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GESTÃO DE SOFTWARE COORPORATIVO: EXPERIÊNCIA DO GRUPO
GESTOR DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP

Heloisa Maria Ceccotti1, Gilmar Vicenle2, Oscar Eliel 3,
Marcos Dario Garcia Sae4, Luiz Alílio Vicentinf
1Bibliotecária, Assessoria de Relações Institucionais, Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Campinas,
SP , heloisac@unicamp.br
2Bibliotecário, Assessoria de Relações Institucionais, Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Campinas,
SP, gil@unicamp.br
3Bibliotecário, Diretoria de Tratamento da Informação, Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Campinas,
SP, oeliel@unicamp.br
4Analista de Sistemas, Diretoria de Tecnologia da Informação, Sistema de Bibliotecas da Unicamp,
Campinas, SP, dario@unicamp.br
5Bibliotecário, Coordenador do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Campinas, SP,
vicentin@unicamp.br

Resumo
No dia a dia, o uso de um software coorporativo de gerenciamento de
bibliotecas produz inúmeras ocorrências das mais variadas natureza, que
necessitam de intervenção, orientação, ajuste/adequação. Essas ocorrências
demandam verificações e análises para determinar de que ordem são: se de
operacionalização do sistema, se administrativa, de configuração, ou de
adequações ou erros do programa. Composto por 27 Bibliotecas, o Sistema
de Bibliotecas da Unicamp (SBU) apresenta um número de demandas
bastante significativo. Se todos os pleitos fossem encaminhados diretamente
ao suporte da Empresa produtora do software a metodologia seria
improdutiva; assim, todas as requisições das Bibliotecas do SBU são
encaminhadas ao Grupo Gestor (GG) que as analisa, sendo sua função
verificar o problema, orientar quando se trata de operação inadequada, intervir
nos trâmites ou configurar funções, assim como simular e encaminhar a
demanda de forma específica e detalhada à Empresa para reparo de erros,
adequações/ajustes do sistema ou sugestões de melhorias. Este Grupo foi
criado em janeiro de 2009 e é composto por três bibliotecários e um analista
de sistemas. A experiência tem demonstrado que este formato de gestão
atende satisfatoriamente as necessidades do SBU, pois trabalha-se com
prioridades, de forma compartilhada, sendo as decisões balizadas pelos GTs,
que reúnem-se periodicamente. Portanto, o presente trabalho objetiva
apresentar a metodologia de trabalho desenvolvida para a execução das
atividades do Grupo Gestor do software SophiA na Unicamp.

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Palavras-chave: Gestão de bibliotecas universitárias; Gestão da informação;
Gestão compartilhada; Gestão da qualidade; Software
para automação de bibliotecas.

Abstract
On a daily basis the use of corporate software for library management
produces several occurrences of different natures; these occurrences need
intervention, guidance and adjustmentladequacy. They demand verifications
and analyses to determine their origin : if from the system's operationalization ,
if administrative, configuration, or program adequacies or errors. Comprised by
27 Libraries, the Library System of Unicamp (SBU) presents a significant
number of demands. If ali the requests went directly to the support of the
Company that designed the software, it would be unproductive; therefore, ali of
the requisitions for the SBU Libraries are sent to the Management Group (GG)
that analyses them, with the function of verifying the problem, guide when it is
an inadequate operation, intervene in the paths or configure functions, as well
as to simulate and send the demand in a specific and detailed manner to the
Company for repair, adequacies/adjustments of the systems of improvement
suggestions. This group was created in January of 2009 and is consists of
three librarians and one systems analyst. The experience has shown that this
management format meets the needs of SBU adequately, since it works with
priorities, in a shared way, with the decisions backed by the GTs, who meet
periodically. Therefore, the present paper has the objective of presenting the
work methodology developed to execute the activities of the Management
Group of the SophiA software at Unicamp.
Keywords:

University libraries management; Information management;
Shared management pattern ; Quality management; Library
automation software.

1 Introdução
Segundo Fernandes (2001) é fácil imaginar padrões de comparação
quanto à qualidade de um 'produto físico' , como dimensões ou uma outra
característica física, mas quando se trata de software o assunto é mais complexo e
um pouco árduo.
O gerenciamento e desenvolvimento de um software confiável para as
bibliotecas representam grandes desafios para as organizações, uma vez que o
software tornou-se um fator crítico de sucesso, afetando a qualidade dos serviços
oferecidos aos seus usuários.
Para que tenham condições de implementar serviços e produtos de
informação científica e tecnológica mais adequados às demandas e necessidades
da sua comunidade usuária, as instituições têm de assumir uma postura quanto a
investimentos em capacitação, aperfeiçoamento e qualificação de seus serviços e
produtos, assim como do seu quadro de colaboradores, pois, ao tornar acessível e

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compartilhado o conhecimento corporativo, permite aumento de valor e melhoria da
contribuição das pessoas das equipes no alcance dos objetivos que busca a própria
organização.
O Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (SBU) ,
órgão complementar da Universidade e diretamente subordinado à Coordenadoria
Geral da Universidade, é composto por uma Coordenadoria e 27 bibliotecas
seccionais, alocadas nas Unidades de Ensino e Pesquisa, Colégios Técnicos e
Centros e Núcleos nas diversas áreas do conhecimento. Conta com
aproximadamente 350 colaboradores.
O SBU tem como missão prover o acesso, a recuperação e a preservação
da informação, para subsidiar o ensino, a pesquisa e a extensão, contribuindo para a
educação universitária e formação profissional do indivíduo, de forma que o
conhecimento adquirido possa ser aplicado no desenvolvimento da sociedade. Para
o cumprimento de sua missão, o SBU deve obedecer aos seguintes princípios:
estabelecer e garantir políticas de acesso à informação; atualizar e preservar
continuamente o acervo; promover a integração das Bibliotecas da UNICAMP.
Quanto aos valores, o SBU busca : a satisfação do usuário; a competência
profissional ; a cooperação para a divulgação da informação científica , tecnológica e
artística ; a qualidade dos serviços e produtos.
Tem como objetivos: dar suporte aos programas de ensino, pesquisa e
extensão; definir a política de desenvolvimento dos diferentes acervos que compõem
as bibliotecas da Universidade; possibilitar a comunidade universitária e à
comunidade científica o acesso à informação armazenada e gerada na UNICAMP;
promover intercâmbio de experiências e acervos. Para atingir seus objetivos,
compete ao Sistema de Bibliotecas: a) adotar padrões ou critérios de organização e
administração na área biblioteconômica ; b) acompanhar e adotar os avanços
tecnológicos pertinentes à área de informação utilizando novas tecnologias para
integrar rotinas de trabalho, disponibilização de seus acervos on-line para a
pesquisa e localização dos materiais bibliográficos; c) promover o aperfeiçoamento
do pessoal técnico e auxiliar; d) cadastrar e disseminar as informações bibliográficas
geradas pela própria Universidade, assessorando quanto à apresentação técnica
das publicações; e) oferecer atendimento à comunidade universitária, por meio de
seu acervo; f) dar acesso à comunidade universitária a documentos não existentes
no próprio acervo através de serviços de intercâmbio; g) integrar-se aos sistemas
nacionais e internacionais de informação, visando o acesso à produção científica
internacional e à divulgação da produção gerada pela Universidade.
O Sistema oferece informações técnico-científicas como suporte aos
programas de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos pela Universidade e
possibilita o acesso à informação armazenada e gerada na UNICAMP, à
comunidade científica do país, promovendo intercâmbio de informações,
experiências e documentos. Alguns indicadores, como informados a seguir, podem
auxiliar no conhecimento da dimensão de produtos e serviços do SBU:

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Usuários Ativos

45.465

Acervo
Livros (exemplares)
Impressos
E-Books
Periódicos
Títulos impressos
Títulos em meio
eletrônico
Serviços
Circulaç:ão de materiais
bibliográficos
Comutaç:ão Bibliográfica
Atendimentos
Solicitações
Acessos à
Base Acervus

Teses (exemplares)
Impressas
Digitalizadas

872.058
297.814

Materiais não convencionais
Bases de dados referenciais

17.239
37.328

Catalogaç:ão-na-l2ublicaç:ão
Cal2acitaç:ão de usuários
Eml2réstimo entre Bibliotecas
Atendimentos
Solicitações

1.211 .728

8.711
1.639

Biblioteca digital

1.856.983

93.072
36.451
246.516
547

2.808
4.769
3.721
3.136
4.990.901

Quadro 1 - Indicadores do SBU/Unicamp, ano base 2011
Fonte: Relatório Gerencial Estatístico do SBU

A trajetória do SBU tem sido pautada pela agregação de valores aos
serviços e produtos oferecidos à sua comunidade, utilizando as tecnologias de
informação e comunicação, na integração das rotinas de trabalho e, principalmente,
na disponibilização de seus acervos, via redes internas e interface Web para a
pesquisa e localização dos materiais bibliográficos.
Com a automação, a utilização de um software gerenciador para os
acervos e serviços necessita de um trabalho específico, que apóie e contribua com
as equipes das Bibliotecas, no sentido de sanar os problemas de operacionalização,
padronizar o atendimento aos seus usuanos, além de incrementar as
funcionalidades do software para atendimento das necessidades de sua
comunidade. Para tratar estas questões, no cotidiano de todas as Bibliotecas (27),
são levantadas as demandas a todo momento, em grande volume . No entanto ,
antes da concepção do Grupo Gestor estas questões ou não eram expressas ou
ocorriam esporadicamente e, quando demandas eram apontadas, não existia uma
área específica para avaliação ou estudo das mesmas. Outra questão diz respeito
ao grande número de demandas que, se tratadas diretamente com a Empresa
desenvolvedora do software, o procedimento se apresentaria infrutífero.
Portanto, considerando os requisitos de qualidade de um software,
alinhados aos objetivos e missão do SBU, o presente trabalho pretende apresentar a
metodologia de trabalho desenvolvida para a execução das atividades do Grupo
Gestor do software corporativo (Sophia) que gerencia os acervos e serviços das
Bibliotecas na Unicamp.

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2 Revisão de Literatura
De acordo com Soares Neto (1993) , a qualidade de um sistema de
informação depende do atendimento de cinco categorias e seus requisitos:
a) Utilidade, como característica mais relevante, sendo seus requisitos:
necessidade (quando satisfaz as necessidades de informação de quem o
utiliza); confiabilidade; oportunidade; totalidade (a utilidade será tanto maior
quanto mais completa for a satisfação das necessidades do usuário);
b) Utilizabilidade: se oferece condições adequadas para uso pleno de suas
qualidades - facilidade de operação e aprendizado , ergonomia (relação
homem/máquina);
c) Evolução: adaptação quanto ao atendimento de novas necessidades,
mantendo suas características de qualidade - flexibilidade, alterabiblidade,
elasticidade (relativo a volume de dados), portabilidade (capacidade de
interligar a outros ambientes utilizando-se de facilidades de comunicação e
protocolos), cavalo de fazenda (situação de dependência), conectividade;
d) Rentabilidade: recursos financeiros que consome e produz - economia
(recursos humanos, tecnológicos, logísticos e financeiros que consome na
operação de desenvolvimento), vantagem (custo-benefício), viabilidade;
e) Segurança: continuidade (sem interrupções, sem perda de dados etc.),
confidencialidade (processos do sistema de acesso controlados e restritos),
robustez (resistência a situações adversas de operação e uso).
Em acordo com o publicado por Fernandes (2001), as questões
investigativas para averiguar qualidade do software são: funcionalidade e adequação
de uso (se satisfaz o que é apropriado); acuracidade (se faz o que foi proposto de
forma correta); interoperabilidade (se interage com os sistemas especificados) ;
conformidade (se está de acordo com as normas, leis etc.); segurança e
confiabilidade (se evita acesso não autorizado aos dados e é imune a falhas) ;
maturidade, tolerância a falhas e recuperabilidade (frequência que apresenta falhas,
como reage se e é capaz de recuperar dados em caso de falhas) ; usabilidade,
entendimento e operacionalidade (se é fácil aprender de operar e controlar) ;
inteligibilidade (se é fácil entender o conceito e a aplicação) ; eficiência (se é rápido e
preciso) ; desempenho (se o tempo de resposta está adequado (resposta e
velocidade de execução); economicidade (quanto gasta); manutenção (se é fácil de
modificar); análise (se é fácil de rastrear uma falha quando ocorre); alterabilidade (se
é fácil de modificar e adaptar); estabilidade (se há grande risco quando se fazem
alterações); testabilidade (se é fácil testar quando se fazem alterações) ;
portabilidade (se é factível de utilizar outro ambiente) , adaptabilidade (se é fácil
adaptar a outros ambientes); capacidade de instalação (se é fácil instalar em outros
ambientes); conformidade (se está de acordo com padrões de portabilidade.
Para Café et alo (2001), o sucesso da informatização das bibliotecas foi
resultado de uma reflexão sobre as velhas estruturas com vistas a formar uma nova
organização, sendo o tratamento dos materiais bibliográficos revistos com o objetivo
de conceber um processamento integrado e eficiente. Enfatizou que a escolha do
software para gerenciamento de biblioteca deve basear-se na prestação de serviços
de acesso à informação, envolvendo o armazenamento, a identificação, a
localização e a disponibilização de um documento da maneira mais eficiente
possível.

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Em seu artigo sobre a gestão da qualidade, em 2003, Longo e Vergueiro
enfatizaram a importância de se perceber as organizações dentro de uma visão
integrada para garantir o processo de melhoria contínua em busca da excelência ,
assim como as questões de motivação, de mudança de paradigma e as barreiras
mentais e organizacionais que afetam o desempenho das pessoas nos serviços de
informação. Descreveram a gestão da qualidade como uma filosofia gerencial, que
pressupõem mudanças de atitudes, com objetivo de angariar comprometimento com
o desempenho e o aprimoramento contínuo dos processos.
Para Silveira (2009), as bibliotecas universitárias devem se empenhar no
cumprimento das metas organizacionais e sociais relacionadas ao ensino, pesquisa
e extensão para alcançar seus objetivos.
De acordo com Fadei et aI. (2010), os estudos sobre a informação, o
conhecimento e a inteligência em contextos organizacionais são essenciais para a
constituição da memória organizacional, de políticas de informação, de ambientes e
fluxos informacionais.
Segundo Molina (2010) , quanto mais o colaborador tiver acesso às
informações, maior é a possibilidade de criar novo conhecimento. Neste sentido, a
gestão do Grupo possibilita trabalhar a informação com valor agregado podendo
auxiliar sobremaneira a organização quanto ao acesso, recuperação e disseminação
da informação, assim como na construção de conhecimento por parte de seus
colaboradores.
As organizações necessitam tratar seus colaboradores como parceiros,
cujas potencialidades precisam ser incentivadas e valorizadas, uma vez que todos
os integrantes da organização são as pessoas que se vinculam com os usuários e
com os fornecedores, e são elas que tomam decisões; também são elas que
concebem os produtos e serviços, buscando atender às necessidades dos clientes
(PONJUÁN DUANTE, 2007; apud MORAES; FADEL, 2010) .
Marques Júnior e Albino (2011) apontaram a biblioteca como a que
exerce papel fundamental dentro das universidades na área de gestão de
conhecimento e informação, uma vez que esta facilita o controle e recuperação de
informações essenciais de uma forma eficiente e segura para seus usuários. Quanto
aos principais desafios das organizações, destacaram que "estão concentrados na
gestão de mudanças culturais e comportamentais de seus seres humanos e na
criação de um contexto organizacional propício para criar, utilizar e compartilhar
informação e conhecimento".

3 Materiais e Métodos
Com a substituição do software corporativo gerenciador dos acervos das
Bibliotecas do SBU, a Coordenação do Sistema criou, em janeiro de 2009, o Grupo
Gestor SophiA (GGS). Para a substituição do software corporativo foi constituído um
Grupo de Estudos, composto por profissionais das Bibliotecas das diversas áreas do
conhecimento, com o objetivo de identificar, estudar e avaliar os softwares nacionais,
além de coordenar a avaliação das etapas, elaborar os relatórios finais e, após a
aquisição, coordenar a homologação do software vencedor no pregão, evidenciando
os requisitos - identificados no Edital de aquisição - que atendessem às
necessidades, expectativas e desejo do SBU (FERREIRA et aI. , 2010) . Destacou-se
o cumprindo todas as etapas do processo num período de 71 dias, desde a data da
realização do pregão até o início de produção do SophiA nas Bibliotecas do Sistema.

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o GGS é composto por três bibliotecários e um analista de sistemas profissionais experientes em catalogação, circulação, tecnologias de informação e
gestão de softwares - que, apesar de demandarem grande parte do seu tempo ao
gerenciamento do sistema , mantém esta ocupação concomitante às atividades de
seus departamentos, que são a Assessoria de Relações Institucionais e as Diretorias
de Tratamento da Informação e de Tecnologia da Informação.
Além das questões práticas do cotidiano de gerenciamento do software,
os membros GGS coordenam os Grupos de Trabalho (Catalogação, Qualidade ,
Circulação, Aquisição, Periódicos, Tombamento e Relatórios) que estudam,
analisam e propõem adequações de rotinas, assim como novas implementações
para o software.
O uso de um sistema coorporativo de gerenciamento dos acervos das 27
bibliotecas da Unicamp (aproximadamente 350 colaboradores, sendo 250
operadores do software) produz cotidianamente diversas ocorrências, em número
bastante significativo, de naturezas variadas, necessitando de suporte, intervenção,
orientação , ajuste/adequação ou conduz a sugestões para aperfeiçoamento do
software . Essas ocorrências demandam verificações e análises para determinar seu
caráter: se de operacionalização do sistema, se administrativa, de configuração, de
adequações ou erros do programa .
Se todos os pleitos de aproximadamente 300 operadores fossem
encaminhados diretamente ao suporte da Empresa Prima Informática,
desenvolvedora do software SophiA, o procedimento se apresentaria improdutivo. A
metodologia adotada é a de que todas as demandas das Bibliotecas do SBU sejam
encaminhadas ao Grupo Gestor que as analisa, sendo sua função verificar o
problema, orientar quando se trata de operação inadequada, intervir nos trâmites ou
configurar das funções , simular e encaminhar a demanda de forma específica e
detalhada à Empresa para reparo de erros, estudar as adequações/ajustes do
sistema ou sugestões de melhorias, assim como comunicar as equipes das
Bibliotecas os resultados das questões tratadas.
Além das demandas atendidas no dia a dia, os Grupos de Trabalho (GTs)
são de extrema importância para o processo, uma vez que propiciam ao GGS
coletar informações para formular as necessidades das Bibliotecas do Sistema,
esclarecer dúvidas, assim como para comunicar alterações, adequações etc. Os
GTs reúnem-se periodicamente, mensalmente no caso dos de Catalogação e
Circulação, e são compostos por um representante de cada Biblioteca do SBU que
trabalha efetivamente na área em suas Unidades, aonde seus membros têm poder
de voto para qualquer decisão referente ao módulo. Nessas reuniões os GTs
recebem do Grupo Gestor informações sobre o andamento de cada demanda,
novidades do software; trocam experiências e propõem procedimentos padronizados
para as Bibliotecas, além de identificar necessidades de alterações e adequações no
software . Hoje, os GTs apresentam-se maduros em sua função , atuando em
objetivos comuns, alcançando resultados consensuais, colocando-se na perspectiva
do outro para satisfazer expectativas mútuas, além de se mostrarem motivados, ter
desenvolvido habilidade para tomar as decisões necessárias e manter comunicação
constante. Assim , os GTs proporcionam o gerenciamento integrado, tanto do
software quanto dos procedimentos do SBU .
Desta forma , os membros das equipes das Bibliotecas têm oportunidade
de argumentar, ter suas idéias ouvidas e plenamente atendidas, sendo o resultado
final maior que a soma das contribuições individuais.

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Com as demandas recebidas (das equipes das Bibliotecas, dos GTs ou
dos usuários finais) , o Grupo Gestor procura condensar os quesitos de forma a
objetivar a melhoria contínua da qualidade do software e da prestação de seus
produtos e serviços do SBU . Para tanto, unindo o conhecimento e experiência
profissional de cada um de seus membros nos diferentes módulos, o GGS mantém
um trabalho que procura :
a) assumir responsabilidades e objetivos sistêmicos (padrões) do SBU ;
b) manter comunicação constante;
c) investir e aperfeiçoar a capacitação das equipes das Bibliotecas;
d) estabelecer planos e procedimentos claros e exeqüíveis;
e) focalizar o gerenciamento de requisitos;
f) identificar, acompanhar e resolver questões demandadas;
g) gerenciar a configuração : alterações e adequações identificadas;
h) acompanhar e monitorar o processo de desenvolvimento na execução e nos
resultados (se está sendo feito e como está sendo feito) ;
i) efetuar medições e aferir a execução do software, focalizando a prevenção
(causas comuns de problemas que devem ser eliminadas a curto prazo) ;
j) trabalhar em ações corretivas quando há desvios do planejado coletivamente ;
k) avaliar características e funcionalidade do sistema ;
I) buscar atualização tecnológica ;
m) administrar a qualidade do software ;
n) identificar, estudar e propor novas implementações que contemplem as
necessidades pontuais e específicas dos acervos, produtos e serviços do SBU .

4 Resultados
As demandas das Bibliotecas do SBU , recebidas pelo Grupo Gestor por
meio de mensagens instantâneas, emailsetelefonemas, ocorrem diariamente. No
início da implantação do software, nos primeiros meses do início de 2009, estas
ocorrências demandaram dedicação exclusiva da equipe do GGS à atividade de
'helpdesk'. Com o tempo, os operadores adquiriram maior experiência na
usabilidade do sistema e estas demandas diminuíram para aproximadamente dez
ocorrências diárias; na sua grande maioria para esclarecimentos de dúvidas e
orientações.
Somente nos dois primeiros meses de 2012 , o GGS processou, além das
operações mais triviais, 2.257 exclusões de usuários inativos, 2.504 correções de
cadastros de usuários, 15.955 importações de ebooks e extração de toda Base
Acervus (885 .887 exemplares) para alimentação do metabuscador. De fevereiro de
2009 a dezembro de 2011 , o Grupo Gestor executou 86 .370 intervenções no
software (média de 140 operações/dia), sendo 15.728 de operações envolvendo
configurações e manutenção de tabelas, com média de 15 processamentos/dia . No
mesmo período foram registradas 424 ocorrências encaminhadas pelo GGS à Prima
Informática, conforme figura abaixo .

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o corrê n das

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O Adequação

O Erro do si,stema

• SugeHí5e,s pa ra m elhori a do s i,stem a

Figura 1 - Ocorrências Unicamp - Prima Informática

Apesar de 47% destas ocorrências apontarem 'erro do sistema', as
mesmas podem ser consideradas de pequena monta, ou seja, de pequenos
problemas pontuais, sendo as correções aplicadas rapidamente, geralmente em
poucas horas, pela Empresa. Importante destacar que toda intervenção no software,
da mais simples a mais complexa, assim como as implementações e atualizações,
são testada e validada pelo GGS e imediatamente comunicadas a todas as
bibliotecas,

5 Considerações finais
A criação do Grupo Gestor e a metodologia de trabalho desenvolvida e
aplicada têm se mostrado acertivas, uma vez que o Sistema de Bibliotecas
apresenta-se mais fortalecido , trabalhando de forma mais corporativa. A experiência
tem demonstrado que esta forma de gerenciar todos os aspectos referentes ao
software, assim como os produtos e serviços que dele podem ser extraídos, tendo
como ponto forte as decisões balizadas pelos Grupos de Trabalho, atende
amplamente as necessidades do SBU , pois as melhorias são frutos de trabalho
integrado e cooperativo por parte dos colaboradores de todas as Bibliotecas do
Sistema.
A intermediação entre os operadores do software e a Empresa
desenvolvedora do SophiA se apresenta proveitosa, tanto para o SBU quanto para a
Prima Informática, pois trabalha-se com prioridades, de maneira compartilhada, onde
os resultados são apresentados de forma rápida e consistente, proporcionando
assim maior satisfação, tanto daqueles que operam o software quanto dos usuários
finais .
As questões mais triviais das Bibliotecas são respondidas prontamente
pelo GGS, sendo o encaminhamento de demandas à Empresa restrito a elementos
mais elaborados - oferecendo-lhe mais espaço e tempo para dedicação nas
ocorrências que demandam desenvolvimentos mais complexos. Merece destaque a
confiabilidade que a equipe da Prima tem demonstrado no atendimento às
demandas dos profissionais do SBU nas questões relativas ao software.

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As linhas de ação do Grupo Gestor são pautadas no planejamento,
atribuição de papéis, validação, divulgação, controle e avaliação para todos os
requisitos do software, com a finalidade de gerenciar o plano de trabalho, conflitos,
escopo, riscos, comunicação, documentação, qualidade e métricas, além de
desenvolver ações corretivas e preventivas.
Avaliando a metodologia empregada, após mais de dois anos de atuação,
de um Grupo Gestor que cuida dos interesses da Instituição com empenho em
realizar na prática os objetivos exeqüíveis, esta apresenta resultados eficientes, uma
vez que o GGS foi criado tendo como principal função acompanhar e tomar
providências sobre todos os assuntos que dizem respeito ao software Sophia ; atua
como catalisador das propostas e encaminhamento dos processos, sendo uma
ponte entre o fornecedor, as bibliotecas e comunidade usuária.

Referências
CAFÉ, Lígia; SANTOS, Christophe dos, MACEDO, Flávia . Proposta de um método
para escolha de software de automação de bibliotecas. Ciência da Informação,
Brasília, v.30, n.2, p.70-9, 2001 . Disponível em :
&lt;http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6213.pdf&gt; . Acesso em: 7 abr. 2012 .
FADEL, Bárbara et aI. Gestão, mediação e uso da informação. In: VALENTIM, Marta
(Org) . Gestão, mediação e uso da informação. Editora Unesp, 2010 . p.13-31 .
Disponível em : &lt;http://books.scielo.org&gt;. Acesso em : 7 abr. 2012 .
FERNANDES , Almir. Administração inteligente: novos caminhos para as
organizações do século XXI. São Paulo: Futura, 2001 . 358p.
FERREIRA, Danielle Thiago et aI. A seleção de software para gerenciamento de
biblioteca : a experiência do Sistema de Bibliotecas da Unicamp. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS,16., 2010, Rio de Janeiro. [Anais
eletrônicos... ] Rio de Janeiro, RJ: UFRJ , 2010 . Disponível em:
&lt;http://www.gapcongressos.com .br/eventos/z0070/trabal hos/final_397. pdf&gt; . Aceso
em 20 fev. 2011 .
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Gestão do conhecimento: processos e ferramentas
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Trabalho completo

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              <text>No dia a dia, o uso de um software coorporativo de gerenciamento de bibliotecas produz inúmeras ocorrências das mais variadas natureza, que necessitam de intervenção, orientação, ajuste/adequação. Essas ocorrências demandam verificações e análises para determinar de que ordem são: se de operacionalização do sistema, se administrativa, de configuração, ou de adequações ou erros do programa. Composto por 27 Bibliotecas, o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) apresenta um número de demandas bastante significativo. Se todos os pleitos fossem encaminhados diretamente ao suporte da Empresa produtora do software a metodologia seria improdutiva; assim, todas as requisições das Bibliotecas do SBU são encaminhadas ao Grupo Gestor (GG) que as analisa, sendo sua função verificar o problema, orientar quando se trata de operação inadequada, intervir nos trâmites ou configurar funções, assim como simular e encaminhar a demanda de forma específica e detalhada à Empresa para reparo de erros, adequações/ajustes do sistema ou sugestões de melhorias. Este Grupo foi criado em janeiro de 2009 e é composto por três bibliotecários e um analista de sistemas. A experiência tem demonstrado que este formato de gestão atende satisfatoriamente as necessidades do SBU, pois trabalha-se com prioridades, de forma compartilhada, sendo as decisões balizadas pelos GTs, que reúnem-se periodicamente. Portanto, o presente trabalho objetiva apresentar a metodologia de trabalho desenvolvida para a execução das atividades do Grupo Gestor do software SophiA na Unicamp.</text>
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