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                  <text>Digitalizado
gentilmente por:

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20

��IV CONGRESSO BRASILEIRO DE 3IBLI0TEC0N0MIÄ E DOCUMENTAÇIO

Novas tendencias de norraalizaçao dos trabalhos de
catalogação
por
Maria Luisa Monteiro da Cunha

o 9.O fo I'J) í

O

HZCt

Fortaleza
1963

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st e m
&lt;/

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1

�UNIVERSIDADE DO CEôRÁ
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DXUMENTAÇÃO
7 a 14 de julho de 1963

"nnwA I - PxocessoB Técnicos e IntercâmMo
r
NOVAS TENDÊNCIAS ^ NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS
DE

CATALOGAÇÃO

CDU 025.3:389.6

Maria Luisa Monteiro da Cionha

Diretora da Biblioteca Central da Universidade de São Paulo
Presidente da Comissão Brasileira de Catalogação.

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.O"
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lí

�NOVAS TENDÊNCIAS M NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO

Maria Luisa Monteiro da C,unha

"Tudo que facilita a pesquisa, contribui para o progresso da
ciência"?'

Can esta frase, Jewett, em 1851, iniciava o sôu plano de

'talogagao'Cooperativa♦

ójj

Cumpre notar, entretanto, que sua idela ja dat|

Va de meados de 1840, tendo sido exposta no outono de 1847

a

Henry

Stevens a quem manifestara o interesse de tornar seu plano
conhecido
*
A
9
**
dos senhoras ligados a biblioteca do Museu Britânico.
Segundo o
jeto de Jewett, qualquer biblioteca em crescimento poderia,

mediante

custo relativamente pequeno, publicar catálogos anuais ou bienais

da

suas eoleçõesj isso possibilitaria a um orgão central publicar a

dèter

9^nadO,S intervalos catálogos gerais de todas as bibliotecas do pais»

Propunha Jewett que o orgaO central a quem caberia a .tarejfa
de compilari editar e publicar o catalogo coletivo das bibliotecas

nojj

te-ameficanas fosse a Snithsonian Institution, com sede em Washington D»
C» ' Enitre 08 trabalhos especificados para a execução do plano» d,QÍ3
' recea nossa atenção por se referirem, de modo direto, a tentativa

me
de

nornalizaçao da técnica catalograficai

1(

A Smithsonian Institution publicaria regras para o
paro dos catalogos e

2«

solicitaria as bibliotecas interessadas na
publicação
dos Catalogos dos seus acervos, que os preparassem de
Bcôrdo coro .as regras supra referidas, para que^o
mate
rial pudesse ser estereotipado sob a sua direção
"

Foi tao decisiva a influência do plano esboçado

por

pre
"*

Jawett

na execução dos projetos posteriores de catalogação Cooperativa e

dos

catalogos coletivos, que julgamos oportuno transcrever suas próprias PS
lavras quando, em 1851, lançou as bases do projeto a que
com todo o empenho e aptidão:

^-se

dodioara

"Assim, cada estudante na América

dispj}

TH do meios para saber toda a extensão dos recursos a seu dispor para ö
penquiffA*

O local onde cada livro poderá ser encontrado será

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indicado

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lí

�*
no catalogo.

&gt;
Um sistema de permutas e de doagoes poderá ser estabeleci

do, de modo que toda a riqueza literária do país se torne acessível
cada pesquisador.

Quando o empréstimo da obra não fôr possível,

a

serão

elaborados resumos; as citações serão verificadas
e a anithsonian
/
f
Institution também se incumbira de fazer pesquisas que, em muitos casos,
poderão ser tão úteis ao estudante quanto o exame do próprio livro.Além
disso, mediante consulta ao catálogo geral, os compradores de livros pa
ra bibliotecas publicas poderão inteirar-se das necessidades

do

país.

Outro benefíôio do sistema é o de permitir que se modifique a forma

do

catalogo, i.e., a mudança do alfabético para o classificado, quando

de

sejavel.
logos.

Representa, ainda, grande vantagem, a uniformidade

nos catá-

Um grande grau de uniformidade será absolutamente indispensável

para sucesso do plano.

Sem dúvida, uma padronização total não

poderá

ser esperada, eis que a perfeição não é atributo da obra humana.

Tod^

via, este sistema permitirá alcançar uniformidade muito maior do que

a

que se poderia esperar.

âs regras de catalogação devem ser exatas e atender,
quanto possível, as necessidades aos leitores.

tanto

Nada deverá ser deixado

ao julgamento ou gosto individual do catalogador.

Êste deve ser pessoa

que tenha suficiente cultura, exatidão e constância na aplicação das re
gras.

Em casos de dúvida, será consultado o órgão central, ao qual

o

trabalho deverá ser submetido em sua totalidade, página por página,

pa

ra exame e revisão.

Assim, todos os catálogos serão organizados segun-

do um único plano.
Ainda que o adotado fosse aquele do pior dos nossos
ê
t
catalogos, desde que todos o seguissem, esta uniformidade de
pratica
tornaria os catalogos muito mais úteis, evitando-se, assim, o caos
discrepancias até agora existentes.

das

Esperamos, todavia, que seja adota

do o melhor sistema possível.

Outra consideração geral a favor do plano é ser ele um
de passo na concretização do sonho dourado de todo erudito
dor; um catalogo universal.

ou pesquisa

Se o sistema tiver sucesso neste país,

mesmo poderá ocorrer em cada país da Europa.

poucos em número

o

Quando tiver sido adotado

e levado a efeito de um modo geral, a reunião dos catálogos
resultantes

graij

, representará o total da

ra existente, o que tornará possível a publicação

de

coletivos
literatu

uma bibliografia

universal. Isto promoveria o progresso da ciência, eis que evidenciaria
o que ja foi tentado ou realizado, e o que falta ser obtido; reduziria

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lí

�ou eliminaria a imprudência dos que escrevem ignorando o que outros ja
escreveram, aumentando, desse modo, a massa de livros, seni nada

acres

centar a scana dos conhecimentos.

expôs

O trabalho, tanto nos setores

tos, como em outros, propiciaria os grandes objetivos que temos em vij
ta, e, assim, deve merecer a atençao de todos os que se interessam por
A
estas questoes"i

Por dificuldades técnicas relativas as laminas de estereótl
po, o plano de Jewett não foi executado com sucesso, mas os benefícios
da catalogação cooperativa e dos catálogos coletivos amplamente

divul

gados nos últimos anos, provam que seu projeto não foi condenado
fracasso.

ao

Vemos, portanto, que os projetos atuais de catalogos coleti

vos, catalogação cooperativa, bibliografias nacionais e internacionais,
não constituem privilégio do nosso século, uma vez que sua origem,
América, remonta à quarta década do século 19.

Eis porque, ao

das tendências atuais da normalização na catalogação, não

na

tratar

poderíamos

deixar de fazer referência ao plano de Jewett, marco inicial das ativi
dades neste campo.

A semente lançada por Jewett frutificou em grandes

messes

nos Estados Unidos graças às atividades conjuntas da American

Library

Association e da Biblioteca do Congresso.
i
Traçar, mesmo em linhas gerais, o desenvolvimento da Catalo
gação naquele país e os estudos a que até hoje se dedicam biblioteca rios dos mais conceituados, seria tarefa longa e desnecessária,
não ha bibliotecário latino-americano que o desconheça.

pois

Salientamos

aqui, ànicamente, o papel de relevo da C.C.R. (Cataloging Code Revision)
comissão que tem a seu cargo a revisão total do codigo de

catalogaçao

da A.L.A., trabalho sobremaneira difícil, pois não se trata apenas

de

uma atualização de regras e sim de nova edição grandemente modificada,
graças aos estudos de Lubetzky

que durante vários anos procedeu

a

exame minucioso e crítica construtiva do código em apreço.
!
Caracteristica importante da nova edição - prometida

para

os primeiros meses de 1964 - é a de ser, como a de 1908, anglo-america
na.

Os Princípios estabelecidos na Conferência Internacional de Cata
0
/
*
logaçao realizada em Paris
nortearão o novo codigo, o que facilitara
sua aplicaçao em âmbito internacional.

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lí

�2. A IFLA e sua influência na Catalogação

Se até outubro de 1961, grande número de bibliotecários igno
rava o papel de relevo da IFLA em todas as questões técnicas e administrativas que direta ou indiretamente afetam as bibliotecas,

a

partir

dessa data não pode existir bibliotecário ou bibliografo que desconheça
7
o seu trabalho no campo da Catalogaçao.

Com suas atividades programadas de acordo com as

diversas

comissoes que articula e supervisiona, o Conselho da IFLA mantém,
anos, a Comissão de Regras de Catalogação, cuja finalidade é

na

promover

e difundir estudos que visam ao aperfeiçoamento da técnica catalografica em todos os seus aspectos.

Foi justamente essa Comissão que,

pelo

seu trabalho, evidenciou a necessidade de uma tentativa de • coordenaçao
dos princípios que regem as entradas no catálogo alfabético de autores,
indispensável em qualquer 'tipo de biblioteca.

Apoiada nas sugestões da Comissão, a IFLA resolveu programar
uma conferência internacional para cuja realização solicitaria o

apoio

do Council on Library Resources (Washington, D.C.) e da UNESCO.

Cumpre esclarecer que a origem da Conferência „L.Ltornaoiónal
Ä
0
sobre Princípios de Catalogação
data de inícios de 1950. Para efeito
do presente trabalho, faremos referência apenas à Reunião Preliminar rM
lizada era Londres em 1959 da qual participaram 20 bibliotecários espe cialmente convidados e que constituíram c grupo referido como " Working
Group on Coordination of Cataloging Principies".

Durante essa

Reunião

foi estabelecida a Agenda da C.I.C. acompanhada das recomendações

acêr

ca da constituição e trabalhos preparatórios do certame. Foi também ipro
posta e aprovada a instituição de uma pequena Comissão Organizadora

in

tegrada por quatro bibliotecários apenas, e que foram, respectivamente:
o Sr. A. H. Chaplin (Grã-Bretanha - designado secretário executivo);
Paul Poindron (França); Ludwig Sickmann (Alemanha); e um membro que
ria indicado por entidade da URSS.

Essa última designação, feita

Conselho Bibliotecário da URSS, recaiu sobre a S.nha N.A. Lavrova,
Gamara da União do Livro, de Moscou.

As recomendações do

se
pelo
da

" Working

Group on Coordination of Cataloging Principies" foram aprovadas

pelo

Conselho da IFLA em setembro de 1959.

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�^
/
De regresso aos seus respectivos países, levavam os vários mem
bros do Srupo, entre outras incumbências, a de organizar uma Comissão

Na

cional de Catalogação que, bem articulada, facilitaria o trabalho de

di

vulgação do temário da C.I.C. e o estudo dos documentos de base cuja

ela

boração, de acordo com os tópicos da Agenda, deveria ser logo processada,
a fim de que, por ocasião do certame internacional, os diversos delegados
oficiais não só já conhecessem os trabalhos apresentados, como também, sô
eles, manifestassem a opinião da maioria dos bibliotecários de seus pai ses.

3. A Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação; sucesso e
pro.iecão de um dos maiores empreendimentos da IFLA.
Sob os auspícios da IFLA, mediante subvenção do Council

on

Library Resources e com a colaboração da UNESCO, realizou-se em Paris, de
9

a 18 de outubro de 1961, a primeira Conferência internacional

sobre

princípios de Catalogação, cujo êxito foi assegurado pelo meticuloso

tra

balho preparatório, mormente nos dois anos que precederam o memorável cer
tame.

Dezesete documentos de base foram apresentados, mas o que faci
litou o trabalho da conferência foi a súmula que o Sr. Secretário Executi
vo da Comissão Organizadora elaborou, extraindo de cada trabalho o

essen

ciai para a formulação dos princípios que deveriam ser discutidos e

apro

vados.

Assim, tendo em mãos o Programa no qual figuravam os itens que
9
seriam discutidos em cada dia, bem como o correspondente
no
"Draft
Statement of Principies" e os documentos que a êle correspondiam, cada de
legado dispunha dos elementos necessários para minucioso estudo de

cada

questão.

Seja-nos permitido, nesta oportunidade, enaltecer, uma

vez

mais, a capacidade e alto espírito de organização do Sr., Secretário

Exe

cutivo da C.I.C., ao qual muito devem os participantes da conferência,eis
que seu laborioso e inteligente estudo facilitou sobremaneira a
de todos.

atuação

Basta lembrar que o "Draft" começou a circular dia 4 de

bro de 1961, portanto, um mês antes da C.I.C.

setem

Outrossim, a Comissão Orga

nizadora publicou e distribuiu entre abril de 1960 e agosto de 1961, nove
Boletins informando acerca do desenvolver de suas atividades.

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^Scan
^ ... ur...».,.,.

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1^

�Pormenor que não ficura no Relatório Oficial Preliminar
mas que elucida quanto a eficiência das atividades da C.I.C,,

e

que

após cada sessão, um pequeno grupo de trabalho, escolhido entre os

de

legados que mais se distinguiam durante a discussão do tema, era incuig
bido de estudar todas as propostas apresentadas, cabendo-lhe, então, a
tarefa de elaborar nova redação ou modificação do item do "Draft" rel^
cionado com o assunto tratado.

Êsse texto circulava entre todos

oa

participantes, sendo submetido a votação numa sessão subseqüente.

Os

votos pró ou contra, assim como as abstenções, eram registrados,

A

Comissão Organizadora, que para efeito da conferência*foi acrescida de
11
'
~
/
mais quatro membros,
estabeleceu horário que permitiu nao so a rej
M
M
^
9
00
lizaçao das sessões pela manha e a tarde, como também as reuniões dos
referidos grupos de trabalho e das comissões especiais para estudo

de

determinados topicos como bilingülamo, transliteraçao, glossário

de

têrmos de Catalogação etc, etc.

Mediante êste esquema, a Comissão con

seguiu doscutir todos os itens do "Draft" e aprovar o total dos Princí
pios à luz das discussões e emendas que surgiram.

A Comissão Organizadora reuniu-se varias vezes apos as

ses

sões para discussão de problemas atinentes à marcha dos trabalhos.Alem
disso, um membro, pelo menos, participava das reuniões dos

pequenos

grupos especiais de trabalho, figurando, em geral, na qualidad^

de

coordenador.

4. Aspectos dignos de especial menção

Sabem os bibliotecários, de longa data, que o princípio

da

autoria coletiva não era adotado na Alemanha nem nos países nos quais
~
1?.
~
a Catalogaçao se norteia pelas Instruções prussianas.
Por ocasiao
da Reunião Preliminar, em Londres, tivemos a impressão de que dificilmente a C.I.C, alcançaria êxito neste setor.

Todavia, para

surpresa

e satisfação de todos os delegados, o princípio da autoria coletiva fdt"
aceito por unanimidade, sem maiores lutas ou discussões,
repercussão essa adesão dos grupos acima referidos, 'que
Osborn

Teve tao boa
o

Sr,

, expressando a opinião de todos os delegados, pediu a

A.
pala

vra para dizer que só isso justificaria a realização da C.I,C.

Agrado geral foi também obtido com a aceitação, por

parte

da delegação de Portxigal, do documento no qual os delegados do

Brasil

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lí

�apresentaram as regras de entradas para autores brasileiros e portuguê
ses.

Un dos'delegados,

citando esse exemplo, :

formulou votos

de

que, em futuro não distante, se alcançasse o mesmo nos países onde

há

similaridade de línguas.

5. Modificações mais importantes sob o aspecto da técnica catalografica
até agora em vigor

•

Entre os Princípios adotados pela C.I.C. merecem

especial

atenção os relativos a autores individuais, entidades coletivas, obras
escritas em colaboração e publicações periódicas.

5.1.

Sociedades e Instituições
• *

»
Cumpre ressaltar que entre as grandes modificações na tecn^

ca catalografica decorrente da C.I.C., têm relevo as referentes às

en

tradas de entidades coletivas, uma vez que agora se enquadram total

e

logicamente nos princípios que regem as entradas de autor em geral, i.
e., a entrada se apoia num único elemento; o nome.

Voltamos ao*passado, relembando Cutter

que defendia

ês

te mesmo princípio, embora rejeitando entrada direta para entidades co
letivas, quo não tinham nomes característicos (4a. edição,' p.47)
Fino

, outro grande precursor neste campo.

e

Os participantes da C.I.

C. reconheceram, unanimemente, que o tratamento idêntico para as socie
dades e instituições redunda em maior acessibilidade e torna as regras
mais facilmente aplicaveis.

5.2.

Autores múltiplos

Ponto que suscitou discordância de opiniões (Cf. Princípios
da C.I.C. Votos. p.15) foi o que diz respeito aos autores múltiplos
quando se trata de obras com mais de três autores e não há nenhum
possa ser indicado como o principal.

,
que

Neste caso, de acordo com o prin

cípio aprovado, a entrada principal é pelo título, com secundária pelo
nome do autor citado em primeiro lugar na página de rosto, bem como pe
los outros autores desde que se julgue necessáiíio.

Pessoalmente,

pre

feriríamos que se mantivesse o critério estabelecido no código da A.L.
A. neste setor.

Aliás, na Reunião de Londres

em 1959, já havíamos

exposto êste ponto de vista.

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lí

�5.3.

Coletâneas

Grande polêmica decorreu da discussão da entrada de coleta neas com título coletivo, para as quais os Princípios da C.I.C, determi
nam a entrada pelo título, com secundária para o compilador, desde
este seja conhecido.

que

Embora expressiva, a minoria que defendia a entra

da pelo nome do compilador ou editor nao conseguiu ver aprovada a

sua

proposta.

5.4.

Publicações periódicas

Mereceu aprovação, não só na C.I.C. como também no meio

bi

bliotecário brasileiro, a entrada das publicações periódicas pelo títu
Io corrente.

Esta prática, que também difere da até agora adotada

Io código da A.L.A.

e da VAT

pe

, facilitará sobremaneira o trabalho

dos compiladores e editores de Catálogos Coletivos de Periódicos. Além
disso, a sugestão de que sa "se julgar desejável, a fim de reunir nran só
lugar do catálogo todas as informações relativas a publicação inteira ,
poderá ser feita uma entrada secundária sob um só titulo preferencial"
amenizará a susceptibilidade dos que relutam em abandonar práticas tra
dicionais.

5.5.

Exemplificacão dos Princípios

A UNESCO está interessada em publicar, mediante contrato

,

ma edição dos "Princípios" da C.I.C. acompanhada de exemplos, como foi
sugerido pela Comissão Organizadora na sua reunião em Berna, em
de 1962.

Desse modo, os "Princípios" poderão ser melhor

agosto

assimilados

nos países cujo desenvolvimento catalográfico ainda não alcançou o

pa

drao dos que estão na liderança no concernente a técnica da Catalogação.
A indicação de um editor para essa edição será objeto de estudo durante
a reunião do Conselho da IFLA, em Sofia, em setembro de 1963.

5.6.

Nomes brasileiros e portugueses

Embora expressando a opinião da maioria dos bibliotecários
brasileiros e de constituir belo exemplo de cooperação profissional, eis
que grande número de bibliotecários abriu mão de práticas já consagradas

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lí

�«V
fS*
/
em seu meio para nao prejudicar a possibilidade de uma uniformização ha
anos sonhada, as Regras para entradas de autores brasileiros e portuguê
ses apresentadas e aceitas na C.I.C. ainda não foram adotadas em
os estados do Brasil.

Dai termos öömparecido

todos

à reunião da Comissão Ca

rioca de Catalogação realizada no Rio de Janeiro a 9 de maio de 1963

,

com o proposito de dar resposta verbal a perguntas feitas pela referida
Comissão, ficando, então, estabelecido, que urge incentivar a aplicação,
não so das regras em apreço, como também dos "Princípios" em geral, em
A
^
todas as bibliotecas, escolas de biblioteconomia e centros bibliográficos e de documentação do Brasil.

5.7,

Listas especiais mediante contratos com a ütESCO

Tendo examinado os projetos apresentados pela Sra.

Siizanne

Honore e pelo Sr. Roger Pierrot, e em cumprimento à Resolução IV-A

2

(a, b) da C.I.C., a Comissão Organizadora, reunida em Berna em agosto
de 1962, decidiu solicitar ao Conselho da IFLA que estabelesse contra tos com a UNESCO para a compilação das seguintes listass

5.7.1.

Nomes de estados e outras autoridades territoriais

A Sra. Suzanne Honoré, da Biblioteca Nacional de Paris e

au

tora do documento de base Nß 6 apresentado à C.I.C., foi designada para
a compilação de uma lista padronizada de nomes de estados e outras auto
ridades territoriais.

O contrato, para esse fim, já foi firmado com

a

UNESCO.

5.7.2.

Clássicos anônimos

Caberá ao Sr. Roger Pierrot, diretor do departamento de

im

pressos da Biblioteca Nacional de Paris e autor do documento do base Nö
7 da C.I.C., a edição de lista de títulos uniformes para os
clássicos
A
/
^
anonimos de cada pais, assim como o preparo de uma relação das
obras
que se enquadram nas entradas de forma.

O contrato'com a UNESCO também

já foi estabelecido.

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^ ... ur...».,.,.

14

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1^

�10.
5.7.3.

Uso nacional para a entrada de nomes de pessoas

O primeiro contrato com a UNESCO, logo após a C.I.C., foi

o

do Sr, A.H. Chaplin, secretário executivo da Comissão Organizadora

d^

quele certame, a quem cabera a tarefa da compilação de uma sumula

da

prática adotada em cada país para as entradas relativas aos nomes

de

pessoas dele procedentes.

Para a execução do seu trabalho o Sr.Chaplin

já elaborou um questionário que foi amplamente distribuído,
entre os membros da Comissão Brasileira de Catalogação.

inolUBive

Na Argentina ,

a S.nha Emma Linares prestara colaboraçao ao projeto, incumbindo-se

do

levantamento de informações relativas aos nomes de autores latino-amer_i
canos e espanhóis.

5.7.4.

Quanto as outras listas mencionadas na Resolução IV (b) da C*

I»C., a Comissão Organizadora decidiu o seguinte; (a) que o preparo de
liâtas das principais entidades coletivas de cada país caberia mais ao
/
9
/
proprio pais do que a um único compilador; seria solicitada a colaborj
gao das bibliotecas da ONU e da UNESCO no que respeita às listas de en
tidades internacionais; (b) que a compilação de listas de autores dás
sicos gregos e latinos não e urgente, podendo ser objeto de consideraçao posterior ao preparo das listas acima referidas.

6»

Outras decisões da C. 0. na reunião de Berna (25/27.VIII.1962)

k Comissão Organizadora da C.I.C. reuniu-se na Biblioteca Na
cional da Suiça no dia 25 de agosto de 1962, a fim de examinar o Relat^
rio elaborado pelo Sr. Secretario Executivo e que seria submetido

à

apreciaçao do Conselho da IFLA durante a reunião que se iniciaria

em

Berna logo a seguir. Ficou estabelecido:

6.1.

que o Relatorio, depois de revisto e atualizado, seria distribuído a todos os participantes da reunião de Berna;

6.2.

que o documento em apreço seria apresentado pelo Sr.

Seorétário

Executivo durante a reunião da Comissão de Regras de

Catalogação

da IFLA no dia 27 de agosto dé 1962.

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�11.
6.3.

Atividades dos Grupos Especiais constituídos durante a C.I.C.

Tendo alguns membros dos grupos especiais constituídos duran
te a C.I.C, sugerido ao Sr. Secretário Executivo que seria útil a conti
A#
^
^
/
nuaçao de suas respectivas tarefas, a Comissão Organizadora nao so aprg
vou estas sugestões, cotno achou que deveriam ser estimuladas as atlvlda
des nestes setores.

Os relatórios desses Grupos especiais, Incumbidos

de estudar, respectivamente; entradas de nomes arabes, de nomes hebreus,
de nomes indianos, de nomes iranianos, bilingüismo, liturgia e
textos religiosos, transliteraçao, ja

começam a circular.

desses documentos poderia constituir atividade da Comissão

A

outros
traduçao

Braailalra

de Catalogação para uso das escolas de biblioteconomia e das bibliotecas
em geral.

6.4.

Traducões do Relatório Oficial Preliminar

O Relatório Oficial Preliminar da C.I.C,, assim como os

Prin

cíplos adotados, já foram divulgados ou traduzidos em publicações periódicas de vários países, como demonstram os dados que se seguem:
Alemão, 2} Croata, 1; Espanhol, 2; Flamengo, 1; Francês, 4; Húngaro, 1}
Inglês, 9; Italiano, 1; Polonês, 1; Português, 2 (l em tradução mimeo grafada e 1 no Boletim Informativo da FEBAB); Russo, 2} Sueco, 1.

7.

Ação futura da IFLA no campo da Catalogação

A Comissão Organizadora aprovou, por unanimidade, que

fosse

solicitado ao Conselho da IFLA:
7.1.

cm

1

A prorrogação da ação da Comissão Organizadora até serem cum
pridas todas as Resoluções da C.I.C.

7.2.

^ que a IFLA edite todos os relatórios e listas decorrentes das
Resoluçoes da C.I.C. como publicações que seriam vendidas ,
aplicando-se as respectivas somas para financiamento de trabalhos posteriores acerca de problemas de Catalogação;

7.3.

que se iniciassem entendimentos entre a IFLA, a FID, a ISO e
a UNESCO para aplicação dos Princípios da C.I.C. nas bibliografias nacionais e internacionais;

7.4.

que se considerasse a possibilidade de futuros contratos com
a UNESCO para estudos relativos a: (a) dados bibliográficos
descritivos essenciais a serem incluídos nas entradas catalg
graficas; (bj princípios para a organização do material cor
respondente as entradas de autores de grande produção e
ou

Digitalizado
-gentilmente por:

�tras que, igualmente volumosas, dificultam o manuseio dos ca
talogos;
7.5.

que as organizações nacionais^^mais 'indicadas estudassem
as
. possibilidades da "catalogação na fonte" era seus respecti vos paises.
Informou o Sr. Secretário Executivo já estar em

elaboração

o Relatorio Geral da C.I.C. que incluirá, além dos "Princípios", os

do

aumentos de base e todas as atividades e trabalhos da Conferência.

8.

Passado vs. Presente

A Conferência Internacional de Catalogação, o maior certame,
no gênero, até hoje realizado, evidenciou que as atividades atuais

vi

sando à normalização dos trabalhos de Catalogação, podem ser consideradas consequencia natural da obra pioneira de Jewett, na América, e
Outlet e La Fontaine na Europa.

Nao estão os bibliotecários do

de

século

20 em atalhos que os colocam em posições antagônicas a esses predecesso
res e sim em etapas mais avançadas da rota iniciais a trilha cuja
9
A
e o progresso da ciência em todos os aspectos.

9.

meta

Recomendações;

Considerando que e ordem de comando no campo da Biblioteconp
mia a uniformização de técnicas, tanto no âmbito nacional como no inter
nacional}
Considerando que o almejado código luso-brasileiro de catalo
gação deverá nortear-se pelos Princípios adotados na C.I.C.

RECOMENDAMOS;
1.

Sejam as Regras para entradas de nomes brasileiros
e
portuguêses apresentadas no documento N2 13 da C.I.C. 20
postas em pratica em todas as escolas de biblioteconomia
bibliotecas, serviços de documentação, bibliografias ge
rais ou especializadas, catalogos etc. do Brasil}

2.

Que os Princípios da C.I.C. tenham a mais ampla divulga
ção no Brasil e sejam aplicados não sg nas bibliotecas
e serviços de documentação, como também no preparo
de
bibliografias.

Digitalizado
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^Scan

�3.

Que a Comissão Brasileira de Catalogação estabeleça en
tendmentos com as instituições de Portugal para
que
também naquele pais sejam postas em pratica as Reccmen
dações N.s 1 e 2 acima;

4.

Que as secções estaduais da Comissão Brasileira'de »Cata
logação desenvolvam o melhor de seus esforços no senti
do de que as Recomendações N.s 1 e 2 ora apresentadas
tenham rápido cumprimento.

5.

Que se instalem Comissões estaduais da Comissão Brasi
leira de Catalogação nos estados onde ainda não existem.

O o o o o o o o
BIBLIOGRAFIA
1,

JEWETT, C.C. — A plan for stereotyping catalogues by separate
titles.
I Washington, 1851]
p.3

2,

p,g

3«

p, 3

4.

p. 12-14

5.

UJBETZKY, SEYMOUR
Catalogine rules and principies: a critique
of the A.L.A. rules for entry and a proposal design for their
revision»..
Washington, Library of Congress. Processing
Department, 1953.

6.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SÔBRE PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961 -— Exposição dos Princípios adotados pela Confe
rencia... In; Relatorio oficial preliminar, p.2-10.
Sao Paulo. Universidade, 1962]
Mimeogr.

7.

8.
9.

Relatorio oficial preliminar; trad. de M.L.M. da Cunha.
são Paulo. Universidade, 1962.
17fl.
Mimeogr.
Op. cit.

^

DRAFT STATEMENT OF PRINCIPLES; documento no qual o Sr. A.H. Chaplin,
secretario^executivo da C.I.C.,apresentou um esboço dos ^inci
pios extraidos dos 17 trabalhos de base elaborados para o certame.»

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st em
14

15

16

17

1^

�14.

10.
11.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE FRINCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO
p.l4

12.

THE PRUSSIAN INSTRUCTIONS; rules for the alphabetical catalogs of
the Prussian libraries; translated from the second ed.... with
an introduction and notes by Andrew D. Osborn.
Ann Arbor,
The University of Michigan press, 1938.

13.

ANDREW D. OSBORN, bibliotecário da Universidade de Sydney, Austrália.
Autor do documento de trabalho n^ 1 da C.I.C. Membro da Comissão
Organizadora. Eminente bibliotecário, com larga e substanciosa
produção bibliográfica no campo da Biblioteconomia e da Documentação.

14.

CUTTER, C.A.
Rules for a dictionary catalog.
Washington, Govt. Print. Office, 1934.

15;

FINÓ, iT. pílÉDâllC
Enc^ezamientos de entes colectivos.
Buenos Aires, Coni, 1948.

16.

IFLA. WORKING GROUP ON COORDINATION OF CATALOGUING PRINGIPLES.
Londres, 1959.

4th ed.

Grupo integrado por 20 bibliotecários convidados pela IFLA para
a Reunião preliminar da C.I.C. realizada em Londres em julho
de 1959.
17.

AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION
Cataloging rules for author and
title entries.
Chicago, 1949"
~

18.

BIBLIOTECA APOSTOLICA VATICANA
Norme Txsr il catalogo degli
stampati.
Terza ed.
Roma, 1949.

19.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PRUíCÍPIOS DE CATALOGAÇÃO. Ia.,
Paris, 1961.
Exçosição dos Princípios adotados pela Confe
rencia...
Relatorio oficial preliminar, 11.5, p.lO,
I são Paulo, Universidade, 1962j Mimeogr.

20.

CUNHA, M.L.M. da
IParis, 196l|

Treatment of Brazilian and Portuguese names.
19, 2fl.
Mimeogr,

"Working paper'^ n^ 13, apresentado a Conferência Internacional
sobre Princípios de Catalogação realizada em Paris sob os
auspícios da IFLA em outubro de 1961.
Distribuído também
em francês.
Divulgado no Brasil em português.

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17

lí

�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
UNIVERSIDADE DO CEARÁ
7 a lit de julho de I96J

TEMA X

-

PROCESSOS TÉCNICOS E INTERCÍMBIO
/
o D ü

*

025,5 I 061,3 (100)

RElAjtfRIO OFICIM, PRSUMINAH
da
TCI^_ INTERNACIONAL DE CATALO(

tradnzido

p-or

MARIA lüISA MONTEIRO DA CUNHA. ♦

«• ANEXO AD TRABALHO!

"NOVAS TENDÊNCIAS DE NORMALIZAÇÃO

DOS TRABALHOS DE CATALOGAÇÃO, da AUTORA.

♦

Delegada Btrasllelra a Conferencia Internacional Sobre
Pi^ncípios de Catalogação
Dltetora da Biblioteca Central da. Universidade de São
Patilo
Pcofessora de Catalogação da Escola de Bibliotecono •»
nda de São Paulo
Pjfostdehtc da Comissão Brasileira de Catalogação

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�IV

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
universidade do ceara'

D0CUMENTAgS!0

7 a 14 de julho
1965
coneerencia internacional de CATALOGAÇÂ'0
CDU 025.3:061.3élOO)
Introdução

,

.

,

&gt;

A Conferencia Internacional de Catalogaçao patrocinada pela F,I,A,B,
Federaçao Internacional de ÊBsacinÇDçãvde Bibliotecários - I.F.L.A.) e con o
auxílio de subvenção do American Council o« Library Resources, de Washington,
realizou-se'na UIíESCO (edifício das conferências), en Paris, de 9 18 de outubro de 1961,
A
O bjetivo da Conferencia, expresso na Beunião Preliminar levada a
efeito en Londres em julho de~ 1959, foi "Alcançar acordo nos princípios básicos que govornq.a' a escolha e forna de^'entrada no catalogo alfabético de
autores e títulos
Con esta finalidade en vista, foi solicitado as associações de bibliotecários e outras associações do
interessadas 'en todos
en todos os paizes con os quais . poderia ser etsbalecido contacto,que instituísse conissões nacionais a fin de ques respectivos delegados fosson designados o Snstruidos quanto aos objotovos do certame. Varias organizações innaciohais foran tanben convidadas a p participar- da Conferencia, Documentes
de trabalho sobre assuntos
sugeridos na Reunião Prolininar*- foran elabgrados
e distribuidos anplanento para estuíJos e conentarios. Baseando-se nesses
trabalhos e conentarios recebidos^ o Sr, Secretário í-xecutivo preparou' un
projeto do^ do Exposiçãè dos princípios que foi distrifeuidos aos participantes e as suas organizações antes do início da Conferencia,
A
M
%
As sessões da Conferencia
foran »priuá!±í)aint&gt;nte dedicadas a discussão geral sobre cada sccção do Projeto de Exposição
dos princi-pios
o respectivas enndas, ^epois dc discussão geral sobre cada se.cção do
projeto, durante a qual as delegações apresentavan cnendas,era constituido un grupo do trabalho que juntanontc
con nenbros da Conissão Organizadora anpliada, considerava as enendas o oa problenas ressaltados durante a discussão geral preparando, então, un texto revisto da sessão qtio
era subnetido a votação no decorrer desuna sessão ulterior da Conferencia.
O texto da exposição final decorrente desse procedincnto rccebor aprovação
dc grande naioria dos participantes, Aicn" das sessões gerias
concernentes a
Exposição dos princípios q ^^esoluçõcs gorais, alguns grupos especiais se
reuniran durante a Conferencia elaborando rolatorios quc serão publicados
nais tardo juntanonto
con~ o relatrio conpleto do Certame,
O te;{to da ^xposição de princípios o outras I^esoluçocs aprovadas
pela Confcrcncia, as listas dos delegados e dos grpo's especiais,bcn cone
un resuno dft cotação figuran a' seguir,
RESOLUÇÕES
Resolução I
sição
'
naisi
( 1 )

cm

1

A
^
T
Do acordo con os votos registrados, a Conferencia aprova a Expode ptlaoípios abaixo transcritos,
Solicita aos delegados nacionais oficiais o as Conissões nacio^
que den a nais anpla publicidad ao texto da Exposição de
pios Òntre bibliotecários, editorcsj livfeíros è inutôíidades íèê»
^ôhsavois nos sclis respectivos países';

I Digitalizado
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�-2(2) quo tonen as ncccssarias nodidas no sentido do (a) seren as regras
do catalogação cn seus países estabelecidas ou revistas e postas en prá
tica tão logo quanto possível c do confornidade c'on os princípios adot^
dos pela Conferência; (b) que esses nesnos princípios sejan tonados en
consideração na-conpilação das-bibliografias nacionais.
Pode, ainda, ams delegados oficiais do organizações internacionais^'
que tornen o texto da Exposição do princípios conhecido dos nonböos nacionais de suas organizações.
Solicitada a Secretaria que divulgue o texto da Exposição de principies en todos as países e organizações internacionais não representai
dos na Conferência, nas que se presune interesse na Catalogação,

EXPOSIÇÃO DOS,princípios
adotados pela Conferencia Internacional
sobre princípios de Catalogâção
Paris, outubro de 1961.
1 • Alcance dos principios.
Os principios aqux fornulados se aplica'unicanente a escolha e forna de cabeçalhos e palavras de entrada - i.e.,- aos princi^jais elenentos
que deteminan a orden das entradas nos catálogos de livros inpressoa /
nos quais são conbinados nuna so orden alfabética as entradas pólos
nes de autores c,'quando estas são insuficientes ou inadequadas,
pelos
títulos das obras. No estabolecinento desses principies foran partioalarnente consideradas as grandes bibliotecas gerais, nas sua aplicação
aos catalõgos de outras bibliotecas e listas alfabéticas do livros tanben se redonenda con as nodificaçoes pelas finalidades desses catálogos
01^1 listas,
2» Funções do Catálogo.
,0_catálogo deve ser uu instrunento eficiente para deterninar:
2.1. se a biblioteca contón "deterninado livro caracterizado
(a) pí^lo sou autor e pelo título, _ou
(b) pelo título apenas, se o autor não figura no livro, ^
(o) por un substituto apropiado quando tanto o autor cone o tí, ,
tulo são inadequados ou insuficientes;
2.2. (a) quais as obras de deterninado autor
~
j deterninada
j 1.
j
■, obra
1.^
vbO quais as edições
de

^
existen na biblioteca.

5. Estrutura do Catálogo.
, Para cuaprir essas funções o catálogo deve conter:
3.1. no nínino una entrada para cada livro catalogado o
3.2. nais de unã entrada para cada livro, senpre que o interesse dos •
loitçres ou as -caracteristicas do livro e exijan,cono por exenploi

%

3.21.
'
3.22.
'
'
3.23.
'
3«24»
3.25.

quando o autor e conhecido sob nais do un none ou forna de
none, ^
quando o none do autor foi identificado nas não figura na
pagina de rosto do livro, ou
quando vários autores ou colaboradores contribuíran para
a produção do livro, _ojj
quando o livro e atribuido a diversos autores, ou
quando o livro contcn una obra conhecida sob varies títulos.
é

4* Tipos de entradas.
As entradas poden ser: principais, sodundárias e_ ronissiyas.
1«Nesta exposição de principies a palavra "livro" abrange não 30■ o livro prí
prianonto --''.ito cono tanben outros í^.ocunentos da nesna nnturezQ,
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�■ '
-34»1. Cada livro dovo ser objeto de una entrada conplota . a entrada
•principal - dando todos os pornonoros necessários a identifica,
ção da obra. Outras entradas poden ser feitas quer sob a forna do entradas secundárias (i.e. entradas adicionais baseadas'
na principal o produzindo total ou parcialmente sob outros oa^
beçalhos a infornaçSo contida nesta últina ()., quer cono renis
sivas (que oriontan o leitor levando-o a outros lugares no catalogo . O»
5« Uso de entrada DUltiplas.

*

é

4

t

As duas funções do catálogo (vido 2.1. e 2.2.) são nais efioicntenente executadas por neio de
5.1. una entrada para cada livro sob un cabeçalho derivado do nona
' ' do autor ou do título tal cono inpresso livro ^
5.2. quando ocorren várias fornas do none do autor ou do titulo,por
una entrada para cada livro sob un cabeçalho uniforne constituídò por deterninada forna do none do autor ou determinado tí
tuloj ou, no caso de litros não identificados pelo autor ou p£,
Io título, um cabeçalho uniforne constituido por un substituto
' ' adequado do título ^
5.3. entradas secundárias o/ ou renissivas adequadas.
6. Função dos diferentes tipos de entradas.
6.1. A entrada principal para obras catalogadas pelos nones de autü
res deve ser un cabecaJ^ho uniforne. A entrada principal das
bras catalogadas polo titulo podo ser o título tal cono inproso no livro com entrada secundária sob
titulo uniforne
^
un título unifornó con entradas secundárias ou renissivas para
os outros títulos. Esta últina prática e a reconendada para a
catalogação de obras nuito conhecidas, especialnente'as que se
identificam por un título de uso corrente (vide 11.3«)5
6.2. Entradas sob outros nonos ou fornas de none para un nesno au-~
ter devem, en geral, ter a forna de renissivas; todavia, en traídas secundárias poden ser adotadas en casos especiais«^
6.3. Entradas sob outros títulos para a nesna obra deven en geral ^
ser entradas secundarAas;^entretanto, renissivas poden ser enprogadas quando uma roferencia pode substituir un numero de en
' ' tradas secundárias sob un~so cabeçalho,5
6.4. Entradas secundárias (ou, segundo o caso, renissivas)'deveriam
ser feitas sob nomes de co-autores, colaboradores etc. e sob /
títulos de obras cuja entrada principal e o none do autor sempre que o título constitui alternativa importante para identifi
,
cação.
2» O terno "cabeçalho uniforme" foi adotajjo en substituição ao tôrno
"cabeçalho padronizado" cnprcgado no texto submetido a Confergncia
tendo em vista a objeção que se segue :"'cabeçaH^o padroTiizado"poderia
fazer crer tratar-se de cabeçalho aprovado por um organismo de noraa
' lização.
3« Os principios ..estabelecidos para a catalogação de obras entradas pelo título podem também ser seguidos para o arranjo de entradas sob um
oabeçalho de determinado autor.
4« Por exemplo,qdo, determinado grupo de obras está associado a detern^
' nado none. '
5. Por exünplo, Guan:lo detcrrdnr/ia variante do título foi usada en oer—
toe ■ ' ■ ■
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\Scan
]_'4

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l'í

�7 • Escolha do cnbeQalho Unlforne.«
O cabooalho uniforpe deve en geral sor o nou© (ou a forna do
none) ou o titulo que nais frequontenente figura en edições das obras"
oatalogadàs ou en reforencias a seu respeito encontradas on fontes autorizadas.
9 «

4

7.1» Quando ha edições en vtirias línguas deve ser proferido un oabje
çalho na lingua original; entretanto, se ossa lingua não for
usyalnente enpregada no catalogo, o cabeçalho poderá ser de
aooÄdo con edições o referencias en una das linguas utilizadas
no"catalogo,
*

8. Atttor individual»
8.1. A entrada principal de cada edição de una
no sendo dô autoria de una so pessoa deve
individual, Paz-se una entrada secundária
o título de cada edição na qual o none do
, ^ pagina do rosto.

obra identificada eo»
ser o none do autor
ou una renissiva sob
autor não figura na

8.2. O cabeçalho uniforne deve ser o none pelo qual o autor e
fr^
quontenente identificado nas edições de suas obras,^ na forçia
corrente e nais conjileta sob a qual conunonto apareça, salvo
nos casos seguintes:
8.21. un oujjto nono ou forna de none poderá ser usado cono est
beçalho uniforne desde que se tenha consagrado polo uaõ
geral quer en referencias feitas ao autor en obras biográficas, históricas ou literárias, quer en relação con
suas atividades publicas distintas das que ten cono au'
'
tor;
8,22. una característica para identificação suplenentar deverá
sor acrescentada, caso necessário, paia distinguir o aja
tor do outros que tenhan o nosno none.
4
9« BHtrada de Entidades Coletivas
i I
9.1» A entrada*principal de una obra deve ser o none da entidade~c^
letiva (i.e. una instituição, entidade constituída ou assenbleia de pessoas conhecida por un none corporativo ou colotivõ)
9.11» quando, por sua natureza, a obra e necessarianonte a expressão do pensanento ou atividade coletiva da entidade?#
ainda que assinada por una pessoa na capacidade de funci^
,
nario ou servidor do orgão en questão, ^
9.12,

6;
7.
*
8.

quando os dizeres do título ou da página de rosto conside
rados en relação con a natureza da obra indican de nodo 7"
claro que a entidade e coletivanente responsável pelo conteuc'.o da^obra^
11.^ I II !■ IjlJ—
Sujeito a Socçao 7.1.
Por exenplo, rèlatórios oficiais, regras e regu^açontos, nanifestoa,
progranaa e registros do resultado de obras coletivas.
(xtâa Por exenplo, publicações seriadas cujos títulos oonsisten nun
temo genérico (Bolotin, Transactions, toe.) precedido ou seguido do
none de una entidade coleti-Ç-a e que incluon algun relato ou descrição das atividades do or^ão.

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�9.2» En outros cagos, quanuo una entidado coletiva oxercGU função x
subsidiaria a do autor (tal cono a de editor intelectual) ona
entrada secundaria devera ser feita sob o nona da entidade.
9»5» En casos passiveis de duvida a'entrada principal podo ser quer
pelo none da entidade coletiva, quer pelo título ou o none do
autor individual, con entrada seJunJ.ária en cada'caso sob a aj^
, ternativa não escolhAda para a entrada principal«
9,4« O oabeoalho uniforno para as obras que ton entrada pelo none do
una entidade coletiva, deve ser o none sob o qüal a entidade ©
frequentenentô identificada en suas publicações, exceto nos oa3ÕS seguintes:
9.41« quando en suas publicações ocorren frequentenente variações da forna do none, o oabeçalho uniforno deve ser a f^r
'
'na oficial do none}
9«42« quando a entidade coletiva ten nones oficiais en varias"/
linguas, o cabcçalho deve ser na lingua que nelhor se a4
' dapte aos interesses dos utilizadores do catálogo»
9«43» quando a entidade coletiva e geralnente conhecida por un
nono corrente, esto none (nuna das linguas usualnente e^
'
' pregadas no catalogo) deve ser o cabeçalho unifornej
9»44« para as publicações dos ^stados e outras autoridades tej»
ritoriais, o cabeçalho uniforno deve ser a foma sob a
qual o territorio en questão o conunente designado na liij
gua que nelhor se adapte aos insteresses dos utilizadorea
' do catalogo;
9«45» se a entidade coldJiva usou sucessivanente nones diversos
que não poden ser considerados pequenas variações do no^
no none, o oabeçalho para cada obra deve ser o none"adotado pela entidade no nonento da publicação da obra, re' lacionando-se os diferentes nones por neio de renissivas^i
9.46, acrescenta-se una caracteristica suplonontar de identificação, quando há necessidade de distinguir a entidade
' •
letiva de outras con o nesno nòne.
9»5« As constituições, as leis e os tratados, e outras obras da nesna
natureza, deven ter entrada pelo none do Estado ou da pelo none do
Estado ou da autoridade territorial apropiada con títulos fornais
ou convencionais que indiquen a espécie do docunento. Entradas se
cundárias pelo titulo'verdadeiro deven ser estabelecidas secpre /
' ' que sejan necessárias.
9,6« Una obra de órgão subordinado a entidade superior tera entrada peIç orgão subordi^T^-^r» saTyo nos casos seguijrbes.

^

9.61. se o proprio none inplica subordinação ou função subordinada
ou e insuficiente para identificar o orgão subordinado^ a en
trada principal se faz pela entidade superior, seguida da /
subordinada cono sub-oabeçalho;

9«Desdo que se estabeleça con certeza que os nones sucessivos se aplioãn
ao nesno organisno, todas as entradas po'en ser reagrupadas sob o nono nais recentô, con feniasivas dos denàls.
10« Nesta secção, a palavra autor o enpregado de nodo a se aplicar iguâ^
nente a tina entidade coletiva sob o none da qual se fazen entradas»
(Vide 9),

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lí

�10,5 Coletâneas
A entrada principal para ma coletânea enfeixando obras
independentes ou partes de obras de diversos autores

deve

srer feita
10.31» pelo título da coletânea^
.

se se tratar de um título gg

ralj

10*pelo ipme do autor ou pelo título da primeira obra,câ
,

so não haja título geral;

10,33« Nestes dois casos, deve ser feita entrada

secundaria

p^o nome do compilador (isto e, a pessoa que assumiu
a responsabilidade de reunir os textos da coletânea
.

recorrendo a fontes variadas),

10«Exceção:

Se o nome do compilador aparece em evidência

na página de rosto,
.

-

10,1;,

se este for conhecido;

compilador,

a entrada principal pode ser pelo

com entrada secundária pelo título.

Quando partes sucessivas de uma obra são atribuídas a
diferentes autores, a entrada principal deve ser feita pelo autor da primeira parte.

Obras catalogadas pelo título
11»1

Tem entrada principal pelo título:
11,11 obras cujos autores não foram identificados;
11,1Z obras do mais de três crutores não sendo

ne-*

nhum o autor principal (vide 10,22.)
11,13 coletâneas de obras independentes ou de paj;
tes de obras de diversos autores publicadas
sob um título gorai;
llffl/; obras (inclusive as publicações periódicas
e as obras pertencentes a uma série)

conhe-

cidas principalmente, mais pelo título do que
por um noine de autor,

11, Houve minoria importante dr. Conferência que não
o texto que figura ^b (10,3)

aceitou,

c se pronunciou a favor dlo

seguinte»
10,3 ^ entrada principal de uma coletânea enfeixando

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o*-

�- 7 ■feras independentes ou partes de obras de autores diversos deve ser feita
quando a coletânea tem -um título geral t
10,311 pelo nome do compilador (isto éj a pessoa que
assumiu a responsabilidade de reunir os tex tos da coletânea recorrendo a fontes varia
das)}

«-

se o seu nome figurar na página d© ros-

to}
10^312 pelo título da coletânea se o nome do compila
dor não figurar na página de rostoj
quando a coletânea não tem título geraijpelo nome ^
autor ou pelo título da -primeira obra da coletânea •
■Uma entrada secundária deve ser sempre feita pelo no&gt;
ma do compilador (se for conhecido),

caso ele não

Ja escolhido como entrada principal;

e pelo

ti" tulo.

quando a entrada principal é pelo nome do compilador.
Uina entrada secundária ou uma remissiva deve ser fe^L'
ta.pelo título para:
11.21

edições anônimas de obras cujos autores foram
identificados;

11.22

obras cuja entrada principal e pelo nme do ajj
tor, quando o título e outro elemento impor .

tante de Identificação;

11,23# obras cuja entrada principal e pelo nome

d e

■uma entidade coletiva, mas que têm títulos Câ
racterísticos que não incluon o nome da entlll»2ii.,

dade;
coletâneas cuja entrada principal é feita ex-cepcionalmente pelo nome do compilador,

O cabeçalho uniforme (no concernente às entradas prlß
dpais ou às secundárias, vide 6,1,) paras as

obras

cuja entrada e pelo título deve ser o título origi nal ou o mais freqüentemente usado nas edições da o12
bra
, exceto no caso seguinte:
11,31«

se a obra for geralmente conhecida sob um título de uso corrente,

este deve ser escolhidlo

como; cabeçalho uniforme.

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�U.ij.,

o cabeçalho tmiforme para obras ctijas partes suoessl VSLS Ott os volumes têm títulos diferentes deve ser o ti
tolo da primeira parte, a não ser que a maioria das pag;

.

.

11«5«

te» ou volumes tenha um outro título.
Quando uma publicação em série e publicada sucessiva «
mente sob diferentes títulos, uma entrada principal dfi
ire ser feita para cada título abrangendo a serie de faß
oíctúLos que tem esse título, mencionando-.se pelo möms
o imediatamente anterior e imediatamente posterior,T3ma
entrada secundária pode ser feita para as slries em.
preço sob um só título preferencial^^.
Se, entretanto, as variações do título são mínimas,

a

forma empregada mais freqüentemente pode ser usada eo.

.

11«6,

mo cabeçalho uniforme para todos os fascículos'.
Os tratados e as convenções internacionais multilaterâ
ia, e certas categorias de publicações que não tOT título característico, podem ter entrada^ sob um cabeça
lho uniforme,

convencional, escolhido com.o objetivo

de tornar conhecida a forma da publicação#
«
12.

PALAVRA DE ENTRADA PARA OS NOMES DE AUTORES INDIVIDUA/.
IS
Quando o nome de um autor individual inclui várias pa-

lavras,

a escolha da palavra de entrada I determinada, tanto

quanto possível, pelo uso consagrado no país do qual o portador do nome e cidadão, ou,

se isso não puder ser feito,

pelo

ttso admitido na língua que ele em geral emprega.

12

Sujeito à Secção 7»1«

13

se se j'ulgar desejável, a fim de reunir mm só

lugar

do catálogo, todas as informações relativas à pxiblica •
ção inteira.
1/;

se se julgar desejável, a fim de reunir num só

lugar

do catálogo todas estas publicações.

Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

1^

�mm ^ mê
RESOLUÇÃO

II

A Conferência decide:
1,

que a Comissão organizadora, tal como foi ampliada, permâ.
neça, em funação ate à próxima reunião anual do
da F,I,A,B,,
a)

Conselho

a fira de:

assegurar aos textos adotados pela Conferência as oog
reçoes redacionais que se fizeram necessárias;

b)

incumbir-se da difusão destes textos a todos os delegados e observadores, a todas as comissões

nacionais

e outras organizações participantes, bem como aos periódicos profissionais;
a)

editar e publicar o relatório da Conferência;

d)

garantir a execução de todas as resoluções da Confe rência;

e)

assegurar o prosseguimento^ dos trabalhos iniciados no
decorrer da Conferência, pelos grupos especializados ;

t)

conservar e aproveitar o material documentário reunido no decorrer da preparação da Conferência e durante
a própria ôonferência;

g)

submeter à secretaria da F,I.A.B, uma lista dos asstiß
tos que poderiam ser objeto de estudos ulteriores

no

domínio da catalogação;
2*

que se encarregue a secretaria da F,I.A.B, de estudar os
meios que permitam continuar o trabalho encetado pelaCoji
ferência-e os assuntos de estudo ulterior no domínio
catailogação,

e de esforçar-se por-encontrar os

da

recursos

financeiros que assegurem a execução dos projetos aprov^
dos pela Conferência e dos projetos Justificados por todo programa faturo,

RESOLUÇÃO

III

A Conferência julga necessário que, no interesse do trabalho internacional futuro,

as comissões nacionais criadas era

fimção' da Conferencia sejam.mantidas e continuem a cooperar
can a Comissão organizadora.

I Digitalizado
-gentilmente por:

]_'4

15

16

11

l'í

�- 10 RSSOLUÇiO

IV

Pro.letos a empreender.
A.)

A Conferência propõe que os seguintes projetos sejam

e^reendidos sob a direção da Comissão organizadora»
1»

a publicação, dentro de um prazo mínimo, de uma

sumula

da prática adotada em cada país, para as entradas relat^.
vas aos nomes de pessoas dele procedentes;
2«

a preparação e publicação das listas seguintesi
a) tmia lista dos nomes de estados e outras
territorias,
catálogos,

autoridades

sob a forma adotada para as entradas nos

em conformidade com os nomes oficiais usa-

dos por estas próprias autoridades,

e consignando

os

equivalentes nas principais línguas do mundo;
b) uma lista dos títulos uniformes para os clássicos anô
nimos de cada país, com os equivalentes adotados

nas

línguas de outros países;
c) uma lista limitada de categorias de publicações

que

podem ser catalogadas sob ura cabeçalho convencional ^
correspondendo à forma da obra,
B) A Conferência, reconhecendo ser desejável a elabora ção de certas listas de cabeçalhos uniformes (por

e-

jccnplo dos nomes de autores clássicos gregos e lati nos, dos nomes das principais entidades coletivas e xistentes em cada país, bem como das organizações irtternacionais importantes), propõe, a título de experi
encia,

que se estabeleça um numero limitado destas li^

tas,
RESOLUÇÃO

V

A Conferência recomenda que os países que pertençam, integral ou parcialmente, a uma mesma área lingüística procedam
asr consultas necessárias,

com o fim de unificar suas práticas

respectivas concernentes à forma de entrada dos nomes de pessoas na língua comum.

I Digitalizado
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^Scan
^ ... ur...».,.,.

14

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17

1^

�« 11 R E S o L U Q~l O

VI

A Conferência recomenda que a

em conjunto

as outras organizações internacionais interessadas,

com

esrtude as

incidências que poderia ter sobre as regras de catalogaçãa

a

utilização das máqxiinas eletrônicas e, de maneira geraljde tg^
do processo mecânico,

especialmente nas grandes biblioteca»

gerais,
RESOLUÇÃO

VII

A Conferência deseja que seja estudada a

possibilidade

de se completar posteriormente a Exposição dos princípios» cm
relação a um certo numero de pontos susceptíveis de mera «er
im acordo internacional,
RESOLUÇÃO VIII
A Conferência congratula-se pela vontade de cooperação
reafirmada pelo delegado da ISO e deseja que a mais
ligação seja mantida entre a F,I.A«B:. e a ISO,

estreita

e specialmeß

te m que concerne às referências bibliográficas e à transllto ração»
RESOLUÇÃO

IX

A Conferência faz. questão de lembrar que,

se pôde atln. »

gir com sucesso seus objetivos e chegar a um acôrdo muito extenso sôbre os princípios de catalogação; deve este suce.sso
aos recursos muito importantes postos à disposição da F,I,A«B
pelo "Council on Library Resources", Esta ajuda permitiu
gurar a preparação da Conferência em condições excelentes

e

reunir especialistas responsáveis de. um grande número de países e de organizações internacionais,
A Conferência exprime sua gratidão ao "Council on Ltbra^
ry Resources" por sua ajuda generosa.
Apêndice I
DELEGAÇÕES
O número de participantes foi de IO5, ou seja:

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as delegâ

I Sc a H
st e m
&lt;/

14

15

16

17

lí

�iz çSes de 53 países e de 12 organizações internacionalSj

aléa

das membros da Comissão organizadora designada em Londres

em

1959 6- dos auteres de documentos de trabalho nomeados pela
missão« Assistiram igualmente à Conferência lOij.

obffempadorea

de 20 países.
Delegações nacionais:
Alemanha (República federal)

Iugoslávia

Argentina

Jam

Austrália

Japão

Áustria

Líbano

Bélgica

Luxemburgo

Brasil

México

Bulgária

Nigériaj"Ghana, Sierra L e o ne
(Associação dos bibliotecários
da África Ocidental)

Canadá

Noruega

Ceilão

Nova-Zelândia

Che CO slo vâq-ui a

Pasquitão

Chile

Países BaiTOS (Holanda)

China (República)

Perú

Colombia

Polonia

Coréia (República)

Portugal

Dinamarca

República Sul-Africana

Espanha

Ròdésia e Niassalândia (Federa,
çao;

Estados Unidos da América

Rumênia

Finlândia

Singapura

França

Suécia

Grã-Bretanha

Suiça

Guatemala .

Tailândia

Holanda (V, Países Bai2a&gt;s)

Turquia

Hungria

URSS

índia

Uruguai

Indonésia

VietnaBi (República)

Irã

Vietnam (República demooíática)

Israel
Itália

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&lt;/

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lí

�** 15 ^
. ilTrb.erpftç^py^g:
Associiação das bibliotecas de Judaica e Hebraica na Eurfi;
pa;
Associação internacional dos bibliotecários e docamentaliatas agrícolas;
Associação das bibliotecas jurídicas;
Associação internacional das bibliotecas musicais;
Associação internacional dos editores;
Bibliotecas das Nações Unidas, Nova Ifork;
Bibliotecas das Nações Unidas, Genebra;
Federação internacional de documentação;
Federação internacional dast associações de bibliotecários;
Organização das Nações Unidas para a alimentação e a a ~
gricultura (biblioteca);
Organização internacional de normalização;
Unesco»
Aat delegações seguintes, que haviam sido designadas, não pude
ram participar da Conferencia;
Cuba;
Alemanha (Republica democrática)5
Republica Árabe Unida;
Comunidade internacional das associações de IIttoItos»
Apêrtdice II
COMISSÃO ORGANIZADORA
Designada na Reunião Preliminar de Londres (julho, 1959)*
M, Paul Poindron, Conservador Chefe - WLrection dos Blblloth^
ques' de France, Paris (Vice-presidente)
*
Senhorinha N,A. Lavrova^

Secretária Científica e bibliogiafö

, chefe - C^ara do Livro da União, Moscou,
Dr. Ludwing Sickmann,, Docente - Bibliothekar-Iehrtnstttat des
. Landes; Nordyhein-V^estfalon, Colônia.
Mr, A, H,

Chaplin,

Conservador - Department of Printed Books^

British Museum, Londres (Secretário execatlvo).

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~

«c

14

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16

17

lí

19

�« llt Mqnbi*os aue ampliaremi a Comissão tendo sido designados daraft*
te a Conferência em Paris (outubro, I96I)t
t
Bara, Maria Luisa Monteiro äa Cúríha •• Biblioteca; Central da IInlversidade de Saa Pauloj Brasil*
Dr* Adjro«' Oêíbom, Bibliotecário
tralla*

Univejfslty of Sydliaey, Aua ••

Shri Benoyendra Sexigupta|^'Bibliotecário Assistente « BibQ.lotâ
ca Nacional, Calcuta*
Dr» VJyilis- E, Wírtght, Bibliotecário - Williams College, VELU^
liamstown, Massactasretts,
Apendiee III
VOTOS
Ab resoluções I a IX foram adotadas por unanimidade,
A votação concernente ao texto da Eaqoosição dos principe,
os se processou segundo o solicitado pelos d^egados, ou se •»
ía,

sucção por secçSo, Para todas as secçõe», a maioria

d.o $

votos se pronunciou a favor do texto submetido pelos grupo0
de trabalho;

as cifras de cada.votação figuram abaixo ( a o»-

pecificação dOs votos de oposição e de abstenção,
plicações fornecidas por algumas delegações;

com as ex

serão publicadas

no relatorio completo da Conferência)« Os representantes da P
I.A^B,

e da Associação Internacional de Editores não partici-

param da votação,
Pr&lt;$

Contra

Abstenção

TOTAL

SecçSo 1

6E

1

65

Secção Z

61

2

65

Secção 5

63

Seoção Ii-

62

1

65

Secção 5

59

Secção 6

60

•—»

65

Secção 7

58

il.

1

^3

Secção 8.

58

5

2

^3

Secção 9»1

5^

7

*•

^

Nota^de rodapé
da paginít. da
Secção 9»12

50

6

2

58

Secção 9#2'-

59

3

1

63

Digitalizado
-gentilmente por:

h

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

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Pr($

# -t :
Secção 9,5

5T

Secsçio* 9*^

5h

Contra
3
,

Secção 9.5
SecçãjD 9.6

•■/Ebstenção

.

3

'

Í59

-3

Secção lO^lO.ZL „58

2

Secção 10*22
Secção 10.3

6?

6

65

11

6l

1

63

-.'00

iUl-

li{-

1

39

.35

22

2

59

&gt;26^
-

3

Secção 10,3 Texto
altemativo C^idç
nota de rodapé Pâ
glna 6)
Secção 10.U

5
.

3 ^

TOTAL

'5üj. ' ^

"

'^57

Secção 11,11

2

1

60

adotada por tmanimidade
;
Nãa'houve votos por boletins^

Secção 11,1&amp;.11 j.3 Não houve votos C a dedõão
decotre dos votos sob 10,22
e 10,3 respectivamente)
Secção ll,llt

.

55

3

2

Secção ll.S.11.23 60

—

—

Secção 11.2ti.

Não houve votos (a decisão
'decorre do voto sob 10.35

60
60- - «
- ^.

Secção 11,3

57

2

Secção ll.Ii-

60

»i»

Secção li,?

3h

h

'2

60

^cção 11,6

52

5

3

60

3k

5

2

6l

Secção 12.- ; ^

;

■^

vr-

1

60
60

Apêndice
IV
*

.

px,

CJRDPOS ESPECIALIZADOS
/

ly."';";&lt;
-o

a.,'.

1í.

v'
• . c.

•

•
——
•—
—
—.
—

Terminologia
Transliteração
BHigoisno
Nomes indianas
■"' «
Nomes ijuçulmanos na~índia e no Paquistão
Nomes arabes
;
Nomes hebreus
Nomes persas "•
'■ '-ü^.
— Liturgia
■I -

Apendice V

f.

- documentos de trabalho

1« Relação entre os princípios de catalogação e os aplicávo-

õacf.".

Ã

\ Digitalizado
-gentilmente por:

'

14

15

16

17

18

19

20

�M 16 m»
Is a oatras foiroas do trabalho "blbliográfloo, Andrew D.Osbom
E,

Função da entradâ principal m catálogo alfabético»
Sgymour- Labetzky.

3*
;

Punçãa da. èntrada principal no catálogo alfabético»
Bva. Verona.

Zu

Função da entrada principal no catálogo alfabéticotcanexi»»
tario öe.r '^inioes «nitidas por Seymour Lubetaicy e Eva Ve
2?om» Leonard J.Jolley^.
,
.

5»

Entidades coletivas,

6»

I, V. A. Vasileydca.1a.

(1)

Limites ao uso de entradas de autores coletivos»

(2)

Catalogação de. leis. e tratados»

Entidades' coletivas»
(1)

II»

Suzanne Homiré.

Forma de cabeçalho para autores coletivos^

.

Tratamento dispensado a órgãos subordinados»
7»

Entra(?a de obras anônimas sob títulos paidronlzadoáforma»
Roger Pierret.

8»

Probleöas da òatalogação de publicações periódicas»
Paul
Dunkin.

9»
-

Catalogação de litutgias e teJctos religiosos no
alfabético»
Ruth. C.Elsenhart^

XO» Autores milltiplos,

ou do

catálogo

Hellnnit Braun»

11» Escolha da èntrada para autores cujos nomes variam»
' Farvle Kalan.
12, Relatório sobre nomes compostos e sobre nomes &lt;xm prefjL ••
. XDS»
Maria Luisa Monteiro da Punha
13» Nomes brasileiros e portuguêsèsí problemas e soluções»
' Maria Luisa Monteiro da Cunha&gt;
Xlu Tratamento de nomes de autores individuais indianos nas
. entradas do catálogo»
Shri Benovendra Senquota.,
15» Entradas de nomes árabes,

Mahmud Sheniti.

16» Trat^ento de nomes em caracterès hebraicôs^e entrada p«. Io título d.e livros hebreus»
R, Edelmann.
17» O impacto da' eletironica no concernente às regras de cata-lo gação» C.D.Gu^l.

8 de novembro de 19ól.
Distídbuido por:
A, H, Chaplin
' '
'
Secretário Executivo C»I»P,C»
a/c The National Central Idbrary
Malet place, London^
WC 1»

Traduzido por Maria Luisa Monteiro da Cunha
Presidente
'
Comissão Brasileira de Catalogação,

Digitalizado
-gentilmente por:

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^

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12

3

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-gentilmente por:

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�Digitalizado
gentilmente por:

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