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                  <text>TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E O
OFERECIMENTO DE SERVIÇOS NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DE
INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR

Angélica Conceição Dias Miranda  angelicam@furg.br - FURG Rio Grande/RS  Brasil
Fernando Antonio Forcellini  forcellini@deps.ufsc.br - UFSC Florianópolis/SC  Brasil
Gregório Jean Varvakis Rados - grego@deps.ufsc.br  UFSC Florianópolis/SC  Brasil
Rogério Cid Bastos - rogerio@inf.ufsc.br - UFSC Florianópolis/SC  Brasil

Resumo: O presente trabalho tem como tema as Tecnologias de Informação e
Comunicação e a avaliação de serviços nas Bibliotecas Universitárias (Bus) de
Instituições Federais de Ensino Superior. Trata-se de uma reflexão de como
esse crescimento tem possibilitado às bibliotecas universitárias trabalhar em
rede de computadores e assim acompanhar o ritmo da evolução e da
administração das suas tarefas e rotinas. Expõe como o oferecimento de
produtos online permite que o usuário/cliente possa se beneficiar, facilitando o
acesso e o uso da informação e, conseqüentemente mostrando que com o
passar dos anos a biblioteca universitária agregou valor ao seu significado, no
atual cenário competitivo que se apresenta.
Palavras Chave: Tecnologias de Informação e Comunicação; Biblioteca
Universitária; serviços

1 INTRODUÇÃO

No

contexto

de

bibliotecas

universitárias

(BUs)

brasileiras

as

Tecnologias de Informação e comunicação (TICs) contribuíram de forma
significativa para a melhoria de produtos e serviços. Possibilitaram também,
uma nova abordagem da postura dos profissionais bibliotecários no sentido de
promover a informação no seu meio. Este trabalho trata-se de uma reflexão,
com base na literatura, do quanto as TICs mudaram essa relação
informação/usuário/bibliotecário.

Apresenta um item sobre as TICs, as

Bibliotecas Universitárias, comenta sobre o acesso.

2 BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (Bus)

Tradicionalmente as Bibliotecas universitárias são conhecidas como
"Bibliotecas de Instituições de Ensino Superior (IES), quer sejam de instituições

�privadas, estaduais ou federais, destinadas a suprir as necessidades
informacionais da comunidade acadêmica, no desempenho de suas atividades
de ensino, pesquisa e extensão" (CARVALHO,1981, p. 1). Essa visão limitada
ao aspecto técnico e aos usuários, pode ter conseqüências sérias,
principalmente, porque, numa visão sistêmica para (HERSEY; BLANCHARD,
1986), esses dois aspectos estão diretamente relacionados aos aspectos
sociais e humanos.

Tarapanoff (1996), afirma que a sociedade dos homens foi definida
como uma sociedade organizacional e que a partir desta premissa a biblioteca
universitária é uma organização, diz que a sua característica primordial é o fato
de não possuir autononomia, visto existir em função da Universidade. Percebese que existir para dar suporte as atividades não é somente o que a BU
precisa. É necessário estar envolvida no desenvolvimento institucional. O papel
de provedora de infra-estrutura bibliográfica e informacional pode levá-la a ser
um organismo inanimado, sem iniciativa.

A função de provedora/participante no sentido de realizar atividades que
demonstrem dinamismo pode auxiliar na captação de recursos para investir no
seu crescimento e também despertar sua comunidade a participar do seu
crescimento e atualização não sendo apenas uma unidade subordinada em
seu contexto, mas atuando nos mais diversos sentidos.

Estefano (1996) menciona:
[...] as Bibliotecas Universitárias são empresas e, como
tal, constituída por um conjunto de funções responsáveis,
que vão desde a localização, organização até a
recuperação da informação para os usuários que dela
necessitam. A sua estrutura organizacional está formada
por departamentos denominados de divisões e seções. A
cada departamento cabe a responsabilidade pelo
desenvolvimento de algum produto e/ou serviço,
formando uma cadeia até a sua execução final.

As bibliotecas universitárias sempre estiveram em destaque no contexto,
seja pela posição que ocupam, por estar num espaço que lhes propicie atuar
entre pesquisa, ensino e extensão, seja pela necessidade de atualização que

�demonstra por estar nesse meio. E durante as décadas passadas as mesmas
procuravam atualizar-se para oferecer melhores serviços à sua comunidade.

Na literatura de 1970 encontrou-se textos referentes à bibliotecas na
visão sistêmica, caracterizada como um organismo contido num outro maior
(universidade), interagindo ininterruptamente de forma a tanto sofrer influências
do seu meio, quanto influenciá-lo diretamente.

Lemos (2002) diz que toda a atividade da Universidade está intimamente
relacionada com as suas funções de ensino, pesquisa e extensão que só
podem ser desenvolvidas apoiadas em uma base BU competente e
organizada.
Para Taylor (apud FERREIRA 1979) a biblioteca universitária do futuro
resiste ao uso da palavra biblioteca por conter conotações que podem dificultar
sua adaptabilidade e permanência. Segundo o autor ela ocupa-se em estudar
uma "instituição social" que permita utilizar forma eficaz, dados, informação,
conhecimento, formas artísticas entre outros sendo ainda suporte ao lazer,
pesquisa e decisões.

No ambiente organizacional da biblioteca, necessita-se identificar quem
são os clientes internos e externos dos serviços disponibilizados. Isto se reflete
na gestão estratégica (planejamento), tática (possibilitar a sintonia no
gerenciamento das circunstâncias) e a operacional que envolve desde os
recursos humanos (pessoas), os recursos materiais (livros, assinaturas de
periódicos, teses) e as tecnologias da informação (aculturação no processo de
incorporação de computadores, intranet, internet, etc. , no ambiente). Saber
diagnosticar, analisar,escolher e gerenciar quais as atividades prioritárias numa
biblioteca requer a utilização de métodos e técnicas mais adequadas para
satisfazer o cliente final. Ao avaliar esse contexto pode-se desenvolver ações
concretas e apropriadas, focalizando a melhoria contínua de produtos.

�Para BRASIL (1997, p. 178) ao falar em bibliotecas, convém lembrar
que:
[...] são as entidades mais apropriadas para a
promoção da disseminação do acesso à Internet,
especialmente aos usuários sem condições de
estabelecer suas próprias conexões. Embora este
papel seja mais facilmente aceitável e visível no caso
das bibliotecas de instituições de ensino e bibliotecas
públicas.

Estas podem desempenhar o papel de facilitar a entrada no mundo
virtual aos que até então estão excluídos.

A afirmação de Mobrice (1991), que o desempenho da Universidade
para o cumprimento das suas funções, demanda bibliotecas bem organizadas
pois a evolução da ciência se faz por um processo cumulativo, que novas
experiências e conhecimentos são somados àqueles existentes, mostra que
passada mais de uma década, continua real. Conforme as necessidades de
implementações, cada vez maiores de métodos de avaliação das IES, elas
passam a ser um ponto chave nessa caminhada.

Mesmo com o passar dos anos acima das mudanças e sofrendo pela
dificuldade de se manter atualizada em meio a explosão documental na
sociedade, as bibliotecas demandam um espaço geográfico e cultural precioso
que proporciona à sua comunidade o acesso ao novo, tanto quanto ao
histórico. Além dessas avalanches surgem exigências novas a cada dia, elas
oferecem o suporte para a instituição, quanto mais específicos os requisitos
para o funcionamento dos cursos de graduação mais são as solicitações
realizadas para elas estarem dentro de padrões educacionais para se buscar a
qualidade no processo de aprendizagem.

�Reitoria

Pró Reitorias

Departamentos

Biblioteca

Comissões de Curso Outras Unidades Comunidade externa

Figura 1
Fonte: os autores

A figura acima procura retratar a função da biblioteca no seu meio como
provedora de insumos às mais diferentes unidades dentro da instituição. Ela
fornece dados à Reitoria quando da elaboração de metas

e/ou outras

situações, o mesmo para as pró reitorias, aos cursos quando da avaliação,
precisa apresentar suas tarefas e rotinas. Quando as instituições

são

departamentalizadas, ou não, envolvem-se com diversos projetos, com outras
unidades analisa a parte de aquisições indo da seleção do acervo até
aquisição de bens materiais. Presta serviços as comunidades interna
(servidores, docentes e discentes) bem como a externa, dando atendimento à
pesquisa bibliográfica. Atualmente, algumas Bus disponibilizam também o
acesso a rede mundial de computadores à comunidade externa. Cita-se o caso
da Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina.
Integrada ao seu meio, os usuários externos tem microcomputadores
exclusivos para acessar e-mails e outros serviços da rede. Estas afirmações
demonstram o envolvimento das Bus no seu meio. O tempo de depósito de
livros passou. Cabe afirmar que elas são organismos atuantes.

A importância da biblioteca consiste na atualização, na organização do
acervo para facilitar sua recuperação, acesso e uso. Se for acervo digital,
residente ou online aumenta a preocupação com o aparato tecnológico, além
de tê-lo, há a preocupação em mantê-lo, moderno, dinâmico e atualizado, para
não se tornar sucata e conseqüentemente ferro velho sem condições de uso,

�se envolver impressos, acesso e o uso do acervo, o pensar no espaço físico e
meios adequados de funcionamento para não se perder diante das condições
climáticas.

Fachin (2002) lembra que a evolução da sociedade baseia-se no acesso
e uso da informação, no pensar para construir o novo, o re-pensar, o inovar,
para que seja possível ampliar o conhecimento de cada indivíduo. Desta forma,
destaca-se que a BU representa um centro de informações. Sua função é a de
ser atuante, de representar uma ponte com o passado, influenciando o
presente e preparando o futuro. Precisa estar ao alcance, indo além de
disponibilizar o que ainda não é procurado, mas, que seguidamente o será.

3.1 O oferecimento de produtos
A partir de um panorama rotineiro, no qual a preocupação centraliza-se
em realizar pesquisas, empréstimos domiciliares, ofertar espaço para leitura no
próprio ambiente, comutação bibliográfica e acesso à base de dados, além de
outros serviços. O gestor da biblioteca depara-se com um universo mais
dinâmico, no qual existe competitividade, pautada na qualidade, esta passa a
ser o fator preponderante no processo de avaliação e os profissionais são os
responsáveis pela necessidade da implementação das inovações e também de
adequar o ritmo das competências, habilidades e atribuições da equipe para
satisfazer as demandas da comunidade.

A evolução dos suportes das fontes de informação do acervo, percebida
na década de 1980 mostra que a biblioteca tornou-se mais do que um simples
depósito de livros, periódicos, fitas cassete e vídeos. Na década de 1990,
passou a incorporar a informação digital residente em disquetes, CD-ROM,
micromputadores, informação em rede de computadores, bases de dados,
periódicos on-line e páginas da web. Já no século 21, houve uma mudança
significativa no oferecimentos de serviços, os usuários passaram a ter algumas
facilidades, não precisando sair das suas salas e tendo o conteúdo das

�bibliotecas vinte quatro horas por dia disponível. Indo do acesso ao texto
completo a renovação/reserva de documentos na Biblioteca física.
Estas mídias surgidas e incorporadas no cotidiano provocaram
mudanças na gestão da informação. A figura abaixo ilustra algumas mudanças
ocorridas.

1980

1990

2000

Disquetes

CD-ROM (Bases de dados)

Portal da
completos)

Fitas K7

Periódicos online

Fitas VHs

Informação em rede

Microcomputadores
Empréstimo domiciliar
Pesquisa/renovação/reserva
no local
Leitura na sede

Páginas web
Empréstimo domiciliar
Pesquisa/renovação/reserva
no local
Leitura na sede

Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações - BDTD
Acesso aos mais diversos
bancos de dados
Comut Online
Empréstimo domiciliar
Pesquisa/renovação/reserva
de livros via web
Leitura na sede

Capes

(textos

Figura 2 Serviços oferecidos
Fonte: os autores

Com o avanço da ciência e tecnologia novos conceitos surgiram, outros
foram reformulados, e organizações adotaram nova postura para manter sua
clientela respaldando-se na qualidade. As bibliotecas sob o ponto de vista que
são organismos cooperantes em seu meio, não fogem a realidade.

De acordo com Davenport (2003, p. 30):
As pessoas buscam conhecimento porquê esperam
que ele as ajude a ter sucesso em seu trabalho. O
conhecimento é o remédio mais procurado para a
incerteza. Todos nós procuramos pessoas dotadas de
conhecimento quando precisamos solucionar um
problema.

Dentro da visão acima proposta, podemos dizer que procuramos não
somente pessoas mas também meios de resolver problemas. Um dos
caminhos que se pode apontar são as bibliotecas. Nos momentos de dúvida,
de carência de conhecimento, primeiramente buscamos material informativo.
Em livros, periódicos ou outros meios. Hoje, a Internet possibilita meios para
tal. O acesso a informação em qualquer tempo/momento, é o diferencial. Assim
como o acesso a portais é 24h, onde temos a certeza de encontrar parte, ou

�totalidade do que procuramos lá, já existem bibliotecas físicas preocupadas
com esse ponto, a Biblioteca do IPA/POA, é uma delas. Disponibiliza seus
serviços 24h por dia, em geral, sete dias por semana. Assim, afirmamos que
procuramos informação para torná-la conhecimento e resolver nossos
problemas.

3 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs)
Ao considerar as mudanças no ambiente organizacional oriunda das
TICs, centradas no uso intensivo da rede de computadores, torna-se
indispensável acompanhar o ritmo dessa evolução, da adaptação e da
administração dos diferentes processos e/ou de suas etapas nas bibliotecas,
no sentido de ofertar produtos e serviços com qualidade para satisfazer as
demandas da comunidade.
Para Bertholino, Pinto e Inoue (2000) a utilização dos recursos
multimídia na produção de dados disponíveis em formatos eletrônicos vem
crescendo de forma exponencial, devido ao menor custo e a maior
versatilidade na geração e disseminação do formato eletrônico quando
comparado ao formato tradicional em papel.
Usar as TICs

consiste, entre outros, em expor a página (site) da

biblioteca para a comunidade universitária e mostrar os recursos disponíveis,
no formato papel, para que possa ser localizado e utilizado ou então, no
ambiente online, promovendo a integração e a interação do compartilhamento
de informações através de diferentes mídias. Pode-se ainda dizer, que esta é
uma necessidade dos pesquisadores, professores e estudantes, pois, lhes
permitem além de um intercâmbio constante, facilitar a busca, o acesso e o uso
da informação nas diversas áreas do conhecimento.
A assimilação das TICs nas organizações, requer o enfoque da gestão
estratégica, da tática e da operacional envolvendo recursos humanos,
educacionais, culturais, financeiros e informacionais. Este cenário interfere na
tomada de decisão quanto aos equipamentos necessários, suas aplicações e
uso para satisfazer a necessidade do cliente, ou seja, o usuário da biblioteca.

�Utilizar-se da informática para qualificação dos serviços de uma
organização tornou-se preponderante nos dias atuais. Não é possível pensar
em dado, informação e conhecimento e posterior aprendizado sem pensar nas
ferramentas que facilitam sua busca e identificação.
O conhecimento e as competências são hoje aspectos prioritários para o
desenvolvimento de uma instituição, podendo por vezes comprometer seu
desempenho se forem mal gerenciados. Diferentemente da era industrial, a
realidade de hoje, dentro de uma economia globalizada, obriga a reinvenção
dos negócios, ou seja, inovação de produtos e serviços.
A evolução das tecnologias de informação e comunicação trouxeram
mudanças significativas tanto no tratamento quanto na disseminação da
informação. Seu uso proporciona cada vez mais a facilidade da disseminação
das informações, tornando possível integrar usuários da rede e novas fontes,
possibilitando, assim, a geração de novos conhecimentos.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As bibliotecas universitárias, dentro da sua realidade, procuram
atualizar-se com o uso intensivo do que a rede proporciona mas, infelizmente
ainda tem como principal barreira a falta de incentivos. Institucional ou
governamental, nos deparamos com obstáculos financeiros que as impedem
de progredir tecnologicamente. Algumas,

ainda, tem a feliz vantagem de

serem favorecidas pelos seus pares. Que as compreendem e valorizam, mas, a
grande maioria não conta com esta realidade. E, muitas vezes parte da
administração sequer conhece o caminho, a realidade ou as dificuldades das
bibliotecas, correndo o risco terrível de tomarem decisões para e pela
biblioteca, não convidando os profissionais a discutirem sua realidade. Por
outro lado deparamo-nos com os profissionais que tentam se fazer ouvir,
discutindo a necessidade de investir em sistemas fortes e com futuro,
solicitando a inclusão para aquisição de bancos de dados online, ou, mesmo
aquisição em papel, mas que compreendem que a Biblioteca Universitária é
mais do que se apresenta, por atender ao publico interno e externo, reitera-se o

�dizer de BRASIL (1997) quanto salienta que elas são as mais apropriadas para
promover o acesso a informação e assim diminuir as barreiras da inclusão
digital, cada vez mais visíveis no nosso dia a dia.

REFERÊNCIAS
BERTHOLINO, M .L.F.; PINTO, I.T.R.; INOUE, M.T.M. A Web como canal de
divulgação de serviços e produtos de bibliotecas universitárias: análise do
conteúdode home pages. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS,11, 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis : UFSC, 2000.
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LEMOS, Luiz Augusto. Avaliacao da percepcao do cliente interno : servicos
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�FERREIRA, L. S. Bibliotecas universitárias brasileiras. São Paulo:
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Miranda, Angélica Conceição Dias; Forcelline, Fernando Antonio; Rados, Gregório Jean Varvakis; Bastos, Rogério Cid</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFBA</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2006</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O presente trabalho tem como tema as Tecnologias de Informação e Comunicação e a avaliação de serviços nas Bibliotecas Universitárias (Bus) de Instituições Federais de Ensino Superior. Trata-se de uma reflexão de como esse crescimento tem possibilitado às bibliotecas universitárias trabalhar em rede de computadores e assim acompanhar o ritmo da evolução e da administração das suas tarefas e rotinas. Expõe como o oferecimento de produtos online permite que o usuário/cliente possa se beneficiar, facilitando o acesso e o uso da informação e, conseqüentemente mostrando que com o passar dos anos a biblioteca universitária agregou valor ao seu significado, no atual cenário competitivo que se apresenta.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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