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                  <text>Eixo III - Ensino
EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA EM BIBLIOTECONOMIA: REFLEXÃO SOBRE
UMA METODOLOGIA DE ENSINO
ENTREPRENEURSHIP EDUCATION IN LIBRARY SCIENCE: THINKING ABOUT
TEACHING METHODS

Resumo: Este estudo aborda a temática da educação empreendedora no curso de Biblioteconomia
da Universidade Federal da Paraíba. O quadro teórico adotado se concentra nos estudos que
demonstraram os aspectos que influenciam a intenção dos individuos para empreender. Enfatiza-se
que o ambiente institucional influencia nessa intenção. Em outras palavras, a educação
empreendedora oferecida nos cursos de graduação influencia na intenção dos estudantes para
iniciar um negócio. Trata-se de uma pesquisa de natureza documental e qualitativa que teve como
objetivo identificar quais são as disciplinas de gestão e/ou empreendedorismo que estão
contempladas no Projeto Político Pedagógico do curso. Os resultados da pesquisa revelaram que o
curso não foca na formação empreendedora de seus estudantes. O ambiente institucional analisado
necessita de um plano específico de formação empreendedora, de desenvolvimento de uma cultura
de competitividade e de valorização da profissão do bibliotecário nos estudantes de
biblioteconomia. A partir da análise desses resultados foi possível propor um conjunto de ações
para a criação de um programa de ensino de empreendedorismo adaptado para os cursos que não
possuem como objetivo principal a formação empresarial. Conclui-se com uma reflexão sobre um
modelo de ensino de empreendedorismo que auxilie os discentes a desenvolverem o potencial
profissional inovador.
Palavras-chave: Educação empreendedora. Empreendedorismo. Biblioteconomia.
Abstract: This study aims is the entrepreneurial education in library science at the Federal
University of Paraíba. The theoretical framework focuses on the studies that have demonstrated the
aspects that influence the individuos intention. The institutional environment influences this
intention. In other words, the entrepreneurial education offered in undergraduate courses influences
students' intent to start a business. This is a qualitative research that aimed to identify which are the
management and / or entrepreneurship courses that are contemplated in the Library Science

�Program. The results shows that the Program does not focus on the entrepreneurial training of its
students. The institutional environment analyzed requires a specific plan of entrepreneurial
education, the development of a culture of competitiveness and the valorization of the library
science students. From the analysis of these results it was possible to propose a set of actions for
the creation of an entrepreneurship education program adapted for the courses that dont have as
main objective the business training. It concludes with a reflection on a teaching model of
entrepreneurship that helps students to develop innovative professional potential.
Keywords: Entrepreneurship education. Entrepreneurship. Library science.
1 INTRODUÇÃO
O empreendedorismo é visto como um estímulo para crescimento da economia,
inovação, emprego e criação de empresas (GERBA, 2012). Entretanto, empreender em
biblioteconomia é se posicionar de forma contrária a visão tradicional que predomina nesta área.
Os bibliotecários atuam sobretudo em espaços tradicionais (SPUDEIT, 2016), porém, eles
podem e devem modificar esta perspectiva e avançar para uma proposta mais inovadora.
Estimular a criação de pequenas empresas na área de informação, através da educação
empreendedora, pode contribuir nesse processo de mudança de comportamento.
Romeiro e Spudeit, (2016) realizaram um mapeamento para identificar a oferta de
disciplinas sobre empreendedorismo nas faculdades de Biblioteconomia no Brasil e o resultado é
alarmante, apenas seis dentre as trinta e oito faculdades brasileiras de Bilioteconomia
consultadas oferecem esta disciplina em suas estruturas curriculares. Nesse caso, propor um
programa de ensino adaptado e voltado para a formação empreendedora dos estudantes de
Biblioteconomia, para sensibilizá-los a explorar as suas ideias no mercado, é uma forma de
contribuir para o desenvolvimento de novos negócios. Nesse contexto, o nosso questionamento é
o seguinte: que metodologia de ensino poderíamos adotar (na graduação) para sensibilizar,
capacitar e acompanhar os estudantes para a criação da sua própria empresa?
de treinamento facilitam o desenvolvimento
atmosfera de sensibilização e de formação empreendedora é uma forma de associar o
conhecimento técnico dos estudantes com as competências de gerenciamento necessárias para
abrir e manter um negócio. A literatura reforça a tese que o ambiente de formação profissional
pode influenciar a intenção empreendedora dos estudantes (VENKATARAMAN, 1997;
KRUEGER, 1993; CRANT, 1996; MATTHEUS E MOSER, 1995; AUTIO et al., 2001;
GOETHNER et al, 2012; SCHLAEGEL et al., 2013). Portanto, a revisão da literatura desta

�pesquisa é baseada nos estudos que demonstraram os aspectos que influenciam a intenção
humana (SHAPERO, 1982; AJZEN, 1991; LIÑÁN, 2008; GERBA, 2012; DABIC et al., 2012).
Assim, as competências para empreender podem ser adquiridas (KURATKO, 2005). A
educação empreendedora é um dos fatores ligados ao contexto que podem influenciar nantenção
empreendedora podem possuir uma intenção de empreender maior do que aqueles que não

CHEN, 2009). Portanto, este estudo visa contribuir nas pesquisas sobre educação
empreendedora, bem como na reflexão sobre o desenvolvimento de uma metodologia de ensino
do referido tema em cursos que não têm como objetivo a formação empresarial, como é o caso
do curso de Biblioteconomia.
2 INTENÇÃO EMPREENDEDORA: explorando os conceitos
De
possui a intenção para realizar algo, existem fatores que influenciam o processo antes de existir

No que se refere à abertura de um negócio, a intenção recebe influência de diferentes
variáveis, portanto, existem vários fatores que influenciam essa intenção. Por exemplo, as
dificuldades percebidas para obter financiamentos para abrir uma empresa podem afetar
negativamente à intenção de empreender (ROPER E SCOTT, 2009). Assim, de um lado o
empreendedorismo é um processo dinâmico de criação de riqueza, realizado por uma ou mais
1993; Kolveired, 1996; Fayolle
et al., 2006). Em outras palavras, fatores endógenos e exógenos influenciam essa dinâmica.
Nesse contexto, o empreendedorismo pode ser mensurado de duas formas: o empreendedorismo
atual e a intenção de empreender. O primeiro representa as pessoas que possuem sua própria
empresa e a outra se refere às pessoas que possuem a intenção de abrir uma empresa.
A literatura apresenta elementos importantes que influenciam a intenção empreendedora,
sendo estes ligados ao contexto e as crenças pessoais. Segundo North (1990), Institutional
environment, o ambiente ou estrutura institucional é um conjunto de crenças, normas e valores

�de um país, os quais são compartilhados pela maioria dos indivíduos em uma sociedade e que
estão em interação com o conjunto de leis, normas e regulamentos que operam no país. Em
outras palavras, é um contexto de interação contínua entre instituições informais com as
instituições formais. Assim, as intenções e o comportamento dos indivíduos estão incorporados
ao contexto institucional o qual eles estão inseridos, ou seja, o contexto influencia diretamente
as decisões dos indivíduos (DEQUECH, 2003). O comportamento de empreender pode ser
encorajado quando o ambiente aprova esta escolha (LIÑÁN, 2008). Inclusive quando o
ambiente proporciona a educação empreendedora (GERBA, 2012). Vários autores estudaram a
influência do ambiente no comportamento das pessoas. Segundo Dabic et al., (2012) os modelos
mais aceitos no estudo das intenções são os de Shapero, (1982) e o de Ajzen, (1991).
3 MODELOS DE ESTUDO DA INTENÇÃO HUMANA
A intenção humana é estudada em diversos modelos de pesquisa, apresenta-se aqui,
alguns modelos que exploram a intenção empreendedora em suas concepções. Shapero, (1982),
Entrepreneurial event model, argumenta que as intenções empreendedoras são diretamente
moldadas por um mix de fatores ligados ao contexto bem como ao indivíduo, ou seja, pela
viabilidade percebida, pela conveniência da atividade empresarial e pela propensão para agir.
Ajzen, (1991), desenvolveu a TPB-Theory of planned behavior (teoria do
comportamento planejado) e se concentrou em explicar o comportamento humano com base nas
crenças que compõem a intenção, elemento fundamental e que precede a ação. A intenção é o
melhor precursor do comportamento planejado (BAGOZZI ET AL. 1989; KIM E HUNTER,
1993). A TPB é utilizada na maioria dos estudos sobre intenção empreendedora (Engle et al.
2010). Esta teoria se revela robusta e relevante para explicar a intenção empreendedora como
precedente para a criação de start-up como demonstrado nos estudos de (BAGOZZI ET AL.,
1989; KIM E HUNTER, 1993; BUSENITZ E BARNEY, 1997; LIÑÁN E CHEN, 2009;
IAKOVLEVA ET AL., 2011; KAUTONEN VAN GELDEREN E FINK, 2013).
Ajzen, (1991) considera três fatores fundamentais que compõem a intenção são eles: 1).
As crenças comportamentais, elas representam a ligação entre interesse dos resultados esperados
com o comportamento. É a probabilidade subjetiva de que o comportamento produzirá um
determinado resultado. 2). As crenças normativas representam a pressão social percebida ao se
comprometer ou não em um comportamento. É determinada pelo conjunto total de crenças
normativas acessíveis sobre as expectativas de referências importantes. 3). As crenças de
controle, elas têm a ver com a presença percebida dos fatores que podem facilitar ou impedir a

�realização de um comportamento. Todas elas exercem uma forte influência na intenção e
consequentemente no comportamento do indivíduo.
O comportamento aqui analisado é o ato de abrir um negócio ou as ações realizadas para
a abertura de um negócio (criação de um plano de negócios, formação, financiamento, etc.).
Ambos os modelos apresentam a intenção como elemento que antecede o comportamento
empreendedor, (DABIC et al., 2012). As duas teorias apresentam elementos similares para
explicar o comportamento. Segundo Liñán e Santos, (2007) a viabilidade percebida se alinha
com crenças de controle e a conveniência percebida com as crenças comportamentais em
relação ao comportamento.
Outros estudos ligados ao Entrepreneurial exposure focam na exposição ou experiência
empresarial para explicar a intenção de empreender dos indivíduos (VENKATARAMAN, 1997;
KRUEGER, 1993; CRANT, 1996; MATTHEUS E MOSER, 1995; AUTIO ET AL., 2001;
GOETHNER et al, 2012). Em outras palavras, esta teoria também se baseia no contexto em que
o indivíduo está exposto (role models) como elemento que exerce um papel fundamental na
intenção de empreender. A exposição empreendedora está diretamente ligada ao contexto
empreendedor o qual o indivíduo está inserido, bem como, as experiências empreendedoras que
ele obteve (Bandura, 1977; Latham e Saari, 1979). Assim, influências diretas dos pais, de
amigos que abriram uma empresa ou até experiência de trabalho em uma empresa recém-criada
são fatores que influenciam na intenção de empreender (KRUEGER, 1993).
Os fatores individuais, segundo Ashley-Cotleur et al., (2009) são variáveis demográficas
(gênero e família background) atitudes, valores ou fatores psicológicos também influenciam o
comportamento dos indivíduos.
A cultura do país é mais uma dimensão importante e que interfere na intenção de
empreender (ENGLE ET AL., 2011; AUTIO et al., 2001; MUELLER E THOMAS, 2001;
MUELLER, ZAPKAU E SCHWENS, 2014). O comportamento das pessoas difere muito
segundo a cultura do país (HOFSTEDE, 1980). Em culturas individualistas as pessoas valorizam
muito a liberdade, a autonomia e a independência. Nas culturas coletivistas a relação e a coesão
com os membros do grupo é muito valorizada, nesse caso, a opinião do grupo tem uma grande
influência no comportamento do indivíduo (MUELLER, ZAPKAU E SCHWENS, 2014).
Segundo Hofstede et al., (2010) a cultura é um fenômeno coletivo compartilhado entre as
pessoas que vivem em um mesmo ambiente social. Fatores como hierarquia, individualismo
versus coletivismo, aversão à incerteza, gênero, etc. foram bastante utilizados na literatura para
explicar a intenção empreendedora em diferentes culturas (HOFSTEDE, 1980; HAYTON et al.,
2002).

�Finalmente, as teorias aqui citadas tentam explicar a relação dinâmica entre diversos
fatores que são importantes e influenciam os indivíduos com as suas características pessoais na
intenção de empreender. A educação empreendedora é um dos fatores ligados ao contexto e que
influencia o indivíduo, como já citado acima. Entretanto, como as teorias foram baseadas em
estudos realizados na sua maioria em países desenvolvidos, entendemos que realizar os estudos
sobre o tema considerando as particularidades dos países em desenvolvimento é um desafio
motivante.
4 METODOLOGIA DA PESQUISA
A escolha da metodologia desta pesquisa foi realizada em coerência com o objetivo do
estudo. Nesse contexto, quantos aos objetivos trata-se de uma pesquisa exploratória, a qual permite
ao autor explorar um assunto que ainda é desconhecido ou pouco explorado (GIL, 2008). Esta
pesquisa possui também um caráter qualitativo, ou seja, um método que permite identificar em
detalhe elementos importantes sobre a problemática em estudo.
4.1 Objeto de estudo
Este estudo é de natureza documental, investiga o Projeto Político Pedagógico (PPP) do
curso de biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), focando nas disciplinas de
gestão e/ou de empreendedorismo existentes neste documento. Sabe-se que quando se trata de
cursos
outra, encontram-se alguns cursos que enfatizam a formação de empreendedores nos seus projetos
políticos pedagógicos e outros que não o fazem. Isso é independente da área de conhecimento.
4,2 Coleta de dados
A coleta de dados foi realizada através de pesquisa documental e bibliográfica. Os
documentos pertinentes do curso de Biblioteconomia e o Projeto Político Pedagógico (PPP) foram
analisados, bem como a literatura sobre educação empreendedora, estas fontes formaram a base de
pesquisa deste projeto.

�5 RESULTADOS
Para identificar as disciplinas de gestão e/ou empreendedorismo que estão contempladas
no curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba, analisou-se o Projeto Político
Pedagógico atual do referido curso.
O Projeto Político Pedagógico do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da
Paraíba, não expressa à formação empreendedora nos seus objetivos, porém, apenas um coloca
em evidência a importância de atender as mudanças do mercado: desenvolver nos alunos
capacidades para aplicar seus conhecimentos de forma independente e inovadora, para atender
as exigências do mercado de trabalho. Pode-se entender que este objetivo engloba a formação
empreendedora, entretanto, as disciplinas ofertadas em gestão e/ou empreendedorismo
contempladas no Projeto Político Pedagógico do curso não sustentam esse entendimento.
No quadro 1, observa-se que o curso de biblioteconomia da Universidade Federal da
Paraíba, possui a seguinte estrutura pedagógica no tocante às disciplinas ligadas a gestão e/ou
empreendedorismo:
Quadro 1- Disciplinas ofertadas em gestão e/ou empreendedorismo
Disciplinas de formação

Disciplinas complementares

Disciplinas complementares

básica (Profissional)

(Obrigatórias)

(Optativas)

Gestão da Informação e do

Marketing em

Conhecimento

Informação
Organização,
Métodos

Planejamento de Unidades de
Informação

em

Unidades
Sistemas

de
e de Empreendedorismo

Unidades

Informação
Princípios de Administração
Aplicados em Unidades de
Informação
Teoria Geral da Administração

Fonte: Dados da pesquisa (2017)

Os critérios adotados para inserção destas disciplinas no quadro acima foi o conteúdo das
ementas em administração e/ou em empreendedorismo. As disciplinas de formação técnica em
biblioteconomia não foram objeto de análise deste estudo.
Observa-se no Quadro 1, que as disciplinas em gestão são disciplinas conceituais de
caráter geral ou histórico em Administração com pouca ênfase na formação de um negócio,

�gestão de riscos, gestão de projetos, gestão de recursos humanos, finanças, etc. Estas disciplinas
estão sobretudo focadas na organização da informação, processos e fluxos. Percebe-se, nas
ementas, uma falta de visão global do negócio ou da unidade de informação dentro da
organização a qual ela está inserida. Não se pretende formar administradores, porém, com sete
disciplinas destinadas ao ensino da gestão, entende-se que a oferta de disciplinas com ênfase no
negócio e no mercado é fundamental para que se desenvolva uma visão empresarial nos
estudantes. A disciplina estratégica como Empreendedorismo, está sendo ofertada como
optativa, o que não favorece o desenvolvimento do perfil empreendedor no curso.
6 DISCUSSÃO
A literatura enfatiza que as preferências dos individuos exerce um papel importante em suas
escolhas, bem como a sua percepção sobre determinado assunto (DEQUECH, 2003). Nesse
contexto, criar um ambiente favorável para o entendimento e formação do empreendedorismo pode
criar uma percepção positiva de viabilidade dos negócios nas pessoas (ROPER E SCOTT, 2009).
O desenvolvimento de uma cultura focada na formação de empreendedores associados a
experiências de empresários, familiares e amigos contribui para o surgimento de ideias e de criação
de empresas (VENKATARAMAN, 1997; KRUEGER, 1993; CRANT, 1996; MATTHEUS E
MOSER, 1995; AUTIO ET AL., 2001; GOETHNER et al, 2012).
A partir dos resultados, sugerimos a elaboração de um programa de ensino adaptado e
voltado para a formação empreendedora dos estudantes dos cursos de Biblioteconomia da
Universidade Federal da Paraíba:
Criar um núcleo de formação empreendedora no departamento de ciência da informação,
focar na conscientização, formação e acompanhamento para o desenvolvimento de
negócios na área.
Rever as ementas das disciplinas em gestão e em empreendedorismo;
Explorar diferentes mídias para a divulgação das competências do bibliotecário e no seu
papel estratégico dentro de qualquer organização mesmo que esta não possua uma
biblioteca;
Realizar uma revisão sistemática da literatura referente aos conceitos, aplicações e
desafios do ensino do empreendedorismo em outras universidades no Brasil e no mundo
e criar um manual de boas práticas;
Aumentar a oferta de disciplinas na área de empreendedorismo, gestão de riscos,

�finanças, gestão de projetos, pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços entre
outros, sejam elas, ofertadas internamente ou em parcerias com outros departamentos
como Administração, Economia, Gestão pública;
Criar um banco de dados de boas práticas em empreendedorismo para estimular o
desenvolvimento de um plano institucional de ensino do empreendedorismo adaptado ao
contexto dos cursos estudados, considerando a formação acadêmica e especificidades
ligadas aos cursos analisados.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os estudantes de Biblioteconomia ainda são formados com certa ênfase para realização
de atividades de processamento técnico e afins, com uma visão mais tradicionalista, e isto
significa que estes alunos precisam ser motivados para inovar, caso contrário, encontrarão mais
dificuldades para tal, bem como serão mais resistentes às mudanças que vem surgndo no campo
profissional. Diante desta perspectiva, associado a um mercado instável, estes futuros
profissionais devem sair de suas zonas de conforto para aprimorar suas habilidades e criar suas
próprias chances de se inserirem no mercado de trabalho. Trazendo este enfoque para o contexto
situacional hodierno, ainda caracteriza-se como um desafio empreender na área de
Biblioteconomia. Desta maneira, podemos inferir que, a educação empreendedora oferece
possibilidades, ferramentas e mecanismos que se caracterizam como essenciais, para que o
indivíduo se torne um empreendedor.
Assim, o desenvolvimento de uma cultura empreendedora nos cursos de graduação em
biblioteconomia é de fundamental importância para o desenvolvimento do profissional, do
mercado e da economia local. Entretanto, um conjunto de ações é necessário para iniciar este
processo. O ambiente institucional o qual o indivíduo está inserido exerce um impacto grande na
sua percepção de empreender, portanto, a educação empreendedora se revela estratégica nesse
processo para formar e reduzir as dificuldades percebidas existentes nos estudantes.
Como pista de pesquisa para futuros estudos, sugerimos inserir para análise, as grades
curriculares e os Projetos Políticos Pedagógicos dos cursos de biblioteconomia de outras
universidades para que seja criado um perfil regional ou nacional e também inserir os cursos de
arquivologia e museologia, para comparar essas áreas que estão inseridas na ciência da
informação.

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              <text>Este estudo aborda a temática da educação empreendedora no curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba. O quadro teórico adotado se concentra nos estudos que demonstraram os aspectos que influenciam a intenção dos individuos para empreender. Enfatiza-se que o ambiente institucional influencia nessa intenção. Em outras palavras, a educação empreendedora oferecida nos cursos de graduação influencia na intenção dos estudantes para iniciar um negócio. Trata-se de uma pesquisa de natureza documental e qualitativa que teve como objetivo identificar quais são as disciplinas de gestão e/ou empreendedorismo que estãocontempladas no Projeto Político Pedagógico do curso. Os resultados da pesquisa revelaram que o curso não foca na formação empreendedora de seus estudantes. O ambiente institucional analisado necessita de um plano específico de formação empreendedora, de desenvolvimento de uma cultura de competitividade e de valorização da profissão do bibliotecário nos estudantes de biblioteconomia. A partir da análise desses resultados foi possível propor um conjunto de ações para a criação de um programa de ensino de empreendedorismo adaptado para os cursos que não possuem como objetivo principal a formação empresarial. Conclui-se com uma reflexão sobre um modelo de ensino de empreendedorismo que auxilie os discentes a desenvolverem o potencial profissional inovador</text>
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