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padrões e protocolos (Z39 .5, XML, etc.) e demais temas relacionados
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INDEXAÇÃO DE NOMES GEOGRÁFICOS:
RELATO DE EXPERIÊNCIA NA CRIAÇÃO DE UM PADRÃO
PARA O SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFRGS

Édina Maria Gomes da Cunha Pureza 1, Elisa Alves de Oliveirél,
Inês Maria De Gasperin3, Magda Helena Behrmann4, Miriam Velei
Fernandes5, Renata Cristina Grun6, Vanessa Inácio de Souza 7
IBibliotecária Especialista, Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul , Porto Alegre , RS
2Bibliotecária Especialista , Instituto de Biociências da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
3Bibliotecária Especialista, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul , Porto Alegre, RS
4Bibliotecária, Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ,
Porto Alegre, RS
5Bibliotecária Colaboradora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
6Bibliotecária Especialista , Instituto de Geociências da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul , Porto Alegre, RS
7Bibliotecária Especialista , Biblioteca Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
Porto Alegre, RS

Resumo
Relata a experiência da elaboração do documento Entradas de Nomes Geográficos
como Assunto: Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS). Apresenta as principais
etapas do processo de criação desse Padrão, partindo do diagnóstico da situação do
catálogo de assuntos geográficos e do estudo e adaptação da publicação do IBGE
às necessidades do Sistema de Bibliotecas da UFRGS. Descreve a forma de
implementação do Padrão junto aos bibliotecários do Sistema, através de
treinamentos e monitoramento dos descritores. Expõe as principais definições
referentes à terminologia de nomes geográficos e as divisões do Padrão em Regras
Gerais, Nomes Geográficos com Categoria Administrativa , Nomes Geográficos sem
Categoria Administrativa e Acidentes Topográficos Artificiais. Finaliza com as
considerações referentes à importância da padronização de entradas de assunto no
desenvolvimento de uma política de indexação, visando à eficiência e eficácia do
trabalho do bibliotecário indexador e a qualidade na recuperação da informação.

Palavras-chave:
Nomes geográficos; Política de indexação;
Padronização de entradas de assunto .

891

Indexação

(Biblioteconomia) ;

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Abstract
Describes the elaboration process of a document for geographical names
standardization called Entradas de Nomes Geográficos como Assunto : Padrão para
o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (SABi/UFRGS). Presents the main steps of the Standard elaboration process
since the diagnosis of the catalog's situation till the study and creation of a new
document based on IBGE Rules. Describes the Standard implementation at UFRGS
Library System, through training librarians and monitoring descriptors. Issue the main
definitions about geographical names terminology and explains the structure of the
Standard which includes General Rules, Administrative Divisions, Natural Features
and Artificial Features. Concludes with considerations regarding the importance of
standardization of geographical names subject entries for the development of an
indexing policy and for the librarian work, aiming at efficiency and effectiveness in the
information retrieval.

Keywords:
Geographical names; Indexing policy; Indexing; Subject entries standardization .

1 Introdução
A quantidade de informações gerenciadas nas bibliotecas universitárias exige
o desenvolvimento de técnicas eficientes que qualifiquem a recuperação da
informação. Neste sentido, o processo de indexação deve ser consolidado através
de ferramentas que atendam esta necessidade e promovam maior consistência em
catálogos automatizados.
No catálogo online do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (SBUFRGS) , um dos principais problemas encontrados é a
inconsistência das entradas de assuntos. Isto ocorre por diversos fatores, entre os
quais, a descentralização do processamento técnico e a falta de uma política de
indexação unificada.
Neste contexto, o Grupo de Estudos em Indexação (GEI\ na época formado
por sete bibliotecários do quadro funcional da UFRGS, identificou como prioridade a
elaboração da Política de Indexação para o SBUFRGS detendo-se primeiramente no
estudo de entradas de nomes geográficos como assunto.
Deste estudo, resultou o documento Entradas de Nomes Geográficos como
Assunto: Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS), que passou a nortear a indexação de
nomes geográficos.
O objetivo deste trabalho é apresentar o Padrão, seu processo de criação e a
implementação no SBUFRGS.
1

Contato: gei.ufrgs@gmail.com

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2 Contextualização

o SBUFRGS é composto pela Biblioteca Central , 29 bibliotecas setoriais
especializadas, uma biblioteca de ensino fundamental e médio e uma biblioteca
depositária da documentação da Organização das Nações Unidas (ONU) . Estas
bibliotecas estão vinculadas administrativamente às unidades de ensino e
tecnicamente à Biblioteca Central. De acordo com a Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (2011 ?) :
A função primordial da biblioteca universitária é prover infraestrutura
bibliográfica, documentária e informacional para apoiar as atividades
da Universidade, centrando seus objetivos nas necessidades
informacionais do indivíduo, membro da comunidade universitária.

Buscando alcançar estes objetivos, teve início, no final da década de 80, o
processo de automação no SBUFRGS, originando o catálogo Sistema de
Automação de Bibliotecas (SABi) . Na década de 90, os registros passaram a ser
cooperativados numa única base de dados. Em 2000, com a migração do SABi para
o software A LEPH, foram implantados campos específicos como o campo para
Entrada de Nomes Geográficos como Assunto.
A utilização desse software e a unificação dos catálogos das bibliotecas
aumentaram a quantidade de registros cooperativados no sistema , tornando visível a
inconsistência das entradas de assunto no SABi. Esta constatação deu início ao
processo de criação de uma ferramenta que auxiliasse na padronização dessas
entradas.

3 Processo de Criação
Com este panorama, e dentro das possibilidades do GEI , foi priorizada a
padronização das entradas de nomes geográficos. A relevância desse trabalho pode
ser comprovada pela definição a seguir:
Os nomes geográficos são uma expressão viva da interação entre o
homem e o meio ambiente. Desta forma quando um lugar ou um
elemento geográfico adquire uma significação determinada para o
homem, surge a necessidade de identificá-los. Esta identificação só
gera uma informação precisa quando seguida de uma padronização.
(MAROUN e NEVES, 1996, p. 7)

Definida a prioridade, inicialmente foi realizado um diagnóstico da situação
das entradas de nomes geográficos como assunto no SABi. Para tanto, foi emitida
uma lista com os descritores incluídos no Catálogo de Autoridades, no período de
2001 a 2005 , perfazendo um total de 3.300 entradas.

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Estas entradas foram analisadas à luz da publicação do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE): Nomes Geográficos: normas para indexação, aqui
nomeada Norma do IBGE 2 . Nesta análise foi constatado um alto índice de nomes
geográficos incluídos no SABi sem a padronização determinada por esta norma,
que, até então, era o único documento utilizado pelos indexadores. Também foi
constatado que em muitos casos a Norma do IBGE não contemplava todas as
especificidades dos nomes geográficos incluídos neste catálogo.
Esta constatação foi o impulso para que o GEI iniciasse o estudo da Norma
do IBGE, com objetivo de adequá-Ia às demandas do SBUFRGS. Dessa forma, ficou
clara a necessidade da elaboração de um novo documento que padronizasse as
entradas de nomes geográficos no SABi . Com isso foi elaborado o documento
Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o Sistema de
Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(SABi/UFRGS), aqui denominado Padrã0 3 .
A Norma do IBGE foi revisada , complementada e adaptada para atender aos
objetivos propostos. De maneira geral, as regras dessa norma não foram
modificadas, mas desdobradas e acrescidas dos itens peculiares ao SBUFRGS.
Manteve-se um nível de especificidade maior para os nomes geográficos brasileiros
e um nível mais genérico para os nomes estrangeiros. Entretanto, atendendo às
características dos documentos produzidos na Universidade e dos adquiridos pelo
Sistema de Bibliotecas, os nomes geográficos do Estado do Rio Grande do Sul são
apresentados com um nível de detalhamento maior que os nomes geográficos dos
demais estados, como por exemplo , as regiões do Rio Grande do Sul.
A estrutura básica da Norma do IBGE sofreu uma reordenação para que
novos conceitos pudessem ser incluídos e facilmente identificados. Dessa forma, as
regras que naquele documento são distribuídas em três divisões foram acrescidas
da divisão Acidentes Topográficos Artificiais, e estão assim denominadas:
a) Regras Gerais;
b) Nomes Geográficos com Categoria Administrativa;
c) Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa ;
d) Acidentes Topográficos Artificiais.
Na elaboração do documento, foram necessárias reuniões com bibliotecários,
professores da Universidade e especialistas do IBGE para elucidar dúvidas que se
apresentavam naquele momento na definição das regras do Padrão. Também é
MAROUN, Maria Célia dos Santos ; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes
geográficos: normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996. (Documentos para
disseminação. Fontes de documentação, 2).
3 KAUTZMANN , Carolina et.al. Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o
Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(SABi/UFRGS) . 2. ed . rev. e ampl. Porto Alegre : UFRGS, 2009. 52 f.

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importante ressaltar a utilização do Glossário da ONU 4 como fonte no
esclarecimento da terminologia e na definição de nomes geográficos em língua
estrangeira.
A aplicabilidade do Padrão foi sendo avaliada concomitantemente a sua
elaboração, através de revisões e correções de entradas já existentes na base de
autoridades.
Ao final do documento foram acrescentados:
a) Glossário;
b) Anexo com nomes de regiões geográficas específicas do Rio Grande do Sul ;
c) índice remissivo de assuntos.
Em 2007 foi concluída a primeira edição do Padrão.

4 O Padrão
Neste capítulo são apresentadas algumas das principais definições e as
divisões do Padrão.
4.1 Definições
A Norma do IBGE e o Glossário da ONU foram as fontes utilizadas para as
seguintes definições:
a) Normalização: Estabelecimento, por uma autoridade competente, de um
conjunto específico de normas para uma atividade determinada, como por
exemplo, para dar uniformidade aos topônimos. Adaptação dos topônimos a
tais normas.
b) Padronização: Conjunto de atividades sistemáticas para estabelecer e utilizar
padrões, avaliar seu cumprimento e resultados decorrentes de sua aplicação.
c) Nome geográfico: nome próprio dado a um acidente geográfico sobre a
superfície da terra . O mesmo que topônimo e acidente topográfico.
Ex.: Rio Gravataí
Cordilheira dos Andes
Ilha de Santa Catarina

4

UNITED NATIONS GROUP OF EXPERTS ON GEOGRAPHICAL NAMES. Glossary ofterms for
the standardization of geographical names. New York: United Nations, 2002. Disponível em :
&lt;http://unstats.un.org/unsd/geoinfo/ungegn/docs/glossary.pdf&gt; . Acesso em : 26 abro2012 .

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d) Nome próprio: palavra que se aplica a uma pessoa ou coisa para diferenciála de outra de sua mesma classe,
Ex.: Brasil
Gramado
Rio Amazonas
e) Termo genérico: nome comum que descreve um acidente topográfico em
função de suas características e não por seu nome.
Ex.: Montanha
Rio
Edifício
f) Designação genérica: parte de um topônimo formado por um termo genérico.
Ex.: Rio Amazonas
Cordilheira dos Andes
Ilha de Santa Catarina

g) Elemento genérico falso: Elemento genérico que não indica a classe de
acidente do topônimo.
Ex.: Morro Reuter
Monte Negro
Rio de Janeiro
Porto Alegre
Todos os exemplos são lugares povoados e não um morro, um monte, um rio
ou um porto respectivamente.
h) Entrada básica: entrada padronizada de um nome geográfico que não pode
ser alterada .
Ex.:
Nome próprio

Entrada básica Área associada

Bacia do Rio Amazonas

Amazonas , Rio

Região Metropolitana de Porto Alegre

Porto Alegre (RS) Porto Alegre, Região Metropolitana de (RS)

Amazonas , Rio, Bacia

A entrada básica é feita pelo nome específico, que reúne nos catálogos e
índices todos os trabalhos com o mesmo nome próprio. A ela são acrescentados
aspectos mais específicos que vão caracterizar o assunto que se pretende indicar.

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Ex.:
Nome próprio
[Estado do] Amazonas

Entrada padronizada no índice
Amazonas

Bacia [sedimentar] do Amazonas
Edifício Amazonas
Rio Amazonas

Amazonas, Bacia
Amazonas, Edifício (Porto Alegre, RS)

Bacia do Rio Amazonas

Amazonas, Rio
Amazonas, Rio, Bacia

Região do Rio Amazonas

Amazonas, Rio, Região

i) Qualificador geográfico: qualificador geográfico é um nome geográfico e/ou
um termo explicativo acrescentado entre parênteses que determina o lugar
maior onde se localiza o nome indicado ou o distingue de outro de igual
designação.
Ex.:

Buenos Aires (Argentina)
Buenos Aires (PE)
São Paulo (SP)
São Paulo (Estado)
Pompéia (Cidade extinta)

4.2 Divisões do Padrão
A seguir serão abordados os principais tópicos das quatro divisões do Padrão:
a) Regras Gerais: as regras gerais incluem definições que se aplicam a todo
padrão. São elas: pontuação, qualificador geográfico, grafia, categoria
administrativa como parte integrante do nome de um topônimo e nomes
geográficos como adjetivos que indicam direções ou partes;
b) Nomes Geográficos com Categoria Administrativa: os nomes geográficos
com categoria administrativa representam unidades administrativas como
países, estados, províncias, condados, distritos, municípios, vilas, bairros,
regiões e áreas associadas a estes lugares etc. Nesta divisão do Padrão são
tratadas as regras aplicáveis aos topônimos brasileiros, estrangeiros e as
regiões associadas a estes topônimos;
c) Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa: os nomes geográficos
sem categoria administrativa representam as entidades fisiográficas naturais,
bem como os nomes de regiões baseadas nestas entidades. Nesta divisão do
Padrão são tratadas as regras aplicáveis a rios, regiões de acidentes
topográficos, ilhas, áreas de folhas topográficas, bacias sedimentares,
cidades extintas, cidades da antiguidade e sítios arqueológicos;

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d) Acidentes Topográficos Artificiais: os acidentes topográficos artificiais
representam as construções e os lugares criados pelo homem. Nesta divisão
do Padrão são tratadas as regras aplicáveis a portos e aeroportos, cemitérios,
ginásio de esportes, conjuntos residenciais, condomínios, palácios, pontes,
viadutos, barragens, represas, edifícios, museus, bibliotecas, monumentos,
túneis, canais, ruas, avenidas, estradas, rodovias e ferrovias e outras
construções; parques, praças, reservas, assentamentos, reservas indígenas,
comunidades quilombolas entre outros lugares.

5 Processo de Implementação
Após a conclusão do Padrão foi iniciada sua implementação através de um
treinamento ministrado pelo GEI, com carga horária de sete horas. Na ocasião,
participaram 40 bibliotecários indexadores representando todas as bibliotecas do
sistema. Este treinamento teve por objetivo a apresentação do Padrão como
ferramenta obrigatória para a definição de entradas de nomes geográficos como
assunto. Nessa oportunidade, os bibliotecários puderam esclarecer dúvidas e
ampliar seus conhecimentos referentes à padronização dos descritores de nomes
geográficos.
A etapa seguinte da implementação ocorreu com a emissão de listas com os
descritores geográficos de cada biblioteca . Estas listas foram analisadas pelo GEI, à
luz do Padrão, com a finalidade de identificar inconsistências nos descritores. Após,
as listas com os descritores inconsistentes foram enviadas às bibliotecas com as
instruções para as devidas correções.
Com o treinamento e a correção das primeiras listas enviadas às bibliotecas,
ficou constatada a necessidade de revisão e atualização do documento, surgindo,
assim, em 2009, a segunda edição do Padrão que está disponível online apenas
para os bibliotecários da UFRGS. A partir de então, este processo de emissão de
listas e avaliação é realizado periodicamente.
O uso do Padrão para a correção e criação de novos descritores contribuiu
para a diminuição das inconsistências no catálogo.

6 Considerações Finais
A decisão do GEI de iniciar a política de indexação pelo campo geográfico foi
pertinente na medida em que a quantidade de descritores era limitada. Isto tornava o
trabalho possível de ser realizado, visto que o número de bibliotecários era reduzido
para a dimensão da tarefa . O fato de o grupo ser composto, em sua maioria , por
bibliotecários das áreas com significativo uso do campo de assunto geográfico foi
importante para essa decisão.
A implantação do Padrão no SBUFRGS resultou na racionalização do fazer
diário do bibliotecário, tornando o processo de indexação mais eficaz e eficiente,
possibilitando assim maior precisão na recuperação da informação.

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No entanto, para manter a excelência deste trabalho são necessanos
treinamentos periódicos com o objetivo de capacitar, orientar e esclarecer dúvidas
dos bibliotecários. Até o momento, foram realizados dois treinamentos e estão
previstos outros conforme a demanda do SBUFRGS.
O GEI também apresentou o Padrão em aulas do curso de Biblioteconomia
da UFRGS, o que possibilitou a divulgação do trabalho junto aos futuros
profissionais da área .
O Padrão foi o primeiro produto gerado com o objetivo de estabelecer uma
política de indexação única para o SBUFRGS, ponto de partida para um extenso
trabalho que se seguirá, de padronização de todas as entradas de assunto do SABi.
Esse documento não é definitivo. O trabalho de consistência das entradas de nomes
geográficos é um processo contínuo e o Padrão será atualizado sempre que houver
necessidade.
No momento, o Padrão está sendo revisado e atualizado com vistas a uma
terceira edição .

7 Referências
KAUTZMANN , Carolina et.al. Entradas de Nomes Geográficos como Assunto:
Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS) . 2. ed . rev. e ampl. Porto Alegre: UFRGS, 2009.
52 f.

MAROUN, Maria Célia dos Santos; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco.
Nomes geográficos: normas para indexação . Rio de Janeiro: IBGE, 1996.
(Documentos para disseminação. Fontes de documentação, 2).

UNITED NATIONS GROUP OF EXPERTS ON GEOGRAPHICAL NAMES. Glossary
of terms for the standardization of geographical names. New York: United
Nations, 2002 . Disponível em :
&lt;http ://unstats.un .org/unsd/geoinfo/ungegn/docs/glossary.pdf&gt; . Acesso em : 26 abr.
2012 .

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central.
Serviços . [2011 ?] . Disponível em : &lt;http://www.biblioteca .ufrgs.br/servicos.htm&gt;.
Acesso em : 26 abro2012 .

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                <text>Gramado (Rio Grande do Sul)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Indexação de nomes geográficos: relato de experiência na criação de um padrão para o Sistema de Bibliotecas da UFRGS.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Gramado (Rio Grande do Sul)</text>
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              <text>Relata a experiência da elaboração do documento Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS). Apresenta as principais etapas do processo de criação desse Padrão, partindo do diagnóstico da situação do catálogo de assuntos geográficos e do estudo e adaptação da publicação do IBGE às necessidades do Sistema de Bibliotecas da UFRGS. Descreve a forma de implementação do Padrão junto aos bibliotecários do Sistema, através de treinamentos e monitoramento dos descritores. Expõe as principais definições referentes à terminologia de nomes geográficos e as divisões do Padrão em Regras Gerais, Nomes Geográficos com Categoria Administrativa, Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa e Acidentes Topográficos Artificiais. Finaliza com as considerações referentes à importância da padronização de entradas de assunto no desenvolvimento de uma política de indexação, visando à eficiência e eficácia do trabalho do bibliotecário indexador e a qualidade na recuperação da informação.</text>
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