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                  <text>Eixo II - Pesquisa e Extensão
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA
ANALISE DA PERCEPÇÃO DE GESTORES E TÉCNICOS BIBLIOTECÁRIOS
STRATEGIC PLANNING IN UNIVERSITY LIBRARY - ANALYSIS OF THE PERCEPTION
OF LIBRARIAN MANAGERS AND TECHNICIANS

Resumo: O Planejamento Estratégico é uma ferramenta metodológica que proporciona
segurança nas tomadas de decisão dos gestores, cuja aplicação em Bibliotecas Universitárias
pode favorecer as rotinas organizacionais, além de ser importante componente em situações
de complexidade para melhoria no desempenho dessas unidades de informação. Tem por
objetivo analisar a percepção dos bibliotecários atuantes em sistema de bibliotecas de uma
instituição de ensino quanto ao Planejamento Estratégico desenvolvido por esta organização.
A pesquisa é bibliográfica, documental e descritiva com abordagem qualitativa. Mediante as
análises, evidenciou-se que, os atores participantes da pesquisa em sua maioria, não detinham
a formalização de conceitos teóricos acerca da temática, bem como a inexistência na
atualidade de documento descritivo e cartorial que apresente metas, estratégias e planos de
ação para a referida organização. Conclui-se que, a inobservância de uma política de
planejamento e, consequentemente não utilização dessa ferramenta de gestão em bibliotecas
universitárias, inviabiliza o alcance de seus objetivos e metas institucionais, deixando de
ocupar o lugar social almejado.
Palavras-chave: Planejamento Estratégico. Gestão - bibliotecas universitárias.
participação

Gestão -

Abstract: The Strategic Planning and a methodological tool that provides security in the
managers decision making, in applications in University Libraries can favor as organizational
routines, besides being an important component in situations of complexity to improve
without the performance of the units of information. It aims to analyze the perception of
librarians working in the basic education system for the Strategic Planning developed by this
organization. The research is bibliographical, documentary and descriptive with a qualitative
approach. Through the analysis, it was evidenced that, in the majority of research actors, it is
not a way of conceptualizing concepts on the subject, as well as a lack of a descriptive and
documentary document that presents goals, strategies and plans of action for an organization.
It is concluded that the non-observance of a planning policy and, consequently, is not the
database of management in university libraries, makes it impossible to reach its institutional
objectives and goals, failing to occupy the desired social place.

�Keywords: Strategic planning. Management - university libraries. Management
participation
1 INTRODUÇÃO
O processo do Planejamento Estratégico (PE) compreende a tomada de decisões
conforme o padrão de comportamento que a organização pretende seguir, produtos e serviços
que pretende oferecer, bem como de mercados e clientes que deseja atingir. Além disso,
planejar estrategicamente obriga os gestores pensarem e repensarem no futuro baseados na
flexibilidade e dinamismo, direcionados por variáveis internas, externas e mutáveis as quais
revelam os segmentos sociais, políticos, econômicos, legais e tecnológicos.
Portanto, essa ferramenta antevê e prepara a realização de adaptações adversas
estabelecendo mudanças positivas para um direcionamento de sucesso das organizações, de
modo que, se percebe o PE como uma ação multiplicadora desenvolvida em e por todos os
segmentos da organização, possibilitando resultados em cadeia.
Neste sentido, é que as Bibliotecas Universitárias (BU) como organizações integrantes
e interdependentes na estrutura das Universidades, tornam-se obrigadas a participarem no
delineamento das diretrizes e metas da instituição de ensino superior observando as políticas,
as quais se voltam para a C&amp;T e a educação superior com abrangência micro e macro.
Finalmente, é preciso desenvolver ações de planejamento nos níveis estratégico, tático e
operacional desembocando na elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI),
nos Programas e projetos.
A fim de entender a concepção dos bibliotecários do Núcleo Integrado de Bibliotecas
(NIB) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) possuem acerca do PE desenvolveu-se
a pesquisa de Conclusão de Curso, que oportunamente neste texto apresenta-se a síntese dos
resultados. Como procedimento metodológico, priorizou-se a pesquisa de caráter
bibliográfico, documental e descritiva, com abordagem qualitativa utilizando questionário
aberto com os sujeitos gestor e bibliotecários do NIB responsáveis pelas unidades setoriais.
2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA ALIADO AO
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
A biblioteca universitária é uma instituição dinâmica que dá suporte às atividades de
ensino, pesquisa e extensão, e vinculada hierarquicamente a uma Instituição de Ensino

�Superior (IES), cujo propósito é suprir as necessidades informacionais da comunidade
acadêmica. E, dada esta dimensão de alcance faz-se necessário o desenvolvimento de
planejamento, e o que mesmo esteja de acordo com definições globais.
Portanto, será o plano, documento este que norteia o planejamento da biblioteca, pois
este é o compromisso que irá adequar os anseios dela de acordo com a missão, visão e
filosofia da instituição. A esse respeito, é preciso situar, nas palavras de Barros e Mendes
(2011, p. 49), o papel da universidade na comunidade acadêmica:
A universidade tem papel ímpar na formação de profissionais e pesquisadores das
mais diversas áreas do saber, bem como na formação de sujeitos críticos, reflexivos,
criativos, autônomos e éticos; formação esta que é reflexo do processo de ensino, da
pesquisa e da extensão. Entende-se que é nesse ambiente [...] integrante fundamental
na construção do conhecimento, que além de formar-se em uma área específica,
possuirá uma consciência que o levará a entender os problemas emergentes no meio
social, político, econômico e cultural, podendo inclusive modificá-lo.

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), dentro de uma instituição como a
universidade, é um requisito importantíssimo para o credenciamento e planejamento
institucional, abordando os problemas atuais da IES, os objetivos e metas, além de viabilizar
operações planejadas para atingir os objetivos, buscando o uso adequado e dinâmico dos
recursos para obter efetividade.
Este instrumento é reconhecido pelo MEC, através da Portaria nº 2051/200413, como
uma regulamentação para os procedimentos de avaliação do SINAES (Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior), que aborda, no capítulo III, a avaliação institucional como
referencial básico para o processo de credenciamento e recredenciamento das instituições,
com os prazos de validade estabelecidos pelos órgãos de regulação do MEC; no requisito para
a realização da avaliação é de responsabilidade das Comissões Externas de Avaliação das
Instituições, que tomam como parâmetro, dentre outros documentos, o PDI (BRASIL, 2004).
De acordo com Faury (2013, p. 38):
As bibliotecas universitárias seguem as diretrizes e as políticas de sua universidade
mantenedora e, por isso, sua autonomia é limitada. Sua missão é apoiar as atividades
de ensino, pesquisa e extensão da universidade, contudo, sua estrutura e serviços, de
forma geral, têm características próprias.

Entendida como uma organização intencionalmente constituída nas palavras de Faccio
(2006), a BU não poderá ser caracterizada como um órgão independente, mas como um
sistema pertencente a uma organização maior, em função da qual seu objetivo principal
poderá ser estabelecido. Como organização dependente de outra maior, a biblioteca deve
possuir a mesma missão e visão da universidade, pois ela está sujeita às mesmas influências
internas e externas que a universidade pode sofrer.
13

O documento se encontra disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/PORTARIA_2051.pdf.

�Um dos objetivos da universidade é o processo de ensino, então a biblioteca deve
proporcionar boas condições de acesso ao material bibliográfico, documental e informacional,
de forma que seus usuários tenham o melhor atendimento. É com essa finalidade que buscam
desempenhar suas atividades de processamento técnico, atendimento ao público e
disponibilidade de acervo, como reflexo do cuidado que a universidade tem com o tripé
acadêmico: ensino, pesquisa e extensão. Essa visão está exemplificada nos produtos e
serviços que a biblioteca oferece à comunidade, passando a receber destaque não somente no
meio acadêmico, mas na sociedade em geral.
Nesta perspectiva, o staff gestor da biblioteca universitária tem diante de si um grande
desafio, o qual seja, o de transformar a realidade a partir da formulação de políticas
universitárias e educacionais vislumbrando desenvolvimento de produtos, e serviços para o
cumprimento de objetos e metas de desempenho.
Certamente, o ato de planejar não é uma tarefa fácil. Tendo em vista que, o gestor
encontrará muitas barreiras que deverão ser eliminadas, principalmente que, historicamente, a
biblioteca não possui receitas próprias por estar organicamente subordinada a órgão ou
departamento hierárquicos e superior. Também, existirão outras dificuldades relacionadas à
compreensão dos conceitos empregados, instabilidade política, reivindicações e atitudes
ideológicas. Esses aspectos propiciam segmentos da universidade a uma postura
inconformista e, muitas vezes, contestatória ao planejamento.
O PE em bibliotecas universitárias é um tema relativamente novo, embora tenha se
difundido nas instituições de ensino após a década de 70. No Brasil, ele começou a ser
utilizado com mais afinco a partir da expansão das Instituições de Ensino Superior (IES) no
século XXI (AMBONI, 2013).
Este planejamento segue as mesmas normas e conceitos de uma organização com fins
lucrativos. Apesar de não objetivar o lucro econômico, as bibliotecas gerenciam verbas da
própria universidade e de agências financiadoras para projetos de compra de livros,
infraestrutura física, mobiliário, conservação, restauração, entre outras necessidades. Essas
verbas passam por critérios de controle e distribuição de gastos, e precisam ser administradas
de forma competente.
É nesse contexto que o PE se apresenta como ferramenta apropriada, para que os
dirigentes de bibliotecas possam utilizar da melhor forma os meios disponíveis na
organização, buscando o estabelecimento de suas diretrizes e a definição das políticas e metas
para alcançá-las.

�Nas universidades devem buscar os meios necessários para que, o pensamento
estratégico penetre em todos os setores ou unidades de informação, e desenvolva seu próprio
PE, tendo como base o planejamento da instituição. Desse modo, o sistema de bibliotecas tem
que observar e avaliar sua postura em função do planejamento maior

no caso, o PDI

da

universidade, o que significa que o sistema pode ter sua estratégia própria, desde que a mesma
seja consistente e respeite a filosofia da instituição.
Sendo assim, as BU devem estar atentas às mudanças, já que estas trazem consigo
tanto ameaças como oportunidades, e são desafios a serem vencidos. Neste momento, cabe
acompanhar cuidadosamente o ambiente interno e externo, aproveitar as oportunidades e
afastar as ameaças, analisando se a mudança contempla a estratégia atual e se implica em
modificações que trarão melhorias.
3 METODOLOGIA
Neste estudo acerca do processo de elaboração do planejamento, desenvolveu-se de
modo conjugado, a pesquisa de caráter bibliográfico, documental e descritivo com abordagem
qualitativa. Utilizam-se como fontes as diversas bases de dados, como SCIELO e Biblioteca
Digital de Teses e Dissertações (BDTD).
3.1 Ambiência do estudo
A escolha do Núcleo de Bibliotecas da UFMA justifica-se por ter sido a instituição
razão, sentiu-se motivado a desenvolver o presente estudo no referido local.
Mediante a não existência da formalização do planejamento, pressupõe-se que este
mecanismo não faz parte da cultura organizacional da instituição. Essa dúvida só foi dirimida
quando o pesquisador chegou à Direção e deparou-se com a falta de um documento maior, no
caso o PE, que abraça a organização no todo e que tem a finalidade de orientar o alcance dos
objetivos em um determinado prazo.
3.2 Instrumentos e coleta de dados
Com relação à técnica e instrumentos utilizados na pesquisa, elaborou-se um
questionário aberto, composto por dezesseis perguntas sendo a última de livre resposta, caso o

�participante achasse necessário discorrer sobre algo que não tivesse sido comtemplado nas
outras questões. A disponibilidade de participação foi verificada através de um contato
presencial com os bibliotecários da Cidade Dom Delgado (campus do Bacanga, localizado em
São Luis

MA), que englobam parte das setoriais (Colégio Universitário, Centro de Ciências:

Exatas, Humanas e Sociais), do bibliotecário gestor do NIB e das bibliotecas de pós-graduação
desse campus.
Somente o bibliotecário gestor responsável pelo NIB e um bibliotecário responsável
por uma setorial aceitaram responder in loco o questionário. Os demais alegaram falta de
tempo e solicitaram que o questionário fosse enviado por e-mail. Diante dessa demanda, foram
enviados seis questionários pelo e-mail institucional de cada biblioteca setorial localizado no
campus do Bacanga, com a devida justificativa da necessidade do agente na participação da
investigação, porém apenas três foram respondidos.
Considerando o retorno dos questionários, é necessário que se apresente o perfil dos
bibliotecários que aceitaram participar da pesquisa. As informações dispostas a seguir foram
retiradas da Plataforma Lattes14 e do Portal da Transparência15. Ademais, todos os envolvidos
possuem graduação em Biblioteconomia.
a) O bibliotecário gestor possui mestrado em Administração e trabalha no NIB há
mais de 20 anos;
b) Bibliotecário 1 (B1) é especialista em Biblioteconomia e Gestão da Educação e
está há quatro anos no NIB;
c) Bibliotecário 2 (B2) possui trinta e cinco anos de trabalhos prestados ao NIB. Não
conseguimos obter mais informações sobre a sua formação nas plataformas Lattes
e no Portal da Transparência;
d) Bibliotecário 3 (B3) é especialista em Direito da Tecnologia da Informação e
trabalha no Núcleo há dez anos;
e) Bibliotecário 4 (B4) possui oito anos de serviços prestados ao NIB. Não
conseguimos localizar sua formação continuada nas plataformas relatado.
Após a elaboração do questionário, retirou-se do conjunto de dezesseis perguntas
cinco categorias, a saber: 1) conceito de planejamento estratégico, 2) percepção dos
bibliotecários sobre PE, 3) biblioteca e universidade, 4) metodologia e ambiências, e 5)
filosofia, avalição e transparência. Essas categorias têm a finalidade de facilitar a
contextualização, interpretação e análise dos dados obtidos acerca do problema investigado.
Disponível em: http://lattes.cnpq.br/
Disponível em: http://www.portaldatransparencia.gov.br/servidores/

�A partir dessas categorias, foi proposta a análise do que é explícito no texto para
obtenção de indicadores que permitissem fazer inferências. Segundo Gomes (2015, p. 80), a
a
Uma vez coletados os dados, o
pesquisador poderá, por meio da análise, confrontar o que obteve com o que se encontra na
literatura.
Com a interpretação dos dados coletados, procurou-se dar uma significância que só
ocorreu com parte da revisão bibliográfica devidamente fechada e que abraçasse todas as
perguntas envolvidas. Em relação à interpretação, Gomes (2015, p. 79) relata que a

Portanto, elaborou-se uma redação coerente e fluída que misturasse na análise a
interpretação dos dados, consubstanciando-se com o referencial teórico, o qual será
apresentado no próximo capítulo. A fim de entender no decorrer da análise as falhas que
impedem a não operacionalização do planejamento, assim como, o porquê do PE não ser
elaborado nessa organização.
4 RESULTADOS
Para a consecução da pesquisa, conforme discorrido na metodologia, foram analisados
cinco questionários. Os bibliotecários que aceitaram participar por questões ética do sigilo,
serão denominados, como discorrido na metodologia, de: B1, B2, B3, B4. Quanto ao
bibliotecário gestor do NIB, decidiu-se denominá-la assim para diferenciá-la dos demais
bibliotecários.
Para melhor organização do texto, retomam-se as cinco categorias: conceito de
planejamento estratégico, percepção dos bibliotecários sobre PE, biblioteca e universidade,
metodologia e ambiências, e, por fim, filosofia, avalição e transparência. Essas categorias
serão trabalhadas no decorrer do texto, sem a necessidade de abrir seções para não quebrar o
encadeamento lógico desta secção, já que, como as perguntas apresentam singularidades,
foram abertas essas categorias.
No que diz respeito à primeira categoria, procurou-se investigar se os sujeitos da
pesquisa possuem conhecimento sobre a teoria do planejamento e como obtiveram esse
conhecimento, e se por meio da academia ou da experiência empírica. Todos os participantes
afirmaram que têm conhecimento acerca do Planejamento Estratégico, embora somente os

�sujeitos B1 e B2 afirmaram terem tido a disciplina no curso. Isso nos remete aos Currículos
anteriores (20, 10, 1R) do Curso de Biblioteconomia da UFMA, quando ainda não havia um
rol de disciplinas sobre gestão em comparação ao Currículo 30, vigente até o momento (2017)
no qual se percebe claramente a concepção de gestão voltada às unidades de informação.
Por outro lado, os sujeitos B3 e B4 relatam que possuem a teoria fruto da vivência
profissional, embora eles justifiquem que o currículo nos quais estudaram não abordava
disciplinas sobre gestão. É importante destacar que o gestor possui especialização na área, o
que possibilita uma maior integralização de sua gestão, sobretudo por possuir conhecimentos
sobre o tema, embora isso não seja pré-requisito para uma direção frutífera e muito menos
fortuita. Haja vista, que é necessário que toda a equipe tenha conhecimento técnico e
científico, além de prática no ambiente organizacional, o que contribui para as tomadas de
decisão e dirimição da duplicidade de trabalho e recursos.
Embora o sujeito B2, que possui 35 (trinta e cinco) anos de formado, e afirme ter
adquirido o conhecimento de PE na graduação, é oportuno ressaltar que tanto o currículo 10
quanto o 20 abordava algumas noções sobre gestão, ainda que essas disciplinas não tenham
sido trabalhadas com afinco, como é abordado, atualmente, no currículo 30. Outro
contraponto a ser feito é com relação aos sujeitos B3 e B4, que possuem, respectivamente, 10
e 8 anos de formação em que afirmaram não terem disciplinas voltada a gestão. É complexo
deduzir o porquê dessa afirmação haja vista que ao adentrar no curso embora o currículo
pudesse estar em transição para um atualizado, as disciplinas com enfoque de gestão se
mantiveram no currículo 30.
Quanto à segunda categoria

Percepção dos bibliotecários sobre PE

, foram

elaboradas questões que possibilitam averiguar se os sujeitos lotados nas setoriais estão
atentos e harmonizados com o que está acontecendo no NIB, especialmente sobre a partilha
na tomada de decisão e o planejamento. Em sequência, aproveita-se para confrontar a
comunicação do nível de gestão com os demais níveis tático e operacional da organização, em
que através das falas dos sujeitos é nítida a falta de transparência e feedback no cotidiano
operacional do sistema, e entre os pares.
O sujeito B1 relata que o NIB desenvolve suas atividades na perspectiva do PE. Já, o
sujeito B2 afirma que não tem planejamento desde os anos de 2012. Tanto o B3 quanto o B4
acreditam que o planejamento é desenvolvido, mas não são, também, capazes de afirmar.
Acerca da validade do planejamento, os sujeitos (B1 a B4) não souberam afirmar com
precisão como ocorre o processo de elaboração e o prazo de vigência, e, muito menos, se a

�gestão atual deu continuidade ao planejamento da gestão passada, ou elaborou um novo
planejamento.
Contrariando os dados colhidos com os bibliotecários, o gestor afirma que estão sendo
aproveitadas muitas coisas boas da gestão anterior, porém mudou aquilo que considerava
impertinente.
No requisito dos envolvidos na elaboração do planejamento, o B2 deixou a pergunta
de número seis em branco. O B1 pressupõe que seja a direção do NIB. O B3 entrou no mérito
do quantitativo de profissionais, que, para ele, é pouco para atender às solicitações, como
inventário e conferência. Já o B4 mostrou um melhor entrosamento quando comparado aos
outros relando que era a direção.
Contudo, vale destacar a fala do gestor: Todos os setores participam do planejamento
de suas atividades enquanto atividade inerente do setor. Todo mundo está envolvido no
planejamento

Percebe-se que há um descompasso entre as respostas dos envolvidos e do

gestor. Se, por um lado, os bibliotecários, em sua maioria, afirmam desconhecer o processo de
elaboração e o prazo de vigência. Já o gestor assevera que é elaborado e que todos os setores,
conforme a sua fala, estão envolvidos na elaboração do planejamento.
Na categoria

Biblioteca e Universidade , verificou-se através das respostas dos

questionários a importância e finalidade do NIB em fazer parte do PDI da universidade.
Constatou-se que os sujeitos envolvidos, inclusive o gestor, relataram que é de extrema
importância o NIB fazer parte do PDI, pois, devido à sua representatividade, é possível levar
ao conselho superior da instituição as necessidades informacionais, entre outras solicitações
dos acadêmicos da UFMA. O gestor confirmou a concepção dos bibliotecários e explanou que
é função nata do diretor do NIB participar da elaboração do plano institucional da UFMA.
Infere-se que, nesse ponto, todos os envolvidos se mostraram alinhados e preocupados da
biblioteca desempenhar com excelência aquilo que lhe foi designado por direito, que é atender
a comunidade acadêmica com recursos informacionais para subsidiar o ensino, pesquisa e
extensão.
Questionou-se aos bibliotecários e ao gestor se o PE do NIB estava de acordo com o
PDI da UFMA. O gestor enfatizou que essa é uma atividade institucional do núcleo. O B1
também confirmou o questionamento e os demais disseram que desconheciam a relação entre
o Núcleo e o plano institucional. A respeito da representativa do NIB na elaboração do PDI,
apenas o B1 disse que conhece quem representa a diretora do núcleo. Os demais narraram que
desconhecem quem faça parte.

�Com relação à décima pergunta indagou-se se os bibliotecários das setoriais
conheciam a importância do gestor em elaborar o PE. Todos os questionados responderam
que sim. Reconhece-se, então, que o PE é a organização das ações que se destinam a atingir
um determinado objetivo orientado para o futuro e prever mudanças econômicas, políticas,
entre outras. É o PE que tenta sempre superar as expectativas dos usuários.
Na quarta categoria

Metodologias e Ambiências , procurou-se entender a percepção

que os bibliotecários tinham a respeito do papel da diretoria do NIB frente à elaboração do
PE, investigar qual a metodologia que eles utilizariam e se as intempéries sociais, como a
política e economia, influem ou prejudicam no processo de elaboração do planejamento.
No requisito de Metodologia foi indagado se eles consideravam o PE como
metodologia crucial para alcançar os objetivos. As respostas foram surpreendentes, pois todos
os participantes afirmaram que consideram o planejamento um excelente instrumento para
alcançar os objetivos. Porém, a maioria dos participantes não soube informar qual método era
utilizado na confecção do PE. Somente o B3 ousou afirmar por meio do empirismo que o NIB
-se que há um descompasso na
técnicas e métodos. A
metodologia, epistemologicamente, significa o caminho ou viés para a realização de algo. Em
outras palavras, investigação e observação fazem parte da metodologia, mas não são os únicos
itens que norteiam um planejamento estratégico.
O sujeito que desempenha a função de gestor, por outro lado, explicou a metodologia
A metodologia que a gente segue é a mesma da universidade na elaboração do
PDI. E também a participação, todo mundo é conhecedor da sua participação, da atribuição
do seu setor, das atribuições inerentes do cargo. E como aqui nós somos bibliotecários
trabalhando em uma biblioteca universitária, a metodologia fica fácil . Percebe-se que há um
distanciamento do gestor com as setoriais envolvidas. Nesse caso, existe sim uma
metodologia, ainda que subtendida, mas, pela falta de comunicação e de integralização da
equipe, os bibliotecários que estão na setorial não são comunicados do que ocorre
administrativamente na direção.
Nesse sentido, procurou-se entender se as ambiências eram levadas em conta no
planejamento. Todos os participantes, inclusive o gestor, concordaram que esse aspecto
influencia diretamente no ato de planejar.
A fim de entender o norteamento acerca da filosofia, avaliação e transparência do PE
do NIB, criou-se a quinta categoria, que aborda três questionários a respeito desse assunto.
Com relação ao primeiro assunto, os dois sujeitos (B1 e B2) desconhecem a utilização de

�alguma filosofia e os outros dois (B3 e B4) acham que seja a filosofia adaptativa. Percebe-se
que os que apontaram a filosofia adaptativa o fizeram pela força da palavra do que por possuir
conhecimento sobre a Filosofia do Planejamento. Ainda que o gestor confirme que seja a
filosofia adaptativa, infere-se a presença do empirismo em sua escrita, especificamente pelo
Acredito que seja adaptativo, ele é muito flexível.
A gente tem que trabalhar de acordo com a realidade como ela se apresenta.
No requisito avaliação, os B1 e B2 desconhecem a utilização de métodos que
averiguem se os objetivos propostos no planejamento estão sendo cumpridos. Já o B3 relata
que a única avaliação que conhece é a que é feita pela universidade, relacionada à
produtividade do funcionário. O B4, por sua vez, acredita que seja o estudo de comunidade e
do usuário. No entanto, o gestor afirma que o núcleo está sempre avaliando suas atividades
dentro do que foi proposto no PDI.
Com relação à transparência do planejamento, foi feito um levantamento tanto no site
da UFMA quanto o do NIB e não foi constatado nenhum documento que operacionaliza os
objetivos em longo prazo. Questionou-se, então, aos bibliotecários sobre a importância do
NIB possuir um documento acessível para todos os funcionários e acadêmicos. Os B1 e B2
responderam que não sabiam informar o porquê disso. Já o B3 tentou explicar que, pelo fato
de não estar disponível, ele acreditava não existir. B4, por sua vez, foi bastante enfático ao
afirmar que desconhece. Entretanto, o gestor justificou alegando que, como o PDI 2017-2021
ainda não tinha sido aprovado, a criação do plano do Núcleo dependia dessa aprovação.
O gestor ainda informa que está dando continuidade ao planejamento da gestão
passada, porém, com uma certa ressalva, pois ele afirma que está melhorando aquilo que
poderá ser feito. Na verdade, talvez seja encontrado seu punho gestacional quando o PDI
2017-2021 for aprovado e, consequentemente, a partir disso, criar o PE do NIB, com seus
anseios e expectativas para a melhoria e crescimento da organização.
5 DISCUSSÃO
Mediante ao exposto na seção anterior será abordado alguns pontos que servem de
reflexão quanto ao PE dentro de uma BU. Entende-se que o ato de planejar não é uma tarefa
fácil, pois o gestor encontrará muitas barreiras que devem ser eliminadas, principalmente no
ambiente universitário, onde a biblioteca não possui recursos próprios, além de estar
subordinada a outro órgão ou departamento.

�Em linhas gerais, é marcante a dualidade entre o fazer e não fazer o PE. Os
bibliotecários, em sua maioria, afirmaram desconhecer se o Núcleo possui planejamento, e, se
possui, não sabem como ocorre o processo de elaboração, já que eles não são chamados para
participar. Por outro lado, o gestor assevera que as setoriais participam do planejamento.
Infelizmente, não se tem como afirmar quem está certo, pois não foi encontrado disponível,
por meio do endereço eletrônico da UFMA e do NIB, um documento que formalizasse esse
planejamento, assim como não foi disponibilizado ao pesquisador nenhum registro sobre o
plano, especialmente no momento da aplicação dos questionários.
Outro ponto a destacar é a falta de integralização e comunicação organizacional da alta
gerência, no caso do NIB, com as setoriais. Foi claramente evidenciado pelos questionários
que as setoriais não são vistas como unidades ativas do núcleo. Entendeu-se que no decorrer
da análise as setoriais funcionam passivamente no processo. Em outras palavras, as setoriais
somente recebem ordens e as executa, sem que a direção do NIB veja a viabilidade das
atividades ou se preocupe com o andamento dos trabalhos.
A comunicação positiva, como discorrido na análise, é um mecanismo ativo e direto
entre os envolvidos. Funciona como uma sinergia, ambas trocando informações. Não é que os
atuais meios de comunicação do NIB, como o e-mail, que é muito utilizado por eles, não
tenham eficácia, mas poderia ser utilizado o feedback. Nesse caso, a sinergia seria positiva,
pois daria voz ativa às setoriais, sobretudo na exposição dos seus problemas, dilemas e até
sugestões, contribuindo para o crescimento da organização.
Por fim, é necessário que o gestor tenha mais afinidade com as unidades setoriais e
que, de fato, usufrua dos recursos humanos que essas unidades possuem para a confecção de
um planejamento sólido e frutífero. Em relação ao planejamento, espera-se que ela seja
realmente elaborada após a aprovação do PDI 2017-2021, pois o objetivo proposto nesse
documento para a biblioteca é superficial em comparação ao planejamento próprio do Núcleo.
O PE do Núcleo é o que, de fato, operacionalizará todos os objetivos, nos mínimos detalhes,
para o prazo determinado.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Levando-se em consideração as dificuldades vivenciadas pelas

bibliotecas

universitárias, o PE é uma forma de garantir a sobrevivência e crescimento. Nesse sentido, a
biblioteca define e redefine seus objetivos e metas, e seleciona as estratégias e meios para
atingi-los num determinado período de tempo, através de constante interação com os

�ambientes. É importante ter em mente que as ambiências nas quais a biblioteca está inserida
afetam-na diretamente. Essas forças ambientais influenciam todo o processo de formulação de
objetivos e terminam por atingir todo o comportamento da biblioteca.
Dada a importância desse assunto, percebe-se que o PE não é uma ferramenta
especificamente utilizada na área da administração, mas sim em áreas que preveem cargos de
liderança e gerência. Essas áreas necessitam do PE para operacionalizar objetivos em longo
prazo, visando o cumprimento e consequente crescimento da instituição. Deve-se, então,
reconhecer que não apenas os bibliotecários devem possuir o conhecimento sobre PE, mas
também ser dado o devido respeito à academia, onde os universitários devem estudar o tema
como se fosse uma disciplina essencial para a sua formação profissional. No mercado de
trabalho, os bibliotecários devem perseguir a educação continuada e se familiarizar com o
tema.
Após essas constatações, extraiu-se como sugestão que o NIB melhore os canais de
comunicação, tendo em mente que as setoriais não são unidades passivas e sim unidades
ativas do Núcleo. Por conta disso, elas necessitam de mecanismos eficientes e diretos entre os
envolvidos para que funcionem com sinergia e efetiva troca de informações.
Outra sugestão é que, assim que for aprovado o PDI 2017-2021 da UFMA, a gestora
chame imediatamente todos os setores do NIB para ouvirem seus anseios e colocarem em
prática a elaboração do PE. Isso, indubitavelmente, trará grande melhorias à instituição, além
de institucionalizar a sua visão como gestora no decorrer do prazo estabelecido.
Dessa forma, conclui-se que o PE é uma excelente forma de alcançar os objetivos
desejados, desde que tenha racionalidade. Para elaborá-lo, é preciso conhecer as ambiências
internas e externas, escutar os envolvidos e refletir sobre um planejamento sólido e
consistente. Somente assim serão evitados problemas, como duplicidade de trabalho,
incoerências nas tomadas de decisão, conflitos internos, entre outros.

REFERÊNCIAS
AMBONI, Narcisa de Fátima (Org.). Gestão de bibliotecas universitária: experiência e
projetos da UFSC. Florianópolis: UFSC, 2013.
BARROS, Dirlene Santos; MENDES, Reyjane dos Santos. A disciplina Metodologia do
Trabalho Científico do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Maranhão
e sua contribuição na produção científica. Disponível em: &lt;
file:///C:/Users/pc/Downloads/12961-24969-1-PB.pdf&gt;. Acesso em: 07 set. 2017.

�BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 2.051, de 9 de julho de 2004. Regulamenta os
procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Diário Oficial, 2004. Disponível em: &lt;
http://www.cpa.ufpa.br/docs/PORTARIA_2051.pdf&gt;. Acesso em: 16 ago. 2017.
FACCIO, Claudia Patrícia Leite. O controle no planejamento estratégico das unidades de
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Alegre. 2006. 66 f. Trabalho de conclusão de Curso (Biblioteconomia) - Faculdade de
Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande Do Sul, Rio Grande do
Sul, 2006
FAURY, Simone Dib. Administração discursiva nas bibliotecas universitárias brasileiras.
2013. 110 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal do Rio
de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2013.
Disponível em: &lt; http://ridi.ibict.br/handle/123456789/703&gt;. Acesso em: 03 abr. 2017.
GOMES, Romeu. Analise e interpretação de dados de pesquisa qualitativa. MINAYO, Maria
Cecília de Sousa (Org.). Pesquisa social: teoria, métodos e criatividade. Petrópolis: Vozes,
2015.

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Ciência da Informação&#13;
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              <text>O Planejamento Estratégico é uma ferramenta metodológica que proporciona segurança nas tomadas de decisão dos gestores, cuja aplicação em Bibliotecas Universitárias pode favorecer as rotinas organizacionais, além de ser importante componente em situações de complexidade para melhoria no desempenho dessas unidades de informação. Tem por objetivo analisar a percepção dos bibliotecários atuantes em sistema de bibliotecas de uma instituição de ensino quanto ao Planejamento Estratégico desenvolvido por esta organização. A pesquisa é bibliográfica, documental e descritiva com abordagem qualitativa. Mediante as análises, evidenciou-se que, os atores participantes da pesquisa em sua maioria, não detinham a formalização de conceitos teóricos acerca da temática, bem como a inexistência na atualidade de documento descritivo e cartorial que apresente metas, estratégias e planos de ação para a referida organização. Conclui-se que, a inobservância de uma política de planejamento e, consequentemente não utilização dessa ferramenta de gestão em bibliotecas universitárias, inviabiliza o alcance de seus objetivos e metas institucionais, deixando de ocupar o lugar social almejado.</text>
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