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                  <text>Eixo II - Pesquisa e Extensão
BIBLIOTECAS EM REDE: ANÁLISE DE FANPAGES DE BIBLIOTECAS DE
UNIVERSIDADES FEDERAIS DO CENTRO-OESTE
LIBRARIES IN NETS: EVALUATION OF BRAZILIAN MIDWEST FEDERAL UNIVERSITIES
ACADEMIC LIB

Resumo: Avalia páginas no Facebook de bibliotecas de universidades federais do CentroOeste, analisando a existência de redes de páginas, a participação de usuários e outros
elementos. Parte-se da premissa que tanto a comunicação das bibliotecas universitárias como
sua oferta de serviços são beneficiados pela utilização de redes sociais de internet, como o
Facebook. Para tanto, realiza pesquisa básica, com abordagem quanti-qualitativa, descritiva e
exploratória. Os métodos digitais Netvizz e Crowdtangle foram usados para a coleta de dados,
que se deu em 19 de janeiro de 2018. Os resultados apontam disparidades entre as fanpages
de bibliotecas das universidades federais do Centro-Oeste, seja em relação a pontos positivos
como desafios a serem enfrentados. Sugere-se, ainda, a criação de mecanismos que permitam
o compartilhamento de experiências entre os gestores de páginas de bibliotecas universitárias.
Conclui-se que são necessárias políticas específicas para a gestão das fanpages, bem como a
oferta de formação aos administradores das páginas.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Comunicação organizacional. Facebook.
Abstract:

es,

networks of pages, how users are engaged by pages etc. We understand that the
communication of academic libraries and the services they offer are benefit from the
utilization of social media, especially Facebook. In order to do that, we promoted a basic
research, from a quantitative-qualitative, descriptive and exploratory approach. Netvizz and
Crowdtangle, digital methods, allowed the extraction of data, in January 19, 2018. Results
prominent challenges. It is suggested the creation of tools which allows exchange of
knowledge and experiences between personnel which manage fanpages of academic libraries.
Finally, there is a need for specific policies to Facebook pages management and for academic
formation to their managers.
Keywords: Academic library. Organizational communication. Facebook.

�1 INTRODUÇÃO
Os espaços reticulares do ciberespaço redesenham a interação social, a manifestação
política e artística, bem como reorganizam a oferta de produtos e serviços. (SANTAELLA,
2016). Neste contexto, a presença das bibliotecas universitárias nas redes sociais de internet é
cada vez maior, já que seus usuários ali estão. Em suas páginas e perfis, estas instituições
ampliam sua oferta de produtos e serviços, o que envolve alguns desafios e oportunidades.
Dentre os desafios, destaca-se a necessidade de uma presença efetiva nestas redes,
engajando usuários e produzindo conteúdo específico para cada uma delas. Deve-se
considerar, ainda, que embora é importante estar no mesmo espaço que os usuários, nem toda
plataforma é adequada para uma biblioteca. Há, ainda, os desafios relacionados a políticas de
uso destas mídias, a oferta de recursos necessários e a metrificação do impacto destas
ferramentas (CHATTEN; ROUGHLEY, 2016).
Não se pode olvidar, ainda, os desafios relacionados à formação das equipes gestoras,
que devem ter conhecimentos específicos para administrar estas plataformas. As bibliotecas
universitárias, especialmente em instituições públicas, enfrentam déficit de servidores. Seus
quadros, muitas vezes, não envolvem profissionais da comunicação. Assim, a inserção de uma
biblioteca nas redes sociais de internet implica em ampliação da carga horária destes
profissionais, a necessidade de formação e questões relacionadas.
Outro desafio está relacionado ao acesso. No Brasil, o acesso à internet só é possível
para 54% da população e está relacionado à classe econômica - enquanto 97% dos domicílios
da classe A já possuem acesso, apenas 16% dos lares das classes D e E têm internet

e

escolaridade (PESQUISA..., 2016). Entre a população que acessa a rede, a maioria o faz por
meio do celular

72%, segundo a Pesquisa Brasileira de Mídia 2016 (BRASIL, 2016). Já a

TIC Domicílios aponta que 93% dos usuários da internet se conectaram à rede pelo celular.
(PESQUISA..., 2016).
Apesar da divisão digital, há uma parcela significativa de brasileiros que são usuários
da internet e das redes sociais. Estes possuem demandas específicas, que devem ser atendidas.
Em um país em que faltam bibliotecas públicas, as bibliotecas universitárias têm papel de
destaque, preenchendo, parcialmente, uma lacuna na oferta destas instituições. Neste sentido,
sua presença nas redes sociais
universidade

e, também, em outros espaços virtuais e atuais além

é importante e deve compreender, também, ações para aprimorar a inclusão e o

acesso à cultura digital.
Entre as oportunidades, está a ampliação da oferta de serviços por parte da biblioteca.
Tella e Oyedokun (2014), por sua vez, destacam que a introdução das redes sociais alterou

�significativamente os serviços de referência, que passam a ser oferecidos também nestas
plataformas. Há, ainda, a possibilidade de realizar uma curadoria de conteúdos importantes
para o usuário (CHATTEN; ROUGHLEY, 2016), acesso ao catálogo pelo Facebook (SILVA;
RUFINO, 2016), dentre outras funcionalidades.
A partir deste contexto, este artigo avalia a presença no Facebook de bibliotecas de
universidades federais da região Centro-Oeste brasileira, a partir da página destas instituições.
São avaliadas a rede de páginas curtidas, a participação de usuários, dentre outros elementos.
2 EXPERIÊNCIAS E SERVIÇOS
Em pesquisa que avalia a percepção de bibliotecários do estado nigeriano de Oyo
sobre o uso do Facebook e do Twitter para divulgar as instituições que trabalham, Fasola
(2015) observou que há relação entre o tipo de biblioteca e o uso destas redes. Há uma maior
percepção da importância deste uso entre bibliotecas universitárias e bibliotecas especiais.
Chatten e Roughley (2016), por sua vez, relatam que as bibliotecas universitárias têm
utilizado as mídias sociais com diferentes usos e de diversas maneiras.
Em relação ao serviço de referência, diversos autores discutem sua implantação nas
páginas de Facebook de bibliotecas universitárias. Não se pode esquecer, contudo, que o
serviço de referência virtual
oferece um ponto de acesso único em linha que o usuário pode identificar
imediatamente, ao qual ele apresenta uma solicitação, entregue aos cuidados de
profissionais qualificados, solicitação esta que enseja uma resposta rápida, pertinente
e de qualidade. (ACCART, 2012, p. 181).

Nas redes sociais, a celeridade da resposta é essencial e uma página pouco monitorada
perde seguidores rapidamente (CHATTEN; ROUGHLEY, 2016). Além disto, é preciso
garantir a oferta de informações de qualidade a solicitações apresentadas pelo usuário. Não se
deve confundir, então, o serviço de referência com a divulgação de informações sobre a
biblioteca no site: certamente, a disseminação também envolve o setor de referência, mas nem
sempre é resposta à pergunta de um usuário. Assim, quando se fala em serviço de referência
por meio do Facebook, é preciso considerar que as demandas dos usuários serão atendidas.
Tella e Oyedokun (2014) avaliam o serviço de referência on-line oferecido por
bibliotecas universitárias nigerianas por meio das redes sociais. O estudo aponta que, embora
muitos usuários sabiam da presença destas instituições nas redes sociais, poucos estavam
cientes da existência do serviço de referência realizado nestas plataformas. Naquele contexto,

�a desigualdade de acesso à computadores e internet, aliada ao desconhecimento dos usuários
da oferta destes serviços, resultaram na pouca eficiência do serviço de referência virtual.
Chatten e Roughley (2016) apontam desafios enfrentados pela University of
Liverpool Library em sua inserção nas redes sociais. Naquele contexto, existiam recursos
humanos limitados para a gestão destes perfis, bem como não se compreendia a abordagem
mais adequada. A biblioteca decidiu replicar suas postagens do Twitter no Facebook,
envolver-se minimamente com os usuários e abordar, fora das redes sociais, comentários
recebidos nestas plataformas. Adotou-se, no Twitter, a publicação de textos curtos e factuais,
feed monótomo no Twitter e
nenhuma identidade individual no Faceboo

117

).

Esta situação se transforma a partir de orientações da nova chefia de assuntos
acadêmicos, quando se adota uma abordagem mais personalizada da biblioteca. A proposta
envolvia dar personalidade e caráter à instituição, de forma que fosse reconhecida pelos
usuários. Cabe destacar, ainda, a existência de uma política de mídias sociais na University of
Liverpool, adotada pela biblioteca. A equipe de mídias sociais é composta por onze pessoas,
de diversas áreas da biblioteca. Geralmente, são funcionários dos departamentos de serviços
ao usuário, de assuntos acadêmicos, de coleções especiais e de recursos eletrônicos. São
realizadas reuniões, a cada duas semanas, a fim de avaliar o trabalho realizado. (CHATTEN;
ROUGHLEY, 2016).
No Brasil, várias pesquisas discutem o uso do Facebook por bibliotecas universitárias,
apresentando os serviços oferecidos na plataforma. Destaca-se, aqui, Satur et al. (2016), que
realizaram a avaliação da oferta de serviços on-line oferecidos por bibliotecas de
universidades federais nordestinas; e Azevedo et al. (2017), que relatam o uso do Facebook
pelas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas.
No contexto brasileiro, há de se levar em conta ainda o que define a Lei de Acesso a
Informação (lei 12.527 / 2011). A norma, que no serviço público federal, é regulamentada
pelo Decreto nº 7.724, de 2012, estabelece práticas de transparência ativa no site de
instituições ligadas ao governo federal. Por que não ampliar a oferta destas informações
também pelo Facebook? Embora as universidades possuam seus próprios Sistemas de
Informação ao Cidadão (SIC), a própria biblioteca poderia utilizar seu Facebook como espaço
de atendimento a estas demandas, dentro das premissas de um serviço de referência em
sentido lato.
117

individual identity

�3 DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Diante do desafio de manter as páginas sempre atualizadas (FASOLA, 2015;
CHATTEN; ROUGHLEY, 2016), mesmo diante de equipes reduzidas e, muitas vezes, sem
um profissional específico de comunicação, como devem se organizar as bibliotecas? Chatten
e Roughley (2016) sugerem que a equipe que faz a gestão destas redes seja composta por um
grupo amplo, de modo a envolver pessoal de todos os serviços oferecidos pela instituição.
Fasola (2015), por sua vez, orienta designar um bibliotecário para a biblioteca virtual,
responsável pela atualização dos perfis e páginas da instituição. Nos casos em que isto não
seja possível, em função de recursos financeiros, ele sugere reduzir a carga horária de alguns
bibliotecários, para que estes realizem atualização on-line. Em qualquer um dos casos, devese considerar que uma efetiva comunicação organizacional procura atender as necessidades
dos públicos, buscando o alinhamento com as demandas da instituição.
Kunsch (2013) aponta que a comunicação organizacional envolve a comunicação
institucional, a comunicação mercadológica, a comunicação interna e a comunicação
administrativa. Nem todas instâncias envolvem, necessariamente, a atuação da biblioteca
universitária, mas devem ser consideradas. O mix de comunicação integrada considera a
comunicação

organizacional

um

composto

feito

pela

comunicação

institucional,

mercadológica e administrativa.
A face institucional envolve relações públicas, marketing cultural, jornalismo e
assessoria de imprensa, a identidade corporativa e a propaganda institucional. Por sua vez, a
comunicação mercadológica compreende o marketing, a propaganda, merchandising, entre
outras áreas. Por fim, a comunicação interna relaciona-se à administração
administrativa

comunicação

dos fluxos de comunicação na organização, redes formais e informais, bem

como veículos internos. (KUNSCH, 2003).
Dentro das bibliotecas universitárias, a comunicação institucional é extremamente
importante. A comunicação interna, por sua vez, tem sua complexidade potencializada de
acordo com o tamanho da equipe de cada instituição e as relações que ela tem. No entanto,
nos contextos de cortes de financiamento é cada vez maior adesão ao Modo III de ciência
tríplice hélice -, a comunicação mercadológica parece ganhar importância nas bibliotecas.
Agora é necessário garantir, também, o apoio de instituições externas para a manutenção
destes espaços.
Neste contexto, ressalta-se a importância de compreender as reações dos usuários.
Considerando a comunicação mercadológica de empresas, Fortes comenta que

�Quando a empresa pretende crescer, incrementando as suas vendas por meio de
inovações, as suas estratégias não se restringem ao arranjo ou desenvolvimento de
programas, porém se baseiam nas reações de distribuidores e consumidores dos seus
produtos antigos ou novos (FORTES, 2003, p. 16).

Assim, é preciso que a comunicação das bibliotecas adote os princípios das relações
s componentes do cenário estratégico de atuação das

estabelecimento do processo de
p. 21). Em todas as ações de comunicação, é preciso considerar processos que fortaleçam a
identidade, a imagem e a reputação das bibliotecas universitárias (KUNSCH, 2003). Neste
sentido, deve-se elencar, também, os conhecimentos da inteligência competitiva.
4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A fim de proceder a avaliação da presença de bibliotecas de universidades federais do
Centro-Oeste no Facebook, realiza-se uma pesquisa básica, com abordagem quantiqualitativa, descritiva e exploratória. Dentre as ferramentas de coleta e análise, destacam-se
alguns métodos digitais, como o Netvizz (RIEDER, 2013) e Crowdtangle (BOUNEGRU et
al., 2017). Considera-se, nesta pesquisa, páginas do Facebook mantidas por sistemas de
bibliotecas destas instituições de ensino.
A coleta dos dados foi realizada em 19 de janeiro de 2018, a partir do Netvizz,
aplicação on-line integrada ao Facebook que permite a extração de dados de postagens
realizadas em grupos e, também, páginas daquela rede social. Foram consideradas páginas de
sistemas de bibliotecas ou bibliotecas centrais das universidades federais do Centro-Oeste118.
Foi realizada consulta no site destas instituições, a fim de identificar o link para as fanpages.
No entanto, este método só permitiu encontrar a página do Facebook da Biblioteca Central da
Universidade de Brasília (BCE / UnB).
A partir de então, foi realizada busca na interface de pesquisa do Facebook, a fim de
encontrar as referidas páginas. Nos casos em que há páginas para cada biblioteca do sistema e,
também, para o sistema em si, escolheu-se aquela com maior hierarquia, desde que seja a

Uma consulta ao E-MEC, realizada em 15 de janeiro de 2018, apresentou as seguintes universidades públicas
federais no Centro-Oeste: Universidade de Brasília (DF), Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD, no
Mato Grosso do Sul), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).

�página atualizada mais frequentemente. Foram coletados, a partir do Netvizz, as cem últimas
postagens de cada página, os comentários nelas postados, as curtidas e reações. Também
foram extraídos grafos das redes de curtidas da página e, também, das redes de usuários e
postagens.
A interação de usuários foi avaliada a partir das postagens feitas pelas páginas entre
01º de janeiro de 2017 e 19 de janeiro de 2018, bem como pelo compartilhamento de links de
notícias sobre a biblioteca. A fim de avaliar o compartilhamento de notícias sobre as
bibliotecas, utilizou-se o Crowdtangle. Esta ferramenta indica páginas do Facebook,
LinkedIn, Pinterest e Twitter que publicaram, em suas postagens determina URL, mesmo que,
para tanto, seja utilizado o encurtador de links bit.ly ou código UTM. O Crowdtangle
considera, no entanto, apenas postagens em páginas e perfis públicos. Para garantir
algumas bibliotecas universitárias não possuem site específico

Como

é o caso da Biblioteca

Central da UFMT e, parcialmente, da UFGD, em que a URL http://biblioteca.ufgd.edu.br dá
acesso ao catálogo on-line de acesso público (OPAC) -, foi necessário restringir esta etapa da
análise.
Assim, os sites das bibliotecas foram acessados e foram selecionadas as dez últimas
notícias neles publicada. As URLs destas publicações foram avaliadas pela extensão do
Crowdtangle para Google Chrome. Importa salientar que este procedimento metodológico
permite avaliar tão-somente notícias postadas nos sites das bibliotecas e não possíveis versões
publicadas em outros domínios. Um exemplo: a notícia postada no site do Sistema de
Bibliotecas da UFG (http://bc.ufg.br) foi, também, publicada no portal geral da UFG
(http://ufg.br). Não se considera, aqui, esta replicação do conteúdo. Considera-se, também,
apenas os sites destas bibliotecas que postam notícias sobre estas instituições.
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A Tabela 1 apresenta as páginas avaliadas, a quantidade de curtidas em 19 de janeiro
de 2018 e a quantidade de nós nas redes mantidas pelas páginas. Ainda se demonstra os sites
destas bibliotecas que apresentam links para a página do Facebook:
Nome da página

Curtidas

Rede de likes das
páginas (nós)

Presença de link
no site

Biblioteca Central da Universidade
de Brasília (BCE)

13743

15

Link correto

Biblioteca Central da UFMS

2.665

7

Não há

�Sistema de Bibliotecas

UFG

1840

3

Link quebrado

Biblioteca Central da UFGD

929

3

Não há

Biblioteca Central da UFMT

140

7

Não há

Tabela 1 - Fanpages de bibliotecas de universidades federais do Centro-Oeste
Fonte: elaborado pelos autores, 2018.

5.1 Redes de páginas
O quadro 1 apresenta a rede de páginas mantida pelas fanpages de bibliotecas de
universidades federais do Centro-Oeste.

Página

Páginas curtidas

Página curte
de volta?
Não
Não
Sim
Não

Idiomas sem Fronteiras Facale / UFGD
Indexa Eventos
Vila Itatiaia
Sistema de Bibliotecas UFG
Biblioteca Cajuí
UFMS Universidade Federal do Mato
Não
Grosso do Sul
TV Universidade UFMS
Sim
Mais cultura na UFMS
Não
Biblioteca Central da UFMS
Clube de Astronomia Carl Sagan
Sim
Casa de Ciência e Cultura de Campo
Sim
Grande
Faculdade de Medicina - UFMS
Não
Biblioteca Central da Universidade de
Não
Brasília (BCE)
Laboratório de Pesquisa e Ensino de
Não
Química - UFMT
Biblioteca Central da UFMT
PROEG - UFMT
Não
UFMT - ICHS
Não
EdUfmt Editora
Não
Secri UFMT
Não
UnB Universidade de Brasília
Não
DCE UnB Honestino Guimarães
Não
UnBTV
Sim
Semana do Bibliotecário 2018
Não
Secretaria de Cultura do Distrito Federal
Não
Ministério da Cultura
Não
Instituto Federal Brasília IFB
Não
Biblioteca Central da
Universidade de Brasília
Acha Brasília
Não
(BCE)
Instituto Cervantes de Brasilia
Não
Sistema de Bibliotecas Públicas do Distrito
Sim
Federal
Eventoslet Unb
Não
Museu Nacional da República DF
Não
Espaço Chatô
Não
Brasília de graça
Sim
Quadro 1 Redes de páginas de fanpages de bibliotecas de universidades federais do Centro-Oeste
Fonte: elaborado pelos autores, 2018.
Biblioteca Central da UFGD

�A existência de uma rede de páginas pode formatar a colaboração entre diversas
instituições no Facebook, de modo que uma compartilhe conteúdo produzido por outra. Entre
as fanpages aqui avaliadas, não se percebe a formação de redes tão significativas, o que pode
ser resultado de uma política específica destas bibliotecas. Chama a atenção, contudo, o fato
que muitas delas não curtem a página da universidade à qual estão vinculadas e, quem segue,
não é seguido de volta.
Um resultado interessante é a inexistência de relacionamentos, no Facebook, entre
estas bibliotecas. Acredita-se que uma rede de colaboração entre as páginas de bibliotecas das
IFES seria relevante para a produção de conteúdo, seu compartilhamento e disseminação de
informação. Ainda seria possível o compartilhamento e divulgação de produções acadêmicas,
de modo a ampliar o seu score altmétrico.
5.2 Conteúdos e participação de usuários
A tabela 2 apresenta os tipos de conteúdos compartilhados pelas páginas das
bibliotecas:
Página
Biblioteca Central da
Universidade de Brasília
(BCE)

Postagens

Fotos

Vídeos

Links

Eventos

Status

235

183

8

37

5

0

Biblioteca Central da
UFGD

74

32

5

19

9

0

Biblioteca Central da
UFMT

21

10

1

10

0

Biblioteca Central da
UFMS

184

124

22

20

2

16

Sibi / UFG

154

80

1

68

5

0

Tabela 2

0

Tipo de conteúdo postado por bibliotecas das universidades federais do Centro-Oeste em suas
páginas entre 01º de janeiro de 2017 e 19 de janeiro de 2018.
Fonte: elaborado pelos autores, 2018.

A página da Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE) tem, como
postagem de maior engajamento (score 981, com 236 curtidas, 42 comentários, 275 reações e
664 compartilhamentos) uma imagem que detalha a estrutura de um texto acadêmico,
compartilhada do Centro de Informações Nucleares. Na página, 14 postagens possuem mais

�de 100 curtidas, totalizando 2190 likes, e correspondem a 27,7% do total de curtidas (7093). A
média de curtidas da página é de 33,63 por post, enquanto a média de comentários é de 6,52.
O maior engajamento da página da Biblioteca Central da UFGD (score 39, com 33
curtidas, 5 comentários, 33 reações e um compartilhamento) responde a críticas feitas por
usuários sobre o horário de atendimento da instituição. A página possui uma média de 8,12
curtidas por postagem, enquanto a média de comentários é de 0,64. A página da biblioteca da
UFMT, por sua vez, teve como postagem de maior engajamento (score 28, com 8 curtidas, 10
reações e 18 compartilhamentos) um texto que apresenta um serviço oferecido aos usuários,
que permite cópia parcial de obras por meio de um scanner, sem nenhum custo. A média de
curtidas é de 4,57, enquanto não há comentários postados no período analisado.
A fanpage da biblioteca da UFMS teve como post de maior engajamento (score 146,
com 73 curtidas, 20 comentários, 112 reações e 14 compartilhamentos) a apresentação da
Campanha Suspensão Solidária, que abonava multas e suspensões causadas pelo atraso na
devolução de materiais informacionais em troca de doações de alimentos para instituições
sociais. A média de curtidas da página é de 7,64, enquanto a de comentários é de 0,83. Na
página do Sistema de Bibliotecas da UFG, nove posts respondem por 36,8% de todas as
curtidas. A postagem com maior engajamento (score 106, com 62 curtidas, 15 comentários,
83 reações e oito compartilhamentos) apresentava o cantinho relax da Biblioteca Setorial do
Câmpus Colemar Natal e Silva (BSCAN).
Os usuários destas páginas também compartilham, em seus perfis, notícias e outros
conteúdos presentes nos sites das bibliotecas. Para aferir este compartilhamento, fez-se uso do
Crowdtangle. Há, contudo, de se apontar que a ferramenta só consegue avaliar perfis públicos
e páginas. As interações, apresentadas abaixo, são as reações
grr

curtir, amei, uau, haha, triste,

e compartilhamentos. As referências, por sua vez, são menções feitas em páginas

verificadas, ou com mais de 125 mil curtidas, ou novas páginas. Também se referem a contas
com mais de 100 mil seguidores no Instagram, ou aquelas verificadas, bem como contas
públicas no Twitter. O quadro 2 apresenta o compartilhamento de URLs de sites de
bibliotecas federais do Centro-Oeste nas redes sociais:

Sibi / UFG

Link

FACEBOOK
Interações

https://bc.ufg.br

6 reações
1 comentário
3 compartilhamentos

https://bc.ufg.br/n/103239biblioteca-jatai-campus-

Nenhum

TOTAL
Referências
19 postagens
479 interações
Principal página:
UFG
Nenhum

Outros
Nenhum
Nenhum

�Sibi/ UFG

riachuelo-tem-horarioespecial
https://bc.ufg.br/n/14885funcionamento-entre-onatal-e-o-ano-novo-e-emjaneiro-2018
https://bc.ufg.br/n/102770exposicao-do-do-descartea-arte-reaproveita-sucatasdiversas
https://bc.ufg.br/n/102381sistema-de-emissao-degru-sera-alterado-a-partirde-30-11-2017
https://bc.ufg.br/n/97245acesso-remoto-ao-portalde-periodicos-capes-viacafe

BC/ UFMS

BCE / UnB

http://www.bce.unb.br/
http://www.bce.unb.br/201
7/12/suspensao-da-grevee-funcionamento-da-bce/
http://www.bce.unb.br/201
7/12/atencao-para-ofuncionamento-da-bcepara-os-proximos-dias/
http://www.bce.unb.br/201
7/12/clube-de-leitura-dabce-reuniao-2018/
http://www.bce.unb.br/201
7/11/treinamento-ebookcentral-proquest-2911/
http://www.bce.unb.br/201
7/11/funcionamento-dabiblioteca-central-noperiodo-de-greve/
https://biblioteca.ufms.br/
https://biblioteca.ufms.br/2
017/12/22/bibliotecas-daufms-desejam-boas-festas/
https://biblioteca.ufms.br/2
017/12/19/horario-defuncionamento-dabiblioteca-central-nasferias-academicas/
https://biblioteca.ufms.br/2
017/11/20/nesta-tercabiblioteca-centralrealizara-dedetizacao-dopredio/
https://biblioteca.ufms.br/2
017/10/30/bibliotecas-daufms-aderem-identidadeestudantil/
https://biblioteca.ufms.br/2
017/09/04/bibliotecariosda-ufms-tem-artigos-

3 reações
1 compartilhamento

Nenhum

Nenhum

2 reações
1 compartilhamento

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

3 reações
2 compartilhamentos

Nenhum

Nenhum

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463 compartilhamentos

4 postagens
71 interações

4 menções
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Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum
Nenhum

Nenhum

Nenhum

55 compartilhamentos

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

Nenhum

�BC/UFGD

https://biblioteca.ufgd.edu.
br/

3 compartilhamentos

Nenhum

Nenhum

BC/UFMT

aceitos-em-congressobrasileiro-debiblioteconomia-edocumentacao/

http://www.biblioteca.ufmt
.br/

6 reações
26 compartilhamentos

Nenhum

Nenhum

Quadro 2

Compartilhamento de URLs das bibliotecas universitárias federais do Centro-Oeste em redes sociais
Fonte: elaborado pelos autores, 2018.

5.3 Informações sobre a biblioteca
usuário. No entanto, algumas apresentam são mais detalhadas na descrição. Há que se
destacar, também, as páginas da biblioteca de Grande Dourados, que apresenta uma aba
específica para divulgar os serviços ofertados ao usuário, e da Biblioteca Central da UnB, que
permite serviço de consulta ao catálogo. Durante a avaliação, o sistema não estava disponível,
no entanto. A página ainda divulga suas políticas de moderação, baseadas nas políticas da
Ai
biblioteca.
5.4 Discussão
Os resultados apresentam disparidades entre as fanpages de bibliotecas das
universidades federais do Centro-Oeste. Percebe-se, a partir da avaliação, que algumas das
páginas são recentes e sua administração ainda constrói a participação dos usuários. Há,
ainda, casos como o do Sistema de Bibliotecas da UFG, que mantém um perfil e página.
Neste sentido, seria interesse o intercâmbio de informações entre as instituições, bem como a
criação de uma rede entre estas páginas, que auxiliasse na produção e compartilhamento de
conteúdo.
Também é possível perceber, a partir dos resultados, que cada biblioteca possui
desafios específicos na gestão de suas páginas. Se a página da BC/ UFMT ainda precisa
manter uma regularidade de postagens e, também, envolver mais o público, a página da BCE/
UnB deve envolver mais postagens sobre a própria biblioteca. São desafios a serem

�enfrentados por todas as bibliotecas aqui apresentadas e que podem ser enfrentados com o
apoio de assessorias de comunicação das universidades e, também, projetos de extensão.
6 CONSIDERAÇÕES
Além de uma Biblioteca 2.0, é preciso pensar uma biblioteca adequada a um modelo
semântico de Web, em que os serviços atendam as demandas do usuário a partir de seu
comportamento prévio. Em um contexto em que emergem as inteligências artificiais, diversas
possibilidades para a comunicação das bibliotecas surgem. Há, contudo, muitas questões a
serem dirimidas antes de se almejar este patamar. Este artigo procurou avaliar as páginas de
Facebook de bibliotecas de universidades federais do Centro-Oeste, a fim de apontar
características de sua participação na rede e desafios existentes.
Sugere-se a criação de mecanismos para o intercâmbio de informações, práticas,
produções e conteúdos entre estas instituições. Isto, certamente, pode começar pelo
compartilhamento de postagens de outras bibliotecas até, quem sabe, a formação de uma rede
nacional de páginas de bibliotecas universitárias. Apesar disto, ainda devem ser feitas mais
pesquisas nesta temática, a fim de avaliar o desempenho das instituições também em outras
redes sociais, considerando o crescimento das páginas, práticas de gestão e, também, conteúdos
mais bem avaliados.
Os desafios que as bibliotecas universitárias devem enfrentar para realizar uma efetiva
extensão

neste caso, pelo Facebook - perpassam, sem dúvidas, questões de ensino e, também,

de pesquisa. É necessário garantir que o egresso do curso de Biblioteconomia tenha condições
de realizar o planejamento da comunicação das bibliotecas em que atua, considerando seus
públicos. Neste sentido, a criação de políticas para as redes sociais por parte das universidades é
um grande auxílio a estes profissionais. Além disto, a oferta de cursos de formação aos
bibliotecários que atuam nestas instituições é relevante.
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              <text>Avalia páginas no Facebook de bibliotecas de universidades federais do Centro- Oeste, analisando a existência de redes de páginas, a participação de usuários e outros elementos. Parte-se da premissa que tanto a comunicação das bibliotecas universitárias como sua oferta de serviços são beneficiados pela utilização de redes sociais de internet, como o Facebook. Para tanto, realiza pesquisa básica, com abordagem quanti-qualitativa, descritiva e exploratória. Os métodos digitais Netvizz e Crowdtangle foram usados para a coleta de dados, que se deu em 19 de janeiro de 2018. Os resultados apontam disparidades entre as fanpages de bibliotecas das universidades federais do Centro-Oeste, seja em relação a pontos positivos como desafios a serem enfrentados. Sugere-se, ainda, a criação de mecanismos que permitam o compartilhamento de experiências entre os gestores de páginas de bibliotecas universitárias. Conclui-se que são necessárias políticas específicas para a gestão das fanpages, bem como a oferta de formação aos administradores das páginas</text>
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