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                  <text>PERIÓDICOS ELETRÔNICOS: AVALIAÇÃO DE USO E MEIOS DE ACESSO

Tânia Maria Bueno de Paula*

RESUMO

O periódico científico em formato eletrônico é uma realidade cada vez mais
presente na área acadêmica, por ser uma das formas mais rápidas e
conceituadas de divulgação dos resultados de pesquisa pela comunidade
científica. Este formato é cada vez mais adotado pelas bibliotecas universitárias
por promover o acesso mais rápido à informação. Formar e desenvolver coleções
de periódicos requer estudos criteriosos das reais necessidades de informação da
comunidade atendida. O objetivo deste trabalho é avaliar o uso de periódicos
eletrônicos na biblioteca da FFLCH/USP. O levantamento foi realizado por meio
da coleta de dados em 20% do universo de teses e dissertações defendidas no
ano de 2005. O mapeamento verificou se os periódicos eletrônicos utilizados tem
o acesso vinculado a instituição ou se acesso é livre pela Internet. Com esse
estudo foi possível diagnosticar quais os periódicos mais utilizados na área e ter
dados consistentes para a próxima etapa do processo de desenvolvimento de
coleções, que a avaliação de periódicos.

Palavras-chave: Periódico eletrônico; Biblioteca universitária; avaliação de uso;
análise de citação

INTRODUÇÃO
Atualmente, o usuário da informação tem necessidade de respostas rápidas e
eficientes que se transformam em importantes ferramentas para a tomada de
decisões. Na área científica, na qual as novidades e avanços são divulgados em
*

Especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São
Paulo e Bibliotecária da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Email
taniambp@usp.br

1

�artigos impressos e/ou disponibilizados eletronicamente, a informação é de
fundamental importância para o desenvolvimento dos estudos e pesquisas.

O periódico científico em formato eletrônico é uma realidade cada vez mais
presente na área acadêmica, por ser uma das formas mais rápidas e
conceituadas de divulgação dos resultados de pesquisa pela comunidade
científica. Este formato é cada vez mais adotado pelas bibliotecas universitárias
por promover o acesso mais rápido à informação.

Formar e desenvolver coleções de periódicos requer estudos criteriosos das reais
necessidades de informação da comunidade atendida. Este trabalho pretende
verificar se os usuários/pesquisadores da FFLCH/USP compartilham desta visão.

As novas tecnologias alteraram o formato da pesquisa tradicional e admitindo-se
que são um fato consumado tornam-se necessárias pesquisas que avaliem o uso
de periódicos eletrônicos na biblioteca pela comunidade científica/acadêmica.

O PERIÓDICO ELETRÔNICO

As novas tecnologias de informação permitiram a otimização da produção, acesso
e disseminação da informação, mudando o conceito tradicional de informação
bibliográfica baseada em documentos impressos. O acesso, via Internet, a novos
recursos informacionais, como hipertexto, hipermídia, listas de discussão,
conferências virtuais, além da versão eletrônica de documentos impressos, tem
se tornado uma realidade cada vez mais presente no dia-a-dia dos profissionais
da informação.

2

�O surgimento dos periódicos eletrônicos, como parte desse processo, provocou
uma verdadeira revolução na área da informação, envolvendo muitas mudanças
que atingiram autores, editores, bibliotecários e usuários. Barnes, em 1997,
predizia que não só o número de periódicos eletrônicos seria crescente no futuro,
como estariam disponíveis em formatos mais dinâmicos do que o atual,
transformando-se em rica experiência informacional.

Os periódicos eletrônicos, são

considerados uma das formas mais rápidas e

conceituadas de divulgação dos resultados de pesquisas pela comunidade
acadêmica. A expressão periódico eletrônico tem muitos termos correlatos
utilizados para o mesmo conceito: publicação eletrônica, seriados eletrônicos e
periódicos on-line.

Para Marcondes &amp; Gomes (1997), existem três fases distintas no uso das
tecnologias da informação pelas bibliotecas: Na

primeira fase, não há uma

diferenciação entre a informação e o suporte informacional e a biblioteca é
considerada um local para estoque de material bibliográfico. Esta fase vai até a
primeira década do século XX.

Na segunda fase, que se inicia na segunda

metade do século XX, a utilização de tecnologias da informação permite separar
o conceito de informação e suporte e permite também o uso dessa tecnologia
para organizar e racionalizar a imensa massa documental produzida a partir
dessa época. Na terceira fase, que se inicia a partir de 1990, ocorre o crescimento
da Internet e o surgimento das publicações eletrônicas com acesso ao documento
e não apenas à informação.
Em Cruz (2003) encontramos o seguinte:

“se considerarmos que os usuários querem facilidade no
acesso ao documento e que a vantagem do periódico eletrônico é
sua acessibilidade em vários locais e a possibilidade de obter o texto

3

�integral direto em seu computador e se considerarmos também que
de acordo com George Kingsley Zipf, citado por Chrzastowski (1999,
p.317), os usuários tendem ao "princípio do menor esforço", segundo
o qual "cada indivíduo adotará em seu trabalho um curso de ação
que provavelmente envolverá o dispêndio do menor esforço"

Desta forma, pode-se concluir que a lógica seria o pesquisador utilizar mais o
periódico eletrônico do que o impresso.

No entanto, se uma das vantagens é o acesso livre, simultâneo e possibilidades
múltiplas de acessibilidade, a vinculação do acesso à instituição pode restringir a
vantagem do acesso e tornar esse veículo menos atraente para o pesquisador.

Chrzastowski (1999) identifica, em uma pesquisa realizada na Chemical Library of
University of Illinois at Urbana-Champaign, existir preferência pelos recursos
eletrônicos em vez dos impressos, mesmo quando estes últimos são identificados
como fontes mais efetivas e apropriadas. Segundo a autora, as bibliotecas têm
apoiado esta filosofia, que pode ser vista como a afirmação de uma das leis de
Ranganathan "Economizar o tempo do usuário".
Lancaster (1996), dentro desta filosofia, afirma também que a biblioteca deve
satisfazer às necessidades do usuário de modo mais eficiente, pois o tempo deste
tem custo e deve ser aproveitado do modo mais produtivo possível e que isto tem
sido feito por meio da grande tradição que as bibliotecas têm de disponibilizar aos
usuários tecnologias que contribuem para a lei do menor esforço, como a
mudança dos catálogos em fichas para os catálogos on-line pela Web.

É recorrente na literatura que

as vantagens do periódico eletrônico são: a

rapidez na produção e distribuição, a acessibilidade, os recursos multimídia, a
disseminação da informação de forma mais rápida e eficiente.

4

�Essas vantagens são referendadas por uma recente pesquisa realizada na qual
os pesquisadores citam as seguintes vantagens da publicação eletrônica em
relação à publicação impressa convencional:

“ baixo custo de investimento e de produção, redução dos
atrasos na publicação, facilidade de cópia e impressão, aumento
potencial da audiência, baixo custo de acesso, disponibilidade
instantânea e global, eliminação dos custos de reprodução e transporte,
informação mais atualizada e fácil de achar, através de mecanismos de
busca, Indexação eletrônica e integração com outros sites e documentos
da Web, possibilidade de submissão eletrônica de manuscritos, novos
modos de apresentação (áudio, vídeo, interação com o usuário final),
disponibilidade de plataformas de hardware e software e possibilidade de
diálogo interativo com outros autores e editores. Oliveira (2005)”

Bastos cita um relatório publicado pelo Council on Library and Information
Resources intitulado “Use and users of electronic library resources: na overview
and analysis of recent research studies” que analisa mais de 200 publicações que
enfocam o uso dos recursos eletrônicos em bibliotecas, publicados entre 1995 e
2003. Os métodos de pesquisa utilizados foram a observação, entrevistas,
levantamentos e análise de relatórios e questões sobre os formatos específicos
utilizados em pesquisa. O relatório conclui que a comunidade acadêmica de modo
geral usa e gosta de recursos eletrônicos, porém esse uso fica condicionado à
relevância, conveniência e economiza de tempo em sua rotina de trabalho. Indica
que a avaliação pode variar em função das áreas, cujos especialistas apresentam
padrões e preferências diferentes para documentos impressos ou eletrônicos,
porém os impressos ainda são usados e são parte da pesquisa em praticamente
todas

as

áreas

sendo

um

suporte

especialmente na área de humanas.

5

considerado

bastante

importante,

�“A área de Ciências Sociais e Humanidades se diferencia das demais
ciências quanto à obsolescência , interdisciplinaridade, utilização de
monografias e idiomas originais. De acordo com estudos realizados
por HOGEWED-DE HAART (1989), por meio da INTERNATIONAL
FEDERATION FOR DOCUMENTATION (FID), há grande dispersão
de informações nesta área, pois existe uma falta de definição clara
entre as áreas, os conceitos abstratos e idéias tem grande papel na
pesquisa, ao contrário do conteúdo factual e o conhecimento passado
não se invalida com a mesma intensidade do que nas outras“
(ANDRADE, 1992).

Ainda de acordo com Bastos, alguns usuários se ressentem do formato eletrônico
apresentando como empecilho para sua utilização a dificuldade de leitura da tela
para portadores de óculos e a necessidade de modificação de hábitos de leitura
que são importantes para a captação do sentido do texto.

Para Chartier, ler um artigo em um banco de dados eletrônico, sem saber nada da
revista na qual foi publicado, nem dos artigos que o acompanham, e ler o mesmo
artigo no número da revista na qual apareceu, não é a mesma experiência. O
sentido que o leitor constrói, no segundo caso, depende de elementos que não
estão presentes no próprio artigo, mas que dependem do conjunto dos textos
reunidos em um mesmo número e do projeto intelectual e editorial da revista ou
do jornal.

DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

O desenvolvimento do acervo é um processo sistêmico e sinérgico, e deve haver
nele coordenação entre todas as etapas para que a política seja realmente

6

�eficiente e atinja os objetivos propostos, que são o de manter uma coleção
consistente e com o crescimento equilibrado.

De acordo com LUZ (1989) “para que estes objetivos sejam atingidos, as
atividades

da

Biblioteca

Universitária

devem

ser

planejadas,

avaliadas,

implementadas e gerenciadas de forma a maximizar a uso da informação.”

De acordo com ORR, citado por LANCASTER, 1996, há uma interdependência
entre os recursos dedicados a um serviço, à capacidade do serviço, seu uso, e os
benefícios dele decorrentes

e com isto as técnicas de avaliação se tornam

necessárias para medir mudanças na capacidade e uso, para predizer ou estimar
benefícios e para garantir que a alocação de recursos seja feita da maneira mais
eficaz possível.

LANCASTER, (1996), justifica o fato de que a avaliação é um

elemento essencial da administração bem sucedida de qualquer empreendimento,
baseado na 5ª lei de 1Ranganathan*,. Esta lei proporciona a principal justificativa
para as atividades de avaliação, pois o crescimento saudável implica adaptações
a condições constantemente mutáveis e, adaptações implicam avaliação para
determinar que mudanças precisam ser feitas e qual a melhor maneira de realizálas.

Uma das maneiras de se medir o custo/benefício de um periódico é por meio da
avaliação de uso da coleção; a estatística de acesso eletrônico ao documento
também é muito importante, pois registra como as novas tecnologias estão sendo
incorporadas aos hábitos do pesquisador, que progressivamente optará por este
formato.

“A Biblioteca é um organismo em crescimento” 5ª lei de Ranganathan, 1931

7

�AMBIENTE DA PESQUISA E MATERIAIS UTILIZADOS

O levantamento foi realizado na biblioteca Central da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Esse levantamento foi
realizado através da coleta de dados em 20% do universo de teses de doutorado
e dissertações de mestrado defendidas no ano de 2005.

Sendo que esses 20% não foram selecionadas de forma aleatória, mas sim
respeitando esse critério de porcentagem para cada departamento da Faculdade,
tornando o estudo abrangente com relação a área, dados de acordo com tabela
1.

Tabela 1
AREA

TOTAL 2005

20%

HISTÓRIA

54

11

LETRAS

106

21

ANTROPOLOGIA

17

03

POLÍTICA

42

08

FILOSOFIA

34

07

SOCIOLOGIA

29

06

8

�GEOGRAFIA

33

07

LINGUÍSTICA

30

06

TEORIA LITERÁRIA

15

03

TOTAL

360

72

Optou-se por limitar o levantamento ao ano de 2005, pois as novas tecnologias
de informação, atualmente, já são uma realidade no cenário acadêmico e o uso
da Internet está bastante difundido. Além disso, a influência dessas tecnologias
no cenário brasileiro ficou mais evidente especialmente após a criação da
SCIELO em 1997 e do portal de periódicos da CAPES.

OBJETIVO
Avaliar o grau de adesão dos usuários/pesquisadores da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas ao periódico eletrônico, por meio do uso comprovado
em citações em teses de doutorado e dissertações de mestrado defendidas na
FFLCH.

METODOLOGIA

A metodologia utilizada neste estudo, para se avaliar o uso do periódico
eletrônico, é a técnica de análise de citações. Esse método de análise de citações
em teses e dissertações foi escolhido para esse levantamento por ser uma forma
de mensurar efetivamente o uso desse recurso eletrônico.

9

�Como objetiva levantar padrões, o uso destes indicadores está direcionado à
adequação de coleções e delineamento de produtos e serviços de bibliotecas e
sistema de informações, em função do perfil obtido.

RESULTADOS

A análise das citações contidas nas 72 teses de doutorado e dissertação de
mestrado, mostrou que 1.814 referências eram de periódicos e deste total 1.741
eram de periódicos impressos e somente 73 de periódicos eletrônicos, conforme
gráfico 1.

Gráfico 1

Periódicos impressos
Periódicos eletrônicos

Das 73 citações de periódicos eletrônicos, 71 citações são de periódicos com
acesso livre pela internet e 02 (dois) com acesso vinculado a instituição, conforme
gráfico 2. 02 (dois) títulos de periódicos foram identificados como exclusivamente
eletrônicos e também com acesso livre.
Das 73 citações de periódicos eletrônicos, 71 citações são de periódicos com
acesso livre pela Internet e 02 (dois) com acesso vinculado a instituição, conforme
demonstrado no gráfico 2, abaixo. 02 (dois) títulos de periódicos foram
identificados como exclusivamente eletrônicos e também com acesso livre.

10

�Gráfico 2

Restrito
Livre

Somente uma tese de doutorado citou pesquisas realizadas no portal da CAPES.
No entanto, a citação foi genérica, sem especificar quais periódicos foram
utilizados, não permitindo desta forma a mensuração dos dados.

Apesar de não ser objeto deste levantamento, foi constatado um número
expressivo de referências de trabalhos localizados em open archives, a sites da
internet, como por exemplo, páginas governamentais e jornais on line como
Folha de São Paulo, Estado de São Paulo etc. , demonstrando que o pesquisador
não só utiliza a internet como fonte de pesquisa, mas que identifica essas
pesquisas nas citações.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo nos mostra que o papel do bibliotecário nesse processo de transição,
é de fundamental importância, pois tem a incumbência de divulgar e treinar os
usuários para melhor uso desses importantes recursos. E com isto colocar na
prática a lei de economia de tempo de Ranganathan e quem sabe assim em

11

�estudos futuros poderemos constatar um uso mais efetivo dos periódicos
científicos eletrônicos.

Nos mostra também que o pesquisador da área de humanas utiliza os recursos
eletrônicos, principalmente os de acesso aberto, pois eles trazem em si todas as
facilidades já citadas nesse estudo. No entanto, o uso de periódicos científicos
não foi representativo o bastante para que considerássemos o uso efetivo e
tornasse esse mecanismo uma ferramenta conceituada de pesquisa.

O uso constatado confirma o estudo realizado por Bastos em que mostra que na
área de humanas a preferência é maior pela publicação impressa do que pela
eletrônica . No entanto, ao considerar que essa nova tecnologia é uma tendência
que veio para ficar, inclusive por todas as vantagens já citadas, deve-se reforçar o
trabalho da biblioteca no sentido de tornar esse uso mais efetivo de forma que
justifique o investimento feito cada vez mais nesse tipo de suporte.

O estudo realizado aqui não está de modo algum esgotado, pois não foram
abordados todos os aspectos desta questão. De qualquer forma, outros estudos
serão necessários para completar esse tema e dar continuidade a essa etapa do
processo de desenvolvimento de coleções, que é a avaliação.

ABSTRACT

The scientific periodical in eletronic format is reality that is more often present on
the academic area, for being one of the quickest and highly respected spreading
ways of research results by the scientifical comunities. This format is more often
embraced by the academic libraries for promoting a quicker access to information.
To form and to develop periodical colections requires discerning studies of the
actual information that is needed by the user’s community. The goal of this paper
12

�is to evaluate the utilization of eletronic periodical on the FFLCH/USP library. The
survey was accomplished through data collecting in 20% of the thesis universe
and defended dissertations of the year of 2005. The mapping checked if the
utilized eletronic periodical has entailed access to the institution or if it has free
access on the internet. With this study it was possible to diagnosticate which are
the most utilized periodical on the area and to have consistent data for the next
stage of the colections development process, that is the evaluation of the
periodicals.

Keywords: Eletronic periodical, university library, use evaluation, citation analysis.

BIBLIOGRAFIA

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Paulo : SIBi, USP, 1995.
BARNES, J. H One giant leap, one small step: continuing the migration to
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tecnologias.

Disponível

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13

�CRUZ, A. A. C. et alii. Impacto dos periódicos eletrônicos em bibliotecas
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MARCONDES, Carlos H. Tecnologias da informação e impacto na formação do
profissional da informação. Transinformação, Campinas: Pontifícia Universidade
Católica de Campinas, v.11, n.3, p.189-193, set./dez.1999

14

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Ciência da Informação&#13;
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              <text>Paula, Tânia Maria Bueno de</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFBA</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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            <elementText elementTextId="60001">
              <text>2006</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O periódico científico em formato eletrônico é uma realidade cada vez mais presente na área acadêmica, por ser uma das formas mais rápidas e conceituadas de divulgação dos resultados de pesquisa pela comunidade científica. Este formato é cada vez mais adotado pelas bibliotecas universitárias por promover o acesso mais rápido à informação. Formar e desenvolver coleções de periódicos requer estudos criteriosos das reais necessidades de informação da comunidade atendida. O objetivo deste trabalho é avaliar o uso de periódicos eletrônicos na biblioteca da FFLCH/USP. O levantamento foi realizado por meio da coleta de dados em 20% do universo de teses e dissertações defendidas no ano de 2005. O mapeamento verificou se os periódicos eletrônicos utilizados tem o acesso vinculado a instituição ou se acesso é livre pela Internet. Com esse estudo foi possível diagnosticar quais os periódicos mais utilizados na área e ter dados consistentes para a próxima etapa do processo de desenvolvimento de coleções, que a avaliação de periódicos.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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