odontologia);

-

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas
(BSCFM);

-

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Educação (BSCED);

-

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Agrárias (BSCCA);

-

Biblioteca Setorial do Colégio Agrícola de Camboriú (BSCAC);

-

Biblioteca Setorial do Colégio Agrícola de Araquarí (BSCAA) e

-

Biblioteca Setorial do Colégio de Aplicação (BSCA).

Em 1971 surgiu a Biblioteca Setorial do CFM, para atender às
necessidades dos cursos de Pós-Graduação em Química, Física e Matemática da
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e está vinculada também à
Direção do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas.
Tem como objetivo reunir, organizar e disseminar a informação e prestar
serviços de informação aos pesquisadores, professores, alunos de graduação e
pós-graduação, nas áreas de Física, Química e Matemática, de maneira ágil,
dinâmica e efetiva. Sua missão é prestar serviços de informação, na área de
química, física e matemática, às atividades de ensino, pesquisa, extensão e
administração da UFSC, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

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A Biblioteca, que possui freqüência média diária de 500 usuários (alunos,
professores, funcionários, pesquisadores acadêmicos e comunidade em geral),
conta com uma área de 500 m2, sendo: 300 m2 para leitura, acervo de livros,
administração e 200 m2 para acervo de periódicos.

3

AUTOMAÇÃO DA BIBLIOTECA

Segundo Figueiredo (1997), a informatização deve ser pensada e
implantada a partir do momento em que:
-

os procedimentos manuais se tornam inadequados;

-

é possível ampliar a gama de serviços e produtos oferecidos e

-

a cooperação se torna imprescindível.

Nos tempos atuais é imperativo que as bibliotecas participem de sistemas
de automação para não correrem o risco de se transformar em mero depósitos
estatísticos. (DIAS, 1989, p. 275).
O processo de informatização do Sistema de Bibliotecas da UFSC deu-se
nos anos 1980 com os softwares Nexum e Perest, que foram desenvolvidos na
própria instituição.
O software Nexum gerenciava o acervo de livros, operava em DOS e
adotava o formato MARC 21. Permitia catalogar o acervo, emprestar e consultar.
O software Perest gerenciava as coleções de periódicos, operava também em
DOS, adotava o mesmo formato do Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos
(CCN)

desenvolvido nacionalmente e coordenado pelo Instituto Brasileiro de

Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), para transcrição de coleções,
permitindo:
-

geração de disquetes para administração automática do CCN;

-

alimentação de novos exemplares e novos títulos;

-

consulta em terminais instalados nas bibliotecas do sistema.

Como o Perest não fazia o empréstimo automatizado, ele era realizado
manualmente. Cada periódico possuía uma ficha,organizada em ordem alfabética
de título, com seqüência numérica , para assegurar que o fichário não ficasse

�5

desorganizado. Nessa ficha anotava-se o volume, número e ano do fascículo,
data de empréstimo e o número de matricula do usuário. Sua devolução era
marcada com uma rubrica na data de empréstimo.
Isso tornava difícil a consulta do usuário sobre a localização dos
exemplares, uma vez que ele não sabia se estavam disponíveis ou com outro
cliente. Dificultava também aos colaboradores da biblioteca encontrar a ficha e
consultar no programa a situação do usuário, deixando-os, assim, sem o controle
sobre quantos exemplares de periódicos este possuía.
Dada a importância de informatização para as bibliotecas que buscam
atender de forma rápida e eficiente às necessidades de informação de seus
usuários, adotou-se o empréstimo automatizado da coleção de periódicos da
BSCFM/UFSC.
Conforme Corte et al. (2002), o cenário indica que se as bibliotecas e
arquivos quiserem oferecer melhor serviço aos usuários e cumprir a sua missão,
necessário se torna acompanhar passo a passo o desenvolvimento da sociedade,
entender com melhor precisão os hábitos e os costumes dos usuários, adaptar as
tecnologias às necessidades e quantidades de informação de que dispõem, e
utilizar um sistema informatizado que privilegie todas as etapas do ciclo
documental, em que a escolha recaia sobre uma ferramenta que contemple os
recursos hoje disponíveis, sem se tornar obsoleta a médio e longo prazo.
Já Dias et. al. ( 1990, p. 275), salienta que nos tempos atuais é imperativo
que as bibliotecas participem de sistemas de automação para não correrem o
risco de se transformarem em meros depósitos estáticos de material bibliográfico.
Para atender às necessidades de gerenciamento do acervo e dispor de um
suporte ágil, que fosse ao mesmo tempo economicamente interessante para a
instituição, a direção do sistema de bibliotecas, com o apoio da Pró-Reitoria de
Pós-Graduação da UFSC resolveu adquirir, em 1998, o software Pergamum.
O Pergamum é um sistema informatizado de controle de bibliotecas,
iImplantado na arquitetura cliente/servidor, com interface gráfica, utilizando banco
de dados relacional Server Query Language (SQL). O sistema Permite:
-

Processo técnico do acervo, em todos os formatos (livros, periódicos,
CDs, etc.);

-

Cadastro de usuário;

�6

-

Controle de empréstimo;

-

Consultas, principalmente on-line.

A primeira coleção automatizada no sistema Pergamum foi a de livros,
porque o

empréstimo já estava informatizado e por se encontrar no formato

MARC 21.
Em seguida, foi automatizada a coleção de periódicos, a qual, por se
tratar

de

um

formato

bastante

complexo

e

por

apresentar

inúmeras

particularidades, conforme a definição da NBR 6021/2002 já mencionada na
introdução deste artigo, exigiu um pouco mais de conhecimento do profissional,
mas isto não impediu esforços para colocá-la também no serviço de empréstimo
automatizado, tornando-se assim a pioneira dentro do Sistema de Bbliotecas da
UFSC .
Conforme Corte et al.(2002), para a aquisição ou troca de sistemas de
automação de bibliotecas, torna-se necessário a organização em etapas a serem
cumpridas, a qual demanda algum tempo e muita dedicação dos profissionais
envolvidos, sendo, porém, altamente compensadora em termos de resultados
obtidos.
Para

implantar o processo de automação para o empréstimo, foi

necessário cerca de um ano e seis meses, com o trabalho dedicado de todos os
profissionais da biblioteca e de dois estagiários disponibilizados pelo Centro de
Ciência da Educação – CED, através do curso de Biblioteconomia. Dividiu-se a
alimentação desta coleção em etapas:
Primeira etapa:
Padronização dos dados bibliográficos. Nessa etapa, foram inseridos no
sistema Pergamum os dados referentes à catalogação de cada periódico. Os
registros se baseiam no formato Marc 21. Como os títulos dessas coleções
sofrem variações, é preciso manter uma grande quantidade de dados para
publicação seriada, e há necessidade de registrar freqüentemente acréscimos em
outros catálogos e fontes como o CCN, o ULRICH e a Library of Congress - LC.

�7

Segunda etapa:
Alimentação dos exemplares. Os exemplares foram inseridos no módulo
de aquisição em periódicos/ assinatura. Nessa etapa foram transferidos dados
relativos à coleção existente no acervo da biblioteca. Os exemplares foram
inseridos um a um no sistema, informando também a biblioteca depositária, no
caso BSCFM, o tipo de empréstimo e o modo de aquisição.
Nesse módulo também pudemos informar se o exemplar estava na
encadernação, assim como foram inseridos os índices, números especiais e os
suplementos. Para a alimentação, o acervo era conferido na estante e alimentado
na base. A partir disso, eram gerados os dados da coleção de periódicos para
alimentação da base do CCN.
Terceira etapa:
Etiquetação dos códigos de barra nos exemplares. Cada exemplar recebeu
uma etiqueta contendo informações referentes a ele e o código de barras gerado
pelo sistema Pergamum. Para diferenciar o número do exemplar do livro, foi
criado um número próprio para a coleção de periódicos.

CONCLUSÃO

A Biblioteca está em constante desenvolvimento, implantando melhorias
visando ao seu aperfeiçoamento para oferecê-lo à comunidade universitária.
Com tudo isso, ela pode aumentar sua gama de serviços aos usuários, pois
passa a ter o controle informatizado de todo o acervo, o que também possibilita
dispor de um inventário rápido e preciso, pois o software do Pergamum possui
um decodificador de código de barras, que após ler todos os códigos existentes
na Biblioteca, gera um relatório dos materiais inexistentes no acervo e indica os
materiais que se encontram em situação de empréstimo.

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Quanto à satisfação dos usuários, pudemos constatar que foi satisfatória,
pois, como a unidade tem grande movimentação, o pesquisador pode levar o
material e usá-lo no ambiente que melhor favoreça sua concentração, com
rapidez e eficiência, através de empréstimo, além de obter controle da situação
das suas obras pela internet.
Atualmente a biblioteca tem controle de todo seu acervo, podendo,
inclusive, através da utilização do código de barras, obter estatísticas como: uso
da coleção, título mais emprestado, etc.
O usuário, através de consulta à base pela internet, sabe se a Biblioteca
possui o exemplar de periódico que está precisando ou se esse material está
emprestado, tudo isso através de uma interface gráfica amigável.

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informativos. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1981. 707p.
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�9

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Documentação&#13;
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              <text>Loes, Tânia Regina Pereira, Cocco, Ana Paula</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2006</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Com a preocupação de aperfeiçoar os serviços oferecidos à comunidade universitária e com o objetivo de disseminar a informação técnico-científica, facilitar a localização dos exemplares com mais rapidez e eficácia e obter melhor controle desse material, a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas da Universidade Federal de Santa Catarina (BS/CFM/UFSC), em 2005 tornou-se pioneira no sistema de Bibliotecas da UFSC no empréstimo automatizado de periódicos. Para isso, foram identificados todos os exemplares da coleção de periódicos com um código de barra gerado pelo sistema Pergamum. Esse serviço proporcionou à biblioteca reunir em uma única base de dados todo o seu acervo.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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