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LL-LJ

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��IV CONGRESSO BRASILEIRO D£ BIBLIOTECONOMIâ E DOCUMSNTàÇÃO

Os Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação:
estudo comparativo de suas resoluçoes cora o que foi realizado
por
Maria ülice de Toledo Leite

e

Maria Gecilia Pimenta Pinheiro

Fortaleza
1963

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st e m

J-2^U

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lí

�♦

*

. UNIVERSIDADE DO CEARÁ
* '
IV "CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
FORTALEZA, 7 a 14 DE JULHO DE 1963
r

#

r
TEMA IV

-

EDUCAÇÃO DO BIBLIOTECÃRIO-DOCUMENTALISTA*

OS CONGRESSOS BRASILEIROS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO;
estudo comparativo de suas resoluções com o que foi realizado

por
^

'
\

Maria Alice de Toledo Leite (l)
e
Maria CeeiliÄ Pimenta
Pinheiro ^2)
»
.CDU 02+002:061.36

(1) Bibliotecária Chefe da Biblioteca Circulante do SESI - São Paulo
Tesoureira da FEBAB e da FIAB/sAL
(2) Bibliotecária da Biblioteca Circulante do SESI - Sao Paulo
Bibliotecária da FEBAB
i,!
' *

2

3

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NN|III
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lí

�w

APR'ESENTAcAO

;

As autoras deste trabalho submetem a apreciação do^JV

CONGRESSO ÉEIASILSIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUHE^^TAÇlO, uma visão panorâmica do movimento bibliotecônomico brasileiro, através de seus congressos^».

2,

Para que os bibliotecários do Brasil^ possam realizar,

nitidamente, o grande esforço despendido pela classe, em apenas nove anos,
para a consecução de direitos há tantos anos almejados, resolvemos organizar este tralialho da seguinte maneira:

cm

1

a)

Teroário

b)

Trabalhos apresentados

c)

Resoluções

d)

Conclusões das autoras

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^ ... '''

o

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lí

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�i
- 3 -

I

CONCTIESSO

re.alizado

em

BRASILEIRO

Recife,

DE

BIBLIOTECONOMIA

Pornambüco.

de

18 a 25

E

de

DOCUIIENTACRO

.julho

de

195Z.

TEMÁRIO

TEMA

I

-

SITUAÇÃO

ATUAL

DO

LEITOR

BRASILEIRO

a) O leitor 9 o hibliotecário
Iß) Formação do leitor l»raail«iro

TEMA

II

-

ENSINO

PROFISSIONAL

a) Escolas de Bibliotétíonomia
b) Bibliotecários para trabalhos especializado»
0) Cursos de émergencia
e) Fomiação dos professores de biblioteconomia
f) Intercâmbio entre professores das escolas brasileiras
de biblioteconomia
g) Colaboração com a Associação Latinoamericana de Profes
sores e Escolas de Biblioteconomia
h) Literatura biblioteconomica nacion.al

TEl-'A

III

-

PROCESSOS

TÉCNICOS

a) Problemas de classificação
b) Normas brasileiras de «ratalogação: entrada de autores
coletivos e nofties brasileiros
c) Catalogação de material especializado
d) Catálogo coletivo
e) Catalogação centraj-iz-^.da e cooperativa
^ f) Aquisição centralizada
g) Padronização de material de biblioteca
h) Terminologia

TEMA

IV

BIBLIOTECAS

PÚBLICAS

" ' •

a) Funcionam-nto de redes de bibliotecas popmlares e ambulantes

cm

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�- K-

b) ■Aparelhagem audio-visual ■

TEMA.

V

_

BIBLIOTECAS

ESPECIALIZADAS

a) Bibligtecas universitárias e bibliotecas d-e instituições
b) Bibliotecas par.'S- cegos
c) Criação de uç serviço nacional e internacional de per
muta de documentação entre bibliotecas
d) Arquivxstica

TEMA

VI

_

BIBLIOTECAS

INFANTIS

E

DE

E,3C0LAS

PRIMiÍRIAS

a) Seleção de livros para bibliotecas infantis,
b) Simplificação dos processos técnicos de catalog.ação e
classificação
c) Puncionfiinento de redes de bibliotecas do escolas primárias
d) A*tividades nas bibliotecas infantis

TEMA

VII ' _

BIBLIOGRí'&gt;.FIAS
.a) Normas para compilação dé bibliografias
b) Bibliografia de bibliografias nacionais
c) Bibliografias especializadas (infantis, técnicas, etc,-)
f■

TErA VIII

-

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E LEGISLÍIÇÍÍO BIBLIOTECÁRIA
a) Federação de Associações de Bibliotecárias
b) Estatutos

•

c) Funcionamento e programa de trabalho
d) Criação de um órgão informativo
e) Gola,boração com a Federação Americana do Biblioteca rios o a Federação Internacional de Associações de Bi
bliotecários

*

'

f) Legislação para bibliotecas (recursos econômicos para
a manutenção de bibliotecas: .construção, instai,ação,
etc.)
g) Rcgul;mentação da profissão e c^^r-^eira de bibliotecário

cm

1

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1^

�TE^tf^

I

:::

TR/iBALHOS

APRESENTADOS

O leitor o o hibliotcoário, por Scvorino Jordno Emorenciano.
«
REJOLUcriTLS

E

COHÜLUS^ES ,

que 3^ estimule o gosto nobre c .-^Ito peln, loitun (ÍDüintorcaaada, o
30 rcütauro o hábito do lor;

^

Tr:\b ilho lovad^ .-i cfnito polas Bibliotcisis Public la o intensificado, anualmente, dur.-'jito a Seman ' Nacional da Biblioteca^
ouo í3c orpenhv^rn todos oi3 osforoos p^ja o b-aratoainonto do livroj
Infoliznontc co.ta rcjolulção não foi curnprid i, pnis, a pcoar da im
portcç^a do a'jounto, o pr^^ço do livro continua cm a;:Scrnc io, oiíi vir
tudo do alto custo de Ju i m mufatara, c polo alto valor do dólar, no
ç:a:Jo do livros i-i^liÇcrtadoj,

T'Mnbcp noutu ponto, rcvolaro-Jo aü iil-

flucnci ■'-J do regime infÉSfeionario qu^^ \travcasa o paio,
ouo üe aumente o núirrro dr bibliotocau, dnaccntralizando, quanto
»
'i
^
poj.jivol, a concontraçao do grandes dcporJitos; "
'
.A
% òf.mr-Jia Maci-mil da Bibliot^cà visa, just^jnnntc, alörtar o govern.j o todoo oS rojpon;iavr.i3 pela oducicr.o do' povo, para a necossida
de do scren cria.daa bibliotecas brm equipadas e, bep_ dirigidas,
^
i
'
í
que se favoreça qunito passível o serviço do en-.prestimo a doniicilio-j
A; bibliotecas circulantes e anb'almtos sofrcr-:a?., nos últiTOS cinco
mos, uma qU",3e paralizaoão.

Conserv■'jm-sc as existentes, porów, .'.'.1

gurn, t.s dol-\s, sofreran rctrocosso-,

.

"

.

:

nuf iJe torno, C'^.da vez m iis simpático, o njnbiento das bibliotce
Onde há bibliotecas e recursos, o

M-iente ó sempre convidativo,

V .■ '
que De p^.Tiíita, sempr-^ que possível, o acosso dos leitores .as cole
nncs;

_

O \c. sso livro e permitido na ra \ioria d ia bibliotecas universitá rias, e corao bil.-.lioteca públi«a, podemos citar o d:i Bibliot'-.ca Publica do P'-'Tana*

.

^

qü. a biblioteca, dentro dc5 sou ambiento e conform.c o sr^u público^
jO converta em um. crntro vivo de c^tur-a e dc .inspir-^^ãoj

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�s.
■(

7.1

Lut.-P. '.s bibliot:^C'-;j com i

dc v rb?3 p-irn cumprirr&gt;n com üoua

ciic'-rgoci.

■

'

QUO Oo bibliotr c'rioo -sr» convcnr»*® da bnl.-ZT. d.-, su".

o 3c diç

ponh TI '\ v±vc:%Lc., cora olrv:\ç~.o r- rmtu.'Ji v3no|
8.1

Ap^fj ir doa ciiforo'^a de- '.IgunD, continuo, m.

dn '-ntroü'-jncnto

^

idc ntid^do do objetivos nitro oa componcntc-o d*i. çl^aof), niorinontc
nitro 'IS ?.3aoci':inõ'"a o c-jco1~o,

TEM

II

1»

O

2,

Coiuidrraciòncs qu-

-

mf^ALHQS

APRESENTADOS

.vi.jino d'i bibliotrconoffii•^ no Braail, por. Antonio C /.tino Di ui.
ofr'~co cl probLímc.- do l'\ cit'^.log^ci 5n d- Jdc cl

punto do vioti dc yu onson inz-^., por M.orta 3. 3chcincr.
3,

O p'crf'ito bibliotoc'.rio,-por Xivior Plicor.

U»

áôbrc i^l cur30 dc c.'Jtidiütic^i dict?.do r-n Ia o.jcuc 1:&gt;. do bibliotccononiri, por Alfredo Frrnnjidoz.

R&gt;:.SnLUGÕEc&gt;

E

G0NGLU3n]i:3

nU'- d'-ntro d :, cirroir:! profi,3 jional, ■50j -ji (lipin~dtodi;:; lü fun

1.

0003 inferior 3 a do bibliotocÁrio;
1.1

,

Ilon-^lvida a ;Jituan~o pol?. Lei nô 4-.084/62, Roguluiont\n~o ProfiiJ V
■oi;:&gt;n'\l. Eapr-ro-;Jc v. aua o.plico.cão polo Dop irt.'^jii.-nto d'' Adiniiii^tra ■
coo do 3.-rvico Publico (DASP), para por fim au inj u^ti^au do ■ onqu^i
drrxicnto no nível 7.
nu- ';o crii^ ur'.a coniosão onpoot?. de roprc jontnjnto-j de todoíJ orj cur

2.

üoíJ r-gularoa dc biblioteconomia, par.a oiito-b^locir^oaito dn un currílo único;
2.1

Ro;jolvida a ;3Ítuacão con a aprovo.ção, p"lo Conuolhd F'd^ral dc; Edu
cação, do currículo mninio, era nível :iupoi-ior.
quo 30 ostabolona una coniarjao conpo.Jta do prof'^33oroo d.c&gt; Gataloga

3.

c£io, para unificpjcjao doa netodos do f^naino, üòbretudo no quo 3c rc
\
^
A
*
fol'c a Catalogag!?.o do nono-a braDil' iros c pí^tuíjuorjoijj
3.1

Levado a cff&gt;ito pela Coni3 jão Braoilr ira do CatalogagõÂ, da Federa
gao Bra;Jileir-\ dc Aa ;ooiaçõe;j do Bibliotoc'rioa (FEB\B),

cm

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�quo ao

?.pôio a''A::oci.acion Latino'"!.'^irrÍGn.n-i dc; Eacu' laa y Pro

fr-:!orra do BiV-liotocologi?,";
A.J.

A;j3ocii"'^".o foi cxtint". o Jrua objetivo« dcvor. ürr cunpridoa po
1" S'-cgno Latinonr.TÍG?iia di Fcd^^r?-ção Intrrnn.cion.-'l de Aaüoci.zciõcL;
do Dibliotc cárioíJ (FliiB/SAL).
CTU'": 3C' ctJtiriulc o int' rc*jntio -f-ntro profe-sooroa o -^ilunoa-^dj-ü djlvcr;^

5^..

j; . j fjacolaa dc bxbliot«conor.ia do Br^.ailj
A Fedor"ÇTO Bro.ailt^'ira df^ AaoociaçõoD dc Bibliotocírioa (FEDVB) que

50.

-c^uutcada pol'Xü auaoci^içõcs do bil)liot^'cn.riofi do país, tem.
do coixfcato con aü cacol aÍj do-biblio-to-cononia'c proct^'^ido nrüitc-lic
•\ p::j: d.?.3 rcjolüçõvva &lt;ia-.cj.&lt;i£}yc, ■ .
c Aooociaoõoü.
6,

qu'

cll1y&gt;aaan/TitX7^vnti:x.__Ejaool.aä-^
,

oo [jolicitc d-ri ■i.utoridad-a conpctonto;3 -i conoo J;j".o . do-nrioroü

rc curLioiJ fiiTUicoiroü p-ar-i o fortrilocinonto dao o.Jcol..'.a do bibliatç
conoi'l.'ij ■
3'.-

Âtravóa do'.i govcrnoj F'xl'rr.l, Eotafluo.io--ou Hujiic.i^qi:3^-í^tojoxvcur
aos vôn sondo obtidoa p'-laó oacolaa.
7.

quo üc pronovo-, öcnpro que o.3 condiç5f&gt;;j o pemitar, o rat-ibrlcoinon
k
■.
to do ofjcol'.j, curjoo dc- bibliotocononia, coro parte integrante d.iu
V
UiiivrrüidadoLS}
S
Ä
*
Fota-üc, ultiiii-ir.rnto, intcrcoao por poxtc daa univoraidadoa om. crirjr

7,1

curaos do bibliotocononi.a, conaeguindo, dnata nanoira, proftaaionaia
h-bilitadoa parn. acrvirem -a* noio,
8.
/

qu' :Jo adoV;n nótodo© objetivoo, d-jido njo cnoino una c iraotoríatif
'
\
fé
ca cüsencialnnito pratica, principalçic-nto quojito a Catalo-gJ^ao o a
Glaa'jificag~.0 5

8,1

A falta do nat'-rial didático -ouficiontr para o núni-rò do aluno rs (t^
b'. laJ dc Claaaif icação, códigos dc Oatalog-acão, ap'^rolhoa audi i-vi

.

au-'.i3, etc,), dificulta a dinanização do onaino prático, ae bon auo
r-lação a nlguna anoa paaaadoa, a aituição Kodificou-ac a-i-n-li volnonto para nolhor,
9.

■qur. ao ja gratuito o çnnino ninistrado naa cacolaa o curaoa dó biblio
t'cononia;

9,1

3

'

'

ntc aa Eacolaa ligad-aa as •univ'.-raidadca p.iniatr:u.i o onaino gr'v •

tuito.

cm

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�TEMá

III

mvBALHOS

Pr"-co3fjjo tccnicoa, p-)r Edoon Ncry

ilPREoEMTADOj

Poiwc-t:.'.,

Org-'.nizngr.o c .'vlrdi'iutrig~.&gt; O.c bibliot; onrj ?^rícf)l-^í, por Ern-Jt"'
F -.nu(^l ZirJc.
D". nrc ;J3icl-'xlo (if^ un CÓdigo N".cion\l (V' C
licj Gorr*^ Viccntini.

por Abu- r L ;1
. .

•

Oh".v-' -pir-^. clr.rjJificLç^^o di&gt; Ei;;quiytoO'"ir:.Ow)r:, por Silvia

O

0.1n,
Gl':\ü.!ifioaG~.o clc^cir.oj. pur-i ri.üJuntoa de rcproduçã") rmiri-l, por ElzFuturo o Orvo 0,;t,
Ejtudo prático do ücrviço orgcmizado na Eibliotocn Mui^icipr.l,

RES^LUCHES

E

GOHCLÜSÖES

nur -j Instituto N^^cional do Livro (INL) p:\tr .'cin-^ u;" -. "_dig~o br \Ji
1' ir'1 d". Cl".ii:;ific*T.ç~.o D- cir.nl d

T)'\íf^y;

■i 01-.j:jificaç"-o ^c-ci-'-JL cV- 'Or-wcy, n-.d:. foi r-'-lizr.d:), ';ntrc

Qu

t-'.nt'^ o In.jtituto Br-:.Jil: iro c''

Bibliogr '.fi '. c D.-:.carrnt'c~o (IBBD)

cri'^u 'I GoniaJo-O IBBD/GDU quo von doudc 195Ö trob-^lhuido no. tr'if'iuo~o rlc
qu

\lgur;oQ g1'^.u..;co,

o Institute N".ciono.l do Livro (INL)

irginiz!- ui,io. Co!iíjó~.o (Y;

Bil.liotcc'ri-r;, f )modo por profoooôr-a do Got.ilog :g"o i

cot"Aogr.-

dorojj, r^-pr'-íJont^Jit, a do vójriou controu bibliotv.conôr:icoi) d-:&gt; p:\í;,i,
p-.^r'"

cl ib^ror o CÓciigo'Bro.uilf^iro dc G.ot'^log ■io~v&gt;;

Ijt&gt; foi l'V '.d:'

• of' ito p^lo. criiç"-'' di Gordü J~.o Bro iil"iro d" Go

tol.ig o~o, d '. F :d.': ro-o~^o Br '-,'Jil iro do io-j-ci iqÕ o
(FIjBÍ£)

BiLli it c-.ri-

julirt íTí: 1 96O, duronto o. 26^ Goiif^'-rr^r-ici i d~, F"d^~r

1. t r;To.ci- ''.'.1 df- D"'cur.ontocõo (?ID).,

Rio do J ui^ in, C 'npo.jto

p r bibli &gt;t! c irioj ir.dic-yT v,j poi i.íj ".oo jciooõ-o r pri .üididr. p ir
ri ' Luiza Mont'-ir"&gt; do O unha,
qu.

i
O código Br v.Jil'-'ir.) do C.:tologoc~vo od )t", qu?jit.') o. ontrod.;. dc

rV.-cJ portugui-j..::; c brooil.-iroj, o crit'ri'' univ-ro-lr^ont- -.c it •
do r-.,)p''it:\r-rJo ov . ntad - do •'.ut )r, UJ-&gt; l 'C il

trodioõo lit r vi."^.",

C'.M.-«..:- guido, polo. Roooluoõo Conjunto, Br \oil - P-&gt;rtug^,l n-\ Cor-forV.cio Int-riJ.o.cioiio.1 dr Go.t'.ílogoiçõo, &lt;■:?. P \ri,o, 1 961,

�- 9 qu

r-ccr-n'V'

,

c- br•^:Jil•ir ^:■l

öifio-.o"/; r- C

) K;-,nu-a d:

Gl,-j .

nujicnij, d- -ut.?ri-. do Lmu O •;&gt;-

nt.i 5
2^,1

N-:i bibli-t:c

qu'' poiMu-^n dioc^tcc-.,

cl:\0..áf ic "'-c~.'&gt;
5.

.que.

c obj: rva^-'i, por J. r x

conh "GÍd.\ r. -) ;3^ i &gt; d,\ cl ;v.j

.

^3 bibliot.. c-vj br-.3Ílrir-3 col&gt;.h&gt;r'r "f- tivA c r.- 3ul:.irr-nV. c;&gt;r'.

5 G .t'logo Colf Uv d.? Iii3l%tut-) Brr..uÍl-.-ír.-. cVvBibli..sr ^fin,
r.cji.t'O p.o (IBBD);
5,1

'

A p.':J-.r do3 inct-fj jriit.ví -Apclo.^
gr-.r£i:\

^-cu-

In-jtituto Br -.axl'ir.^. i-.' Bibli —

D ^cur-.- iit".rt~o (IBBD), rruit-3 bibliot-- c-va n~o contribu'-:i pa

ra o G-'.t-al.igo C^.l» tivo H'-'.Gi 'in'^.l.6.

quv

I:-;;jtituto Br-ail'&gt;iro do Bibliosr.-íi-. o D)cu;:ir.nt;^n~-. (IBBD)

:;.uxilio -iLi Bibliot-c-.a E^tadu-^lu. '-u mtrao bibli-.t c ■ u int-^r-ruu".d "J
6,1

!i orgy.iz.?.r"r.i

col- tixvo.j fjtiiduiis ou.r''j^i'-M'ii.iu}

O lujtitut-:^ BiM.Jil- ii-i &lt;\r Bibli-igr-.fi-i (• D.)cu:..' ntAo:v; (IBBD) pi- Jt- c;Jtc

7^

qu,:

Mixíli) qur-Jiclo 3&gt;licit v''.o.
♦

-_o uniV' riJid ^■'"0 br \rjil''IrrD o lü Titi'lodoü r\"ait(~n'^d.-rr:'..3

d b d.v bibli .itccno od'&gt;tcn o. ccr.triliz'^.ç~o dou ■jtvícde -^.quirii clajsific \g~o r c-t aog-.ç~oj '
7,1

â.Jt. j 3crviç;)ü a~ü co3itrp.liz:'.do3, .3Òrr:vb&lt;-, n-3 biV-li

f},

.c-.s publicr.o.

qu.'- prlo çic3V)J un:\ bibli-.^t" c-^. do cP-d-T. oidccl.. pna.oua uivA C-slcn^..' c?r
pl- t?. '■'■-.J fich-.ü irpr-.-.:;.::-.ü pelo Sorvigo do IntoroâiAbi &gt; d'' G :.t'-logr.v
c^~.: (SIC)
f
I
^
l3t« iv^o foi pouuivC'l, cr(;noo, d'^vid.o a div roid vV) dc opinx '■■•3 o-

8.1

xi..!t-nt'--3 sôbr'.^ a aplic"ç~o das fich.aa inpro33 A3 p'- lo S:rvigo. -V
Ii-it'rc 'Jtbio d.o- ü:Atr.lT.gacao (SIC)
9,

na-

a3 bibli'.-t'.'c ar. brasil-iras coop^-^ron con

S'-'rvig ^ d(,; Intrrcai-

l:i - de.-' C-.^.talo3::çã:^ (SIC)j
9.1

D'vido a r.':ii-3tcnci.?. d'^ -aceitaga^ d'.i Servic'^ do Intr rc^ffibi-" d', Ga—
■ t-^Iogação (SIG), ta^b'n oata rr-jolugã) não pôde 3. r qui^pridi.,
V
• •

10.

10.1

.

o^ur -.3 cditôr-v3 public ■&gt;3 e priwado 3 c v^pcron ein &gt; Soi-vigo de I-i /
t-rcpxibio do G .i.tol''gagão (SI''0
Editôr!'3 o autor-'3

3^'i:prr' seguir. ur.ii p-^litic \ que 30 h-^xiT.p.iza

ca3 n coa3id,ado3 das técnic--3 bibliotrc^nonicaa

*

�í\

.

' '
r
11,

.

■

■

1
■ \
- 10 -

&gt;

■

, ■
;
• ■ •

"

^
•

'

i
^
»S»
•
que a seleção de livros seja feita er. cooperaoao, e pelo r.enos en
ti-e as bibli.-itecas äe cada cidade;

11.1

-Se ber qiae "nuit-:) • debatido Oítena da aqaisigão planificada, não ei^
(Sontra receptividade pois cada biblioteca na.:^ abre não da liberda
c^o de adquirir o que acha cònveniente, - É natéria que deve nerecej?
^
\
EíT-ipla divulgação,
*
'

12,

que o governo brasileiro aprove o sistev.a do aquisição! de livros
-c^str?jige_iro3 por r,eio de bônus da United N^tions Educational 3cic^ntifical and Cultural Organization (UÍIBSGO);

12,1

A^pesar dos estudos que se siiceder. nada foi resolvido no' setor de
í^uisição de livros e3tr.:2ngeiros, Ê cada vez nais gTaye a situa~
■
'
/
■
gao da ir.portaçao de r'.aterül^bibliografico,
• •
■

•13,

quo o governo lírasileiro estenda aos livros encadernados a isenção do direitos alfpxidegárids}

13,1

liada resolvido,

Ê natoria 4-a conoetôncia da .'Jatara I rasilcira do

Liv

Livro (GBL) e do Sindicato Hacional dos Editores do Livros (SíIEL),

1/+,

quc o Gatalogo Coletivo do Instituto J rasilciri do l ibliografia e
Docuricntação (irjD) rogulo e desenvolva o ev.préstino'interbibliotecário do Irasil;

lA.l

Êstc assunto Gurpetc ao Instituto brasileiro de l.àbliografia e 'Docui;;^.ontag3j3 (T'J'D) e nele interessado.
m
•*
TEM

IV i

-

TRAI ALHQS

APRE3ENTiJ)QS

1,

Tibliotccas p~ipularcs, por José. césio Regueira Oosta,

2,

Organização das bibliotorjag ipopulares do Distritn Federal, por Zi'Cfií^lho Prado,

3,

• ;

Anotações para o estudo crítico;o solução de un problcna prononte
por Manoel, do NÓbro.ga,

|

RES0LÜC5E3
i
I.
1,

,

E

C0IT.:;LUSDES

quo cr definitivo seja caracterizada, er suas linhas gerais, a bi-

bli ) tn • bliptócn populpfqöot» isöqliäniirbjlV'lio'tcoaj 'iiftn.'O'oéxiiio dèloita r.il
volu:::cs (8,000) contando livro^ que assegurem principal rente a o du
^
4
í '' '
c:ioa:) de base, independente ;de ur, serviço central constituindo ncn. .3 ui-ii "nciBöUBldados singulares do oue. çlorentos do un organisro adaptado
a

cm

1

,

.

■

Digitalizado
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Syst em

.

�- 11 -

condigõca Idfgaio;
1,1

.

Medida ultrapassada.

.

Não ha nínimo non nóxino a observar.

dependo da verba disponível.

Tudo

QtSjUnto a seleção do naterial, confia

se nos bibliotecários.
2.

que a instalação' de bibliotecas soja precedida senpre do ur. inque-

&lt;

rito estatístico sobre o índice de cultura, econônico,'etc, do loCLÜ.;
2,1

h, posar dessa nedida ser indispensável-pela sua utilidade incontes
tavel, nãx) ó posta er. execução quando se instalar'' novas bibliotoca.3í
O público e sonpre o últino a ser ouvido c o prineiro a ser prejudico.do,

*
3,

'

.

*

que se reduza ao r.ínino possível a técnica biblioteconor.ica para
facilitar o contato entre o leitor e o livro;

3,1

iJedida que deve ser adotada por todos, entretojito a sua aplicação
ate hoje ficou subordinada a critérios exclusivrir.ente pessoais,

4»

quo se recorra sobretudo, corao procosoo de divulgaçao do livro,aos

4..1

lx)Stos de efiif^éstiros,- facilitaxido o contato do povo con o livroj
»»»
^
Resolução executada na nedida do possivel, O serviço de caixas-es
tantas e carros bibliotecas, cobren, en parte, essa necessidade,nos
Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, i'inas Gerais, São Paulo, Gua^
nabara e Pernanbuco.

5,

^

\ •

*

f.
que se utilize a biblioteca ar:bulante tarber cono -processo de sondagen

do" interesse dos diferentes grupos da população er.i relar.ão

ao livro;
5,1

As bibliotecas aj'bulantes do ServiçÜí Social da IndustriaiSE3I) e do
Serviço Social do Gonércio (SEGO), nantên esse serviço de sondagen,
nediante dados obtidos através de estatísticas e de fachas ospe
ciais,

6,

-

preenchidas pelos leitores,

que se facilite a entrada no país de todo naterial necessário a in
pressão de livros;

6.1

Ê natéria da conpetência da Gâr-\ara Brasileira do Livro (CBL),

do

Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e, finalr^.enfe, do .
Banco do Brasil.
7,

que se incronento a construção e '•manutenção de bibliotecas publi ca.;3 cr tofio território nacion.al;

cm

1

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lí

�o Dccreto ns 51.22A de 22 de agôoto do 1 96l&gt; qac instituiu os Ser
viços Regionais do Bibliotecas, parece ser un caridnho para se con-seguir a instalação de Isibliotccas públicas en todo o território nçt
cional,
í

. -

.

que, se desenvolva o intcrcai'bio enisre as bibliotecas nacionais o en
■ tro estas o as estrangeiras;
Sendo esta nedida de interesse geral, devo ser levada a efeito,

i^o

von a intensificação do intcrcâr-bio c prejudicada pela falta de ver ^
¥ao e isenção de taxas postais,
t
•
[ i
que se inpega sejan nossas bibliotecas*devassadas e expurgadas ou
■ fiquen sujeitas à ação policial;
O perigo desses abusos não existe no rogiirio donocratico,

Essa pró

posição foi feita visando o período ditatorial por que passou o Bra ■
ail.
que seja inpedido o estabclecinçnto no pais, sob qurJLquer pretexto^
de restrições ao natorial que pode ser adquirido, pelas bibliotcco.s
brasileiras, s;;J.vo as decorrentes da seleção ditadas pela natureza
o finalidade- do cada biblioteca;
Existon Tiibliotecas públicas quö sofrer, a interferência religiosa
no processo da aquisição,.
*&gt;

.

que se ofcreçan aos nossos bibliotecários as nais ai:pla3 garantias
no exercício da sua função, na integridade de seus cargos,' e en tu
do que, de olguna .naneira, concorra para fomar a sua personalidade
e nonter a sua dignidade;
Pela Regular-Lcntação Profissilj^al'os bibliotecários adquirira*"" r.aior"
segurança e nelhor aprovação social.

Cabo a cada bibliotecário res

peitar o Código de Ética e trabalhar pelo engrandocinonto prbfissio
nal,

■

.

que seja assegurada aos bibliotecários 'Tirasileiros, tantp quanto
possível, una sulisistôncia alhoia aos azares d^^ sorte;
Como profissional, o bibliotecário se beneficia e se apoia na Ldgis
lação Trabalhista ou, quando funcionário público, nas Leis que regem a matéria,

'

.

que os nossos bibliotecários tenham voz ativa no que se refere a
A
cultura em geral, na medida em que saibam compreender a importan - .

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3^4

^5

16

17

�- 13 cia das suas funções
13.1

.

■

o a grandeza d^ sui miaa"^;

A Loi A.OS4./62 já prove os direitos dos bibliitccóri-a, porém, o
Rogul-monto doss'?. Èosni'". Lei, d",r'. a cada um a noção clara do f3ous
direitos G devores.

TEMA

1,

TR:iBiiLH03

Biblio-tcoias univorsitarifis e

APRESENTi^nS

'.Iguns do. seus problonao, por Mari i Lui

za Monteiro da Cunha,
2,'

Ctinuidcranões saibre bibliotoc

univorsit'ji-^.ö, por Lilá do Rcgí.&gt; Ma

cid.

_

-

. ;

■ Susuatõos par;\ uma coopcragao intensa, ontre ao bibliotecas ospocia

3,

lizadas, ppr Sully Brodbeck,
4,

,

Do acrvino do irqy:)rt"'jO'io nia bibli"ítcc 13 univcrait^^jri-\u, por Axrr^
nio Procnça o Docio Poroira de Vasconcelos,

RESOLUÇÕES

1,

E

OONCLUSDE3

que SC cncarainhem pjOS i'agnificos Roitoros c Dirotoros de Faculdades
e Institutos anexos e compleitientares das diversas universidades- bra
sileiras, mensagens, solicitarão sejam criadas em todas elas biblio
tecas centrales, destinadas a organizar, quando as condições o permitam, a coordenar e dirigir ao atividades de várias bibliotecas
da universidadej

1,1

,

•

'

•

As, bibliotecas das. diversas faculdades brasileiras continuam desoT
ticuladas, em sua maioria, da^biblioteca central,

2,

que seja incluido na mensagem aos Magníficos Reitores um apelo, no
sentido de que possam ser admitidos para o exercício de funções téc
nicas em bibliotecas universitárias, inclusive'nos cargos de direçoa e chefia, bibliotecários diplomados por escolas de bibliotecono
mia oficio.is ou oficialmente reconhecidas;

2,1

A Lei 4-.084-/62 da Regulamentaç'í.o Profissional, pôs fim a possibili
bilidade de ingresso na carreira sem o diploma de bibliotec.ário,dp_
vldnp.ente registrado' na Diretoria do Ensino Superior,

3,

que figure, ainda, nessa mensagem, o pedido de criação de escolas
de bibliotoconornia, junto as universido.àes brasileiras;

3.1
■

Se bem que atendida p.arcialmönte esta resolução, a necessidade se
»
faz sentir de m..aíieira premente.

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�- u U»

que seja criada uma Comissão Nacional de Bibliotecas Universitärrias, .incumbida do levantamento da situação das Bibliotecas Univer
sitarias em nosso país, bejn como.da unificação das normas técnicas
indispensáveis ao perfeito intercâmbio bibliográ*fico universitáripj

/4,1

Isto não foi levado a efeito e está bastante atualizada a propositura,

5,

que seja Ijblicitado as bibliotecas osntrais ou aos Serviços Gen

-

trais de Bibliotecas, já existentes en alguinas universidades, le vantanento dos recursos da universidade a que pertencani, quanto as
duplicatas óu outro materi;\l de que dispõem para pemuta;
5.1

1'cdida bem necessária dada as dificuldades de aquisiçao com que lu
tam as bibliotecas de qualquer gênero.

6,

que seja organizado e incentivado o emprestimo intorbibliotecário
a ben da economia geral do melhor aproveitaincnto de verbas individuais;

6,1

Sobre ôste assunto está sondo elaborado um CÓdigo, no qual coláboje
rari as Associações de Bibliotecários, havendo já alguns trabalhos
publicados,

7,

quu as bibliotecas centrais, ou serviços de bibliotecas existentes
em Universidades Brasileiras sejam designados como sede dos catálo
gos colijtivos de livros e publicações periódicas do Estado a

que

pertençam;
7,1

ISm alguraas universidades vem funcionando os catálogos coletivos,, rç
gionais que fornecem, por sua voz, fichas para o Catálogo Coletivo
Wacional, do Instituto Brasileiro de Bibliografia e- Docunontiiçõo
(IBBD),

o,

V

.

que as bibliotecas centrais ou serviços centrais do bibliotecas universitárias sejain incumbidos do levantamento das publicações ofi
ciais de sua universidade;

0,1

Continua a necessidade de um trabalho amplo e orientado,

\

y
9,

quo sejam reunidos e coordenados os esforços das bibliotecas especializadas, num plano de trabalho cooperativista e que as biblioto
caü publiquem boletins bibliográficos e listas de publicações perio
dicas recebidas;

9,1

'íon grande esforço, por parte dos bibliotecários, esta resolução
esta sendo parcialmente observada,

cm

1

2

3

5

6

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O Instituto Brasileiro de Bi -

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lí

�-.15-

bliografia e Documentação (IBBD) publicou as obras "Periódicos Bra
sileiros de Cultura" e "Ca^talogo Coletivo de Publicações Periódi cas da América Latina", ,
10.

^■

que se evidencie a importancia especializada na vida cultural e econoraica da Naçjão;

10,1

Esta sendo compreendida a importância paralela da especialização e
O progresso de nossas instituições técnicas, culturais e cientifiCp-S. ' ■

11.

que se coordene a aquisição de revistas entre feibliotecas espaeiali,
zadas em assuntos análogos ou semelhantes, localizadas ria mesma ci-""
d;gdc e ate no mesmo estado;

11,1

X aquisição cooperativa entre bibliotecas interessadas de uma cida
de e perfeitamente viável.

Entretanto ela encontra resistência,

ainda, por parte nOo so de usuários, mas tambom, por p:rirte de
g'uns bibliotecários,
12.

que as Cidades Universitárias do Brasil, sejam dotadas de prodios
construídos ospecialinentc para a instalação da Eibliotoca Central
Universitária (ou serviço equivalente);

12*1 i| .Dificilmente encontramos universidades brasileiras cora prédios arqai
tetonicamente construídos para a sede da biblioteca central,

Há no

cessidade de cooperação entre o bibliotecário e o arquiteto.

Em

Sax) Paulo contamos com a Biblioteca da Escola
Paulista de Medicina
f
e a do Mackenzie, que funcionam em prédios separados, A Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB), através de sua
Comissão de Construção e Equipamentos de Biblioteca, pretende criar
em cada Estado, um grupo interessado na orientação desse tipo do
construção,
13»

r'

que seja criada junto a cada biblioteca central ou sorviço contrai
de bibliotecas universitárias uma comissão central de bibliotecas
universitáriac, constituída de 5 (cinco) membros, dos quais 4. (qua

_

.

tro) serão representantes do Corpo Docente da Universidade e o quiix
to o bibliotecário chefe ou o Diretor da Bibliotoca Contrai (ou Ser
viço equivalente);

13«1

^

Ä medida que deve ser, adotadá na integra. Infelizmente, taà cousa
n?ío vem acontecendo em todas as Universidades,

Deponde dos biblio

tocários a roinindicação desse direito.

cm

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1

�'
11^.,

- 16 -

quo as bibliotocas ccntrais ou serviços contraia do bibliotocas univorsitárias sojám subordinados, diretamente, ao Gabinoto do Reitor ;

lü.l

Resolução cumpridaj onde foram instalados tais serviços,

15,

Que todas as bibliotecas especializadas participem do programa de
pormuta de livros da UlIESOO;

15»1

Resolução não atendida.

*

Recebemos publicações, doamos algumas, po

liem, sÕjo precários os serviços do pcrmutas,
16,

que se obtenha para as bibliotecas redução ou até isenção de tarifas postais, para remessas e intercâmbio de material bibliográficoj

16»1

É de extrema urgência esta medida devido ao alto .custo das tarifas,
Uma vez atendida essa resolução, pôderá haver' maior interc^bio'en
♦
tre Aissociaçoes, Escolas e Bibliotecas nao so do Brasil mas do Estrangeiro,

isenção ou redução consegui-la por algumas bibliotecaa

deve ser extendida a todas que requererem o T»onefício.
17,

que se apoie o programa do Instituto Brasileiro de Bibliografia o
Documentação (IBBD), encÄredendo a importância do mesmo funcionar
como órgão coordenador das•atividades das Bibliotocas Especializa^
das do Brasilj

17,1

O Institiato Brasileiro de'Bibliografia e Documentação (IBBD) vem
cumprindo esta resolução com apoio de bibliotecas e bibliotecários,

18,

qUG o Inístituto Brasileiro de Bibliografia e Docunentação (IBBD)
com|)ile íuma bibliografia do revistas tócnico-cicntificas, informan
do o his-bórico das mosmasj

18,1

O Inatituuto Brasileiro do Bibliografia o Documentação (IBBD) publi
cou as oTbras "Periódicos Brasileiros de Cultura " o "Catálogo Gole
tivo de .DPublicaçõos Periódicas da Ámórica Latina",

TEI-gy VI

1,

-■

TRABALHOS

APRE3EFTÄD0S

Situação das bibliotocas infantis brasileiras, por Deniso Ferna.ndos
' Tavares,

2,

Sim.plificjação dos processos técnj-cos do catalogação e classifica aõo daa Ibibliotocas infantis, por Maria Loticia Andrade Lima,

3,

Biblioteca Infantil e de crianças excepcionais, por Colina Didier*
de í-orais,.

cm

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1

�- l'T ^

RESOLUÇÕES

1.

E

COFCLUSÕÉS

que sojam criadas liibliotocas infantis publicas do bairros o cidados;

■

'

1,1

Na modida do possxvol esta resolução vom sendo cumprida»

2,

que a criação o organização das bibliotecas infantis o cscolaros
fiquem subordinadas a uma biblioteca central quoiçfará parte da Seoretaria da Educação do Estado ou da Prefeitura;

2,1

Wbdidas adotadas em São Paulo (Capital)Salvador o Guanabara,

3,

j
quo osso orgao planeje, dentro das condiçÕos locais, do acordo com
£ts situações do transporto, cconomica e social da população, a loca
lizacâo das bibliotecas que comportam cada cidade ou capital;

3,1

Norma seguida somente em São Paulo (Capital) e Salvador.

4.,

que o prédio da Biblioteca de bairro ou cidade conste de secções
para bibliotecas de adultos e para crianças e jovens, entregandose a supervisaã dos serviços a bibliotecários èspeci^izados no as
sunto, isoladamente, com plena autonomia;

4.»1

^ pesar de ser considerada esta medida ideal, somente em alguns Es
tados ela é observada.

5.

-

f

que seja critério dêsso órgão central somente trabalhar com biblio
tocarios, conseguindo nos Estados onde não haja Escola de Biblioto
conomia, bolsas para aqueles que se destinarão â esse serviço;

5.1

A. Lei /Í,084./62 proíbe o exercício da profissão sem a devida habili,
tação legal.

Como exemplo da segunda parte da resolução, podemos

citar o Ceará, onde não há
ca

Escolas de Biblioteconomia e se verifi,

a existencia' de bibliotecários formados pelo Ourso da Bibliote

ca Nacional, através da concessão de bolsas de estudo,
6,

que para bibliotecários de bibliotecas infantis, sejam admitidas,
de preferencia, professoras primárias, com curso do bibliotecono «lia;

6,1

Estando o curso, de biblioteconomia enqua-drado como os demais de n|,
vel superior, o diploma do professora normalista eqüivale ao do
clássico,científico, etc,

Não deve haver,pois, preferencia para
A
/
ingresso na carreira uma vez que ele e regulado por classificação

em concurso. Acrescente-se quo os dursos dè biblioteconomia, in

-

clucm, quaso todos, a especialização.

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.O"
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�- 1Ö -

7»

quo todos-os cstabclocimontos escolares clp nivol prin-ario o gina sial do país, intensifiquem e expandam o tra'balho das bibliotecas
já existentes, com material didático, informativo o recreativo, ou
que providenciem a criação imediata de bibliotecas, caso ainda não
as possuamj

7,1

k Fodersigão Brasileira dc Associações de Bibliotecários (FEBAB) já
lançou este ano durante a Semana Nacional dá Biblioteca,, as bases
de uma campanha que intensificará nos anos vindouroa, no sentido dc
serem criadas bibliotecas em todos í:os ostabelocimentos do ensino
primário c ^secundáriot
i
. ■

8,

qiie'se organizo um catálogo de livros infantis, redigido de maneirr, muito clara com abundância de notas explicativas, tendo cm vista
a sua provável utilização por elementos estranhos à biblioteconomia;

8,1

k biblio^^Jr.sr?^-^'^ dôste assunto^ foi elaborada por D, Lcnyra Fracaroli,
ox-Diretora da Biblioteca Infantil de São Paulo.

9,

quc se organizo uma listà abreviada de cabeçalhos do assunto, que
inclua os tópicos mais freqüentemente encontrados nas bibliotecas
infantisj

9»1

Êüte assunto devo constituir matéria de estudos futuros, pois so
trata de instrumento do ,trábalho indispensável à uniformização

o

simplificação do trabalho nas bibliotecas infantis do pais, Sora
uiQ elemento do auxilio o de referencia para os bibliotocários dossas instituições.
10,

que s© organize uma adaptação resumida da Classificação Decimal de
Devey, dc acordo com as necessidades infantis, para ampla divulgação entre os professores primários, responsveis por cluTses infan tis, assistentes sociais c dirigentes de parques infantisj

10,1
11,

Deve constituir matéria de estudos futuros,
'

^

qua o ''íongresso pleiteio, junto às autoridades competentes, estaduais ou municipais, a introdução da biblioteconomia aplicada as
bibliotecas escolares, como matéria do ultimo ano dos cursos pedagogicos vigentes no pais?

11,1

Esta resolução foi seguida, apenas, na elaboração do currículo dos
cursos de secretariado.

Na atu©l conjuntura socio-econômica do país,

querer-se que todas as escolas do Brasil disponham de bibliotecas
e bibliotecários é uma utopia,

cm

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No sentido de contornar o problema

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lí

�- 19 ~
da deficicncia de bibliotecários, para atender às necessidades de
regiões longínquas, seria aconselhável que as próprias escolas de
biblioteconomia, organizassem cursos de férias, .para professores
do interior.

Entretanto, os atestados fornecidos não devem servir

como docunento

comprobatório de capacitação^profissional, mas, Qr.

pönas, como um elemento a mais na contagem de pon!t||iil na carreira do
professor normalista.

TEMk

VII

-

TRABALHOS

APRESENTADOS

1.

Bibliografia y referencia, por Elvira Lcrona Martine*,

2.

Bibliografia: normas porá compilação de bibliografias; bibliografia
de bibliografias nacionais: bibliografias especializadas (infantis,
técnicas, etc,), por Jorge Abrantes,

3.

Normas para Ia preparación de bibliografia pai*a escritos ciontlficoö,
polo Instituto Interamericano do GionciaS Agrícolas (Turrialba, Gosta Rica)
■

1,

RESOLUÇÕES

E

CONCLUSÕES

que seja criada um.a comissão composta de entidades e eapocialistos,membros da Comissão Nacional do Bibliografia com o fim de estudar
a unificação das normo.s de compilação bibliográficaj

1,1

2,

Taxofa levada a efeito pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia o
♦
.Documentação' (IBBD),
^
que seja feita pela Comissão Nacional do Bibliografia uma coleta .
dos repertórios bibliográficos existentes no país, para facilitar
aquela ttirofa o servir de base a uma bibliografia

das bibliogra -

fias brasileiras;
ä,.1

É tarefa do Instituto Brasileiro do Bibliografia o Documentação
(IBBD),

3.

que os estudos para padronização do ensino da biblioteconomia dom
relevo aos ?#poctos gerais o históricos da bibliografia o a prática
do compilação bibliográfica}

3,1

É matpria constante das Escolas do Biblioteconomia,

A*

qao soja editada uma Revista Brasileira do Bibliografia, do proforcncia pelo Conselho Nacional do Pesquisas (CN?Q) ou pelo Institu-

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20

�- 20 to Brasileiro do Bibliografia o Documontagão (IBBD), uma Socção
do Bibliografia cm uma Revista Brasileira do Bibliotoconomiaj
A.l

Existem 2 (duas) revistas; Boletim Bibliográfico Brasileiro (BBB)
o Edições Brasileiras que cobrem,em parte, osta necessidade. Quanto à Biblioteconomiá a Federação Brasileira do Associaçõea do Bi , bliotccários (FEBÂ.B) o a Associação Brasileira de Bibliotecários
(ABB) publicam revistas relativas à matéria,

1 ♦
5«

^
*
que sejam mimoografadas as "Normas para Ia preparacioE dc Biblio grafia para Escritos ciontificos" elaborado na Reunião Tpcnica de
Bibliotecários Agrícolas em T^jrrialba, Costa Rica|

5.1

Mo Brasil fcaAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), atraves do sua Comiíjsao dc Documentação, integrada pelo bibliotecário
Edson Nory da Fonseca o outroS;,^ cuidou meticulosamente do as Junto,
(ibS-afeialização da Documentação no Brasií, IBBD/ABIIT, 196o)

6,

quo a

Comissão Nacional de Bililioerafia concretize o quanto antoa

a sugestão do consultor da ÜIIESGO, Senhor Herbert Coblans, no sentido da ^distribuição, em todo o Brasil, de uma. lista dos nomes d?3'
k&gt;
autores brasileiros que não devem entroT polo ultimo sobrommoj
6,1

, Ac regras para entrada de nomco de autores brasileiros o portuguôscb estão sendo estudadas pela Comissão Brasileira do üatalogaicãr&gt;,

7»

quo soja dirigido ao Senhor Herbert Coblans cm «orne deste I Congroc
So Bro-Silei-ro do Biblioteconomia um voto de louvor e agríijdecincnto
polo valioso trabalho que realizou no Brasil, especialmente quanto
a. sua Contribuição ao desenvolvimento da bibliografia cm nosso p^aioj

7,1

Providenciado pela Secretaria Gerril,

»

TEM&amp;

VIII

—

TRABALHOa

APRESENTADOS

1,

Situação atual da biblioteconomia- no Brasil, por Laiza Fonseca,

2, .

Situação das Associações Biblio toe áriixs Brasileiras, por Bernaclotto
Sinnay No voa (informe verbal).

cm

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�- 21 -

PJESOLUGOES

1,

E

GONCLUSnES '

que soja cricda qucjito antos a Füdoragõ^ rloü Bibliotocnrioa do Bra
oilj

1.1

Orlada a Fcdorag^o Brasileira do Aaaooio^ões do Bibliotoc.arios
(EEBÂ.B) em 26 de julho de 1 959, com# o que ficou cumprida esta re
solução,
«I

2,

q^e se organi'ze uma Comissão de Bibliotecários Brasileiros com o
fim do redigir o progeto dos estatutos da FABB;

2.1

Oomissão jâ organizada e extinta, pois os Estatutos da Federação
Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEB/íB) ja se acham re
gistrados em cartorio, em São Paulo, 12 Ofício de Registros de Títulos e Documentos, Livro A, ns 13; nS de Ordem 7.712,

Publicado

no Diário Oficial do Estado em 5 de julho de 1 961, página 22,
3, q

i

que a FABB edite um Boletim ou Revista,destinada a'facilitar o in^
torcâmbio de idéias entre os bibliotecários, assim como o estudo de
problemas de interesse profissionalj

3,1

Atendida através do Boletim Informativo da Federação Brasileira de
Associações de Bibliotecários (FEBAB), de periodicidade bimestral,

4.,

que sejam dirigidas ao Senhor Rubens Borba de Morais, em nome do I

-

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, felicitações pela sua no- •
meação para chefe da Biblioteca da Organização das ííaçdõa Unidas

/i.,1
5,

(OFU) ora Nova York;
♦
Providenciado pela Secrctíria Geral,
»

•

quo se dirija a Asspciaç^ PaxLista do Bibliotecários (APB) ura voto
do louvor pçlo oxcolonto trabalho que vem realizando ora benefício
dos bibliotecários brasileiros no qual foi pioneira;

5,1
■6.

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral.
que o Ministério do Trabalho,Indíástria e Comércio, reconheça a pro
fissão de bibliotec^io • a inclua na Tabela do Art. 577, da "ons^
✓
lidacão
das
Leia
do
Trabalho:
o
^
Pela Portaria ns l62 de 7 de omtujro de 1 95Ö, foran os biblioteca
rios enquadrados no 19- Grupo, compreendido na íionfederação Uniyer
sal das Profissões Liberais: Diário Oficial da União de 11 de outu
bro de 1 95Ö,

cm

1

I Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
s t e .O"
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17

lí

19

20

�•&gt;

- 22 -

7»

que se estabeleça um padrão de escolas de bibliotecondmiaj

7,1

i'icijo foi possível un currículo padrão, mas o currículo mínimo foi
aprovado pelo Gonsolho F&amp;deral de Educ^cão (Parecer nö 326/62),

8,

que se regulamente o exercício da Profissão de Bibliotecário}

8,1

L Lei ;i.,0ö4,/62 deu cumprimento a esta resolução,

9,

que seja criado um órgão coordenador de todos os trabalhos relativos a bibliotecas, em esfera administrativa adequada;

9,1

Pelo Decreto nö 51,224., de 22 de agosto de 1 961, foram criados os
Serviços Regionais de Bibliotecas, ao qual compete dar cumprimento
a essa resolução,
*

10,

que o informe de Luiza Fonseca, na parte relativa ao ensino da biblioteconomia seja encs^minhado à Comissão de que trata a recomenda
gco nö 2 do toma IIj

10,1

O trabalho foi devidcanente estudado no íema II,

�'
II

G0TTCglES30

rorllarxlo

on

- 23 -

ERJ'mSILSIRO

S-Ivador.

DE

EIBLIOTSGOFO^llA

Bahi.?..

de

20

26

E

do

DOGU&gt;:"j5KTiu:aO

.1ulho

do

•.

1959'

TEí-áRIO
t.
I

-

'

j

REUgÖEo PÚLLIG iS /iPLIC/iDAS i\ BIBLIHTEGAS
a) Ética profisaional

TSI'ti

II

-

PROCESSOS

TEGFICOS

.

'

a) código Brasileiro de Rubricas
b) código Brasileiro dn Catalogrição
c) Glo.asificagão Docia-iL Universal
&gt;

,

TEVX

III-

TPlui.

IV

-

BIBLIOTICGONOi'lA COIÁO PROFISSÃO

■

»
.

ErSIITO DA DIDLIOTHCOFOMIA
a) Currículocí do i'ivcl Univorait'xio
V
»M
^
b) Fornoçao do Bibliotoc-t'j'io.j

'

•'

c) Progra'ia do tocnicaa. fotodocusontariaj
»'
TEi'iii

V

-

.Í:33OCI.IÇÕSS EI::LIOTEG.'RI.;S

. •

'

,

,

a) OrgíJlizacjão de Gon.jolhoi; Gonaultivoj
'b) Fcdcracão Braailoira do bibliot';c'-riocj

TÚW.

VI

-

BIBLIÒGRilFIi'.-DXUlvOTAçriO
a) Bibliotcc'rio o Docui-ont^riut -; faf^-vação o'atribuicõoí.
b) TÓcnica bibliográfica

•

c) ■ITor:]''lizac"jO Bibliográfica

'

■
.

d) Mcc^xiizaçjcjo
o) Fotiodocu''iontaç~jo

• •.

,

f) Divulgação
ß) Libliotcca o Sorvigo do Doca"cntaç~o; intorconunicao'jo
o
'i
TSMV

VII

-

REL'iÇÔ^&gt;S niíTRi: EDITÔRES, Lmr.IROS L BIDLIOTEG''ÍRIOS

�- 24 TMiV

VIII -

IIITíHC^TIO DIDLIOTECONÔííIGO

.

i) Citaloganão c.*opprativa ■ ^

.

b) G7:t'.logo3 coletivos
c) EiTiproötii.'OO intc.r-bibliotccap
d) Pornath
t
TBli&gt;

IX

-

•BIBLIOT.jC.íS 'PtfcLIC-^,. IUFAIITIS, TOIIVin^It'JlLiS, F.SPRCL'vLle
z.::t):.s - .:xi ^euuíto

X

-

■

■

"DIFÍGIOS DL DIBLIOTr.G'3: COOPDPuiQ.'lO r.NTRE LIBLIOTjtóuIG ]]
, ...RQUITETO.
1

.

TLrtl

■,

. It

• I .

I

-

TRi'&gt;B.\LHOS

■'

APRES^JITADOS

?&gt;.cl-.çõc3 públicia ?.pliG'\dn,3 à ¥ililiotocao: ctica profiöoional, por
-Uitonict.i G, Forr:iz,
»
.•

Tln-r.

II

-

•

Trf.EuLHOS

/■&gt;PRI.SrJ?TiJ)OS

- ,

"

r

1,

Dinrjiiz indc oD procosaos- tQcnicoa: o registro, por Haria Jojc Toro
•&gt;
«
zz **rBrin,''

2é

3i£jtcn~.o dc cl-iabificag^ on I.ibliotocau MÓdicia,

3,

SugPütõco p-^xn. acrcDcino. c nodificaçõos nocojaariaü do Godigo .do- Va
."ticano, a fin do ■ adaptar aa cxigcnciaü .dan blbliotccaa brasileiras,
por Maria Antoniota Rcquiao Piedade,

4.«

•

III

-

TR.4lX&gt;LH0S

.^PRr.SrJTTADOS

Eibliotccononia corio profirjaão, por Blida Frcit.aa c Gastro Druk,

T::I»

1,

'

I:'or:;aG para-a catrlogM~o naa kibliotccaa da Uni'O^oraid .do do ReGifo,

ITM.

1,

"

.

IY

_

m^B^uios 'APRE3T:UT.-.DOS

•

.

, ^

Encoraj«:.:oD ao invcctigagocò na Bibliotrcononia c na Docuncntagão:
■-lodalidadoí: dc rcuniõcc, por Maria Joüó Torcza Anorin,

2,

O cnuino da BiVliotccononia o Docunentagão, por Bolita de Matoc Qar
valho«

"

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,

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�- 25 g

1",

TRilDALHOS

j^odcração áao i^aaociaçõcs Dr^isileiras do .Blbliotocnriaa, por Laurc

/ '

Garcia Moreno Ràbao o Rodolpho Rocha JÚniori,

TBM/*

1,

-

TRiJÁLHOS

- ' ,

.fiPR^SBI-JTiiÒOS

,Curoo0 tio pcaquiaa bibliográficas no Brasil, por Laura Maia Figuoi
. rodo'o Tcrci2inn 'Ar.antoo Ferraz,

2,

Áplicacõx) da bibliografia nccf^nizada no irsrDj por Fomanda Loito Ri
/

3,

beiro,
.

Docuncntação o bibliotccaa especializadas,

4,

,

.

l'k Docuiicnta^ão no trasil, por -\bncr Lcllis Corrêa Vicentini,

5,

•

diretoria de Docanmtacrx) o Divulgação da Sccrct'.'^-Gerai do Co^
solho IIc?^ional de Fistatística cono Gcntro do Docuiientojcõo Especializada, pela Delegacia do Conselho Nacional de listatística da Guanabara,

6,

1

Eibliogr-ifia de teses defendidas na Faculdade de Medicina da Bahia,
por José Lina,

7»

Experiência de rcsunos ItOdicitivos para técnicos especializados, por
Fanny Mal in Tchaicovsky,

VII

-

-

TR\E:&gt;LH0S

yjRnSniETADOS

fé
*
A
r^X) houve trabalhos apreoentaáos dentro desse tena.

TLKi

1,

VIII

TRABALHOS

.'vPRIiSimiDOS

Intcrc.'^xibio bibliotoconônico: pcrnuta, por . Fla.via Ribeiro Accioly
Pr-^d-o,
♦
IX

■ I
1»

-

TRAEiiLHOS

aPR: .3::.NT.:ÍD0S
,

.

Inforce sobre a Divisão Inf an to-Juvenil e,Educação da Eibliotcca.
Publica do Paraná, por Gerri.ana Moreira,

2,

A Pdblioteca, Publica do Pa.rrjiá, Divisão de Extensão, por Maxcelinc
Danto.s,

3»

.

biblioteca. inf?jitil coro centro de educação da cor:unidade, por
Mexia Letícia de i*ndrade Lina,

cm

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3

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�-26-

4è

A sala de Braille da Biblioteca Infantil "Monteiro Lotet*"» por Maria Cecilia da Cunha Ferraz,

5#

Re]a tório" das atividades e finalidades das bibliotecas do Serviço
Social da Itidústria (SESÍ), por Ftria Helena Brandão,

6,

Biblioteca infantil de bairro em Saõ Paulo, por Ceie stina Conea,

7,

Informe sobre a organizaçao do Serviço de Bibliotecas AmbuÍÂntes do
Serviço Social do Comércio (SESC), por Mari4'Maeder Gonçalves,

8,

y

Organização © atividades das Biblioteoaus AffSsuJajitea do Serviço Social
do Comércio (SESC) - administração regional, por Lourde^--CÂtbaíTina
Gregol.

9«

,

Bibliotecas das Instituições de Pesquisa do Estado de São Paulo, por
Alice Camargo Guarnie'ri,

10,

Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universida&lt;ie da Bahia - ©oraunicação.

11,

Biblioteca da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica , por Maria
Stela Leite,

12,

Atendimento de escolares em Bibliotecas Publicas, por Etelyina Lima,

15,

Breve informe sobre a Biblioteca do Museu da Bahia, por Noemia Go(ü
nho,

TEMA.

1,
•

X

»

ÍERABALHOS

APRESENTADOS

Bibliotecas e m conjuntos residenciais, por Cel, Humb,erto Peregrino,
•
.
•
•

(

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�^ 26 k ^
RESOLUÇÕES

1,

E

CONCLUSÕES

Mensagem ao Senhor Ministro do Trabalhe no sentido de que promova' J
junto ao SAPS a recuperaçao das antigas bibliotecas populares junto
aos restaxirantes, e o prosseguimento da política educacional, instalando novas bibliotecas do mesmo tipo;

1«1

Ofício enviado ao Senhor Ministro, mas a resolução nao foi acatada,

2.

Que soja dirigida uma moção de congratulações ao Ministério da Guer^
ra, pelo êxito da experiência registrada pela "Biblioteca Lobo Viana"
e de confiança em que as autoridades militares apoiem a Biblioteca do
Exército assegurando-lhe condiçoes para instalações de sucursais em
cada uma das vilas militares daquele Ministério;

2,1

Providenciado poia Secretaria Geral,

3»

Que se faça sentir aos governos a necessidade de doar uma biblioteca
familiar a todas as construçoes residenciais de sua responsabilidade,
capazes de abrigar um mínimo de 200 famílias;

3,1

Resolxiçao nao cumprida.

4»

Que tal exigência soja expressamente imposta â Fundação da , C*sa Po»
pular, inclusive qvianto às construçoeg já inauguradas, às quais dev^
rço ser incorporadas instalações para-bibliotecas familiares, cujo
funcionamento ficará a.cargo do Instituto Nacional do Livros (INL);

4»1

Resolução nao cumprida,

5»

Que os bibliotecários de todo o Brasil ofereçam sugestões quanto às
características que devem ter as Bibliotecas instaladas em conjuntos
residenciais (Vilas ou Blocos de apartamentos)

5»1

Resolução nao cumprida.

6,

Que sejam concedidàn recursos suficientes para o respectivo desenvoj^
vimento, às bibliotecas ambulantes existentes, em funcionamento;

6»1

Temos ciência que o Serviço de Bibliotecas Ambulantes é desenvolvido
com êxito pelo SESI e SESC em Sao Paujo, Rio Grande do Sul, Pernambu
00 e Minas Gerais,

7,

A
Quo se recomende aos Governos estaduais a inclusão de noçoes de bi •0
blioteconomia, no que diz respeito ao funcionamento, organizaçao e o_b
jetivos das bibliotecas escolares e infantis, no programa da cadeira

cm

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^ ... ur...».,.,.

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1^

�^ 26 B Administração Escolar« ministradas por Bibliotecários portadores de
curso superior de Biblioteconomia, e, preferentemente, especializados
no assunto;
7»1 Resolução nao cumprida pela Diretoria do Ensino Secundário.
8,

Que se recomende ao Governo F ederal convênios com as Escolas de Bi blioteconomia que ainda nao se encontram integradas nas Universidades,
para que sejam dados cursos intensivos anuais de biblioteconomia,

a

professores primârio&amp;'''encarregados de bibliotecas escolares ou infantis;
8.1 Os cursos de biblioteconomia passaram a ser de nível superior, e a
Lei nO 4«084/62 ê taxativa

quanto a excluir garantias a leigos porta_

dores de certificados de cursos intensivos.
9,

Recomendação aos Governos Estaduais para que prestigiem e auxiliem de_
vidamente as Bibliotecas das Escolas Secundárias;

9»1 Assunto

que deve merecer toda a atençao da Diretoria do Ensino Secun-

dário, pois as Bibliotecas Públicas se transformaram em Bibliotecas E^
colares.
10»

Que a exemplo do Estado de S ao Paulo, todos os Estados do Brasil te nham lima Lei regulamentando as Bibliotecas Infantis;

10.1 Temos ciências de que Lei semelhante foi promulgada no Estado da B^hia.
Pi
é
11»

Que se crie uma sessaç de Braille em t^das as Bibliotecas Públicas Estaduais ou Municipai^'j^^ue se procure transcrever os textos Braille e
xistentes a fim de bem atender as necessidades das Bibliotecas;

11.1 Resolução nao cumprida,
12»

Que se incentive a criaçao de Bibliotecas em hospitais;

12.1 Resolução nao cumprida,
13»

Que seja uma das resoluçoes do II Congresso Brasileiro de Biblioteco«.
»
'W
nomia e Documentação, uma dampanha organizada, em todo o Brasil, para
que nao mais se formem bibliotecários sem a necessária integração cuJL_
tural indispensável à sua própria valorizaçao, e, principaliaBnte,ao
desempenho da profissão;

f13»1 Resolução plenamonte cumprida pela Diretoria do Ensino Superior do
nistirio da Educaçao e Cultura (líEC,' ,

cm

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�- 26 C -

14.

Que o II Congresso Brasileiro de fiLbliotdconomia Q Dacumentaçao rôCo_
monde aos Governo Estaduais e Federal»
a)

q.ue zelem pelas "bibliotecas especializadas, facilitando-lhes a
necessária expansao, a fim de que venham,' quanto antes, a se
transformarem om centros de informaçoes para todos os ram^ das
ciências, dotandcj|**s com os recursos suficientes em verbas, pe_s
3cal e espaço para suas instalações;

14*1 a)

Resolução cumprida na medida do possível pelas UniversidadeSé

b)

Que as Bibliotecas Especializadas das Instituições de Pesquisa
do País prociwem servir, de maneira especial, às indústrias br^
sileiras,,

14.1 b)
c)

Idem ao A,
Que nas Escolas de Biblioteconomia aperfeiçoem a formaçao de
bibliotôcários especializados, dando a essa formaçao maior de_3
taque dos seus programas de ensino;

14»! o)

Os curso» de pós-graduaçao,ainda nao foram instalados nas onze
escolas existentes no país,

Existe no Instituto Brasileiro de

Bibliografia e Documentação (IBBD); um,curso de especialização
que está em vias de ser considerado pelo MEC como um curso de
extensão
d)

xmiversitária,

Recomendar ao Ministério dâr Educaçao a introdução de cursos de
pesquisas bibliográficas nos currículos das escolas de ensino
superior;

14»! d)
15«

Resolução nao cumprida,

Seja a documentação incluída definitiva e o^igatoriamente, nos curri__
culos das escolas de biblioteconomia;

15»1 Resolução plenamente cumprida,
16»

Seja totalmente restaurada a formaçao do bibliotecário

- documenta-

rista,em curso superior, de quatro anos , no mínimo, de duraçao, a exemplo dos currículos universitários de outras especialidades;
16,1 A Comis'sao designada pelo BíDEC para estudar o, currí-culo mínimo e o Con
selho Bederal

aprovaram o currículo de biblioteconomia em tres (3)

anos.
17*

Seja regulamentado era Lei, o exercício da profissão do bibliotedário
documentarista}

17•! Pler.6n©nte cumprida pela promulgaçao da Lei n° 4«084/62»

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�- 26 D -

18»

Seja enviada \ma recoméndaçao

deste Congresso a todos os membros da

Comissão nomeada para estudar a reestruturação dos oi^rxculos das e£
colas de biblioteconomia, nc sentido de recomendar a inclusão das su
gestões

16 e 17 5

18«1 Enviadas as recomendações pela Secretaria Geral do Congresso

mag

exigências posteriores fizeram com que a recomendação fosse modifica^
da.
f
19»

Seja enviado ofício e telegrama ao Excelentíssimo Senhor Ministro da
Educaçao e Cultura, enfatizando a necessidade de URGENTE convocaçao
da referida Comissão;

19,1 A Comissão foi convocada com algumas modificações pelo atual lüretor
do Ensino Superior.
20.

Que em toda biblioteca fmfantil seja dada uma importância especial
A
ao ajustamento social des pequenos leitores, aproveitando-se todas
as oportxinidados que surgiram para a foinaçao de clubes infantis?

20»1 As bibliotecas infantis vêm cumprindo essa resolução na medida do
possível.
21«

Que sejam usados todos os recurns favoráveis à aproximaçao das crian_
ças, aproveitando-se a atraçao representada pela "Hora do Conto", p£
Ias pro^eçoes cinematográficas e atividades teatrais;

21.1 Idém ao 20,1.
22»

Que sejam organizados "Clubes de Leitura" en todas as Bibliotecas In_
fantis, quer sejam Bibliotecas Escolares, quer Departamentais de Bi—
■ l'iiotecas públicas;

22.1 Idem
23.

ao n^ 20,1 e 21,1.

Que as bibliotecas públicas infantis estudem a possibilidade de realizar o trabalho de atendiriiento a escolares, em caráter supletivo;

23,1 As Bibliotecas Públicas nao têm atendimento especial a escolares à
exceção do Paraná, Minas Gorais e Rio Grande do Sul.
24,

Que se estabeleça amplo entendimento entre professores e bibliotecários, promovido pelos últimos, a fim de que os escolares sejam encaminhados às bibliotecas e estimulados ao uso da leitíira variada, em
contraposição ao uso do texto único como base de estudo;

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lí

�-26 E 24«1 Um congressaniento perfeito ontre professores e bibliotecários ainda
nao foi conseguido,
25*

Senpre que as condiçoes o permitam, que seja designado um bibliotecá_
rio para, nas bibliotecas públicas, encarregar-se da

orientaçao dos

trabalhos de referência escolar;
25.1 Idem ao n® 2^.1
26»

Que 03 regulamentos das bibliotecas públicas, desde que necessários,
sejam ampliados a fim de permitirem o acesso de menores desde os 12
anos às salas de leitura e ao serviço de eopréstimo domiciliar;

26.1 Dada a grande afluência às Bibliotecas Públicas por estudantes do cur
so seciindário tiveram as mesmas'que estabeleder a idade mínima de I4
anos para o ingresso aos salões de leitura .
27«

Que os serviços de extensão bibliotecária existentes em Bibliotecas
.Públicas, considerem a possibilidade de incluir cs estabelecimentos
de ensino primário e secvindário, entre os pontes de distribuição dos
seus recursos;

27.1 Nço temos ciência que êste trabalho de extensão bibliotecária tenha
evoluído em benefício dos cursos primários e secund^atios.
28»

Seja recomendado às Editoras brasileiras lama atençao especial no que
diz respeito à edição de bons livros juvenis, mediante t

a) incent^

vo à produção nacional, através de concurso, prêmios, ejro.,
b) tr^
e
duçao de obras estrangeiras selecionadas bibliográficas;
A
^
28fl Existem editoras que se dedicam quase que exclusivamente a edições
,de bons livros infantis,
29«

Que sejam preferidos os bibliotecários portadores de diploma de profewsor primário, para exercer atividades em Bibliotecas Inícctls.

29*1 Nao pode haver diferenciação entre bibliotecários no ingresso aos ca^
gos da especialidade.
30,

Seja solicitado ao Ministério da Educaçao e Cultura um prêmio anual
para os melhores livros inéditos destinados à adolescência, e sua «
publicaçao imediata;

30,1 Foi solicitada S Diretoria do Ensino Secundário pela Secretaria do
Congresso,

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lí

�4

31«

Que o IIÖ Congresso Brasileiro de Bibliotecononia e Docmentaçao re^
lizado en Salvador, Bahia, aprove a criação da Federação Brasileira
de Associações de Bibliotecários (FEBAB) e sua secretaria Geral, con
sede en Sao Pauloj

31*1 A Secretaria foi instalada e funcionou até janeiro de 1 961» quandc
tonou posse a prineira diretoria da entidade,
32.

Que a Conissão Organizadora do Iio Congresso oficie â Associaçao Br^
sileira de Bibliotecários informando da criiçao da FEBAB

e o pedido

de nudança do título da nesna, en virtude das atribuições eopecíficas
da FEBAB no âmbito nacionalj
^2»1 Providenciado o ofíçio pela Secretaria Geral do Congresso, entretanto»
atS o presente nonento, a Associaçãr Brasileira de Bibliotecários nao
raudou a sua desi^naçao.

�- ZI -

III

COIW^'^SSO

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Gurltib.?,.

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BiDLIOGÍR.:.FU C DOGUííOITTAçriO

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V

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R':L:^Ö~3 i'ft-LIGAS 1: I;^T^?.C.1íTaO

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VI

-

TIP03

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VII

-

immTTO :.S30CI:-TIV0 DA CUS3r

D::

LII-LIOT;:.CÍ1RIO -

&gt;

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DOOUÍG:NT ÍUISXÍ».

DIDLIOT ^C/^ i:SP."GrJLIZ-4D.:^

i

Di: rir.LioT :ga3

I

-

TlAr'.^LHOS

/JR^'Sm'TADOS
l

1,

?rocc. aaoa t'cnicou, por .".dolpha Silva, Rodriguca do Figueiredo,

2,

A c-.tr'JLogagno de autSrcj brr.rJileiroa c p^tuguôí)f;o, por Moria .'»nto
niot". Rcquião Pi0dc.dc,

3,

do aaui^tcncia ao bibliotoccio cacolrrca, por ibria de Lour y
dcj Tito,

ii«

Coviaaõoc; tccnicaa de bibliogr afia e docurc ntação, por Fomniida Le^
to Ribeiro,

5,

Conaoi^vc^To e roütaaração do livroa 0 docurr.ontop, pior Lindauro. .'iil«
b-n Corujcira,

6,

'

Inforuc a'bre a Coidaijão J'ra;3ileira de Clasaificaçãn Docin:il Uni vcrJ'Ll, por Abner Lc^Uíd Gorrea Viccntini,

7,

' '

GabrçalhiD de ajjunto, por Gordrlia. R:.b.-J.inho do Oliveira Gavnlc"^
ti.

8,

.

^

lleceriaiter.oü, urgentenentc, de ao código braiiileirc. dc Co-talcgariãc,
per Fnliobela Lib^rato de Matca G~xv.xLb:),

cm

1

2

3

5

6

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'

NN|III
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19

20

�- 28 9.

Projeto '"Io rcgrao do Cn.tcilo'^aQro pira od nonotj brasileiros c portu
guSaos, po3,a Aosociacão T rasilcin rio T ibliotocarios - Gor.iiss-X) 3a
riocü de Gat,Tlogp.pão,

resolucOls

1,

CONCLUSÕES

que rio as3ocip.çõe3 profiS3ionp.is e ,i3 oscolaa do bibliotcconorda
do pr.xs colaboror.i cori a Gonisa"^ I rasilcira do Olasaific-gno Docir-.ol Univorar^l (H ID/CDU), não oó no trab.-lho do tradução c rcvQüão
das clas303 0/9, coro t.x-.bón dodiqucr, riaior espaço do tcvipo no ensino da CDU naa cadeiras do classificaçãoj

1^1

Ver: sondo cu:".prida rogulari-onto,

A GDU toniou-se ''^atoria obrigato

ria nos currículos das escolas,
2»

que as escolas brasiloiraa de bibliotcconor:ia dodiquor. especial
tonat^o ro problona do Conservaç~jo e Preservação de I^ibliotocas,pro
picirando, tanto quc'Jito possível, a orgpjaizaoão de cursos ospooiais,
confiados a especialistas eo assuntoj

2,1

Gor.tinua a noccssidado de scre:; ninistrarlas nas escolas '"^e bibliotocop-oria as disciplinais Conservação e Rostauracão d.c Livros o Docurontoc,

O Dr. Paulo O-irneiro, rcpresent-nte do ' rasil junto a

UioSCO, declarou à ir.pronsa er naio do 1 960, quo pretende fund-^r
no .'Tasil o Hjspitrl do Livro nos roldes do que existo naquele órgão internsteioncl de cultura.
que SC incentive o. in3tal?.ç~j0 do l?.boratorio3 paro. consorvaçojD, pro
aor^/ação o rcst.'.uran?o de d^curentos no.s principais .l'ibliotocas :'o
país ou en órgr.o3 cria'os ospeci iJ-Donto pnra ô.osô fiii;
3.1

A posar do assunto :'.croccr a "aior atonção, torna-se difícil a sua
aplicação o vulgarização, devido a f'-JLta de recursos finmr,:cirpa,

At

que se recononde no líinistório de Educo.ção e Gultura do 1 rasil a
criação do Instituto íTo.cion.al do Prcsorvr/;;,ão (!c Arquivas e Tibliotocas;

i.l

Ato hoje nenhu;';a providência foi tornada neste sentido, a pesar das
declcraçoes do Dr, Paulà O'irnciro o do escritor Josué Hontcllo que
afir .rr. existir na 1 ibliotoca'Facional 500,ono( quinhentos rdl) volu
r.e3 nccossit.ando tratar-cnto adequado,

5.

que os bibliatcc.arios prostor a relhor eoopor -çao ao Progrrva de
Trabclho da FID/CLíí, prontificando-sc a colni)or;ir nas corpilarõcs

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do Guia das Bibliotecas Especializadas da Anerica Látina e Gatnlogo Coletivo d®~P«irt0ddrco3--T©oTiico--ülentijjLcos dassé Henisferio;
ter sido dada pelos bibliotecários a quem este
sunto está afeto,

O Instituto Brasileiro de Bi"bliografia 0 Docu-

nentaçno (IBBD) publicou er. 1 962 o Guia para Intercâi-bio Bibliográfico das Bibliotedas Especializadas Brasileiras.
6,

que a proposta de Regras de Catalogação para os nor.es portugueses
G brasileiros, apresentados por Dona ÍLaria Antonieta Requino Pio-.
dode, seja subnetida a apreciação da Cor.issão Brasileira de Catalogação j

6«!
•

As propostas forai.. devidarente apreciadas pela Qor-lsa^'
nadas er princípios apresentados a Gonferôncia de Paris realizada
de 9 a 18 de outubro de 1 961,

7«

que, aâér. da contri^iigao especificada na recor.endação nS 6, tor.e ,
a Cor.iasão Brasileira de Gp.talogagäo coro base para seus estudoa 03
trabalhos anteriorr;.ente elaborados, neste sentido, por Irene dc Ife
nozes Doria, pelo Serviço Contrai do Bibliotcc?vS da Universiâ;ide do
*•
*
Recife, por N.aria Luiza Monteiro da Cunha e pela tradugao' do Codigo da Biblioteca do Vaticano, Regra 3Ö-A, de autoria do Professor
Otávio Calazans Rodríguesj

7il

Â Presidente da Oorissão Brasileira dc Catalogação ton convocíwio
Rcuhioes suöeäsivaa ondo são estudryáoá todos 03 problcr.as píôpo3t'&gt;34

8,
,

que a Comissão Brasileira de Catalogação, divulgue ato 10 do nargo
de 1 961,. inpreterivol^iontc, a proposta final que oxprcíjsa a opiíji^
da raioria dos bibliotecários do Brasil no quo respeite à foir-a do
^rcprosentação dos nores brasileiros o portugueses;

8,1

'

trabíj-ho apresentado c divulgado dentro do prazo estipulado, tendo
Portugal•através do seus roproscntantcs na Conforoncia do :Pari3,con
cordado cor- as propostas da Corissão Prasiloira do Gatalogjogão,
i

9,

que 03 estudos da Conissão Brasileira do üatalogaç.ão, no cíoncomon
A
n
^
te aos nonos brasileiros e portugueses, ostojar.^. ultirados^ on cara
tor definitivo, por ocasião da 2^ Reunião da Goni3.3ão, on tAbril do
1 961, no Rio de Janoir-:i, quando se reunirá a I--D/CDUj

9.1

iuiiprida no teiupo deterrinado.

■x

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�- 30 10,

quG scjan designados dclcgadoo oficiais do Erasil a Gonforência
Internacional de Cfitalogação, a ser realizada cr: Paris, de 9 a 17
do outubro do 1 961: 1^ Delegado - Maria Luiza Monteiro da Cunha,
Professora do Catalogação da Escola do Sociologia, o Política de São
Pauloj 22 Delegado - Lydia do Queiroz Sar.iboquy, Professora de Cata
logac"ß do3 Cursos da libliotoca Nacional, e cono Dolôgados Suplon
tc3í Adelpha Silva Rodrigues de Figueiredo, Chefo do Oatalogacr'o
d?. Eiblioteca Municipal "Mario de Andrade", do Soo Paulo o Francis^
ca Portugal, Diretora da Divisão do Catalogação da Mbliotcsca Na cional; reconondando ainda que procedidas das Conoidoracõoo

a

antoccdon, constantes da Ata da Sossão, a reconondação seja coiiuni
cadai a) Ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo; b) to
Presidente do Conselho Nacional do Pesquisas; c) ao Diretor da Ti•blioteca pública líunicipal "Mario do Andrade", do São Pcoilo; d) .-r;
Diretor da riblioteca Nacional,
10,1

Êstes Delegados forarr; designados através de ofícios enviados poJ.a,
Federação Brasileira do Associações de J-iblioteccxios (FEEAJj),
\
TEIA

1,

II

~

TRÁEALHOS

APRESENTADOS

6 auxiliar do Fibliotcca e sua fornação profiS3Íon:Tl, por Hcloica
de Alr.cida Prado,

2,

Aspectos sociais da forr.:ação do bibliotecário, por Mrxia Lotícia An
dr.ade Lina,

V
Considerações sobre o Currículo Universitário de l ib-lioto.cononia,

3,

por Abner Lollis Corroa Vicentini.
.'4-,

O ensino de línguas, estrangeiras-para os bibliotecários, J)or Hcl';'i
sa Tedciros, ■

■
1.

'

.

RSBOLUCÕES

E

'

■

.

COITCLUSDES •

i

.

^
i

■

que as oacolas de bibliotocononia intonsifiquor., er seus cjurrículos,
o estudo das .ciências nccossarias a una rclhor cor-prconsâdi do leitor, seus-interesses e hábitos;

1,1

I

Forar: incorporadas aos currículos das escolag^, naterlas dqí cunho
prodorlnontoncnto cultural,

2, •

Oque ao escolas de bibliotecononia se proocupon con o conhoícir-icnt*;
da cor:.unid,?dc, treinando os futuros bibliotecários na obsoírvação
do r.-.eio social, para'd.ar base sólida ao planejamento do soiu trnba~
lho junto ao public .o;

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2.1

Ê dn or.axn aa cac .-'las

Tg-uiizirci.. visit-^a a bibli jtocio, &gt;ndo &gt;rj r.
A
^
lU3A- ri p,-.dc: . obaorvar os trabalh'£3 tocnicö'D o do ?.tc;iäir:ci:..t ^ ai pu-

blico,
3.

quo -:'.a rcsr.r.s cGcolas proporcioncn •a:^c5 scuü aliuioö c'^nhccii.;-at ü a
1iualizad?c3 do Rola.c~cs Piíblicas c Publicidade, p'tra ur. r..olh'ir ap?xc
lh,-r.cnto da bibliotcca, cr. 3ua fungão cdacativo-^oci-ij.;

3.1

íbg"crj dcajaa r'atcrias cotõo sendo rinictradas 3-)T..ontc naa cjcguintc£i cccolas: Eoc.da do libliotccrinorda c Dvcur.entaçã" da Univoroidadc da

Pesic.::l'.)gia daa Rí.^lac~cs Har^r'jiao, ?;3lcologin. dPu-

blicidade j Eac^la de ribliotcc:"-naria d" Universidade dc Ca"'pinací Rolrp,"ea PÚblicao; E3c:&gt;la do I ibliotcc mor.ia da Univrrcidulo do- Rc'
cifc - pjic.-.l.igia daa Rol,ag3óD Hunanasj Scc^la do I'ibliotoc nixda ;
o D ca-.ent-^jção da Univcrnidado do x^aroiiá - RologÕcrj PÚblicia o Publicid-^dc; E::c^la dc ' ibliotcc-n-ria c D.-ca-.entacão do Sã~&gt; C xrl 'J
- ?&gt;.cl,nç(~cu Publicar; o Éi^.ica ProfiJui-^nal, cxo: pi") c3tc que devo 3cr
csogüid-:' urgnntor-.cntr polo/J .do: aia, que a íbUo ainr'a nã' se dcdicarer-t
A.

qu.c aa escol-.c-dc bibli-it-^con.c-ia inclua:'., definitivar.ente, a D'Cu

4..I

:.".ontagão, nÕ^o 3' e;-. seus ir^nos, r.as, t.^ibri-., e:i 3oaG currícul lOj
«w
*
Goi-prirla cata ro3:;'luçae quant? a inclusa? da r.atoria, porcr., no;.-, to
.das ao csoolas :.3trnt:u"\ o n.-^r.c dc ";'ibli"-tcc m &gt;ràa c D'Cu: .então"

5.

,

qttc a Dosu-entaçã-.. xnc ar j a apenas u'-a cado.ira a ser locibnada r.o
ulWr o

:"\o, aiv.:, ur- c .vnjunt-j. do disciplin-is o tccnic;ao 'que a-

■fcr.:vnjar,'. a t-^^talidadc do sou cavp-j, quais 00 j ar :

\
■'

pr.-jduoã:' &gt;10 decurontos,
roani"r&gt; de docur-.ont )q,

'

'

soloçaa dc d-)ca'".cnta3 c
repr-^dugã.í dc d-^cu' ont^s;
5.1

A pesar da ;-,atéria ser rinistrada ov. uj' ,aiio, abnngc t'do.o jo t'pi
, c-^s exigido St

6,

(^uc as r'atóri'.a subsic^iórias da Docurontagno, na r-cdida d;"i.s p'^ssibilida^-^es e das candiçõeo locaid brasileiras, sojar^ incluidas r-;
chrs-^i

6,1

Gor.o prescrovo a Rcs-^lugão, este!'nodida está sond &gt; ad'^tada dó ac'^r
do c-r: ao po^sibilidados do cara oscola, no que c.'incomo a professo
res espcci-lizad-:3.

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7.

quo a duração do curso soja, no nínino, de L, anos, a fin do quo -to
dns as disciplinas possan sor ninistradaa CDUVCDiontcriciTtc c-para
ni'vclar o-cursa de biW.iote«cmonia. noa donaio universitários do
paíaj

7,1

Soiàcnte a Escola do Biblioteconoria o Docurcntnçao,
sidadc da Bahia niniatra o curso op U anos,

a Univo£

A posar dessa Rosolu^

çã&gt; do Congrnsso, a Corlssão designada pela Diretoria do Ensino Su
porior para estudar o currículo nínir.o, sugeriu on sou trabalho

o

curso ie&gt;. 3 .■vnos,
S,

que aa escolas do biblioteeonorla tcnhar-, cn nentc que ostão prepar.^dido altas elites do téonicoo, não devendo sulwrdinar a reeetrutu
ração do ourri«ulo dt 4- anos a líossibiltdado do dirdnuiçço do nuiuo
ro do alunos e, sin, íjor on vista, única o tão sònentc, os suporio
tva interêascs de unificar n» Brasil a fomação do Vibliotccário c
do d;')cüncntarl0ta;

8,1

Sor. •onentári &gt;s, devido a olíacrvoção d,^ íten nö 7,

9,

que ns esaolas de liiWiotcconor.ia, cor. sou» curriculos her. rccstrji
turados, cr nível univcr»4tária, perr-it.or. que oS l»ibliotooário3 já
forr.iado» volton noa banco» cso':^!,arco p.ara se atwalizarer: nas tconj^
cao da Doouricntnção;

9.1

Cor. o pr;)grc3so da olcneia c da té«nica, a noccssldadc do atualiza
çno c inprcscindívcl para que o Mbliotcoário poosa bcn exercer o
seu r'.i»tcr, porcn, oònento alguu» oureos esporádicos de atualiza ção ven sendo rlnistrados, o não são nas escola«,

10,

que 03tc Gongreoso mtlfiqü.« a FID o a IFLA do que os braailoitoO
'

são c-intrári'.'3 à forr-acão cn separ^lo de l&gt;ibliotccário3 c docor'-eiv.
tnlistas c que -is escolas feraoilcir^as do biblioteeonorla e doouron

• .taçp.o estão aptas a riniatrar a» duas tccni**,?.«;
10,1

Notificação foita,

A Presidente da Federação í rasilolra do Jk»ao-

ciaçõca de fllbliatCaário» (FEFAT) er:, clíscurso realizado cn seasão
plenária, na 27- Gonfcrcroia da ITLk cic Edinbourg, datlirou sorcu
oa braaileir ^s contrários a forftaçãç cr. separado de bibllo-íjco-árioa
o docur-.ont-ilist'^.s,
11,

que idêntica corunicaçã^-^ seja feita, aos Reitores de todas aa TJr4.'versidados I rasilciras e ao líin.stoTio da Educaçãoj

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�-3^
11,1

C-&gt;:-.uiaic ^ç"„) cToanoccSo'ri.-'., o-- virtu Tc d?. Lei 4.,08^/62 que rcjul-^r-.rn
t.a a pr;fi3ij" r.

12

cao 3oj". roc;;-.crj''aj.

Senhor rrcüi-lcntc

Rcpúblicr. c ai iliniatr:

Eclucn-o" .■) c Cultura, que tü c-^Tg-' r! '"ri &lt;■fLirccao

I ibli , t c~ iT.?.cÍj-

:zcJl c do Ina ti tut) Ilacion-J. do Livr.-, acjrir.: rntrcguos definitivar.cntc a pr.-&gt;fiooion?.io diplor.ad.-^s p &gt;r Euc^las dc ribliotcc.inihia}
12.1

A. rcç :;-.cnd,::j(}õ.r: f: i c'nviada, r.oa nada ficou roa :lvidc ate o proocntc
r'-xacnt^.

Ajuar-'.^'.a-sc a inotalaga;? djs Gonoclh:;3 FcdcrcJ. c R-gionaia ^

do fiscalização profiosional,
13.

que seja rccor'.cndad,-) a-- Instituto Nacion-i do Livro a. assinatura
dc convcni-"u cor- aa ?rofcit!;iraí3 i-'unicipais a fii- dc que scjoi: cpta
bclccidos sistcrías do bibliotcc^a r.unicipaia que fiqucr. a cargc dc ■
bibliotcciári; 3 crodcnciados j

13.1

O Inotituto Hacional do Livr-, desde a sua criagã:), cr. 1 937, j'distribuiu as bibliotecas brasileiras 2.561.700 livros, sendo
54-»S58 as instituições estrangeiras.

O Serviço íTacional dc Tiblio

tocas, .rccer: criado, pr^põc-se a cxccutcj o que foi indicado nesta
Resolução.
U.

que seja rocor.endad^o ainda, ao Instituto Uacionol do Livro, quC dc
sonvolva cursos intensivos no inteíi T, ncdianto convênio cor. csp.o^
Ias dc bibliotcocnor.iaj

^
'

•

'

-

U.1

ilão rcali'feado,

.

15.

que seja solicitado as autoridades • onicipais d estaduais a criaço.:&gt;,
n-j quadTo de seu funcionp.li3r.o, o cargo dc auxili-^T de bibliotecário, a ser preenchido sò: ente pôr portadores dp certificados crátidos por cursos do Escolas dc ' ibiiotcccnx'-ia c D-icu;".cntacn;5 j

15.1

O c-rgo dc auxiliar dc bibliotec'-rio vai ser abolido na'próxir.a rccs
truturação do funcicnnlisrx) federal, tendo en vista a. Lei 4-.084/62
que rcgular.cntou a profissõ;?.

Os certificados fornecidos a pessoas

nao habilitadas cor. o diplor.ia, dc curso regular, nao so tora vricr
poTa contagcr. do pontos.

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�IE! a.

III

mrALHOS

APEESBITCáPOS

O billiotecário: este àesc;;nhecido, por Fice 1'enezes de Figueiredo,
c
A f'jr:.:açn.,5 de bibliotec'xi.'S, por Voline Cirdir.,
A profissões de bibliotec'rio-d-)Cir.eiit:irista., sitaaç"o e perspectiva 110 Irnsil, por Esr\er.-J.dá I-rjria Aragõo, '

RESOLUCDSS

E

COFCLUS^BS

que sejor. reforendc-dos as rec ^r.endoções do II Congresso rr2.sileiro
/de Liblioteconorla e Docii;-.entr^,~o, realizado cr. julho de 1 959, er:
Silvador, I^hia, a respeito da necèssidade de incorporação de tjdas
as escolas de bibliotecon:;ria e docurientagão as Universidades Irasi
leirasj
Exister- no pais, 10 (dez) escolas de bibliotecono:-.ia,
tão-incorpor-adas as universidades ond^ atua'-.,

8 (Oito) es

2 (duas), a de S~d

Paulo e São Carlos s"jo autônor as.

,

que seja recor.ondado a todas_ as associações de classe que r-.antenhar;.
entendiy.entos co;",:. os representcjites de seus Estados, na Cariara Fede
ral, através de cfici.:.s du pess:; ali-.ente, para a aprovação riais rápi
da do projeto de Lei ns 4..770/58, re regulnrienta o exercício da pro
fissão de bibliotecário no Irasilj
A car;panha foi levada a efeito pela Federação iTasileira de Associa
ções de bibliotecários (FEIAI;) cor. o auxílio de todos os biblioteca
rios, associados de sup^s filiadas,

O Projeto se, transfomou na Lei

ns 4,084/62.
que seja recor.cndada a Federaçao I rasileira de Associações de liblio
tecórios (FErAL) o de'- ais associações de classe que enviar. ner.o

-

riais 00 Presidente da, Bepública, a Gar .ara dos Deputados, ao Senc.^
do e aos Eovêrnos Estaduais reivindicando para o bibliotecário o
vel universitário, o que injusta'.ente lhe negou a Lei 3.780, de

12

de julho de 1 960, relativa a classificação de cargos do Funciona lis:.:o Federal;
Foi conseguido através do Decreto '^1.62A/62, que se refere ao nível
universitário do bibliotecário federal e por trab'?lho direto da Federação brasileira de Associações de Iiblittecários (FEIAI ), junto

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lí

�- 35 no assessor responsável pela. çiateria no Palácio do Plrincslto,
que sejoi: conferidos cs. Professora Ljrdia de Queiroz S"r.baquy plicnos
podercs para elaborar e encar inhar a Cârara Feder?! ur:. Anto-projeto de Lei nö 3.7SO, de lã de julho de 1 960/ no sentido de c^nce dor ao bibliotecário portador de diplor.a de curso superior de bi blioteconoria, o nível universitário, devendo ser dado irediato co
nhecir.ento à Federação 1 rasileira de Associações de ^Jibliotecários
(FEIAL) do texto do Projeto e das providências encetidis a respeito, a fin de que possa ela prestar sua colabor.ação ao assuntoj
A.l

Conseguido pela Federação Lrasileira de Associações de! Libliotocários (FEIAL): íter- 3.1.

5.

que soja enviado ao Governo d'; Estado de I'inas.Gerais o seguinte te
lograi;a: Sessã^o Plenária III Congresso 1. rasileiro I iblioteconorda e
Doeur.ent.ação vg reunido Curitiba vg recorenda Vocencia estudar pos
sibilidade bibliotecários r.ineiros vg exerplo outros estados vg pia
no classificação crrgos pt;

5.1

Os bibliotecários : âneiros, assin cor"o os der.ais, per^ncentes nos
quadros do .funci »nalisro federal, fora^: reenquadrados, tendo en vis
ta o que preceitua a Lài 3«780/60 e seus anexos.

Os que estavor: es

calo nados do padrãjo 21 para cir:a, passeara"! a ser bibliotecários. n£
veis 12, lU» s l6; os que se situava:-: abaixo do referido padrão forrr.-; enquadrados no nível 7, cono auxiliares de bibliotecários.
6,

que se apresente ao Magnífico Heitor da Universidade do Paraná,Pro
fessor Flávio Suplicy de Lacerda, u.n renorial solicitando a inte gração definitiva das Escolas de Diblioteconorla, cor.o unidades re
gulares das universidades brasileiras;

6,lAtt:-Atcndendo ao pedido, o Magnífico Reitor incorporou à universidade,
o üurso de Liblioteconoria do Paraná,
7.
TEVA
1,

IV

-

TRAI ALHOS

APRESEI^TADOS

Inforr.ação técnica, base do progresso industrial, por Lelia Gnlvão
Cnldas da Gunha,

2,

A inforr.açãjo bibliográfica on P^rto Alegre, por Sully Irodbeck,

3»

Diversidade de línguas, obstáculo à inforr:ação científica, por Célia Ribeiro Zaher,

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1^

�- 36-'-'
u,

libliografia corrente br^-Sileira, por Laura ílaia de Figueiredo.

RESOLUÇÕES

1.

4

E

GOrCLUSÕES

que seja dirigido a Confederação ÍTacionai das Indústrias e às Fede
ragões Estaduais das Indústrias ur^ apelo no sentido do que seja in
centivada a criação, pelos grupos industriais especializados, de
Centros de Inforr.ação Tibliográfica, financiados por esses grupos,
er. conjunto, para Difusão de dados e inforr oçoes, tecnico-cientifâ^
cas, trabalho Sste indispenáável ao desenvolvinonto industrial do
paísj

1,1

Hesolução n^ levada a efeito.

Tardará ur: pouco, julga'-.os nos, pa

ra que os industriais percebar: a utilidade de tais serviços,
2.

que as universidades patrocinar- er. colaboração cor: a Industria, Se
rlnários sSbre informação Tecnico-Gientífica;

2,1

Desconhecenos quclqucr iniciativa nesse sentido, er. conjunto.

As

universidades, porer., ter. patrocinado a realização das Reuniões da
Sociedade 1 ro.sileira para o Progresso da Ciência, que dedicar: ur'.a
ã
sessõo para êsse ter a,
3.

Aape3*?-#adaagci£?ffiö33idaacajclöi" lb.cional do::fpiiaáãa3da a-pliaçÕo dos
Serviços do Tradução atualrcnto realizado pelo InstitutvO Lrasiloiro
do libliografia o Docur;cntação, cor: a crifeçao, naquele Instituto,dc
ur;. Serviço Central Cooperativo de Traduçõesj

3,1

A pesar das necessidades, serpre presentes, êese serviço ainda não
foi arpliado,

4.,

que seja rècor.endado aos Centros I ibliográficos Regionais que cooperer: cor: o Instituto Irasileiro de libliografia o Docur.entaçã^o no
controle das traduções científicas e técnicas realizadas no p,axs;

ii,l

Os Centros Regionais não ver: c^-.perando con o Instituto í-rasileiro
de Ii\&gt;liografia o Docur-entaçã-, (IDDD) no controle destas traduções,

5,
'

que seja recor.endado à 1 iblioteca ITacional, ao Instituto ITacionol
do Livro (IITL), ao Sindicato de Editores de Publicações Culturais
e a Câr^ara Frasileira do Livro (CEL), que prester:' t^da a cooperação à libliografia da Ai-.érica L.atina (rAL) a fif: de que o Lrasil,

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lí

�- 37 -

a prTtir da edição correspondente n 1 960, fique condignoriente repreaontndo n=.quela bibliografia;
5.1

própria publicação "lOletin I ibli^grófico Trasileiro" (nx), do
Sindicato ter-, saido cor: grande atrazo,

6,

que se rccor.ende o-o Ministério da Educaç-jo e Cultura que, atendendo
ro apelo feito pelos delegados dos países Latino-A.y.cricanos, reunidos pelo Sei:.inário Regional de Tibliogrofia, Docurientação e Perriuta
do Publicações, realizado no lléxico, sob os auspícios do governo do
llexico e da Ul'ESCO, no período de 22 de nove::bro a 4 de dezembro do
1 96o, concorder: er: custear a edição da bibliografia da A::érica Latina, correspondente aos anos de 1 960 a 1 965»

6,1

O L'inisterio da Educação e Cultura, não atendeu, ate a presente da
ta, ao que lhe foi solicitado.

7,

que se recoriende às bibliotecas e aos bibliotecárias, através do.s
associações de olasse, à Câr.ara Irasileira do Livro e ao Sindicato
dos Editores do Publicações Culturais que se intcrosser. e;". obter
que os edit^ires er. geral rer.etan a l iblioteca Haci nal os exor.pl?j-.
res correspondentes ao Depósito Legal, a fir: de que fique tão conplcta quanto possível a bibliografia brasileira;

7,1

-Alguns Editores ter: enviado regulamente sua contribuição à liblio
teca I'acionol, porér:, a pesar dos esforços, a obediência ao que pre
ceituoL: os Art. 5, que regula a natéria en n sso Código Civil, não
é total,

8,

que seja reco:.:endado aos bibliotecários, através das AssoGi?.ções de
Classe, que so interesse::: pela rcr.essa regular de exer.plares das pu
blicações periódicas técnico-científicas brasileiras de bibliogra fia e docu::cntaçãjo, à Av, General Justo, 171 - Rio de Janeiro - Gua
nabra-t - o ao Centro de Docur:entaçãjo Científica do Mexico;

8,1

Os bibliotecários vên curprindo na rodida do possível, no que conserne ao Instituto Irasileiro de libliografia e D^curentaçõo (EID),

TEIA
1,

V

,

I^L:tcgE3&gt;pfr;LIG.'.U3.EarT£RC3Ü^^^

Relações públicas e publicidade er: 7ibliotecas públicas brasileiras,
por r.ancíy Meirelles Junqueira,

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�- 38 2»

A âer.ana ITaclonal da r.iblioteca^nporríiSíit;'. por Lourdes Mesquita
queira, de 3":: P-.u?l ,

3»

Doontologli e ética profissionnl, por Laura Garcia Ibreno Russo,de
Relações Publicas e intercarbio nas Eibliotecas do Rio grande dc Sul,
por lünda Groisr.an e Lu urde s Gatharina Gregol«

RESOLUÇÕES

1,

E

COÜCLUSDES

que se recor.6nde ao Poder Executivo o ao Podde Legislativo o estudo d"5 possibilidadds de ser concedida isenção de tarifas postais
prra a realização de intercârbio de naterial bibliográfico entre b^
bliotecas e serviço de docur:entaçãoj

1,1

Êste tópico já ver: sendo notivo de preocupação desde a realização
do I Congresso I rasileiro de Tiblioteconoria (ver Tena nö V, iter.
n9 16)

Algunas instituições gozar, dessa regalia, nas a r.aioria de

Ias lutar: oon grandes dificuldades para r:anter er. dia as suas rer:0£
sas,
2,

que seja corerorada, anualnente, pelas bibliotec^-s brasileiras a Se
r.aaia ITacionrJ. da liblioteca, incentivada e divulgada pela Federação
Irasileira de Ass-^ciações de 1 ibliotecários(FErillO, pelas Associa. çoes de 1 ibliotecarios e pelas Escolas de Diblioteconorda e Docurien
taç?o;

2,1

Esta proposição riereceu plena atenção da Federação Brasileira de As
sociações de Libliotecários {FEíAr) que conseguiu o Decreto na 884/62,
que fix:&gt;u a data er: âr.bito nacional de 12 a 19 de r.arço,

3,

que seja criada, pelo Instituto Uaeional do Livro, una ConissSo nacional para organizar as Gonenorações da Ser.ana ITacional da Biblioteca, no aribito nacional e que o Instituto entre en contato con as
Associações de Eibliotecári .-s dos Estados para organizar Gonissões
Estaduais e límicipalsj

3,1

A pesar de ter sido conseguida o Decreto, a Conissão nao foi organ^
25ada pelo líinãstério da Educação e Cultura,

A,

que se recor.ende ao novo Govêmo I rasileiro, a se instalar a 31 de
janeiro, a reestruturação do Instituto ITacional do Livro, para ada£
ta-lo as necessidades atuais das bibliotecas brasileiras;

�- 39 -

O p?.ís atravessou grave crise política o que ir.pediu o enca.r;.inha ::.en-tc do pedido.
que SC reretn, à Consideração do G^tólog:) 'Joletivo Il.icional, para es
tudo, o Ante-projetn de Lei sobre E:prestir,o Interbibliotecário, apresentai^d por Odette Sena de Oliveira Penna;
Êste ?jite-prc jeto de Lei está aos cuid.^dos d:; Instituto I rasileiro
de libliografia e D-cu'-entacaD (HTD),

Aiér. do trabalho citado na

Resolução, existe outro, apresentado pela Associação Paulista de
b^i;tecários de autjria dos bibliotecários Aüce Ga;:argo Guornieri
e liaria Ant-nieta Feiraz (publicado FErA: , Z^letir.:, v,5, 3/4-»
36-38, 1962)
TEIA

VII

-

TEIAIALHOS

xiPHaSErT.'JOS

Atual situação das I ibliotecas er. leio H -^rizr^nte, por Annaiz liaria
Pereira Vinl,
Inforr:ações sobre Tibliotecas Escolares da Secretaria da Educação
e Cultura do Rio Grande d^ Sul, por Elvira Tarcelos S-^brai.

RESOLUÇÕES

E

GOrCLUSOES

que seja enc^tinhad^. ao Centro de Pesquisas e Orientação Educacnd^
nais, da Secretaria da Educação e Cultura, do Estado do Rio Gr-:'n.de
do Sul, una rec r.endação

que o Curs.'^ .'ásico de Tibliotecono -

r.ia daquele Oentr • seja realizo-do e: caráter pernanentej
O Ourso de Tibliotecononia do Rio Grande do Sul, funciona junto a
F-^-culdade de Ciências Econorácas, da Universidade do Rio Gro.nde do
Sul.
que seja feita u;;.a reconendaçã^ as Secretarias de Educação e Cultji
ra dos Estados, no sentido de que sejar;. extendidas a;s professores
bibliotecários, portadores de certificdos ou diplor.as de bibliote
cononia, as vantagens concedidas as professoras cor. regência de cia
se j
Sendo a r.aioria das escolas, unidades dependentes das universidades
os professores, fatrinentc, gozar, das regalias de professor uiiiversit'j*io e nada ten a ver con a Secretaria da Educação do Estado,

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�~ 4.0 -

3,

que seja solicit'^^da a Fcderagão T risileira de Associações de

iblio

tecarios (FE"ííI ) a criaçr^ do ur.:a cordssao de estudos para o proble
na das bibliotecas escolaresj
3.1

A efetivação desta propositura será levada a efeito durante a reali
zaçãc da reunião da FE'Al , en Fortaleza,

4-.

que essa r.esr.a Gor issão estude a possibilidade de assinatura de con
vênios cor.i as Secretarias de Educação dos Estados para. o estabeleci
TAOnto de un pirxio de assistência técnica as bibliotecas; do sistena
escolar brasileiro;

4..1

Una vez constituída a Cor.issao, esse plano será devidar.ente elabora
do,

TEir^.

1,

VII

-

THÍJ ALHOS

AITuE3E'T.J)0S

A FEI iil e suas Associações Filiadas, por Laura Garcia Moreno Russo,

2
iussolucCes
1,

E

GQ-GLUSOeS

que sejar: fornulados votos de louvor às seguintes Instituições: a)
-i,*i.ssociaçao Pemarbucfiaa de I ibliotecários, por ter organizado o
I rJongresso Trasilciro de ribliotec:&gt;noniaj

b)

íi. Associação lahia

.na de Tibliotecarios, por ter organizado o II Congresso Tr^silciro
de .&gt; iblioteconorda e Docunentação j

c)

^ ' ibli?/teca Publica do Pa

rana e a Universidade do Paraná, por teren organizado o III Oongre£
so .. rasileiro de i iblioteconor.ia e Docunentaçãoj
1,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

2,

que se faça u:.; apeld à Universidade do Ceará e à Tiblioteca Publica de Fortalezc. para que organizer. o r.ais rapidar.ente possível, suas
Associação de Tibliotecários, tendo en vista a próxina realização
do IV Congresso I rasileiro de I iblioteconoria e Docanentação naque
le Estado;

2»1

'

Esperarmos que esta. Associação seja. criada .durante este IV Oonclavc,
para nelhor aproxir.ação dos bibliotecários desta Região con a Fede
ra^ao Irasileira de Associações de Pibliotecários (FE; A'~),

3,

que seja solicitada a FEÍ A", tend^ en vista a recor.endação do Professor Zeferino Ferreira Paulo, a criação de ur;a Gonissao para es-

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�-'41 -

"budrx o regulamentar a. realização de Cutsds periódicos de atualiaç];
gão de conhecimentos de ribliotecononin e Docu:::entagão, destinados
íUds bibliotecários, especialnente aos relacionados cor. Escolas de
• iblioteconor.ia ou con funções diretivasj
3»1

^ FEriil nantén interc*â:.:bio con todas as Esívolas de Mblioteconorda
e delas espera receber a colaboração no sentido de seren instituídos cursos periódicos de atualização de conhecirentos para bibliotecários,
\
Km,
os probler .as rela.tivos a ; xblioteconoi .ia e a Docanent-^gao, de
interesse luso-brasileiro, sejan inseridos con r.aior destaque dos
ter..nrios dos futuros Golóquios Internacionais de Estudos Luso-lra».
sileirosj

4,»1

Roalnente os probler;.as Luso-I rasileiros nerecen !.a.ior atenção nesses Coloquios r.as até agora a situação ter se nantido precária,

i*.

Corlssao EID/CDU propos ao 1 Colóquio, a se realizar er. Seter.bro
práxir.0 er. Portugal, a realizr.ção de una Heunião conjunta.
proposição não foi aceita,

Essa

O único trabalho a ser aproveitado no

V Coloquio, será o de Entradas de ror.es de Autores Lrasileiros e Por
tuguêses,
5,

.que seja consignado u:: voto d© louvor a Jo^é césio Regueira Costa,
ur.-; dos pioneiros da

ibliotecononia Ibderna no Recife e patrocinor-

dor do I '."Congresso ■ rasileiro de I iblioteconor.iaj
5*1

Providenciado pela Secretaria Geral,

6,

que seja consignado un voto de louvor a I ernatte Sinay ITeves, da
I ahia, por ter sido a prir.eira bibliotecária brasileira a ennetar
estudos e apresentar propostas visando a criação de Federação d©
•Associações de I ibliotecários do Trasil;

6,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

7,

que soja consignado ur". voto de louvor a Guionar Oarvalho Franno, do
3ao P3.ulo, pela. verdadeira obra de catequese que desenvolveu naquele Estado, cor.0 urva das fundadoras da prineira Associação de 'iblio,
tecarios do I rasil, a Associação Paulista de I ibliotecários (APIl)

7,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

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�- A2 ~
8,

que seja encxiinhad" à Universidade do r^ecife a expressão do recoiihecinento des bibliotecários brasileiros por ter sido ara das pri
rieiras a acolher ur. corso regular do 7 iblioteconoriia, de 1 950}

8,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

9«

que seja observada a seguinte norna no IV Congresso ; rasileiro de
Tibliotoconor-ia e Docunentagão:

após as discussões dos diversos

ter.as, as reconendacões dever~o ser lidas, antes de serer'^. postas
er. votação, para que os Congressistas julguei- se elas representar.;,
recüLnente, as conclusões obtidas durante a discussão}
9.1

Esta crden de trabalho deverá ser observada no Congresso,

10,

que sejai^i designados Congressistas para acorpanharer. as reconondações votadas o apreeent.aren na I sessão do Congresso seguinte, o re
sultado do trabalho feito, pcja que os 7ibliotecários possan tonar
conhecinento do fruto do Congresso anterior e das causas que notiva
rar. os resultados negativos de algunas reconendaçÕesj

e que se jau

encarregados da realização desse trabalho, con relação ao III 'Congresso Trasileiro de Tiblioteconoria e Docunentação o seu Relator
Gerrl e o seu Secret'jrio Gernl;
10,1

rieconend-gão da r.orpetência do Ti-elator-Geral, quanto ao III íongres
so.

Quanto aos dois prireiros, as autoras deste trabalho char.iarar:

a si a respdnsabilidade de fazê-lo.
11,

que seja consignado uri voto de Iduvtss: à bibliotecária Francisca
Tuarque de Alneida, honenageada deste Congresso, por ter enpregado
o r.elhor de seus esforços na introdução da l iblioteconor-ia no Esta
do do Paraná e na organização de sua I iblioteca Publica;

11.1

Providenciado pela Secretaria Geral,

12,

que sejan consignados co:;o honenagens posturas, vofos de louvor ao
lagnxfico Reitor Joaquin Anazonas, da Universidade do Recife e ao
Dr, Jorge de Andrade líaia, bibliotecário da Faculdade de Lfedicina
de São Paulo}

12,1

Providenciado pela Secretaria Geral,

13,

que seja consignado uri voto de louvor ao líagnífico Reitor, Professor Edgard Santos, por ter apoiado e estinulado, desde a fundação
da Universidade da lahia, en 1 9A6, a Escola de liblioteconoria da

�- 43 13.1

Tahia, proporcionando-lhe os .;.eios de funcionanento en instalações
de outras unidades universitárias, reconhecBBdo-lhe, er: 1 953, os
diplor.as anteriorriente exi^edidos pela Escola

e incluindo a ::esria,

en caráter definitivo, entre as unidades que co::põen a Universidade

da I ahia, através o novo Estatuto da Universidade, en fíaio de

1
13.1

Providenciado pela Secretaria Ge-i^al»

14-,

\
que seja consignado uri voto de louvor a Gorissao Organizadora e Executiva deste III Congresso, aos colaboradores e denais coiiponen-tes de todas as sessões que tão ber. se desincunbiran de seus traba
lhosj

14..1

Providenciado pela Secretaria Geral«

15.

que através da FErA:

e das Aésociações de niasse, os l.ibliotecários

Docur".entalistas procuren apresentar trabalhos e participar das reuniões anuais da Sociedade J rr^sileira para o Progresso da Oiência
(SrPG), no setor Infor: agão científica e Docur^entagão, a fir. de que
se estabeleça r.aior contato entre bibliotecários e especialistas
dos diferentes assuntosj
15.1

Isto vBn sendo curprido regular: ente pelos profissionais e coordena
do pelo Instituto b rasileiro de ' ibliografia e Docunentaçao (ll"ID),

16,

que seja recov.;endada à Organização dos Estados A;;ericanos (Dr, José
A., Ibra, Secretário geral, Pan Arerican Union) e ao Departaiiento de
Estado dos Estados Unidos, a convocação da III Assenbléia Geral dos
jbibliotecários Anericanos;

16,1

Esta convocação não pode ser feita por ter sido cortada a verba a
ela destinada, segundo ofício enviado à FK A", pela Senhora Ilarietta Daniels, da Organização dos Estados Anericanos (OEA),

17»

que seja reconendado ao Governo, que se instalará no País, a partir
de 31 de janeiro, o estudo acurado do atual sister.a de importação
4
de livros no Trasil, recor.endaddo a adoção de u:i dolar-livro para
a sir.plificagão do r:esro&lt;,

17.1

Infon:ações obtidas na r;ãi-.ara " rasileira do Livro:a situação e precaria no que diz respeito a importação de naterial bibliográfico»

18,

que sejan Apresentados agradecimentos a Federação Internacional de
Docuiuentação (FID), a Federação Internacional de Associações de Ti-

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�— u u ~
bliotccários (IFIA) e a A33ocia5~.o do ribliotec^xios Anorica-nos
(ALA) p;'ir 3c terer; feito roproscntar no III Congresso Lrasileiro
cIg l ibliotccTnoria o Docur^entação;
Prr)Vif1enci"rlo pol?^. Socretaria Gorai,

*

•

^

que seja 'ixsGito o convitc do Magnífico Rcdtor Antônio M.artins Filho, da Universidade do Ceará, ç)ar.a que so realiza er. Fortaleza o
IV Congresso rrasileiro do Libliotcconor ia o Docur:.enta5ãcjj
Aceito,
quo a data de realização do IV Congresso rrasileiro de Fibliotecç,
norla e Do«uiiont.ag"£) seja, cr princípio de julho de 1 962, ficando o l%gnífico Reitnr da Universidade do Ceará autorizado a troiis
fcrí-la para julho do 1 963 caso julgue oportunoj
Adiacb, r.as curiprido dentro do prazo legr-l,
que seja rccor/endarlo à. Universidade do Ceará o entrosarento con a
Federc^no Jrasileira de Asaociagões do Eibliotocáj-ics (FETAD) o o
Instituto Drasileiro de Fibliografia o Docunentanão (HTD) prj:a a
orgfyiizagäo do IV Congresso Irasileiro de 1 ibliotccononia o Docur.^cntagão;
Guxprida na integra,
que soja roconendada a Univorsido.de do Ceará a adogao do Regula —
nento do III Congresso Trasiloiro ''Io riblioteconoviia e Docuricntagõo para servir coro estatuto bási«o do IV Congresso, princip?!nente no que so rofore ojo Artigo

que detorr.ina devore'" os tra

brilhos apresentados ser de autoria de bibliotccíj^ios-docunentalis
tas diplonados por Escolas do riblioteconoriia e Doe urgent aç?o;
Resolução intoiranentc observada.
que o Ter.ário do IV Congresso j.'rasilciro 'Te ] ibliotoconorla o Docu
r.ontpjç~jo seja o seguinte:

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�- K5 -

2-3.1
IV

COnCKESSO

ro-'.liz-'.c'io

or.

rRASILEIRO

FTrt.nloz?..

DE

Gerará,

J Ii. LIOTEGOIIOMIA
de

7

a

1Á

E

DOGUI'iEIITAGiO

'lo

de

1 963

TEMiÍRIO

TEIA

I

^

PROGESSOS

TÉGNICOS

E

IFTEílCÂ&gt;C 10

a) iVquisigoD planifiçada
b) Gn.tpJ.ogos c^lotivos; catoiogação cooporativa c contrclizada,
c) Ntvas tcndcncias do nomalizoxjão dos trabalhas do oa
;balog:^^n.o c claosificagno,
d) Er-.prcötir/iS ontrc bibliotocas.

TEIA

II

»

MILIOTEGAS PÚ: LIGAS, UTAÜTO JUVENÍS, Ali ULANTES E ESCOc
Li'iRES

(

a) Sistcras regionais de bibliotocas públicas e r.uiiieipais: seus serviços e atividades.
b) Papel da biblioteca no plrJX) nacion?! de educarão,
c) 0 I?'.jtituto NacionpJ. do Livro c progroj-.a nacionrj. pa
ra 0 dosenvolviyento dos serviços las bibliotocas p4
blicas.
d) 9 SESG, 0 SESI e suas bibliotccAS oj^rbiilantes,

TEIIil

III

^

lí-iFORIiAçJlO

GIEHTÍFICA

n.) ] ibliotec?^ Universitárias, Função "las bibli otocas
centrais universitárias
b) I ibliotoc.as especializadas
c) Gentr 13 do documentação e inforra.ção técnico ciontífica
d) Toletipoc na infor:-a.qão
0) Org-^iiização da bibliografi i nacional
f) Mecanização bibliográfica
g) Centros de rcproduç.ao de d^cunont^s: orgojiização o
o.p are 1 har o n to
h) llorj^olizacão da docur'ontanäo
o
1) Ter;-.inologia cientifica

cm

1

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�- 4-6 -

T3Iu

II'

-

EDUGAçAO

do

j i: LIOTEGÍííIIO DOCmiErTALISTA

Cl) Toii':lGnci?.3 no'-lernr'.s (■"'os currículos
b) Intorcprbio entro as Esc-^l-s r'c J ibli":tccor-o::ia
c) rbyli-icnto p.ssoci?.tivo n-niinnl o intorm.cioncl FIL] iJ'^ Assici.-ügõcs ii'^.cionais, FID, FID/CLiV, ISO
o IFU
d) ético, profissional

TEllV

TEMI
23.1

V

:JEl!Trt.iL

ARQUIVOLOGIA

iv EDUGAÇilO AmVl/^S DA : U LIOTECA

Cunpriclo na íntegra^

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1

�- A7 -

Uosso objetivo ao orggmizajr o presente trabalho foi o
de pràporcionar aos bibliotecários brasileiros, uma visão panoramica
das realizações dos três Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação que nos antecedem.

2,

Que os bibliotecários brasileiros tomem ciêncià de to

das as proposições e realizações destes Congressos, e também de tudo
aquilo que, proposto, foi impossível a concretização,

3,

Gostariamos que estas considerações servissem de guia

para o plenário dos futuros Congressos, a fim de que estes rediscu tam os diversos tópicos que, tendo sido aprovados, não foram aplicados, seja por estarem, no atual estágio de desenvolvimento biblioteA
conomicos, desatualizarlose superados; seja porque, devido a condi ções varias, nõí) sõa mais realizáveis.

4-. Que as Conclusões a que chegarem os vindouros '^ongres
SOS de assuntos biblioteconômicoü e documentários sejam de caráter
ds3enci,almente prático e objetivo, para que possam ser satisfatoriamente observadas.

Maria Alice de Toledo Leite

/ílaria Cecilia Pimenta Pinheiro

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                <text>CBBD - Edição: 04 - Ano: 1963 (Fortaleza/CE)</text>
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                <text>IV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
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              <text>Os Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação: estudo comparativo de suas resoluções com o que foi realizado</text>
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