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                  <text>PRÁTICAS DE LEITURA EM CONTEXTO ACADÊMICO
Leilah Santiago Bufrem
Departamento de Ciência e Gestão da Informação, Setor de Ciências Sociais
Aplicadas, UFPR, Av. Prefeito Lothário Meissner, 632, 1º andar, Curitiba, Pr,
e-mail leilah@ufpr.br

Izaura H. Kuwabara
Departamento de Química, Setor de Ciências Exatas, UFPR, Centro Politécnico
s/n, Curitiba, Pr, e-mail izaura@ufpr.br
RESUMO
Analisa e relata projeto de orientação à leitura e à discussão de obras de cunho literário e artístico,
para alunos inscritos no Programa Especial de Treinamento (PET) do Curso de Química. A
atividade, para a qual contribui o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná, além
de ampliar a capacidade de leitura de obras de cunho científico e de produção literária, em suas
diversas formas e manifestações, enseja a compreensão de textos informacionais, a ampliação do
vocabulário e a prática de análise de textos. Visa desenvolver a expressão crítica dos participantes
e a oportunidade de conhecimento de obras literárias e de seus autores, contextualizando-os e
favorecendo a compreensão dos textos enquanto produtos de trabalho intelectual criterioso.
Relata as discussões sobre as obras lidas ou assistidas e as habilidades de redação de formas
diferenciadas de textos como resenhas e artigos sobre temas gerais e específicos. O projeto,
durante os nove anos de execução, tem sido avaliado positivamente tanto pelos alunos como
pelos orientadores. Os alunos manifestaram-se positivamente impressionados com as atividades
desenvolvidas, não só pelas obras lidas e analisadas, mas também pelas práticas desenvolvidas.
O conhecimento de autores e obras e a extensão do referencial adquirido ampliaram os elementos
comparativos, aprofundando e tornando mais espontâneas as discussões sobre as obras. A
elaboração das resenhas, segundo a avaliação das coordenadoras, especialmente com base na
comparação entre o desempenho nas duas versões do projeto, desenvolveu e ampliou a
habilidade de redação e a expressão crítica dos participantes.

INTRODUÇÃO
Muitas das concepções teóricas sobre leitura e sua prática no contexto
acadêmico decorrem de atividades que se justificam pela possibilidade de
ampliação da capacidade de leitura para além das obras de cunho científico,
buscando-se a produção literária, impressa ou não. A reflexão sobre as práticas
aqui apresentadas tem como justificativa a ampliação de referenciais e
interpretações possíveis em relação aos seus desdobramentos. Esperamos, por
meio dessa comunicação, esclarecer as relações entre o que se expressa como
valor na literatura e as atividades práticas desenvolvidas para que sejam
favorecidas e aperfeiçoadas, especialmente em suas formas de aplicação e
avaliação no cenário privilegiado da biblioteca universitária.

�O ineditismo de desenvolver um projeto de leitura com alunos do Programa
Especial de Treinamento (PET) do Curso de Química motivou-nos a estudos para
definir os modos de compreender e de executar a proposta. O PET é um
programa financiado pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento do
Pessoal de Nivel Superior (CAPES), órgão do Ministério da Educação do Brasil,
especialmente voltado para atividades de ensino, pesquisa e extensão, contando
com um grupo de alunos, sob a orientação de um professor Tutor. É desenvolvido
um conjunto amplo de atividades com objetivo de melhoria na formação
acadêmica dos alunos do curso ao qual é vinculado o grupo.
Desde as primeiras reuniões de trabalho, quando surgiu a idéia de
promover a leitura e a discussão de textos previamente escolhidos, fomos
motivadas pelo prazer de realizar uma tarefa ao mesmo tempo prazerosa e
desafiante. A idéia prosperou, resultando em projeto cuja proposta inicial foi
sujeita a crítica e sugestões e consequentemente a mudanças no decorrer do
período que, iniciado em 1997, já está em seu décimo ano de implementação.
Entretanto, permanecem alguns princípios que julgamos significativos para o
desenvolvimento dos trabalhos, assim como foram sendo apresentadas questões
de ordem institucional e operacional que merecem ser destacadas nesse fórum,
especialmente pela fundamental parceria com a biblioteca universitária.
Partimos do pressuposto de que a leitura de obras de fruição, em seus
diversos estilos, escolas, formas e manifestações, enseja a compreensão de
textos informacionais, a ampliação do vocabulário e a prática de análise de textos.
Por sua vez, o desenvolvimento da expressão crítica dos participantes favorece a
compreensão de qualquer tipo de texto, enquanto produto de trabalho intelectual
criterioso, assim como enseja o conhecimento do interlocutor e do valor de sua
obra.
A partir de uma seleção de obras, os alunos recebem orientação para
leitura e análise. Os textos são selecionados com apoio de obras como La
Biblioteca ideal, da Editora Planeta (Madri), O cânone ocidental, de Harold
Bloom, as listas de leituras indicadas para os vestibulares da UFPR e outras que
periodicamente são publicadas na em periódicos de divulgação como obras

�indicadas ou melhores da literatura. Para a seleção realizada com alunos
contamos com o trabalho do Sistema de Bibliotecas no sentido de atender as
demandas e informar sobre as obras que vão sendo incorporadas ao acervo.
Organiza-se, então, o cronograma anual dos trabalhos, do qual constam os títulos
selecionados e acessíveis, prevendo-se possibilidades de troca de títulos ou de
datas, conforme conveniência do grupo.

Nas primeiras reuniões de cada início de ano letivo tem sido realizada a
auto-apresentação do grupo de trabalho e da professora coordenadora, quando
são identificados os principais objetivos do programa, discutidas as atividades e
propostas de leituras assim como das formas alternativas para análise e
interpretação. Os elementos de análise de cada um dos títulos são ou não
previamente identificados, conforme as características da obra. Assim, trabalha-se
com estilos, épocas, cenários, personagens, contexto histórico, sentimentos,
objetos, tipos de narrativa e/ou focos narrativos. São realizadas leituras
individuais de cada uma das obras escolhidas, após o que são procedidas as
análises em pequenos grupos, somente após o que são ampliadas as discussões
em grupos sobre as obras lidas ou assistidas.
Procuramos privilegiar alguns aspectos nesse processo. Um deles é a
relação do texto com o autor, ou seja, destaca-se o discurso do autor, em que
contexto ele se situa, quais as circunstâncias e condições em que escreveu.
Outro aspecto é a relação dos textos com outros textos, o que equivale a
dizer, em que o texto difere ou se aproxima de outros já conhecidos. Essa
experiência tem sido surpreendente, de modo especial porque revela a
capacidade de analogias possíveis entre obras, tanto em relação ao contexto,
quanto aos personagens ou ao estilo dos autores.

Uma terceira possibilidade é a análise da relação do texto com seu
referente, o que o texto diz de si e por fim, a relação do texto com o leitor: ou o
que foi compreendido, considerando-se em relação a esse aspecto a

�multiplicidade de contribuições, de referenciais e possibilidades e gostos
pessoais.

Assim expressa sua preferência uma aluna: “As obras que mais gostei
foram: As vinhas da ira (por relatar com realismo a crise dos Estados Unidos);
Verão no aquário (por retratar o conflito entre mãe e filha); A hora da estrela (pelo
autor descrever sem piedade os seus personagens) e O Diário de um sedutor
(história difícil e incomum).

A redação de resumos e anotações para apresentação preliminar em
pequenos grupos e posteriormente no grande grupo constituiu-se em importante
prática, não somente para exercitar e desenvolver a expressão escrita, mas como
suporte aos alunos para, organizadas as estruturas do pensamento, realizar a
exposição oral de seu trabalho crítico.
Assim revelam sua forma de seleção: “Não tenho obras nem autores
preferidos, quando vou a biblioteca empresto a obra cujo resumo ou o título me
chama a atenção”.

Têm sido realizadas visitas programadas ao Sistema de Bibliotecas da
UFPR, ocasiões propícias ao diálogo com os profissionais e ao contato com obras
de fruição e informação, em seus diversos suportes. São programadas audições
de filmes e práticas de busca. Também se realizam encontros com autores,
organizados pelas professoras coordenadoras, com a participação dos alunos no
preparo de cartazes para divulgação da atividade e na exposição de livros.
Nessas oportunidades ficou evidenciado o grande interesse despertado pelas
obras, especialmente levando-se em conta um dos aspectos privilegiados no
projeto, a relação do texto com o autor, ou seja, a oportunidade de destacar o que
o este quis dizer, em que contexto se situou e as circunstâncias e condições em
que escreveu. Paralelamente às atividades do projeto, têm sido desenvolvidas
orientações e visitas regulares às bibliotecas do Sistema, apresentações de
formas de elaboração dos resumos, resenhas e seminários, assim como indicada
leitura complementar, necessária para subsidiar as discussões e análises das

�obras. Ampliou-se a dimensão dos trabalhos no ano de 2001, quando, além das
obras selecionadas para leitura pelo grupo, foi realizada também a leitura
individual de títulos diversos, selecionados pelos alunos de acordo com suas
preferências pessoais, o que ensejou relatos sobre impressões causadas pela
obra e interpretações apoiadas em leituras anteriores e analogias entre autores,
estilos, épocas e cenários.
Está sempre presente a convicção de que a biblioteca universitária é
elemento essencial para que se vivifique o processo de leitura, não como ato
solitário, que afasta e isola o leitor. Ao contrário, ela permite uma situação
dialógica, ou seja, estabelece alguns tipos de interações como a verificada entre
leitor e autor, ou entre leitor e contexto do discurso, além de desdobrar-se para
outras possibilidades como as relacionadas às repercussões da obra em relação
aos procedimentos críticos do leitor.
Os alunos demonstram essa possibilidade por meio de expressões como:
“Neste ano a obra que mais me impressionou foi Verão no Aquário de Lígia
Fagundes Telles, pois relata bem o que muitos jovens acabam fazendo com suas
vidas sem se dar conta, ou seja, querem chamar a atenção dos pais, amigos com
atitudes infantis, e quando tentam mudar, não o fazem, ao contrário, seguem o
que é mais fácil e conveniente. Muitas vezes reconhecem seus erros somente
quando ocorre algo trágico, como no caso da Raíza, que só viu que precisava
mudar suas atitudes com a morte de André”.
A situação dialógica autor-leitor é ampliada quando se trabalha em grupo,
pois diferentes perspectivas individuais contribuem para o enriquecimento do
processo e é favorecida pelo acolhimento do profissional bibliotecário aos projetos
de construção de conhecimento pela leitura.
O apoio do profissional na biblioteca não poucas vezes é solicitado. Isso se
verifica especialmente quando as leituras provocam uma curiosidade sobre outras
obras do autor, como a indicação de Ratos e homens, de John Steinbeck, após a
leitura de Vinhas da ira, por outros romances policiais como A outra face (Sidney

�Sheldon) e Um estudo em vermelho (Arthur Conan Doyle), após a leitura de
romances de Agatha Christie.
Assim, destacamos, entre outros referenciais, a concepção de Latour ao
considerar que uma biblioteca não pode permanecer isolada, como se ela
acumulasse de modo maníaco, erudito e culto, milhões de signos (2000, p. 37).
Com esse entendimento, faz-se mais clara a percepção de que a biblioteca
universitária é o local por excelência para o diálogo entre autor e leitor. É vai além
desse diálogo, ensejando a superação dessas relações, com a mediação do
texto, patrocinando um tecido mais complexo de relações entre leitores e suas
interpretações. Se estas, por si só, já expressam um referencial denso e subjetivo,
quando se conjugam para formar novo tecido de relações interpessoais, adquirem
novos significados e revelam interpretações diferenciadas.
Essa concordância nos leva ao segundo princípio, ou seja, o de que uma
obra literária deve ser apreciada em relação a uma totalidade que é a vida e o
comportamento do autor, em relação à realidade concreta em que vive ou viveu,
suas circunstâncias e sua história. Mas, embora considerando esses fatores,
deve-se lembrar que a produção escrita expressa apenas uma parcela de um
comportamento que é ao mesmo tempo individual e social. A esse comportamento
agregam-se outras formas de vivenciar, sentir, comunicar e expressar. Ao inventálas e ao ensaiar outros códigos para expressá-las, o inventor (autor) realiza o
grande mistério da existência e os que usufruem seu invento, sua obra, tornam-se
também criadores porque críticos.
Assim, liberam sua forma de expressão: “Com todas essas pessoas que
vão se perdendo pelo caminho vai se perdendo também a esperança da família
Joad, que não encontra nas terras férteis da Califórnia uma maneira de se
reerguer. Ao contrário, o que os sobreviventes vêem é a exploração dos
trabalhadores e a condição subumana em que são obrigados a viver”.

O terceiro princípio que nos orienta é o de que toda a leitura é crítica, ou
seja, falar em leitura crítica entre nós seria redundância. Assim é que o estímulo a
essa postura reveste-se da crença de que a leitura não é simples fruição, um

�mero modo de ocupar-se o tempo livre. Como prática de elaboração, ela revela
situações ou oposições, suscita concordâncias ou conflitos, pelo que o prazer da
leitura não é fácil ou gratuito. Ao contrário, requer esforço e tensão, faz parte de
um mundo de cultura viva, onde o leitor penetra de modo consciente e intencional.
Essa consciência é revelada por uma leitora solicitada a indicar o livro que
mais apreciou. “Foi As meninas, de Ligia Fagundes Telles”, afirmou, “pois
consegui tirar algumas lições deste livro para a minha vida”.

Nosso conceito sobre a prática da leitura não a limita a espaços ou prérequisitos, portanto, eliminaremos a idéia de níveis de leitura ou de referencial
anterior, pois entre nós estarão de modo muito natural o sentir, o comunicar e o
expressar. Assim, as atividades desenvolvidas justificam-se não somente por
ampliarem a capacidade de leitura de textos literários, impressos ou não e, como
conseqüência, de outros de cunho científico, necessários ao acompanhamento
das atividades curriculares. Acreditamos, portanto, que o desenvolvimento da
expressão crítica dos participantes também favorece a percepção dos conteúdos
enquanto produtos de prática intelectual criteriosa, assim como o conhecimento
do outro - autor ou autores - e do valor de seu trabalho.
A esse respeito, um petiano acredita que o programa “contribui muito para
a leitura escrita e interpretação de texto, além de ajudar a melhorar a maneira
como eu devo expressar minha opinião e saber aceitar opiniões diferentes”.
Em seu depoimento, outro participante revela os aspectos privilegiados
pelo programa: “tanto no pessoal quanto no profissional, a leitura contribuiu para
melhorar minha atenção aos fatos, o meu senso crítico e o poder de
argumentação”. Expressam ainda o que mais os impressionou, especificando “a
forma como eu melhorei tanto na leitura como nos resumos, e também, por ver
outros petianos participando e progredindo nos comentários”.
Há quem afirme: “sempre gostei muito de ler quando estava no ensino
médio, porém depois com a correria de cursinho e vestibular comecei a ler

�somente os livros que eram indicados e fui perdendo o gosto por literatura. Com a
leitura orientada comecei a retomar meu gosto [...], mas ainda preciso melhorar. O
interessante é que temos a oportunidade de lermos livros que jamais estaríamos
lendo ainda mais fazendo curso de Química”.
Ou ainda: “passei a freqüentar a biblioteca buscando livros e já fiz carteira
também na Biblioteca Pública”.

Além dessas possibilidades, a comparação dos diversos contextos
analisados amplia o referencial cultural dos participantes, possibilitando
interpretações diversificadas em relação ao espaço e ao tempo. Esse
alargamento do referencial cultural, por sua vez, deve contribuir para a redução
dos preconceitos e estereótipos presentes no imaginário cultural.

Esperamos, portanto, continuar favorecendo no aluno o desenvolvimento
do gosto pela leitura de textos literários em suas diversas formas e
manifestações; proporcionar oportunidade de conhecimento de obras, seus
autores e suas edições, assim como de traduções para outras linguagens como o
cinema, o teatro e a ópera; realizar discussões sobre as obras lidas ou assistidas;
estimular a prática de redação de formas diferenciadas de textos como resenhas,
ensaios e artigos sobre temas gerais e específicos e desenvolver a expressão
crítica dos participantes, favorecendo analogias, comparações e interpretações.
Essa ambição seria pretensiosa não tivéssemos a contribuição dos
profissionais e da estrutura da biblioteca atuando, como atores privilegiados, no
campo da promoção da leitura. Há que se enfatizar, entretanto, a necessidade de
aprimorar essa atuação, especialmente de alçá-la à condição de ação política, a
partir da realidade das práticas educativas, no sentido de planejá-las e
implementá-las.

REFERÊNCIAS
DÍEZ-BORQUE, José María. El libro: de la tradición oral a la cultura impresa.
Barcelona: Montesinos, 1985.

�GOLDMANN, Lucien. Dialética e cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
LANCASTER, F.W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de
Lemos/ Livros, 1993.
LATOUR, Bruno. Redes que a razão desconhece: laboratórios, bibliotecas,
coleções. In: BARATIN, Marc; JACOB, Christian. O poder das bibliotecas: a
memória dos livros no Ocidente. Rio de janeiro: Editora UFRJ, 2000.

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              <text>Analisa e relata projeto de orientação à leitura e à discussão de obras de cunho literário e artístico, para alunos inscritos no Programa Especial de Treinamento (PET) do Curso de Química. A atividade, para a qual contribui o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná, além de ampliar a capacidade de leitura de obras de cunho científico e de produção literária, em suas diversas formas e manifestações, enseja a compreensão de textos informacionais, a ampliação do vocabulário e a prática de análise de textos. Visa desenvolver a expressão crítica dos participantes e a oportunidade de conhecimento de obras literárias e de seus autores, contextualizando-os e favorecendo a compreensão dos textos enquanto produtos de trabalho intelectual criterioso. Relata as discussões sobre as obras lidas ou assistidas e as habilidades de redação de formas diferenciadas de textos como resenhas e artigos sobre temas gerais e específicos. O projeto, durante os nove anos de execução, tem sido avaliado positivamente tanto pelos alunos como pelos orientadores. Os alunos manifestaram-se positivamente impressionados com as atividades desenvolvidas, não só pelas obras lidas e analisadas, mas também pelas práticas desenvolvidas. O conhecimento de autores e obras e a extensão do referencial adquirido ampliaram os elementos comparativos, aprofundando e tornando mais espontâneas as discussões sobre as obras. A elaboração das resenhas, segundo a avaliação das coordenadoras, especialmente com base na comparação entre o desempenho nas duas versões do projeto, desenvolveu e ampliou a habilidade de redação e a expressão crítica dos participantes.</text>
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