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                  <text>APLICABILIDADE DA INDEXAÇÃO DO TIPO "SCIENCE
CITATION INDEX", FM TRABAIilOG PUBLICADOS POR
IXXENTES DE 4 (QIIATRO) DEPAIÍTAMrí^TQS DA UNESPCAMPUS DE BOnJCATU: ANALISE ATRAVES DO iNDICEFONTE E Índice de citação
■IERIsZA DA SILVA FREITAS OLIVEIRA
cxxjrdenadora *
GLAUrW MARIA O.BARBOSA DE ALMEIDA
FATIMA &lt;X»BnO BRAZ **
MARIA ISOLINA NOGUEIRA PINTO **
JANDYRA MfcNDES *
EI,ZA NUMATA **
SIDEIMA D. IJÍITO DE SOUZA **
Re^iuíto: hidexa a piíidiiçao lHbl&lt;('gfiá^&lt;ca
doi docente.6 de 4 Ic/imticl íxiiúiadcó de
pa^Ltamentcui da IIHESJ' Campia de Bptu
Cíitu. Anafiia, atfiavéi &lt;/&lt;■ índÁce-Fonfc
e índice de Citação a üitenatwia geàada
e ^efie^ienciada que tem niaúifi potencial
de uAo poA eMa püpiWação. Apneòenta ei
t'lategia pa'ia de.teàminan í/i uatAoi tm
ballioò exÃ^ tentei dai aatoHei de niaioA
■incidência de c-itaçõei.
Palavras-chave: Indexação. Indioe-Itontc. índice de
citação. Estudos de volune de uso.

* Biblioteca Central - UNESP
Serviço de Biblioteca e Documentação
Canpus de Botucatu - UNESP

115

�1. Introdução
O Cairpus t3o Botucatu dentro da Universidade Estadual
Paulista é caracterizado cortD cair|3us ccnplexo, em virtude de sua estrutura administrativa abranger três Faculda
des, um Instituto Básico, um Hospital de Clínicas,um H&lt;^
pitai Veterinário e várias Fazendas de Ensino, I'esquisa
e Produção. Assim, atriivés das unidades universitárias e
auxiliares atua na formação de recursos humanos para o
exercício da investigação científica e técnica e de ati^
vidades profissicnais, na promoção da cultura e extensão
de serviços a comunidade.
A complexidade acima referida, está não s5 ein seus
cursos mas tanbém no seu universo de cilunos, professores
e funcicnários. A população docente e discente enccntrase ampliimente distrüjuída:
Tabela 1- Tfetal (i-* Jcxmtes Cvpir. d.» Botucatu {wr
nível eK;.ivk''micü e p».&gt;r Kículti."* e/ou Instituto
Llvtfí /kJjinto CutrtM Ttotal
Faculdades e/ou Institutc6 Hístiv Doutor DooinUJ
17 74
16
33
08
Ciências Aíjronâmicas
02
U 127
49
3ó
29
Inr.t.Básico Blol.M-ü.e
160
42
03
24
50
41
Medicina
33 79
01
12
13
Kidicina Veterinária o Zoot. 20
103 440
06
98 128 lOS
TtttaJ
Tabela 2- Total disofJitfis Cwpus du Botuoitu por
FaculdfKJtí e/&lt;M Instituto
Discentes
Faculdixjes e/ou UístAtutos
160
Ciências íwjrtr»ciTttca.9
160
Inst.Bíísioo Biol.Mxl.c Agrícola
540
►•Vidl cina
280
l-lxllcina Veterinária e Zfxitecnia
114 3
Tatal

116

�1.1 Serviço cie Biblioteca e Documentação do Cíinpus
de Botucatu
1.1.1 Características
í^sar de várias unidades universitárias, o Cairpus
possui ajxaias uma biblioteca estruturada a nível de ser
vi&lt;^, apresentando algumas características próprias,cotio
sejam:
- ccinitítiu o niaío-i potencial de ptíbC.icaçõa p&amp;tiõ
dicoi coAAcuteA na iodo da IINESP;
- ícm pàopic^ado o imío^ g^iaii dc abeituAa de
acer
W'i (WW vez que. dÃveuai outfiai wiidadeí
doi
"(ni bibíÂcignã^icoi deii.e campai, em (afiga eicaUa, poAque
Poiiuem ciiuoi e./ou d&lt; ic &lt;pf&lt; uai em comum, taii coma:
Uíia SoiteÁAa e Jabatcrabaf - C&lt;êiic&lt;ai Ag.'iaK'rtj
São Joié do Rio I'leto e Rto CfaAo - SiocJêncJai
^'[açatuba, A^aAaqiiaAa e
- Ciêiic&lt;aí Bãi-icaò doi
São Joiê doi Campoi
CiiAioi de OdonfoCocj^^.a
e CÁêíicíai ia^iiaceutÃ
ccu
e o campin onde ie encontra o que coni-idenamoi "co
^?çao ótima" da UNCSP, porque é o que atende a maiofiia
w demanda doi iCAvíçoi de comutação em geAa.f: V^ognama
C0MU7, SeAvlço de. Comutação Bibtiog^ãfj^ca da
tAIBRÂPA
"sIREME e da pwpfUa UfJESP.
1.1.2 Outros dados:
Pessoal
Diretor Técnico
Bibliotecário Chefe
Bibliotecário
Auxiliar Biblioteca
Escriturários
Outros
Aoorvo
Pijjblicaçces Monográficas
Títulos de Publicações (fe
Periódicos Corxentes

1
2
2
1
4
6
13.187
382

M7

�I 'ntudos cb iiso
('Diisiiltas
i :iipróst iirr»
—'rviço ^ Coiiiutnç~io Itocumentárla
NÚii^ro de c-irLi(jc*i solicitados
Nfuiic^ro de arLlqf*; txxx-bidos
Núuto do art i&lt;joí-; fom»^cidfjr.

127.983
22.957
2.349
1.960
3. 766

'rnjiiuuixjnto (1&lt;&gt; Usiúrios o NormaliCiursíjs na qrviduic^ao
Cursos na iJÓs yradiuição
Total do Uíuárlos trt^jnadof;

04
03
131

2. CbjetivDS
Através da indexição díj tipo Science Citation Index,
foríim feitos estudos dc volune do uso e análise de cita
ções, visando:
- idi'uti fjicaà a phuduçáü biblf iognã(,(ca dc uma popida
çao palticuian dc iiiuãn.&lt;ci do campai dc Botucatu
' caAactc^izoA a at^iatiiAa da ti tcAatMa piadttzida
pun tipa dc publicação, iiidicaqáo dc àcAponòabi lUdadc ,cXc
- cnipncgaA a contagem dc citaçõc-i como medi dai
de
cAiteiio pana idciiti fiican autonc.i camidcnadui nc íevantci
cm cada aAca c íi tciatwia adjacente
- áicetUivan a técnica de ei'abonaqao de fndicci Fon
tei c de C-i-taqoCi como iiiitnumciitoi de gnande uaCia nai
LU b tio te cai
3. Instrumento de Indexação
.Sob esse particular, esse instrumento se diferenciou
dos domaisporquo foram utilizados todos os trabalhos pu
blicados [jelos docentes pertinentes a 4 (quatro) departamentos.

118

�Tabela 3 - Classificação dos cJepartaircntos por cursos
Cursos

Departamentos

Ciêncicis i\gronômicas
Inst.Básico Biol. Med. Agr.
tedicina
Medicina Veterinária e
Zootecnia

A
B
C
D

O critério para escolha dos departancntos foi a fa
cilidade de acesso aos docxaiEntxDS a serem indexados e o
"sior interesse, por parte dos próprios docentes,na reali
zaçao de um trabalho desse teor.
Tabela 4 - Ttital de trabalhos indexados por departanen
tos e número de Itens prados.
Dept

nÇ de trabalhos

n9 de Itens
no IF

n9 de Itens
no IC

A
B
C
D

93
184
40
31

234
314
99
69

1.225
4.382
1.098
639

348

716

7.344

Ibtal

Estruturação do Indioe-Fonte (IF) e Indioe de Citação
(IC)
, ^
Para conhecimento da técnica utilizada, ver anexos
■'■'2 e 3.

119

�Em se tratando do cxmpus ds Botucatu foram elaborados para cada unidade departamental 1 (hum) Indioe-ítonte
e 1 (hum) índice de Citação, totalizando 8 (oito) índioes.
5.

Snálise do Indice-Fcnte (IF)

Este índice se diferenciou pelo fato dos documentos
-fcxites não serem revistas e sira quaisquer formas de pro
dução bibliográfica publicada. Por ccnsegulute, existiram
tantos docuiEntos-fontes, quantos foram os trabalhos ecü
tados.
As variáveis examinadas, para cada unidade departa
mental, são as seguintes:
a) Percentual
produtividade dos docentes por &lt;%
partamentos
b) Percentual de produtividade por tipo de publica
ções
c) Percentual ds produtividade por autoria única e
co-autoria
d) Caracterização das publicações periódicas em que
os docentes mais publicam tríjbalhos.
5.1 Percentual de produtividade dos docentes por departamentos
Scb esse particular, os dados coletados mostrara
desempenho da publicação, cato segue:

o

Tabela 5 - Produtividade dos docentes por departamentos
n9 de
n9 de
* Dept Curso
docentes trabalhos
% FTod
A
B
C
D

Cs.Agrm.
Biol.Med.Agr.
Medicina
Med.'\fet.Zoot.

10
11
10
17

93
184
40
31

9,3
16,5
4,0
1,8

* Período de atividades de cada departamento = 10 ã 15
anos.

120

i

�2 Qavio que o número de trabalhe» piiilicadcs por
cada unidade departamental oonstitui fator bastante re
Piesentativo na qualificação do índice de produtividadeT
entanto, ele não devs ser considerado corro indicador
•^co, tendo em vista que, na iraioria das vezes as ati\d
®des didáticas estão em primeiro plano, bem ccano regime
® tenpo integral ou parcial, entre outros fatores, pode
influir consideravelmente
Tabela 6 - Regime de terrpo dos docentes por departamentos
Dept
A
B
C
D

% em RTP

10%

% em RDIDP
100%
100%
90%
100%

_ No caso em ^reço, parece-nos que o regiire de tem
^ nao conta, pois, praticanente, as condições são iguás
^^snto, as atividactes de ensino são decisivas, por
os Dspartamentos C e D englobam o triplo e o cto
alunos em ccorparação ao A e B. (ver tabela 2) ~
5 ? • Produtividade por tipo de piblicação
Esta atordagam foi possível porque cs documentos
j^-^,®l3boração do Indice-Fcnte não são exclusivanente pe
e sim quaisquer trabalhos divulgados.

121

�Tabela 7 - Produtividade dos departanentos por tipo de
publicação
Dept
A
B
C
D

Area
Cs. Agron.
Biol.Med.Agr.
Medicina
Med.Vet.e Zoot

Livros

05%
03%

Art.
Ccmunica
Period. çoes em
eventos
74%
21%
71%
18%
85%
0%
36%
26%

Teses
05%
06%
15%
35%

Tabela 8 - Nível acadêndco dos docentes por (tepartaimgnto
Ctept
A
B
C
D

Número de
Dooentes
10
10
11
17

% de Titulação
99%
100%
87%
76%

No que se refere ãs teses e/ou dissertações, as pie
missas eram de que os departamentos oom maior grau de tá
tulação (A e B) apresentariam iiBior índice de produtivida
de em relação a essa forma de publicação, entretanto, tal
não ocorreu pois, foram as unidades de menores percentuais
respectivamente, 5% e 6% .
Nima tentativa de e&gt;ç)li.camr)S o fenômeno ocorrido,a
nalisamos as datas das teses e chegaircs aos seguintes de
monstrativos:

122

�* Dept B

• tept D

�Assim, o iTDtivD se relaciona con a época da titulação, uma vez que ncs departEimentos A e B as datas
das
dissertações e/ou teses correspondem ao início da década
de 70 e nos departairentos C e D no final da nesita e no
cortEço de 80. Ora, sabemos que anteriormente, o processo
dj defesa de tese era manos conple&gt;aD, não exigindo tan
tas teses quantos eram os graus acacÊmicos galgados.
Outro parâmetro observado de qiK nos departamentos'
de itenor índice de produtimdade (C e D) estão as cifras
irais altas de produção de teses, se justificando
pelo
grande espaço de teii^x) requerido para os cursos de pós
graduação e subsequente preparo e defesa das mesmas.
Quanto ã literatura ci2 ev^jntos, causou certa estra
nheza, o fato do Departamento C da área de Ifedicina,cçire
sentar índice zero, em tBrmos 6= produtividade, ao passo
q\£ nos (Igirais (A,B e D) a freqüência varia entre 20% a
26%.
CB Itens-eventos, foram reexaminados e cheganos ã
e&gt;plicação, pelo menos parcial, de que os departamentosA, B e D encontram m£áor facilidade na divulgação dos
seus trabalhos, porque as Faculdades a que os mesncs per
tenoem, são as responsáveis diretas pelas promoções des
ses eventos.
Por outro lado, essa razão não justifica plenanente
a ausência a que nos referimos, uma vez que o evento de
itaior inportância realizado, periodicamente, nesse ca^
pus englcba essa área, como corprova o título:Jornada Ci
entífica da Faculdade (fe Ciências Médicas e Biológicas
de Botucatu.
Assim sendo, outros fatores são dsterminantes porém
não conseguimos identificá-los
5. 3. Produtividade de autoria única e oo-autoria
Ainda, através do IF, procuramos verificar a
quência da produção se individual ou múltipla.

124

trs

�Tabela 9 - Produtividvic dee dootntes por autoria única
e inúltipla
Trdbalh.cR
Dept. Curses
autoria oo-autorla Tbtal
única
A
93
Agric.
28
65
B
184
Biol. MDd.
61
U3
32
40
C
Medicina
08
D
31
12
Med. Vet. Zoot 13
Ficjou evidente que os Departamentos A e C são mais
adeptos do trabalho por equipe e a preferência pela pro
dução personalizada prevaleoe nas unidades B e D.
As causas de mior ou nenor incidência de
trato
lhos de responsabilidade única ou múltipla, acreditamos
ser bastante relativas e se encontram na predisposição pa
ra o trabalho em gnço de cada um, bem cano o tipo e U
nha de pesquisa, o maior ou menor interrelacicnanEnto com
outras áreas, o ^x3io por órgãos de fomento a pesquisaptc,
5.4 Caracterização deis publicações periódicas em
que os docentes mais piijlicam trabalhos
O intuito está no ccnhecimEnto das revistas
que
"i^s propiciam oportunidades aos docentes para a editoração e divulgação de suas pesquisas e ainda o nível dc im
portância das mesnas no âirbito nacional e intemacicnal.
Tabela 10- Núnero Aí TitulcB dr» revistas naclcruls e cstr&lt;ingL&gt;lr.is
usad:^ para dívulg.Vj-ào c3e artigco
Ctept. Area
Ttotal
NÇ d&gt; euts. NV df» tito
Estrjnciílras
A Agr.
02
20
69
16
B Biol.
16
40
24
131
C
20
10
34
10
D Med.Vfet.2oot 11
11
10

125

�alfabética das revistas nadcnai* da "I-t
U90 para ptiillcaçÃo de trabalhos
1- An&amp;i* àn E^oola Si^rlor át Agriculture "Luiz di O^xos'
2- Ai^voe da Cb&lt;x&gt;U Veterinária da li&gt;C
&lt;i&gt;&gt; Ciência e CUltura
4- Floicst»
^ Revista yWjrcfXiCuárla Brasileira
6- ARVista da Arsocía^jo MTniica de Hlnas OrUs
7- Revista Brasileira de Genética
b~ Rovista Brasileira dc ftdidna Vbterlnàrl*
*9-&gt; Revista Brasileira àc Pesquisas M5dicas « EiològicM
10- (Avista da Koculdúdo do htedidna Vbterirúrla e Zootecnia da USP
11- Revista do Instituto de Medicina Tropical
Para medir o nível de inportãncia dessas revistas,©
critério esoolhido foi pesquisar se elas eram indexadeis ou
não no Science Citation Index (SCI)
Tabela 11 - NúnEro de Títulos de revistas-fontes indexadas
no SCI
W de Tftulr»i d? rcvlstan-fmt/xi
nM8 In teniae4^onals
DPpt
Area
W? Arts.Pvial Nade
TtAal
SCI N SCI
SCI u scz
A
Agricultura
69
02
16
02
20
B
Biol.Med.i^r.
131
04
18
13
05
40
C
Medicina
34
02
06
09
01
20
D
Mud.Vet. Zoot.
11
01 04
02
07
Ê âavio que ao nível nacional as perspectivas eram
poucas tendo em vista que ^lenas 4 (quatro) revistas foram
indexadas no SCI até 1982. Não (±&gt;stante esse aspecto, cens
tatanos que os títulos nos quciis se encontram o mior núme
ro de trabalhos editados, são de abrangência bastante gran
de.
Por outro lado, as áreas qte mais publicam no exte
rior, nos casos os Departamentos B e C, divulgam no qv;e ha
de melhor em termos de qualidade, um vez qte cerca de 80%
dos periódicos são arrolados no SCI.

126

�Itelcçâo alfabética das revlstAS estrangelr&amp;s de
tAlor iBO p&amp;ra piijllcação de tr^ítalhoe
1- Ancrlcan Joumal of Hirvin Genetics
2- Amprlcan Joumal of ^kídlcal Genetics
3- American Joumal of Pathology
4- Biologia Neonate
5- British Joumal of Ejqxírlncintal Pathclog&gt;*
6- British Joumal of Urology
7- Carlologla
8- Qv?st
9- Cytologla
10- HerDdlty
11- Hmwtn Heredity
12- Inrrwiology
13- Indian Vbtcrlnaiy Joumal
Intematlcnal
Archiveshtethocte
of Allergy
15- Joumal
of Inmnology
16- I^ctJt
17- Hxfcm Veterinary Practice
18- ^VoopaLhologla et Mycologla AcpUcatta
19- Mycop^thology
20- Teratology
21- Veterinary ^ii&lt;ücal Siwll Practice
6. Análise do índice de Citação
Nesta fase, as variá-veis estudadas foram:
a) identificação dos autores mais citados por cada
departamento
b) identificação da produção bibliográfica dos auto
mais citados, além dos itens referenciados
Identificação dos autores mais citados por cada de
Partamento
Cctn essa finalidade foram escrutinados os Indices de
elaborados para cada depairtamento, e, uma vez
Identificados esses autores, constatamos que os nacionais
^resentavam em larga escala o prcblema da auto-citação.
Cano esse fator ficou para estudos posteriores, rela
^lonamos, para exenplificar, apenas os autores estrange^

127

�T&lt;»bcl«í 12 - Aulorx'S oiitriUícjriiros irviis
citíwVxj ix&gt;r ctp."irtciirentcn
rx-pts. Aviton?» nols cjtarioG
WVÍJ\K», M.i:.
si'UKn, s.u.
A
imUANU, D.R.
MCMmW, N.E.
n
NI3:L, J.V.
MOTIZ-T, J,
havid, .7.R.
c
fií:ID;R, K.ÍL
nOfllKlU-KXR, G.
u
caiww, .i.R.
HICKMAN, J.
6.2. Identificação da produção biJDliogrãfica dos autores
itiai.s ci-tacios, além da referenciada.
E evidente qve, para os docsntes, a sinples identificação dos autores irais citados pode não ter grancte sig
nificação, porque eles próprios antecipam resultcidos a
esse respeito.
No caso em questão tentanüs enriqiKoer a bibliografia referenciada, mostrando, através da consulta ao SCI
toda a produção bibliográfica desses autores além da ci
tada:
Ex.: Dept. A
Autor: HQAGLAND, D.R.
* Itens referenciados peloís) docente (s): 08
Itens acrescentados pela caisulta: 13
HQftGLWÍD, D.fL
33FAUUILR,
P W soeM. htôRTPIJVSL
sa VE£2rr
30 288
33 SOIL SCI 36 1
V.&lt;3&gt;ISÍN,
I'LAMT P.PíIVSIOLRnrsL
11 PLAWT
471
Ifl.R.B.
BOEflWY
36 CALIFORNIA PCR E3(PT 347
hi:K3JSCN, JJ Nh&gt;í PHYTDL
\rmw, jQ pjrrrcpAnicL
38 CALIFOUJIA AGR EXP S 347
BCNJAirre, P CAN J DOTAN
'WO LVM
PUm SCI h

128

20 395
56 259
SO 429
92 163
72 1419
60 2X3
28 39

62
82
82
62
82
82
82

�38 CAUFOWllA AGR EXP S 347 36
RWirY JE nrYTOPATlKX
72 1 324
38 347 CAL KIR KXP STK
KWMEH PJ am SOIL S
13 749
jâ 347 CAL NTJÍ EXin' STA
MOCnOL I'M J AM S ItCRT
107 839
3d 347 U CAL CAL ACR FX
PAWWN MA SOIL SCI SO
46 993
39 fCR EXP STN BERKEIl.'Y 347
IWJSCN AD FlAlfT PJnrSL
70 1191
?.9 CAI.IF ;&lt;:R ÜCP STO Cl 347
MDTNryra: c wii;d sci
30 655
POiOWJCK PL CAN J BOTAN
60 2119
40 A.'i J OCT 27 173
I*;l'Jtt:üíiDCE CAN J DOT.VJ
60 2147
c:^s
385
PIV1ANATM
M3 0PLWr
i»-V cnj.
Birrn R 155 481
• 50 CAUF rCR EXT CTATIO 347
ACÜW M
PiyWT ntYSL
70 1009
HaiJ.IÜAY WJ PirriXPAHIOL
72 1 470
li'ANKATA 0 J NAT PICO
45 5S1
• SO CALIF AOi fXP STA CI 347 1
DIllXU JT NEW niYroL
92 215
tICriX PS
AM J UOTAN'Y
89 1462
fmiXY
63 1650
nwiaiRR RA VA:ID SCI
30 6 40
• 50 CIIC OMJF ATJUC i:xp 347 32
KAUR A
PJm-UQffJi
2 1 2189
• 50 347 CAL AGR EXP STA
DTJH HO
MICBCB
15 181
• 50 347 CAL K&lt;P STAT
HAT7.ICS KK WOD RES
22 337
• 5'; J47 CAL tXP bTN
S
riAm DIS
66 1140
JF Aacw J
N 74 921
• 50 347 CAL fCR tXPT STA
MILLS IW
HCffnrCIDJCE
17 743
• 50 347 CAL ÍGR hXP STO
1•
STCUT
SLÍIL SCI SO
46 1023
60 CIPC CJdJr US. EXP S
347
BRIOSS CG PEST SCI
13 495

M
82
82
82
82
M
82
82
8282
82
82
82
82
82
82
82
82
82
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Ex. Dept. B.
Autor: MORTCN, N.E.
* Itens referenciados pelo(s) docente(s): 06
Itens acresoent£ dos pela consulta: 24

129

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�Ex.: Dept. C
Autor: MORIJEY, J.
Itens referenciados pelo(s) docente(s): 04
Itens acrescentados pela consulta: 08
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Ex.: Dept. D
Autor: RDSEWBERGER, G.
Itens referenciados pelo(s) docente(s): 03
Itens acrescentados pela consulta : 06
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579
4. Conclusões
Nao obstante ao fato de conparanics diferentes cl^
ses de usuários requerendo diferentes tipos de demanda,
'los deparamos, quando da análise do Indice-Fonte, qte e

131

�xlste uma certa homogeneidade eiti relação aos títulos das
revistas através das quais os autores de todas as úreas
divulgam os seus trabalhos. A causa primeira talvez se
enccntre no caráter generalizado das melhores revistas
brcisileiras, no entanto, esta alternativa não foi ejçlo
rada.
ííifim, as análises e inplicações dos resultados são
bastante discutíveis, jxjrém, os parâmetros cbtidos foram
de grande utilidade cawo indicadores gerais de uma elite
de docentes e pesquisadores que formam uma comunidade c^
entífica e refletem, acentuadiinente, as suas neoessida
des_de literatura no processo cíclico de geração, divulgação e uso da informação.
Applicability of the indexing type
"Science Citaticn Index" in the works
published by professours of 4 (four)
Depeurtments of UNESP - Caitpus of Botucatu:
TVnalysis througli the Source Index and the
Citation Index.
Abittact: Indixdi ikt bibtioQrm.pkÁ.c.
ptioducÂÁ.vÃXy 0(5 piolzaonh
loan.
Ve.pahtmmt mvLti
UNESP - Campai oí
Sotacata. The. pioducid and cited tcteAatMe
Mith hlgheA u6e potential by that popaiation
-Ò6 analyied thnoagk the SouAce index and the
elation Index. Stwtegtei to deteJmine the
otheA exÃAting wonfu o I hÁghly cited authoAi
oAe pieiented.
Key Words: Indexing. Souroe Index. Citaticai
Index. Structure and Analysis.
Stui^ of the use intensity.

132

�referencias bibliográficas
(DRVASI, M. &amp; SOUZA, R.C.B.C. A análise das citaçces cxaiD instrunento de avaliação das revistas.
R&amp;v-iita bAoi. Biblioteconomia e Voe. 16 (2) :67-69,
jan./jun. 1983
HENRIQUE, M.F. Science Citation Index; uma aborda
gsm analítica. R. Vípt. Bibl. HiAt., Rio Grande
2(1): 29-50, jan.-jun. 1980
CBERHQEER, C.A. Análise de citação oomD previsor
de uso: uma revisão ds literatura. Rtv. Lat.Doc.
2(2): 14-19, jul./dic. 1982
SCIENCE CITATICN INI^X. Philadelphia, Pa. ,
Institute for Scientific Information, 1972
ULRICH'S INTEFNATICNAL PERIODICALS DIRECTORY. New
York, R.R. Bowker, 1982

133

�Anexo 1
'KVlDICMIOLOdlÁ CFaSÍCTICA
1)0
nÓVIO EKUllMlCO

'VilloH'0 (JJrcirc-S^Cniit

7V.V" íiprrsní/ni/a ii&lt;i
ilr IUdIiojÍiI
r At/iii
fliihrr.siiioilr
&gt;
tir Mr.si/Hila
jumi ctinn
Lifrt'lhuvitfiit cm (irniiúa.

- JÜ78 •

134

�Anexo 2
I». BinuPOfAi 1*
»A7f"VC0C, Ellans. &gt;.Rirti(FI. M.. nt. ti.P.. • n»""CN. N.f., :».S
PTC latto S«*«ltivl(|r and (ndvrtc CoSlvr ' n r&gt;rAtll, -c
f» Jnijr»&lt;&gt; Cf human Cenftlrâ. líllji
rorxiju'ne 2

índic* d« Clt»ç2j

I) Ain»cte«n Jourii*! o
■ ■K.K-urtüf.Bmt

.. •T«m 1

vcl ■

II

j I lyi'

^KPinrji OIMCIA Cr.XKTICA
J)0
na :}()
—ííW/rí 'PÍIIúHH} (Jl\'Íl\''C^Ci}Íi1
^Tvsf iipri'xi'iiltulii (lit liistihiht lló.vim
l/l' Hiithii/iif M-ttini r Af/riiofti ilu
Viiivrrsiiliiilf h'sliiilniil /'iiii/islu 'Juliu
lie hírsiiiiilii i'lih't', jtinu itou nisi» üv
J.}i&gt;ri''lh»t in itt rm (inniini.

" J07S

135

�Anexo 3

Estruturação - Indioe-Fonte
ETÍEIFE-MAIA, A. *
Radiações e televisão a cores
CIÊNCIA E CULIURA 33:1606-9
81
4R ^
IMCSP, Instituto Básico de Biologia Médica e Agrícola
Dept. de Genética, C.P. 502 - 18100
Botucatu- SP
Brasil
Ver FREIRE-MAIA, D.V,
REV. BRAS, GEN 4 449 81
* exerrpio aleatório

ESstrutor-x-io - Indiae òí CitAjJio
ODSTA, A. •
60 BULirriN Cf e&gt;e WCRLD KEALIÍÍ ORCiVJIZATiaJ
22 493
FTEIFE-MAIA, D.V. Ifev. Bras. Milairlol- D. Trcp. 34 40 82
FFElRE-MiMA, D.V. Ttese Livre Docência - INESP
169 78
63 AFffl VEXXHI ANAT PATCL .MED CUM
39 259
GUIMAB?£S, PC
An. F.ac. Med, LTMJ
32/33 115 75/76
GUIMARAES, PC
Itese Ctjutorancnto-URC
126 69
63 ARCH VEXXHI A\AT PATIX MD CLIN
39 357
OJIMARftES, PC
An Fac Hid UFK3
32/33 US 75/76
GUIMARÃES, FC
Tese Doutoranento-UFWÍ
126 69
66 ARCH VEOTII ANAT PATOL ^SD CLDJ
47 I
GUIMABAES, BC
tv\ Fac Med UF&gt;C
32/33 115 75/76
GUIMARÃES, BC
Ttese Doutoramento-UIHI
126 69
73 KMA OaDOCRlNXOGICX SUPPL
179 19
FFEIFE-MMA, D.V. FEv Bras Malariol D Trtip
34 40 82
FREIFE-MAIA, D.V. Ttese Livre Dt3cência--&lt;,"SESP
169 78
* eMBnplo aleatório

136

60
63
63
66
73

�AVALIAÇto DE DESEMPENHO NO SISTEWA DE BIBLIOTHCAS DA UFRGS
Subsídios para relatório de bibliotecas
ZITA C.P.DE OLIVEIRA
Bibliotecária
Centro de Processamento do Dados-UFIíS
KIUANE IWro KIAIS
Bibliotecária
Biblioteca Centra1-UFRCS
ERIKA LOIU MtNNKLLA
Bibliotecária
Instituto de ^V^tcIIática-UI•"RGS
HErX)ISA B.SaiREINER
Diretora Biblioteca Central-Lrt-TííS
HBBUmo: Apresenta um breve histórico dos re
latórios dos Sistena de Bibliotecas da UFRGS,
a partir de 1973, mostrando a evolução e a
busca do aprimoramento no processo de coleta
de dados, visando sua utilização efetiva para espelhar fielmente o desenpenho das bibliotecas que ccmpõem o Sistena, integradas
a comunidade e aos programas acadêmicos. Mos
tra as inplicações na fase de coleta de dados e a tendência ã padronização do trabalho
bibliotecário na UFRGS. Enfatiza os fatores
que concorreram para o aprimoramento do docu
mento, cujo objetivo é fornecer subsídios fa
ra a análise, ccxiclusões e estabelecinento
de um plano de atividades, bem como possibi
litar a elaboração de relatórios para
os
mais diversos fins. tessalta a diferença entre a mera apresentação de dados coletados e
um relatório propriamente dito. Atenta para
os produtos e usos efetivos das informações
apuradas, apresentando o documento de avalia
çâo de desempenho atualmente utilizado
no
Sistema de Bibliotecas da UFRGS.

137

�1 INTRODUÇffO
A "Avaliação de Desempenho", imprcçiriainente chama
da "Relatório" ou "Relatório de Atividades" até 1981, sofreu várias reformulações ccm o objetivo de aprinorar o
documento, tomando-o uma fonte credenciada de dados rela
tivos ao desenpenho global e setorial das bibliotecas da
UFRGS.
2 EVQLU;Ã0 dos instrumentos de AVALIAÇfiO DE
NO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFRGS

DESEMPENHO

No período compreendido entre 1968 e 1972 ocorreram levantamentos esporádicos, realizados em datas não re
gulares, em resposta a necessidades específicas. Não havia um formulário para coleta de dados previamente estruturado e antecipadamente distribuído, o que não possibili
tava às bibliotecas qualquer programação nesse sentido.
A partir de 1973, os levantamentos passaram a ter
uma periodicidade regular (anual) e o instrumento para a
coleta de dados passou a ser elaborado e distribuído às
bibliotecas antecipadamente, possibilitando uma programação na coleta de dados.
A evolução dos instrumentos de coleta utilizados
a partir de então, pode ser assim exposta:
No período compreendido entre 1973 e 1979 os levantamentos caracterizaram-se pela transcrição de dados
quantitativos brutos referentes aos serviços da biblioteca, incluindo, afora isto, infoniHções sobre aperfeiçoamento de pessoal e situação das instalações.
O período compreendido entre os anos 1980-1984 ca
racteriza-se pela busca da melhoria na coleta de dados,
de se tem procurado identificar os dados de real significação que sejam úteis não apenas para explanar a situação
das bibliotecas quantitativamente, iras tanlDém qualitativa
mente. Este fato é conseqüência da criação dos Grupos de
Trabalho pela Biblioteca Central, os quais reunindo pessoas para discutir serviços(3), propõem alternativas para
um trabalho mais eficiente e eficaz a nível do Sistora de
Bibliotecas da UFRGS. Elnbora não pudessem ser feitas mu-

138

�danças radicais na coleta de dados, passou-se a dar atenção a pontos cano estrutura organizacional, análise e ava
liação de resultados e elaboração de plíuio de trabalho pa
o exercício posterior, procurando-se incluir dados
que
tainbem sirvam de subsídios para fornecer infomações a cu
tros levantamentos estatísticos a nível nacional como,por
exemplo, os dados solicitados pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística.
Desde então, começam a aparecer, além dos dados
relativos ao desempenho da biblioteca, algumas associações entre os dados coletados. Aliado a isto, incluiu-se
informações sobre a comunidade universitária e os progranas acadêmicos.
A efetiva relação entre os serviços prestados pela biblioteca e a ccwiunidade universitária/programs acadêmicos dá-se em 1983, quando a base da avaliação de desempenho passa a ser os assuntos-cliave, os quais integram
definitivamente os acervos e serviços da biblioteca ã comunidade a que serve.
O formulário utilizado atualmente é uma adaptação
da edição anterior, aprimorada em alguns pontos, caracterizando a diferença entre a mera transcrição de dados coletados e um documento cujo objetivo é a qualidade e a con
fiabilidade dos dados, espelhando a verdadeira situação
de biblioteca, e fornecendo subsídios para a elaboração
de relatórios para os mais diversos fins.
Em amexos, são apresentados os instrumentos para
coleta de dados utilizados, respectivamente, em 1973
e
1984 (documento da série Padrões para os Serviços Bibliotecários na UFT(GS, PSBU-14) , os quais oferecem uno visão
do esforço que tem sido realizado na busca de um instrumento real de avaliação do desempenho da biblioteca.
3 REPORMULAÇSO DO DOCUMENTO DE AVALIAÇSO DE DESEMPENHO
Durante a reformulação do documento houve todo um
cuidade em definir claramente os dados a serem coletados,
bem ccmo em padronizar os procedimentos da coleta, can
vistas ã geração de dados confiáveis para uso da direção
do Sistema de Bibliotecas da UFRGS e das bibliotecas seto

139

�riais.

A modificação fundamental nesta última versão da
Avaliação diz respeito à sua divisão em três partes:
Primeira parte: coleta de dados, subdividida em:
1) informações gerais sdare a biblioteca, constan
tos de dados de caráter geral, que não podem ser classifi.
cados em função dos programas acadêmicos;
2) infomações sobre a organização e utilização
do acervo e serviços prestados pela biblioteca em relação
ã comunidade usuária e os progríMiias acadêmicos.
Segunda parte: análise e conclusões, onde os dados re
gistrados no formulário devem ser analisados, discutidos
e avaliados em conjunto, pela equipe da biblioteca e apre
sentados de forma expositiva, podendo ser acompanhada, in
elusive, por gráficos elucidativos.
Terceira parte: plano de atividades, cnde devem ser
identificadas, de forma prioritária, as metas a serem alcançadas e, em cronograma,as atividades da biblioteca para o £ino seguinte.
A adoção desse formulário para registro dos dados
relativos às atividades das bibliotecas implicou modifica
ção de formulários de coleta estatística diária/semanal/
mensal, bem como, muitas vezes, no próprio fluxo de traba
Iho. As novas exigências de coleta e avaliação passaram,
assim, a se constituir em agente de mudança em ambientes
com procedimentos há muito estabelecidos.
O preenchimento das três partes do formulário, e£
pecialmente a segunda e terceira partes, fornece aos bibliotecários administradores não mais dados brutos, mas
trabalhados e analisados de tal forma que ofereçam subsídios mais adequados aos procedimentos de planejamento e divulgação de atividades.
Os dados coletados neste formulário de avaliação
podem resultar em diversos produtos, tais como:
- relatórios setoriais relativos a atividades específicas;
- relatórios do desenpenho da bibliotex:a setorial
em determinado período;
- elaboração de projetos;
- avaliações qualitativas e quantitativas de cole
ções e serviços;
- gráficos e tabelas que divulguem o trabalho da
biblioteca.

140

�Acualmente, os formulários referentes às blbliote
car. setoriais dão origem ao Relatório do Sistema de íUbiiotecas da UFRGS, documento de caráter administrativo,o
ao documento Sistema de Bibliotecas da UFRGS:
situi;ição
atual e metas, integrante da série Padrões para os Serviços Bibliotecários na UFRGS (PSBU-1), voltado para aspectos de avaliação e programação do Sistema, contendo motas
que "representam um conpranisso entre o ideal e o real",
isto é, metas que, segundo a experiência da ecjuipe de bibliotecários da UFRGS, têm real possibilidade de serem atingidas em determinado período(5).
4 AVaLIAÇSO DE DESEMPENHO X REIATÕRIO
A Avaliação de Desenpenho adotada pelo Sistesna do
Bibliotecas da UFRGS não se caracteriza, ainda, como um
relatório, pois este se constitui numa exposição de ativ^
dades onde fatos passados são analisados con vistas ãpres
tação de contas a uma autoridade superior, fomcícendo aúi
da, dados para a atividade de planejamento(2). Um relatório incorpora, ainda, eiti sua apresentação física, as seguintes partes: folha de rosto, apresentação, suirário,
trodução (situando a biblioteca na organização e apresentando seus objetivos e metas para o período analisado),
corpo (discrição e análise das atividades), conclusões,da
ta, assinatura do responsável por sua redação e um glossa
rio que permita ao administrador compreender expressões
da area de biblioteconomia adotadas no texto(1).
Elubora não se constitua num relatório, o documento utilizado pela UFR3S reúne todos os dados que viabilizam sua elaboração.
5 CCNCLUSSO
A experiência de 12 anos da Biblioteca Central na
área de avaliação de desempenho do Sistema de Bibliotecas
da UFRGS permite identificar alguns fatores que caracter
zam a situação atual em relação a este aspecto:
- evidencia-se a constante busca na confiabilida-

141

�de dos dados cx)letados através de definições de termos, a
conpanhamonto e assessoria no preenchimento do formulário;
- foi possível estabelecer um quantidade ótima
de dados a serem coletados pelas bibliotecas, isto é, cada dado solicitado tem razão e uso específicos;
- o trabalho de coleta de dados gerenciais está
incorporado ã rotina das bibliotecas, não se constituindo
numa atividade cujo fim seja apenas o preenchimento do for
mulário de avaliação de desenpenho no fim do ano;
- os dados coletados têm uso efetivo em relatórios para a administração superior, projetos para obtenção do recursos externos e mensagens para o público usuário.
Desta forma, a Avaliação de Desempenho constituise no documento fundamental para o planejamento de atividades técnico-administrativas e de relações públicas dentro do Sisteiia de Bibliotecas da UFRGS.
6 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1 BRAGA, Gilda, Relatórios de Bibliotecas corro instrumento de planejamento. 1983. (curso).
2 FERREIRA, Glória I.S. &amp; OLIVEIRA, Zita C.P. Informação gerencial i:ara bibliotecas. Porto Alegre,
1983 (Curso de extensão realizado na UFRGS).
3 SCHREINER, Heloísa B. Grupos de Trabalho no Sistema
de Bibliotecas da LFRGS: reflexão sctore a ação pa
ra a ação. In: JORNADA SUL-RIO-GRANDENSE DE BIBLiarEOONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 7., Porto Alegre,
26-30 jul.1982. Anais... Porto Alegre, ARB,
1982. p.132-40.
4 UFRGS. Biblioteca Central. Grupo de Trabalho em Administração de Bibliotecas. Avaliação de desempenho. Porto Megre, 1984. 35p. Padrões para
os Serviços Bibliotecários na UFRGS, 14.
5 —. Sistema de Bibliotecas da UFRGS: situação atual e metas para o período 1983-1984. Porto Ale
gre, 1983. 109p. Padrões para os Serviços Bibliotecários na UFRGS, 1.

142

�UNlVtRSIOAOC rCOCRAL DO RIO CRANOC 00 SUL
Blbllotac* Cantrkl
RClATdRlO 1973
Slbllotiica
I» Acervo»
Ul. Aquialçõsa at» 31/12/72.
natsrlai
Llvroo
Parlodlcoe
r olhatos

NO da volumaa ou
título*

1.2, Aqulaiçõaa am 1973.
1.2«1* Compra.
1.2.l.l, flocelta UFRCS,
naterial.
Llvroa
Ptirióúicofl
r olhfitoa

TOTAL

NO da voluntea ou
tituloa

Importância
CrS

�1, 2.1•2. Rec«lta
NO de voluineB oa
11 toloa

naterlol

Iinportancla
Cri

Livros
Perlódlcoe
r olhetos '
1
1
1
1

TOTAL
1.2.1.3, Receita
riatbrlal

N" de volumes ou
tftulca

Importância
Cr»

LIvros
ParlodicoB
f olhetca

TOTAL
NOTAi Cdbo necessárIOj anexar quadroe Ijuela, numersndo-oa conforme este numeração progressiva.

�Porlü- r olheLivro* dlcoa toa
NB de volumua
ou títuloa
1.2«3« Pernuta.
Haterlal

Peri5- Folhai
Llvroa dicoa toa

hO de volumea
Ou tíiutloa
1.2.4. Totals aquiaiçõea em 1973 (compra, psrauta •
doação)•
r olhoLivro* Pariâdlcoa toa
NO da voluaae
ou títuloa
1«3* Aquiaiçõea at« 1973 (aons doa dados raglstradoa «a
l.I ( 1.2.4)
notarial

Tolho*
Livro* Pariâdicoa to*

NO de voluno*
ou título*
2. Serviço*.
2.1» Horário de Tunclonanento.
2«2» Trelnaaento do uauário.
Curao
( )
Cuia
( )
Inatruçõo InToraal (j

�3,3. Circulação do
2.3.1, NO ds
2.3.2, Total
3.3.3, Hüdlo

matorlsl,
^ciltoroa Inecrltoei
de conaultoAi^
tío consultee monsolt

2,4, Publlcaçotie,
Cuia da Biblioteca
Bolotlm periódico da Biblioteca

2.5, Reprodução de maturlal,
nimeografo
(' )
Xerox
( }
{ )
( )
( )
2.6, Outros uerulçoa.
Cümpllüção de bibliugrorica
Traducõwa

(
(
(
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)
)
)
)

( }
( )

3, Po'isool.
3.1, Numero da runcionorios.
Cotutjorlo

Blblio- Admlnij fi(j 1 B1 a- C Btogiários
tecoric trotluc taa

TOTAL

NÚmuro
3.2, Aparfelçuamonto do ptis^col,
3,2,1, Cursoe do bxtbOBao, atualização etc, (nome do curso,
instltulçõo potroclnadorB, local - cidade, ustodo e
paia ■&gt;, noTis o cateyoria runcionarlo),

�3.2.2. Partlclpoçõo um congroH8oe| conrorénclot otc&lt;
(rtomo do congreoao» cunr^erunclb otc, Inxltulçoo pstrocinodoro, local •• cidado, eatado ■ poí»
noma » cotocjoria do funcionário)*

3*2.3» Trabalhos publlcodoa polos runcionárloe((«TarunCla
complete da obra, eagundo nornoa A8NT).

4» I natalacõea.
4.1. Araa.
4.1.1. Area om
4.1.2. ClaaairicaçQo quanto ao aspaço.
8offl ( )
Razoável ( )
Ruim ( )
4.2. Claseiricação quanto a outras condições fíaicaa qua não o
oapaço (llutninaçÔo, vontllaçÕo, umldada ate.)
Bom ( )
Razoâuttl ( }
Ruln ( )

147

�I'ADROES J'ARA OS SERVIÇOS BIBLIOTECÁRIOS NA UFRGS
Dibllot uca
Central

avamaçAo dk ue£;kmi'i;niio

S UMARZ 0
Páginas
1
2
3
4
5

148

apresentação
OBJETIVO
DOCUMENTOS A CONSULTAR
CONCElTUAÇ0t:S
ESTRUTURA DO PSBU
ANEXO: Formulário de Registro de Dados e Ava
liação de Desempenho da Dlblioteca

3
3
3
5
g

�padrOes para os serviços bibliotecários na ofrcs

PSUUPSUUPSBUpsbuPSBUPSBÜPSBUpsBu- e
PSBU- 9
PSUU-10
psBu-n
P: .tU-12
PSÜU-13
PSBU-14
PSIIU-IS
l'SbU-16
PSBU-17

Situação dLuâl e metas pára o período 1985-66
Empréstimo de material bibliográfico
Serviço de referência
Comutação bibliográfica
Treinamento de usuários
Disseminação da informação
Relações públicas
Seleção e descarte de coleções
Atjulsiçáo de material bibliográfico
Organização e conservação do acervo
Cancelado
Catálogos coletivos
Equ i pamentos
Avaliação de desempenho
Estudos de usuários
Impressos padronizados
Estágio para alunos do Curso de Biblioteconomia da
UFRCS
PSBU-18 Avaliação de coleções
PSBU-19 Espaço físico e instalações (a ser publicado)
Elaborado (&gt;or
CHUPO DE TRABALHO EM ADMINISTRAÇAO DE BIBLIOTECAS
Coordenadora: Heloísa Mucclllo Saiaiva
Subgrupo responsável; Erika Lori Hennella
Hcloisa B. Schreiner
Rojano Raffo Klaes
Zita Catarina Prates de Oliveira
Universidade Federal do Rio Giande do Sul
Biblloteca Central
Av. Paulo Gama, s/n9
90000 - Porto Alegre, RS
Fone: (0512) 24.24.31
Telex; (051)1055

�1

APRKSKNTAÇftO

Este douiiinenLo constiLui-se de (íados sobre a biblioIc-ca o üeus sei'viços, jnál ise de desempenho e plano de atividade
l-cira o exercício subseíjaente, servindo como base para a elabora(;ão de um posterior relatório ou de quaisquer outros documentos
que vibum ao pianejanicnto e â divulgação dos serviços prestados
pela biblioteca.
Cm vista disso, as informações deverão ser rigorosamente coletadas, a fim de possibilitar a avaliação objetiva epre
cisa do desempenho da biblioteca e do Sistenia de Bibliotecas da
UFUGS, com vistas ao aprimoramento de seus serviços.
2

OBJETIVO

Este PSBU define conceitos e procedimentos para o pre
enchimento do formulário para registro e análise de dados, relativos ao desempenho da biblioteca no decorrer do ano.
3

DOCUMENTOS A CONSULTAR

No preenchimento do formulário constante neste PSBU,
deverão ser consultados os seguintes documentos:
3.1 UFRGS. Biblioteca Central. PSBU n&lt;? 1 a 18.
Finalidade:
a) verificar e utilizar os termos definidos nestes do
cumentos;
b) verificar a situação do desempenho da biblioteca
dentro do Sistema de Bibliotecas da UFRGS, bem como das metas que lhe foram propostas.
3.2 Avaliações de desempenho anteriores da biblioteca setorial
Finalidade: verificar a compatibilidade dos dados registrados neste formulário com aqueles registrados em

�avalldcõcs dnLer lores.
1.3 UFRGS. Pró-ReiLorid de Graduução. Catálogo dos ciirsoa
ijraduação.
Plnalidadu: verificar códigos e nomes das dlbciplinas
ministradas nas unidades em nível do graduação.
3.4 List^ das matrículas efetuadas rwr unidade c dtsciplin.&lt;s dos
cursos d&amp; tji tidiiaçáo elaboradas pelo DKCORDI.
Fina]ul&lt;ide: verificar o iiúnn-ro de matriculas executadas em cada d i st: i p] in.i.
3.5 UKHCS. Pró-Rtíitoria dc PüSfjuisa o l^ós-^lraduação. C.i»á 1 cujo dos
cürsos de pós-qradu&lt;»çào.
Kinalidade:
a) verificar códlyos e nomes das disciplinas cios cursos de pós-graduaçâo;
b) verificar a existência de linhas e/ou proyriimas do
pesquisa destes cursos.
3.6 Listas das matrículas executadas por disciplinas nojs) curseis) de pôs ^áclu^ííç^do.
(Deverão ser solicitjdiis à ScciuLaria dolsj curso(s) de pósgraduação da Unidade).
Finalidade: verificar o nún.ero de matrículas executadas em Cada disciplina de pós-graduação.
3.7 Lista das linhas de pesquisa com o número de elenientos envq^
V Idos.
Finãlldade: verificar o número de elementos envolvidos por linha de pesquisa.
3.8 UFRGS. Pró-Reitoria de Planejamento. Departamento de Informa
ÇÕes Universitárias. Manual de informações acadêmicas e administrativas. Porto Alegre, 19792v.
Finalidade; verificar o número de professores por de-

151

�pa 11 aitic'M to.
4

CONCKITUAÇOES

Para fins du preenchimento dosle forniulario são adota
dos os conceitos constantes dos I'SBU n9 2-18, além dos seguintes?
4.1 A'suntos-Chdve: assuntos dos proyramas acadêmicos e do acervo dd biblioteca, cldssifiçados de acordo com o sistema adotado pela biblioteca seLoridl.
fins de identif ica ção dos
seus âssuntos-chave, a biblioteca deverá classificar as disciplinas dos cursos de graduação, pós-graduação, linhas de
pcb(]uisd u a prudu(-ão cientifica, uu ueja, us progrcitnas acadêmicos desenvolvidos pela unidade universitária a qual a bi
blioteca está vinculada. A_lém desses, deverão ser considerados também, outros assuntos existentes na biblioteca, mesmo
&lt;]ue a 1 guns destes não estejam diretamente relacionados cof!)
os programas acadêmicos.
Os assuntos assim identificados deverão ser agrupados
de forma significativa para a avaliação da biblioteca, em
função dos programas acadêmicos. Para fins deste documento,
o número de assuntos-chave deverá ficar em torno de vinte. Pa
ra fins internos, a biblioteca poderá optar por um número
maior, se julgar adequado.
4.2 Comunidade usuária; categorias de usuários reais e potenciais da biblioteca, constituídas pelo corpo docente, discente
e pessoal tecnico-admlnistrativo da Universidade e pela comu
nidade em geral.
4.3 Programas acadêmicos; atividades discentes, docentes e de ptíS
quisa, de natureza curricular e extra-curricular, através das
quais a unidade universitária se propõe a alcançar objetivos
relativos ao ensino, pescjuisa e extensão.
Dentre eles, incluem-se cursos de graduação, pós-graduação, extensão, programas e/ou linhas de pesquisa.

152

�6
5

ESTRUTURA DO PSBU

Este PSBU está dividido em dois blocos:
ã) i.ifcrnidCÔcs gerais sobic o documento c
b) formulário púra registro de dadus c avaliação de
desempenho da blbliuLeca.
Do formulário constam 3 partes:
Primeira parte; coleta de dados, subdividida em:
1) informações gerais sobre a biblioteca, constante de
dados de caráter geral, que náo podem ser classificados em
função dos programas acadêmicos.
2) informações bobtc; a onj.jii i/ação e utilização do acervo e serviços prestados pela biblioteca, em relação à coitiunidade usuária e aos programas .tcadêmicos.
Segunda parte: análise e conclusões, onde os dados registrados no formulário deverão ser analisados, discutidos e aval^
ados em conjunto pela equipe da biblioteca e apresentados de
forma expositiva, podendo ser acompanhada, Inclusive, por grá
ficos elucidativos.
Terceira parte; plano de atividades, onde deverão ser ident^
ficadas, de forma prioritária, as metas a serem alcançadas e,
em cronograma, as atividades da biblioteca para o ano seguinte.
A segunda e a terceira partos do formulário consituemse na avaliação de desempenho propriamente dita, subsidio fundamental para a elaboração de documentos que visem ao planejamento
e á divulgação dos serviços prestados pela biblioteca.
Desta avaliação deverão ser extraídas as informações
básicas para a redação de relatório com vistas ans usuários e às
direções das Unidades.

153

�UNIVEKSIDADE FKDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
SISTRMA DE BIHLIOTKCAS DA UFRGS

formulário de registro de dados
E
AVALIAÇAO DE DESEMPENHO DA BIBLIOTECA
1984

BIBLIOTECA SETORIAL:
rndereço:
Fone;
Bibliotecária responsável:

�PRIMKIRA PAHTE
COLETA DK OAt)OS

1

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A BIBLIOTECA
Inclüi ddclos du ciitÁler &lt;jeicil, ijuc não püd&lt;3n rw-i
clAsslficMüos um fui^jo &lt;los piotjrâjn3S acâdõinlco^,

1.1 SERVIÇOS
1.1.1 Dias úteis no ãno:
1.1.2 Horário:
a) Total de horas sumanais de funcionamento no perloJu
letivo:
b) Horário de funcionamenlo diário:
- segunda a sexta-feira:
- sábado:
1.1.3 Disseminação da Informação
a) Serviços de alerta
TIPO
Qiiant Idade
Circulação de sumários^
Circulação de fasciculos^
Boletim de alerta^
Disseminação seletiva da informação^
Outro
1 Considerar o núxiic-ro de bu/tiíríos enviados e não o núruro de conjuntos.
2 Considerar o niinciro de fabclculos e de títulos.
3 Ccnsidernr o núinwro de Ijoletlns enviados.
4 Considerar o nCenero de fldías enviadas.

155

�b) Publicações da Biblioteca Setorial
Infomtii- os veículos de divulgação editados pela blbliot«íca tais ccmo: boletim, infoniativo, bibliografia, guia, lista de arjuisiçôes, mrcadores, folhetos
ce diwilgaçâo e outros.
Referência Bibliográfica

Tiragem Periodicidade

1.1.4 Treinamento de usuários
TIPO

N9 pessoas atingidas
Quan- N9
tidade ftoias Aluno Aluno
PROF
GR
PG

Palestra
Visita orientada
Curso
Treinamento informal
Outro&lt;«ísp«=ifíque)
Relações públicas
Exposições especiais: SIM ( ) NÇ
NAO I )
F^xposiçõcs de novas aquisições: SIM ( }
NAO I )
Jornal mural e/ou quadro de avisos SIM ( )
NAO ( )
Período de renovação:
Audiovisual do Sistema de Bibliotecas da UFRGS
Utilização desvinculada da atividade de troinanonto
de usuários.
SIM ( )
NAO ( )
Outros recursos (especifiíjue quais)

156

�157

�1.2 USUAHIÜS
1.2.1 Leitores Inscritos
Catecjorias
Professores
Alunos de graduação
Alunos do pós-yraduação
Alunos de 19 e 29 grau
Funcionários
Profissionais
vinculados a UFKGSl
T 0 T í. L

N9

%

100

1.3 ACERVO
1.3.1 Processo de seleção e descarte
a) Política escrita de seleção e descarte SIM ( )
NAO ( )
b) Avaliação de co)eções
Anual Eventual (Especif.) Não faz
Livros
( ) ( )
( )
Periódicos
( ) ( )
I )
Folhetos
( ) ( )
( )
Outros materiais ( ) ( )
( )
c) Seleção cooperativa
UFRGS P.ALEGRE Não faz
Livros
()
()
()
Periódicos
( )
( )
( )
Outros materiais
( )
( )
( )
d) Responsabilidade pela seleção e descarte
Blbliolecário com assessoria de professores ( )
Comissão de biblioteca
( )
Outro(ospecificar)
( )

158

�1.3.3 Materials e métodos utilizados na organização do acervo,
a) Livros c Miitcrials especiais
Assu^ale ccm X aj iiifomoções i^t tlítcntes.
CLASSIFICAÇÃO
Outro
CDD
Edição 1 (Esj^-vifj-jue)
1 Truiicar o númuro da tnliçâo.
TIPO
DE CATALOGAÇAO
CÓDIGO DE CATALOGAÇAO
CCAA
CCAA Outro
Sistemática
Alfabética
1 .Cd.
2. ed. (espec.) IntJ P.Int2 N.Int^ Int. P.Lit. N.Int,
1 Integrado: rcune toiios os materiais caistantes do acoivo da
biblioti^
2 Parcialmente Integrado: reúne alyuns tipos d(j irúteriais
CCTist^mtes do acervo da biblioteca
3 Não Integrado: catálogos específicos iwia os diversos tipos
de iTuterlais bibliográficos.
b) Periódicos
Assinale con X as Infoniuções pertuiontes.
SISTEMA
CDU

CCAA
1 . ed .

DE
CDD

CLASSIFICAÇÃO
Outro
Ordem
al fcjbél Ica (esixíciflcjue)

CÕDIGO
DE
CATALOGAÇAO
Outro
APU /
CCAA
(csf«cifi(íue)
GbB
2.ed.

159

�1.4 OUTRAS AÜUISlÇOtS
1.4.1 Mobiliário e outros utensílios
Mãterial

DitíAule Fi/vincldíVjrd

Custo (Cr$)

Tot d 1
1.4.Í Equipamentos
Equipamuntos

FiitldiicJe Kinancljdora

Custo (Ci&gt;)

Total
1.4.3 Encadernação
N9 de VolLDTkís

Qitidiide Financiadora

Total

160

Custo (Cr$)

�\.5 HKSSOAL
1.5.1 Pessoal um exercício, i.-xcIuldos bolsistas e estagiários
Fluancí.i monto
GjtoQutiiiro &amp; T.ilxj Üutraa entuiuk.-s IloiCartj.1
yoria Nuiiü e NV CRU-10
líís
(Iikí lijtie i^it uLi- ál Id
tos / U1'I&lt;'.S &lt;ie firvirKTi.Kloia) S&lt;.9iku&gt;a)

p* 'O(i&gt; I
■s-t. g:wH o
C
líi
gSs
gs e.

1-5.2 Bolsistí s e estagiários
PHUNI e/ou outras entiddJcs financiadora^
«ac. Biblioteconomia e Comunicação

161

�.S.3 Aj&gt;tM fc 1 (.-urtiiiL-iito díí possodl
a) Cursos &lt;1o extensão, atua l J za ç»!o, etc. {nome do curso,
Instituição patrocinadoid, cJdade, estado, pais, nome
e categoria do funcionário).

b) Piirticlpação em cori^jresbos, conferências, etc. (nome
do corxjresso, instituição patrocinadora, cidade, esta
do, pais, nuinu e categoria do funcionório) .

• Havendo necessidade, continuar a informação no verso da folha.

�c) Trabalhos publicados pL&gt;los funcionários (refut^ncld
completei) .

d) Participação cm gi'U{&gt;os de trabalho da Biblioteca Central (grupo e nome do bibliotecário).

e) Participação em grupos de trabalho da Associação RioGrandense de Uibliotecários (grupo e nume do blbliote
cario).

Havondo necessidade, continuar a Informação no verso da folha.

163

�1.0 KSPAVO KllilCl) t 1 NS'l'AI.A'.ni;^
1 . f. . 1 Al . M

Ctjl

»h* i ót3 ic Ü &lt;'IN llK-ltOb Illic-iirus
ilc livios o nil-1 1 üs 11 in'rt i i-s :
Col(-&lt;;.nj df iJujJiiut » (livros i- j«.-i lf*iioos)
iiK-i I OS li h&gt; d I cs :
(.'abi
í&lt;liJilo iiii «jiuijo: ii9 I.1L' jss(;til(js:
n9 de L.ibities:
Assí-ntos p.iid Ic-ituid (i-xcluldos os .íssl-iiIos d..5
Crtfjiruís) n9;
1.6.2 Locdl1/rf^ão du Biblioteca
Nt&gt; {i'.'i iiiict I u ild Unidade

SIM l )
NAO ( )

1 . (i. 3 Condiçõits dRib)4-ntals
11 um i ndÇiIo
UH&lt; ] ildiie
.«t uj ti
Ku 1 dü

164

bOM
( )
( }
( )

kazoAvkl
( )
( )
&lt; )
( )

AUIM
( )
( )
( )
( )

�1.6.4 Condições dc sugurança
Guârda
Grade
Tranca
Extintores de incêndio
revisados anualmente
Alarme

SIM
( )
( )
( )
( )
( )
( )

NAO
( )
I )
( )
( )
(I
( )

1.7 EQUIPAMENTOS
EsfU-ícl ficar a qUíintídidc de cuda t&lt;pjlpLU[ento.
Equ ipamen to
Fotocopladora
Mimeógrafo
Leltora-copiddora de microfilmes
Leitora-copiadora de mlcroflchds e
mi crof 1 ] mes&gt;
Leitora de microfilmes
Leitora de inicrofic^as
Projetor de dlapositivos
Projetor de filmes
Gruvddor de som
Tela
Telex
Epídidscópio
Retropro j(.'tor
Videocrtbiiete
Outros (í^sijecifique)

Na
Bib] ioCeca UiKlade

165

�1.8 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
1.8.1 Regimento Interno da biblioteca ou seção no regimento da
Unidade
Existe ( )
Não existe ( )
Aprovado
Qual órgão?
Data
1.8.2 Comissão de Blblicteca ou Assessoria
Exitite ( )
Não existe ( )
a) Membros integrantes
Categoria

* Professor, Chefe de Departamento, Diretor, Coordenador de Curso de Pós-Graduação, aluno, funcio
nário, etc.
b) Função
Planejamento de serviços { )
Seleção e descarte
( )
Outra (especificar)
( )

166

�2

ACtKVO E iJLKVICÜS
Inclui ínf&lt;.&gt;nikn;õ»-s aijic .ji&lt;-ivo c M-rvi^os c].issific.iüoâ
un fuji(;do (V&gt;s piojtvuivis &lt;h-.kJ('siiioos.
• INSTRUÇOKS PAKA O PRERNCI!If-JhjNTÜ .

Con formo meric 1 unrti]&lt;3 «in t o r í oinicn t e, os ^fsun t os-chu ve
conbt^tui'in A base aVítljitvão do tlebfi^)t^iiho, pDls a p.utlr de
li.'s será ffítíí d (inilisü da silu.icio d&lt;i biblioteca no (U-cutier
do ano, Idoiít í f icando-se [«lodiilob e seiviços jiieslados, bt-m co
mo as di f 1 c lônc 1 ds do ucin vo i» suas cunsLvjflôur ias para a prt-sIvis'Au du burviv"^. Desta foima, o estabo 1 fC 1 mont o dos assunlosch.ívo ciuvu ser feito dc niiinriia l r 1 ter lusa , puis deles dt-ptiuie
rã o relatório final da avaliação de dfSi;iiij&gt;onho.
Considerando &lt;• ioipot t átic &gt;a dos assuntos-chave, c iicc«'s:sárlo:
1 Eidboiar uma ^bela de assun t us-cba ve com o(s&gt;
&gt;
do cl ass i f i cayão e a ri&gt;s£jecliva voi bal i /.ação, a
^V£
aiu-.xmi^ aO foi»ui 1 ãrio de legislro de dados e avallaç.^o do ilçr.cmoenho ^ ^JP^Jí5iíí»
2 registrar nas colunas de assunlos-chave de cada tabela,
apt^nas o núníuro de classificarão (CDU, CDD, oü cjualijuer vut ro
si:;,ti.-ma adotado pela biblioteca);
3 utlli/ar todos os assiititos-cbave em todas ar. tabelas do
foiiiiulário do registro de dados, com a finalidade de estabelecer conipârações entre o acervo disponível o os seiviços piesta
dos. Por exemplo, iiieumo que iiJo haja prcnjrama ai:.i&gt;5eii&gt;ico refe
rotite d um assunto-chavo ele deverá constar da tabela coiiespuiidento;
4 consultar os '.'íJUU Indicados em cada tabela paia verificar os termos definidos
documentos, evitando eíjuivocos no
seu preenchimento.

167

�PROGR/\MAS ACAIJF.MICOS DESENVOLVIDOS DURANTE O ANO

Cdiii b.»!.c nus irttrtlo-job &lt;ie ctírsds «le qi .tdii.igão ti |x'-s-qra
'Kuivão e i.x t
, Í1 .tiís d«! ni.il I Ii:&lt;ilos ox(&gt;cut .xi.ts e i t&gt;f oi
díib tfiiiHíCt ivds scci L-t «n I ■&gt;» clc cuisus, fsi..-c»f i ^ üi üí. J.&lt;dus&gt; «ibai
Xü, oB «niaís seivii&lt;u) ik*i.i o es t .iLí-1 vc; inM-nto do ft-r jai.. •;õ&lt;»b t-titie ob .si-iviv-is
1&gt;Uj) lotcca «• a ccmunidatie u;&gt;uãrin.
LNblNO DE tJKAL)IIA(,AC)
kc-Ioção «ios cuisot, &gt;1 i-riiHdiis pelu bibl iut(&gt;c\« nâ âii-a:
NV (ola) de li i sc i pi i i&gt;&lt;t s:
NV 1 ul ü t di; n&gt;.tt I {• • Km rxccui .id.ts:
tiV loial «lu pi of &lt;M&gt;ui es:
ENSINO DE PÔS-GRAL)UACA0
Reldçáu dos cuisos •)tfiitiiJus (H'ld b)bl ioteca na áiea:
NV total de d i SCipI i ti&lt;is:
NV total «}«-■ m.ttiículris exucut&lt;iJas;
NV toidl de pi oiessores;
LINHAS / PKOGRAMAS DE PKSQUl.SA
NV total de 1 iiihas/pt iM/i aRuib ;
NV total do elfimiil os (itt.cetUes, auxiliares e assistentes de
pesquisa e üIudoü) eitvulvidus:
ATIVIDADES DE EXTKNSAO
NV total de cursos:
NV total de elementos (docentes e alunos) envolvidos:

�169

�170

�171

�i £1
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172

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174

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S Ê f'
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175

�176

�9

SKRVIÇOS Dt REFERENCIA (PSHU, 3)

ASSUNTOSIIIAVK

Número de
Questões de
Referênc Ia

Número de
í.evant ítmi-n t ot&gt;
mbl lográf it os

Orientai;o •'/ •
normal
Ti abíi 1 h' s ' •. .
cos-Clerit 11 i&gt; .

INDICAR APFNAS
OS TOTAIS, INDtPKNDfclNTK OOS
A.SSUN'I'()J-»'I!AVE

TOTAL

177

�SECUNDA PARTE
ANAMSK E CONCI.USdES
h^pôe a «Ituaçâo da biblioteca ccsn relação à caru
niciide uuiiária, pro^nut^s acâdêniluos, acervo e
bí-rvivos üferi.-cldos.
Para avaliar &lt;i situação da biblioteca é importante esta
belccer uma comparação entre o seu desempenho no ano em curso e
no ano anterior. A elabura^âo de tabelas e gráficos facilita a
análise da situação da biblioteca.
A sutjuir uão suijerldas algumas associações de dados cujos resultados podem servir para embasar ü avaliação do desempenho da biblioteca e o estabelecimento de metas e plano de atividades. Além destas propostas, poderão ser estabelecidas outras
relações de acordo com o interesse e a conveniência de cada blblioteca.
humanos
* lillaborar quadro comparativo da quantidade de pessoal em exerclcio na biblioteca, por categoria, nos últimos 2 anos (Item
1.5) estabelecendo os percentuais de crescimento ou decréscimo.
* Estabelecer as proporções entre a quantidade de bibliotecários em exercício e
- número de usuários inscritos;
- número de matrículas executadas;
- número de professores (graduação e pós-graduação);
- número de alunos de pós-graduação inscritos na biblioteca;
- número de alunos de graduação inscritos na biblioteca;
- número de pessoal auxiliar.
* Elaborar um quadro comparativo relacionando o número de docuiiientos processados (tab, 4) e a quantidade de pessoal envolvido no processamento (bibliotecários * auxiliares; itens l.S.l e
1.S.2) nos últimos 2 anos (1983/1984) estabelecendo percentuais
de crescimento ou decréscimo nas duas categorias.

�* Elaborar um cjuadro comparativo do aperfolçoamento de pusseal cm exercício na biblioteca nos últimos 2 anos (Item 1.S.3}.

ACERVO
• Kliiborar um quadro comparativo da situação do acervo da biblioteca (tabela 3) nos últimos 2 anos est ^ibelecendo percofituals
de crescimento ou decréscimo.
• Estabelecer a relação pc-rcentual entie o número de baixas o
corridas e a situação do acervo (tabelas 3 e 5) no total ou por
assuntoS'Chave, conforme o interesse da biblioteca.
• RsLtibeJ ecer a relação percentual entie o número de consultiís por assuntos-chave e o nútuero total de consultas, tanto para
a consulta de material de referência (tabela 6), como j&gt;ara a con
sulld na sede e cm^jréstlmo à domicílio (tabela 7).
• Estabelecer, com base nos assuntos-chave, a relação percentual entre o número de questões de referencia (tabela 9) e a situação do acervo (tabcl&lt;i 3) .
• Estabelecer, com base nos assuntos-chave, a relação percentual entre o número de consultas e empréstimos (tubela 7) e a
tuação do acervo (tabela 3).

F1SI CO E I

I.AÇ • •; s

• Elaborar um quadro compaiativo do espaço físico da bibliote
ca nos últimos 2 anos (item 1.6.1) estabelecendo percentuais de
cresciii^ento ou decréscimo.
• Elaborar uin quadro comparativo do crescimento do acervo e
do espaço físico corlespondente nos últimos 2 anos (itens 1.3.2
e 1.6.1) .

1

�ÍNVj^íJTmKNJJ-OS
• Elaborar um quadro comptirativo das fontes de recursos (Cr?)
com os Invustlinuntos globais na aqülHlção de indttírlal bibliográfico nob últimos 2 anos (item 1.3.2) estabelecendo os percenLu.ils por fonte.
* ):«tiibe 1 ecer a relação entre o Investimento (Cr$) um materlül bíblloyráfico e o número total de usuários inscritos.

» Kstitbelecer a proporção entre o númeio total de consultas e
eiupicbtiiiiüs (tííbela 7) e o número de tna t r í eu 1 as «rxocutadas.
• Estiíliclecer a relação percentual entre o número de consultas por tipo de m^itcríai e o núnipro total de consultas, tanto pa
ra a consulta de material de ii-fercncia (tabela 6) , como para a
consulta na sede e empiéstlmo à domicilio (tabela 7).
• Estabelecer a reluçjo entre o número total de consultas e o
número total de usuários inscritos, tanto para o consulta do material de referência (Idbela 6), como para a consulta na sede e
empréstimo à domicílio (tabela 7), definindo o número médio de
consultas por usuário.
• Elaborar um quadro comparativo do núitiero de documentos soli
citados e enviados a outras bibliotecas, através de comutação bi
bliográfica e empréstimo blbliotecáiio (tabela 8) fornecendo os
percentuais correspondentes com relação ao número total de transações.

180

�usiiAkios
* Elaborar uni tjucidro comparativo do númoro de usiiârios iiiscr^
tos na bibliotucâ, pur Ccitcgoria, nos últimos 2 anos, estúbelondo {jercenluals de crescimento oü dt.-crésc Inio.
* KhtcibeU'cer a relação pcrcentudl i/ntie o núnuno du usu.irios
trejnudos e o número total de usuários tiiscrltos, por caleyoria
{ílens 1.1.4 e 1.2.1).

�TERCEIRA PARTE
PLANO UE ATIVIDADES
IJuntlflcar &lt;is metas e/oii atividades jjrtorltá
ilrtu {«ira o dobenvolvi/iKJ^to da biLlioteua.

Partindo do plano de atividades estabelecido na avaliarão de desempenho do ano anterior, fazer um breve comentário sobre as metas atingidas e ccmotivos que liupedlram a execução daquelas porventura não alcançadas.
Com base na análise e conclubões sobre o desempenho da
biblioteca e no PSDU-1, que estabelece mutas a serem atingidas^
estabelecer um plano de atividades para 1965, acompanhado de cro
noijrdnia.

182

�025.5.001.4:027.7
AVALIAÇÃO DA DISPONIBILinADE DE EOCUMENTOS
ROSA MARIA ARAOJO DE GODOY E VASCONCELOS
Professor do Departamento de Biblioteconomia da UFPE.
Rer-iono: J^atia o ãcr.nrrqienho eficaz, dr rerviço de
Tnfovmação do Sistema de Bibliotecas da Vniversida
de Fjideval de Pernambuco. O modelo nivel de satir~
façao, foi aplicado com o objetivo de se determi nar a satisfação/frustração dos nruários na demanda especxfica, expressa nas hi.hliotecas. A disponi
bzlxdade imediata de documentos foi medida. Os resultados indicaram a probabilidade ãe satisfação
na Biblioteca Central ãe 68% e una média nas Biblio
tecas Setoriais de 837o.
~
Palavras-diave: Biblioteca universitária. Avaliação
do deseirponho do serviço de informação. Nível do sa
tisfação do usuários. Disponibilidade de documentos.
inttodução
A__pesquisa Avaliação de Desenpenho do Serviço de Infonra
Çao do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de
Grrçirtibuco divide-se om quatro etapas: o nível de satistaçao, o teiTfxí de oontato, a caracterização dos usuários
® a organização de serviços &amp;&gt; ambiente do estudo resPect ivamente.
Este ■ estudo £malisa a disponibilidade imediata de docu
'"^tos nas bibliotecas.
® roêtodo adotado nesta avaliação foi desenvolvido
por
,^no iTcdelo nível de satisfação, no qual o estudo
satisfação/frustração permite identificar as causas das
alhas da aquisição, da circulação, da biblioteca e do
^uario. O critério de avaliação de eficácia nesse inDdeo possibilita avaliar a capacidade da biblioteca
na
^ansmissao do conhecimento.
testar a aplicabilidade desse modelo foi seleciona^ a Biblioteca Central e três Bibliotecas Setoriais do

183

�Slstenvi Comum de ííisino a Pef.rpisa Rãslco do Sistcira de
Dlbl lotocasAJFPE.
ConfoíTte a;; medidas de desemiXínho a serem testad£is,o objetivo princij-xil, def inido oporacJonalncnte para as bi blioteciis universitárias em estudo, é a satisfação iiiedlata da demanda ejç&gt;rcssa i:)elos usuários.
Seguindo a orientação de KING &amp; BRY/iNT', a macroavaliação e a microavaliação do acjjiui citado objetivo,do pcjnto
de vista dos usuários, ejn tentos da satisfação imediata
de suas próprias demandas, fornecerão indicadores para
tomada de decisões visando a uma [Xisslvel melhoria na
qiml.idade do serviço de informação prestado aos usuários.
O financiairento desta postjui sa foi obtido através do Auxílio Pesíjuisa - um.n das atividades de fomento do a®*q.
OBJIOTIVD
O oTjjetivo deste estudo c avaliar a eficácia no desempenho do serviço de infoninção do Sistema de Bibliotecas
da Universidade I'ederal de Pernambuco (SI/SBAlFPE), sequindo o modelo nível de satisfação (NSl
proposto por
KANTOR
Para que esse objetivo seja alcançado foram estabeleci das os segtilntes objetivos específicos:
ai avaliar quantitativamente o NS do SI/SBAJFPE;
b) descrever os fatorcjs que afetam as medidas de deseirçe
nho (Íd NS do SI/SEA'Fi'E. '
REVISÍO DA LrTERATURA
A literatura sobre aval iação em ciência da informação
foi dominada pelos estudos de medidas de recuperação.
No final da década de 60, iniciarant-se os estudos sobre
avaliação da eficácia dos serviços de biblioteca com irodelos e rredidas de desempenho baseadas em pesquisa opera
clonal, engenharia de sistemas e áreas relacionadas.
As medidas de avaliação divergem bastante, mas demons
tram pontos era canum, indicando por conseguinte,uma tentativa constante de aperfeiçoamento na elaboração das me
didas parciais, na obtenção de uma medida geral de de-

184

�sc^jnpenho da biblioteca.
An dificuldades, inerentes ao processo de avaliação de
dosompenho dos serviços em biblioteca, referem-se ã conplexidade do sistema de bibliotecas de se avaliar sob
o as;:&gt;2c1:o quantitativo e qualitativo os diferentes servi^
ços de biblioteca e à aplicabilidade das técnicas
de
avaliação propostas em estudos teóricos, nom sempre implaiientadas.
Os prineiros estudos realizados sobre dlsponibil iclide
de materiais em biblioteca, que antecederam a elaboração do modelo Nível de Satisfação, foram desenvolvidos
por
BUCKLAND, et alii. , URQUilTiRT S RCIOFIELD'^
SEYMOUR &amp; SCMOFIEU)'", KASKE'", TAGLIAC02Z0 fi KDQIfJJ " e
LIPETz". Nesses estudos o elemento comum é o registro
do número de satisfação e/ou de insatisfação, da finalise
das causas de frustração, e cm geral, realizados cm biblio tecas univers itárias.
parAmetrds de avaliaçAo
Para a avaliação do serviço de informação utilizamos as
quatro medidas de desempenho independentemente significa,
tlvas, mensuráveis e manipuláveis, propostas por
no modelo Nivc?! de Satisfação (NS) : Pa Medida de dese^
nho da aquisiq:ão, Pc f-fedlda de desenpenho da circulação,
Pb Medida de dcsemc-ienlio da biblioteca e.Pu ?Vjd,ida do desempenho do usuário.
Essas medidas de desencxaiho são determinadas por um estu
t^o adet^iadamente pltinejado de satisfação/frustração do
Usuário no cjual utilizamos os seguintes parâmetros: D roú
'"cro total de demanda, S Número de demanda intxllatamcnte
Satisfeita, Fa Falha da aquisição, Fc Falha da circula ç5o, Fb Falha da biblioteca e íM Falha do usuário.
A técnica do diagrama de ramific^^ções, elaborado por KAN
IOR'' utilizada para a análise dos dados, irostra os quatro obstáculos que o usuário precisa ultrajíassar fiara ob
ter um documento especifico na biblioteca ropr^ísentada na
Figura 1.

185

�Kip.tirn 1 - I)i aj-',r.nni.i df rnmi f i cnçocs
Fonte - KANTOR, P.B. Tht library as an information
utility in Lhe university context. JA5IS.
Wasliington, 27(2): 100-12, Mar./Apr. 1976.
a) 0 docijiento procurado deve estar na coleção da btblio
teca. Pa representa a probabilidade dos documentos procu
rados terem sido adcjulridos fsela biblioteca.
b) O docuiTionto adquirido não deve estar clrculímdo,
em
oonsulta, arçjréstinio, ou em cjualcjuer outro uso na bibllo
teca. Pc representa a prtibab 11 idade de o docunento existente na coleção estar incdiatíimente disponível para clr
cul ação.
c) O documento deve estar catalogado e no lugar certo na
estante, isto é, conformo identificado no catálogo dispo
nível aos usuários. Pb reprer.enta a probabilidade de os
documentos terem sido devidamente prejarados pela bibllo
teca.
d) O documento está catalogado e localizado oorretamen te, portanto disponível, itvjs o usuário deve ainda encontrá-lo. Pu representa a probabilidade de desempenho correto do usuário, isto é, obter o nítmero de chanvida do do
cumento no catálogo e localizá-lo na estante.

186

�As variáveis auxiliares T, U e V intermediárias n.) dia
grama de ramificações são calculadcis pelas equações:
T = S + Fu U = T + I-b
V = U + Fc D = V + Fa.
As probabilidades de satisfação são calculadas
pelas
fórmulas:
Pu = SA
Pb = TAI
Pc = U/V
Pa = V/D
Para determinarmos o Nível de Satisfação CNS), estas medidas de desorpertio combinam-se multiplicativímionte,cujo
produto ê a probabilidade total de satisfação (Ps) da de
manda ejçjressa pelos usuários.
Ps -

Pa. Pc. Pb. Pu

MEIXXXDLDGIA
Esta pesquisa ê um estudo do tipo descritivo.
Para a coleta de dados foram utilizados dois Instrimcn tos: o formulário e a lista de verificação indisixjnsá veis para o cálculo dos parâiretros específicos do nodolo
NS.
O formulário elaborado fxara coletar informações sobre o
autor, o título e o núinaro de chamada do documento específico procurado pelo usuário na biblioteca. As oolunas
seguintes foram preenchidas oom indicações das causas
da demanda insatisfeita (ver iinexo 1) .
A lista de verificação foi utilizada para orientar os in
vestigadores na identificação e codificação das causas
de frustração dos usuários. Esta ^oi elaborada segundo as
características das bibliotecas em estudo (ver anexo 2).
Durante o período de 9 a 13 de abril de 1984, num total
de 5 dias, foram coletados dados sobre a demanda de docu
mentos específicos, isto é, autor e título conhecidos fie
los usuários e as causas do frustrcição da demanda.
O estudo foi realizado na EUüloteca Central (BC) e an
três Bibliotecas Setoriais (BS) destinadas especificamen
te ã põs-graduação: a do Departamcuito de Antibióticos
(DA) do Centro de Ciências Biológicas (CCB), a do Departamento de Arquitetura e Urbimlsnn (DAU) do Centro de
Artes e Comunicação (CAC) e a cVo Departamento de NLitemãtica. Estatística e Informática (DMEI) do Centro de Ciên

187

�cias Exatas e dá Natureza (CCEN) do Slsteana de Blbllote
casAIFPE.
Os dados foram cnletados pessoalmente pela autora con a
ajuda de quatro investigadores (duas bibliotecárias e
duas bolsistas das bibliotecas em estudo), da seguinte
maneira:
a) os investigadores ficavam junto ao catálogo de autor/título, e aos usuários que se aproximavam do catâlo
go na busca de um documento especifico. O objetivo da
pesquisa lhes era explicado e solicitava-se a sua part^
ticipação no preenchimanto do formulário;
bl o usxoário ei;itregava o formulário devidamente preen chião ao S2tir da biblioteca, quando então era entrevistado sobre as causas das frustrações, identificadas e
codificadcis de aoordo oom a lista de verificação pelo
investigador.
A observação e a entrevista são elanentos constantes na
ooleta de dados, para o nodelo NS.
RESULTADOS DO NlVEL DE SATISFAÇSO
Para o estudo do NS, foram aplicados 271 formulários na
Biblioteca Central e respondidos 236, resultando no Índice de 87% de respostas. Dos 220 formulários aplica dos nas Bibliotecas Setoriais, obtivemos o índice de
100% de respostas, assim distribuídos: 29 formulários
na BSA)A, 78 na BSAlMJ e 113 na BS/tMEI.
Dos 456 usuários participantes nesta pesquisa 52% foram
da BC, e 6% da BSA&gt;A, 17% da BS/DAU e 25% da BSAMEI ,
num total de 48%.
O número de demandas de 338 na BC, e 45 na BS/DA, 124
na BS/t)AU e 147 na BS/CMEI, resulta no total de 654.
Dessas demandas foram satisfeitas/frustradas:
197/141
na BC, e 42/3 na BS/ÜA, 100/24 BS/DAU e 113/34 na BS/
DMEI respectivamente.
Para cada usuário corresponde n demandas de documentos,
portanto estes não são proporcionalmente iguais,uma vez
que muitos usuários oanparecem oom mais de uma demanda.
A relação de 456 usuários/654 demandas ê de 70%, sendo
35% na BC e 34% na BS respectivamente.

188

�Os resultados referèntes ao número de formulários aplicados e respondidos, de usuários e de dernandas, indicam
o percentual constante e equivalente desses itens
do
52% para a Biblioteca Central e de 48% para as Bibliote
cas Setoriais.
Os dados calculados segundo a técnica do diagrama de ra
mificaç5es, estão eçiresentados nas Figuras 2,3,4 e 5.
A probalidade de satisfação - PS = NS - da dananda expressa por documentos específicos nas bibliotecas ê a
seguinte:
K:,PS=58% BS/t)A,PS=93% BSA'AU,PS=80% BS/DMEI,PS=77%.
ANALISE DO NlVEL DE SATISFAÇÃO
O nível de satisfação na BC 52% e nas BS cm média 83% ,
indicam que os usuários de pós-graduação são mais atendidos em suas necessidades de informação do que os de
graduação.
Dentre as BS, a BSAiA mais especializada no acervo/usuá
rios obteve o índice mais elevado de satisfação da demanda 93%. A BS/DAU atende aos usuários da respectiva
área e de letras com o Índice de satisfação 80%. E o
percentual menos elevado 77% foi obtido pela BSAMEI
abrange três áreas distintas e correlatas. Estes j«rcen
tuais demonstram uma relação entre satisfação da demanda/especificidade da biblioteca.
A aquisição e a circulação indicaram um índice menos
elevado de desempenho - os pontos,fracos do Sistema de
Bibliotecas AJFPE.
Do total de documentos procuratiss na BC foram adquiri dos 82%, na BSAlA 95%, na BS/DAU 92% e na BS/DMEI 97%.
Estes índices refletem a política de aquisição adotada
pelo referido sistema, visando ã adequação do acervo a
demanda de pós-graduação. Constatamos a escassez de re
cursos financeiros da instituição UFPE e de agencias f^
nanciadoras para a aquisição de documentos, princijal mente a nível de graduação.

189

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�A política de aquisição precisa ser definida para a for
mação e desenvolvimento do acervo, adequado âs demandas
de graduação na BC e de pós-graduação nas BS. A aquisição para atender a demanda de graduação não é prioridade do Sistema de BibliotcscasAlFPE.
A medida de desenpenho da circulação na BC 77%, e den
tre as BS o índice menos elevado obtido na BS/DMEI 85%7
indicam que dos documentos solicitados pelos usuários
e adquiridos pelas bibliotecas, 23% e 15% respectivamem
te, estavam emprestados, on uso na biblioteca ou em reserva.
A disponibilidade de documentos para circulação ê influenciada pelo prazo de empréstimo, pelo número
de
exertplares por titulo e pela freqüência de procura por
determinado documento, isto é, a popularidade.
Uma mudança na política das bibliotecas, visando maximi
zar a disponibilidade de documentos para a circvdaçao
precisa considerar a Inter-relação proporcional desses
fatores.
CONCLUSSO
No deseitpenho do serviço de informação do Sistena de Bi
bliotecasAlí^E, o baixo resultado obtido principalmente
na BC, demonstra a necessidade de um planejamento
do
SI/SBAJFPE para uma melhoria na prestação dos serviços
ã jxjpulação de usuários reais e potenciais.
A quantificação 6o nível de satisfação, e a identificação, análise e descrição dos fatores que afetam as medi
das de desempenho desse msdelo apresentados anteriormen
te, oonfirmam que o objetivo da pesquisa foi alcançado.
Constatamjs no modelo nível de satisfação, medidas parciais de avalicjção e características gerais de aplicahi_
1idade.
As limitações no processo de avaliação são caracteristi
cas da fase inicial desses estudos. Estas refletem a ne
cessidade de desenvolvermos uma seqüência de estudos de
avaliação, visando a elaboração de uma medida geral de
desenpenho e a definição de padrões de serviço de tnfor
mação.

192

�ABSTRACT: Evaluate the effective performance of
the information service of the Libraries Systems
of the Federal University of Pernambuco.
The
satisfaction level model was applied aiming to
establish users' satisfaction/frustration from
the specific demand expressed in the libraries.
The availability of immediately documents uas
measured. The results showed the probability
satisfaction of 68% in the Central Library and
an average of 83% in the Sectorials Library.
Key words: University Library. Evaluation of
performance of the information service. Users'
satisfaction level. Availability of documents.
referências biblicxsrRficas
1 BUCKIAND, M.K. Book availability and the library
user. New York, Pergairan Press, 1975.
2

et alii. Systems analysis of a university
library. London, University of Lancaster,
1970.

3 HAMBURG, M. et alii. Library planning and decision making systems. Cambridge, Mass., MIT
Press, 1974.
4 KANTOR, P.B. Availability analysis. JASIS,
Washington, 27(5): 311-9, Sept./Oct. 1976.
5

. The library as an infomiation utility in
the university context. JASIS, Washington,
27(2): 100-12, Mar./;^r. 1976.

6 KASKE, N.K. Effectiveness of libranj operations.
Nonnan, University of Oklahoma, 1973.
7 KING, D.W. &amp; B".YANr, E.G. The evaluation of in-

193

�formation sexviaes and products. Washington, D.
C., Information Resource Press, 1971.
8 LIPETZ, B. Catalog use in a large research library. Lihr. Quart., Chicago, 42(1): 129-39, Jan.
1972.
9 MEIER, R.L. Information input overload.
Oopenhagen, 13(1): 1-44, Jan. 1953.

Libri,

10 SEYMOUR, C.A. &amp; SCHOFIEID, J.L. Measuring reader
failure at the catalog. Lihr. Res. &amp; Tech.
Sew., Chicago, 17(1): 6-24, Winter 1973.
11 TAGLIACOZZO, R. Estimating the satisfaction of
information users. B, Med. Libr. Ass., Chicago, 65(2); 243-9, /^r. 1977.
12 URQUHART, J.A. &amp; SCIIOFIECD, J. Measuring
readers' failure at the shelf. J. Doa., London, 27(4): 273-86, Dec. 1971.

194

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�TiNEXO 2
LISTA DE VEIÍIFICAÇRO/INVESTIGADOR
D
S
F

Número total de demanda
Núinero de denicinda satisfeita
Número de demanda insatisfeita

DISTRIBUIÇÃO DA DEMANDA INSATISFEITA
Fa FAUm DA AQÜISIÇSO
Fai Idvro não adquirido pela biblioteca
Fa2 Livro enooitEndado e não recebido
Faa Livro pertencente a outra biblioteca do campus
Fai, Livro adquirido em outra língua
Fc
Fci
FC2
FC3

FALHA DA CIPOJLAÇSO
Circul£indo em enpréstimo
Em uso na biblioteca - consulta
Eln reserva

Fb
Fti
Fbi
íba
Fbi,
Fbs
fbs

FAUÍA DA BIBLICTBCA
Perdido e conhecido pela biblioteca ,
Perdido e não conhecido pela biblioteca
Perdido na estante
Livro ainda não guardado na estante
Livro na ãr a de repeuxis dentro da biblioteca
Livro localizado numa área não identificada no
catálogo
Fb7 Uvro em processamento técnico
Fu FALHA DO USUARIO
Fui Número de chamada incorreto
FU2 Documento na estante adequadamente

196

�AVALIAÇÃO DE IM SERVIÇO DE AIJI^TA: PRaJETO
SIDlN/BmuarBCA centrai^ da ufv.
SILAS MARQUES DE OLIVEIRA
Professor do Departamento de Pós-Gra
duação em Biblioteconomia da PUCCAMP

K&amp;iLuno; kvatia o Szíviço d(L Vi^òmlnação
dz ln{iOAmação [SEVll^/LIVROS] neiativo a
monogA.afiÁJii emplarttado na B-íbl-coieca CentAatjla. U.F.V. com a ^-inatLdadz de t/ian^
iq^fimã-la ejn um Czntfio de GeAação e Vi^aião de Recu/iioi -cn^oãmacÃona-cà.
Compaia
06 objetivai e lecomendaçõeA do piojeto
com o dej&gt;empenho Aeai do acav-lço aViavéi
de entAev-iitai e ievarUamento de dadoi ne
tcUÃvoi Cají ciiitoi, peòioal
envolv-ido,
iluxo de fiotlna e mo e^eJú.vo do ieAviço
poK poAte doi docentu. Expõe ai dz^lc-íêncíoi e iugsAe quaOio atteànat^vai indicando iuai vantagem/dzivantageni. Con
i&gt;ionta cada atteAnatlva com a n.elação c[&lt;_ò
toibeneÇ.cÁ.0 fevando em coni-ídeAaçao oi
iaXoKei-. lapidez da dl^iiião da In^o^mação; facÃZ-idade de ace^io e conüioíe; i-ci
CO de zAAo no ^íuxo; complexidade da lot^
na; material e peiioal.
Palavras-chave: Serviço de Disseminação/Avaliação.

^ DfTRODUCSO
® projeto SEDIN (Servjço de Disseminação da Informação) surgiu em 1978 can a finalidade de transfontara Biblioteca Central da t'niversidade Fe&lt;ieral de Viçosa (BBT) em um Centro de
fração e Difusão de Recursos Informacionais através da dina
J^ização da transferência da informação aos departamentos da
e instituições afins, principalnente as bibliotecas
197

�agrícolas nacicnais. Dentre outras atividades, o
projeto
prevê a notificação dos novos documentos adquiridos pela BBT
aos departamentos (cursos) através do envio da ficha catalográfica dos mesmos de 15 em 15 dias.
Para que o projeto atingisse seu objetivo, foi previsto
a
execução de uma série de atividades envolvendo as Seções de
/Aquisição, Classificação e Catalogação e Referência da BBT,
um envolvimento efetivo dos departamentos da UFV e una assessoria por parte da biblioteca na montagem e
manutenção
de arquivos nos departamentos (cursos).
A eficácia do projeto estaria cctipranetida caso estes requisitos não fossem preenchidos e a divulgação das cbras recém
adquiridas pela BBT através do envio de fichas catalográf^
cas aos respectivos departamentos, não fossem processada de
uma forma dinâmica, ou seja, as fichas catalográficas não se
rem divulgadas no tonpo mais breve possível.

2 OBJCTIVD DO ESTUDO DE AVMilAÇSO DO PROJEMO SEDIN/LIVROS
O objetivo deste estudo é avaliar o desempenho do
projeto
SEDIN/Livros ejn termos de receptividade e uso efetivo
das
fichas catalográficas por parte dos professores da U.F.V.,
bem caio a relação custo/benecífico do mesmo, pois outras ai
temativas de serviços de divulgação de informação podem ser
mais viáveis, oferecendo maiores benefícios cctn menor esfpr
ço, trabalho, riscos de erro, dinheiro, e principalmente p^
mitir uma transferência de informação mais agíl.

3 VANTAGENS E DESVaNTAGH^S DO PROJETO SEDIN/LIVROS
3.1 Vantagens
a. Cada Departamento possui seu próprio controle
das
obras existentes na BBT relacionadas con o curso;
b. Os docentes são informados sobre as obras recém adquiridas relacionadas a seus interesses específicos
3.2 Desvantagens
a. Uma ficha determinada pode servir para vários departa
mentos, e no entanto, é enviada para um apenas;
b. Envolvimento de várias seções da BBT, inclusive dos
198

�departamentos, aumentando a possibilidade (risco) de
quebrar o fluxo da divulgação das obras;
c. Espaço de toipo entre a chegada da obra e o
recebi
ircnto das fichas catalográficas pelos professores incarpatlvel con o objetivo do projeto;
d. Sendo que trimestralmente é cjditado um boletim bibliográfico da BBT, o envio das fichas quinzenaImente tor
na-se uma mera duplicação de serviço.

^ AVALIAÇAO DO PRCOLTO SEDIN/LIVROS
^ avaliação consiste do uira entrevista realizada junto às se
fretarias dos departamento (cursos) para se determinar o uso
^ os professores realmente fazem das fichas catalogrãficas
de uma analise ou verificação se os objetivos e finalida
do projeto SEDIN/Livros estão sendo cunpridos bem cara
recctnendações sugeridas pelo projeto foram executadas.
Questionário
secretárias dos 28 departamentos foram entrevistadas. As
^^^intes respostas foram dadas ã:
"Onde ficam as fienviadas pela biblioteca?"
1 - Resultado da Entrevista
RESPOSTAS
2' P'^^'^^zadas na Secretaria
3'
Secret., mas não organizadas.
4' ^stribui-se entre os profs. ...
a sala do Diretor/Professor
^spcnsável
as
Oax

Ao

incidência
(N9 DEPTOS)
6
10
9

20%
36%
32%
11%

itens 2+3) dos departamentos não mantón
organizadas e 43% (itens 3+4) não as mantém ot lofácil acesso a todos os professores, não formando por
arquivo permanente das obras existentes na BBT redas ao departamento.
^P®'^9untar "Que tipo de uso os professores do Depto. fa
® fichas?", onze responderam "nenhum", cinco
"pouco
199

�uso" e txês "usam assim que elas chegam". Portanto, cbser
va-se que dos 28 departamentos que recebem as fichas, apenas
12 as utilizam ccm algum proveito, ou seja menos de 50%.
4.2 Objetivo do Projeto SEDIN
Os objetivos do projeto SEDIN são:
(a) - "Otimizar o processo de disseminação da infornação bibliográfica entre as sub-unidades da U.F.V.,Bibliotecas
da Rede Nacional de Bibliotecas Agrícolas e de outros
Centros de Pesquisa;"
(b) - "Manter informados os usuários sobre as novas aquisições de livros, estimulando assim o uso imediato do ma
terial bibliográficxs por parte dos interessados";
(c) - "Assegurar a disponibilidade e acesso, em um mínimo de
tenço, da literatura específica aos Departamentos da
Universidade Federal de Viçosa";
(d) - "Descentralizar os catálogos de Biblioteca Central, fa
cilitando aos Departamentos a utilização dos mesmos";
(e) - "Facilitar os pedidos de ccnpra de material bibliográfico, evitando duplicações desnecessárias".
Ao se analisar estes (±)jetivos, verifica-se que no objetivo
(a), apenas ai? parte está sendo efetuada, pois não existe
atualmente nenhuma forma de disseminação da informação bibliográfica às bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas
Agrícolas e a outros Centros de Pesquisa, (can exceção dos
trabalhos produzidos na U.F.V.) .
Qnbora se divulgue as novas aquisições de livros aos Departa
mentos, não é realizado no entanto, de uma forma imediata,oo
mo está reccrtendado no objetivo (b), pois o lapso de terrpo
entre o recebimento de uma obra pela biblioteca e o envio da
ficha catalográfica aos departamentos, é de aproximadamente
três meses.
Quanto ao objetivo (d), já foi verificado que dentre os 28
departamentos da U.F.V., apenas 6 nantém arquivos organiza
dos das fichas catalográficas, não fomando portanto,
descentralização dos catálogos da BBT.
Cano não existe um arquivo organizado na maioria dos departa
mentos, é impossível que o objetivo (e) seja alcançado
^
sua totalidade através do projeto SEDIN, pois atualmente se
verifica uma alta percentages de duplicações de pedidos
coipra de livros por parte dos docentes.
200

�4.3 Reconondações do Projeto SEDIN
(a) - "Enviar a cada Departamento da U.F.V., quinzenalmentu,
as fichas das novas aquisições bibliográficas, de acor
do cctn o perfil de interesse do departamento";
(b) - "Que sejam criados catálogos departamentais, a jxirtir
das fichas recebidas quinzenalnente";
(c) - "Que o catálogo departamental seja um instrumento de
orientação dos professores para os pedidos de aquisições bibliográficas evitando-se duplicações desnecesM
rias";
(d) - "Que haja assessoramento às subunidades da U.F.V., de;
1 bibliotecário vinculado ao projeto, para orientação
no arcjuivo das fichas".
Ao se analisar as recanendações, verifica-se que nenJiuma delas foram realizadas por conpleto: O envio das fichas catalo
9raficas de 15 em 15 dias é impraticável; as fichas são enviadas sem se considerar o perfil dos departamentos; apenas
alguns departamentos possuem um catálogo organizado; os professores não se orientam nos mesmos para pedir ccnpra de material bibliográfico; não existe a assessoria de bibliotecário na organização destes arquivos conforme prevê o projeto
SEDIN/Livros.

5 ALTERNATIVAS
Várias alternativas de serviços para a difusão da informação
aos departamentos da U.F.V. podem ser elaboradas e analisadas, detectando-se a mais viável em termos de custo/benef^
cio.
A - Lista mensal de livros novos por Departamento.
Esta alternativa consta da elaboração mensal de uma Jista de
obras novas acrescentadas ao acervo da BBT por departamento
6 enviá-las aos mesmos para serem reproduzidas e entregues
aos professores. A vantagem principal desta alternativa reside no fato de que cada professor terá para si um controle
das cbras existentes na BBT relacionadas cctn a sua área de
atuação na UFV. (Ver Fluxo de Rotina 1).
® - Lista Geral Mensal
Este alternativa consta da elaboração mensal de uma
listo
^ica de livros novos por ordem de classificação, que serão
201

�encaminhadas a tcxJos os departamentos para a
distribuição
entre os professores. A vantagem principal deste serviço é
que o trabalho de ter que decidir quais fichas pertencem a
quais departamentos é coipletamente eliminado e a desvanta
gem principal é que os professores recebem uma lista de todas as obras acrescentadas ao acervo da BBT sem levar em cot
sideração os seus interesses particulares, muito embora esta
lista esteja dividida por área. (Ver Fluxo de Rotina 2).
C - I2xposição de Novas Aquisições na Biblioteca
Esta alternativa seria efetuada através da exposição das novas obras da BBT em local de fácil visualização e
acesso.
As v£mtagens principais deste serviço são:
- Oferece a possibilidade dos usuários entrarem em contato
direto cem as novas aquisições da BBT;
- Elimina totalmente as possibilidades de erros;
- Todo o trabalho é realizado em um pequeno espaço de tenço.
As desvantagens são:
- E necessário ao professor vir à biblioteca para ficar cien
te dos novos materiais adquiridos pela biblioteca que são
de seu interesse;
- Não é possível aos professores manterem um controle
em
seus departamentos sobre o naterial bibliográfico de seus
interesses existente na BBT. (Ver Fluxo de Rotina 3)
D - Projeto SEDIN/Livros
Incrementar o projeto já existente detectando e corrigindo
os pontos negativos. As vantagens deste serviço são justamente o oposto da Alternativa A. (Ver Fluxo de Rotina 4)

6 CUSTO/BENEFÍCIO
Para definir a alternativa mais viável em termos de custo/bg
neficio, determinou-se valores de 1 a 4 (pois são 4 as alttf
nativas) aos seguintes fatores que influem no desenvolvlin^
to e nos benefícios que o serviço pode oferecer.
Fator
Benefício — a. Rapidez da difusão da infomação
b. Facilidade de acesso e ccntrole
Operacionalização - c. Risco de erro no fluxo
d. Ccnplexidade da rotina
202

�Custo - e. Material
f. PessOTl
'to se confrontar as alternativas cm relação a cada
fator,
determinou-se o valor "1" ã alternativa niais viável cm relaÇao ao fator líii consideração e o valor "4" à alternativa mo^s viável, st?ndo os valores "2" e "3", para as alternativas
ae viabiLidadt! intermediária an relação ao fator ejn consideração. As alternativas são ccnfront;idas entre sí em relação
a cada fator.
'^ altí^mativa ntiis viável será aqueJa que apresentar o menor
numero de [xjntos após a sonti dos valores d(&gt; tcxlos os fatores.
Quadn.) 2 - Vi;ibllidade das Alternativas

ALn-'jffjA'rivA
■

A
B

■

c
D

BENEFICIO
A
3
2
1
4

B
1
2
4
3

OPIKACIONA
LlZAÇfiO
C
D
3
3
2
2
1
1
4
4

CUSTO
K
2
3
1
4

F
3
2
1
4

TOl'AL
15
14
9
23

®rcebe-se que a alternativa que somou o menor número do pon
e
^ alternativa C, seguida pela alternativa B
, ^rwis a A, e por último, sanando o maior número de pontos
^^or), a alternativa D, portanto, a menos viável.
se^confrontar os pontos do fator de custo com os do fator
sficio ter-se-à o seguinte quadro:

203

�Quadro 3 - Custo/Benefício
VALORES
CUSTO
ALTERNATIVA
BENEFICIO
4
A
5
B
4
5
C
2
5
D
8
7
Note: Quanto iii&lt;.&gt;nor o valor, mis viável a alternativa.
O menor custo cabendo ã alternativa C, (pois sanou o menor
número de pontos, 2), e o maior bmeficio às alternativas A
e B (pois ambas sararam o menor número de pontos, 4) .

7 OONCLUSfiO
Ccmo se fxx3e observar, poucos departamentos mantém as fichas
catalogrãficas organizadas em arquivos em sua secretaria como o projosto pelo projeto SEDIN. Destes, apenas alguns se
benefici.im do serviço oferecido pela BBT.
Eltbora os professores que recebem as fichas da Secretaria se
beneficiam, os demais não ficam infonrados das outras cbras
relacionadas can seu dcj^urtamento existentes na BBT,
ala"
de não possuírem um arquivo para pesquisas retrospectivas ^
nem a possibilidade do imnterem um controle do material exis
tente na BBT que são importantes para suas atividades e evitar a duplicidade de pedidos de canpra de material bibliogrâ
fico.
O lapso de tanpo entre a chegada do material à BBT e sua efe
tiva divulgação é dennsiadamente longa, não cunprindo portan
to, cem alguns objetivos do projeto.
Outras alternativas podem ser colocadas an prática, dinami
zcindo a difusão da informação entre os departamentos
U.F.V.

204

�Considernmos esta íwaliação de grande utilidade pelo fato cJo
ter sido de fácil aplicação, simples e objetiva. Caracterís
ticas estas do suma importância [«ra umi boa avaliação, prin
cipalmente onde os recursos tanto financeiros cjiianto de pessoal são escassos e foi baseada estritamente nos objetivos
do serviço conforme recomenda a literatura da área.
No processo de avaliação foi solicitado suqestões para melhoria, o que resultou na implantação dos "Boletins de
Novas
Aquisições", com poriocidade mensal, aliás, a
alternativa
propost-a por este estudo.
Será necessário avaliar os "Boletins". Deveria constar do
planejamento os [»rãnietros/objetivos pelos quais este novo
serviço (Boletins de Novas Aciuisições) seria avaliado.
E importante conhecer o "porque" ou os motivos que levaram
ao não funcionamento do Projeto SEDIN/Livros. Quais os fato
res externos e internos que influenci£ur£im o não funcionamento do serviço. Esta é no entanto, uma outra fase &lt;.jue pode
ria ser acrescentada ã avaliação propriamente.

205

�FLUXO DE ROTINA - 1 LISTA MENSAL DE LIVROS
N9 O o o A
1 T
2 l
3
&gt;
4
5
6 k
7
\
8
&gt;
9
10
n
12
&gt;
13 &lt;
V
14
15
LEGENDA: O
O
A
V

206

V

SEÇAO
Aquisição

DESCRIÇSO DE PASSOS
Receber livros
Registrar livros
Env.p/classificação
Classificação Classifica livros
Pré cataloga livros
Datilografa estêncil
Env.fichas Referência
Determ./Sep./p/Depto. __
Referência
Ordena alfab.p/autor
D/Departamento
—
Arquivar - aguardar
Datilogr.por Depto. _
Envia p/Deptos.
resDectivos
Departamentos Duplicação dos deptos._
Enviar p/professores
Professores arcaiivam .

Operação
Transição
Decisão/Separação
Aguardar
Arquivar

�FLUXO DE RrrriNA - 2 IJSTA GERAT., .MJCVSAI.
N9
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
.11
12
13
J4 1

O O a A
#
4

SEÇSO
Aquisição

/
-hi

\
x
\

/
&lt;

\
1

■*

DESCRIÇÃO DK PASSOS
Receber livros
Registrar livros
Classificação l*Jnv. p/classi f icaçJo
CJasiiifica livros
Pré-fat;ilo&lt;7a livros
Datilcxjrafa estôncil
l')nvia .pre-ficlia para
Referencia
Referência
Ord.por classificação
Aquardar - arquivar
DatiJografar lista
Enviar p/Departarientos
Depar tamen tos Duplic. nos Departos.
Envia p/Professores
Professores arquivam

207

�FLUXO DE ROTINA - 3 EXPOSIÇÃO DE NOWiS AQUISIÇÕES NA BIBLIOTECA
NÇ O O D A V
1
2 l
3
&gt;
4 /
5
6
7
8
\
9
\
10
\
\
11

208

SEÇÃO
Aquisição

DESCRIÇSO DE PASSOS
Recebe livros
Registra livros
Env. p/classificação
Classificação Classifica livros
Catalogação
Preparação de livros
Desdobramento
Enviar gbras para
exposição
ArruiTBr exposição
Livros permnecem
Guardar livros

�FLUXO DE ROTINA - 4 PRaiFIXl SEDTN/I.l VTNOS
N9 o o D Ia P'
SEÇAO
1
Referência
D*
2
3 &lt;
&gt;-7
4
5
k
6
Acruisicão
1__
8 k
9
&gt;
J0_ j
Classif icaçcão
11
12
1
!. j
&lt;■ ;

14
15
J_G
17
-

h
j
í
\

-22^

V
. S.

descrição de passos
í;laborar cjuestionário
Realizar entrevistas
Conf. Fictias
Unitcinior.
Orc^enar ficlias
unitemxw
Ordenar fxDrfis
Cola.rar perf ts em
uasLis
Recclx^r .1 Ivros
Rt^jislrar livros
Env. ij/classificação
Classificar livros
CataJocjar livros
Datilocirafar estêncil
Duplicar fichas
Sefjarar fichas
liiv.ficlias Referência
Separar fichas assunto
Referência
Consulta fichario
uni termo
Reqistrar o Departamento
Decodificacão p/Depto.
Env. p/Departamentos
Departamentos Deptos. Arcfuiva
Treinamento de
BBT

209

�ABSTRACT
Evafuatu an Iniofmcution ViiAejnínaííon Sc-tv^ce {SEVlN/booki]
off monogàapli^ developed at the CmtAot Li.bn.aAy of, the. Univei
iidade Tedenal de. Wçoóa, Bnaiil, with the puApoie
oj
tÂanf.foAmúiçt í-t into a CentAe of, GeneAat-con an Vi^aó-ion ol
Jnfo'imatcon ReiouAcei. CompoACi the pAoject'i
objectÁvei
and iccomcnda-tioni w.cth the ieAvice'i AeaZ peA^onmance apt
ij-ing qiiL'itlunaAci and gatliCAing data on coóti,
peA^ontieZ
i.nvofvcd, noutine fCom and efie.ctxve aie of^ the ienvlcQ. by
the facuCty. Points the icivlce'i de^lc-ienciei and iuggeits
^oui aCtcAnatiwA ifidi.cating tlie-íA advantages/d-iiadvantagei.
ConfAonti each one w-ith the coit/bene fit Aeiat-ion coniideAtng
the va,'iiab(ei: information difciiion time lag; aceiiibiXity
and cont.'iof; eiAon piobabit-ity, Aoutine complexiXy; mate.^iiaíi
and peiionnet.
Key words: Dissemination service: Evaluation.

REFERENCIAS
CHWEH, S.T. User criteria for evaluation of library service. Journal of Library of Administration, 22(1): 35-45,
spring, 1981.
D'ELIA, G. &amp; WALSH, S. User satisfaction with
library
service - n measere of public library performance?
The
Library Quarterly, M(2): 109-133, apr., 1983.
IZQUIIiRDO, C. Evaluacion de los servicios bibliotecários.
Bol.Bibl.EUBCA, Montevideo, ^7: 97-101, 1981.
KUMAR, Krishan. Evaluation of services in a College LibraryIndian Library Association Bulletin, _17(3/4):
192-201,
july/dec., 1981.
ROOT, R.K.
model

210

Measuring users satisfaction: a
quantitative
lASLIC Bulletin, 2n_(^): 1-8, mar., 1982.

�CDD 027.7098153
C1XI (127.7
• &gt; • / (815.3)
v.U: :■
niELTOTECAS DA MNTVFRSTDADF FEnií^AI. rO RIO DE JANEIRO:
Ijovantamcnto de dados p^ira a implantação de um sistema
cie bibliotecas
DIÍLV HE7,1:RRA DE MIRANDA PUERARl (CC,)E/ITA-CRB-7-2247)
JUPIRA liARPOSA APí;fNIO (a'rH/í3C-CRU-7-221)
miUA ANCílA lACÍRANGE M.REIS (CCS-INDC-''RB-7-417)
MARIA JOSÉ VfcWiSO DA COSTA SATíTOS (ICC/ IN-CRB-7-3127)
KfvIJ MI-Ni:SF.S PAI-S U:ME (CCMN/1ÍC-CRD-7-] ■ |80)
REGINA i'lWJtlACII (CIA/IJjriiAS-CRD-7-llGO)
VI:K/\ LtXJIA SOARES DE OLIVEIR^ (Ca7BC-CR'}-7-2116)
Kcr.wno: f-k:fcdo!o/jia adotada p.jra o &lt;■'nheaimento da eituacvjo, em /,'&gt;&lt;(,•:, da:}, quarenta í; re.-ir- i ihlioteoas da Ur^
oaríJÍiJailr Fedcpiil do Kío de Janeiro (I'FRJ). Apresentarão
p-ifciol doü i&gt;(',üul tados da coleta de d^doc, objetivando^
um i-.ir.Uma de hiblioteoaa para a Universidade. Caraoterj^
■ '■nçao das bibliobeoaa. Análise d.ai; bibliotecas centrai^
dos aenti'o.! universitários. Informaí-o^-s a respeito ^ da
luaali'Mvao geográfica, rcc-ursos humanos, recursos finan_
■ceiros, acervo, instalai.-õer, equipamentos, processamento
técnico de livros e periódicos. Utilir.ãí-áo doa ^aerviffos
do Núcleo de Computação Eletrônica (fh':E). Citação
dos
maiores problemas enfrentados pelas bibliotecas.
Palavras-chave: Bibliotecas universit^irias.
Universidade Federal do Rio de JaneiroBibliotecas.
Sistonas de bibliotecas.

211

�1 - INTRODUÇto
Con o objetíyoictç racionalizar e canalizar em seu pró
prio benef^qijO os-recursos humanos e financeiros di£
poníveis em suas bibliotecas, a Universidade Federal
do Rio de Janeiro (UFRJ)'constituiu, em março de 1984,
um grupo de trabalho especialmente destinado a estudar
a realidade dessas bibliotecas.
Atr^yés da coleta de dados realizou-se um diagnóstico
da situação das bibliotecas em 1983. O resultado servi
rã de base para inplantação de um sistema de bibliotecas.
Os trabalhos desenvolveram-se no período de 22 de março a 18 de maio de 1984, sendo as conclusões apresenta
das ã comunidade unversitária durante o I Encontro sobre Bibliotecas da tJFRJ, realizado no campus da Ilha
do Fundão.
Dada a extensão do trabalho, apresenta-se, a seguir,os
resultados parciais.
2 - MdXXlOLOGIA
Para desenvolvimento das atividades, foi determinado o
seguinte plano de trabalho:
- estabelecimento de cronograma das atividades;
- elaboração de um questionário abrangente para detectar a realidade das bibliotecas em geral;
- realização de entrevistas e entrega desses questiona
rios aos bibliotecários responsáveis pelas bibliotecas;
- estabelecimsnto de código e sigla para as bibliotecas;
- recolhimento e análise do conteúdo dos questionários;
- esclareciitentp de dúvidas surgidas nas respostas du
rante o desenvolvimento dos trabalhos;
- mapeamento de dados;

212
rf!v

�- tabulação dos catíos totais;
- tabulação dos dados por centro universitário;
- verificação dos problemas citados;
- anaii.se dos (iados coletados.
3 - CARACII^RIZAÇAO DAS BIBLIOTBCA.S
Assini ctjiio em outras universidades brasileiras, as bibliot(x,'as na UFRJ surgiram, em decorrência da criação
de faculdades, institutos, órqãos .suplementares e proje
tos do pesc]uisa, sem qualquer coorcienação ou planejamen
to especifico.
As bib] iotocas tiveram desenvolvimento bastante lieterogêneo, jxxsf.uJ.ndo cada uma delas, um quadro de
proble
mas instilucionais e financeiros próprios.
Em conseqüência desta situação, a criação de um siste
ma de bibliotecas vem sendo alimentada pelos profissio
nais da área desde 1958, scjn que até o momento tenha s^
do concretizad^i qualcjuer untj das tentativas.
A UFI-iJ possui, em sua estrutura una Biblioteca Central ,
qi-ie, [x;lo iteqiroento Geral da Universidade de 1970, lhe
atribui "articulação com as bibliotecas das
unidades
universitárias". Esta biblioteca tenderia fundamental
mente a coord&lt;^nar as atividades biblioteconômicas, o
que na realidade não ocorre, pois tem suas funções dire
cionadas ás necessidades de um dos centros universita
rios, o Fórum de Ciência e Cultura.
Existem na UFRJ 46 bibliotecas, das quais 2 estão ligadas à Reitoria e 44 distribuídas pelos 7 centros univer
sitários, a saber:
CCMN - CENTRO DE CIENCIAS MATEMÁTICAS E DA NATUREZA
CLA - CENTRO DE LETRAS E ARTES
CPQl - CIiOTRO DE FIIXíSOFIA E CIENCIAS IIUMANAS
CXÜE - CENTRO DE CIÊNCIAS JURIDICAS E ECCNÕMICAS
CCS - CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAODE
CT - CENTRO DE TECNOLOGIA
FCC - FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA

213

�Desses 7 centros, 4 já tiveram a iniciativa de centralizar suas bibliotecas a nível de centro
universitário,
ajustando suas necessidades às ccaidições existentes. Cabe ressaltar que essas centralizações foram realizadas
sem ter havido um planejamento comum entre elas, e em de
corrência dessa situação, existem na UFRJ, 4 bibliotecas
centrais dc centros universitários, além da biblioteca
central da Universidade.
4 - cxm:eituaçAo
Foram consideradas como bibliotecas, todas aquelas deno
minadas como tal e também as coleções de material bibliográfico convencional ou não, sob a responsabilida
de de um bibliotecário ou qualquer outro tipo de profis
sional.
Para análise da estrutura das bibliotecas, de acordocom
a situação já encontrada, foram assim caracterizadas:
CENTRAIS - aquelas já existentes com esta denominação
possuindo ou não serviços centralizados;
DE UNID7U3E - aquelas cujos centros não possuem uma central ;
SETORIAIS - aquelas cujos centros possuem uma Central,
coordenadora ou não de serviços;
DEPART7\MENTMS - aquelas subordinadas a um departamento
ou coordenação de uma unidade, quando no cen
tro não existe uma central.
5 - RELAÇÃO DAS BIBLiaiECAS
Para facilitar o trabalho e identificar rapidamente as
bibliotecas, foram estabelecidos códigos de acordo com
a divisão dos centros universitários publicada no Boletim da UFRJ.
Foram adotadas algumas siglas já utilizadas no Catálogo
Coletivo de Periódicos Correntes da UFRJ, organizado em
1983, e outras já consideradas pelas próprias unidades.
CARACTERÍSTICA INDIVIDUAL POR TIPO DE BIBLIOTECA:
C = Central
U = De Unidade
S = Setorial
D = Departamental

214

�_

CÕDIGQ/CKNTRn
Reitoria
l-l UFRJ/BC
1-0.1 - SR-2/SD

TIPO
C
U

2. OCMM
2-1 CCKN/BC
CCMN/IF

C
S

2-1.2 CCMN/IG-SPGB

S

2-1.3 CCNN/IM

S

2-1.4 CXMN/IQ

S

2-1.5 COW/IQ-xisto

S

^•1-6 OXVNCE

S

^-1-7 COK/OV

S

3- CIA
^•0-1 CIA/FAU

U

^•0-2 CIA/LETRAS

U

^•0-3 CLA/B.ARTES

U

^•0.4 cla/mOsica

U

^•0-5 cla/mOsica-p.grad. d

denominação
Reitoria
Biblioteca Central daUFRJ
Serviço de Documentação e
Biblioteca da Superintendência da Sub-Reitoria de
Ensino para Graduados e
Pesquisa (SR-2)
Centro de Ciências Matena
ticas e da Natureza
Biblioteca Central
Biblioteca do Instituto de
Física
Biblioteca do Setor
de
Pesquisa em Geografia do
Brasil
Biblioteca do Instituto de
Matemática
Biblioteca do Instituto de
Química
Biblioteca do Projeto Xisto-Química
Biblioteca do Núcleo
de
Conputaçâo Eletrônica
Biblioteca do Observatório
cto Valongo
Centro de Letras e Artes
Biblioteca da Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo
Serviço de Documantação e
Informação da Faculdade de
Letras
Biblioteca da Escola
de
Belas Artes
Biblioteca da Escola de ftó
sica
Biblioteca da Escola de ftó
sica - pós-graduação

215

�CÕDIGO/CENTRO
4. CFCH
4.1 crai/BC
4.1.1 ax:H/FE-P.GRAD.

TIPO
C
S

4.1.2 CPCH/BCO-P.GRAD. S
4.1.3 CFCH/IFCS

S

4.1.4 CFCH/IFCS-P.a®ü. S
4.1.5 CPQVIP-P.GRAD.

S

4.1.6 cfx:h/cap

s

5. CCJE
5.01 CCJE/FD

U

5.02 CCJE/FEA

U

5.03 CCJE/COPPEAD

U

6. CCS
6.1 CCS/BC
6.1.1 CCS/IM

C
S

6.1.2 CCS/IB

S

6.1.3 CCS/IN

S

6.1.4 CCS/IP

S

6.1.5 CCS/IPPMG

S

216

DENOMINAÇÃO
Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Biblioteca Central
Biblioteca da Faculdade
de
Educação - Pós-Graduação
Bililioteca da Escola de Cornun^
cação - Pós-Graduação
Biblioteca do Instituto de F^
losofia e Ciências Sociais
Biblioteca do Instituto de Fi
losofia e Ciências Sociais Pós-Graduação
Biblioteca do Instituto
de
Psicologia - Pós-Graduação
Biblioteca do Colégio de Apl^
cação
Centro de Ciências Jurídicas
e Econômicas
Biblioteca da Faculdade
de
Direito
Biblioteca da Faculdade
de
Economia e Administração
Biblioteca da Coordenação de
Cursos de Pós-Graduação em
qenharia - Administração
Centro de Ciências da Saúde
Biblioteca Central
Biblioteca do Instituto de NU
crdaiologia
Biblioteca do Instituto
de
Biofísica
Biblioteca do Instituto
de
Neurologia
Biblioteca do Instituto
de
Psiquiatria
Biblioteca do Instituto
de
Puericultura Prof.Martagão
Gesteira

�CfelGO/CENTRO
6.1.6 CCS/IT

TIPO
DPX3MINAÇto
S Biblioteca do Instituto de TI.
siologia e Pneumologia
6.1.7 CCS/ME
S Biblioteca da Maternidade Escola
6.1.8 CCS/UU
S Bibliotoca do Hospital Univer
sitário
6.1.9 CCS/NUTES
S Biblioteca do Núcleo de Tecno
login liJucacional para a Saúde
6.1.10 CCS/NPPN
S Bibliotrca do Núcleo do Pesquisas do Produtos Naturais
7. cr
Centro de 'recnologia
7.1 cr /BC
c Biblioteca Central do Serviço
de Documentação e Informação
7.1.1 CT/EE
S Biblioteca da Escola de Engenharia
7.1.2 CT/EE-CIVIL
S Biblioteca da Escola de Engenharia - Civil
7.1.3 CT/BQ
S Biblioteca da Escola de Quínú
ca
7.1.4 Cr/IE
S Biblioteca do Instituto
de
Eletrotécnica
7.1.5 CT/CCPPE-NDIE
S Núcleo de Documentação e Informação em Energia da Coorde
nação de Proçiramns de Pós-Gra
duação em Qigenharia
7.1.6 Cr/IMA
s Biblioteca do Instituto
de
Macrcmoléculas
7.1.7 CT/OR
S Biblioteca de Obras Raras e
Antigas
8. POC
Fórum de Ciência e Cultura
8.0.1 PCC/MN
U Biblioteca do Museu Nacional
8.0.2 PCC/MN-PPGAS
D Biblioteca do Progrcima
de
Pós-Graduação em.Antropologia
Social do Museu Nacional
A UFRJ possui 5 bibliotecas centrais, 30 setoriais, 9 de
unidades e 2 departamentais.

217

�6 - anAlise das bibliotexzm centrais dos centros universi
TARIOS, QUANIO A estrutura
Analisando os diversos tipos encontrados, foi observado
que as centrais funcicnam com organizações e atribuições
distintas.
Dos 7 centros, apenas 4 contara con bibliotecas Centrais:
CCMN, CPCII, OCS e CT. Observe-se o quadro abaixo:
S/ViNCULO VINCULO TÉCNICO
CEMiTCUS SÍ7IORI7US SUBORD.ADM. C/CENTRAI,
TOPAL PARCIAL
CCMN
7
2
4
1
crai
6
6
10
CCS
1
2
3
5
CT
7
4
3
4
7 - localizaçAo gbogrAfica
As bibliotecas da UFRJ estão localizadas em diversos pon
tos a saber: 26 na Cidade Universitária - Canpus da Ilha
do r\andão; 8 no Cairpus da Praia Vemelha; e 12 espalhadas por outros pontos da cidade. Esta dispersão geográfi
ca torna difícil a comunicação e a coordenação entre elas.
8 - RECURSOS IlUMANOS
A falta de pessoal qualificado em algumas bibliotecas ,
constitui ui!i problema cruciante: 7 bibliotecas não pos
suem bililiotecários, que são substituídos por
outros
profissionais. Qn outras^muitas vezes os bibliotecários
são obrigados a realizar tarefas não condizentes com os
cargos que ocupara pela absoluta falta de auxiliares.
Os recursos humanos perfazem um total de 257 funcionários e 12 estagiários em biblioteconania, totalizando
2G9. Cabe esclarecer que,para pagamento desse pessoal,
a UFRJ conta coti o auxílio de fontes externas de financiamento.
O quadro a seguir demonstra a subdivisão por fonte paga
dora:
~

218

�CXitros Tccni&lt;x)s *
Pessoal de Apoio
104
12
153
Ul'HJ í»r'riT+ CC)NVC UITÍJ IIf-'RT4^ CONVE UFRI liPiilí CONVÊCOMJ'L.
awiT,
CXM'L.
(xm/. NIOS
aw. NIOS
CTW. NIOS
_62
l-J . .j. 28
3
9
120 11
22
9 - Ri)CUI«OS FINANCEIROS
^ bib] iot-fvas não possuem, dentro do orçamento gorai da
rcxjiirsos exclusivos {vira sua nvinwtcnção. Quanto a
livros, (icntro as 4(&gt; bibliotecas, apenas 28 obtiveram recursos [xira dcjuisiçíio no ano de 1983. íln sua nviioria os
recuríws foram oriundos de verbas extra-orçamentárias, sen
do o Conselho Nacional de Dest^nvolvimonto Científico
o
Iwnoloico (CNPq) a maior fonte do recursos, seguindo-se:
Financiadora do Estudos o Projetos (FINEP), UlIiJ, Inundação
universitária José Bonifácio (lUJB), COortlenação de Progra
nias de Pós-cjniduação de Engenharia Técnica (tt&gt;I&gt;PE7nx:), alu
^el de stands. Fundo Nacional para o tJosonvolvimcnto cli
Educação (íTOf), Instituto Nacional de Assistência Módica
e Previdência Social (INAMPS) e a própria unidade a que a
biblioteca jicrtence.
Ew relaç£io ãs coleções de periódicos, somente 21 bibliot£
cas obtiveriun recursos para renovação das assinaturas, cjue
foram provenientes do verbas distintas, sendo a FINEP
a
TOior fonte ^xigadora, seguindo-se: UFRJ, CNPq, ITJDE, Coordenação do Afx.&gt;rfeiçoamento de Pessoal e Eíisino Superior (CAPES), IWuMPS E FUJB.
10 - ACERVO
O acervo das bibliotecas da Universidade é conposto principalmente de:
material bibliográfico (livros, obras de referência, te
ses, fo^etos, separatas, nanuais, relatórios técnicos
e científicos, censos e infólios), num total de 755.545
volumes;
Bibliotecários

Estagiários

219

�- publicações periódicas e seriadas, num total de 29.554
títulos, e
patentes, filmes, diapositivos, diafilmes, videotapes,de
senhos, fotografias, mapas, discos, microfichas, rolos
de microfilmes e fitas.
11 - INSTALAÇÕES
No cônputo geral, a área destinada às 46 bibliotecas per
fazem um total de 22.885 m^, sendo a menor biblioteca a
que ocupa área de 41
e a maior 6.000 m2.
Foi feita uma avaliação das áreas disponíveis para
o
acervo, leitura, circulação, serviços técnicos e administrativos, sendo que mais de 50% delas foram considera
das insuficientes e inadequadas a um perfeito funciona
mento.
12 - EQUIPAI'lEN'roS
Praticamente todos os tipos de equipamentos necessários
ã transmissão da informação, existem na UFRJ, de uso ex
clusivo das bibliotecas ou disponíveis nas unidades, incluindo-se os de processamento de dados. No entanto, algumas carecem de eqijipamentos básicos para o seu pleno
f uncion£ímento.
13 - PPOCESSAMtNTO TlfcNICO DE LIVROS E PERIÓDICOS
Livros - A pesquisa revelou que a seleção é feita principalmente por professores e bibliotecários, seguindose as Comissões de Bibliotecas.
Os códigos de catalogação, os sistemas de classificação e as listas de cabeçalhos de assunto variam de biblioteca para biblioteca. Os códigos de catalogação mis
adotados são Anglo American Cataloging Rules (AACR) e o
da biblioteca da Vaticana. A classificação Decimal dc
Dewoy (CDD) e a Classificação Decimal Universal (CDü)
são os sistemas de classificação mais utilizados. Qu£into
às entradas de cabeçalhos de assunto são adotadas listas
próprias, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência o Tecnologia (IBICT), da Library of Congress (IC) e
listas especializadas nas áreas de interesse.

220

�Periódicos - Assim cono om relação aos livros, os princi{jais responsáveis [x-la selt^ção são os bibliotecários,
professores e Comissões do Bibliotxcas.
Das bibliotecas, 70% iião caLalogaii o81% não classific.w
os i*--rj.odicofa. A ijK3exti&lt;;ã(.) de artiqos é realizada [f5r
apeii.is 2^16 das bibliotecas.
14 - SiawiÇOS ALtí USU/»R1(JS
Para uiiia comunidade de 27.949 usuários inscritos aii 1983
e um iluxo de 363.905 leitores, as bibliotecas da tJr.:vc'£
sidade oferixxm, além dos soi"viços tradicionais, acesso
autonntizado a catálotjo;: (3 bibliotecas), sumirios corrente.--: i'yj^ixil'atiiii biblioqráfico (3), rosunos/bibJ iografia
analÍLica (2),.SDI manual (4), SDI mecanizado (1, pesquisa bj.
bliorjrafici .lanual P7), jxjsquisa biblioqráfica automatiza
da (3),e curso de treinai«2nto(7).
15 - crriLizAçto dos serviços do NOaj-X) de oomputaçAo ele
(MCE)
Com a tendência crescente {xira a autcnatização dos processos técnicos de disseminação da informação
através
de progranos de co[n&gt;utador, algunns bibliotecas já utili.
zam este rreio para determinadas rotinas,tais coro: regis
tro, acjuisição, catalogação, circulação e serviços
de
alerta.
O sistema CALOO é utilizado na íntegra apenas pela biblioteca do Museu Nacional e de forma adaptada por outras 4 bibliotecas.
16 - CONCWSJiO
Ccmu resultado da análise dos dados, são estes os urnndes
probleiras das bibliotecas da UFRJ:
- Falta de uniformização administrativa e técnica,destacando-se a atual diversidade das funções e estruturas
dos Serviços de Documentação existentes;
- grande dispersão geográfica;
- insuficiência de pessoal;
- deficiência de recursos financeiros para a aquisição
de material bibliográfico;

221

�- inexistência de critérios para distribuição de verbas;
- insuficiência de meios de comunicação de uso exclusivo;
- inexistência de orçamento para custeio de despesas ge
rais: correio, material de consumo, etc...
""
Os dados coletados servirão de subsidio para a operado
nalização do"Sistema de Bibliotecas e Informação
dã
UFRJ" a ser implantado.
Libraries of the Universidade Federal do Rio de Janeiro.
ABSTRACT: It analyses the methodology employed in a
research to aohieve data on forty six university libraries and gives the results of the. research. The purpose
of the research is to design a library system for the
Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Key Words: University libraries
Universidade Federal do Rio de Janeiro Libraries
Library systems.
17 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ASTI VFIÍA, Armando. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre, Globo, 1973. 223 p.
2. BOLETIM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO,
1984.
3. CARVALHO, Maria C.R. Estabelecimento de padrões para bibliotecas universitárias. Fortaleza, ABDF,
1981.71 p.
4. CERVO, Armando L. &amp; BERVIAN, Pedro A. Metodologia
científica; para uso dos estudantes universitários. São Paulo, MacGraw-Hill do Brasil, 1973.
158 p.

222

�5. i'ERREIRA, Lusinvjr Silva. Bibliotecas univei'tiit.ai'ia:braaileirae; análise de estruturas centralizadas
e descentralizadas. São Paulo, Pioneira, INL,
1980. 118 p.
6. FIGUEIREDO, Nice. Avaliação de coleções e estudos
de usuários. Brasília, ABDF, 1979. 96 p.
7. GARDINI, Marília Júnia de A. et alii. Um sistema cen
tralizado de bibliotecas: o modelo da UFMG. In:
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMM
TAÇÃO, 10., Curitiba, 1979. Anais. Curitiba,Associação Bibliotecária do Paraná, 1979, V.2, p.73677.
8. MERCADANTE, Leila M.Z. Sistem de bibliotecas da Uni.
versidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquisa Fi^
lho". In: SEWINARIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 1., Niterói, 1978. Anais. Niterói,
UFF. Núcleo de Docunentação, 1979. p. 86-98.
9. POBLACIÕN, Dinah A. et alii. Sistena de bibliotecas
da Universidade de São Paulo. Roteiro para
um
diagnóstico. R. Biblioteaon. Brasília, Ifl (1):
55-64, jan./jun. 1982.
10.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Regimento
Geral. Suplemento ao Boletim 27, de 09 de julho
de 1970. Rio de Janeiro, Oficina Gráfica da UFRJ,
s.d. 98 p.

223

��CDD-027. 7
CDU-027.7
BIBL10TBC7\S UNIVERSITÁRIAS - Modelos de Sistams
MARTA JOSÉ MIRANDA SEPULVEDA (UFRJ/BC-Dirotora)
DOLORES RODRIGUES PEREZ (UFRJ/CXW/BC)
DULJCE fX}NSBCA FERNANDES CUNHA (UFRJ/POC/MN)
MARIA DE FATIMA PEREIRA RAPOSO (UFRJ/CT/BC)
MAIUA la-JGINA A. ARI3UIJO URIARTE (UFRJ/CCS/EC)
VILMA ANDRADE DE LEWOS CORDEIRO (UI'RJ/aA/LTrr)
VERA LÚCIA DA COSTA MOUREN (UFRJ/CCS/BC)
ífeenmo: Estudo através da analise da literatura c da cx
periênaia de profissionais na implantação de Sistemas
de IHblioteaas Universitárias nacionais como base para
a definição de um modelo para a UFRJ.
Palavras-Qiave: Bibliotecas universitárias,
Sistema de bibliotecas.
1 - INTRODUÇto
O probleiTQ da estruturação das Bibliotecas da UFRI de
form sistêmica não é um fato novo. Ilá pelo menos vinte
e cinco anos a idéia vem sendo alimentada pelos profissionais da área, os bibliotecários e pelas autoridades
da Universidade (4, 17).
O "Estudo de Modelos de Sisteiras de Bibliotecas" tem co
mo objetivo principal identificar, selecionar e amlisar sistemas ou rodes de bibliotecas, de
preferencia
universitárias, detectando as possíveis falhas e difi.
culdades, enfatizando seus aspectos positivos, a fijn de
eliminar erros e aproveitar os acertos. Nesta etapa, li
mita-se a investigação dos cásjetivos, das estruturas e

225

�dos rcxoirsos disponíveis. De acordo con a SIA (20) entende-se por rede de bibliotecas o "arranjo formai pelo qual várias bibliotecas ou outras organizações se
vinculam a um padrão comum de intercâmbio de infoma
ções, materiais, serviços, cem vistas a um
objetivo
funcioial".
No trabalho de ASSIS (1) encontramos a definição
de
sistena, conceituado por Saractvic:
- "Um conjunto integrado de conpcnentes que interagem
cooperativamcnte para desempenhar funções predetemá
nadas com um propósito específico".
2 - METICOOLOGIA
A revisão bibliográfica foi efetuada através da consu^
ta aos Sumários Correntes e aos Sumários de Mcnografias em Ciência da Informação, referentes a 1983, produzidos pelo Centro de Informação em Ciência da Infornação - CCI do Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia - IBIOT.
Uma busca retrospectiva foi solicita ao mesmo
órgão
com a finalidade de cobrir eventuais trabalhos relacio
nados com o tema e publicados nos três últimos anos.
O grupo estabeleceu critérios básicos e coiplementares,
orientados pelas "diretrizes" expostas no manual
da
Special Library Association - Networking Conidttee (20)
para analise dos trabalho selecionados.
Para atualizar e coiplementar os dados obtidos na rese
nha, foram realizados encontros e visitas a universida
des brasileiras que já haviam apresentado caminicações
em Seminários e Congressos sobre planejamento ou implantação de sistemas de bibliotecas.
3 - LITERATORA CONSULTADA
Dos resumos apresentados pelos participantes do grujxí
de trabalho foram transcritas informações consideradas
relevantes e que se enquadram nas diretrizes propostas

226

�para o estabelecimsnto de rodes de bibliotecas, de acordo com a publicação da "Special Library Association"(20) .
Essas diretrizes coirpreendem três fases distintas, a saber:
- Fase exploratória;
- fase de planejamento;
- fase operacional e avaliatõria.
Dos conceitos abordados pelos autores só foram considera
dos pelo grupo os que se identificaram como diretrizes
da primeira e da segunda fases.
- Fase Exploratória
Foram selecionados e analisados trabalhos publicados em
revistas especializadas e anais de congressos cjue tratavam de projetos de sistems ou de sisteiras já existentes,
como a Universidade Estíidual Paulista "Julio Mesquisa Fi
lho" (13, 14); a Universidade Federal Fluminense (16); a
Universidade Federal de Minas Gerais (7) e a Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (18).
~ Fase de Planojamsnto e Desenvolvimento
Os passos desta faso foram considerados tanto na literat'^a mais recente, que trata do problena de redes,
de
sistemas de bibliotecas, quanto na que aborda simplesmcm
te bibliotecas universitárias e padrões para bibliotecas
iwiversitãrias.
3.2.1 - Objetivos
Os objetivos de sistemas ou de bibliotecas universitárias
snccíitrades na literatura examinada foram:
~ Formação e atualização de coleções que representam to
'fes as áreas do conhecimento, servindo de apoio
aos
programas de ensino e pesquisa desenvolvidos na universidade;
organização e desenvolvimento do meios e serviços que
prcçiciem a colaboração técnico-científica e cultural

227

�de tcxJas as áreas, através de redes ou sistemas de infomações;
- cxxjperação can outros sistenas de bibliotecas para melhor aproveitamento da informação e racionalização de
recursos;
- integração da biblioteca na política educiicional
da
Universidade.
No campo da documentação e da biblioteconomia a exigência de cooperação, ou mesmo de integração, tomou-se con
dição fundamental de sucesso. Foi por isso que a UNESCX)
e o CIUS (Conseil Internationale de Unions Scientifiques)
promoveram a criação do UNISIST (Sistema de Informação a
Nível internacional) e incentivaram a criação do NATIS
(Sistemas Nacionais de Informação) aos quais as biblio
tecas universitárias, constituídas en subsistemas
ou
participando do subsistemas setoriais do sisteiiH nacio
nal, deverão integrar-se como órgão de mior destaque (1,
5, 6, 8, 9, 13 e 19).
3.2.2 - Estrutura
As estruturas de Sistemas ou Redes de Bibliotecas foram
tratadas mais especificamente por FERREIRA (5) e GELFAND
(8).
Na estrutura centralizada a centralização física determi
na a localização do acervo bibliográfico em um cu em reduzido número de salas ou prédios; a centralização administrativa indica uma subordinação das bibliotecas
do
sistema, do ponto de vista financeiro, de pessoal, de na
terial a uma biblioteca central ou órgão coordenador; a
centralização operacional prevê processamento técnico do
nuterial documentário da universidade; a centralização
da aquisição responsabiliza a biblioteca central
pela
aquisição do naterial bibliográfico, para todas as bibliotecas da universidade; a centralização
monolítica
reúne em um só prédio, acervo, pessoal, material, equipa
monto, etc. e a centralização parcial é aquela que reúne
bibliotecas de áreas afins, sulxDrdinadas técnica e adnd
nistrativamcnte ã biblioteca central, sendo esta respon-

228

�/el pela aquisição bibliográfica, pelo rcríinejnmmto
de pessoal e movimentação do verbas das dotviis bibliotecas.
Na estrutura descentralizada, a descentralização no sentido anplo é a dispersão do acervo, sem coordenação
e
controle técnico e administrativo,
um órgão central;
a descentralização coordenada consiste em estabelecer uma
relação mútua satisfatória entre a biblioteca
cc^ntral
(principal da universidade) e as demais bibliotecas, uma
relação que facilite o amplo acesso à totalidade dos re
cursos bibliográficos da universidade o que satisfaça às
necessidades da ccnrunidade universitária. Segue-se uma
síntese das reconcndnções sobre estrutura apresentadas
no Seminário de Mcndoza, jxatrocinado [*&gt;la UNESCO (19) e
no Seminário das Bibliotecas Universitárias prorxivido pc
Io ConseDio do Reitores das Universidades Brasilelras(ll)
Estas recomendações foram reconhecidas e enfatizadas nos
diversos traballios analisados (1,4, 7, 10, 12, 13, 14,
15, 16, 19 o 20).
A biblioteca devo ser reconhecida como parte da estrutu
ra total da universidade e caiir) elemento fundamental da
docência e da pesquisa:
- A universidade deve estabelecer unu biblioteca central
ou um orgão coordenador ecjuivalente, can
suficiente
autonomia, incuntido do supervisionamento, coordenação
e controle das atividades das deimiis bibliotecas da
universidade;
- a biblioteca universitária deve possuir um regunento
próprio no qual seja fixado o sou relacionamento com
as autoridades universitárias, assim como a estrutura
interna da biblioteca e suas funções administrativas,
técnicas e do serviços;
- o diretor da biblioteca deve participar dos órgãos co
leyiadosda universidade, com direito a voto;
- a direção da biblioteca deve contar com uma Comissão
Consultiva, conpostii f»r bibliotecários o professores
das dJ.ferentes áreas do conhecimento. Essa
ccnispao

229

�deverá ser coordenada pelo diretor da biblioteca e
deverá decidir quanto ã seleção do material bibliográfico, distribuição do orçamento, elaboração
de
planejamantos, etc.;
- a bibliot€3ca central ou órgão coordenador equivalente deve ocupar posição administrativa era nível mis
elevado possível na hierarquia, diretamente subordinada ao reitor.
3.2.3 - Suporte Financeiro
Quanto ao suporte financeiro pode-se resumir a opinião
de diversos autores nos seguintes pontos:
- A biblioteca deve ser dotada de orçamento próprio e
definidoqu2 atenda aos programas operacionais da universidade;
- a direção da biblioteca deve participar da Conissão
de Orçancnto da universidade;
- a biblioteca deve apresentar anualmente proposta orça
mentária à Reitoria e deve ser responsável pelo controle da aplicação dos recursos financeiros destinados a material bibliográfico no âmbito da universida
de. Esse princípio deve ser válido para recursos provpnieaites de convênios e outros;
- a biblioteca deve ser provida de recursos financeiros
proporcionais a uma relação usuário-acervo-funcionário;
- os padrões internacionais estipulam dotação
mínima
de 5% (cinco por cento), do orçamento global da universidade ã biblioteca central ou ao órgão de coorde
nação do sistema de bibliotecas da universidade. De
acordo ccm GEILFAMD (8), uma biblioteca nova ou em ex
pansão pode precisar muito mais que 5 (cinco por cento) , como uma antiga em processo de reorganização po
de precisar mais ainda;

230

�- o orçíiniGnto devo ser calculado tcmindo-sc como Ixiso 1
(um) ano;
- a biblioteca deve elaborar um planejamento [»ra dt'son
volvimonto futuro, com fixação de objetivos concn.'tos
que ixissam ser razoavelmente alcançáveis. O plane la
mento deve ser previsto para um período que atenda .T
nossa realidade (2, 4, 8, 11, 12, 14, 15 o 19).
3.2.4 - Padrões para Bibliotecas Universitárias
Da literatura consultada, o único trabalho cjuo apresenta
padrões brasileiros é o de CARVALHO (3), onde rcxrcmvidi
que as bibliotecas universitárias brasileiras deva.n dos
cobrir seus próprios parâmetros, de acordo cuni suas necessidades, objetivos, recursos e limitações, e não adotar metas fixadas arbitrari£UTente por um elemento (^xterno.
4 - SISTEMAS DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Foram estudados, apenas, os sistenas de bibliotecas universitárias que tiveram seus ante-projetos, projetos e
avaliações divulgados em publicações especializadas
e
que puderam ser visitados ou ouvido depoimento do biblio
tecário responsável polo sisteira: Núcleo de Documentação
da Universidade Federal Fluminense, Biblioteca Central
da Universidade Federal de Minas Gerais e Biblioteca Cen
trai da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
5 - OOTROS SISTEMAS
Além de sistemas de bibliotecas universitárias foram con
tactadas dois outros de interesse conplemcntar a
este
estudo:
- Biblioteca Nacional - Coordenação de Sistemas de Bibliotecas e Informação (CSBI) c
- Sub-Reitoria de Ensino para Graduados e Pesquisa
da
UFRJ - SR2, que, no período de 1978-âl contando com a
participação de uma Assessoria Técnica Administrativa,
projetou um sisteira integrado de informações de interes-

231

�se para a pós-graduação na UFRJ.
Entre os subsistemas desenvolvidos dois são de grande va
lor para a informação técnico-cientifica: Banco de Teses
e Sistcna de Publicações.
O Banco de Teses registra todas as toses de mestrado e
doutorado da UFRJ. É processado no Núcleo de Tecnologia
Educacional para a Saúde - CCS e hoje possui aproxinadamente 5.000 teses, que podem ser recuperadas por autor,
assunto, data de defesa, banca examinadora, curso, etc.
Foram inpressos Catálogos de Teses da UFRJ en 1979
e
1980, sendo que as teses defendidas até 1983 já estão in
cluídas no cadastro do Bfmco de Teses, podendo, portanto,
ser recuperadas via terminal instalado no Serviço de Do
cumentação da SR2 (prédio da Reitoria).
O Sistema de Publicações, definido para o registro
da
produção cientifica da conunidade acadêmica da UFRJ,após
análise, prograiiação e teste, não chegou a ser irrplantado.
6 - RESULTADOS
Destacam-se a seguir, alguns resultados extraídos da literatura consultada:
- Os sistemas estudados são subordinados ao respectivo
Reitor;
- em um sistema examinado, foi encontrado um "Conselho
de Diretores" com o objetivo de estudar regularmente
problemas comuns de interesse para a Universidade.De£
se Conselho participam os Diretores da Biblioteca Cen
trai, do Hospital das Clínicas, do Audio-Visual(orgaos
suplementares da Universidade) nas áreas de Controle
Acadêmico, Pós-Graduação, Planejamento, Administração,
Pessoal, Centro de Coiputação e o Prefeito da Universi
dade;
- os sistemas estudados, nas fases de estruturação, planejamento e desenvolvimento,contam com umaecjuipe formida

232

�por profissionais bibliotecários e professores usuários, de maneira infonnal ou fonral (Comissões Assesoras);
- nenlium sistem estudado apresentou estrutura totalmcn
te centralizada ou descentralizada;
- na literatura consultada, foi constatado que as biblio
tecas universitárias brasileiras devem" ... descobrir
seus próprios parâmetros, de acordo com suas necessida
des, objetivos, recursos e limitações ..."(3).
7 - CONCLUSÕES
As conclusões apresentadas referem-se apenas aos estudos
dos objetivos, da estrutura e do suporte financeiro de
sistemas de bibliotecas universitárias. O detalhamento
dos serviços (meios e fins) será objeto de estudos poste
riores.
Os bibliotecários participantes deste trabalho concluíram que:
- A estrutura atual das bibliotecas da Universidade justifica a implementação de um sistema de informação da
UFRJ;
- os sistemas analisados não se adaptam, integralmente ,
a atual estrutura da UFRJ;
- os padrões mínimDs para as bibliotecas universitárias
brasileiras ainda não foram, genericamente, estabeleci
dos;
- a subsistência do sistenva depende de sua vinculação djL
reta ao Reitor;
- o sistema deve possuir um regijnento próprio no qual se
ja fixado o seu relacionamento con o Reitor, demais au
toridades universitárias e também ccm as bibliotecas
que o integram;
- o sistena deve contar ccm unu Comissão Assessora fornn
da por bibliotecários e professores representantes das
áreas fundamentais da Universidade;

233

�- a estrutura do tipo de descentralização coordenada é
a que apresenta mslhores resultados para universidades
que já possuem bibliotecas sean sistora formal;
- o sistem deve ser dotado de orçamento próprio e def^
nido;
- o sistema deve prever e prover recursos adequados que
possibilitem o desenvolvimento de pessoal.
UNIVERSITY LIBRARIES - Models Systems
Abstract: A study through the literature analysis and
the professional experience on Systems implantation in
national University Libraries as basis for the def
tion of the UFRJ model.
Key Words: University libraries
Library systems
8 - referencias
1. ASSIS, Edivaldo de. A Biblioteca universitária e as
teorias dos sistemas. R. Bras. Biblioteaon. Doc.,
Brasília, W (3/4): 174-8, jul./dez. 1981.
2. ASSUNÇSO, Jandira Batista/ TAVARES, Turh Versiani;
SANTOS, Jussara Pereira. Recursos materiais e humanos de uma biblioteca universitária. In: SIMINÃ
RIO PARA ESTUDO DOS PROBLEUAS DE ADMINISTRAÇÃO E
FUNCIONAMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, Bra
silia, 1974. Relatório. Brasília, Conselho de Re_i
tores das Universidades Brasileiras, 1974, 14p.,
p.9.
3. CARVAIiO, Maria Carmen Rancy. Estabelecimento de Pa_
drões para bibliotecas universitárias. Brasília,
ABDF, 1981. 72p.
4. CORDEIRO, Vilma Andrade de Lemos. O Problema da informação na universidade: uso da biblioteca e a
utilização adequada das coleções bibliográficas.

234

�Rio de Janeiro, Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ,
1976. 37p. (Monografia apresentada por ocasião do
59 Curso de Atualização em Estudo do Problemas Ura
sileiros).
5. FERREIRA, Lusimar Silva, hiblioteoar, brasileiras: aná
lise de estruturas centralizadas e descentralizadas.
São Paulo, Pioneira; BrasíliajIML, 1980. 118p. (Ma
nuais de estudo).
5. FIGUEIREDO, Nice. Bibliotecas universitárias e especia
lizadas: paralelos e contrastes. R. Pibliotocon.Bva_
sília, 2_ (1): 9-25, jan./jun.l979.
7. GARDINI, Marilia Junia de; RIBEIRO, Angela Lago; F®1?EIRA, Otília Borja Pereira; SOARES, Vera Glaucia
Mourão. Um sistema centralizado de bibliotecas: o
nodelo da UFMG. In: CCWGRESSO BRASIIiíIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., Curitiba, 1979./lnaifl.
Curitiba, Associação Bibliotecária do Paraná, 1979.
V. 2, p.736-77.
8. GELFAND, M.A. Las bibliotecas universitárias de los
pa'Cses en vias de ãesarrollo. Paris, UNESCX), 1968.
177p. (Manuales de Ia UNESCO para Ias bibliotecas,
14).
9. GOMES, Hagar Espanha; CORDEIRO, Paulo Py; BOYCE,Bert
R. A participação da biblioteca universitária no
Sistema Nacional de Informação Científica e Tecn^
lógica e em outros sistemas de informações. In: S
MINÃRIO PARA ESTUDO DOS PROBLEMAS DE ADMINISTRAÇÃO
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sília, 1974. Relatório. Brasília, Conselho de Rei
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1956. 641p.

237

�1
1

�CONCEITOS E DIRETRIZES PARA O SERVIÇO
DE REFERÊNCIA: Primeiros Passos para
a sua Discussão
NEUSA DIAS DE MACEDO
Professora do Departainen
to de Biblioteconomia
l
Documentação da ECA/USP
Resumo: Premência de formulação de
refero^aial
teórico e diretivo para o Serviço de Keferemia
leva à apresentação deste texto para servir ^ c
base a discussões sobre conceitos e
diretrise-^
para o estabelecimento do Serviço de í{cferenüia_
e Informação. Situações típicas de Referencia sao
descritas com o intuito de serem extraídos, mais^
aoncretamente, conceitos sobre "obra", "questão
e "bibliotecário de referência" até ohegar se a
Uma configuração do SR em quatro faixas: _A
ferência propriamente dita; B - Orientação
mal ao usuário; C - pias eminaçao da Injormaçao,
D - Divulgação e interpretação da biblioteca,
caliza-se, ainda, os "Guidelines" da ALA
^
ohamar atenção quanto ã necessidade de a Bid
teconomia brasileira atentar para diretrizes na
aionais para o SR e Info. Por fim, aponta-se
a
dualidade do SR e Info, como Setor em st, tenáo^^
seus momentos—meio, e como Interface entreo usua^
rio e a informação, canalizando o esforço organi
zado de todos os setores da Bjiblioteca, no
momento-fim. Recomendações sao dirigidas^ a.i
Ias no sentido de atentarem para um ensino mai
crítico ao conteúdo da Referência e aos Pesquis^
dores para procederem a estudos nesta _arca, nu
seqüência gradativa de : s i^tematizaçoes e
nósticos; diretrizes e padrões; experimen os
metodologias para avaliaçao de serviçose ger
Çao de conhecimentos novos de ordem naciona
Palavas-chave : Serviço de Referência e Infonnação. Concel^
tos e Diretrizes.

239

�introdução
Intrigante omissão sobre o Serviço de Referência (SR) em relação ã incidência de temas sobre avaliação de serviços bibliotecários e estudos de usuários leva a refletir sobre essa
inversão de valores na literatura biblioteconô
mica brasileira.
Desgastadas são as observações sobre a inexistência do SR e as falhas desse serviço. Já
é
tempo de partir para estudos e pesquisas
que
busquem melhor caracterização do SR e que esta
beleçam diretrizes básicas para a sua estruturação.
Teoricos e pesquisadores da área devem contribuir para a produção de um "corpus" de conheci
mento oferecendo subsídios aos planejadores
de sistemas de informação que precisam antever
a ambientação de um Serviço de Refência e In formação (SR e Info.) e formular adequadamente
uma política inicial de atendimento aos usuários.
Para iniciar o estudo, é conveniente verificar
o que está ocorrendo em países desenvolvidos .
Surpreende o fato de que, nos Estados Unidos,
há mais de 40 anos, preocupam-se os especialis
tas com "Standards" e somente em 19 76 a
ALA
emitü "Guidelines"para o Serviço de Referência
e Informação ( i) .No Brasil, em 1983, foram
traduzidas para o português essas diretrizes e

240

�^ue, resumidas, serão ^~resentadc^, no fim deste
trabalho^ como base para discussão.{2) Para
um
'state-of-art" sobre Referência, recorienda-se a
leitura de Library Trends, Winter, 1983 ( 6 ) .
9 que são Diretrizes?
Sao delineamentos básicos institucionais para o
estabelecimento de uma base-comum ao SR e Info.
Deve constituir um documento onde conste o "Deve Ser" do SR/e Info. E para que sirva de marco
nacional, é preciso que um organismo representan
te da área e da maior credibilidade (como por e^emplo é a American Library Association y emita
essas Diretrizes em forma de documento oficial da
classe. Não se preocupa com números e medidas co"ío acontece com os Padrões. Fornece informações
gerais, tais como: objetivo e escopo do SR e Info;
Serviços; recursos; pessoal; ambientação física ;
princípios éticos; avaliação, esquema de manual de
Serviço.
Q que são Padrões?
^So modelos de uma realidade nacional bibliotecária, estabelecendo critérios quantitativos sobre,
exemplo, orçamento, acervo, área, pessoal,ins
talação, serviços para que sirvam de apoio no mo-"^ento de planejamento e/ou de avaliação dos siste
bibliotecários.
Publicadas pela Unesco, existem as "Normas para os
Serviços Bibliotecários", tendo em conta bibliotecas nacionais, universitárias, especializadas, pu
"licas e escolares de diversos países.( 8) E preciso que os países em desenvolvimento façam a devida restrição no momento de aplicarem normas internacionais, levando em conta que são modelos de
^®?íidades diferentes.
pôs essas primeiras reflexões, é preciso que fi^^e bem claro que as Diretrizes devem ser estabe
ecidas como passos iniciais, a fim de preparar
terreno para os Padrões,
ntretanto, antes das Diretrizes e dos Padrões,ne241

�necessário se faz obter dados consensuais sobre o
SR e Info, por meio de discussões sobre o que
significa Serviço de Referência e por intermédio de estudos de campo para verificar os posi
cionamentos existentes nas bibliotecas brasilei
ras.
Este trabalho tem a intenção de, pelo menos, cha
mar
atenção para a problemática da falta de
conceituaçao ao Serviço de Referência e de contribuir com uma série de conceitos frutos
d®
experiência profissional e didática. Embora tenham um tom didático, os conceitos que são apr®
sentados a seguir têm o propósito de servir de
base para discussões e dar margem para melhor
demarcação das várias facetas que representam
um moderno Serviço de PEferência; agora já ala£
gado para um termo mais abrangente; Serviço de
Referência e Informação.
2 - CONCEITOS E CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE REFE::^
RENCIA
Optou-se, primeiro, por visualizar uma situaça®
de Referência e, depois, extrair dela uma conceituaçao, que não ê definitiva e tem por objetivo servir de base para discussões.
Primeira situação
Existe
gama imensa de obras de referência^
praticamente desconhecidas por grande parte dos
usuários de bibliotecas. Por isso, o bibliote-^
cário de referência ê solicitado constantemente para ajudar na solução de questões dos mais
diversos tipos:desde aquelas que envolvem a !£
calização da informação em dicionários lingüís
ticos, enciclopédias, diretórios, almanaques i
anuários, atlas, etc. aos outros tipos de ques
tões, que mais são consultas e dificuldades qu®
os usuários têm no uso do catálogo e fontes de
informação ou, ainda, necessidades de um levan
tamento bibliográfico de assunto, de seleção
de material para uma aula, etc.
242

�Esta e uma situação de referência que demanda a
presença de um bibliotecário no salão de leitura para assistir ao usuário. Com apoio de obras
de referência, o bibliotecário indica a fonte
mais adequada que responda àquelas questões, na
quele momento, para um determinado propósito.
Em decorrência dessa primeira situação, surge
uma exigência: conceituar também o que é obra de
referência,questão de referência e bibliotecário
de referencia.
1 " o tipo
JJÍ f^FERÊNCIA,
. ^
^
.
de fonte de informação
que foi
concebida e estruturada para servir de instrumento
de
consulta em momentos determinãd'"&gt;F . Desta forma,o
arranjo da matéria é geralmente alfabético, sistemático ou tabular, sempre provido de índices
que completam o acesso ã informação.
Existem dois grandes grupos de obras de referên
cia, comumente distinguidos pelos nomes de :
Obras de Referência; B - Fontes Bibliográficas,
que precisariam ser melhor fixados.
~ Obras de Referência
- são aqueles tipos d*"
fontes que permitem a obtenção de dados informa
tivos e conhecimentos de um assunto ou tópico na
integra, tais como: informação enciclopé_dica ,
histórica, biográfica, estátisticaj misoelânea, en
dereços, etc. São fontes gerais e especializadas; internacionais, nacionais e regionais, do
tipo dicionário, enciclopédia, anuário, diretório, atlas, etc.
Fontes Bibliográficas , do ramo da bibliograf^
a, sao obras de referencia que indicam e/ou endereçam o usuário ã informação primária. Class^
ficadas como fontes secundárias, arrolam refe rências bibliográficas de livros, trabalhos de
congressos, teses, artigos de periódicos, etc.
e sao, também, providas de índices que permitem
a localização da informação por diferentes meios.
Podem ser^também, gerais e especializadas; internacionais, nacionais e regionais: são as bibliografias, índices, resumos, etc.
243

�E praxe que a Coleção de Referência seja const^
tulda por esses dois tipos de obras de referência, mas cada área de conhecimento tem fontes dê
informação típicas e mesmo, por conveniência de
consulta rápida, merecem ficar localizadas nessa
seção. São, por exemplo, as Farmacopéias, Manuais de Engenheiro, Catálogos de Equipamentos,Co
digos. Histórias de Literatura, Grandes Obras ;
etc.
Com isso, não quer dizer que o Bibliotecário de
Referência deva ficar confinado às obras de Refg,
rência para responder perguntas ou resolver qual
quer dificuldade do usuário. Todo o acervo
âa
Biblioteca e de outros sistemas de informação,
ajudas de especialistas devem ser objeto
&lt;3e
sua atenção para encaminhar o usuário, e nunca
deixá-lo sem uma resposta e/ou ajuda.
2.2 - Questão de Referência
Distingue-sevaquestão típica de Referência como a
quela que, em princípio, ê respondida pelo profissional da área e/ou até por outros especialis
tas, e não pode ser confundida com perguntas rotineiras: Onde fica o banheiro; que horas são?
Desta forma, em busca de uma classificação que
subsidie àqueles que vão planejar técnicas de
avaliação e precisam elaborar impressos para as
sentar quais as perguntas que devem ser conside
radas como do Setor de Referência, é preciso dis.
tinguí-las bem.
A questão típica de Referência ê, na verdade ,
aquela respondida por meio de obras de referência que dãb respostas a perguntas, tais como: O
que é? Quem ê? Onde fica? Quando aconteceu?
O
n9 X de... O autor de... O assunto... O endereço de... Enfim, aqueles tipos de obras elaboradas especificamente para a consulta (dós dicio
nários às bibliografias).
Quanto a outros tipos de questões, consultas e
dificuldades no uso dos recursos da biblioteca,
que os Bibliotecários têm para atender no seu
244

�^s~a-dia, e que extrapolam, muitas vezes, o Setor
'Je Referência e podem chegar a um Setor de Processa
®ento Técnico, devem ser objete _de estudos de cam
Po para chegar a uma classificação de^perguntas, a
discutida em nível nacional até alcançar
a
consenso.
2.3 Bibliotecário de Referência
Em princípio, pelo fato de ser necessário fi^r
cqm.petências e^tenSnologia, atribui-se o titulo^^de
'Bibliotecário de Referencia P5^?. "
mipsnal destacado para atender o publxco,
^ lato
tões especializadas. Ou seja: informar (n°
sensu) sobre assuntos da área e que
(^gnpeito ã indicação de fontes de informação, den^
tro e fora da biblioteca; uso dos
^
e qualquer tipo de orientação em que
. -ggo
pesquisa bibliográfica e a leitura; ®
cultural,
a organização de
a ela
alerta e disseminação da informação (
j
boração de bibliografias a boletins
SDI, etc.).
jj- Situação
Além de responder questões de
gébliotecãrio ê solicitado para resolv
^j^ficuL
rie de dificuldades do usuário. Ent^ inralizardades, pode-se exemplificar algumas.
hps: lidar com
encontrar uma publicação nas estant '_„,,isa biuma obra de referência; iniciar uma pesquisa d
bliográfica, etc.
^
nrpvis
Desta forma, expedientes vários deve
tos para evitar o desgaste dos usuar
js- situação
Além de responder
questões e °^i®"^g^jj^jidade
cabe ao Setor de Referência a
, novo. na
de alertar o usuário sobre o
atualizá-lo
sua área de interesse ,no sentido
.
a
quando pode vir ã biblioteca e an
f assidua
informação quando não pode freqüenta-la assi _
mente.
245

�Dependendo da estrutura e disposição organizacio
nal da Biblioteca, expedientes de ordem biblio gráfica e de disseminação da informação serão pre
parados fora ou dentro do Setor de Referência. O
importante é que o Setor conte com suportes de
disseminação para exposição ou divulgação, tais
como: murais, estantes de livros novos e fascícu
los correntes de revista; listagens e boletins de
últimas aquisições; bibliografias, índices de pe
riõdicos correntes; boletins de sínteses, SDI,
etc.
Com o exposto, pode-se compreender que o Serviço
de Referência não é fácil de definir-se em poucas
palavras. Entende-se que ele comporta quatro linhas de atuação do bibliotecário a saber:
A) REFERÊNCIA propriamente dita - que corresponde à
tradicional "ready reference". O bibliotecário ,
no seu posto, aguarda ser procurado pelo usuário para responder a questões de referência e a^
sistí-lo numa de suas dificuldades de localização e obtenção da informação, bem como o encaminha a outras instituições quando não existe
no
recinto a informação.
B)ORIENTAÇÃO FORMAL AO USUARIO - quando o Setor pro
grama, de forma sistemática, visitas orientadas a
biblioteca, cursos, etc. para instruir os usuário®
no manejo da biblioteca^, na prática da pesquisa bibliográfica, etc.
C)DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO - que corresponde ã moderna posição de se antecipar a busca da informação pelo usuário, preparando boletins bibliográficos e informativos; sínteses da informação; instrH
mentosde alerta e disseminação seletiva, corrente^
da informação, não o obrigando a vir amiúde ã bi '
blioteca.
D)DIVULGAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DA BIBLIOTECA - por mei"
vários: impressos, comunicação visual, audiovisual®
a fim de colocar a par o usuário de
como funciS
na o sistema de informação.
246

�^ ~ Diretrizes Básicas para o Serviço de Referência
e Informação
Para efeito, ainda, de propiciar discussões a res
peito da necessidade de pensar em traçar Diretrizes para as nossas bibliotecas universitárias, aproveita-se a oportunidade para comunicar a tradu
Çao feita aos "Guidelines" da ALA ( 2) e anresen
tar pontos de destaque dos mesmos:
introduçAO
Requer-se re-exame de conceitos e metodologia do
Serviço de Referência.
Avanço de tecnologia, diversidade crescente de re
cursos informaclonals e de grupos de usuários têm
iwplicado no aparecimento de novos e aperfeiçoa
^os sistemas de recuperação de informação, exigin
portanto, alta prestação de serviços.
Interesses diferentes de usuários exigem apoio ex
terno para suprimento de recursos informaclonals.
Está sendo aceita a idéia do compartilhamento de
decursos, contando para isso com sistemas coopera
tlvos e funcionamento de bibliotecas em redes.
E&gt;o.gência de bibliotecários mais capacitados etre^
riados^para negociar questões com os usuários e o^ientã-los na utilização dos recursos da bibliote
ca.
^
Necessidade de aperfeiçoamento contínuo dos bibllo
tecãrios. Estes profissionais devem estar em dispo
í^^^ilidade em todo o horário de atendimento da biblioteca .
^dequar estratégias de serviços aos diversos níveis
usuários, sendo que também usuários potenciais
evem ser objeto de atenção no planejamento de at^
^idades.
®ftas Diretrizes,entretanto. visam a oferecer sub
®i-dios para a determinação de um padrão básico de
Prestação de serviço de referência e informação
principalmente para as instituições que carecem de
irecionamento prático e de auto-avaliação para o
247

�tiesempenho desse serviço.
São dirigidas não s5 a bibliotecários como educa
dores, administradores e mantenedores de biblio
tecas.
SERVIÇO DE REFERÊNCIA E INFORMAÇÃO E SEUS NiVEIS
Encargo fundamental para atingir a satisfação dos
usuários reais e potenciais.
No processo de transferência de informação,sua
função tem a característica principal de otimizar
o uso dos recursos informacionais, por meio
de
real interação do sistem.a com os usuários
em
dois níveis: diretos e indiretos.
Entende-se que o nível direto inclui o atendimen
to pessoal e a instrução oferecida aos usuários
e o nível indireto o acesso ã informação pelos
instrumentos bibliográficos, base de dados e re
cursos provindos de acordos interbibliotecãrios.
SERVIÇOS
Existência do SR e Info, não sõ para ir de encon
tro às necessidades imediatas do usuário como pa
ra antecipar suas demandas.
Preparação de "manual de serviço" para uso inter
no e também para ser consultado pelo usuário.Con
ter definição clara dos objetivos do serviço;
mostrar a extensão e limitação do mesmo; a quem
e por quem é oferecido. Importante porque estabe
lece uma política de prestação de serviço.
Necessidade de avaliação periódica dos serviços
prestados e encaminhamento a fontes
externas,a
fim de apontar barreiras e deficiências. Identificação dos usuários reais e potenciais para detectar graus de satisfação e sucesso na obtenção
da informação.
Oferecimento de programas de instrução aos usuários para otimização do uso da informação.

248

�Elaboração de guias bibliográficos e instrun-.en tos de alerta para facilitar o conhecimento
do
potencial bibliográfico existente.
Adequação do ambiente físico da biblioteca para
possibilitar melhor interação do usuário ao sis
tema . Além do atendimento pessoal, outras formas de comunicação devem ser providas: correspon
dencia, telefone e outros.
Extensão de atendimento ao usuário, por ineio de
coopi^ração inter-bibliotecária e encaminhamentos
a outros Serviços de Informação.
PECUnSOS

IliFORJlACIONAIS

Adoção de política de seleção que atende não só
aos interesses imediatos de usuários reais como ,
também, as demandas possíveis de usuários em potencial. Atentar para campos determinados que po
tíem ser cobertos pelos acertos cooperativos.
Composição do acervo levando em conta vários ti^
pos de suportes, bem como duplicação de itens mux
to solicitados nara agilizar demandas.
^slacionar seleção de materiais com níveis de pr^
tação de serviço: demandas gerais, apoios, pesqu^
sa, etc.
Revisão constante quanto ã condição, utilização e
atualidade do material, para fins de conservação,
descarte e reposição.
Padrões de atendimento ao público e horário de fun
cionamento em consonância com necessidades dos usuãrios. Durante todo o expediente, um biblioteca
i'io habilitado deve prestar atendimento aos usuários .
A equipe de referência deve promover ativamente o
uso de todos os serviços da biblioteca e bem as^istir os usuários. Para isso, áreas apropriadas
para o SR e Info, devem ser providenciadas.
249

�AMBIENTAÇÃO

TÍSICA

Localização do SR e Info, e suas unidades
em
pontos próximos ã entrada principal e onde circulam os usuários.
Coleção de Referência localizada em área de fã
cil acesso, para rápido e eficiente atendimento.
Provisão de salas especiais para estudo individual e em grupo.
PESSOAL
Adequação de fcjnnação acadêmica, conhecimentos pro
fissionais e facilidade de comunicação com o pfí
blico_são requisitos para escolha da equipe de
Referência.
Educação continua e aperfeiçoamento profissio nal como responsabilidade do indivíduo, dos administradores e de instituições.
AVALIAÇÃO
Pesquisa periódica junto aos usuários para avaliar os serviços deve ser atribuída a pessoas
(Qualificadas para esse fim. Resultados serão u—
tilizados para relatórios, previsões orçamentárias e decisões administrativas.
Stica de serviço
Informação prestada a mais exata possível, sem
interferência pessoal ou ideológica, mantendo-se
o mais perfeito sigilo profissional.
A disposição dos interesses, por escrito, normas
e princípios devem ser executadas com imparcial^
dade.
Como representante da Biblioteca perante o usuário, o bibliotecário não deve receber qualquer
espécie de remuneração pessoal.
250

�ode-se antever que haja objeções ao estudo
de
^ documento tão geral e que não contenha gran es novidades, mas o importante é que a matéria
possa suscitar reflexões sobre a necessidade de
est^elecimento do SR e Info, dentro de uma sise^tica, com consenso nacional, e explicitando
P^iiticas de atendimento para dar conhecimento
publico!
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os primeiros ^passos aqui deixados para caracterizar a Referência ainda carregam a herança do
que foi o Serviço de Referência iniciado com as
Idéias de Samuel Sweet Green quando pronunciou
Seu discurso "Personal Relations beteween Libra
nans and Readers" em 1876 (4), criando a American Library Association. Entretanto, como tudo
Brasil está para ser feito e discutido, nada
•"ais natural que colidam as preocupações de quem
Queira colocar a casa em ordem, em termos concej^
uais e diretivos, com as necessidades modernas
e criar sistemas de informação especializados
que não podem prescindir de tecnologia sofistica
a para a^recuperação da informação rápida. O im
P^'^tante é que o Serviço de Referência, mesmo na
Sua forma tradicional, não seja entendido como
^ recorte de atividades bibliotecárias estanques,
esvinculado do todo, mas, sim, como o fluxo fi-nal onde^escoarã o processo de transferência da
nformação que acontece desde a seleção dos mate
ã análise da informação. E preciso que se
encare oServiço de Referência como o Serviço de
nformação em si, a Biblioteca funcionando a too Vapor, numa conjugação de esforços. O profissional destacado para servir no Setor de Referên
passa, no momento da recuperação da informaa ser a ponte entre o usuário e
informação disponível e acessível, emprestando calor hu
ano ao lado de alto profissionalismo.

251

�Desta forma, o Serviço de Referência é um misto
de atividades (que no seu recorte funcional tem
momentos -meio) e de interface humano (que, na
sua função de representante da biblioteca como
uni todo, tem seu momento-fim) .
Portanto, o Serviço de Referência ê a otimização
do uso da biblioteca e da informação, numa forma
de assistência pessoal (por telefone, carta
ou
outros meios) pelo profissional habilitado para
esse fim. Este se vale de todos os recursos exi£
tentes, dentro e fora da biblioteca, para informar o usuário e ajudá-lo nas suas dificuldades,
em qualquer tipo de propósito para qual venha ã
biblioteca. Aos que não vêm ã biblioteca, prepa
ra expedientes de alerta para preencher suas ne
cessidades de atualização e, de alguma forma,pa~
ra aproximá-lo dabiblioteca. No sentido de tornálo mais independente, provê em formas diversas,
orientação para usar mais adequadamente os recur
SOS da biblioteca e/ou encontrar mais facilmente
a informação.
RECOMENDAÇÕES
As ESCOLAS
Que o ensino da Referência leve o estudante
a
pensar criticamente sobre questões conceitua.' s e
diretivas para melhor estruturação e desempenho
do Serviço de Referência, a fim de estar prepara
do, futuramente, a decidir políticas de atendimento ao usuário e levantar diretrizes para o Ser
viço de Referência e Informação de suas bibliote
cas .
AOS POS-GRADUANDOS E PESQUISADORES DE BIBLIOTECONOMIA
Que os põs-graduandos de Biblioteconomia se incli
nem a proceder a pesquisas na área de Referência,co
meçando pelas sistematizações e diagnósticos para,
então, passar para diretrizes e padrões até alcan
252

�Çar experimentos e metodologias de avaliação
do
Perviço de Referência e, por fim, gerar conhecimentos novos de ordem nacional, sobre o Serviço de
Referência e Informação de Bibliotecas Brasileiras.
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Reference and Adult Services Division. A commitment to information services:developmental
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reference users in the metropolitan Atlanta
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of selected libraries and of selected users of
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253

��ESTRATfiGI7\S DE ANALISE E hVALlPÍ^O DO SERVIÇO
DE CCMUTAÇÃO DOCUMENTARIA DA UNESP
lEREZA DA SILVA FREITAS OLIVEIRA*
MAURA DUARIE MOREIRA GUARIDO *
MARIA JOSÉ STEFANI *
SYLVIA HEI£NA MORAI£S HCHIGÜELA
DE MORAES *
MARIA APARECIDA MARITAN BUIM *
Ríiumo: Avatia a -LtUemidade, de uio da col&amp;ção de
pi^t-icaqZeJi petüódicoA da UhlESP- deiUno doi piÃncZpioi, impoitüi pela Comutação, de abe/itiita e paA
tÃcÁpaçãa em comum de aceAvoi documentÓAioi, po^
um uiuveAio de uiuÕAioó em condições de Igualdade.
Ap^eJ&gt;etita oi vãkloò necuMoi de contA.ole, elaboiadoi pa^a identci^-ccoA, buicoA e anaíiiaA a demanda,
bem como o^cAeceA iubiZdioi pam ajpoílÜca de de
ienvolvimetvto dai coteç^e^ de peàÂ-õdLcoi, na leae
de bibtiotecaÁ da Uyiiv eu idade.

Palavras-chave: Comutação Documentária c3a UNESP.Es
trabégias de análise e avaliaçao.

* UNESP - Biblioteca Central

255

�1. Introdução
O Serviço de Comutação Documencâria da UNESP, (SCDUNESP), foi inplantado em fins de 1977 e apresenta carac
terísticas e princípios bastante definidos entre os quás
podemos citar:
- participação em comum de acervos documentários
- condições de igualdade entre os usuários de todos
os cairpi
- abertura de acervos para universo naior de usuárias
O serviço ocorre em dois planos:
1.1. No ânbito da própria UNESP

1.2. No ânbito extrar-UNESP

256

�No primeiro plano, tenos as bibliotecas da redo qpo
rando entie si inclasive oom a Biblioteca Oentral. No se
gundo caso, as unidades em sua maioria atravcs da BC, so
licitando e reoebendo artigos dentlficDs de outras ins
tituiçoes, tanto nacionais quanto estrangeiras.
Assim, indicamos dados os quais denonstram a abran
gêncLa do SCDAWESP, no decorrer de 1982 e 1983.
UNESP - OOMOTflÇÃD DOCUMfMT/iKIA
JAN./tEZ. 1982
ARTIGOS ATENDIDOS
4flT 1 COS
TOTAL
E XTRA-UWESP
;OLICITADOS UNESP e1REHáconu MBRAf 1 E *T.DUT«0 CER&amp;L
araçatuba
1.061 713 29 31 18 36 164 1.011
araraquasa
108 148 105 209 426 2.206
2.322
67 296
ASSIS
390 106 08 32 25 58
2.250
478
BOTUCATU
134 264 158
32
03
05
TRANCA
32 24
289
77
344 i65 01 20 13 13
cuaratimcuetA
1. 770
341
69
.'LHA SOLTflAA
264
2. 001 ..015 08 73
05 22
04
instituto artes nr pi ama. rr
22
48 1.432
JABOTICABAI
1.432 1.2S4 09 06 85 30
64 446
marília
446 207 19 113 32 11
70 216
f^REStDENTF PRunfMTr
216 98 05 n 12 20
1.021
186
*'0 clarc
1.046 566 06 S9 142 62
SAO JOSÍ D05 TAHPOS
697 328 58 56 31 44 U5 652
5*0 JOS£ 00 RIO PRETO 3.006 .824 65 132 260 223 488 2.992
UNI D A 0 £ 5

TOTAL

15.437 .601

460

815 1.25l| 942 2.574 4.643

257

�LNESP - ocMur^içSo documentaria
JAN./our. 1983
ARTIGOS ATENOtOOS
ÁRTICOS
E XTRA-UNESP
&amp;OLICITAOOS UNESP 8 1 REH COHUT nSRAP k EXT. }UTROS
990 278 6ã 40 05 15 34
AKARAQUARA
2.039 552 93 107 72 55 100
ASS 1 S
66 5 ^2 02 65 05 28 36
2.383 837 145 129 126 92 189
BOTUCATU
Fit ANCA
02 OS
cuakatincuetA
406 122 02 31 35 • 11 28
2.745 L.245 06 115 193 25 320
ILHA SOLTEIRA
16 09
INSTITUTO ARTES OE flAMALTí
1.499
L.078 12 23 5ó 13 21
JABOTICABAI
778 350 10 63 20 02 55
HAKfLIA
PftEStDCNTE PRUDENTE
469 267
22 11 07 20
RIO CLARO
_i.387 496 18 76 92 46 96
SAO JOSC OOS CAHPOS
1.447 441 148 54 20
40
SAO JOSÍ 00 RIO PRETO 1.805 729 7 5 113 108 23 111
BIBLI')TECA CENTRAL
142 70
22
04 02
TOTAL
17.asa &gt;.617 579 866 743 323 1.057
UNI D A 0 C S

TOTAL
CERAL
44:
9'?
305
i.5ie_
Zi229 .
1.904
09 .
1.20S .
500
327_
824_
703
1.159_
98
10.105

2. Estratégias
2.1 Avaliação c3a intensidade de ijso das cxjleções de pu blicaçces periódicas existentes ou não na UNESP
2.2 Análise de demanda de literatura dos usuários
pc^
classes de assuntos

258

�_ 2.3. Diagnóstico do nível de satisfação do SCD
airbito UNESP e extra-UNESP

no

3. Avaliação da intensidade dg uso djK coleções
EyWj.çaçõ^ periódicas existentes ou não na UNESP

ite

Piura esse fim, até o presente moirento, adotamDs
seguintes recursos:

os

3.1. Çâtãlo® dg Desiderata
3.1.1. Características
_Sua elaboração facilita a política do seleção e aqui
siçao da rede de bibliotecas e auxilia a interpretar as
necessidades de desenvolvimento da coleção, notadairente,
no que se refere:
a) quais são os títulos novos qus devem ser assina
ffcs para a Universidade;
b)^ quais são os títulos que requerem coitpleteza de
ooleção.
Para o primeiro caso, a variável considerada é a se
guinte:
- (,fLiiqumcÁ.a de pedidoi rfe a/vtigoi ciaitZiicoi pan.a U
tuZüi, rfe Kiv-iitoii, não íxÁ^tínteA na UNESP.
Assim, a conclusão a que chegamos foi a de que para
aiguns títulos, os totais gastos em cópias xerográficas,
sao tão elevados qus justificam as efetivações de novas
assinaturas.
No segundo caso, esse catálogo constitui instrumento
^lioso para a política de intercânbio e cooperação en
tro bibliotecas, pois quando do recebimento das listas
&lt;3e duplicatas,ele oferece a interpretação precisa:ano(s)
wlume(s) fascículo(s) de determinada(s) revista(s) dcse
jada(s) pela UNESP para oompleteza da ooleção.
A variável itedida é a seguinte:

259

�- ^lequéncÃa de pídidoi dz cuitígoi cíe.tttZ^-íco6 pahJi
tltixloi dn KZM-Uytcu, íxÁJ&gt;tí¥iteJi na UfJESP com íalhcu.
3.1.2. Estrutura
Mediante o formulário de pedidos do SCD são extraí
dos das referências bibliográficas apenas os seguintes e
lenentos: Tltulo(s) da(s) revista(s) can os respectivos
volunnes, fascículos e anos, existentes ou não no acervo
da UNESP. Esses dados são registrados em fichas idênti
cas ãs utilizadas na técnica de indexação coordenada,dis
postas em ordem alfabética de título da revista, ccno no
exeiiplo:

260

�Assim sendo, por intermédio dosse catálogo mais as
estratégias descritas no item 3.2, chegamos ao seguinte demonstirativo, no ano transato de 1983:
a) Títulos novos a serem assinados
Poult. Sei.

I2S

b) Títulos qu9 reqijerem Goiipleteza das coleções

261

�Outro recurso bastante válido c»nstitvie o:
3.2. Catálogo dos Títulos ^ Pgri^cos çgn o nível
^ (temanda ^ SOT eQF ÇanEUg \,ni-versltario.
3.2.1. Características
Este estudo permite uma análise
Dolítica de desenvolvinento das coleçoes de periodi^^
cada unidacte da re&lt;te. Os resultados "OS M
à determinação do núcleo de pubUcaçoes
bem cano chega a deitcnstrar as necessidades de
ç5es de assinaturas na Universidade e os canpi destina _
rios.
3.2.2. Estrutura
são relacioTiados todos os títulos ^
citadas através do SCD, existentes ou n^ na urpP,acre|
cidDS cto total ^ pedidos de cada unidade no fonmilari
a seguir:

tvtt
!*

ííiue

262

•^1 1

nrflt»
•■«HA

IUlinocn'^
ESTADUAL
IwOliJ UNIVERSIDADE
imioiiCA
ciNitM PAULISTA
MMICO K (idCIWWTHAO • IHrOMUriC*
ciMurH'h) poi-uniwiitiaift
í' i' £ 1 ?*
Tftalo.
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frtlH»*! «11 •l.-B.HMIKi
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I'AimtkL Ul aioM uiLAL mrt.iiiMj WSI.MICH
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I'tMNa*!. •&gt;»' MllirtlfMCAI. * Hiwmnicfkl. OTiitoev
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KMiwMi. »r VMM/.v MTOMt MiKTOM tucirrí
0t —
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KMMWI. ur •»«. • JOINT BIIM».in
It
fniMiM. M ■PiTif.B tJMaaoamr ntrim
- II
ur MITtM MMSI.MW MCim
•1 MMMl mtrMMIk (OTAL «MOCIATIM
•4 •)
WIUMML or CMIAItlM MJfTAk MMCUTtOM
— — _ — - II - —
IWWWUH CtM—lPi Wí wtc—towii
—
•1
JOui»i. ar CATAkmi

�Deste modo chegamos ã representação dos títulos para
os quais devem ser estudadas as possibilidades de mis
una assinatura bem ccmo os cançá demandantes.

Crop

Jab Bot IS
J.Biol.

Hunan

Bot SJRP Jab IS
Ehdocrinology

Am. J.

Araç Bot Jab Ar
rhyto75

Ar Jab
J. Ecxanomic
EUtamology

Bot Jab
J.Heat

Bot IS Ar
Biochem
Phys.

57

Jab IS
assinatiira

riii^r IS
não assinatura

^

263

�4. Ãnálise ^ demanda ^ literatura dos usuários por
classes de assuntos.
Atualmente, os registros efetuados objetivando veri^
ficar as necessidades informacicnais da clientela do SCD
são os seguintes:
4.1. Catálogo Taxonômioo
4.1.1. Características
Este estudo nos oferece uma interpretação clara das
atividades acadêmicas leveindo-nos a conhecer de maneira
personificada as linhas de pesqviisa, notadairente dos usu
ários qua se dedicam a algumas formas de vida dentro das
ciências biológicas, ciências agropecuárias e parte da
geologia.
Por outro lado, auxilia a alocação por cairpus,
do
grande número de publicações recebidas na BC por doação,
pernruta ou resultantes de convênios firmados. O intuito
está no encaminhamento das publicações aos cairpi, onde
estão os usuários que respondem àquelas demandas.
4.1.2. Estrutura
são anotados os nomes científicos e/ou nomes comuns
dos seres pertencentes aos três reinos: ciniinal, vegetal
e mineral, con a indicação do(s) name(s) do(s) usuário(s)
que desenvolve(m) pesquisa(s) scbre o mesmo(s).
As variáveis analisadas são:
- iZtuloi doi oAtígoi iotLCÁXadoi
- nomu ciíntZi-ccoi o./ou. comum doi ieAU da fizinoi
arUmaJ, vtgeXat e minMol qaz ilguAom na tZtutoi doi aA
tcg Oi
- nomi doi docmtdi ioticÃXantin

264

�K«nincua, ft»r9ân&lt;S» Kari» '•
r,p».
M0l09l«
r.culd.Ua
du Clinel^^Açrcp-cuííl*
Açrírl« •
Vvtarlnirt**
Cupus J«botic«bal

upgsp ■UX UEOSlOAOt eSl»OU«l PAUtilIA
CâWfW» Ct
fi;nLIOT£CA CtNlRAL • ntlTCWl»
g^_cQje ComvilQCao DcramLi^qna.
U/M/S4
v,i^ fir» - í»»*

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OiU
*1 I j,. IS,^
j| tfn!» Bil • CK«'* tV.

** '***"

__ cirMioX
- Cai^&gt;t&gt;«n.
Atyi Tanfuj*
D«pt. M*no«l
- Ath«yrf*.
L«lf
"
Jab.Oapt.
ritotacnia
- ramandua,
Salaon
CtMna» •
Dapt.
Dtfaaa
ritofianlticla
- rarralra,
fvariato - 3»b.
D«pt. Solo»Kanoal
• AJuboa
► - Banlncaia.
Mirçariía
«.f. - J«"*
Oapt.Blolofi*
Apl. Asropacuiiia

265

�Assim, são três os catálogos desdobrados:
a) Catálogo alfabético por ncmss cientifioos(gêneroespécie) remissivo para o nome comum.
b) Catálogo alfabético por nomes comuns dos seres,in
dicando os docentes que realizam pesquisas pertinentes e
os respectivos canpi a que pertencem.
c) Catálogo alfabético por note dDs docentes,mais a
filiação por departamento, faculdade e caitpus.
4.2. Catálnan de Máquinas e/ou Bcnilpainentos
4.2.1. Características
Ainda através da abordagem analítica dos títulos 6ds
artigos científicos provenientes da Agro-Pecuária,consta
tamos que além da demanda da literatura pelos três re^
nos, outra constante era notória, a das "Máquinas e/ou e
quipanentos".
A esse catálogo foram incorporados os interesses dos
usuários da Engenharia, bem cono os da Medicina,Farmácia,
Odontologia, etc., enfim, todos os que lidara can
quaÉ
quer modalidades de instrumentos laboratoriais, etc.
4.2.2. Estrutura
Variáveis estudadas:
- TZtuZoi doi oAtigo-ò AoticÁXadoi
- Nomu doi e.quipamzntoi z/ou maqwinca
- Nomu doi uiuã/Uoi
O arranjo é por ordem alfabética dos nomes das máqui
nas e/ou equipamentos octn registro dos ncties dos usuárÉs
e campus a que pertencem:

266

�Actinôgrafo
- Baccarl Júnior, Flávlo - Bot - Cett.
Nelhoranenco Zootecnlco e Nutrição
Animal
- Lucchesi, Antonio Augusto - FC-Ceot.
Ecologia
- Ribeiro, Uellnton Tcrnandes França Dept. Melhorarento Zootácnlco e ^utrlção Animal.

4.3. Catálogo ^ Assunto
Este englcíja todas as solicitações de artigos cient£
ficos não caracterizadas nos catálogos descritos
ante
rionnente e constitui uma maneira bastante útil de modir
a busca informacional por categorias de ejssuntos dentro
das tres grandes áreas: Ciências Ilunanas e Sociais, Cicn
cias Exatas e Teaiologia e Ciências Biomcdicas.
Nao obstante a demanda daq Ciências Humanas e Sócias
ser quantitativamente bastante inferior no desem[X2nlio do
SCD, ela ê aqui incluída.
4.3.1. Estrutura
As variáveis utilizadas são:
- Pciíav\a{ò] i^gnÁ-i-iccitivcLlò] do tZtaíu do axtÍQO
- Uomz do LUuÕAio e Ae.ipe.ctivo ctmpuò
Para sua elaboração as palavras chaves do título são
extraídas e, indicadas ã parte, irão constituir o refer^
do catálogo:
4 ^—wptTvi
grUTP. Vr&lt;

^BqKirtaçãcs brasileiras
- Mlyancrto, IhiguercU. Drçt.Clênci»
Itolltlcas - Orçui do Nadlxa

267

�5. Diacinóstlco do SCD ã nível de satisfação cnm
própria coleção e cxam a coleção extra-IKESP

a

O quadro abaixo demcnstxa o quanto a cooperação inter
bibliotecária e a transação de bens bibliográficos, sao
fundartKntais para os serviços de comutação, notadamaite
para os caitpi de Assis, Presidente Prudente e São
José
dos Canpas, cujos Indices de atendinento foram itaiores '
com a coleção de fora da UffiSP.
Analisando o fato de São José dos Canpos figurar en
tre os mais beneficiados pela coleção extra-UNESP, enquan
to Araçatuba e Araraquara que taitbêm possuem o curso de
Odcntologia alcançam um bom nível de satisfação con o a
cervo da própria Universidade, verificaitos qus as pesquisas dos docentes de são José dos Canpos que nms solici tam artigos científicos, através do SCD, não são restr±as
ã Odcntologia, mas tairbem na área de neuro-fisiologia, cu
jo acervo da IKESP é bastante deficitário.
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«•

�via de regra, a busca de artigos de publicações
riõdicas, ocorre a nível nacional e do exterior.

pe

5.1. A nível nacional
A triagem por que passa cada artigo para a devida Io
calização no pais, é a seguinte:
5.1.1. Catálogo Coletivo de Publicações
da UNESP

Periódicas

5.1.2. Catálogo Coletivo de Publicações
da EMBRAPA

Periodiccis

5.1.3. Catálogo Coletivo Sinplificado do CCMJT
5.1.4. Catálogo Coletivo Nacional
5.1.5. Outros
Uma vez não localizada a publicação periódica recji^
rida, a próxima neta é a busca e obtenção no exterior.
5.2. A nível do exterior
Sob este particular, o escalonamento por prioridades
é o seguinte:
5.2.1. Localização do(s) endereço(s) do(s) autípr(es)
'fc(s) artigo (s) cientifico (s) através do Scienoe Citation
mais especificamente o Source Index.
5.2.2. Solicitação direta ã British Library e/ou QCIíS
5.2.3. Solicitação ãs instituições que aceitam
"Ento através de "coiçon-réponse International"

paga

5.2.4. Outras instituições

269

�Nesse esqueita c3e busca no estríjngeiro,
lessaltanos
qte a seqüência explícita acima é fundamental e as vanta
gens tanto em recursos financeiros qianto nas facilida
des de obtenção são inúmeras.
O produto da busca do(s) endereço(s) dD(s) autor(es)
do(s) artigo(s) científico(s) resulta no:
5.3. Diretório de autores
5.3.1. Características
A elaboração do mesmo visa informar aos docentes so
bre o paradeiro de seus pedidos, bem como estabelecer o
relacionamento direto entre os autores dos artigos e cs
respectivos solicitantes.
5.3.2. Estrutura
A variável estudada constitue:
- nomeíil dolól auto^le^l do afitlgo cú.e.ntZiico iotl
Citado
Através da consulta ao Source Index do SCI, procuramos localizar o(s) naie(s) do(s) autor(es) e seu(s)res
pectivD(s) endereço(s).
Arranjo por ordem alfabética de autores ocm a indica
ção
nünero do pedido e canpus a que pertence como no
exenplo a seguir;

270

�I).c«y. of •tr. f iMitrona In
* H.V«
9ril:Jí)&lt;
Irict CFtivariUNcr.
Pfucl,
(Jlv Hiyi
xrm, ofiMr,
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N»a(k&lt;to»&gt;lr&gt;np«ihlr* tn C&gt;&gt;in« »
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DIOKa WlM'.rn liKNrT lAU, (HANCIlAI,
► mriliAlESii KCHlI.CillWA
iTMiuirarM»;
—P
K/rAI'0,J CROüSÜ.J !.CllIAN&gt;i,
IKT»TJJUHHS
HMIflÜHIV,
IJÍJ.J):
OfhT CSrCMOL, JAMAICA, aiN* JOIl

Sci(*nce citation
IiKlex
Source Index
n« AC " jul. flíjo.
1901

Tt&gt; Dr.
ZUJJ, i."'.
^,
:/ianqdJ Oilldruns llosfJitAi
f*HUcaJ
SiOfiyaí Ifc^Cbllca K^Juiar cü Oiina
SJW 207VB3

�C interessante ressaltarmos que soirente qu£indo não
loca] i zamos o endereço do autor é qic partinos para a so
licitação ã British library, CNRS e Instituições que a
ceitain "coufxjn-nDponse international" como forma de paga
mento.
6. Conclusões
/\s avaliaçrxís feitas através do SCD resultam era da
dos da maior iirixirtância entre os quais podenos citar:
- a média de consultas e/ou pesquisas para atendimsnto é ck2 200 ao dia
- a propor-ção ão. pesquisas e/ou consultas necessárias para a localização de um artigo cientifico é de 3X1,
ou m3llior, a cada tres tentativas de busca identificaraos
um artigo
- ajjenas 29'i do total dos docentes da Universidade
participam do SCD
- cada docente e/ou pesquisador ativo no SCD, soil
cita em ncdia de .15 a 17 artigos ao ano.
- um fator que constitui entrave, não permitindo a
tr£imitação direta de unidade para inidade ê a ausência de
um catálogo coletivo com a discriminação dos acervos de
cada caiipus, uma vez que o atual englcba o que a Uni verá
dade possui no geral.
- os recursos fincuiceiros investidos no SCD, no a
no de 1983, corresponderam ao preço de 7 ou 8 revistas ,
entre as várias qus apresentaram índice 2sro em termos de
consultas e/ou enpréstimDs, nesse nesmo períockD.
Assim, dirícímos qu3 a política do SCD na UNESP, re
sulta de uma ajuda recíproca de bens informclonais bas
tan te grande, não scncnte entre as bibliotecas da rede po
no taitbém cxan outras bibliotecas e organismos nacicxiaise

272

�intcmacioniiis, instituições cfc ensino e pesquisa,inciuii
do os prõiirios autores, co-autores ííí trabalhos e pilDlca
çÕGs em geraJ..
iiifim, esse serviço requer um nível de intercânbio'
e interdependência de acervns documentários muitlsslino
profundo sendo vários os fatores ainda a serem estudados'
para mcllioria do atendimento no &lt;pral e da própria poli ti
ca de seleção e íiquisição na l)niwrsiciaci?.
Strategies of /\nalysis and Assessiicnl of Üie
DocuniMitary Commutation Sc^rvice of UNESP
Abitfiact: Aiicjòc.i tkv uic i uictii i tij uf, llw
Ul^rSP pc^.i (hU caí'i pub l'&lt; cat (I'll eel'i'cc t ivn tctChin
lÍH' pniiicipl'ci í'/j Cvmimital ívii, that &lt; i, upciiáig
and cormiuiiaC pai.tic ipatiim &lt; ii ducuinciitalii
ciWlcctúnii and tLf,í"is iiiiilci criiial' condi t &lt; oiii.
Pnciciiti the vaniaiiò cviitiui' /icóokiccj dcí&gt;i.gin'd
to ■ideutÁ^j, ieaich and anaúin' demand ai wcCl'
aò to pfiovidc the iiieani /jOi a pei(od&lt;cat'i
coütection devetofMient poi'icij in the llmveiiftij
iibàoÂÁ.ei netwo'ik.
Key Words: Docuircntary Commutation Service of
UNESP. Strategies of Analysis and Assessmsnt.

refei?Encias bibliográficas
MACHADO, U.D. iitudvi avançadoi em biblUoteccnomia
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CuriUba, 1979. v.2, p.796

273

�ESTUDO TEMATICO E QUALITATIVO DE PERIÕDICOS
BIOMEDICOS CORRENTES PARA AVALIAÇÃO DO ACERVO
DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE MEDICINA DA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
niEmA VITOLS CIARCIA
Bibliotecãria-chefe da
Faculdade de Medicina da USP

RESUMD: A ieleção de peAÃÕdicoi biomédlcoi é ma tojizia cU.ficH ncu bibtioticcLi unlveAj,-iXáAÁ(U em vinÀade.
do gàande. nãnieAo de. pubtÃcaçõei ex-ü,.tentei em con^Xunto com a eAcoiiez dejiecuAòoi ilmnceÃAoi ciLiponZveÃi.
VtntMo deAta pAoblemátÁca clabo^-ou-ie wu a tudo poAa
ava-tiah. t&gt;xjjti.c.ame.Yite o estado a,tual da coie.ção exU,tm
te na Bibtioteca da Faculdade de MedÁc-ína da UníveAi-ídade de São Paulo, a
de ofUentjVL o deienvolv-imento
do aceAvo. PoAa tanto, {,onam eI.aboA.adai lÁAtai temaXÁ.cai de fvfiiõdicoi btomed^'coi coAAenteA e a diitAÃbuÃção
quatíMutiva doi mumoi na Blbltoteca da Faculdade de
Medi.cÁ.na e nai bibtiotecoi cificunv-izlnli\a,i, de acofido
com a titeAatuAa e. a .indexação em ob&gt;uu de /leieAencÃa.

PAIAVRAS-CHAVE: Periódicos bicmédicos; Seleção de periódicos bianéãi(X)s

274

�1 IWrRODüCÃO
1.1 A seleção de fx^riótUcos bicmólicos é uma tarefa dlfl
cil neis bibliotecas universitárias cm virtude do grande
nuiero de pu)jlicações existences an confronto ocn a oscas
sez do recurrxjs flnanccMros disixinlwis e £!r. face do preço infladonado do materi.il hilil iocjraflco, na su.t ntiioria
ae oriqan ostnmge.ira.
l-l.l O serviço do íKpúsição do irvi bibliotcxxi universitaria oxige qiK^ o bibliotecário se dedique crm mais pn)_unfu.(lido fio estudo das rv^cnssicMos reais e potcnciai;:
seus usuários a fim de el.iborar im cuidadoso plíinojaicnto para distribuir a verlxi disi»nível ás fonna racioe equitativi entre as di ferentes disciplinas oferecioas pela sua Unidade.
1.2 Uin nível mlnino de adequação da coleção de unn biJ-ioteca só será alcançado se o bibliotecário colocar em
pratica as seguintes atividades:
a) coleção criteriosa do material a ser adquirido visando certos pro[jôsitos ;
b) elalxaração de unvi jxDlItica de descarte tão ativa e
realista cjuanto a política de £&gt;quisição.
1-3
estudo cuidadoso deve iinteoeder a definição das
^liticas de seleção e descarte de natericil bibliogrãfia) avaliarão da coleção da biblioteca para definir a
extensão e a profundidade de seu acervo;
b) comparação da coleção da biblioteca ocm o quo a LfrU
dado necessita em termos de apoio biblicgrãfioo;
c) adequação da realidade obietiva oati a denvinda poton
ciai.
1-4 Adotamos para este estudo uno metodologia sinples, oj
^®ja, uma verificação percentual do aoervo en relação às
disciplinas ccnpreendidas nos currículos dos cursos oferc
cidos pela Faculdade de Medicina e Institutos Anexos.
1*4.1 Na^falta de parâmstros nacionais atualizados para
3 av^iação da coleção, efetuamos uma análise tonatica c
qualitativa das ooleçoes não só da Biblioteca da Faculdaoe de Medicina , mat; tantán das bibliotecas dos Institu-

275

�tos Anexos, bibliotecas particulares de Disciplinas e Ser
viços situadas no Hospital das Clínicas, bem cano de bibliotecas de Faculdades , Hospitais e Institutos circunvi^
zinlios. Foi também analisada a coleção da Biblioteca do
Instituto de Ciências Bionédicas da USP por se tratar de
uira biblioteca eaijecializada nas discipliníis básicas e
que, apesar da maior distância por se localizar no canpus
da Cidade Universitária, iiontétn can a nossa Biblioteca um
rápido e intenso intercâmbio bibliográfico.
1.4.2 Os principais fatores que podem auxiliar a biblioteca a analisar os títulos mais imjxirtantes e, deste modo, por um processo de eliminação, os candidatos a cancelanento são:
a) inclusão em serviços de indexação relevcmtes, coitJ
o Index Medicus, Excerpta Medica e os vários serviços do Institute for Scientific Information;
b) inclusão em listas seletivas internacionais relevan
tes;
c) verificação do nível do titulo em estudos de oonta
gcm de circulação e/ou citação.
2 OBJCTIVDS
2.1 Relacionar os títulos de periódicos, segundo o assun
to, em ordem alfabética.
2.2 Relacionar os títulos de periódicos de cada assunto
nas 25 biblioteceis analisadas, em ordem decrescente de
portância na literatura.
2.3 Verificar em quais áreas a coleção da Biblioteca da
Faculdcide de Medicina da USP está mais carente e em quais
áreas está mais desenvolvida.
2.4 Verificar, segundo a literatura, o valor dos títulos
correntes da Biblioteca da Faculdade de Medicina da USP,
principalmente os adquiridos por oorpra.
3 MICTODOIjOGIA
3.1 Dentro desta pesquisa procuramos identificar primei"
ranente as necessidades informacicnais dos usuários pot^
ciais da Biblioteca, ã qual estão ligados por atividades
de ensino e pesquisa, definindo os assuntos pelos quais

276

�OS títulos seriam analisados.
3.1.1 Esta definição foi baseada num estudo profundo da
unidade cxano um todo, analisando-se:
a) o oonteúdo programático dos cursos de graduação ofe
rocidos pela Faculdade (Medicina, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional);
b) as õreeis de oonoontração dos cursos de põs-graduaçao;
c) at, disciplinas e especialidades em Residência Medica;
d) os programas de jxasquisa desenvolvidos pelos labora
txirios de Investigação Médica.
3.2 Foram estabelecidos 52 cabeçaliios de assunto relev^
tes e pertinentes ãs necessidades informacionais dos usuários. Para efeito de divulgação deste trabalho analisare
nios semente um dos assuntos pesquisados - Alergia e Imuira
logia. A listagan oortjjleta dos assuntos pesquisados esta
rclacionada no i^exo 1.
3.3 Em seguida procuramos identificar as listas básicas
nacion^s e internacionais já consagradas pela literatura
e serviços de indexação bibliográficd relevantes scb o
pcsito de vista da Medicinii Clínica e Cirúrgica mais fre^entemente utilizados pelos estudiosos. Dentro desteis
^st^ e índices forcim considerados ccn destaque os títulos julgados básicos em cada uma.
3.3.1 Forian analisados semente títutos correntes nacio® íritemacionciis, mas procurou-se dar um destaque es
pecial ã literatura médica nacional por oonsiderarrçis ser
uma das funções da Biblioteca a preservação da memória na
clonal na sua especialidade, mas também levando-se em oon
sideração que os títulos latino-americanos fre&lt;^cntomcnte
nao alcançam os requisitos exigidos pelos serviços internacionais de indexação, principalmente por causa do idioma da publicação.
3.4 Para a coleta de dados foi [adronizada uma ficha (vc
ja P. seguinte) na qual foram inicialmente registrados os
titulos correntes da Biblioteca da Faculdade de MediciM
e forma de aquisição. A seguir, foram registrados os títu
os correntes das demais bibliotecas ancilisadas.

277

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�depois à cxjiixiraçSo destes títulos coii
tlf-iilí-,c •
serviços^cJe indexação, incluincío também os
- tTi-ni
porén não adquiridos pxjJas bibliotecas
títulos negativos.
^ análise temóUca dos títulos, proccx3eu-se ã
de irií^i
~ pontos obtidos por titulo seyiuido critérios
lp-,rir,t- por essas
-indexação
e seleção de títulos julgados reJ-evantes
fontes.
Contagem de pontos para títulos internacionais:
a cada indicação - 1 ponto;
t») cíida indexação - 1 ponto;
c) cada título julgado relevante - 1 jxinto.
Contagem de pontos para títulos brasileiros e Ia
tino-cime ri canos:
~
a) cada indicação - 2 pontos;
«ida inda-&lt;nção - 2 pontos;
c cada titulo julgado relevante - 1 ponto.
^4.3 Foram descartados os títulos indicados unvi única
'^ao^correntes nas bibliotecas anaiiscjdas, oom exceÇao dos títulos nacionais correntes.
4 RESULTACas
Ordenando-se ^ fichas por assunto, foi confeccionada
Alfabética de Títulos por Assunto, oan as fon(veja Quadro 1). ® indexaidoras e o total de ixjntos obtidos
^^rdenando-se £is ficfias por ordem decresoente de ^gan
obtidos obteve-se uma Relação Qualitativa de Periódin
^ífe^Assunto, oon indicação da biblioteca possuida, ooleçao, cem especial destijque ã coleção da Bibliots
«i aa Faculdade de Medicina (veja Quadro 2).
Efetuando-se uma análise mais profunda na Relação
derm^ observar um
Periódicos
pu"™ios
máximo deem15cada
e umAssunto
míninri (Quadro
de zero 2),
pontos.

279

�280

�281

�4.2.2 Para possibilitar una avaliação mais detalhada, di
vidimos estes quadros em quatro xiíveis:
a) nível 1: qualificação alta (títulos con 11 a 15 pqi
tos);
b) nível 2: qualificação módia (títulos con 6 a 10 pqi
tos) ;
c) nível 3: qualificação btilxa (títulos ccm 1 a 5 pontos) ;
d) nível 4: qualificação nula (títialos ccm zero pontos)
4.2.2.1 Os títulos de qualificação nula - zero pontos são todos os títulos correntes nas biblloteccís analisadas
que não constaram das listas e íiidices consultados.
4.3 Na tabulação dos dados foi evidenciada a distribuição quantitativa dos periódicos analisados por assunto,
segundo os níveis de qualificação obtidos, no conjunto de
bibliotecas analiscidas e na Biblioteca da Faculdade de te
dicina em particular (veja Tabela 1) . Pode-se observíur
tambân as coleções únicas da Biblioteca da Faculdade de
Medicina e de outras bibliotecas, bem ccmo as duplicações
existentes. Chegou-se a observar coleções idênticas em até 6 bibliotecas.
5 DISCUSSÃO
5.1 O método utilizado na elaboração deste estudo mostrou-se eficaz para um levantarrento crítico do acervo da
riblioteca da Faculdade de Medicina da USP, possibilitanõo um conhecimento global dos títulos existentes eati cada
assunto e o que a biblioteca possui destes ncsmos títulos.
Revelou tantiãn os títulos que podem ser loualizcJdos nas
bibliotecas próximas ã Faculdade de Medicina, favorecendo
um rápido intercâmbio de publicações.
5.2 Possibilita ainda a avaliação do acervo dentro dos
quatro níveis de qualificação obtidos, fornecendo im critério de seleção de títulos para aquisição e descarte; ou
seja, partindo-se do nível 1 para os inferiores tem-se a
possibilidade de anpliar a coleção ou, por outro lado,
partindo-se do nível 4 para os superiores pode-se averiguar os títulos mais indicados para cancelamento.

282

��5.2.1 No entanto, ao se avaliar um titulo para aquisição
ou descarte, deve-se verificar, primeiramente, se o mesno
é cjdquirido ou não por outra biblioteca. No caso especlf^
CO de cancelamento, deve-se verificar se a baixa cotação
do titulo nesta avaliação é devida ã mudança ou fusão de
títulos, ou se é um periódico recente e portanto não houve terrpo para ser incluído em listas ou serviços de indexação.
5.2.2 Há necessidade também de se ccnplementar este estu
do ccTi informações a respeito das coleções da BIREME e de
mais bibliotecas da USP, além de outras bibliotecas locais
e regionais.
5.2.3 Outro import^te fator a ser levado em consideração para a aquisição e cancelamento de títulos ê o confron
to con a demanda, isto ê, estudos de uso das coleções.
5.3 Esta avaliação qualitativa e temática de periódicos
bionédicos é apenas o primeiro passo pata o desenvolvimento da coleção da Biblioteca, pois uma política de seleção
fundamentada ^)enas no uso de coleções não revelaria títulos negativos, pois os usuários só fazem solicitações após
consulta aos catálogos.
5.3.1 É recanendável tairbém incluir os pedidos de eirpréstimo-entre-bibliotecas e de conutação bibliográfica solic^
tados pelos usuários como títulos negativos na estatística
da Biblioteca, o que não vinha sendo feito.
5.4 Após um confronto de títulos melhor selecionados (títulos de qualificação alta e média) ocm a demanda da Biblio
teca, será inprescincível verificar a oorpleteza destas co
leções. As falhas deverão ser preenchidas rapidamente.
6 OCNCUUSÕES
6.1 Os dois primeiros objetivos propostos para este estudo
foram atingidos pelos resultados constatados nas Relações
Alfabética e CXialitativa de Títulos.
6.2 Os demais objetivos foram atingidos pelos dalos fome
cidos na Tabela 1 (Alergia e Imunologia), a seguir analisa
da:

284

�a) for™ analisados 44 títulos, sendo 2 de alta, 3 do
media, 29 de baixa e 1 de nula qualificação;
desses 44 títulos, 26 (59%) são positivos e 18 (41%)
sao negativos nas bibliotecas analisadas;
c) dos 18 títulos negativos nesta área, 2 são de quali
^icação média e 16 ue qualificação Laixa;
d) ha 5 títulos duplicados e 5 triplicados, sendo cjue
7 deles constam da Biblioteca da Faculdade do Medicina;
e) a Biblioteca da Faculdade de Medicina possui 64%
dos títulos de qualificíições alta e média, sendo
que 100% dos títulos de qualificação alta;
f) a Biblioteca da Faculdade de Medicina adquire, por
ccitpra, 3 títulos de qualificação baix^t (2 deles
oom exclusividade) , o que oorresjxjnde a 25% ctos titles adquiridos por ela nesta área, porém nenhum
tit^o de qualificação nula é adquirido;
g) a Biblioteca da Faculdade de Medicina adquire 5 títulos can exclusividade (3 de média e 2 de baixa
íjualif icação);
h) as Bibliotecas do Instituto Adolfo Lutz e du Institudo de Ciências Bionédicas têm participação efetiva na aquisição de títulos desta área. A prineira
títulos (3 ocin exclusividade) e a segunda ocm
^ títulos (2 ocn&gt; exclusividade).
7 observacOks
7.1 Este estudo conpreende 52 subdivisões temáticas do as
sunto e um nünero ainda não calculado de títulos analisa•^03, o que requer um período mais longo de estudo para a a
r^ise de todos os resultados.
7.1.1 Para apresentação da metodologia utilizada apresentamos os resultados referentes apenas ã área de Alergia e
lifunologia, mas já estão relacionados, tabulados o analisa
&lt;Í5s os títulos das áreas de Anat£jTiia, Aníjstesiologia, Bioengenharia e Tecnologia Médica, Cardiologia, Cirurgia, Der
matologia, Endocrinologia e Metaixílogia.
7.1.2 As demais áreas estão ainda em ficlias, mas disfxDniveis para consulta.

nqr.

�TEMATIC AND QUALITATIVE STUDY OF CURRENT BIOMEDICAL PERIODICALS TO EVALUATE THE COLLECTION
OF THE LIBRARY OF FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

ABSTRACT: The biomedical peAxodicdti' òztzctlon
a ginat
problem Ã.n thí univeJiilty LLbnaAlu because thz -incAexu-ing
mmbz/i 0^ pub£Ãcationó In tívüi axea. In compoAlion uilXh tke
lack 0Í financial AUouAceA In dliponlblllXi/. With thii In
mind, m made a itudy to exjoluatz cAÃtIcatly the actual
iltuation Oq the. LlbwAij o^ the Faculdade de Medicina da
Unl\ieuldade de São Pauto'i collection. It have been made
tematlc llAti oi cuAAent biomedical peAlodlcati and thelA
quaJLUatlve dlitxibutlon In the cotlectionó pettalning o^
the LlbioAy oi the Faculdade de Medlc-ina and neighborhood
bIomedi.caZ Hbfianle^ Into the each iubject. analysed.
KEY-WORDS: Bicmedical periodicals; Selection of bianedical
cals

286

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TRUELSON JR.,S.D. Selecting for health sciences library
collections when budgets falter. Bull.med.Libr.Ass.,
M(2): 187-195, 1976.

288

�ANEXO 1: Lista de assuntos analisados
1.
2.
3.
A.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
50.
51.
52.

Alergia c Imunologia
Anatomia
Anesteslologia
Dioengenharla e Tecnologia Biomédlca
Biologia e Zoologia
Bioquímica, Biofísica e Biologia Molecular
Cardiologla
Ciência
Cirurgia
Cirurgia Plástica e Queimaduras
Dermatologia
Dietétlca e Nutrição
Doenças infecciosas e parasitárias
Endocrlnologia e Metabolismo
Farmacologia e Terapêutica
Física
Fisiologia
Gastroentorologia
Genética
Geriatria e Gerontologia
Hematologia
História
Hospitais
Medicina Geral
Medicina Física e Reabilitação
Medicina Forense
Medicina Ocupacíonal
Medicina Preventiva e Saúde Pública
Medicina Tropical
Microbiologia
Nefrologi a
Neurocirurgia
Neurologia
Obstetrícia e Ginecologia
Oítalmologia
OnCOlogia
Ortopedia e Traumatologla
Otorrinolaringologia
Parasitologia
Patologia
Pedagogia e Educação
Pediatria
Pesquisa
Psiquiatria
Química
Radiologia e Medicina Nuclear
Reumatologia
Sistema Respiratório
Terapia Ocupacíonal
ToxiCOlogia
Urologia
Veterinária

�ANEXO 2: Lista de Abreviaturas
BDM
BFMUSP
BIFüKME
CC
CMN
EENF
EM
FM
FSP
HCC
HCD
HCDT
HCG
IICMI
HCM2
HCN
HCOB
HCOF
HCOR
HCOT
HCP
HCPS
HCRM
HCSA
HCU
HIER
IAL
IC
ICB
IM
IHLA
IMT
INCRI
lOF
IS
USP

290

- Bibliografia Brasileira de Medicina
- Biblioteca da Faculdade de Medicina da USP
- biblioteca Regional de Medicina
- Current Contents: Clinical Practice
- Centro de Medicina Nuclear
- Escola de Enfermagem da USP
- Excerpta Medica
- Faculdade de Medicina
- Faculdade de Saúde Pública da USP
- Ia. Clinica Cirúrgica do Hospital das Clinicas
- Clinica Dermatológica do Hospital das Clinicas
- Clinica de Doenças Tropicais e Infecciosas do Koapita] das Clinicí»
• Clinica Ginecológica do Hospital das Clinicas
- Ia. Clínica Médica do Hospital das Clínicas
- 2a. Clínica Medica do Hospital das Clínicas
- Clínica Neurológica do Hospital das Clinicas
- Clínica Obstétrica do Hospital das Clinicas
- Clinica Oftalmolôgica do Hospital das Clinicas
- Clínica Ortopédica e Traumatolôgica do Hospital das Clínicas
- Clinica Otorrinolaringológica do Hospital das Clinicas
- Clínica Pediatrica do Hospital das Clínicas
- Clinica Psiquiátrica do Hospital das Clinicas
- Departamento de Radiologia Médica do Hospital das Clínicas
- Serviço de Anestesia do Hospital das Clínicas
- Clinica Urolõgica do Hospital das Clinicas
- Hospital de Isolamento Emílio Ribas
- Instituto Adolfo Lutz
- Instituto do Coração
- Instituto de Ciências Biomédicas
- Index Medicus
- Index Medicus Latino-Amerlcano
- Instituto de Medicina Tropical
- Instituto da Criança
- Instituto Oscar Freire
- Instituto de Saúde
- Universidade de São Paulo

�DE LIVROS E PERIÕDIOOS ÍM BIBLIOIfCA ACALtMICA: ESTUDO DE CASO
DMSY PIRES NORCNIIA
Bibliotecária-Clicfe c3a Seção de Documentação do SBD/FSPAiSP.
IRENE I£RaE ELEiriÉRIG
Bibliotocãria-aicfe da Seção de Biblioteca do SBD/FSP/USP.
SÔNIA GARCIA GCMES
BENEDITA SILVEIRA CAMPOS SADI
Bibliotecárias da Seção de Biblioteca do SBD/FSI&gt;AISP
MARIA OERESINIIA DIAS CE ANDRADE
Diretora Técnica do SBD/FSP/USP.
Apfiue_ntajx expeAÃ.zncúa da Bibtiotzca da Facatdadz rfe Saúde. PãbtLca/USP iiílativa ao&amp; ^.nventãxioò
anuays do aceivo de. tLvnoi e peAÍõdícoi, enfocando oi
ci£)S-tcxoó decofiAentej) de iua leaíizaqão. Z deicxLta
O- me-todologla emp/iegada e ião apieientadoi oi /lejutótdoi obtidoi.
Palavras-chave: Inventário. Biblioteca ac£idânica.
1. INTROrXJÇÃO
A perda de publicações, livros e period!oos^entre ouconstituir fato freqüente na grande maioria
, "it)liotecas, principalmente nas de livre acesso.Embora
rentando esse problema, não é ainda prática regular na
oria das bibliot^as, em nosso meio, a realização de
"^as coleções. O que se tem noticias são de alguiias iniciativas, rotineiras ou esporádicas, por parte de
guias__delas; no entanto, a literatura nacional praticaJ^^te nao registra trabalhos sobre o assunto. Mesmo em am''-nternacior^, pouca literatura existe a respeito.
^ realização de inventários nas bibliotecas tem ccmo
principal meta documentar as perdas ocorridas, identificano-se o material extraviado, para a manutenção fiel do_aoer
vo. Mem disso, são várias as vantagens que-,a.realização de
inventário pode oferecer às bibliotecas ' ' . Dentre
6 as, podejnos destacar: ordenação
estantes em bibliotede livre acesso; verificação de falhas nos catálogos
j

291

�utilizados na realização dos inventários, prcpiciando a
oorreção dessas falhas; localização de publicações conside
radas perdidas em inventários anteriores; oportunidade para identificar publicações para restauração e encadernação;
oportunidade de descarte de publicações; ocaistatação do
real patriitionio da biblioteca, cctn a avaliação do custo das
perdas; possibilidade de reposição de material extraviado;
visão de conjunto do acervo, servindo ocmo subsídios para
futuras aquisições.
O inventário pode ser realizado independente do tamanho da Biblioteca, muito embora a conferência de uma coleção de grande porte iitplique execução mais custosa. No entanto, as grandes bibliotecas podem realizar os seus inventários através de ainostragera,,caTio é verificado ati algumas bibliotecas americanas ' ' , processo esse que permite uma confiabilidade de 90 a 95%, conforme o tamanho da
amostra . Para uma biblioteca de mais de 100.000 volijmes,
as vantagens de um inventário conpleto, por métodos convm
cionais, n^o justificam o custo e os inconvenientes de sua
realização .
A Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de são Paulo (FSP) van elaborando há longos anos,em
caráter rotineiro, o inventário geral do seu acervo,uma vez
por ano. Este fato tem-lhe permitido manter um acervo ban
controlado e organizado nas estantes. Os resultados, ban
ccmo a metodologia adotada, não tinham ainda sido objeto
de divulgação.
O presente trabalho tem por objetivo mostrar a experiência vivida pela Biblioteca da FSP, nestes últimos 10
anos, ccm referência aos inventários das coleções de livros
e de periódicos, realizados anualmente.
2. CARACTERÍSTICAS DA BIBUOTECA DA FACUIDADE DE SAOEE POBUCA DA USP
A Biblioteca da FSP possm um acervo de 59.000 volumes,
especializado no campo da saúde pública, formado principalmente por livros, periódicos e obras de referência,além de
outras coleções menores constituídas por teses, dissertações, relatórios técnicos, eventos, trabalhos de campo multiprofissional e diafilmes.
Os livros, teses e dissertações e os eventos estão organizadas pelo sistema de Classificação Decimal de DeweY,e
292

�OS periódicos, em ordem alfabética pelo seu título; as demais publicações têm organização especial. Todo esse material encontra-se processado, com seus respectivos catálogos, interno e do público.
2
o total do acervo ocupa hoje uma área de 485m , dividido em duas partes. Na msdida em que o acervo vai crescendo
e se atualizando, o acervo mais antigo vai sendo qradualmen
te colocado em área fechada (depósito); a outra parte, considerada mais recente, fica ã disposição dos usuários, pelo
sistema de livre acesso.
Os usuários da Biblioteca são constituídos principalmm
te pelo corpo docente e discente da FSP (alunos de graduação em Nutrição, de especialização e pós-graduação em Saúde
Pi^lica) e por usuários de outras Unidades da USP e da comu
nidade universitária em geral.
Os inventários da Biblioteca têm sido realizados apenas para o acervo de livre acesso. O acervo fechado foi inventariado uma única vez, por ocasião de mudança da área
de depósito. A época escolhida para a realização do inventa
no tem sido aquela onde se registra menor movimento de le_i
tores e circulação das publicações, ou seja, na época das
ferias escolares.
3. PROCEDLMEOTOS PARA REALIZAÇSO DO INVENTARIO
Qnbora a Biblioteca da FSP venha realizando o inventário de sua coleção há vários anos, para o presente trabalho
foram considerados os dados resultantes dos inventários do
acervo de livros e de periódicos, incluindo as obras de referência, nos últimos 10 anos (1974-1983).
Os inventários são planejados para serem executados cm
3 etapas: pré-inventário, inventário e pós-inventário.
Atividade pré-inventário
totes de ser iniciado o levantamento do acervo, são de
senvDividas as seguintes atividades: cobrança das publicaC&amp;s enprestadas que se encontram cm atraso na dovolução;no
tificação aos consulentes da época da realização do inven^-^io, através de avisos e cartazes; convocação do pessoal
cjue irá participar da conferência, formação dos grupos e
specificação das respectivas tarefas.
293

�3.2. Inventário (conferência do acervo)
Nesta etapa a Biblioteca permanece fechacJa para o aten
dinento dos usuários. Durante duas semanas é realizada a con
ferência dos livros e periódicos, através dos catálogos topográfico e do público, respectivanente.
3.3. Atividade pós-inventário
Nesta 3a. fase são dadas soluções aos problemas detectados durante a realização da conferência do acervo. Para
tanto, são efetuadas as seguintes atividades: verificação
das fichas e das listas com as ocorrências assinaladas; baixa nos fichários das publicações desaparecidas da Biblioteca; comunicação das perdas (constatadas) aos catálogos coletivos; etiquetagem geral das publicações que apresentavam
etiquetas danificadas ou ilegíveis; encaminhamento das publ^
cações danificadas, para reparo; revisão total das sinalizações das estantes.
Ao final de cada inventário é apresentado um relatório
ã Diretoria da Faculdade, informando os resultados obtidos
e propondo iredidas para solução dos problemas encontrados.
Também os professores e alunos recebem súmula do relatório,
acoTipanhada de listagem das publicações perdidas.
4. comentários sobre os inventários realizados
Ccfnparando-se os resultados dos inventários realizados,
de 1974 a 1983, podemos tecer algumas considerações a respe^
to dos livros e periódicos desaparecidos da coleção da Biblioteca da FSP.
Analisando o número de publicações extraviadas, em cada um dos 10 anos de levantanento, verificou-se aue o núitEro total de perdas foi de 1.259, o que dá uma média de 125,9
publicações desaparecidas por ano, sendo esta maior para os
livros do que para os periódicos (68,6 e 57,3, respectivanente) . A proporção de perdas em conçaração com o acervo
total, representa 2,1%. O núirero de perdas mantém-se mais
ou manos constante nos anos estudados, ccm pequenas oscilações entre os livros e periódicos, entora possaiios notar pelo Gráfico, desde 1980, uma curva descendente, com ligeiro
aumento no último ano de inventário.

294

�Grafico - Número de livros e periõdioos desaparecidos da Biblioteca da FSP, 1974-1983.
N9

f
?

I
1974

,
75

,
^
76 77

Ano
78

79 80

81

82

83

Acreditairos que um dos notivos que oontribui para a p&lt;^
de publicações é devido ã falta de ura controle mciis ri9oroso na saída dos usuários da recinto da Biblioteca. Nos
9nos de 1981 e 1982, quando se verificou menor numero de
o controle e saída dos usuários era feito por meio
ma catraca ocn uma pessoa designada para manter a vi9ilancia. A partir de então, a entrada e saída oontinun
sej^o feita através dessa catraca, porém ccm a vigilância
sita pelo pessoal responsável pelo atendimento do balcão,
í^gundo Niland S Kurth6 e Richards Jr.^, o controle de
®^da é considerado ocmo inportante fator que afeta os mde perdas de publicações de uma biblioteca.
Para facilitar a análise dos resultados, os periõdioos
295

�foram classificados por grandes assuntos, segundo sistema
Decimal de Classificação de Dewey adotado para os livros.
Desta forma, verificando as publicações desaparecidas segundo o seu assunto (Tabela 1), podemos observar que tanto
para os livros como para os periódicos, o maior núitero de
perdas, como era esperado, recai sobre a classe 600 (ciências aplicadas) con 71,9%^ e mais especificamente 614 (saúde
pública) com 33,3%. Este aspecto vem ao encontro da consideração de Niland &amp; Kurth^ que indicam serem as publicações
de maior interesse e demanda, as mais passíveis de extravio, isto é, as perdas estariam em função da natureza da
coleção.
Tabela 1 - N9 de livros e periódicos desaparecidos da Biblio
teca da FSP, segundo grandes assuntos (1974-1983T
Classes

Livros

Periódicos

000
100
200
300
400
500
600*
700
800
900

24
10
1
153
11
47
427
3
10

13
_
57
_
25
478
-

Total

686

573

-

* A classe 614 teve um total de 419 perdas
221 periódicos).
296

Total
N9

%

37
10
1
210
11
72
905
3
_
10

2,9
0,8
0,1
16,7
0,9
5,7
71,9
0,2
_
0,8

1.259

100,0

(198 livros e

�Com referência ã língua de publicação, observanos que
ha uma diferença entre os Jivros e periódicos desaparecidos
da Biblioteca, no período. A Tabela 2 mostra cjue 436 livx'os
desaparecidos (63,6% do total) são publicados em ixjrtuguês;
132 (19,2%) em e:;panhol; 104 (15,2%) em inglês e 14 (2,0%)
em outras línguas. Esta mesma ordem não é a observada para
os peri^icos, onde pociemos observar na nosim Tal*?Ia, c}ue o
iraior número de periódicos desaparecidos refere-se ãaucles
publicados em língua inglesa (209, ou seja, 36,5%); 196
(34,2%) em português; 130 (22,7%) em espanhol e 38 (6,6%)
Gm outras línguas.
Tabela 2 - N9 de livros e periódicos desaparecidos da Biblioteca da FSP, segundo a 1 íncaia de puljlicação
(1974-1983)
Línguas
N9

Livros

Periódicos
N9
%

Total
NV

Português
Inglês
Espanhol
Outras

436
104
132
14

63,6
15,2
19,2
2,0

196
209
130
38

34,2
36,5
22,7
6,6

632
313
262
52

50,2
24,9
20,8
20,1

'■Potal

686

100.0

573

100,0

1259

100,0

Este resultado com relação ã língua de publicação nos
leva a considerar que o iraior número de livros dosaparecidLS
recai sobre os publicados em português pelo fato dos mesmos
Serem os mais consultados, aspecto este verificado em pes^isa anteriormente realizada (Andrade e co].)l. O mt^snío
&lt;leveria ocorrer ccm os periódicos em inglês, {)ois sobre estes recai o maior número de consultas (Andrade e col.)". No
entanto, os resultados entre as perdas de periódicos em f)ortuguês e inglês não apresentaram diferença significativa.
Durante a realização da conferência do acervo ê comum
encontrar-se nas estantes publicações que haviam sido fxjrdi
em inventários passados. Desta forma, durante os^lO inventários realizados, foram localizadas 248 publicações, a
^^ter: 135 livros e 113 periódicos.
297

�Finalmente, após as considerações dos resultados verifi
cados nos inventários da Biblioteca da FSP, podemos concluir
que o inventário constitui uma atividade iirportante,uma vez
que permite manter o acervo bem organizado, o que se traduz
em melhor atendimento ao usuário; ao iresno tenço oferece sub
sídios para planejairento do acervo e tonada de medidas que
levem a reduzir o índice de perdas das publicações.
Inventory of books and serials in an academic library: a
case study
Abstract:
The experience with inventories of books and serials
collections of an academic library is presented and
some of the benefits of inventory are identified. The
inventory procedure is described, and the results
obtained are presented.
Key wards: Inventory. Academic library
5. referencias bibliográficas
1. ANDRADE, M.T.D.de; ELELTFERIO, I.L.; FERREIRA,M.C.G. ;
CUENCA, A.M.B. &amp; GOMES, S.G. Avaliação do uso da
coleção de livros em biblioteca universitária, no
campo da saúde pública. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Docuitentação, 15 (1/2): 38-53,
T9S2:
~
2. ANDRADE, M.T.D.de; ELEOTERIO, I.L. &amp; NORONHA, D.P.
Avaliação do uso de periódicos em biblioteca especializada em saúde pública. Revista de Saúde
Pública, S.Paulo, U (3): 388-402, 1970.
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Levantamento em bibliotecas. Revista de Bibliotecononia de Brasília, 5 (2): 723-27, 1977.
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298

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in a university library cxillection. CPlleqe &amp;
Research Libraries, 37 (2): 128-36, 1976.
7. RIQlARDS Jr., J.H. Missing inaction. Journal of
Academic Librarianship, 5 (5): 266-69, 1979.
8. WEHXH, T.L. An approach to an inventory of the
collections. Library Itesources &amp; Technical
Services, 21 (1): 77-Ô0, 1977.
"

299

�M&amp;ixax) DE AMOSTRAGEM PARA OBTENÇÃO DE DADOS ANUAIS DE MDVI
MENTO BIBLIOGRÁFICO: UMA PROPOSTA PARA BIBLIOTECA UNIVERSI
tAria
INÊS MARIA DE M.IMPERATRIZ^
MARIA DO CARMD C. COSTA^
RAQUEL MARIA G. STURLINI^
CARLOS ALBERTO DE B.PEREIRA''
Reiíimo: Piopõe mé,todo dt amoi^Axzgem attcUóiia -intC-ncÃ-onat, voando ã mcu.o'i p-YecXsão de coleXa dt dadoi, le^eAmtti ã cÁAcu(aç7w e empiútÃmo em accAvo de tivia-aceMo. Coniide.-.a também a i-ünpti^-ccação e a n.eduq.ão do
tAabatko de cole-ta de dadoi.
Palavras-chave: Amostragem, Estatística em bibliotecas,
Precisão.
A obtenção de registros referentes a acervo, serviços e usuá
rios consta geralmente da rotina diária das bibliotecas. O
trabalto de CARVAIUO e FERREIRA (2) evidenciou, em bibliote
cas universitárias brasileiras, uma diversidade de procedimentos de coleta de dados com finalidade de produção de estitlsticas. Esses dados, em sua maioria, são utilizados a
■ , .-IS piira a apresentação de mensurações quantitativas em
relatórios anuais.

^Bibliotecária da Biblioteca do Conjunto das Químicas
da
USP; Aiuíiliar de Ensino, Escola de Comunicações e Artes da
USP;
2
Ex-Bibliotecaria da Biblioteca do Conjunto das Químicas da
USP;
3
Bibliotecaria-Chefe Substituta da Biblioteca do Conjunto
das Químicas da USP;
4
Consultor do Setor de Estatística Aplicada, Instituto de
^t^teroática e Estatística da USP.
300

�A reavaliação dos procedimentos e da finalidade de colet.
de dados estatísticos, visando também a seu emprego para o
planejamento de serviços e peura o estcibelecimento de padrões, consta das recomendações do estudo desenvolvido por
ferreira e colaboradores (5). Existem, porém, algumas diQ
culdades básicas para a obtenção precisa desses dados: a)
uma delas refere-se, por exenplo, a inpossibilidade de re
gistros exatos para acervos de livre-acesso, pela sua própria natureza. Ainda mais, levando-se em conta que esses a
cervos constituem 65,5% nas bibliotecas universitárias bra
sileiras (1), a questão anplia-se consideravelmente; b) ou
tro fator é a discrepância observada entre os vários prazos de enpréstimo de material nas diversas bibliotecas, o
que intpede o agrupamgnto hcmogêneo de dados, até mesmo num
conjunto pequeno de institutições; c) pode-se mencion^,
ainda, como terceira dificuldade, a falta de capacitação
mínima de pessoal auxiliar encarregado dessa tarefa, por
vezes evidenciada em algumas situações.
A preocupação de se obter medidas precisas para os vários
serviços bibliotecários tem sido verificada igualmente
literatura internacional. Organismos como a UNESOO (4) tem
produzido normas e recomendações sobre o assunto; trabalhos individuais, citando-se o de LéANCASTER (7), apresentam técnicas de medida e avaliação de serviços; algumas in
vestigações conduzidas por EDINGER e FALK (3)^ e íiALPERIN
(6), dentre outras, propuseram a sjjtiplificação de dados es
tatísticos relativos ao atendimento de referência, utilizando anostragem. Nesse particular, a pesquisa de HAIPERIN
(6) indica um método para a redução de dias de ooleta de
dados por amostragan aleatória a fim de se ccaiseguir
balho irais exato, evitando-se os problemas desfavoráveis
advindos da rotina da coleta diária.
A experiência obtida por pesquisadores do assunto motivou
a indagação da possibilidade de siirplificar, inicialmente,
a cbtençao de dados relativos ao movimento de circulação e
atpréstiiiü de naterial bibliográfico.
MATERIAL E MÉTODOS
Procedeu-se à análise dos registros diários de movimento W
bliográfico, referentes aos censos de 1980, 1981 e 1982,^da
Biblioteca do Conjunto das Químicas da Universidaite de Sao
Paulo. Integrando os acervos do Instituto de Química e
Faculdade de Ciências Famacêuticas, a Biblioteca utiliza o
301

�sistema de llvre-acesso ao total de aproximadamente ^ /
50.000 peças bibliográficas existentes na época do início
do estudo (agosto de 1982). Nessa ocasião, o movimento bibliográfico anual era de cerca de 140.000 Itens, ou seja ,
513 unidades por dia de expediente da biblioteca, scsnando
273 dias. O horário semanal de atendimento, mantido atualmente, era de 78 horas para o período letivo e de 50 horas
durante as férias escolares. O registro de circulação e an
préstimo de material bibliográfico era feito em fonmalários
próprios, distribuídos por períodos (diurno e noturno), por
tipos de material (livros e periódicos) e por tipo de movimento (consulta e atipréstimo).
A rotina diária de coleta de dados nt&gt;strava-se extremamente
desgastante, além de exigir tenpo considerável dos funciona
rios encarregados dessa tarefa. Apesar de todo o trabalho
envolvido, evidenciava-se inprecisão de resultados, motivada, em parte, pela impossibilidade de controle mais rigoroso do registro de coleta de dados.
O método de HALPERIN (6) propôs 52 dias de amostragem anual,
a partir de cálculos previaitente efetuados, considerando-se
4 quantidades: a) tamanho da população; b) nível de confian
ça; c) grau de precisão; d) desvio padrão. Estabelecido o
número de dias para coleta de dados, os mesmos foram distr^
buídos ao longo dos meses octn base em tabela de números aleatórios.
Pcura o desenvolvimento do presente trabalho, foram verifica
dos inicialmente os dados existentes da realidade que se de
sejava estudar, num tentativa de se obter critério de amos
tragem adequado.
Iniciada a pesquisa, numa primeira fase foi prxsposto o agru
pamento de épocas do ano de maior movimento de circulação e
enpréstimo, cano critério básico para os cálculos. Seguiram
se outras etapas de análise, considerando-se os dias de expediente da semana para as verificações. Foram desenvolvidas: a) anostragem aleatória por sorteio de um dia alternado nas satianas de cada itês; b) amostragem aleatória de mais
de um dia alternado nas semanas de cada mês, a fim de distribuir todos os dias de expediente (exenplo: uma segundafeira, uma terça-feira, una quarta-feira, e assim por diante, até utilizar todos os dias de expediente da semana); c)
total de amostra já obtida nos cálculos anteriores e verify
cado em relação ao numero de dias amostrados e aos dias de
302

�expediente da biblioteca. Finalmente, foi considerado outro
procedimento, com as segviintes condições: 1) inclusão de to
dos os dias da senvma, can exceção do sábado, por tnitar-se
de dia con movimento semelhante aos deiiais, porcni sein atendimento noturno e sem constar do período de férias; 2) expe
rimentação de anostragem aleatória intencional, de acordo
com distribuição anual previamente estabelecida de dias de
coleta, obedecendo ao esrjuema sec^uinte:
semana inicial do i^eríodo: 2a. e 5a. feira
2a. semana: 3a. e 6a. feira
3a. semana: 4a. feira
4a. semcina: 2a. e 5a. feira, portanto, volta ao esquema da
semana inicial, e assim sucessivamente, ao longo dos meses. Observa-se que, de acordo can essa distribuição contínua, nem senpre a primeira semana de cada mes terá o esquena da senuna
inicial do período, conforme o exemplo do Quadro I.
Para a efetivação desse método, ê necessário obter-se o mínimo de 6 dias amostrados por mês, verificando-se também a
distribuição equilibrada anual de cada dia da sanana.
A partir da coleta de dados segundo a seqüência proposta ,
foi experimentado o cálculo para controle mensal dos dados,
assim especificado:

O Quadro I danonstra a aplicaçao do cálculo pcjra o controle
mensal dos dados.

303

�Quadro I - Ap-fJcação do CãZcíUo Pnopoito poAa o ContAolí
Menial de. CoMa de Vadoi^.
Semanas do Mês
(Abril/82)
Dias da semana
Anostrados

Ia.

T3a.f.ft) 4a.f.

Amostra obtida
p/Dia Amostrado

196

129

Totais parciais
das Amostras

196

129

Total Geral das
Amostras
Cálculo

4a.

3a.

2a.
2a.f.

5a. f.

3a. f.

6a.f.

111

136

140

145

247

285

857
/857\
1 6 1 X

A Total Geral Mensal es
^ timado por Amostragem

%íegistro utilizado: Consulta de livros, Atendimento DiumQ
\'5o houve coleta de dndos na 6a. feira da priiieira servsna
do mês, por ser feriado. No entanto, o mínimo de 06 dias
de coleta mensal foi mantido.
■CSULTADOS
A tentativa de agrupamento de meses de maior ou menor movimento de circulação e e.TpréstimD revelou-se inadequada, pois
os resultados anuais foram divergentes segundo os tipos de
material (livros e periódicos) e segundo o tipo de movimento (consulta e empréstimo). Semente foi verificada coincidência para consulta de livros no período de férias escolares, sendo esse o único agrupamento possível.
Para as análises efetuadas segundo os demais tipos de calcu
los propostos, não howe correlação dos resultados quando
comparados aos dados reais (considerados aqueles obtidos por
registros diários), tomarrio-se portanto inviáveis para aceitação.
304

�A amostragem aleatória intencional foi cxjnsiderada a mais
indicada, uma vez que se baseou principalmente na experiên
cia do pessoal envolvido can a biblioteca, ou seja, no conliecijnento já adquirido da realidade em que estava sendo
desenvolvido o estudo. Para a sua efetivação, foi realizado sorteio dos dias da semana a serem íimostrcjdos, sendo que
a intenciaialidade reside no cuidado de se abranger cada
dia da semana, de modo a se obter número equilibrado
de
dias amostrados r» período estudado. Portanto, não é neces
sãrio que o niímero total desses dias seja estabelecido pre
viamente. Assim, reforça-se a possibilidade de que toda a
variedade de ocorrências seja registrada na amostra, para
obtenção de resultado final mais consistente. Nesse particular, observou-se que, no trabalho desenvolvido por HAIPERIN (6), o sorteio poderia não abranger todas as semanas
do ano para a ooleta de dac3os, prejudicando eventualmente
o resultado. O erro relativo anual de cerca de 5%, julgado
razoável para oonfimar a aceitaçao do método, foi também
cfctido na pesquisa desenvolvida por HAIPEÍIIN (6).
O total anual do movimento bibliográfico foi obtido pela
sana dos totais parciais mensais que, se examinados apenas
individualmente, não apresentam maior significado. Do conjunto do material submetido ã análise, pode ser destacado,
dentre outros, o total anual referente ã consulta de livros
no Período Diurno (Dezanhro/81 a NoveiTbro/82):
Total cfctido pelo registro diário: 26077
Total estimado por amostragem;
27420,
evidenciando nível de confiança de 95%. Mantido esse nível
para todos os outros registros existentes, foi confirmada a
aceitação dos resiütados e o método proposto encontra-se on
desenvolvimento desde dezembro de 1982.
CCro vantagens já observadas da adoção do método, podem ser
citadas: 1) maior controle sobre a coleta de dados e, conse
quentemente, maior precisão; 2) redução substancial do tempo gasto para essa finalidíKJe (coleta realizada semente em
30% dos dias de expediente do ano); 3) facilidade e rapidez
de cálculo; 4) possibilidade de manutenção sistanaticamente
atualizada de resultados parciais mensais, embora o projeto
tenha cano finalid;*3e o resultado anual.
Oxo desvantagens, enoontram-se: 1) não obtenção dos dados
reais e ccrpletos que, através do censo, mostraram-se iirpre
cisos, tanto pela iitpossibilidade de controle absoluto da
305

�coleta, como pelas interferências produzidas pela rotina ;
2) prejuízo do estudo tejiporal can a nvudança de^critério de
coleta, embora seja possível realizar ajustes técnicos aos
novos dados. Contwio, não é recomendável tirar-se conclusões importantes, pois a precisão dos dados coletados anteriormente (por censo) é inferior aos coletados na atualidade.
E fundamental, no entanto, observar-se que existe a necess^
dade de se proceder a um estudo preliminair e detalhado das
condições gerais da biblioteca e do tipo de serviço executa
do, antes da adoção de qualquer sistema alternativo de cole
tas por amostragem. Ainda assim, a supervisão deespecialis
tas em estatística é aconselhável antes de decisões dessa
natureza, a fim de garantir o bctn andamento dos trabalhos.

AGRADECIMEIWO
Agradecemos a colaboração da bibliotecária Sueli da Silva
Crippa na fase inicial do trabalho.
A METHOD FOR UNIVERSm UBRARY STATISTICS SAMPLING.
Ab&amp;tnacX: A meXhod
(iotÍQ.cting data. about difiícX.
expoiuAa o(, míAj, to ilbwAy matMÁ.aLb h, fnopoiid.
Random Intzntlonal iampling wcts developed in onAeK
to achieve highzA degA.ee oi aceuAacy and to Kedaee
time-consuming nelated to tkli activity.
Key words: Sartpling, Library statistics. Accuracy.

306

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t&amp;con. Voc., 8(1/3): 72-81, jul./set. 1976.
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em bibliotecas. Boiztim ABDF, Kova Sé&gt;iie., 2(4): 215, out./dez. 1980.
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7. LANCASTER, F.W. - Thz meoMifLeimnt and evaluatLon Ojj tibioAy iiAvlcizò. Arlington, Information Resources
Press, 1977. 395 p.

307

��CDD:025.205
C.DU:025.2(05)
PERIÕDICOS CORRENTES DA UFRJ - ESTUDO DE RACIONALIZAÇÃO
Maria Regina Azevedo Arbulo Uriarte (UFRJ/CCS/BC)
Maria de Fátima Pereira Raposo (UFRJ/CT/BC)
Dolores Rodriguez Perez (UFRJ/CCMN/BC)
üely Bezerra de Miranda Puerari (UFRJ/CCJ/FEA)
RuumoíLevantcwiento do&amp; peAÃodicoA coiAentu em
19S3 locaJLizadoi nai Bibtiotzcaò chllFRJ,
dmoni Viando o
de miMxpticÃdade doi
tJJbxJioí, e penmÁXindo a lacíonalÃzação doò
&gt;iec.uuoi.
Palavras-chave: Aquisição de periódicos
Periódicos correntes
Racionalização de periódicos
1 - INTRODUÇÃO
Este trabalho apresenta as conclusões da 15 fase dos estudos desenvolvidos pela Comissão Sistema de Bibliotecas
da UFRJ, desenvolvido em nov/dez de 1983. Visou um levan
tamento inicial das coleçoes de periódicos correntes em
bibliotecas da UFRJ de modo a avaliar o grau de duplicações e permitir uma aplicaçao mais integrada dos recursos extra orçamentários, que apoiam atualmente algumas
destas bibliotecas. I!m dos resultados deste levantamento
foi o primeiro Catálogo Coletivo de Periódicos Correntes
da UFRJ (1983).
2 - METODOLOGIA
O estudo compreendeu um levantamento exaustivo entre as
bibliotecas da UFRJ. Através de uma circular foi questio
nada a existência ou nao de periódicos correntes, sua fo^
ma de aquisição (compra, doaçao ou permuta) e fonte de
recursos. Foi solicitado o envio da relaçao dos titulns

309

�com o objetivo de formar o Catalogo Coletivo de Periódicos Correntes da UFRJ e identificar os títulos em duplicata. A partir das listagens fornecidas por 28 (vinte e
oito) bibliotecas, compilou-se um fichârio com as informações sobre cada título: titulo completo, localização na
UFRJ, forma de aquisição e fonte de recursos. Foi realizado o confronto dos títulos, sendo transcritas as infor^
maçoes de cada titulo, em duplicata para uma única ficha.
Desta forma, estabeleceu-se ura fichârio matriz e um fichârio dos títulos duplicados os quais serviram de instrumento principal para o presente trabalho.
3 - RESULTADOS
O Catalogo Coletivo de Periódicos Correntes da UFRJ resultante deste levantamento indica a localização do titjj
Io e forma de aquisição com menção ã fonte dos recursos
quando se tratava de compra. Constatou-se um total geral
de 3.877 títulos, abrangendo praticamente todas as áreas
do conhecimento.
Deve-se observar que, no caso do acervo da Biblioteca do
Museu Nacional, que representa aproximadamente 30% dos
títulos da UFRJ, foram considerados como correntes cole-*
çoes que estavam interrompidas em anos anteriores
(de
1978 em diante). Devido a dificuldade de obtenção de recursos regulares, esta Biblioteca vem adquirindo títulos
com defasagem de dois ou mais anos.
Sao raras as bibliotecas que dispõem de fontes regulares
(orçamentarias) de recursos para manutenção de seu acervo de periódicos. Identificaram-se as seguintes fontes:
- UFRJ: recursos escassos, que dependem ainda da Sub-Re^
toria de Desenvolvimento, dos Decanos ou Diretores de Unidades;
- FINEP:originar ias de convênios ou projetos, sujeitas a
cortes;
- CNPq: recursos eventuais, solicitados por pesquisadores para atender determinado projeto. Usualmente,
utilizados para cobrir falhas ou comprar livros

310

�especializados;
- OUTROS: ainda eventuais, em função de projetos que incluem uma rubrica para documentação: Fundação
Ford, INAMPS, FNDE, FUJB, etc.
A distribuição das assinaturas de periódicos correntes po
de ser examinada ainda na Tab. 1. Note-se o número sigiii
ficativo de títulos obtidos através de doaçoes ou permutas (aprox. 50%), bem como a absoluta predominância de
periódicos importados, nos casos de compra.
Tabela 1
Títulos
Compra
Importados
Nacionais
Sub-total
Doaçoes e Permutas

FONTE DE RECURSOS
Verbas FINEP Outras Verbas
1083
73
1156

rOTAL

997
42
1039

2080
115
2195
2004

TOTAL GERAL

4199

4 - ANALISE DA DUPLICAÇÃO DE PERIODICOS
Os resultados do levantamento de periódicos duplicados es
tao sumarizados na Tab. 2, em destaque, particularmente,
os títulos comprados pelas bibliotecas.
Títulos
Compra
Importados
Nacionais
Sub-total
Doaçoes e Permutas

Tabela 2
FONTE DE RECURSOS
Verbas FINEP Outras Verbas TOTAL
114
27
141

41
10
51
TOTAL GERAL

155
37
192
137
329

311

�o numero de assinaturas duplicadas (192) e relativamente
pequeno em relação ao total de assinaturas compradas
(2.195). mesmo quando se confrontam o numero de assinat^
ras de periódicos importados (que envolvem os maiores cu^
tos) .
A Tab. 3 demonstra a relaçao existente entre alguns tít^
los adquiridos por compra que apresentam maior grau de
multiplicidade, a distribuição geográfica, o custo da a^
sinatura/1983 e as formas de aquisição.
Tabela 3
Título
R. bras.Tccnol
Dados R.CL Soe.
Conjuntura
Ci. Inf.
Fund. J. P. Anal. Conj,
Probl. bras.
Nature
New Engl. J.Med.
Science
Sci. Amer.

Multip. *Distr.
Geogr.
6
5
5
4
4
4
4
4
4
4

4D+2F
4D+ F
5F
2D+2F
2D+2F
D+3F
3D+ F
D+3F
2D+2F
3D+ F

Custo
(1983)
Cr$ 2.400,
Cr$ 9.460,
Cr$10.500,
Cr$ 2.000,
Cr$ 1.800,
Cr$ 2.400,
US$ 242,
US$
57,
US$
93
US$
23,

**Forraa
Aquis.
C+4D+ P
2C+2D+ P
2C+3D
2C+2D
C+ D+2P
C+2D+ P
4C
2C+ D+ P
3C+ D
4C

*Distribuiçao Geográfica:
'^^Forma de aquisição
D = dentro da Cidade Universitária
C = compra
F = fora da Cidade Universitária
D = doação
P = permuta
Nota-se que a maior multiplicidade (sextuplicaçao) refe
re-se a RevXáía B^aò-LtoÂAa de Tecnologia, adquirida por
compra por apenas uma biblioteca, ao custo de Cr$2.A00;
quatro bibliotecas a recebem por doaçao e uma por perm^
ta. Em seguida, encontramos quintuplicadas as publicações: Vadot Rc-f-cáía de. C-i.ê.ncÃja^ Socmlía , adquirida por
compra por duas bibliotecas, ao custo de Cr$ 9,460, duas
a recebem por doaçao e uma através de permuta. Conjunta

312

�-"ia, é adquirida por compra por duas bibliotecas, ao
to de Cr$ 10.500, enquanto três a recebem por doação. São
quadriplicados 7 (sete) outros periódicos sendo 3 (três)
nacionais e 4 (quatro) importados. Visto o amplo interes
se dos títulos multidisciplinares e o baixo custo dos na
cionais, era relaçao ao custo operacional que a racionali
zaçao iria provocar (reprodução dos artigos, circulação
de sumários correntes, etc.), i possível considerar, na
maioria das situações, justificada a multiplicidade. Estes 10 (dez) títulos representam 5% do grupo de 192 (cen
to e noventa e dois) que envolvem compra. Os demais 182
(cento e oitenta e dois) se encontram em nível bastante
razoável de multiplicidade: 26 (vinte e seis) sao tripli
cados (15%) e 156 (cento e cinqüenta e seis) sao duplica^
dos (80%).
5 - CONCLUSÕES
Uma análise preliminar destes dados permitiu concluir
que:
- o índice de multiplicidade de assinaturas de periódicos nas bibliotecas da UFRJ é relativamente pequeno,
consideradas suas causas, embora se reconheça que é
possível reduzi-lo. Ressalta-se que esta situação já é
o resultado da política de aquisição coordenada
que
vem sendo adotada por algumas bibliotecas centrais localizadas na Cidade Universitária;
- entre as causas apontadas para a multiplicidade de assinaturas destacaram-se: tamanho e dispersão geográfica da UFRJ; incerteza na obtenção de recursos, ocasionando a busca simultânea de auxílio por parte das bibliotecas; falta de interação entre a maioria das bibliotecas; falta de autonomia das bibliotecas quanto ã
decisão sobre assinaturas;
- um "Núcleo Básico de Periódicos Correntes" deve estar
a altura da demanda e do nível das escolas profissionais e das instituições de pesquisa que constituem uma
Universidade do porte da UFRJ. Uma eventual redução do
acervo atual depende, alim de um estudo de demanda, de

313

�uma avaliaçao do custo da assinatura vs, o da operac^
onalizaçao da disseminação e acesso ao conteúdo da r£
vista;
- a pertinência à área do conhecimento e a completeza
das coIeçoes deverão também ser considerados na racio^
nalizaçao da aquisição de periódicos.
Current periodicals of the UFRJ - a rationalization study
AbitAacX: Inv(litigation
the. cuAAtnt poMlodicaii 0(5 19S3 iubicAlbe.d in thz tibla/viu
UFRJ, ihouting the. de.gAe.z 0(S daptLeation oi
tlt(ej) and A.e.iultÁ.ng in the iaving
^undi.
Key words: Acquisition of periodicals
Current periodicals
Rationalization of serials.
SIGLAS UTILIZADAS
BC
Biblioteca Central/UFRJ
CCJE - Centro de Ciências Jtiridicas e Econômicas/UFRJ
CCMN - Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza/UFRJ
CCS - Centro de Ciências da Saúde/UFRJ
CNR] - Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e
Tenolõgico
CT - Centro de Tecnologia/UFRJ
FEA - Faculdade de Economia e Administração/UFRJ
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
INAMPS - Instituto Nacional de Assistência Medica e Prev^
dencia Social
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
reffrEncias
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Voc., 3)(4):273-82, Dec., 1975.

315

�PROGRAMA LE DISSEMINAÇÃO SEIETIVA DA INFORMAÇÃO (DSI)
COMO APOIO As PESQUISAS EM SAtoE PÚBLICA. Relato de
caso.
MARIA TERESINIÍA DIAS DE ANDRADE
Diretora Técnica do SBD/FSPAJSP
DAISY PIFES NORCNHA
Bibliotecãria-Chefe da Seção de Auxi
lio ao Usuário do SBD/FSPA®? •
M7VRIA CECILIA GONZAGA FERREIRA
Bibliotecária da Seção de Auxilio ao
Usuário do SBD/FSPAJSP.
Re-iumo: E A.e.íatada (DcpeAiâncía com o deJ&gt;e.n^olv-crmnto
de um p/Lug/iama de Ü^i^iminação SeleJxva da InfiOnmação [VSl], ao cofipo doceyitz de uma -ín-òt^tiuçao acadêm-cca no campo da Saúda PãbiÁ.ca, como apoio ai Llnhai de peiqaLia em andamínto. São apie.ientadoi a
metodologia desenvolvida e oi neialtadoi alcançada
no peAZodo de 4 anoi do pfiogàoma, I9S0-/9Í3.
Palavras-chave: Disseminação Seletiva da Informação
(DSI). Saúde pública. Linhas de pes
quisa.
INTRODUÇÃO
A atualização bibliográfica permanente é ponto funda
mental para os pesquisadores em Ciência e Tecnologia. Este
fato toma-se mais inportante, se consideramos que o conhecimento da literatura pede representar economia de recursos, mudanças no rumo de projetos de pesquisa ou mesmo
evitar que pesquisas já feitas sejam duplicadas.
Além disso, os pesquisadores enfrentam em nossos dias
probloras com a chamada "explosão documentária" que,de cer
ta forma, vem se tomando verdadeiro desafio aos bibliotecários e especialistas em infomação, na medida em que se
pretende facilitar o acesso ã informação, com rapidez e
eficiência e por menor custo.
Dentro deste panorama, as bibliotecas e centros de
informação especializados vim preocupando-se em criar serviços de alerta e de disseminação seletiva da informação
(DSI) a fim de atender às necessidades de seus usuários.
316

�Tanto ™ quantxj o outro oonstituem-se instrumentos já bas
tante difundidos em nosso meio.
Um sezviço de DSI oferece diversas vantagens não só
aos usuários que dele participam cano também as próprias
bibliotecas que o realizam. Desta foniB, para o usuário,
este serviço serve como meio para se manter atualizado nos
programas de sua área de estudo e pesquisa, fornecendo a
base para as contribuições a novos conliecimentos científicos. De outro lado, as bibliotecas desenvolvendo esse serviço tomam-se organismos dinâmicos, aumentando as possib^
lidades de uso de seu potencial de informação.
No Brasil são várias as bibliotecas que possuan programas de DSI já implantados, tanto manuais 1^3,5,6,9,13
cano automatizados ^&lt;7,11,12,14,15_sendo a população atingida fornada por diferentes grupos de especialistas. Um
serviço manual, dadas suas limitações, atinge numero menor de usuários enquanto que o aubonvitizado, pelas suas peculiaridades, pode atingir número mais elevado. Tiinto a literatxora internacional cotto a nacional é rica sobre este
assunto, divulgando metodologia e resultados de progreinas
de DSI em serviços de diferentes especialidades.
De qualquer forma porém, manual ou automtizado, o
serviço de DSI consegue satisfazer parte significativa das
necessidades de informação dos usuários.
A Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública da Univer
sidade de São Paulo (FSP) vem desenvolvendo, desde 1978,
um programa de DSI manual. Inicialmente este program foi
dirigido aos alunos do Curso de Pós-Graduação em Saúde Pública (Andrade e col.l). Em razão dos resultados alcançados/ medidos através de avaliação (Andrade e col.^), em
1980,este programa foi estendido ao corpo docente da FSP e
estr-uturado para que as informações fossem fornecidas a
partir das Linhas de Pesquisa (IP) desenvolvidas nos Departamentos.
O objetivo do presente trabalho é mostrar a experiên
cia da Biblioteca da FSP na elaboração e execução do programa de DSI para docentes, ban cano os resultados iilcança
dos desde sua implantação.
METODOIOGIA DO PROGRAMA
A metodologia adotada para desenvolvimento do progra
ma de DSI aos docentes da FSP foi baseada na já utilizada
317

�naquele oferecido aos alunos de pós-graduação da Faculdade
(Andrade e col.l), ocm algumas nodificações.
1. Levantamento das Linhas de Pesquisa
Linhas de pesquisa "representam tanas aglutinadores de
estudos científicos, que se fundamentam em tradição investiga tiva, de onde se originam programas e projetos, cujos
resultados se cccrplementam"8.
Cada linha de pesquisa desenvolvida nos Departamentos
da FSP é cadastrada na Biblioteca, acoitpanhada dos respec
tivos projetos.
Define-se Projeto comD uma "investigação, con inicio e
final previstos, fundamentada em objetivos específicos visando a obter resultados de causa e efeito ou evidenciar
fato novo"S.
Para cada projeto cadastrado são anotados: título completo; nane do responsável e demais professores colaboradores; linha de pesquisa ã qual é vinculado e respectivo
responsável; nome do Departamento; objetivo do projeto;duraçao prevista e
unitermos. Estes dados constituirão
o "Cadastro de Pesquisas da FSP" que servirá de base para o desenvolvimento do programa de DSI.
Anualmente o cadastro é atualizado, ocasião an que são
incluídos novas linhas e projetos, bem coro são registrados os projetos concluídos e cancelados; nestes casos essas
ocorrências poderão ser registradas no cadastro, no decorrer do ano, desde que comunicadas ã Biblioteca.
2. Participantes e definição dos perfis
O programa bem como participantes os docentes que estejam desenvolvendo projetos vinculados a linhas de pesquisa
(LPs) dos Departamentos da FSP. Para cada LP é estabelecido o perfil de interesse do docente responsável, por_inter
médio de questicnários e entrevistas pessoais, ocasião em
que são determinados os unitermos diretamente relacionados
às LPs, COTIO também aos projetos que se encontram em andamento. Nesta oportunidade também são determinadas as bibliografias (índices e abstracts) melhor indicadas aos te
mas. O progrcima é, pois, oferecido a grupos de docentes integrados a uma mesma IP.

318

�Os dados extraídos dos questionários são registrados em
fichas cjue conporão o fichãrio de perfis. Nestas fichas
são anotados os seguintes dados: título da IT e dos projetos em andamento, nome do responsável pela If e dos deirais
participantes, nome do Departanvento, bibliografias e unitcírmos selecionados. O verso da ficha é reservado para registro de dados estatísticxas.
Para o controle dos unitenros é organizado um fichário
de bibliografias, em ordem alfabética pelo título, contendo cada uma delas os uni termos selecionados. No verso des
sas fichas são feitas anotações para a avaliação quantitativa.
3. Serviços oferecidos
Cada grupo de docOTtes que integra cada LP recebe:
3.1. Levmtamentos bibliográficos - Não se trata propriamente de levantamentos bibliográficos na sua forma tra
dicional, mas sim de listagens contendo citações bibliogrã
ficas fotooopiadas das bibliografias (índices e abstracts)
e classificadas sob os temas das IPs e diretamente relacio
nadas com os respectivos projetos que se encontram em anda
mento. Em cada listagem fotooopiada são selecionadas e assinaladas as citações segundo os perfis de interesse, a tl
tulo de sugestão. As listagens são guardadas em {iastas e
encaminhadas ao professor responsável pela IP que se encar
rega de fazer circular o material entre os professores integrantes do grupo. Cada citação selecionada pelo docente
é indicada na listagem cosn a rubrica do inte^ess^ldo.Depois
de circulada entre todos os integrantes do grupo, a pasta
é encaminhada ã Biblioteca.
3.2. Artigos de periódicos - A Biblioteca oferece aos
participantes as facilidades de acesso ãs citações selecio
nadas. No caso da não existência da publicação desejada no
acervo da Biblioteca, são acionados os mecanisiios de que
se dispõe para obter a puljlicação desejada, tanto em nível
local coiü regional e internacional. Os artigos solicitados pelos docentes sao controlados através de requisição,
onde, além da referência bibliográfica do artigo são anota
dos a fonte onde o artigo foi identificado, a biblioteca
fornecedora e o custo para a obtenção do documento em cutros centros (nac ionais e estr£:ngelros). Não há limites es
tabelecidos para solicitação de artigos.
319

�4. Avaliação do programa
A avaliação é feita anualmente, sob os aspectos quantitativo e qualitativo.
A .ivaliação quantitativa é elaborada mediante os dados
coletados dos ficliãrios existentes. Assim, das fichas de
perfis são extraídos os dados referentes ao número de levantamentos bibliográficos realizados e de artigos solicitados; das fichas de unitermos, agrupadas segundo as biblio
grafias, são obtidos dados referentes ao número de levantamentos realizados por bibliografia e por unitermo; nas requisições do artigos são obtidos dados referentes a:número
de artigos fornecidos e não fornecidos, bibliografias que
indexaram as citações selecionadas e as bibliotecas fornecedoras dos artigos.
A avaliação cjualitativa é feita anualmente mediante entrevistas individuais com os docentes participantes, util£
zando-se quosticnário, por meio do qual são levantados os
seguintes pontos: grau de relevância das citações bibliográficas encontradas nas listagens; adequação dos unitermos escolhidos; freqliência de utilização dos levantamentos recebidos; relevância de artigos selecionados; considerações gerais sobre o programa, tais caio: periodicidade no recebimento das listagens e metodologia do serviço,
entre outras.
Ressalte-se que embora a avaliação seja anual, modifica
ções nos perfis podem ser introduzidas desde que um ou mis
elementos do grupo se manifeste.
RESULTADOS E ODMENTARIOS
De acordo con os dados obtidos por ocasião das avaliações realizadas do programa de DSI-LP, no período de
1980 a 1983, alguns resultados foram destacados.
Avaliação quantitativa
Desde o início de sua irtplantação, o programa de DSIIP atendeu, em média, a 54 professores da Faculdade por ano,
que representam cerca de 50% do total do quadro de docentes.
Em relação às LPs, foram atendidas, em média, r» período,
36 LPs por ano (Tabela 1) .

320

�Tabela 1 - Número de Unhas de pesquisa (IPs) e docentes
participantes do programa de DSI-LP, 1980/1983.
Ano
1980
1981/82
1983

N9 IPs
28
42
38

docentes
participantes
44
60
59

(43,5%)
(54,5%)
(54,1%)

N9 docentes reP
(an exercício)
101
110
111

Esclarece-se que se considerarmos o programa de DSI
para alunos de pós-graduação, o número de docentes beneficiados aumentará em razão de alguns deles estarem integrados nesse programa, na qualiditíe de alunos.
Certo se pode observar pela Tabela 2, foram efetuados,
no período, 7.476 levantamentos bibliográficos, em 25 índices e £ibstracts selecionados. Dos levantamentos realizados
(7.476) foram solicitados 4.479 artigos e, destes, 75,4%
(3.375) foram atendidos.
Tabela 2 - N9 de levantamentos realizcidos, artigos solicitados e fornecidos aos participantes do programa de DSI-LP, 1980/1983
Ano

M?
Levantamentos

N9 de artigos
solicitados
fornecidos

1980
1981/82
1983

1.798
2.872
2.806

1.111
1.725
1.643

825
1.170
1.380

Total

7.476

4.479

3.375

Pelos dados observados nas Tabelas 1 e 2, pode-se notar que, einbora o núnero de docentes participantes tenha
sido equivalente nos 3 períodos, o número total de levantamentos e de cirtigos (solicitados e fornecidos) aumentou
em 1983, considerando-se, principalmente, o período anterior que abrange dois anos consecutivos (1981/1982).
Este fato leva-nos a inferir estar havendo mudança de
ocnportairento dos docentes em relação ã dinâmica de uso
321

�de informações correntes.
Conforme se observa no Gráfico, o Índice de atendimento das solicitações con os recursos do acervo da Biblio
teca da FSP (1.994) foi baixo, ou seja, 44,5%, no período,
levcUido-se em conta que o nível de atendimento para as
grandes bibliotecas especializadas é baseado entre
90-95%10. Este fato justifica-se, em parte, pois Saúde PÚ
blica, assunto no qual o acervo ê especializado, tem cara
ter multidisciplinar o que toma difícil para uma biblioteca dessa especialidade atingir esse nível. Porém, com
os recursos da rede de bibliotecas do município de São Pau
Io, pôde-se atingir ura nível de atendimento de 71,7%;as
derrais biJjliotccas brasileiras e as do exterior (British
Lending Library e National Library of Medicine) cobriram
1,3% e 2,3% da demanda total, respectivamente. As deatais
referências solicitadas (24,6%) não chegaram a ser fornecidas por vários rrotivos, sendo o principal deles o elevado custo para sua obtenção nos centros estrangeiros.
Gráfico - Denanda de solicitações e atendimento
segundo as Bibliotecas fornecedoras 1980/83.
Legenda
Pedidos não
atendidos:
Pedidos
atendidos:
ESP
Munic.S.Paulo
CXitras Brasil
Exterior

71,7%
322

�Ocm relação ãs bibliografias (25 títulos no total)
selecionadas pára a realizaçao dos levantamentos bibliográficos, de 3 delas (Index Medicus, Excerpta Módica (íteçao 17) e Nutrition Abstracts and Reviews), foram extraídos 77,4% dos levantamentos realizados, sendo as mesmas
respoisãveis por 77,2% dos £irtlgos fornecidos. Estas bibliografias também foram as mais produtivas seguncto as
avaliações do programa de DSI aos alunos de pós-graduação
(Andrade e ool.2). e sendo assim, podemos considerar o
Index Medicus,a Seção 17 da Excerpta Medica e Nutrition
Abstracts and Reviews, cono as melhores fontes especializadas para levantamentos bibliográficos sobre os tonas de
senvolvidos nos projetos de pesquisa da FSP,no período.
Avaliação qualitativa
As respostas dadas, pelos participantes do programa,
íor ocMião das entrevistas, mostraram, de certa forma,uma
onstante eiti todos os tópicos apresentados. Assjjn é que a
naioria dos docentes considerou o grau de relevância das
referências bibliográficas selecionadas nos levantamentos
entre "muito bom" e "ban", cQnsider;indo-as úteis porá o
desenvolvimento de suas pesquisas.
De todos os professores entrevistados, a maioria
não julgou necessária a revisão dos unitemos e das bibliografias selecionadas.
Dentre outros tópicos abordados no questionário,podemos destacar as seguintes considerações: a periodicidade no recebimento das notificações (mensal) foi considerada boa por nais de 90% dos docentes e válido o nctodo de
circulação das pastas entre os participxintos. A nnioria
mostrou-se interessada em continuar a receber informações
para o desenvolvimento de seus projetos de pesquisa, ccsisiderando de máxina iirçortáncia a continuidade do desenvolvimento deste prograna por pcirte da Biblioteca da FSP.
Alguns professores apresentaram sugestões como, por exemplo, solicitar ajuda financeira para a obtenção do artigos localizados no exterior, dado seu alto custo.
Estas avaliações, quantitativa e qualitativa, mostrando resultados bastante positivos, levam-nos a considerar que a continuação deste programa de DSI,OQnio a^wio
ãs pesquisas em processo na FSP, é da naior inçortãncia.
Há, todavia, que se considerar a viabilidade de se obter
323

�índice maior de atendimento das solicitações. Isto poderá
ser atingido quando houver maior racionalização das coleções de periódicos das bibliotecas, a nível local, regional e nacional e, assim, diminuir nossa dependência dos
recursos bibliográficos do exterior
A SEI£CnVE DISSEMINATICN OF INFOFMATION (SDI) PHDGRAM
AS A BIBLIOGRAPHIC SUPPORT TO THE PUBLIC HEALTO RESEARCH.
A case study.
SummaAi/: An expedience iAicth a dzvzZoping SVl pfiognam
to the- teaching óta^^
an academic ichool In the.
public health i-ield, ai a bibliogAapkcc iupponX. to
thelfi leiea^che.i In pfiogfie-ii, Li fielated. The meXh^
dology and AeAutti obtained -in 19Í0-Í9S3 peAÁod oAe
pA&amp;iented.
Uniterms: Seletive Dissemination of Information.
Public health research. Bibliographic
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12.N0CE'I'n, Milton A. et al. Avaliação dos pacotes bibliográficos do serviço autonatizado do disseminação seletiva da infonmçao da Enpresa Brasileira de Pescjuisa Agropecuária: SDI/l^lBRAI^A. Revista de Bibliotecononia de Brasília, 6 (2): 247-55, jul/dez. 1978.
325

�13.PERRICEIÍJ, Maria Luiza Sobral. Projeto de disseminação seletiva da informação na Cia. Vale do Rio Docje.
Revista de Biblioteooncmia de Brasília, 6 (2): 171-8,
jul/dez. 1978.
14.RAULIN0, P. C. Um sistema de dissaninação seletiva da
informação para o Senado Federal. Revista de Bibliotecononia de Brasilia,
(2): 169-79, 1973.
15.TCMITA, Mari. Comunicação cientifica e tecnológica: a
disseminação seletiva de informações. Revista de
Biblioteconomia de Brasilia, 6 (2): 155-70, jul/dez.
1978:

326

�A REVISTA "NATURALIA" COM) DOOMNTO-PCNTE
PARA ANALISE DE CITAÇCES
TEREZA DA SIWA FREITAS OLIVEIRA
ccxjrdenadora *
MMilNALVA DOPES DE I-ra:iTAS MAIA **
MARIA JOSÉ STEFANI *
MAURA DUAKIE MOREIRA GUARIDO *
MARIA APARECIDA MARITflN BUIM *
SYLVIA HELENA MORALES HORIGUEIA
DE MORAES *
Reóumo: AnaLLia a &gt;Liv-u,ta "NatuAcutia" ,
como documen-to-ijon-tc rfe divulgação
z
puqaiioi,na ÕAía de cizncioi b-íoiõg-icoi na UHESP, atnavíà do índice, fonte..
Von. -inteAmédlo do índice de Citação, 1
denti^Zca a íiteAotuâa de itioÁ-on. íncZ
dhxcla de ciXaçõei, víAl^ica a dlipovu
bltidade du&amp;a titeAoXwia na UHF.SP e
ajs pnobabltidadei de obtenção, atàaveó
do contato autoi/cÁXante e awtoi/cÂtado
Palavras-chave: Indexação. Indioe-Fonte. índice
de Citação. Estudos de volumsde
uso.

* Biblioteca Central - UNESP
** Seção de Biblioteca e Docunentação
Cairpus de São José do Rio Preto - UNESP

327

�1. Introdução
O Canpus da UNESP de São José do Rio Preto está situ
ado no Distrito Universitário N oroeste, e aí funciona o
Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas,com os
seguintes cursos:
Graduação - Ciências Biológicas
Engenharia de Alimentos (recente)
Matemática
letras
Põs Graduação - Ciências Biológicas - Genética (M)
lÊtras - Teoria da literatura (M)
Letras - Literatura Brasileira (M)
1.1 Seção de Biblioteca e Documentação do Canpus cte São
José do Rio Preto
Tabela 1 - Usuários inscritos na Biblioteca por cursos
Cursos

Docentes

Discentes

Total

Cs Biológicas
Matemática
letras
e6s Graduação

41
17
46

185
265
305
41

226
282
351
41

104

796

900

TOTAL

1.1.1 Características
No contexto da re&lt;i2 de bibliotecas da UNESP, essa u
nidade eapresenta características peculiares, entre
as
quais podemos citar:
- aí se enccntra una das clientelas mais exigentes em
termos de conutação documentária
- a nédia de pedidos de artigos científicos é de 2000
a 2500 ao ano
- ccnstitui a unidade da rede de maior potencial de

328

�acervo de piijlicações monogrãficas: 52.293 em 1983
1.1.2. Outros dadDS - Ano 1983
Pessoal
Bibliotecário chefe
Bibliotecários
Auxiliar de Biblioteca
Escriturórlos
Outros

01
03
01
05
01

Acervo
Publicações Monogrãficas
Títulos de periódicos correntes

52.293
129

Estudos do uso
Consultas
Eirpréstinos

13.998
16.352

Serviço da Comutação PocuriEntária
N9 cte £urtigos solicitados
N9 de artigos recebidos
N9 de artigos fomacidos
Treinarrento de Usuários e Nomalização
ds publicações
ftevisao e normalização cte
referências bibliográficas
Total de Usuários orientados

2.096
1.484
619

26
44

2. CbjetivDS
Este trabalho foi elaborado nos moldes da técnica
do"Science Citation Index" , objetivando:
- analisar a revista "Naturãlia" em termos da pe
rlódico-fonte e sua inportância como veículo de divulga
ção das pesquisas biológicas na UNESP.
""
- conhecer através do índice de Citações, a literatura referenciada nessa revista e sua disponibilidaci?

329

�na UNESP.
- id£3itificar os autores mais citados e seus respectivos endereços para o relacicnamento autor/citado e au
tor/citante.
3. Instrumento de Indexação
O documento-fonte para a estruturação dos índices
foi a revista "Naturalia". Essa publicação da UNESP, de
periodicidade anual, foi iniciada em 1975, interrcnpida'
em 1979, retomando em 1980 e a partir de então, se dest^
na a publicar trabalhos originais e inéditos, de caráter
excl\:isivamente cientifico ou técnico, referentes ãs áreas
de Biociências, no ântíito de toda a Universidade. No in^
cio de sua publicação esta atendia especificamente ã Fa
culdade de Filosofia, Ciências e Letras âe São José
do
Rio Preto.
A indexação abrangeu o período de 1975 a 1982,volu
mes de 1 a 8, ccnforme tabela a seguir:
Tabela 2 - Revista Naturalia - Total de volunes
dos e número de Itens gerados.
Revista Naturalia

indesa

n9 de arts.indexados n9 de citações
no IF
indexadas no IC

Ttotal
119
íÉdia de citações por artigo = 17

129
188
201
86
209
220
417
554

&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;

11
13
13
09
14
11
20
28

2.004

4.Estruturação do Indice-Fcnte (IF) e Índice cte Citação
(IC) . Ver a estratégia adotada nos ane»3s 1 e 2

330

�5. Análise do Indice-Fcnte (IF)
Este Indioe arrolando alfabeticamente os nomes de ca
da autor dos artigos publicados na "Naturalia", até
o
presente memento, permitiu verificar:
a) l^Édia de produtividade dos autores
b) Filiação e/ou caitidades a que estão vinculados os
autores
Tabela 3 - Deircinstrativo da freqüência cíb artigos por au
tores
n9 de autores
103
20
18
06
01
02
01

quantidade
de artigos
01
02
03
04
05
06
09

produção total % do to
tal de
de artigos
autores
42%
103
40
16%
54
22%
24
10%
02%
05
12
05%
09
03%

^Êdia de produtividade por autor =1,6
E óbvio qiE a média dg produtividade dos autores ê
muitissino baixa, 58% dos mesitüs estão produzindo 1 a_2
artigos.Bitretanto, pareoe-nos que a política da ocuvBsão
editorial é propiciar oportunidades para o maior número'
possível ds autores divulgarem se&gt;^ artigos e não ser u
ma fonte bibliográfica ã disposição de um pequeno gnpo"^
de pessoas geralmente integrantes dessas comissões como
acontece con muitas revistas.
A característica em questão, sendo bastante acentu
ada, nos levou a identificar as instruções a que esses au
tores pertaicem:

331

�Tabela 4 - Instituições de filiações dcs autores
Unidades
São José do Rio Preto
Rio Claro
Botucatu
Outras unidades da UNESP
Unidades extra UNESP

% de autores
24%
42%
13%
06%
15%

A diversificação de filiação demonstrada nessa ta
bela, vem cxmprovar que o periódico, realirente,atende os
objetivos e diretrizes propostas, a partir de 1980.

Rio Claro

Botucatu

são José do
Rio Preto

Unidades extra
UNESP
Outras unidades
da UNESP

6. Análise do índice de Citações
Foram coiputadas nesse índice todas as referências
registradas na revista "Naturalia" e denonstrado que:
- 119 cwtLgo&amp; pubtLcadoi gcmAom 2. 004 dltaçoei
- deu, 2.004 nz^tnínclcu, cuiAolcLdai:
721 e^om
a pe.^õdicoi
251 e-fLom Aí^eAcncÃaó a publicações monog^ã^-icca,
03 % a títífuituAia. dí aventai
Dessa maneira, pesquisairos por meio desse índice:
a) disponibilidade da CNESP em relação ã literatura
citada
b) probabilidades de obtenção da literatura citada,
e não existente na UNESP, de fonm direta, através do re

332

�lacionmiEnto autor/citacJo e autor/citante.
Para o exposto no Item a, faros aos catálogos cole
tivos de pitilicações monográfrcas e periódicas da UNESP
e prooedemos ã consulta dos Itens constantes no IC,a fim
de \erificar se as piíilicaçrios referenciadas existiam ou
não no âirbito da Universidacte:
Tabela 5- Revista Natiuralia - número de citações e rxjr
centagsm de posse na UNES?
% de posse na
número de
Citações
LNESP
citações
pitil. monográficas
piial. periódicas
pi±)l.de eventos

53%
50% *
37%

506
1429
69

* % de fasciculos de revistas.
Assim, podemos afirmar que, em media a UNES? possui
50% do material citado e teinto a coleção de periódicos ,
quanto de maiografias atendem pelo nenos satisfatorianente as necessidades de pesquisa na área. No qus diz respei
to às citações de eventos a tcixa de disponibilidade deixa
a desejar.
Enbora não aplicamos a técnica de SOPER , segundo o
qual "a acessibilidade tem influência na escolha do docu
mento citado", parece-nos qie o estudo apresenta indícios
favoráveis a essa assertiva. Isto porqte, a lista de pe
riódicos gerada pela freqüência das citações, retrata uma
literatura de fácil acesso e até mesmo de coleções
pes
soais:
Titules de revistas
Freqüência de citações
Ciência e Cultura
Journal of SediiiEntary Petrology
Boletim da Faculdade de Filoso
fia,Ciências e Letras da USP- Bo
tânica

38
27
26

333

�Ccmptes Rendus hèbdoradaires des Sciences
de I'Acattemie des Sciences - Paris.Ser. D
Naturalia
_
Anais da Academia Brasileira de Ciências
Nature
Journal of Cell Biology
Journal of Insect Hiysiology
Itevista Brasileira de líiologia

21
21
20
17
14
14
13

No tocante ãs itonografias estrangeiras mais refe
rendadas tenos:
1- RIORDAN, J. - An introducticn to conbinatorial
analysis
2- WIGGLESWOKIH, V.B. - lhe principies of insect
physiology
3- CHAPMAN, R.F. - The insects: structure and
function
4- SNODGRASS, R.E. - Principles of insect,
morphology
5- HARDY, G.H. - An introducticn of the theory
of nuirisers
6- SNODGRASS, R.E. - Anaton^ of the honey bee

06
06
05
05
04
04

No que se refere ã estratégia ds estabelecer o rela
cicnaitento entre autor/citado e autor/citante dos Itens
referenciados e não existentes na UNESP, as perspectivas
são grandes, pois diante da relação dos 10 mais citados
localizartos o endereço de 07 deles, através da ocnsulta
ao SCI.
Exenplo a seguir:
CHAPMAN, R.F.
Centre Overseas Pest Research
College House, Wrists Land
Laidon VffiSSJ - Inglaterra
BOSCHI, E.E.
Universitá di Bologna

334

�Institut di Geofísica
I - 40126
Bologna - Italia
FRIEDMAN, G.M.
itensselaer Polytech Inst
Dept Geology
Troy NY 12181 - Estados Unidos
Esclarecenos qua esse prooedinento determina os po
los de cxminicação e visa um futuro intercânbio cientifico, com a canalização e otimização da infomação entre e
les, se tal fato ainda não ocorrer.
7. Ccnclusões
A indexação da revista "Naturalia" foi bastante vã
lida pelo conjunto do evidências e generalizações apresen
tadas, as quais fornecem diretrizes para melhor conhecer
a demanda dos docentes e pesquisadores da área.
Os estudos correlacicnais entre Indioe-Faite e In
dice de Citação, apesar de limitados, se irostraram coro
indicadores da intensidade de uso bastante válidos para
ccíipreendsr hábitos de obtenção e divulgação de literatura dessa coraunidads.
lhe Journal "Naturalia" as souroe-document for
citation analyses.
AbiíAact: Analijieó the JouAna-í "HatuAoI.ia" eu, a
iouAct docLmieitf oí AcAeaAch dii^QmlncLtlon in the
oi biological òcÁcncei a,t UNESP though
tíiQ. SouÁCí Index. By meanò
the CLtation Index,
the lite.A.cUuA.e with the highest citation incidence
ij&gt; identified; the availabilitij of thiji liteAcituAe
at UNESP aó meJU ai tlie po&amp;iiibititieA of obtciining
ij, thfLOugh contact citing authoA ajid cited author
a/it vefii^ied.
Key Words: Indexing. Source Index. Citation Index.
Studies of use intensity

335

�REFERÊNCIAS BIBLIOGR/lFICAS
GERVASI, M. &amp; SOUZA, R.C.B.C. A análise das cita
ções camo instrumento de avaliação das revistas.
Rev^ta b-fULi. BÁ.btlot&lt;iconomia e Voe.., ^(2): 6769, jan./jun. 1983
HENRIQUE, M.F. Science Citaticn Index; urta aborda
gem analítica. R. Ve.pt. Blbt. HLit. ,Rio Grandiê
^(1): 29-50, jan.-jun. 1980
NAITJRALIA. são Paulo, Universidade Estadual
lista, 1975-1978, 1980-

Pau

CBERHOFER, C.A. Tüiãlise de citação cctio previsor
de uso: una revisão de literatura. Rev. Lot.
Voe.., 2(2): 14-19, jul./dic. 1982
SCIENCE CITATICN INEEX. Philadelphia, Pa.,
Institute for Scientific Informaticn, 1972
SOPER, M.E. Characteristics and use of personal
collections. LlbnoA^ QuoAteJily ^(4): 397-415,
o\jt. 1976
ULRICH'S INTERNATIOSIAL PERIODICALS DIRECJTORY. New
York, R.R. BcMker, 1982

336

�i\nexo 1
/
" MICOKRIZA r.M Mclinis miiuitiíloin !&lt;! AUV,*
♦[.ilian l^oU^r 1 H&lt;&gt;M X/IM &lt; ASAC.PANI)1 '

F"

RF.fERrNClAS BIULIOGKAriCAS
1. AZIlVtDO,
N.f-.S,
—
Nficorri/as
de
ptanijs
kAVNN»-K.
MC. — Myv rihira iii rclatúi
puntâiiras
llx
329 40. 197J.c cul'lvactai. Mem .S&lt;v. Hot., !lI9B0.trowih. 1'mp. lor. \&gt;ur . y (2): 18:
2. tlJÒRKMAN. L - Ubcf rfie IWd ii&gt;t(Ufi«n der
SASS, J.fc. -- UiUanKj! ShcrolKUniqtic. Ainf»,
Mykorhi/abi'
dutig 6(2):
bci I-IW.IW;
Kicfct iind lÍLhie.
Io»j Suir lllilv. Crcs-.. I9.SI.
Symp
Hol. Up.al..
THOMAZINI, l .1. — Mycurrhifa In planitof lhe
3- (iAI.l AUl), G. -• f:(ude iui les mycoirlilzes cn"cerrado". Plêtn umlSoil, 41-. 707-11,1974,
doiiophei. H'v. Ocn. Uot.. I ?: 5-4K, IW?.
4. CKROFMANS, J.W, — Veiicular nfbu«r ilaf
niycorrhli:!
and piam growth. An. Hev. Phyt.,
6: 397-417.1968.

337

�/\nexo 2
• Nilurilla. S«o Paulo
1,25» 25J. 191).

- Lilian Isolde THOMAZIN^CASACR^^

*Mter
rado. N.r.S.

»2

fndle* «• rtli
II" 11-11
II ■'

REFFRÊNCIAS BtBLtOGRÀF ICAS
AZEVRDO.
N.F.S. — Mi orri?as de pianist e
5. RAYNNER.
Mycorrlnza
poniincas
lhe growih.M.C.
Fmp.— fof.
Jout.,
329-40. Í97I,e cuUivadat. Mcm. Soe. Boi.,
1980.
2. BJÒRKMAN, E. Ubcr die B«dingugcn d«r
A. SASS, J.E. — Boiti.n;*! Mfctoltchiu.io '.
Mykoihi^abilduni
b«i 1-190.1942.
Kieírr und Kichie.
lowaSiaie Univ. I'ms. 1931
Symp.
Boi. Upiêl., 6(2).
7. THOMAZINI. L.l. — Mycorihi/a io plakii of lh«
"ceifado". P/Ji»» Jtid Soil, &lt;/: 707.11 974.
). GALLAUO,
iludeBot.,
lur lei17: myrorrhiic*
docropnci.G.flev.— C*n.
5-48, 190?. cn4. CERDEMANN.
J
W.
—
Veiicolw-afbuscular
mycotrhíu and t-ik/it growth. An. Rev. Phyl.,
6: 397-4l7.l96(.

328

�Anexo
Estruturação - Indios-Fonte
CPUZ-LANDIM, C. da *
O corpo gorduroso da Larva de Mslipona quadrifasdata
anthidioides Lep {Apídae, Meliponineje)
NATUKALIA
8:7-23 ^ 83
29R
UNESP, Instituto de Biociências, Cept Botârdca
C.P. 178 - 13500
Rio Claro-SP- Brasil
Ver CAETANO, F.H.
NATORALIA
8 91 83
MORAES, R.L.M.S. de NAIDRALIA
8 177 83
* exenplo aleatório

ESti-utui-açâo - índice ite Cltaçjc
CE MfJÍINIS, C. •
66 ANAIS di ESCOIA SUEí^RIOR de ^CrUCUUURX "USIZ ZZ Ç^JETPOZ'
ARID, PM
NA3VRALIA
1 1 T5
66 CIGCIA E CULIURA
M¥:iEL, H.E.T. NAIURAUA
2 71 ?6
67 tarr^-r.,
FEVISTAH.E.T.
de AO^CULTJKA
ÍÍAIIHULIA
1 53 75
KCIEL, H.E.T. ÍJVIUBALIA
2 71 Tb
PXaLI, A.A.S. íyviURALIA
7 85 82
68 REVISTA AO^OJLHJTUV
ÍCCIEI-, H.E.T. NAIURAUA
1 53 75
69 ?E\12TA de AGRICULTURA
KCnZ., K.U.T. NAIUFALIA
2 71 76
77 díÍJCIA E CUL31JTÍA
aSAR, D.
NA3URALIA
5 45 80
78 HEVISTA de W3RICUL1TJRA
CESAi^, D.
NATURALIA
5 45 80

23 129 66
18 239 66
42 47 67
43 55 68
44 19 6í
29 1031 77
53 48 7Ç

339

�SATISFAÇÃO E FRUSTRAÇÃO DO USUARIO EM OBIER DOCUMENTOS
EM UMA BIBLIOTECA ACADÊMICA DE SAÚDE POHLICA
BENEDITA SILVEIRA CAMPOS SADI
Bibliotecária do Bt/SBD/FSP/USP
IRENE LEICHE ELEUTÊRIO
Bibliotecãria-Chefe do Bt/SBD/FSPAJSP
SCNIA GARCIA GOMES
Bibliotecária do Bt/SBD/FSPABP
DAISY PIRES NORONHA
Bibliotecária-Chefe do Dc/SBD/FSPAJSP
NILZA NUNES DA SILVA
Prof .Assistente do HEP/FSPAJSP
MARIA CECiLIA GONZAGA FERREIRA
Bibliotecária do Dc/SBD/FSPAJSP
SÔNIA MARIA FERRARA LIZIERD
Auxiliar de Biblioteca do Bt/SBD/FSPAJSP
MARIA TERESINHA DIAS DE ANDRADE
Diretora Técnica do SBD/FSPAJSP
Reòumo: Vuqwita efetuada na Bibllotíca da faculdadz
de Saúde Publica da USP pana avaLLoA a iati^^ação e
í^uAtAação^de óeoò lUuÕAÁoi na demanda de tivuoi atfia
uéò do cctíiCogo de aixXoKjtltuJio. O-ó dadoi ijo/iam anatiòadoò aXAavti do modelo "SlZvzl de Satiòíação"í oi Aí
iLiltadoi compoAadoi aoi de outAoJs duoi bibtiotecai "
univeAi■itã/vLoA. Rea^-üunoti-ie. a aptccab-ítidade gcAoZ
do modelo NS, abrindo ponlbilldade de eitabeZecÃmen
to de padAÕeA de ieAvlçui de Biblioteca.
Palavras-chave: Biblioteca acadâtdca. Avaliação de
deseirpenho. Nível de satisfação de
usuários.
INTRODUÇÃO
Os estudos de avaliação de desenpenho de bibliotecas
tomaram-se mais freqüentes nas últimas décadas acatpanhan
do a transição da biblioteca cano apenas depositária do
conhecimento público para uma visão mais dinâmica,ou seja,
caiü sistema de informações orientado para o usuário.
Por outro lado, a explosão documentária e a crise eco
nônica que restringe cada vez mis os orçamentos evidenciam
a necessidade de estudos que possibilitem estabelecimento
340

�de políticas de aquisição, organização e administração dis
bibliotecas, a fim de se tomarem mais efetivos e eficaajs
os serviços dirigidos aos usuários da biblioteca. Esta ten
dância pode ser detectada em pesquisas e eirtigos de revi"
são sobre estudos de uso da informação e de comportamento
de usuãrios(lí2,4,5,6,8,9) ^[)0ntre esses estudos,Krikelas(5)
aponta que,já em meados de 1960, há iraior interesse ot es
tudos de catálogo no sentido de conhecer as necessidades""
dos usuários, sendo que tais estudos, a partir de 1970,vôn
levando an conta programas de automação. Alerta ainda esse
autor sobre a falta de estudos da inter-relação "usuário
X catálogo", colocando que as medidas de eficiência não
medem tão somente o catálogo mas abrange um sistema mais
complexo "Usuário X Catálogo X Questões".
Embora seja do consenso a inportância dessas avaliações, sente-se a necessidade de desenvolvime-nto de modelos para medidas de avaliaçao de desenpenho.
Neste sentido, a pesquisa sobre dispcnibilidade de
livros de autor/título conhecidos, através do uso do catá
logo, realizada na Sears Library da Case Western UniversT
ty, mostra que o modelo "Nível de Satisfação" (NS) desen
volvido por Kantor(3), tem aplicabilidade geral para medir a satisfação e frustração do usuário(8). Este estudo
é reafirmcsdo por pesquisa efetuada em biblioteca univers^
tária brasileira(') usando o modelo apresentado e aplicado por Saracevic e col.(8).
Embora abrangendo medidas parciais de desenpenho, o
modelo "NS" empregado nas duas pesquisas citadas é um ins
trumsnto que possibilita a identificação de falhas que
corrigidas poderão melhorar o deseatpenho díis bibliotecas.
Com base neste modelo foi feito o presente estudo visando
analisar o desesrpenho da biblioteca da Faculdade de Saúde
Pública da Universidade de São Paulo (FSP) no que se refe
re ao nível de satisfação do usuário na busca de livros a
partir de itens conhecidos (autor e titulo).
MATERIAIS E MÊTCOOS
A biblioteca da FSP atende docentes e alunos dos cursos de graduação para nutricionistas e os de especialização, sendo o principal o de saúde pública ministrado regularmente, com duraçao de 1 ano, e tambãn os de pós-graduação, a nível de mestrado e doutorado. Atende também usuá341

�rios de outros institutos de ensino e pesquisa e profissio
nais em geral, no horário das 8 ãs 20 horas, de 2a. a 6a.
feira e aos sábados das 8 ãs 12 horas, tos seus usuários
é facultado, além de consultas, o esnpréstinr) de livros por
um prazo de 7 dias. O conjunto desses usuários que oonsult£im o catálogo de autor/titulo de livros oonpõe a população a ser amostrada, na qual a unidade de estudo é a dentn
da ou consulta realizada por cada usuário.
Considerando que a informação seria coletada no momen
to em que o usuário estivesse realizando a sua consulta,
fixou-se que o subconjunto ooiposto por todos os usuários
que procurassem o catálogo de autor/titulo durante o mês
de junho de 1984 seria uma amostra da população acima definida, assumindo-se que nesta época não se esperava a ocorrência de fatos que pudessan perturbar o seu potencial representativo .
O tam£aiho da amostra foi fixado em função do número
de demandas necessárias para a obtenção de um intervalo da
confiança de 95% para onivel de satisfação (NS%), em que
o coeficiente de variaçao da estimativa obtida não ultrapassasse 5%. Assim a coleta dos dados foi realizada no pe
riodo de 4 a 25 de junho de 1984 e o número de demandas
(D=413) foi considerado suficiente (Anexo 1).
Para fins de estinação este conjunto de 413 demandas
será considerado uma amostra casual sirples de todas as
demandas que ocorrem ou ocorrerão ao catálogo autor/titulo da biblioteca da FSP. Portanto o nível de satisfação
(NS) e as medidas de desenpenho da aquisição (Pa),da circulação (Pc), dos procedimentos da biblioteca (Pb) e dos
usuários (Pu), objeto do estudo, serão estimadas pela proporção airostral (p) e seus erros padrão por:
Sp=| P (1-p)
D-1
O instrumento de coleta dos dados foi um formulário
de entrevista (Anexo 2) que era preenchido por cada usuário que entrasse na Biblioteca para consultar o catálogo
de autor/titulo de livros, aoompanhando-o na busca do docu
mento. Os usuários que entrassem na Biblioteca, mas que
não fizessem uso desse catálogo, tinham anotados os seus
dados de identificação para análise posterior.
342

�Pfós seu uso, o fontiulário era devolvido a um bibliotecário que imediatamente percorria o mesmo caminho de bus
ca feita pelo usuário, a fim de conferir os dados e poder
codificar os resultados obtidos na caisulta. Para tanto íbi
estabelecida a seguinte codificação:
D= demanda total, resultante da scma de: S (demanda
imediatamente satisfeita) + F (frustração da demanda);
Frustração da demanda (F) categorizada qiwito a: Aqui
sição (Fa); Circulação (Fc); Procedimentos da Biblioteca (Fb) ; e Usuários (Fu) .
Os resultados assim obtidos forcim analisados através
do modelo "Nível de Satisfação", desenvolvido por Kantor(3)
onde os dados são tratados pela técnica do diagrama ramificado (fig. 1).
D
Fa

S

Fig. 1 - Diagrama ramificado dos resultados da busca de livros numa Biblioteca
Os valores D, Fu, Fb, Fc, Fa são obtidos diretamente
da coleta de dados.
T, U, V e D são auxiliares no cálculo das probabilidades independentes: Pu, Pb, Pc, Pa. Os valores daqueles
343

�são calculados a partir c3as fórmulas:
T=
U=
V=
D=

S
T
U
V

+
+
+
+

Fu
Fb
Fc
Fa, onde o valor D corresponde ao total da demanda.
As prctoabilidadas independentes (medidas parciais de
deserçenho) podem então ser calculadas:
s
T
U
V
Pu =_
Pb =
Pc =_
Pa =
T
U
V
" D~
A probabilidade (NS) da satisfação da demanda total
(D) é calculada:
D
ou em termos de diagrama ramificado:
NS = Pu.Pb.Pc.Pa
A seqüência das barreiras representadas no diagrama
ramificado, na ordem em que cada evento ocorre, pode ser
assim entendida:
a) A primeira barreira a ser transposta quando se proci^a
um livro numa Biblioteca é se este foi adquirido. Se nao
o foi, nada mais interessa (=Fa). Deste modo o deserrpenho
da aquisição é a primeira probabilidade a se considerar
(Pa).
b) A segunda barreira na busca é a circulação, isto é, se
o livro estiver circulando (enpréstimo ou em uso na Büalio
teca) nada mais interessa (=Fc). A medida da circulação é,
portanto, a probabilidade seguinte no diagrama (Pc).
c) Se o livro foi adquirido, está na Biblioteca, mas não
está em seu lugar na estante, não há ficha no catãlogo,ou
se está fora de ordan ou desaparecido, nada mais interessa
(=Fb). Portanto, a terceira probabilidade na seqüência é
a medida de desenpenho dos procedimentos da biblioteca(Pb).
d) Ultrapassadas as barreiras acima, ainda há um últiito
obstáculo para se chegar ao livro, representado pelo desem
penho do usuário na busca. Este deve encontrar a ficha no
344

�catálogo, anotar corretamente o número de localização na
estante e encontrar o livro na mesma, caso contrário,mesmo o livro estando disponível a demanda não será satisfei
ta (=Fu). A medida de desençenho do usuário (Pu) segue as
outras probabilidades e, só apôs ultrapassar esta barreira se chega ao total da demanda imediatamente satisfeita
(S) .
RESULTADOS
Os resultados coletados na pesquisa enoontram-se di£
criminados na l^bela 1.
I&amp;bela 1 - Ftesultados observados na_amDStra de demandas
(D=413) segxmdo satisfaçao e frustração.
Distribuição da demanda

N9

I-Frustração (F)
-Livros não adquiri^s (Fa)
-Livros em circulação (Fc)
-Procedimentos Biblioteca (Fb)
-Falhas do usuário (Fu)

196

Il-Satisfação (S)
Ibtal

79
65
9
43
217
413

Para duas das categorias de frustração da deirarda
(Fc e Fu) foram mencionadas subcategorias para possibilitar a análise das falhas passíveis de serem relacionadas
can aquelas (Tabela 2).

345

�I&amp;bela 2 - Resultados observados nas subcategorias da
frustração da circxilação (Fc=65) e do usuário
(Fu=43)
Distribuição da Frustração
Livros em circulação (Fc)
-carprestados
-ein uso na Biblioteca
-em reserva
Falhas do usuário
-não localizou a
-copiou errado o
-não localizou o
-não identificou

(Fu)
ficha
n9 de chamda
livro na estante
a localização especial

N9
65
39
10
16
43
11
4
12
16

Analisando os resultados obtidos pela técnica do diagrama ramificado (fig.2) chegou-se ãs medidas de desempenho da aquisição, circulação, procedimentos da biblioteca
e usuários da biblioteca da FSP, bem como do nível de satisfação da demanda imediatamente satisfeita, e dos seus
respectivos desvios-padrão (Tabela 3).

Fig. 2 - Diagrama ramificado dos resultados na busca de
livros na biblioteca da FSP.
346

�I^bela 3 - Medidas de desempenho da Biblioteca da FSP e
respectivos desvios-padrão (Sp).

Medidas

p(%)

Aquisição (Pa)
Circulação (Pc)
Biblioteca (Pb)
Usuários (Pu)
Nível de Satisfação (NS)

80
80
96
83
52

Sp(%)
1,9
1,9
0,8
1,8
2,4

DISCUSSÃO
1. Nível de Satisfação
O resultado de NS = 52% da demanda imediatamente satisfeita encontrada na Biblioteca da FSP é comparável can
os apresentados pela Sears Library e PUC/RJ (làbela 4),
can 56% e 52% respectivamente. Saracevicí^' afirma que
"níveis de 40 a 60% são conumente encontrados em bibliotecas universitárias", mas não considera ser estes Índices "um alto nível de satisfação para um serviço", principalmente levando-se em conta que, em bibliotecas norte-ame
ricanas e inglesas, são adquiridos cerca de 90% do mate-~
rial solicitado. Considerando-se que, por problemas financeiros, as bibliotecas universitárias brasileiras adquirem
menor quantidade do material solicitado, conparando-se com
as dos países desenvolvidos, poder-se-ã talvez coisiderar
o NS da biblioteca da FSP superior aos 52% realmente encontrados na pesquisa.

347

�líjbela 4 - Canparação das medidas de desertpenho
(p) da FSP, Sears Library e PUC/RJ
Bibliotecas
Msdidas

FSP

Aquisição (Pa)
Circulação (Pc)
Biblioteca (Pb)
Usuários (Pu)
Nível de Satisfação (NS)

80%
80%
96%
83%
52%

Sears Library
91%
87%
86%
82%
56%

PÜC/RJ
80%
81%
90%
90%
52%

Saracevic e ool.(8) mostraram, aplicando o mcdelo NS
em duas épocas diferentes, ccm diferentes políticas de empréstino, que alteração no prazo de ejtpréstimo afetou de
modo positivo o NS da Sears Library. Podemos esperar que
cctn a localização das fontes de frustração, pequenas alterações possam ser feitas gerando melhoria global da biblio
teca (no nível de satisfação, portanto), sem grandes aumentos no custo dos serviços.
2. Medidas de Frustração
2.1 - Ar^uisição
O resultado obtido pela medida de desenpenho da aqii
sição, Pa = 80% (quadro 2), isto é, de cada 100 livros pro
curados 80 tinham sido adquiridos pela Biblioteca, é similar ao encontrado na biblioteca da PüC/RJ, mas abaixo da
média das bibliotecas norte-americanas e inglesas (90%,independente do tamanho das bibliotecas). Este resultado
toma-se oaipreensível dentro da realidade econcrdca das
bibliotecas universitárias de países "em desenvolvimento",
ccmo no caso da biblioteca da FSP, cuja aquisição de livros é dependente de recursos externos.

348

�Assim, a aquisição não é apenas a primeira barreira
na seqüência de frustração c3a demanda, mas, juntamente
com a circulação, um dos fatores mais frustradores desta
demanda, devendo ser considerado que a melhoria desta categoria pode inplicar custos muito elevados, se se pensar só em termos de novas aquisições. No entanto 5 necessário considerar que usualmente o enpréstimo-entre-biblio
tecas complementa a coleção em cerca de 5-10% (5,8).
~
Um fator pode ter influído no desempenho da aquisição na biblioteca da FSP: foi a grande deironda por parte
de usuários não pertencentes ao quadro da FSP, preparando-se para concursos públicos, ocorrida na época do estudo.
2.2 - Circulação
Dos livros procurados e adquiridos pela biblioteca
da FSP, 20% estavam circulando (eiiprestados, em uso ou reservado para uso na Biblioteca), estando os restantes 80%
disponíveis (medida de desempenho da circulação: Pc=80%).
Este resultado, embora semelhante ao encontrado na PUC/RJ,
está abaixo das bibliotecas estrangeiras e foi, juntamente
com a aquisição, um dos aspectos de nraior frustração na de
manda de livros na biblioteca da FSP. No entanto, este fator é nais acessível, do que a aquisição, a pequenas modificações que podem resultcu: em melhor desertpenho da biblio
teca. Assim a alteração dos prazos de empréstimos pode ser
efetuada tendo em vista os títulos de maior denanda, pois
se estudos anteriores mostram que mudanças na política de
enpréstimos afetam positivamente NS(8), é sabido também
que a demEinda num biblioteca segue a lei dos 80/20 de
Trueswell, isto é, 20% do aoervo satisfaz a 80% da demnda, havendo portanto um núcleo de livros de maior demandada) . Na biblioteca da FSP, para atender tal demanda
representada principalmente por publicações que fazem par
te das bibliografias das disciplinas dos diversos cursos7
sem exenplares suficientes para atender a toda demanda de
enpréstimos, foi estabelecida a formação de uma coleção re
serva provisória destas obras, que só poderão ser usadas ~
na biblioteca, no período de vigência do curso correspondente.
Livros enprestadDS, livros em uso ou em reserva na Bi
blioteca foram as subcategorias analisadcis octno fatores de
frustração dentro da circulação (Tabela 2), sendo que a
349

�maior percentagem de frustração incide nas obras errprestadas (60%) e os livros em uso, e os em reserva representam 15,4% e 24,6% das frustrações dentro da circulação,res
pectivamente.
2.3 - Procedimeaitos da Biblioteca
Pode-se considerar alta, conparando-se com as demais
bibliotecas (Tabela 4) , a medida de deserrpenho dos procedimentos da biblioteca da FSP, Pb = 96%, isto ê, dos livros procurados, adquiridos pela biblioteca e que não esta
vam circulando, sanente 4% não puderam ser achados por alguma falha nos procedimentos da biblioteca. Vários fatores
podem estar contribuindo para que este índice se mantenha
em nível satisfatório, oawo: todos os livros representados no catálogo; estantes em ordem; realização anual de
inventário,entre outros.
2.4 - Usuários
A medida de desatçenho dos usuários, Pu = 83% significa que dos livros procurados e disponíveis na Biblioteca
17% não foram encontrados devido a falhas dos prcçirios
usuários, doseítpenho pouco acima do resultado da Se£urs Library (82%), mas abaixo do da PUC/RJ (90%) (l^bela 4) .
A dificuldade maior do usuário, observando-se as sub
categorias (Tabela 2) está na identificação, nas fichas do
catálogo, de anotações indicativas de coleções on locais
diferentes da coleção. Nesta falha é difícil de separar a
responsabilidade do usuário da da biblioteca, mas em haven
do esta dificuldade cabe a esta estabelecer codificações
mais facilmente perceptíveis, ou criar alguma forma de s^
nalização para alertá-lo da existência destas coleções es
peciais.
~
A não localização do livro na estante, bem oanj a
não localização da ficha existente no catálogo por parte
do usuário, embora possam ser consideradas falhas humanas
normis, podem também ser parcialmente sanadas mediante
imvj atitude imediata da biblioteca no sentido de melhorar a sinalização das estantes e catálogos, bem ccmo pro
piciar aos usuários um treinamento dirigido ao uso do catálogo, além daquele que se costuma oferecer regai innente, tanto formal cano informalmente.

350

�CONCLUS&amp;S
Os resultados obtidos nesta pesquisa na biblioteca da
FSP reafirma o valor da aplicabilidade geral do modelo "Nível de Satisfaçao", usando a técnica do diagrarta ramificado
desenvolvida por Kantor.
Embora sejam medidas parciais de desençenho, a importância delas reside na possibilidade de conparação de resul
tados oom os de outras bibliotecas, cano vimos nesse estudo.
E tambãn dentro da própria biblioteca; para tanto a biblioteca da FSP pretende repetir esta avaliação em diferentes
épocas para ter uma visão no tempo e poder conhecer os diversos fatores que podem influir nos resultados encontrados. E através destas comparações poder-se-ã chegar ao estabelecimento de padrões para serviços de Biblioteca.
As subcategorias dentro das categorias seqüenciais e
independentes de frustração da demíinda poderão ser variáveis dentro do contexto de cada biblioteca, e assim, servir para solução de problemas específicos, não afetando,no
entanto, as medidas totais, nem o valor da coiparação,uma
vez que são quantificadas globalmente.
Estas medidas de desenpenho, aribora não identifiquem
as causas, são válidas uma vez que apontadas as fontes de
frustração dos usuários, vêm possibilitar tonadas de decisões administrativas no sentido de melhorar o desenpenho da
biblioteca, tais ccmo: identificação de novos títulos para
aquisição, alterações na política de atpréstimos para livros de maior demanda, estabelecimento de treinamentos dir^
gidos aos seus usuários, melhorar sinalização de estantes
e catálogos.
USER'S SATISFACriCN AND FRUSTRATIONS IN OBTAINING DOCUMENTS
IN AN ACADEMIC LIBRARY OF PUBLIC HEALTH
SummciAy: Obie.'ivcutioni 0(j the. caaòe.í, of, uAOA'i òatÁAf^ac
tion and
In obtcUnlng bookò ^lom the lib)icL&gt;iy ol thz Pubtic Hiatth School, Un^vzu-Lty 0(5 S.Paulo,
uieA.c made.The. model iatlòfaction le\iel uxu, uied and the
leAidXi weAe compoAed uiith two uyúveMÁ-iXy LLb^o'U.ei At
uxu concluded that thÁJi -u a model univeually apptLcable ioA itudyòig oApecti o^ LLbfiaAy peA^onmance and
peAhapi to teach patteAni o^ ie&gt;w-iceii.

351

�Key words: Academic library. Measures of performance.
User's satisfaction level.
KETERÊNCIflS BIBLIOGRÃFICÃS
1. FIÚZA, M. M. Estudo de uso do catálogo da Biblioteca
Central do SESC/BH. Reviste ^ Escola de Biblioteconcmia da UFM3, 10 (1): 67-80, mar.1981J
2. GARCIA, M.L.A. Uso da biblioteca entre professores
do Instituto de Ciências Exatas da UPMG. Revista
da Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1 (2):113-24,
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Science, Case Western Reserve University,1975 apud
SARACEVIC, T. et al.(8)
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Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
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5. KRIKELAS, J. Catalog use studies and their inplications. Advances in T.ihrarianship,
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tecas uráversitárias. Ciência da Informação,10(1):
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8. SARACEVIC,T.; SHAW JR. W.M. ; KANTOR, D.B. Causes and
c^amics of user frustration in an academic library.
College Research T.ibraries, 38(1): 7-18,jan.1977
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recognition from users' data to catalogue entries.
Journal of Documentation, 26 (3):230-249,sept.l970.
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users: the 80/20 rule. Wilson Library Bulletin,43(5):
458-61, jan. 1969 apud KREMER, J.M., p. 41.

352

�^OjcHíHOOOOr^CO
r^v£)v£&gt;vo^*^ir&gt;mir&gt;

m o
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353

�ANEXO 2
j hf-Tl'IK' t)K I'SO IK&gt; CATAI.OC.0 DK AUTOR/TÍTULO |
11 I-ARTK
1. O QL'j; VLIÜ YK/.W NA hIBI.IOTKCA:
□ (on.ull.r
I I Livriis/dotoií-s [II] Livros/asKunioa
□ Consulta 'm i&amp;iantcb f/ou cxpusiçãu krmanal
I ] Empréstimos
( I Estudar
i I Outros
2. TIPO DE USÜARIO:
2.1. Pertence ã Faculdade de Saúde Pública?
Q SIM
Q NAO
2.2. Categoria:
( I Professor
□ Aluno de pÓB-graduação
1 I Aluno de rursos de especialização
□ Alu„o de graduação
( I Func ionário
[

354

Outras

Q Fcriúdicos

�c
I
d
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&lt;]
o
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£
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UJ
&lt;]
&gt;
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o

355

�A SATISFACÍto IX) USUSRIO CEM3 MDIEft DE
AVaUAÇto DE SHWigOS DE BUJUOTHCR
SILAS MAEQUES DE OUVEIRA
PROFESSOR tX3 DEPARTAMENTO DE
PÕS-GRADUAÇfiO EM BIBLIOTECONOMIA DA PUOCAMP.
Retorno: ApAe^enta uma meXodolog-La poAa ava-ÍÃa
ção de ieAv-icoi de. b^btíotcca ccntmdo no warn
nÁi). VZòclUí a ÃmponXância da
poAtícÃpaçao
dutz no pfLOCíiio de avoLiação como (jo-wia de
dztzcÃoA a iua iatCi^acão em relação aoi ittvi
Ç.OÍ o^eAícidoi. A meXodoíogla coni-Lòtz na zta
boiaçao de um qu&amp;itÃonã/vio ondz oi ieAv-içoi a
ieAm avaíÁjadoi íão oi que oi uiuÕAÃoi -LndlcaAam piev-iam&amp;nte como iendo oi maii ÁjnpofLtanteJí
de uma "boa" b-Lbtioteca e onde eMta aval-iação
é (je-óía peZoi pA.õpAÂoi uíuõaãüí. Vímomifia o
fie^ultado da apticação duta metodologia
em
uma biblioteca univeAiitoAia.
Palavras-chave: Avaliação de serviços: o usuário.

1. lOTHODOÇÍto
Os serviços bibliotecários são criados para atender as neces
sidades de uma determinada comunidade. Ê necessário, no entanto, saber porque, para que, para quem e cano serão executados estes serviços. Para saber se estes serviços estão sa
tisfazerdo plenamente as necessidades da conunidade e atingindo as metas da biblioteca, é necessário avaliá-los.
Para aiWEI! (4) , "um dos aspectos mais inportantes da admini^
tração de bibliotecas é a medição e avaliação dos serviços
para que se possa estabelecer metas e desenvolver políticas".
A avaliação da biblioteca e de seus serviços é essencial fa
ra o planejamento eficaz dos meanos. A qualidade do planeja
mento seria questionável sem um avaliação adequada da situa
ção e condição reinantes.
Uma avaliação adequada seria inçossivel sem meios adequados
de avaliação.
356

�Conforme IZQUIERDO (7), "O desenvolvimento de boas medidas
de avaliação depende da definição clara dos objetivos da organização. A avaliação coiid uhh etapa do planejamento é o
meio capaz de detectar falhas, evitar confusões, sugerir alternativas e realiraentar o sistema can novos insumos
para
que os produtos sejam capazes de satisfazer as necessidades
de inforriHção do usuário".
A avaliação é, portanto, um processo contínuo, que se realiza cem a finalidade de corrigir ou determinar mudanças cjue
conduzirão ao melhoramento dos serviços.
A avaliação dos serviços bibliotecários tem sido, nos últimos anos motivo de muitos estudos. O interesse surgiu pela
notada carência de recursos ecQncniicos e ademais, para justi.
ficar a importância dos mesmos perante os órgãos deliberativos e mantenedores.
2. METODOIiXIA PARA AVALIAR SERVIÇ)OS
Uma revisão da literatura revela que existem muitas
opiniões quanto aos métodos utilizados para avaliar serviços.
O mais notável é a discussão com respeito aos pros e contras
o uso de simbologias numéricas (estatísticas, etc.)
para
avaliar o desempenho de um serviço ou mesmo da biblioteca.
Os critérios para esta avaliação variam de uma biblioteca pa
ra outra. Os mais ccanuns são as contagens numéricas referen
tes a atendimento, circulação, aquisição, catalogação, pessoal etc. Enquanto que estes itens possam estar relacionados e podem até indicar o grau de sucesso de alguns
servi
ços, eles não são medidas diretas dos serviços que os usuários esperam da biblioteca. Ê necessário identificar itens
específicos de demanda de usuários.
Embora existam os defensores da "estatística" como instrumm
to de avaliação, a tendência crescente é que os usuários devam ter o papel principal na avaliação dos serviços da biblioteca, ou seja, a utlização de metodologias cujo foco ê a
coipreensão das necessidades básicas dos usuários para que
se tente satisfazê-las, pois, para o usuário, a biblioteca é
boa ou não, na medida e;n que suas derrondas e
C2xpectativas
estão sendo satisfeitas satisfatoriaircnte.
Portanto, una biblioteca não pode funcionar em total isola357

�mento das características dos usuários e de suas denandas.
Infelizmente muitas são insensíveis a estas demandas e
ao
que os usuários desejam e esperam da biblioteca.
Para QMEU (4) a avaliação deve ser realizada tendo cano base as necessidades expressas dos usuários. A ênfase
deve
ser nos usuários e em seu julgamento e náo na quantidade de
livros e circulação de livros caro tem prevalecido na maioria das bibliotecas.
ROBERTSCM (11) reforça o pensamento de CHWEH ao afirmar que
"as metas do bibliotecário precisam coincidir com as necessi.
dades de sua clientela para que a biblioteca possa ser bem
sucedida". E continua, "... se estas necessidades podan ser
determinadas e se a clientela for coisistente ao expressá-las, então o bibliotecário deve ser capaz de usar esta mani.
festação cano base para definição de prioridades" e poderia
raos acrescentar, ... e de critérios de avaliação.
BOB (2) sugere que "o número de perguntas de referência deve
ser levado en consideração na avaliação " Perguntarlanes:
Por cjue não considerar o quão plenamente a necessidade
do
usuário foi satisfeita pela resposta do serviço de referên
cia e não siitplesmente apurar quantas perguntas foram respon
didas? Só porque menos perguntas de referência foram feitas
a uma determinada biblioteca em relação à outra indica que
aquela seja inferior a esta?
A força emergente parece ser em relação ã identificação e sa
tisfação das necessidades dos usuários e não sinplesmente a
mera contagem e apuração de númsros (circulação, livros, pes
soai) san uma consideração mis profunda do que estes dados
representam em termos de qualidade dos serviços.
LANCASTER (8) afinta que "... os serviços de uma biblioteca
devan ser medidos em termos do grau de satisfação dos usuários" .
Alguns autores que tem se manifestado a favor de avaliações
que levam em ccnsideração a opinião dos usuários e cujos tra
balhos refletem une corpreensão destes conceitos, incluem:
ORR e outros (10), CHWEH (3), SHORT (13), SALVERSON
(12),
GRIFFEN &amp; HALL (6), WIEDEN (14), CHWEH (4), D'ELIA &amp; WALSH
(5) e RCBERTSON (11), dentre outros.
É irtprescindlvel notar a afirmação feita por CRIFFEN &amp; HALL
358

�(6) de que "o nível de satisfação dos usuários em relação a
itBteriais e serviços oferecidos é una infomação de extrara
necessidade para os bibliotecários"
para que se possa to
mar decisões críticas necessárias para garantir o melhoramen
to e o redirecionamento dos serviços".
3. CBJEl-IVOS DO ESTUDO
GRIFFEN &amp; HALL (6) sugerem duas formas de identificar indica
dores que serviriam para medir os serviços:
A. "Uma análise que relacionaria as metas e serviços bibliotecários a outros indicadores de condições intelectuais,
sociais e econômicos, tais como: nível educacional, densidade populacional, analfabetismo, concentração de grxçios étnicos em uim área geográfica, etc", e
B. "Uma análise do processo de oferecimento e recebimento de
serviços bibliotecários. Os serviços seriam avaliados em
termos de metas, necessidades e expectativas dos usuários,
sendo estas, definidas por eles mesmos".
De acordo can LANCASTETí (8) , qualquer tipo de serviço pode
ser avaliado em três níveis diferentes: (a) avaliação da efi
cácia; (b) avaliação do custo-eficácia (eficiência) e
(c)
avaliação do custo-benefício.
A avaliação da eficácia diz respeito ã medição em termos do
quão bem um serviço satisfaz as demandas manifestadas pelos
usuários.
A avaliação do custo-eficácia é para determinar a eficiência
da operação e funcionamento de ura sistena, mede quão eficien
temente, em termos de custo, se o sistem está cunprindo com
seus objetivos: isto é, satisfazendo as necessidades
dos
usuários.
A avaliação do custo-benefício determina se o oferecimento
de ura determinado serviço está sendo justificado pelos benefícios resultantes do meano. Estes três aspectos sáo todos
inteixelacionados. A verdadeira avaliação total de iam biblioteca terá que ser conduzida baseada em todos os três aspectos. A medição de um aspecto específico deve possuir um
propósito distinto.
Este estudo é sobre a eficácia dos serviços da

biblioteca,
359

�ou seja, se detém na identificação das deitandas dos usuários
e na avaliação do desenpenho destes serviços, portanto, utiliza a segunda sugestão de GRIFFíN &amp; HALL para identificar
indicadores para medir os serviços.
A questão crucial é, primeiro, determinar as áreas do serviço bibliotecário que os usuários consideram importantes e de
pois deteminar quão bem eles estão sendo servidos e atendi
dos nestas áreas - isto é, o grau de satisfação dos usuários.
Assim, o principal objetivo do estudo é identificar uma série de critérios/serviços importantes concebidos pelos usuários ao julgarem um "boa" biblioteca. (Ou seja, necessidades que precisam ser satisfeitas). E baseado nesta defin_i
ção ou critérios, desenvolver um formulário (mcxJelo)
para
que eles mesmos avaliem estes serviços.
Portanto, é uma metodologia onde o próprio usuário avalia o
desenpenho de serviços que eles mesmos consideram iitportan
tes.
4. METCDOIXIGIA E ANAUSE
Um estudo foi realizado entre 100 usuários de um biblioteca
universitária para determinar, através de questionário,
a
percepção que eles tinham de um "boa" biblioteca. O questionário consistia de apenas um pergunta: "Indique os
10
critérios mais inportantes que você utilizaria para julgar
um "boa" biblioteca. Ou seja, 10 características de
um
"boa" biblioteca.
Os usuários representavam várias faixas etárias bem ccno
principalmente, diferentes, áreas.de estudos.

e

O objetivo do estudo foi identificar os critérios que deve
riam ser utilizados para um posterior elaboraçao de um esquema e/ou questionário de avaliação dos serviços bibliotecá
rios, critérios estes, apontados pelos próprios
usuários
como sendo os serviços mis inportantes de um biblioteca.
Esta metodologia garantirá um avaliação dos serviços mais
importantes, de acordo con a opinião dos usuários, pois levando em consideração que o usuário é o fim último de qualquer atividade
bibliotecária, faz-se a pergunta: para que
avaliar um área/serviço que não é considerada útil ou inpor
360

�tante pelo usuário? Os que defendem a participação e envolvimento total dos usuários e a idéia de que "o usuário é a
bússola que norteia as decisões de uira biblioteca", aprova
rão a metodologia apresentada neste trabalho, pois este estu
do amplia ainda mais o envolvimento do usuário, pois não so
permite que os serviços sejam avaliados por eles mesmos mas
pemite que eles próprios determinem quais serviços serão
avaliados.
O usuário avalia, pox-tanto, aquilo (serviços) que eles consi
dera como sendo, importante para uma "boa" biblioteca.
Un total de 659 itens foreun identificados.
A organização
destes foi uma tarefa dificil. Enquanto os itens iam surgin
do eles foram sendo separados por categorias. Quando
um
item não pertencia a nenhuma categoria já definida, um outra
era introduzida. A freqüência de cada categoria representa
o númsro total de usuários que mencionaram algum aspecto daquela categoria. O resultado está desronstrado na Tabela 1.
A percentagem indica o niômero de freqüência por
an relação ao número total de respondentes (100).

categoria

Algumas observações serão feitas em relação às 10 primeiras
categorias:
1. Diversificação de assuntos e
Autores Variedade de livros - Este item deu a entender
que os usuários acham inportante uma biblioteca possuir tenus
of; mais variados possíveis, indicando que seus
interesses,
são bastante diversificados, apesar de estarem estudando áreas específicas do conhecimento humano. Indica também que
dependem grandemente dos livros para suas leituras recreativas , infornacionais e formacionais. 58% dos usuários entrevistados consideram esta questão importante. Seria neces
sário portanto, ccyiforme a literatura reconenda e incentiva,
uitB política de seleção baseada can estudos que detectassem
as reais necessidades e interesses dos usuários.
2. Literatura atualizada
UitB percentagem não menos expressiva de usuários,
(54%)
deinonstra interesse em informações atualizadas, confirmando
uma característica dos tanpos atuais onde as mudanças sócio-economi ^as são efetuadas rapidairente, sendo o controle destas fator de surta importância para o bem estar dos indivíduos.
361

�3. Silêncio no local de estudos
Metade da população pesquisada considera o silêncio cano
item importante em um biblioteca. Isto pode demonstrar a
necessidade que a mioria sente de se ter um local onde os
estudos e pesquisas possam ser desenvolvidos sem as inúmeras
interrupções que ocorrem no ambiente familiar (lar) educacio
nal (escola) e produtivo (trabalho) não permitindo uma adequada concentração. MCCARTHY (9) ao fazer um estudo de biblioteconomia conparada das bibliotecas brasileiras em relação às dos países desenvolvidos, corrobora
este pensamen
to ao indicar os motivos da maior utilização dos livros na
biblioteca em relação ao volume de enpréstimos por usuários
brasileiros: "existe pouca tradição de enpréstimo de livros
para leitura doniciliar entre as nações latino-americanas;
no Brasil, muito do uso de biblioteca é feito por crianças
em idade escolar, e muitas vezes preferem trabalhar na biblioteca, do qxie em casas dominadas pela televisão, em con&lt;^
ções precárias e congestionadas can inúmeros irmãos e irmãs,
tudo dificultando o estudo". Este dado é inçortante, pois
o conceito atual reinante entre os bibliotecários "moder
nos" é que a biblioteca não é mais um lugar caracterizado pe
Io silêncio e sim, onde predomina muita ação.
4. vários exenplares de um mesmo livro
A maioria das bibliotecas são caracterizadas por Coleções
limitadas, falta de verba ^rcpriada para atender ãs necess_i
dades de estudos dos alunos e ausência de uma política de de
senvolvimento de coleção para nortear não só a aquisição de
materiais bibliográficos bem cano a utilização dos escassos
recursos disponíveis.
A abordagem deste item por 37% dos usuários pesquisados ê
um demonstração clara de que eles são afetados e sentem "ao
vivo" os reflexos e resultados desta situação reinante
na
mioria das bibliotecas universitárias.
Dois ou três exemplares nunca atenderão satisfatoriamente 50,
100, 150 alunos ao mesmo tenpo.
Talvez a solução seria a adoção e inplantação do "Banco
do Livro", criado
tão entusiasticamente pelo
Professor
Zandonadé,,mas enquanto não se fizer estudos minuciosos (pe£
quisa cperacional, custo-benefícios e etc.), não se poder con
tar con rios de dinheiro, e não existir objetivos bem defini
dos, o dilema persistirá: mior número de exenplares ou maior
número de títulos?
5. Anplo espaço físico
O fato deste item configurar em quinto lugar (37%, igual
ao item anterior, "Vários exenplares de um mesmo assunto")
362

�não é de se estranhar. Pois novamente reflete una situação
bastante conliecida entre nós: bibliotecas instaladas eiti prédios e salas adaptadas, vollias e sem a devida funcionabilida
de e flexibilidade necessários para o seu bom funcionamento.
Estantes, iiesas, cadeiras, arquivos, balcões, plantas, usuários, bil:)lioteCc'rios, [jeS e cotovelos disputando centímetros
quadrados de piso rústico ou tábuat. vellias dentro de quatro
paredes.
6. Grai&gt;de quíuitidade de livros
Este item poderia ser incluído no item primeiro, "Divers_i
ficação de assuntos" o que foniaria uma categoria representa
da por 87% dos usuários entrevistados.
Não resta dúvida que as pessoas veem a biblioteca
como
uma grande arrnazenadora de livros e esta sendo a sua principal função,e portanto, querem o rrtjior número de livros possível.
Este dado confima a tese de BAIJLARD (12),pois ele dedica
um estudo inteiro defendendo e expondo o conceito de que as
bibliotecas precisam de imis livros e menos gastos e esfor
ços com estudos de mercado, sendo estas as últinas linhas:
"A lógica de nossa situação sugere que focalizemos a atenção
nos usuários e no que eles tem respondido durante os 30 anos
que nós os cirgüimos: acumule neis livros!"
7. Bibliotecários qualificados
Nesta categoria estão incluídos expressões como:
"eficientes" , "bondosos", "educado", "atenciosos", "especializados", etc. O que sugerem em essência é que os biblioteca
rios sejam capazes ou preparados intelectualmente para atender ãs suas solicitações e denandas e que este serviço seja
prestado de uma form agradável, sem constrangimentos, onde
possam se sentir à vontade para dcanonstrar seus desejos sem
correr o risco de se sentirem "ixídesejáveis" ou "molestado
res da paz". (É comum usuários se sentirem imconfortãveis e
inibidos para expor um pedido de infomação, pois não dese
jam atrapalhar as atividades do bibliotecário, devido
a
postura adotada por estes).
Parece-nos necessário que os bibliotecários itelhorem suas
habilidades de interação com os usuários. Um pouco de conhe
cimento sciire comportamento humano e teoria da comunicação e
relações públicas seria um pré-requisito fundamental para os
bibliotecários que trabalham diretamente com o público.
8. Atendimento adequado
Este item está diretamente relacionado ocm e dependente
do item anterior. Como o atendimento poderá ser
adequado
363

�("rápido", "ban", "Organizado", etc.) se os funcionários e
bibliotecários não estiverem qualificados? Unindo ambas as
categorias, teríamos mais da metade (53%) dos usuários dando
suma inportância a esta questão, ficando em 39 lugar na ordem de freqüência, atrás 1% apenas da categoria que figurou
em 29 lugar, "Literatura atualizada".
Seria interessante que os cursos de biblioteconomia enfatizassem um pouco mais os aspectos da psicologia envolvendo
a interação usuário/bibliotecário. Por ora, muito se pode
fazer com desprendimento e um sorriso nos lábios.
9. Horário de funcionamento
Os horários das pessoas são tão diversificados que realmente é difícil atender e contentar a todos. No entanto, i£
to não é desculpa para não se realizar estudos de tendências
e disponibilidade de horário dos usuários. Os horários dos
usuários de bibliotecas universitárias são mis homogênios
que os dos usuários de bibliotecas públicas, por exenplo.
Can um pouco de esforço e criatividade é possível conciliar os interesses da maioria. Várias bibliotecas preferi
ram resolver este problema pemanecendo abertas 24 horas por
dia quase todos os dias. Outras não fecham aos fins de sena
na.
E interessante conhecer este desejo dos usuários, pois é
uma nítida demonstração de que estão ansiosos para freqüenta
rem a biblioteca con maior assiduidade e se não o fazem é de
vido ã inoonçatibilidade de horários, ou seja, durante
os
que eles tem disponível, a biblioteca não funciona, impossibilitando-os de usufruírem dos serviços oferecidos pela mes
ma.
10. Fácil acesso aos livros
Apesar desta questão ser inprescindível para o ban funcio
namento de uma biblioteca, este dado pode ter sido influenciado/deturpado pelo fato de que a biblioteca que foi submetida a este questionário possui seu acervo fechado aos usuários.
Assim sendo, a naioria que apresentou esta questão acha
que "livre acesso às estantes" é una característica fundamm
tal de uma "lx&gt;a" biblioteca.
O caitato direto can o acervo só tem a coitribuir can os
objetivos mais fundamentais da biblioteca.

364

�5. MDDEID DE AVAUAÇto
Os usuários gostariam de receber "bons" serviços em 63 categorias diferentes, conforme pode ser verificado através da
Tabela
Portanto, qiKuido os serviços bibliotecários forem
avaliados para se determinar a satisfação dos usuários, estes aspectos devem ser especificamente medidos.
Em outras
palavras, quando a biblioteca tiver identificado as áreas de
neior prioridade aos usuái-ios, permita que eles mesmos avaliem o nível atual dos serviços nestas áreas.
Lhi formulário pode ser desenvolvido apresentando todos os as
pectos de tal forma que os usuários terão a oportunidade de
avaliar cada item facilmente.
O formato simples do formulário permite um maior número de
devoluções. Pode-se usar una escala de valor de 1 a 5 (Likert). /^sar de reconhecermos que este sistema dá
muita
mrgem para subjetividade, ainda é muito utilizado e possui
muitas vantagens. (Apêndice).
Para avalieir cada categoria individualmente, o valor médio é
calculado para cada item sanando todos os valores do mesmo
item e dividindo a soth pelo número de respmdentes ou formulários devolvidos. Portanto, a média conseguida é a avaliação final daquele item/categoria. Se por exemplo,
ura
itan recebeu a média 3 na escala de 5 pontos de Likert,
o
serviço é regular e se a média final "4", o serviço é "ban",
cctiiD indica a tabela de avaliação.
Caso ae deseje avaliar a biblioteca cano um todo, basta tirar a meSia de todas as médias de cada categoria, ou seja,
somar as médias finais de cada categoria e dividir pelo númc
ro de categorias/itens existentes na avaliação. Assim,
se
obterá a avaliação final para a biblioteca. No entanto, con
sideramos mais importante a média final de cada categoria7
ou seja, a avaliação individual de cada categoria pois assim
o bibliotecário tonará conhecimento de quais áreas
necessitam maior atenção e incremento e quais estão atendendo à
altura da cíxpectativa dos usuários.

365

�6. CtWCLUSÍO
A demnda para serviços bibliotecários parece ser tão diversificada quanto os interesses hunanos. Para
providenciar
serviços bibliotecários e medir seu nivel de desempenho, a
biblioteca precisa identificar as prioridades dentre as inúmeras demandas e medir o desempenho das áreas que os usuários consideram inportantes.
O resultado deste estudo indica que a denanda por serviços
bibliotecários representa una gama de variados aspectos.
O item mais mencionado pelos usuários ccmo sendo importante
para satisfazer suas necessidades é a "disponibilidade de li
vros". Este dado pode ter sido influenciado pelo fato
de
que a biblioteca onde se efetuou este estudo não permite o
livre acesso às estantes.
Assim sendo, é bem possível que os usuários não conheçam bem
o acervo, agravado pelo fato de que a maioria não sabe consultar devidamente o catálogo sistemático, fi possível que a
incidência deste aspecto seria menor caso o acervo fosse aberto ao público. Seria interessante caiprovar ou não esta
hipótese realizando um estudo semelhante an uma biblioteca
onde
possui livre acesso ao acervo.
Esta meana metodologia poderá ser aplicada facilmente em outras bibliotecas. Certamente as áreas a serem avaliadas serão outras bem cano o grau de inportáncia dada a elas, pois
a tendência ê que os interesses mudem de grupo para grupo de
usuários, dependendo de sua interação can a biblioteca, problemas em relação a uso, pentes fortes e positivos da biblio
teca, nível de conscientização da comunidade usuária em rela
ção ao papel da biblioteca na Universidade, serviços ofereci
dos bem cano a sua qualidade, e fatores de ordem psssoais,
tais como: nivel social do usuário; horas disponível
para
freqüentá-la; dependábilidade dela para cunprir can suas
obrigações acadânicas; regularidade can que freqüenta a biblioteca; nível de expectativa em tomo da biblioteca e outros.
Assim, cada biblioteca terá uma série diferente de áreas a
seran avaliadas, (e se algianas coincidirem, certamente o nível de importância será diferente) mas a metodologia se demonstrará válida para medir o deseirpenho destes
serviços,
pois ê totalmente centrada no personagem a quem é dirigido
os serviços e é diretamente afetado por eles - o usuário.
366

�TARKTA 1 - "Freqüência de categorias (critérios) importantes
mecionados por usuários para avaliação do una biblioteca"
CATEGORIA
FREQÜÊNCIA
Diversificação de assuntos,
autores. Variedade
58
Literatura atualizada (perió
54
dicos, 6)
Silêncio no local de estudos.
50
vários exenplares de um mesmo livro
37
Anplo espaço físico (sala de
estudo 1, espaço entre mesas 3)
37
Grande quantidade de livros..
29
Bibliotecários qualificados
(eficientes 8, educados 9,
especializados 7, conhecimento 3)
27
Atendimento adequado (ban 13,
rápido 8, organizado 1, por
bibliotecários 4)
26
Horário de funcionamento
amplo (fins de semana, 7)..
25
Fácil acesso aos livros
(livre acesso, 14)
25
11 Salas de estudos adequadas
(variedade 3, pesquisa 1,
grupo 8, fumantes 5, jornais e revistas)
23
12. Boa iluminação para leitura..
21
13, Oferece orientação quanto ao
uso (acervo 3, funcionamen
to 3, fichário 2)
T.

%

Índice

58%

.088

54%
50%

.081
.075

37%

.056

37%
29%

.056
.044

27%

.040

26%

.039

25%

.037

25%

.037

23%
21%

.034
.031

18%

.027

367

�13.

15.
15.
16.
18.
19.

19.
19.
19.
23.

24.
24.
24.
27.
28.
368

CATEGORIA
Organização adequada (funcio
nal 2, catálogos bem localizados 1, de acordo con
cursos 1)
Deve ter limpeza e ordem
Bem ventilada e arejada
Prazo de eitpréstimo conpatlvel can necessidades
Pessoal suficiente para aten
der a todos
Oferecer inforitações üteis
(novas obras 5, ccnpra de
materiais 2, assinatura
revistas 1, úteis 4)
Poucas exigências burocráticas
Catálogos organizados (controles 1, ordan alfabética 1, fácil uso 4)
Obras bem conservadas
Ambiente de estudo adequado
(cadeiras e mesas confortáveis 5, acoichego 2,
decoraçáo 2, carpete 2) ...
Funcionários eficientes
(educados 2, bons conhecimentos 2)
Catálogos diversificados
(assunto, autor, título 2,
jornais 1, referência 1)...
Possuir principais periódicos das áreas
Fotocopiadora na biblioteca..
Assinatura de principais
jornais

FREQWENCIA

%

Índice

18
16
15

18%
16%
15%

.027
.024
.022

15

15%

.022

14

14%

.021

13

13%

.019

13

13%

.019

13
13

13%
13%

.019
.019

12

12%

.018

9%

.013

9%

.013

9%
7%

.013
.010

6%

.009

�CATEGORIA
FREQÜÊNCIA
28. Livros de alta qualidade
30. Equipe de restauração de
livros
31. Participação dos usuários
(seleção 2)
31. Orientação para aquisição de
livros
Educação
de usuários (conser33.
vação, iitportância)
33. Possibilidade de retirar livros para fotocópia
33. Rigida vigilância e controle
de empréstimo
33. Não permitir fumar
33. Existência de gêneros alimentícios (barzinho)
33. Fichãrio atualizado
39. Livre acesso ã biblioteca todos os indivíduos
39. Possuir telefone
39. Material de consumo ã disposi
ção
39. Intercâmbio entre bibliotecas.
39. Biblioteca centralizada
44. Retirar várias obras de um
s5 vez
44. Local apropriado para acanodar material de aluno
44. Giz e quadro negro
44. Nontas adequadas para bem
funcionamento
44. Existência de relógios

% Índice
6%
.009
5%

.007

4%

.006

4%

.006

3%

.004

3%

.004

3%
3%

.004
.004

3%
3%

.004
.004

2%
2%

.003
.003

2%
2%
2%

.003
.003
.003

1%

.001

1%
1%

.001
.001

1%
1Í

.001
.001
369

�44.
44.
44.
44.
44.
44.
44.
44,
44.

44,
44.
44.
44.
44.
44.

FREQÜÊNCIA
CATEGORIA
Existência de ar condicionado e aquecedor
Existência de máquina datilo
gráfica
Sanitários
Catálogo autcsratizado
Revisão de catálogos .
Aquisição rápida
Dirigente con mentalidade
aberta
Cursos con verbas equivalentes
Participação da biblioteca em
jornais informativos da
escola para conentar scbre
livros novos
Biblioteca bem localizada,
fácil acesso
Sempre aberta a sugestões ...
Modificar junto can mudanças.
Divulgar inportância do livro
Conseguir respaldo ecanômico.
Rapidez nos serviços de encadernação
Total de categorias = 63
Total de freqüências = 659

37U

%

Índice

1%

.001

11
1%
1%
1í
1%

.001
.001
.001
.001
.001
.001

1%

.001

1%

.001

1%
1%
1%
1%
1%

.001
.001
.001
.001
.001
.001

�APéMDICE - "Questionário nxxJelo: avaliação de serviços
bliotecários"

bi-

As seguintes questões são perguntadas para avaliar os vários
aspectos do serviço bibliotecário.
Sexo: Feminino [ ]

Masculino [ ]

Idade: [ ] menos de 20
[ 1 de 20 a 30
[ ] mis de 30 anos
Curso:
Os itens descritos abaixo são áreas consideradas importantes
pelos usuários de uma biblioteca universitária. Favor avaliar cada itgjn fazendo seu julgamento de acordo com a situação atual da biblioteca em relação aos itens expostos.
SERVTÇJOS
1. Obras diversificadas (variedade de
assuntos e autores)
2. Atualização da coleção
3. Silêncio na biblioteca
4. Quantidade de exemplares de uma
meana obra
5. Espaço disponível para estudo
6. Quantidade de livros
7. Qualificação dos bibliotecários ..
8. Nível de ataidimento
9. Horário de funcionamento
10. Acesso às obras
11. Tipos de salas de estudos
12. Iluminação da biblioteca para leitura
13. Organização da biblioteca
14. Orientação quanto ao uso da biblio
teca

[5] [4] [3] [2] [1]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ )
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
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[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] ( ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ) [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ 1 [ 1 [ ] [ ] [ ]
371

�SERVIÇOS
15. Limpeza e ordem
16. Sistema de ventilação
17. Connpatibilidade do prazo de empréstimo
18. Quantidade de pessoal para atendimento
19. Informações que são oferecidas
20. Nível de burocratização (Demais =
1; õtimo =5)
21. Organização dos catálogos
22. Conservação das cáaras
23. Ambiente de estudo (conforto e
etc.)
24. Eficiência e presteza de funcionários
25. Diversificação de catálogos
26. Acervo de periódicos
27. Sistera de xerox
28. Acervo de jornais
29. Qualidade das obras existentes
30. Participação dos usuários nas decisões
31. Educação dos usuários
32. Sisteina de ertpréstimo (controle e
vigilância)
33. Atualização dos catálogos
34. Disponibilidade de gêneros aliment^
cios
CBS.:
[5] = Muito Bom
[4] = Bem
[3] = RegxiLar
[2] = Ruim
[1] = Muito Ruim
372

[5] [4] [3] [2] [1]
[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
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[ ] [ ] [ ] [ ] [ 1
[ ] [ ] [ ] ( ] [ ]
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[ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
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[ ] [ ] I ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ j [ ] [ ]
[ ] [ ) [ ] [ ] [ ]
[][)[][][]

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373

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14WIEDEN, C.O.T. Maine evaluates its library
North County Libraries, 1_3:12-15, jan., 1970.

services.

Abò-tAacX: P^eiín.tA a msXhodologtj
tibàoAij
òeAvÁr.e. ívaluatÃon C-znteAíd on the. cueAineedi.
V-cicuiiei tht ^ponXmc-i
pcvtAon poAixc-tpoXt
on on the. evaluation pioczii cu&gt; a meani to detect uAeAi degfiee o^ iatU^actlon with tibioAy
itfivicei. The methodology conA-íitó
the
etabo&gt;iation o{, a LcbAoAij ie/ivtce
evaluation
queitlonoAAe which mill be evaluated by
the
lib/iaAy uAeAA and the i,eAvice.ii to be evaluated
a.'ie the onei indicated pfievijouAly by patAoni
ai being the important onei in a "good" libiaKy. Vejnoni.üiatei the fieiulXi o^ the applicati
on o(j thii meXhodology on an univeAAity libiaAy.
Key words:

374

Service evaluation: patrons

�SUGESTÕES PARA UMA BIBLICttECA DE
SERVIÇO SOCIAL: UMA BIBLIOGRAFIA
bSsica para o novo currículo

TEREZA DA SILVA FREITAS OLIVEIRA *
MARILISA FAOCIOLI LATUF **
bArbara FADEL **
MAURA DUARTE MOREIRA GUARIDO *
JACIMAR FATIMA FERREIRA **
LUCIIENE FERREIRA DE PAULA **
UeAumo: J\.pfLeAevita bíbiÁogia{iia bãiíca
poA matíA^oó eApecI^^cai do iiuvo cuA
fiZcmlo mZnimo do cumo de. SeAviço Sõ
ciai.
~

Palavras-chave: Serviço Social - Biblio
grafia básica. Currículo
itilnimo.

* Biblioteca Central - UNESP
** Seção de Biblioteca e Docurnentação
Cairpus de Franca

375

�1. Introdução
A Biblioteca do Instituto de Historia e Serviço Social de Franca, efetuou levantamento bibliográfico refe
rente ãs matérias específicas do novo currículo iríniiio^
de Serviço Social, inplantado em 1984.
Assim sendo, após ccnsulta ãs bibliotecas especializadas no Brasil, a natéria levantada foi disposta em
3
(três) Itens:
I - Publicações Monográficas
II - Cbras de Referência
III - Publicações periódicas
2. Objetivos
2.1 Cferais
O presente levantamento visa ser um guia de seleção
para bibliotecas especializadas em Serviço Social, bem oo
mo de bibliografia básica para necoiheciiiEnto de Cursos
de Graduação.
Por ser a área de Ciências Hunanas bastante caiplexa,
em virtude da airplitude (fe suas disciplinas e abrangência
de assuntos que encerra, inúmeras sao as dificuldades en
oontradas quando da busca por exerplo de publicações pe
riódicas por parte de cientistas, pesquisadores, técnicos
etc, pelo reduzido núnero de títulos e graneis falhas das
coleções, ou mesmo porque, por veies as bibliotecas não
oferecem disponibilidades de acesso a seus acervos e/ou
não fazem parte do CCN (Catálogo Coletivo Nacional).
2.2 Objetivos específicos
Como tentativa para melhoria dessas condições,
foi
elaborado o levantamento bibliográfico em anexo, objeti vando especificamente:
- zótabeleceA. o nãcle.0 de. coleção bÕi^ca em Se.fvoÁ.q.0
SocÁ.aJÍ
- compcuwA ai AtioZixçõeA do Conielho Vzdemt de Edu

376

�cação (CFE) pcoia nxLConhícÃmtnto dm cuaóoí e bihtioQ&gt;w.(iia
apresentada
- vziLiican. em b-Lbtiotecxa bAM&gt;-LíeÃAM&gt;, a dLiponibitídade do matenj-ol aqwi Zndícado
- ^acÂLitaA o -intercâmbio entM btbtiotecoò congene
rei
3. Estrutura
O material bibliográfico arrolado, apresenta os
guintes dados:
Cbras Monográficas
Eventos
Cbras de referência
Títulos de periódicos

se

2922
199
41
307

No que se refere ãs publicações mctiográficas, o to
tal de unidattes ccnsieteradas básicas para o curso de Ser
viço Social, foi de 3121 referências, distribuld£is pelas
seguintes disciplinas:
Disciplinas

Total de referências

Pesquisa em Serviço Social
História do Serviço Social
Tboria do Serviço Social
Metodologia do Serviço Social
Política Social
Mmlnistração em Serviço Social
Ética profissional em Serviço Social
Planejamento Social
Supervisão e Ensino
Cairpos de Atuação
Fairília
I^or
Idoso
Saúde
Trabalho
Outros Canpos

26
95
221
867
101
42
59
59
145
142
117
114
83
153
33

377

�3. Pareceres n9 18/77 e 07/78 do CEE
Se tonarmos como base a Itesolução 18/ CEE &lt;te 26 cte
dezeitbro de 1977 que fixa normas para a autorização de
cursos. E con fundamento no art. 29, § 19 do Decrèto-Lei
n9 464, de 11 de fevereiro de 1969 e, (±iservando os arti
gos 99 e 109, que ^resentam as normas scbre bibliotecas,
temos:
" knt 9? - f Ae.quid'iXo UiencÃaZ poAa a autorização do
CLouo a exÃótincÃa de bibtiotzca ielecÃomda e atuatizada quí peAmóta, a pAo^eMo^eA e almoó, a raatízação de
Utudoi e puquLioi blbtiog^ilcoA filado nadai com o m
ilno, puqaiiM e. zxteiuão de IntzieMz do cwuo, d&amp;ven~
do^contíA, aim de peAiõdlcoi eipeciatizadoi, no mZnlmo
tWA mil tZtuloi enVie oi quoÃA ie Incluam:
ai obrai iundamentaíi publícadai iobfie o oMunto, em
língua nacional ou eitfian^eÃAa;
b] outfuu obmi especificai, que abAanjam iodai ai
dliclplínai IntegAantei do cufiZcàlo pleno;
c[ obAai de comuUa, genial e eApecZflca, Indlipemá
veli ã boi ca blbllogAãflca nai ÓAeai Aeienldas noi alZne
ai anteAloiei;
~
d] obAoi de cultwia gefial, humanlitlca, cientifica
ou técnica cuja leltwia complemente a foAmação Individual doi aZunoi e a formação pAoflMlonal a que ie deitlna
especificamente o cwno.
^ IÇ - A biblioteca compreenderá, obAlgatoAlamente ,
livAo-texXo de utilização freqüente, com numero de exemplares capaz de atender a pelo menoi dez consultai ilmul
tâneas.
§ 2? - A autorização doi cursoi previstos nesta rei o
lução iera. condicJonada ã apuração efetiva da exÃstênclã
do aceAvo definido neste artigo, devidamente registrado,
classificado e catalogado por pessoal técnico habllLtado
e responsável.
§ 3? - Conforme a natureza do curso, poderá, o Conselho exigir um total de títulos superior ao estabelecido
no caput deste artigo.
Art. lOÇ - Constarão, ainda, do projeto que serã sub

378

�metido ã apiecÁação do CFE, dadoi w^enentei ãi icflatntei eApac^í-icaçôi^j, iobne a bibtiotzca:
a) õ/ieoò compatZueÃA com cu ex-ígêncÃM tí&gt;pecZ{,ica&gt;&gt; da
função de uma biblioteca, -iòto é, depõilto do acervo,òaloA da leÁXuAa e dependêncloA poAa a aániuiitnaqão e ieA
viçoi eòpecia.ti zadoi&gt;;
b) caXálogoó de obfiai z píAlõdicoi;
c) pe.iioal técnico quati^lcadu e peMoal auKÍlíoA e
admiyuAtfLotlvo;
d) equipamento técnico nece^iã^o paAa a ieÃtuAa, am
ptiação e AepA-odução de texXoi;
e) plano de funcionamento, do qual coMtoAao:
I) condições de utilização do acervo, pon. p^ofeMoAeA
e alunoi, iiitema de empàéitijnoi e letlAada de obàM pa
coniu-ttai;
2j hoàÚAlo de funcionamento que ab'ianja oi 3 Itiê^]
tuAnoí do dia;
3) i-litenn de elaboração e divulgação de le\.'antamentoi blbllogiãficoi iobr^e temai ou aiiuntoi de inteAeMe'
do cuAóo, bem como divulgação de novos peiÃõdicoi e obiai,
de aquiòlção recente.
Keéolução 19/ CFE, de 26 de dezembro de 1977:
fixa normaò para o reconhecimento doi cuuoi iuperloreÁ ^'Grddudçao. ~
krl. 4? - A fa^e de avaliação iucederã ã verificarão
finai e conòlAtirá, eMenclalmente, na formação de ju,i.zo
iobre o funcionamento da Initltulção, o yilvel qualitativo do cuno oferecido a partir da autorização e a con for
mação do trabalho desenvolvido ao projeto autorizado.
§ /? - A Instituição poderá, conforme a gravidade da
fatta ser advertida, ou ter seuò concuASoó vestibulares'
òuspeMos, sempre que, entre o momento da autorização e
o reconhecimento do curso, se apurar, com base no projeto autorizado, pelo menos uma das alternativas:
a] não ter promovido a ampliação de Instalação e eqiU
pamentos e do acervo bibliográfico e documental, quando ^
for o caso ...
Assim, cxDnsiderando a bibliografia apresentacJa para o

379

�funcicnanEnto de um curso de Serviço Social e ccnparandoa com os parâmetros determinados pelo CEE, chegamos ã a^
guriBS análises, no que se refere a (o):
3.1 Art. 99 - as bibliotecas (tevem "... center, além dos
periódicos especializzidos, no mínino três mil títulos "...
de publicações nonográficas.
Quanto aos periódicos, ccnvém ressaltarmos que, foram
referenciados quase que a totalidade dos títulos que ccn£
tam do Ulrich's International Periodicals Directory" 1982
para uma revisão geral da editoração nesse canpo: 307 t^
tulos.
A seguir, foram assinalados os títulos considerados '
mais importantes, num total de 85, tendo como critério no
tadamente para as revistas estrangeiras, a indexação nos
principais repertórios bibliográficos cano: PAIS, Social
Science Citaticn Index, Social Index, Social Work Research
and Abstracts, Ehysiological Abstracts, etc.
Para detectamos os títulos mais inportantes, procura
mos verificar as coleções existentes em 16 (dezesseis)
bliotecas especializadas, das quais apenas 11 (cnze) nos
fornecerem dados para o levantamento, o que nos levou a
una busca no Catálogo Coletivo Nacicnal, para una cortpleteza de dados.
Tabela 1. Bibliotecas com maior número de títulos de
revistas
n9 de bibliotecas
nÇ de títulos
40
01
01
38
01
28
01
17
01
11
Dsmcnstranos que ^)enas 5 (cinco) bibliotecas apresentam mais de 10 (dez) títulos dos periódicos listados,e
as deiteis atingiram um total inferior, não sendo aqui di£
criminadas.
Assim, ocnsi(fcrando que o periódico é a fcnte primsira de informação, em tentos
atualização, verificamos

380

�que nas bibliotecas de Serviço Social, se enccntram ^&gt;enas 25% dos títulos considerados itais iitportantes e, o
qxie é mais lamentS'irel, essas coleções apresentam 90% de
falhas.
No tocante ãs itcnografias, a relação efetuada £çiie
senta, incluindo a literatura de eventos, um total de
3121 títulos.
Verificando a localização dos mesmas em cada uma das
bibliotecas especializadas, constataitos qi» apenas uma
apresenta cerca de 70% dos Itens referenciados; as
de
mais ficam abai&gt;3D dos 50% .
3.2. Art. 99 - alínea "a" , diz respeito ãs obras funda
mentais pUalicadas scbre o assunto em língua nacional ou
estrangeira".
Desta feita, concluÍTOS que 5 5% do total dos Itens
discriminados na lista sao de origem nacional e A5% es
trangeira. A esse respeito, é notório que as disciplinas
0 O caiipo de atuação apresentam mis características de
nacionalidade do que a universalidade, daí ser perfeita
mente normal a predominância das cbras em língua portu cruesa.
Tüíxíla 2 - Porocntagcm (te títulos nacicneds e estroiKjc l rcw
por tipos do piJjlic."içnes
% de títiilos
Tipos (te ptbllcaçucs
Naclcruiis Estrangeirou
38%
62%
M::noçiraflas
35%
65%
Eventos
60%
40%
Poriõdioos
58%
42%
CLras do Ref.
3.3. Art. 99, alínea "c" ... cbras de consulta ... indis
pensáveis ã busca bibliográfica"
Em se tratando desse tipo de publicação, os acervos'
são bastante pcbres se restringindo praticamente, a al
guns dicionários e enciclcpédias.
Outras modalidades de cbras de referência como advan
ges, abstracts, current, etc, quando existem sao das ci
encias sociais em geral.

íH;

�3.4 Art.99, alínea "d" ... "cbras de cultura geral,humanlstica" ...
O levantamento em questão não envolveu as obras caracterizadas nesse item, no entanto, segundo informações ver
bais, esse tipo 6e publicação por vezes, se ^resenta em
maiores proporções do que as exigidas para fomação especifica e isso porque, geralmente, funcicnam cursos em ã
reas correlatas e então um nesníD acervo justifica quais quer deles, para efeito de reccnhecimento.
3.5 § 19, " a biblioteca oaipreenderá, ctorigatoriamente ,
livro-texto ... com núirero de ejeitplares capaz de atender
a pelo menos dez consultas simultâneas".
Essa exigência se apresenta em termos utópicos,
uma
vez que o número de exenplares, em média, dificilmente \:U,
trapassa a 3 (três).
Quanto aos demais itens como sejam: pessoal técnico ,
instalações físicas, área, equipamentxDs, não foi possível
o estabelecimento de parâmetros,devido ao fator teiipo.
4. Conclusões
Pelo e&gt;ç)osto, observamos que o CFE, ressalta a inportân
cia da biblioteca universitária no processo ensino/^rendizagem e, entre outros aspectos determina, o grau de res
poisabilidacte quanto a formação do acervo para reccnhecimento de cursos.
Eiitretanto, nediante condições expostas, os acervos não
correspondem, tanto em termos quantitativos,quanto qual£
tativos, uma vez que dentre as bibliotecas analisadas ape
nas uma estava de acordo com os quesitos exigidos.
Convém ainda esclarecermos que esta afirmativa é válida, em função do levantanento bibliográfico elaborado
e
ccnseqiEnte lista gerada, a qual é passível de discussão,
e que por ser muito extenso, não pode ser incluído nos A
nais,no entanto,se encontra ã disposição dos interess5idos
na Biblioteca Central da USIESP.
Finalmente queremos crer, que a área de Serviço Social
requer intenso espírito de cooperação e intercânbio nos^
tido de conpartilhar recursos bibliográficos, face ã cre£
cente deitanda dos seus usuários, os altos custos das pu
blicações e as escassas verbas intemacicnais.

382

�Suggesticxis for a Social Service
Library
AbitfLact: Pn.tò&amp;nti a bas-cc b-ibtiognRphij bij
6pecii-cc dLhclpLLnu
thz new "cuAALculum
minimum" oij the. Soclcit SeAvlce Coiiue.

Key Words: Social Service. Basic Bibliography.
" Curriculum Minimum ".

REFEEÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. BRASIL Conselho Federal de Educação. Resolução
n9 18/77. Voummta, 205: 499-502, dez. 1977.
2. CARVAIüO, Maria Carnien Roncy de. EitabetecÁmen
to de pad/weA poAa blbtiotecai univeu-iXãfiiaÃ.
Fortaleza, Edições UFC, Brasília, ABDF, 1981.
(Coleção Biblioteconomia, 1).

383

��Índice de autores
pag.
flUIEIDA, Glaura Maria O. Barbosa
115
ANDRADE, Diva C.
13
ANDRADE, Maria Teresinha Dias
291,316,340
ARSENIO, Jupira Barbosa
211
BRAZ, Fátima Gobbo
115
BUIM, Maria Aparecida Maritan
77,255,327
CARVíiLHO, Maria Aparecida de
77
CIARCIA, Thelma Vitols
274
CORDEIRO, Vilna Andrade de Lemos
225
COSTA, Maria do Camo C
300
CUNHA, Dulce Fonseca Fernandes
225
ELEUTÊRIO, Irene I.erche
291,340
FADEL, Bárbara
375
FERREIRA, Jacimar Fátima
375
FERREIRA, Maria Cecília Gonzaga
316,340
FIGUEIREDO, Laura Maia
59
FRAMBACH, Regina
211
GALBINSKI, José
99
GODOY E VASCONCELOS, Rosa Maria Araújo ..
183
GOMES, Sônia Garcia
291,340
GUARIDO, Maura Duarte Moreira
255,327,375
IMPERATRIZ, Inês Maria de M
300
KLAES, Rejane Raffo
137
LATUF, Marilisa Faccioli
375
LEME, Neli Meneses Paes
211
LIZIERO, Sônia Maria Ferrara
340
MACEDO, Neusa Dias
239
MAIA, Marinalva Lcçes de Freitas
327
MARON, Rejane Gontow
99
MENDES, Jandyra
115
MENNELLA, Erika Lori
137
MIRANDA, Antonio
39
M3RAES, Sylvia Helena Morales H. de
77,255,327
MXIREN, Vera Lúcia da Costa
225
NORONHA, Daisy Pires
291,316,340
NUMATA, Elza
115
OLIVEIRA, Silas Marques de
197,356
OLIVEIRA, Teresa da Silva Freitas
77,115,255,327,375
OLIVEIRA, Vera Lúcia Soares
211
OLIVEIRA, Zita C. P
137
PAULA, Lucilene Ferreira
375
PEREIRA, Carlos Alberto de B
300
385

�PEREZ, Dolores Rodrigues
PINTO, Maria Isolina Nogueira
PUERARI, Dely Bezerra de Miranda
RAPOSO, Maria de Fátima Pereira
REIS, Maria Angela Lagrange M
SADI, Benedita Silveira Canpos
SAWroS, Maria José Veloso da Costa
SaiREINER, Heloísa B
SEPULVEDA, Maria José Miranda
SILVA, Nilza Nunes
SOUZA, Sidelna D. Leite de
STEFANI, Maria José
STURLINI, Raquel Maria G
TAKAHASHI, Miti Kato
URIARTE, Maria Regina A

386

pág.
225,309
115
211,309
225,309
211
291,340
211
137
225
340
115
77,255,327
300
77
225,309

�índice de Assmtos
Acervo
Avaliação, 274
Acessibilidade documentária, 39
Anostragerc
aleatória intencional, 303
Análise
Citações, 77
Coleções, 99
Aquisição
Periódicos, 309
Avaliação
Acervo, 274
Desempenho, 59,183,340,356
Disponibilidade de documentos, 183
Serviços, 59,180,340,356
Serviços de alerta, 197
Sistemas de Bibliotecas
UFRGS, 137
Bibliografia básica
Serviço Social, 375
Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos - CCN, 42
Circulação
Estatística, 300
Citações
Análise, 77
Coleções
Adequação, 28
Análise, 99
Utilização, 31
OOMUT, 39
COMUTEX, 51
Deseitpenho - Serviços de Informação
Avaliação, 181
Disponibilidade documentária, 39
Avaliação, 183
Dissaninação Seletiva da Informação (DSI) - Saúde
Pública, 313
Enpréstimo - Estatística, 297
E'itatistica
Circulação, 297
Empréstimo, 297
Estrutura de Bibliotecas, 208
Estudos de usuários,13,181,340,356
387

�Expansão de Bibliotecas,
Indexação, 115,327
Índice de Citação, 77,115,327
Índice - fonte, 77,115,327
Inventário
Livros, 291
Periódicos, 291
Livros
Inventário, 291
"Naturalia"
Análise de citações, 327
Periódicos
Inventário, 291
Periódicos bionédicos
Seleção, 274
Periódicos correntes - UFRJ, 309
Planejamento, 99

388

�'""lESSO
Dfifl'fi
IJNicamp

�</text>
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            </element>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 04 - Ano: 1985 (UNICAMP - USP - UNESP - PUCCAMP - Campinas/SP)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Tema: Bibliotecas Universitárias - Usuários e Serviços</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>UNICAMP</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Evento</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Campinas (São Paulo)</text>
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  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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            <elementText elementTextId="71634">
              <text>Aplicabilidade da indexação do tipo "Science Citation Index", em trabalhos publicados por docentes de 4(quatro) departamentos da UNESP- Campus de Botucatu: análise através do índice-fonte e índice de citação.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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            <elementText elementTextId="71635">
              <text>Oliveira, Tereza da Silva Freitas. et al.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Campinas (São Paulo)</text>
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              <text> Indexa a produção bibliográfica dos docentes de 4 (quatro) unidades departamentais da UNESP - Campus de Botucatu. Analisa, através de Índice -fonte e Índice de Citação a literatura gerada e referenciada que tem maior potencial de uso por essa população. Apresenta estratégia para determinar os outros trabalhos existentes dos autores de maior incidência de citação.</text>
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