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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

AS FERRAMENTAS DA WEB 2.0 EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DO
DISTRITO FEDERAL

Fernanda Maciel Rufino
Jaqueline Rodrigues de Jesus
Márcio Bezerra Da Silva
RESUMO
Discute a Web 2.0 a perspectiva das bibliotecas nos websites destas na região do Distrito
Federal (DF), sendo aquela uma rede interativa e colaborativa, denominada por Tim OReilly
em 2004 com o intuito de capturar e aproveitar a inteligência coletiva. Adota como base de
discussão bibliotecas universitárias, a própria Web 2.0 e suas tecnologias. Objetiva-se, a partir
de um estudo bibliográfico e exploratório, verificar as ferramentas da Web 2.0 usadas pelos
websites das bibliotecas universitárias do DF. Apresenta como resultados da pesquisa que dos
40 websites pesquisados, apenas 26 disponibilizam ambientes digitais para suas bibliotecas, as
ferramentas da Web 2.0 mais usadas são o Twitter, Facebook e Youtube, por ordem da
quantidade de ferramentas, e apenas 7 (sete) Instituições oferecem o Moodle. Conclui-se que
apesar dos websites institucionais e de algumas bibliotecas possuírem perfis das redes sociais,
por exemplo, esses valores não garantem que as unidades de informação pesquisadas fazem
parte, realmente, da Web 2.0. Tê-las não significa que os websites pesquisados possuem
ambientes flexíveis, interativos e colaborativos.
Palavras-Chave: Web 2.0; Biblioteca Universitária; Distrito Federal.

ABSTRACT
Discusses the Web 2.0 perspective on the websites of the libraries in the Federal District (FD),
which is an interactive and collaborative network called by Tim O'Reilly in 2004 in order to
capture and harness the collective intelligence. Adopts as a basis for discussion university
libraries, Web 2.0 technologies and their own. Objective is, from a literature review and
exploratory study, check the Web 2.0 tools used by websites of university libraries in the FD.
Presents as search results that 40 websites surveyed, only 26 provide digital environments for
their libraries, Web 2.0 tools are most used Twitter, Facebook and Youtube, in order of
number of tools, and only seven (7) institutions offer Moodle. We conclude that despite the
institutional websites and some libraries possess profiles of social networks, for example,
these values do not guarantee that the information units surveyed are part really Web 2.0.
Have the does not mean that the websites surveyed have flexible, interactive and collaborative
environments.
Keywords: Web 2.0; University Library; Federal District.

2138

�1 INTRODUÇÃO
A sociedade humana passou por várias mudanças e no cerne destas fases podemos
citar a informação. Inicialmente pela oralidade, mais tarde pelos registros escritos, até chegar
ao atual momento das recentes tecnologias digitais, o homem foi delineando o que chamamos
de sociedade da informação. Agora ações de produção e disseminação tornam-se deflagradas,
apresentando um panorama de valorização da informação e alterando o comportamento do
homem, agora visto como usuário do ambiente digital em diferentes fases da Web. Na
primeira fase, intitulada de Web 1.0 as informações eram, sobretudo, estáticas, voltadas
somente para a disponibilização da informação em si, sem possibilidades de interação e
edição de forma livre. Em outras palavras, a Web 1.0 apresentava-se numa estrutura top-dow,
onde o usuário era apenas consumista (serviços pagos).
A partir da próxima fase podemos perceber mudanças na proposta das ferramentas e
consequente alteração no comportamento/pensamento dos usuários. Nas palavras de Cormode
e Krishnamurthy (2008), existem distinções óbvias entre sites da fase anterior em comparação
com a atual, especialmente quando citamos ambientes populares como Facebook
YouTube

e

. Essas separações são visíveis em três vertentes: tecnológica (forma de

representar, funcionamento do site e interação do usuário), estruturais (propósito e layout do
site) e sociológica (noções de grupos). A fase 2.0, também designada como bottom-up, é a
segunda geração da Web, criada em 2004 pela empresa O'Reilly Media, editora que atua na
área de informática e define a fase em discussão da seguinte forma:
[...] a web 2.0 é considerada a segunda geração da web e caracteriza-se por
potencializar as formas de publicação, compartilhamento e organização de
informações, além de ampliar os espaços para a interação entre os
envolvidos nesse processo. (ARAÚJO, 2013, p. 164)
A partir deste momento, as aplicações de software passaram a usar a Web como
plataforma, numa perspectiva de interação entre os seus usuários, diferenciando da primeira
fase. Um exemplo pertinente é o Google

e os seus serviços, ou seja, para O’Reilly (2005),

“[na] mudança para uma internet como plataforma [...], a regra mais importante é desenvolver
aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são
usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.
Diante da realidade apresentada, são os usuários quem modelam a Web a partir do que
fazem e buscam conforme a visão bottom-up, isto é, as diretrizes partem de baixo para cima,
250Link:

https://www.facebook.com/
Link: http://www.youtube.com/?gl=BR&amp;hl=pt
252 Link: www.google.com.
251

2139

�do usuário para o proprietário/desenvolvedor do site. Neste sentido, compreendemos que esta
é uma realidade a ser estudada nos espaços das universidades, especialmente a partir de
ferramentas como grupos virtuais, ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), catálogos de
bibliotecas e redes sociais.
Direcionando

a discussão para

as bibliotecas

do Distrito Federal

(DF),

questionamentos surgiram, representando as problematizações do presente trabalho: Os
websites das universidades do DF oferecem recursos da Web 2.0? Quais são esses recursos?
As universidades do DF oferecem, em seus websites, espaços para as bibliotecas? Os
websites das bibliotecas das universidades do DF possuem recursos da Web 2.0?
A partir do contexto apresentado, este trabalho objetiva, de forma geral, verificar as
ferramentas da Web 2.0 usadas pelos websites das bibliotecas universitárias do DF e,
especificamente, elencar as tecnologias da Web 2.0, identificar a disponibilização (ou não) de
espaços para as bibliotecas nos websites das universidades do DF, bem como mensurar as
tecnologias da Web 2.0 adotadas nos websites das instituições universitárias do DF.

2 Revisão de Literatura
2.1 Bibliotecas Universitárias
Tradicionalmente, a biblioteca é um espaço aceito pelo homem ao longo da sua
trajetória. Isso pode ser notado pelas bibliotecas estarem vinculadas historicamente a
universidades e escolas, instituições que estimulam o conhecimento e a inovação. Neste
contexto encontra-se a importância da biblioteca, ambiente onde será registrada, organizada e
disseminada a informação produzida pelos que possuem vínculo com as citadas instituições,
além de propiciar acesso à produção científica e acadêmica de outras instituições e autores.
Existem vários tipos de bibliotecas, cada uma com público, missão e objetivos
distintos, mas independente da sua topologia, devemos compreender que o espaço em
discussão está subordinado a uma instituição, como a universidade, por exemplo,
necessitando sua missão e objetivo estarem de acordo com os preceitos da devida instituição.
A biblioteca universitária apoia as atividades de universidades e faculdades, “através
da prestação de produtos e serviços aos alunos de graduação, pós-graduação, professores e
funcionários da instituição na qual está inserida”. (MACHADO, 2009, p. 27)
De forma ampla, a “[...] biblioteca universitária está inserida na Instituição de Ensino
Superior (IES) apoiando os conteúdos ministrados nos currículos de cursos, além de oferecer
subsídios para a investigação técnico-científica da comunidade acadêmica. (BAPTISTA;
RUEDA; SANTOS, 2008, p. 2)

2140

�O acervo da biblioteca universitária deve atender prioritariamente ao público
universitário e novos materiais devem ser solicitados pelos professores, a partir da
bibliografia básica e complementar. O acervo também deve conter livros de literatura para
lazer e pesquisas retrospectivas e históricas. Os bibliotecários responsáveis pela biblioteca
também devem estar atentos aos requisitos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (SINAES), ao qual, conforme a lei n° 10.861 (BRASIL, 2004), possui como
finalidade aperfeiçoar as particularidades do ensino superior, a partir do aumento da eficácia
institucional e efetividade acadêmica e social, promoção e compromissos das instituições.
Este processo de avaliação é meramente quantitativo, o que gera incertezas na opinião
do usuário sobre o ambiente da biblioteca. Quanto à quantidade e qualidade do acervo, deve­
se atentar para as indicações fornecidas pelo Ministério da Educação (MEC), adequando-se às
particularidades de cada universidade.
Em geral,

os objetivos maiores

de uma biblioteca universitária “são o

desenvolvimento educacional, social, político e econômico da sociedade humana” (FUJITA,
2005, p. 101). Estes objetivos estão diretamente ligados à produção acadêmica, ensinoaprendizagem e à inovação que se origina na própria universidade. Assim, as funções da
biblioteca universitária são:
do conhecimento: desenvolvimento de coleções,
memória da produção científica e tecnológica, preservação e
conservação;
- Organização do conhecimento: qualidade de tratamento temático e
descritivo que favoreça o intercâmbio de registros entre bibliotecas e sua
recuperação e
27.Acesso ao conhecimento: a exigência de informação transcende o valor,
o lugar, a forma e necessita de acesso. Por isso devemos pensar não só
em fornecer a informação, mas possibilitar o acesso simultâneo de todos.
(FUJITA, 2005, p. 100, grifo nosso)
• Armazenagem

Sabemos que ao passar do tempo, a universidade evoluiu tecnologicamente, com a
criação de plataformas que permitem disciplinas serem ofertadas à distância, proporcionando
mais autonomia ao processo de ensino-aprendizagem. Acompanhando as universidades, suas
bibliotecas também sofreram modificações, sejam em seus suportes ou na forma de divulgar
seus serviços e produtos.
Independente da presença da tecnologia nesses ambientes, a função e os objetivos da
biblioteca universitária permanecem a mesma, mas agora acompanhando as recenes
tecnologias assim como afirmam Santos Júnior, Santos e Santos (2014, p. 2, grifo do autor):

2141

�[...] a biblioteca universitária deve acompanhar e se adequar a essa evolução
tecnológica, de modo a otimizar os serviços de informação que disponibiliza
para a comunidade acadêmica, de forma rápida e precisa, como preconiza a
4° lei da Biblioteconomia, formulada pelo Bibliotecário indiano
Ranganatham: “Poupe o tempo do leitor”, o que significa também poupar o
tempo da equipe da unidade de informação, que tem como finalidade,
satisfazer a necessidade de informação de seus usuários.
Geralmente associamos as ferramentas da Web 2.0 para entretenimento entre pessoas,
porém há outras ferramentas com finalidades distintas, que tiram proveito da Web como
plataforma. No caso do ensino a distância (EAD), cada vez mais utilizados pelas
universidades, podemos citar como exemplo a ferramenta Moodle

, utilizado por exemplo,

pela Universidade de Brasília (UnB) para o auxílio aos docentes no complemento de suas
aulas, na formação de grupos para discussão, na disponibilidade de material didático, nos
fóruns entre outros.
As inovações se originam a partir dessas trocas de informações, da comunicação
científica, que acontece nos ambientes acadêmicos. Dessa forma, as tecnologias, quando
implementadas adequadamente, trazem diversas vantagens, como a “racionalidade no
trabalho, melhor controle e maior facilidade para armazenar e disseminar a informação”
(MIGUEL; AMARAL, 1993, p. 2).
Neste sentido torna-se necessário elencar algumas ferramentas da Web 2.0, dentre as
que vem chamando a atenção das bibliotecas, originando o que chamamos de biblioteca 2.0,
ou seja, espaço que faz uso de ferramentas da segunda geração da Web aplicadas à instituição
biblioteca, com a finalidade de inovar e ampliar as possibilidades de interação e participação
do usuário.

2.2 Ferramentas da Web 2.0
Entre os anos de 1993 a 2003, a Internet foi sendo usada pelas pessoas com um
sentimento misto de curiosidade e desconfiança. Conforme uma interface pouco amigável e
participativa, Ferreira (2007, p. 31) afirma que a Web “[...] era considerada como uma
aventura, num reino em que muitos apelidavam de ciberespaço [...]”. Entretanto, esta não é
mais a atual realidade, pois, a partir de 2004, já participando da Web 2.0, a vida real e a virtual
se misturam em alguns pontos, ou seja, “o que a Web 2.0 exprime é simplesmente o que nós
somos”.253

253

Link: http://www.aprender.unb.br/

2142

�O quadro 1 resume as principais características que explicam a evolução da Web 1.0
para a versão 2.0. Conforme pode ser observado, é possível ilustrar a participação do usuário
nessa evolução.

Quadro 1 - Principais características da Web 1.0 e Web 2.0
WEB 2.0

WEB 1.0

Participação

Publicação

Weblogs

Páginas pessoais

Atitude

Tecnologia

Plataforma Web

Navegador

Interfaces amigáveis

Sistemas complexos

Todos-Todos

Um-Um

XML

HTML

Heterárquico254

Hierárquico

Construção coletiva e colaborativa - autoria

Controle de conteúdo

Autônomo

Reflexivo

Fonte: Adaptado de Trein e Schlemmer (2008, p. 4).

Enquanto na Web 1.0 a maioria dos sites tem links externos que obrigam os usuários a
segui-los para outras páginas, na Web 2.0 os sites são estruturados de uma forma que o usuário
dedique certo tempo no ambiente, assim como explicita Ada (2013, tradução nossa), ao
defender que “os sites estimulam a gastar o máximo de tempo possível, oferecendo fortes
incentivos para sua permanência”.
Simplicidade, compartilhamento, atualização constante e participação do usuário são
características que permeiam os recursos da Web 2.0. Suas ferramentas são desenvolvidas
(melhoradas) conforme o uso, a opinião, das pessoas. Segundo O'Reilly (2005, p. 2), "o
serviço fica automaticamente melhor quando mais pessoas usam", já que as aplicações
apresentarão ambientes que permeiem a colaboração e a disseminação da inteligência

254

Heterárquico: todos os membros são moderadores da informação.

2143

�coletiva. Um exemplo da colaboração, de forma indireta, é o pagerank, presente no buscador
Google, em que a relevância na busca é estabelecida na proporção do número de acessos a
determinado site. Ainda abordando o Google, trazemos à discussão os serviços que usam a
Web como plataforma. Como exemplo podemos citar o Google Drive

, anteriormente

chamado de Google Docs, ao permitir a criação de documentos de forma online como textos,
planilhas, apresentações e formulários. Atualmente, o Google Drive, além de permitir a
criação de todos os tipos de arquivos anteriormente citados, funciona como um serviço de
cloudcomputing (computação nas nuvens), disponibilizando um espaço de armazenamento
virtual, além de permitir que os arquivos sejam organizados por pastas criadas pelos próprios
usuários.
O site Delicious é um exemplo que se encaixa neste contexto, já que permite a
participação coletiva dos usuários ao colocarem seu Social Bookmark (marcador social) como
forma de armazenar, classificar e compartilhar enlaces na internet, a partir de um serviço on­
line de catalogação e arquivamento dos sites preferidos, para acessá-los de qualquer lugar. O
Social Bookmark permite encontrar usuários com o mesmo interesse e sites relacionados com
os que foram marcados, potencializando o compartilhamento e a colaboração na Web.
Outra ferramenta que merece destaque é o Really Simple Syndication (RSS), pois tem
todas as características da Web 2.0 juntas. O usuário, por exemplo, se cadastra em um blog e
assinala quais são seus assuntos de interesses. Em seguida, começa a receber os feeds em seu
e-mail, facilitando à forma com que o usuário tem acesso as notícias daquele ambiente.
Atualmente é comum encontrarmos feeds RSS na maioria dos sites, especialmente pela
facilidade dos leitores RSS para Web não requerem nenhum software e trazerem próprios
feeds, dos utilizadores, para qualquer computador e/ou dispositivo móvel, bastando ter acesso
a internet.
Outro lado da Web 2.0, enquanto ambiente plataforma, é a não obrigação de conhecer,
ou pelo menos o mínimo, códigos de programação, como o HyperText Markup Language
(HTML) e eXtensible Markup Language (XML) para o desenvolvimento de páginas da
Internet. A ferramenta blog é um exemplo de website que oferece serviços para a programação
de um ambiente na Internet, obviamente com suas devidas limitações e facilidade de
manutenção, como é o caso da ferramenta Blogger256, sendo um dos serviços do Google.256

255
256

Link: https://drive. google.com/
Link: https://www.blogger.com/

2144

�Algumas ferramentas são criadas com o objetivo de formar grupos ou agregar pessoas,
conhecidas como redes sociais, gerando, segundo Mota (2009, p. 19), “num ganho de
conhecimento disponível e partilhável por todos”. Por sua vez, Mercklé (2004, p. 4) define
redes sociais da seguinte forma:
[são constituídas] de um conjunto de unidades sociais e das relações que
essas unidades sociais mantêm umas com as outras, direta ou indiretamente,
por meio de encadeamentos de extensões variáveis. Essas unidades, por sua
vez, podem ser indivíduos, grupos informais ou estruturas mais formais
como organizações, associações ou empresas.
Outra ferramenta que destacamos é o Facebook, apresentada pela Wikipédia (2013)
“[...] como a rede social mais utilizada em todo o mundo [...]”, possui diversos recursos para a
interação entre os usuários, sendo basicamente os feeds de notícias; aplicativos criados pelos
mais variados desenvolvedores; fanpages; marcação de eventos; organização de álbuns; e
criação de grupos virtuais.
Já com as características de um microblog, o Twitter permite o envio de mensagens
curtas, com apenas 140 caracteres, além de integração com outros serviços de redes sociais,
como o Facebook, por exemplo. Outro ponto de destaque do Twitter é o trendingtopics,
funcionalidade que mostra as notícias mais comentadas em determinado período na internet.
Com o Twitter “é possível agilizar a disseminação e atualização da informação, a
comunicação e interação com o usuário e a expansão do serviço de referência que toda
biblioteca deve oferecer”. (SILVA et al., 2012, p. 76).
Também citamos a ferramenta Google+, a qual possui uma forma de colaboração
diferenciada dos aplicativos anteriormente citados. As pessoas que forem adicionadas ao
perfil do usuário serão inseridas em “círculos de amizades”, entre sugestões de grupos como
trabalho, amigos e família, como também criar grupos personalizados. Além da formação dos
grupos e postagens de mensagens, assim como ocorrem em outras ferramentas, o Google+
está interligado aos outros serviços do Google, permitindo, por exemplo, que seja realizada
uma conversa virtual entre os contatos escolhidos na ferramenta de conferência virtual
Hangout, numa integração entre bate papo e vídeo.
A Web 2.0 é um espaço de pessoas que se aproximam conforme características comuns
também peculiarmente por fotos, imagens e vídeos. Logo, o Flickr é uma ferramenta online
que permite que o usuário coloque imagens\fotos\ilustrações na Web, e que tais imagens
possam ser compartilhadas e organizadas em álbuns. O usuário pode organizar suas fotos por

2145

�meio de categorias, escolhidas pelo mesmo, e classificá-las por tags. Já o Instagram 257 é uma
rede social que também tem como finalidade o armazenamento e compartilhamento de fotos.
Usando navegação semelhante a ferramentas como Facebook e Twitter, esse aplicativo
permite aos usuários que sigam uns aos outros, fazendo uso das opções curtir ou comentar
fotos postadas. Outro recurso que chama atenção é a possibilidade de editar as imagens antes
de postá-las, sendo este um grande atrativo em relação ao Flickr. Por sua vez, o Picasa257258259
também enquadra-se no perfil em questão, pois é um programa que permite aos usuários a
edição digital de fotografias armazenadas em uma coleção de fotos. Além disso, o programa
facilita a procura por fotografias específicas, pois organiza as imagens da maneira que o
usuário selecionar. Outro recurso importante presente no Picasa é a possibilidade de fazer
alterações nas fotos. Contudo as edições são limitadas, sendo apenas uma maneira simples do
usuário modifica-las.
Outra ferramenta que apresenta mais uma forma de uso dos recursos da Web 2.0 é o
Linkedin

, equivalente a uma rede social, porém utilizada principalmente por profissionais

com a finalidade de negócios. A Wikipédia (2014) relata que “o principal propósito deste
ambiente é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos”
com a finalidade de formação de grupos e permitindo a interação entre esses profissionais.
Nessa perspectiva de conjunto de pessoas, Tomaél, Alcará e Di Chiara (2003, p. 94)
afirmam que:
Redes sempre pressupõem agrupamentos, são fenômenos coletivos, sua
dinâmica implica relacionamento de grupos, pessoas, organizações ou
comunidades, denominados atores. Possibilitam diversos tipos de relações de trabalho, de estudo, de amizade, entre outras -, apesar de quase sempre
passarem despercebidas.
Fazendo uso dos recursos supracitados em bibliotecas, surge a intitulada biblioteca
2.0, definida por Maness (2007, p. 45) como “uma comunidade virtual centrada no usuário.
Ela é socialmente rica, quase sempre um espaço eletrônico igualitário” onde usuário e
bibliotecários criam conjuntamente recursos e informação uns com os outros. Segundo
Pereira, Grants e Bem (2010, p. 232) “o conceito de Biblioteca 2.0 - termo criado por Michel
Casey no blog Library Crunch - engloba as atividades e práticas da Biblioteconomia e
Ciência da Informação com a Web 2.0”. Para que as ferramentas da Web 2.0 sejam
implementadas nos serviços das bibliotecas, é necessário que os profissionais de referência
Link: http://instagram.com/
Link: http://picasa.google.com/
259 Link: https://br.linkedin.com/
257

258

2146

�saibam utilizá-las. Diante da realidade crescente do ensino à distância e do uso frequente de
ferramentas tecnológicas pelos usuários da informação,
é imperioso o conhecimento e/ou capacitação dos profissionais da
informação no uso das ferramentas da Web 2.0, de modo que, com isso, ele
possa tornar o ambiente da unidade de informação, um espaço interativo e
convidativo para o usuário, vindo a contribuir também para a otimização do
fluxo da informação, tomando o ambiente da biblioteca “tradicional” em
uma biblioteca convergente com as inovações da contemporaneidade.
(SANTOS JÚNIOR; SANTOS; SANTOS, 2014, p. 9)
Em suma, “a melhor maneira de familiarizar os bibliotecários com a “Biblioteca 2.0” é
explorando os recursos da Internet e da Web 2.0 com foco no aprendizado constante a partir
da vivência diária” (ARAÚJO, 2013, p. 131). Os profissionais da informação vão
modificando suas ferramentas de divulgação, como o catálogo e a página da biblioteca,
inovando-os com o intuito de ampliar as possibilidades de interação e participação do usuário.
Compreendidos os conceitos de Web 2.0, biblioteca universitária e biblioteca 2.0, na próxima
seção discutiremos a metodologia utilizada na pesquisa.

3 MATERIAIS E MÉTODOS
No ambiente de interatividade proporcionada pela Web 2.0, acreditamos que a atuação
dos profissionais da informação pode ocorrer em conjunto com a colaboração dos usuários,
em uma biblioteca digital universitária, por exemplo.
Para a realização deste estudo delinear-se-á um percurso metodológico onde a
primeira etapa da pesquisa constituiu-se de um levantamento bibliográfico que abrangeu a
leitura, análise e interpretação de livros, periódicos, textos entre outros, sobre bibliotecas
universitárias, Web 2.0 e redes sociais. Na segunda etapa usamos a técnica de pesquisa
exploratória para identificar e compreender as ferramentas da Web 2.0 pelas bibliotecas
universitárias do DF, em paralelo a literatura levantada. Quanto à delimitação do campo de
pesquisa, este foi representado pelas universidades situadas em no DF, totalizando 40
instituições.
Tomando como base a fala de Catarino e Batipsta (2007) quando afirmam que a
integração dos usuários com ambientes Web 2.0 devem permitir o compartilhamento e, em
alguns casos, a construção de informação, definimos as seguintes etapas de análise:
1.
2.
3.
4.

Identificar os websites das universidades;
Elencar as ferramentas da Web 2.0 nos websites das universidades;
Verificar se as universidades oferecem websites para suas bibliotecas;
Elencar as ferramentas da Web 2.0 nos websites das bibliotecas.

2147

�4 RESULTADOS FINAIS
Conforme a presente análise, do total de universidades coletadas, duas (2) são pública,
sendo a UnB e a Escola Superior de Ciência da Saúde (ESCS) e 38 são privadas. No que se
refere a localização, 18 encontram-se no plano piloto de Brasília e 22 nas cidades satélites.
Quando aos websites, dos 40 institucionais, apenas 27 oferecem um espaço digital às
bibliotecas. Direcionando ao uso de ferramentas dos websites das universidades, o resultado
foi: 27 oferecem o Facebook; 26 possuem o Twitter; 18 adotam o Youtube; oito (8) usam o
RSS; sete (7) oferecem o Moodle; seis (6) adotam o Google+; cinco (5) oferecem um espaço
no Blogger; três (3) usam o Flickr; três (3) fazem uso do LinkedIn; duas (2) usam o
Instagram; uma (1) possui o Foursquare260; uma (1) usa o Blackboard261; uma (1) usa o
Picasa; e uma (1) ofecere o Orkut262. No que se refere as bibliotecas, três (3) possuem
websites nos espaços digitais das universidades pesquisadas. Ainda nos referidos websites,
diferentemente dos resultados anteriores, estes oferecem apenas as seguintes ferramentas da
Web 2.0: três (3) possuem o Twitter; três (3) adotam o Youtube; duas (2) oferecem o
Facebook; e uma (1) usa o RSS.
Conforme podemos observar nos resultados apresentados, a quantidade de websites
das universidades (40) é superior a quantidade de ambientes digitais para as bibliotecas (27),
nos mostrando a ideia de que não existe a devida preocupação com o segundo espaço
supracitado. Infelizmente, enquanto reflexo dos espaços físicos, as Instituições não valorizam
o papel da biblioteca, enxergando-a mais por uma necessidade político burocrática, como as
apresentadas pelo Ministério da Educação (MEC) pelos seus serviços informacionais voltados
aos usuários, perpassando pela seleção, tratamento, organização, disseminação e preservação
de documentos.
Observamos também que as Instituições fazem uso de uma variada gama de recursos
da Web 2.0, destacando o Twitter, Facebook e Youtube, por ordem da quantidade de
ferramentas. O mesmo resultado reflete-se nos websites das bibliotecas, tendo como ordem de
valor o Twitter, Youtube e Facebook.
Outro valor que merece destaque são as sete (7) Instituições que oferecem o Moodle.
Diante da atual realidade influenciada pelas recentes tecnologias, acreditamos que este valor
deveria ser maior, não apenas em oferecer cursos pela modalidade de EAD, mas que a

Link: https://pt.foursquare.com/
Link: http://blackboard. grupoa.com.br/
262 Link: www.orkut.com
260
261

2148

�ferramenta em discussão fosse adotada em disciplinas e outras atividades da Instituição,
incentivando, desta forma, o seu uso.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Consideramos a Web 2.0 um espaço de ferramentas que permite a colaboração, através
do compartilhamento de informações e geração da inteligência coletiva. Com isso, quanto
mais usuários participam, quanto mais as ferramentas são utilizadas, melhor o ambiente se
tornará. No entanto, utilizar as ferramentas aqui apresentadas necessita de divulgação, de
conhecimento de sua existência e disponibilização no ambiente para os usuários. Esta é uma
atribuição que cabe aos profissionais que gerenciam as unidades de informação, como os
bibliotecários, exigindo familiaridade com as ferramentas da Web 2.0.
Percebemos, ao identificar as ferramentas da Web 2.0 utilizadas pelas bibliotecas
universitárias do DF, que suas instituições investem mais nos websites da própria instituição
do que de suas bibliotecas, não enxergando o potencial de colaboração e participação dos
usuários nos serviços oferecidos aos usuários, cada vez mais presentes na Internet.
Compreendemos que as universidades não valorizam suas bibliotecas, como podemos
verificar na quantidade de 27 websites de bibliotecas, valor de desvalorização que vem desde
as unidades físicas. Quanto as ferramentas das Web 2.0, assim como era esperado por serem
os recursos mais populares entre os internautas, identificamos, tanto no website da instituição,
como também da biblioteca, o Twitter, Facebook e Youtube. Por outro lado, o valor negativo
ficou por conta dos sete (7) Instituições que oferecem o Moodle, especialmente pelo uso cada
vez maior e disseminado da modalidade de EAD.
Apesar dos websites institucionais e de algumas bibliotecas possuírem perfis das redes
sociais, por exemplo, esses valores não garantem que as unidades de informação pesquisadas
fazem parte, realmente, da Web 2.0. Tê-las não significa que os websites pesquisados possuem
ambientes flexíveis, interativos e colaborativos.

6 REFERÊNCIAS
ADA, A. What is the difference between web 1.0 and web 2.0? 2010. Disponível em:
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              <text>Discute a Web 2.0 a perspectiva das bibliotecas nos websites destas na região do Distrito Federal (DF), sendo aquela uma rede interativa e colaborativa, denominada por Tim O´Reilly em 2004 com o intuito de capturar e aproveitar a inteligência coletiva. Adota como base de discussão bibliotecas universitárias, a própria Web 2.0 e suas tecnologias. Objetiva-se, a partir de um estudo bibliográfico e exploratório, verificar as ferramentas da Web 2.0 usadas pelos websites das bibliotecas universitárias do DF. Apresenta como resultados da pesquisa que dos 40 websites pesquisados, apenas 26 disponibilizam ambientes digitais para suas bibliotecas, as ferramentas da Web 2.0 mais usadas são o Twitter, Facebook e Youtube, por ordem da quantidade de ferramentas, e apenas 7 (sete) Instituições oferecem o Moodle. Conclui-se que apesar dos websites institucionais e de algumas bibliotecas possuírem perfis das redes sociais, por exemplo, esses valores não garantem que as unidades de informação pesquisadas fazem parte, realmente, da Web 2.0. Tê-las não significa que os websites pesquisados possuem ambientes flexíveis, interativos e colaborativos. </text>
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