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                  <text>SOFTWARE LIVRE PARA BIBLIOTECAS, SUA IMPORTÂNCIA E
UTILIZAÇÃO: O CASO GNUTECA

Edilson Damasio**
Carlos Eduardo Navarro Ribeiro**

RESUMO: Este artigo apresenta a importância da utilização de softwares para
bibliotecas, tendo como o “software livre”, suas vantagens. Através da utilização
do Gnuteca-Sistema de Gestão de Acervo, Empréstimos e Colaboração para
Bibliotecas, que foi desenvolvido pelo Centro Univ. Univates e está sendo
utilizado no Brasil e em vários países. Utiliza a metodologia GNU e foi
desenvolvido para utilizar os padrões MARC21 e importação de dados do
Microisis. Apresenta os tipos de softwares, a importância dos softwares sem
custos, qual a definição de software livre. Tem como resultados de pesquisa
bibliográfica a utilização do Gnuteca, suas vantagens para as bibliotecas e sua
interoperabilidade com outros softwares, seus principais módulos e sua interface
na Internet. Demonstrou-se que é um software viável às bibliotecas que não
queiram ter custos com licenças de softwares.
Palavras-chave: Softwares para bibliotecas; Bibliotecas – informatização;
Software livre

INTRODUÇÃO
Nos últimos anos tem-se observado o desenvolvimento muito rápido
das tecnologias da informação e juntamente o desenvolvimento de softwares.
Nesse meio, as bibliotecas e os profissionais que gerenciam informação tem-se
*

Bibliotecário, Mestre em Biblioteconomia e Ciência da Informação. Universidade Estadual de
Maringá-UEM – Biblioteca Central. Av. Colombo, 5790 – BCE – Maringá – PR – Brasil. Centro de
Ensino Superior do Paraná – CESPAR – Biblioteca Central. home-page:
http://geocities.yahoo.com.br/edilson_damasio e-mail: edamasio@uem.br
**
Graduando em Administração em Análise de Sistemas. Auxiliar de Biblioteca. Centro de Ensino
Superior do Paraná – CESPAR – Biblioteca Central. e-mail: carlos@faculdadesmaringa.br

�voltado por uma grande quantidade de informações para organizar e também com
uma grande quantidade de tecnologia da informação e também de softwares.
Decidir quais tecnologias utilizar, quais a decisões para gerenciamento
de informação não é uma decisão rápida como o seu desenvolvimento. Tem-se
uma grande quantidade de opções, mas, todas as opções de softwares ou
tecnologia da informação dependem principalmente de planejamento. O
planejamento depende principalmente de recursos, tantos físicos, como de
recursos humanos e financeiros.
Planejar qual software será necessário para uma biblioteca é um
desafio aos bibliotecários, pois, decidir entre uma grande quantidade de opções,
qual será a mais importante, tendo como critérios principais: o usuário da
informação, os recursos de tecnologia da informação na instituição, os recursos
financeiros, os humanos e o suporte de informática necessário. Nestes critérios
apresentados, já envolve uma grande quantidade de tempo em planejamento e de
preferência que siga o planejamento da instituição em que a biblioteca está
inserida.
Conhecer os tipos de softwares disponíveis no mercado é uma tarefa
simples, pois, catálogos de empresas com softwares proprietários são recebidos
constantemente pelas instituições. Decidir por qual adquirir já é considerado uma
tarefa dos bibliotecários e equipe de planejamento, que gerenciam e administram
as bibliotecas, esse é o seu papel.
A ALA- American Library Association, indica entre outros as decisões
em desenvolvimento de sistemas informatizados para bibliotecas, um quesito
importante e disseminado na literatura, considerando que os bibliotecários tem a
responsabilidade de aplicar a “eqüidade para o acesso à informação”, tanto para
os seus usuários como para a comunidade (ANCTIL, 2005).
Decidir qual software adquirir é uma responsabilidade difícil a todos os
profissionais. Desta forma, é necessário ver o que o mercado tem a lhe oferecer e
seus recursos disponíveis.
Existe a filosofia dos softwares livres sendo utilizada e disseminada
atualmente, seriam softwares sem custos para aquisição, com desenvolvimento
cooperativo e com os “códigos abertos”, ou seja, passíveis de adaptações e
mudanças.

�No presente artigo discute-se a utilização de softwares, quais os tipos
de softwares, quais são utilizados em Bibliotecas, qual a importância do “software
livre”, e apresenta como estudo o software GNUTECA – Sistema de Gestão de
Acervos, Empréstimos e Colaboração para Bibliotecas. Sua importância e sua
utilização.

SOFTWARES
A cada dia cresce constantemente a necessidade de se ter um
computador e a influência que os computadores têm sobre nossas atividades. O
computador tem seu funcionamento auxiliado pelos programas que os conduzem
em suas operações, esses programas, são denominados softwares. Um Software
é composto por instruções lógicas em linguagem de programação, ou seja, são
algoritmos; “uma seqüência finita de instruções cujo objetivo é solucionar um
problema lógico ou matemático” (MICROSOFT, p.124); escritos em forma a ser
entendida e executada como instruções pelo computador, podendo assim
futuramente realizar os mais diversos tipos de tarefas.
De acordo com Sawaya (1999, p. 436) software é “Suporte lógico,
suporte de programação, um conjunto de programas, métodos e procedimentos,
regras e documentação relacionados com o funcionamento e manejo de um
sistema de dados”.

Tipos de Software
No inicio da era da informática, por volta dos anos 50, a principal meta
dos produtores de tecnologia de computadores, era desenvolver técnicas e
aperfeiçoamento de hardware, para a minimização de gastos e custos com
armazenagem e organização de dados, além é claro da diminuição do tempo de
processamento. Nessa época, o software era composto apenas de instruções
lógicas para auxiliar o hardware na diminuição do tempo no processamento de
cálculos.

�Foi a partir dos anos 80 que se iniciou uma série de modificações nesse
cenário. O avanço tecnológico do momento passou a auxiliar ainda mais e o
software passou a ser mais bem desenvolvido, porém os desenvolvedores
começaram a notar o mau aproveitamento dessa melhoria. Assim sendo, a
solução encontrada para esse mal que se iniciava era finalmente o Software
(MEYER; BABER; PFAFFENBERGER, 2000).
A preocupação naquele momento, voltava-se ao desenvolvimento e
organização da produção de programas, que até então era básica e primaria, não
deixando de lado a evolução da máquina, que continuava e continua até nossos
dias em constante evolução.
Hoje, os dois segmentos, tanto o de hardware e quanto o de software,
continuam em constantes mudanças e desenvolvimentos. Os dois segmentos
possuem amplo planejamento de produção e detecta-se a evolução continua e
paralela, ou seja, hardware evolui para acompanhar o software e vice e versa.
Vários tipos de softwares foram surgindo, Freeware, Shareware,
Software Fechado, Livre, entre outros. Abaixo segue breve explicação sobre
alguns deles:
Freeware: Programas que geralmente são distribuídos gratuitamente,
alguns exigem cadastro paras disponibilização, seu código fonte não é disponível,
isso caracteriza o software a não ser livre.
Shareware: De acordo com Microsoft Press (1998, p. 371) os
sharewares possuem distribuição em caráter experimental e são protegidos por
direitos autorais. Depois do período de experimento, normalmente o usuário deve
adquirir licença para dar continuidade a utilização.
Software Fechado: São softwares que possuem seu código fonte
fechado e são de propriedade privada geralmente através do Copyright. Esses
softwares podem ser distribuídos gratuitamente, com autorização de quem
mantém o Copyright.

�Software Livre: É o software que pode ser utilizado, copiado, distribuído,
aperfeiçoado, ou seja, modificado, por qualquer pessoa, mesmo não sendo
proprietária. A seguir estudaremos mais precisamente um software livre.

Software Livre

Atualmente está ocorrendo uma crescente e rigorosa evolução no
mundo dos softwares. Diariamente os desenvolvedores, ou seja, programadores,
buscam inovações e técnicas para acompanhar os melhoramentos na tecnologia
de hardwares e periféricos. Perante essa realidade, surge o propósito da
utilização de tecnologia alternativa, assim sendo torna-se claro que o mundo,
caminha para a órbita dos softwares livres, em busca de disponibilidade para
adaptação legal e acima de tudo menores preços.
Um programador, desenvolvedor e ou construtor de softwares, utiliza
como ferramenta básica para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de seus
produtos o código fonte de um sistema. Um software livre é aquele que possui
seu código fonte aberto a qualquer usuário, que queira ou necessite de
modificações e adaptações, seja para uso doméstico, institucional ou empresarial.
Os programas com código fechado, são licenciados através do
copyright. Por outro lado, o copyleft licencia os softwares com código fonte aberto:
O copyleft é o nome, um trocadilho com copyright,
designado às licenças de propriedade intelectual (nome
genérico que abrange os direitos autorais, de software a de
marcas) que permitem a qualquer pessoa usar,
comercializar, copiar, ter acesso a todas a s informações e
modificá-las, contanto que na versão modificada, pelo
menos na parte em que o original foi utilizado, também
permita essas mesmas liberdades (PEREIRA, 2004).

As primeiras idéias sobre desenvolvimento de software livre, foram
criadas por Richard Stallman, fim da década de 70. Foi Stallman que deu inicio a
Fundação de Software Livre (Free Software Fundation). De acordo com

�MICROSOFT (1998, p.371) criada para eliminar restrições sobre os direitos de
uso, distribuição, copia e modificação de programas para computador, possuindo
código fonte aberto. A Free Software Fundation mantém e distribui softwares do
tipo GNU (FREE SOFTWARE FUNDADION, 2005).

GNU
O Gnu, teve o inicio de sua filosofia, por volta de 1984 e tinha como
objetivo principal, desenvolver um sistema operacional completo, porém livre na
tentativa de ser compatível ao UNIX1. De acordo com Sawaya (1999, p. 203)
“GNU, acrônimo para “GNU´s not Unix” (“Gnu não é Unix”). Projeto cujo objetivo
é fornecer, gratuitamente, software compatível Unix.”
Os GNU/Linux são sistemas operacionais livres, compatíveis com o
Unix. Eles são mantidos por programadores do mundo todo, interligados pela
Internet, com objetivo de sempre criar melhorias.
O GNU/Linux, proporciona ao usuário estabilidade no funcionamento do
computador além de manter baixo custo e ótimo desempenho em redes de
computadores.

SOFTWARES PARA BIBLIOTECAS

Os softwares para Bibliotecas tiveram seu início através da inserção da
informática na sociedade, acompanhando sempre seu desenvolvimento e suas
novas tecnologias da informatização, sempre foram bases de dados com módulos
de serviços voltados às Bibliotecas. Primeiramente com softwares que emitiam
listagens em forma de referências, ou fichas catalográficas, como o D-BASE, para
serem utilizadas nos catálogos de fichas das bibliotecas. Iniciaram também nas
Bibliotecas de grande porte, que nesta década de 70 utilizavam os computadores
Mainframe da IBM.

�Os softwares desenvolvidos para aplicações em computadores
de grande porte, se, por um lado, possuíam grande capacidade
de armazenamento de dados, por outro, não permitiam a
alimentação em tempo real e exigiam infra-estrutura
computacional com equipes altamente especializadas, ambientes
totalmente apropriados, colocando as bibliotecas, os
bibliotecários e os usuários totalmente dependentes da tecnologia
com pouca agilidade na prestação de serviços. A informação
sucumbe-se à tecnologia (CÔRTE et al., 1999, p. 242)

Após a utilização das tecnologias dos PCs (Personal Computers) e o
desenvolvimento das Tecnologias da Informação, estes modelos de softwares
foram sendo atualizados e desenvolvidos para uma parcela do mercado que não
tinham acesso a computadores de grande porte. Acompanhando sempre o
desenvolvimento da Tecnologia da Informação e o desenvolvimento dos Sistemas
Operacionais.
A modernização das bibliotecas está diretamente ligada à
automação de rotinas e serviços, com o intuito de implantar uma
infra-estrutura de comunicação para agilizar e ampliar o acesso à
informação pelo usuário, tornando-se necessário haver uma
ampla visão da tecnologia da informação e sua aplicação nas
organizações (CÔRTE et al., 1999, p. 242)

Com o este desenvolvimento surgiu no final da década de 80 o
MicroIsis – CDS-ISIS, software desenvolvido pela Unesco e que hoje é um dos
softwares mais popularizados para Bibliotecas, no Brasil e no mundo, devido a
sua licença Freeware, não necessário o pagamento de licenças.
Neste contexto surgiram as empresas de desenvolvimento de
softwares, com destaque para a Microsoft Co. Empresa que utilizou as definições
de softwares com janelas interativas e popularizou a utilização de PCs ( citação)
Os softwares para Bibliotecas, surgiram foram surgindo através de
diversas implementações e desenvolvimentos, através da criação de softwares
com os recursos de Tecnologia da Informação existentes nas Instituições de
ensino e empresas. Nesta época foram desenvolvidos inúmeros softwares,
utilizando os requisitos mínimos de informações sobre catalogação, a organização
de cabeçalhos de assuntos e a padronização automática de índices, tendo como

�padrão principal de formatação dos dados, o formato MARC, desenvolvido e
disseminado pela U. S. Library of Congress - Biblioteca do Senado Americano.
As Bibliotecas começaram a implementar bases de dados também nos
formatos padronizados e utilizados para a catalogação, conforme os padrões
adotados internacionalmente, como o ISBD e AACR2, este último utilizado no
Brasil. Tendo seus dados organizados para estes padrões e o formato de
importação de dados MARC as bases de dados começaram a se interligar e a ter
um padrão mínimo para a área biblioteconômica.
Dentre os softwares mais utilizados, destaca-se o CDS-ISIS, modelo de
softwares para o gerenciamento de documentação através de bases de dados de
fácil programação, sendo acessível e programável por profissionais bibliotecários
e da área de informática. Foi implementado e distribuído pela UNESCO ao mundo
todo. Teve sua primeira versão na década de 80 distribuída na América Latina.
A mediados de la década de los 80 hace su arribo a
Latinoamérica el software Microisis de la Unesco. Sus
posibilidades de ser usado en microcomputadora, de obtener
copias sin costo y de ser relativamente sencillo de usar ´favoreció
el desarrollo de los sistemas nacionales de información, permitió
que tanto miles de unidades de información y de usuarios, como
programas de otros organismos internacionales, se beneficiaran
con la automatización de los servicios de información y que a su
vez se lograra una estandarización [...]´ (MICROISIS 1, 1995 apud
FERIA; ROJAS BARAJAS, 1996).

O Microisis tem a principal função de organização de dados sobre os
materiais catalogados e distribuí-los em bases de dados. Sendo utilizada para
vários processos de trabalho em Bibliotecas, desde a catalogação até a
organização dos serviços de compra, doação e permuta. Sento uma base de
dados configurável, possibilitando diversas utilizações, desde que seja de
organização de dados e informações.
O Microisis (CDS-ISIS) na versão DOS teve primeiramente sua
utilização e até o momento a distribuição em forma de Freeware, com os códigos
fechados. Software sem custos para a utilização de sua licença, sendo necessária
1

Microisis. En Infolac: boletín trimestral del Programa Regional para el Fortalecimiento
de la Cooperación entre Redes y Sistemas Nacionales de Información para América Latina y
El Caribe. v. 8, n. 2, p. 35-37, abr./jun. 1995.

�somente um cadastro de usuários. Desta forma democratizou a distribuição para
que as Bibliotecas e demais usuários do mundo, tenham acesso a um software de
interface de fácil utilização e programação e principalmente que possibilitasse
comportar grande quantidade de dados das bibliotecas.
Uma de suas facilidades é a programação e implementação de
relatórios documentais em diversos formatos, programável pelos próprios
usuários ou suporte de informática.
Como característica principal do Microisis é sua função de base de
dados central, tendo opções para a inserção de dados multiusuário, através de
sua implementação em Rede e opção para consultas a catálogos nas bibliotecas,
através do desenvolvimento de módulos de catálogo.
Diversos softwares com licenças para compra, softwares fechados,
foram também implementados para fundir com os dados cadastrados no
Microisis. Estes softwares vêem a complementar com módulos de serviços que
não possui implementação. Eles utilizam uma interface para a utilização dos
dados para outras funções, como catálogos, circulação, relatórios estatísticos, e
finalmente ao catálogo via Internet. Utilizam um sistema que faz a ligação entre a
base de dados e os outros módulos, hoje denominado ISISDLL, desenvolvido em
conjunto BIREME – Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em
Ciências da Saúde e UNESCO, para sua versão em DOS ou Windows. “[...] o
ISIS_DLL é uma Interface de Aplicação Aplicada, para o desenvolvimento de
softwares utilizando a tecnologia CDS/ISIS. A DLL (Dynamic Link Library) é
independente da linguagem de programação usada, utilizado para hospedar o
aplicativo” (UNESCO, 2005, tradução dos autores).
Desta forma, outros sistemas podem e são desenvolvidos e
conseguirão ler os dados denominados “bibliotecas” de outros sistemas, ou seja,
por outras formas de programação gráfica, como: Windows escrita em Visual
Basic, Delhi, C, C++, Pascal.

�Com o ISISDLL a versão em Windows, denominada WINISIS, facilitou
muito o desenvolvimento de módulos, que faltavam no Microisis, através de
programação em outras linguagens.
Neste quesito a Bireme, organismo internacional, desenvolveu diversos
produtos para a implementação de novos módulos ao Microsis e a distribuição de
licenças de outros programas, que possibilitam melhorias na sua utilização, dentre
eles destacam-se:

SeCS - Sistema que permite o registro e acompanhamento de
coleções de publicações seriadas.
EMP - Sistema para gerenciamento de serviços de empréstimos
de bibliotecas.
WWWISIS - é o servidor de Internet para bases de dados Isis.
Opera via CGI (Commmon Gateway Interface) do Hypertext
Transport Protocol (HTTP) e, a partir da versão 4.0, conhecida
também como WXIS, utiliza uma linguagem de script baseada em
XML2, o IsisScript (BIREME, 2005).

Mesmo com estes desenvolvimento de softwares Freeware e módulos
por empresas particulares para aquisição, também foram desenvolvidos diversos
outros

softwares

comerciais.

Com

as

mesmas

funções

e

nível

de

desenvolvimento em forma de competição de mercado, sendo melhorados
constantemente. No mercado internacional e nacional existem softwares e
sistemas para Bibliotecas, alguns com implementações e módulos além das
expectativas das bibliotecas e profissionais bibliotecários, e também além dos
recursos financeiros da maioria das bibliotecas do mundo, desta forma
substituindo o Microisis e outros softwares Freeware, com implementações
necessárias também às bibliotecas.
Existe também a possibilidade das instituições ou empresas adquirirem
estes softwares e também existem as opções de adquirir as licenças Freeware
também como o Microisis, com suas vantagens e desvantagens, tanto
operacionais e principalmente financeiras.

�SOFTWARE LIVRE PARA BIBLIOTECAS

No

contexto

de

softwares,

através

de

tendência

nacional

e

internacional, existem também softwares livres. O diferencial está em que são
isentos de custo financeiros para a aquisição das licenças e principalmente com a
facilidade de programação, adaptações e melhorias, através de programação em
suas devidas linguagens. Os códigos fontes dos softwares livres são liberados
para outros desenvolverem ou realizar modificações e adaptações.
Os Princípios de Keystone, Clarke2 (2000 apud ANCTIL; BEHESHTI,
2005) indica a importância do bibliotecário estipular qual software deva utilizar,
através do princípio da eqüidade de acesso à informação.
[...] um comitê de administradores de biblioteca traçou junto a
Association of Research Libraries e OCLC3, para determinar a
direção futura da biblioteconomia, declaram que “Bibliotecas
criarão interoperabilidade nos sistemas que eles desenvolvem e
criam softwares de código aberto para o acesso, disseminação,
e administração de informação.” Embora considerando idealista o
estado presente de negócios, a mensagem indica claramente
aquele bibliotecário que código aberto não são mutuamente
exclusivas ao ponto de recomendar que os bibliotecários
assumem uma responsabilidade proativa em usar a tecnologia
para resolver problemas de ajustes diversos da biblioteca [...]

No Brasil foi desenvolvido o software GNUTECA – Sistema de Gestão
de Acervo, Empréstimo e Colaboração para Bibliotecas, primeiramente instalado
e desenvolvido na UNIVATES, conforme abaixo:
O Gnuteca é um sistema para automação de todos os processos
de uma biblioteca, independente do tamanho de seu acervo ou
da quantidade de usuários. O sistema foi criado de acordo com
critérios definidos avalidados por um grupo de bibliotecários e foi
desenvolvido tendo como base de testes uma biblioteca real, a do
Centro Universitário Univates, onde está em operação desde
fevereiro de 2002.O Gnuteca é um software livre, o que
significa que o mesmo pode ser copiado, distribuído e
modificado livremente. O software é aderente a padrões
conhecidos e utilizados por muitas bibliotecas, como o ISIS
(Unesco) e o MARC21 (LOC - Library Of Congress). Por ter sido
desenvolvido dentro de um ambiente CDS/ISIS, o Gnuteca prevê
2

3

CLARKE, Kevin S. Open software and the library community. 2000. Thesis (Master's)-School
of Information and Library Science, University of North Carolina, 2000.

�a fácil migração de acervos deste tipo, além de vários outros
(GNUTECA, 2005).

O Gnuteca também é distribuído em forma de cooperativa, tendo como
princípio de todo software livre, a cooperação para o seu desenvolvimento entre
os seus usuários. Quando desenvolve-se novos módulos, pode-se implementá-los
em novas versões do software, no momento está na versão 1.5.
A principal questão do não custo às Instituições, Bibliotecas ou usuários
é o que possibilita a implantação e uso dos softwares livres.
A escolha pelo desenvolvimento de um sistema complexo em
software livre é viável quando comparada à aquisição de um
produto proprietário equivalente, mesmo quando apenas uma
instituição arca com este custo. Quanto maior o número de
instituições envolvidas na produção de sistemas que possam ser
compartilhados, menor o custo total de desenvolvimento e
suporte, e maior a velocidade de produção (com mais pessoas
envolvidas) (SALVI et al., 2005).

O Gnuteca, que tem o protocolo GNU Linux ou Windows, desta forma
podendo ser utilizado em sistemas operacionais mais utilizados no mundo
(GNUTECA, 2005).

Salvi et al. (2005) esclarece:
É um sistema abrangente e genérico que pode moldar-se a
diferentes realidades de diferentes usuários, permitindo também
a criação de uma infra- estrutura de colaboração entre
bibliotecários e demais funcionários das bibliotecas, evitando a
repetição desnecessária de trabalho: uma vez feita a catalogação
de um título em uma biblioteca, estes dados catalográficos
podem ser "importados" para o sistema de outra biblioteca que
adquira o mesmo título.

Na área de biblioteconomia, os principais vantagens são:
-

custo zero na aquisição de licenças;

-

catalogação em formato MARC21;

-

gerenciamento do processo de circulação;

-

várias opções de busca ao catálogo local ou on-line;

-

várias opções de serviços aos usuários;

-

renovações de empréstimos via Internet;

�-

reserva de obras via Internet;

-

catalogação multiusuário;

-

possibilidade de integração de Sistemas de Bibliotecas, ou Campus
e Bibliotecas Setoriais e Central (Sistema Integrado de Bibliotecas);

-

catalogação cooperativa através da troca de dados catalogados;

-

opções de migração dos dados do Microisis, dados no formato
ISO2709;

De acordo com Weisheimer (2004) o Gnuteca tem os seguintes
módulos e suas funções principais:
Módulo de pesquisa:
-

pesquisa simples; pesquisa multicampo; percorrer índices
o pesquisa simples com a opção de Bibliotecas e campos
(todos, autor, título, entre outros)
o pesquisa multicampo com a opção de Bibliotecas e 2 caixas
de texto para consulta, com opções multicampo e utilização
de operadores booleanos.

Módulo administração:
-

acessos e permissões a membros da equipe da Biblioteca.

-

inserir e administrar:
o unidades da biblioteca; grupos de usuários; estados dos
exemplares; situação da reserva; políticas dos grupos;
feriados; gêneros de materiais; direitos dos grupos de
usuários; multas; empréstimos; reservas; usuários; entre
outros.

Modulo de Empréstimos:
-

empréstimos por nome; pendentes; alterar por tombo; listas
atrasados; listar multas; histórico.

Modulo de Reservas
-

Não atendidos; atendidos; por tombo; atualização.

�Módulo de Usuários
-

vínculos; pessoas.

Módulo de importação de arquivos no formato ISO2709, denominado
ImportaIso. Desenvolvido para migrar dados do CDS-ISIS ao Gnuteca.

Estes seriam algumas das funcionalidades do Gnuteca e sua versão
está disponível para download, livremente em sua página na Internet
http://www.gnuteca.org.br .

CONCLUSÃO

Softwares para Bibliotecas devem ser utilizados na era atual como um
complemento dos serviços bibliotecários, e principalmente por todas as
Bibliotecas que tenham recursos em Tecnologia da Informação. A opção de como
adquirir e onde adquirir, fica a critério de cada Biblioteca e seus recursos
disponíveis, tantos físicos, técnicos e principalmente financeiros.
A filosofia de softwares livres, sem custos para as Bibliotecas foi
instituída pela Unesco com o desenvolvimento e disseminação do Microisis. Neste
segmento muitas instituições organizaram e ainda organizam seus acervos
informacionais com estes softwares. Seu principal motivo é de ser totalmente
adaptável, no quesito relatórios e principalmente acessível sem custos.
Atualmente a filosofia dos softwares livres está mundialmente já
inserida em nosso mundo, sendo elogiado e criticado por pensadores,
pesquisadores e críticos. Sendo também discutido na política de aquisição de
softwares pelos órgãos públicos, principalmente das esferas federal e estaduais e
também instituições que não queiram adquirir licenças de softwares proprietários.
Os softwares livres são uma opção para instituições ou pessoas físicas
que não queiram ter custos na aquisição destes, não somente softwares para

�bibliotecas. mas também sistemas operacionais como o Linux e diversos softwres
como o OpenOffice, com os recursos de editores de texto, planilhas de cálculos e
outros.
Existem diversos softwares livres para bibliotecas sendo utilizados,
desenvolvidos e disseminados no mundo todo. O software Gnuteca tem a
importância de seu um software desenvolvido de forma cooperativa, sendo que já
teve várias versões desenvolvidas e constantemente atualizadas e já sendo
utilizado por várias instituições no Brasil e no mundo. E sua interoperabilidade
com outros softwares é também uma de suas vantagens, pois, com o código
aberto, fica aberto para adaptações a outros softwares institucionais também
livres. Desta forma, leva às instituições a terem um software sem custos para a
Biblioteca, e principalmente poder instalar outros softwares que se interagem com
ele, como, sistemas operacionais, sistemas financeiros, controles acadêmicos,
softwares de gerenciamento de bases de dados, geração de relatórios, entre
outros.
Outra vantagem do Gnuteca, que utiliza o padrão MARC21 para a
inserção dos dados no sistema e que foi desenvolvido com a assessoria de
bibliotecários também. Sendo um software de Biblioteca com recursos de
configuração, catalogação, administração, pesquisas e serviços aos usuários,
com interface de interatividade fácil pelos usuários, bibliotecários, demais
auxiliares e técnicos de bibliotecas e suporte de informática. Tendo sua interface
de consulta e serviços disponível em ambiente Web na Internet. Desta forma
sendo também um software que não tem fronteiras ou dificuldades de
comunicação entre usuários e biblioteca, ou bibliotecas com outras bibliotecas.
Como outra facilidade do Gnuteca, foi o seu desenvolvimento ser
dirigido a importar dados do Microisis, tendo um módulo para a importação de
arquivos ISO2709, padrão utilizado pelo Microisis e outros softwares de
documentação.
Desta forma o Gnuteca vem a apresentar à comunidade bibliotecária
principalmente a importância de utilização de softwares livres. Sendo atualmente

�uma opção às instituições, bibliotecas ou bibliotecários que queiram organizar
acervos informacionais ou queiram realizar mudança de sistemas em suas
Bibliotecas.

FREE SOFTWARE FOR LIBRARIES, ITS IMPORTANCE And USE: THE
GNUTECA CASE
ABSTRACT:
This article presents the importance of the use of softwares for libraries, having as
"free software", its advantages. Through the use of “Gnuteca-Sistema de Gestão
de Acervo, Empréstimos e Colaboração para Bibliotecas”, that was developed by
the Center Univ. Univates and is being used in Brazil and some countries. It uses
methodology GNU and it was developed to use standards MARC21 and
importation of data of the Microisis.

It presents the types of softwares, the

importance of softwares without costs, which the definition of free software. It has
as resulted of bibliographical research the use of the Gnuteca, its advantages for
the libraries and its interoperability with others softwares, its main modules and its
interface in the InterNet. Demonstrated that it is a viable software to the libraries
that do not want to have costs with licenses of softwares.
Keywords: Softwares for libraries; Libraries - computerization; Free software

�1

Sistema operacional considerado poderoso, multiusuário e multitarefa, produzido por Ken Thompson e
Dennis Ritchie no Bell Laboratóries.
2
Extensive Markup Language. Linguagem de Internet com o texto marcado, possibilitando sua organização
e recuperação dos dados.

REFERÊNCIAS

ANCTIL, Eric; BEHESHTI, Jamshid. Open source integrated Library Systems: an
owerview. Disponível em: &lt; http://www.anctil.org/users/eric/oss4ils.html &gt;. Acesso em: 20
jan. 2005.
BIREME. Catálogos de produtos. Disponível em: &lt;
http://productos.bvsalud.org/html/pt/home.html &gt;. Acesso em: 07 jan. 2005.
CÔRTE, Adelaide Ramos; ALMEIDA, Ieda Muniz de; PELLEGRINI, Ana Emília et al.
Automação de bibliotecas e centros de documentação: o processo de avaliação e seleção
de softwares. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. 28, n. 3, p. 241-256, set./dez. 1999.
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información electrónica en los países latinoamericanos. In: JORNADAS MEXICANAS DE
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SALVI, Eloni José; BROD, Cesar; DALL´OGLIO, Pablo; FRITSCH, João. Quando o bazar
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2005.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Este artigo apresenta a importância da utilização de softwares para bibliotecas, tendo como o “software livre”, suas vantagens. Através da utilização do Gnuteca-Sistema de Gestão de Acervo, Empréstimos e Colaboração para Bibliotecas, que foi desenvolvido pelo Centro Univ. Univates e está sendo utilizado no Brasil e em vários países. Utiliza a metodologia GNU e foi desenvolvido para utilizar os padrões MARC21 e importação de dados do Microisis. Apresenta os tipos de softwares, a importância dos softwares sem custos, qual a definição de software livre. Tem como resultados de pesquisa bibliográfica a utilização do Gnuteca, suas vantagens para as bibliotecas e sua interoperabilidade com outros softwares, seus principais módulos e sua interface na Internet. Demonstrou-se que é um software viável às bibliotecas que não queiram ter custos com licenças de softwares.</text>
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