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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

O PERFIL DO PROFISSIONAL BIBLIOTECÁRIO E A SUPERVISÃO TÉCNICA DE
SEÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA UNESP
Ana Carolina Gonçalves Bet
Roniberto Morato do Amaral
RESUMO
Um dos desafios inerentes à gestão do setor de processamento técnico de uma biblioteca
universitária perpassa pelo modo e consequente desdobramento da função de chefia em
relação à equipe de trabalho. Nessa perspectiva, esta pesquisa teve como objetivoa
identificação e análise do perfil de liderança do profissional bibliotecário no desempenho da
função de supervisor técnico de seção de uma biblioteca universitária. O método de pesquisa
utilizado foi o estudo de caso e a unidade caso foi a Universidade Estadual Paulista “Júlio de
Mesquita Filho” - UNESP, foram aplicados questionários a três supervisores da Seção
Técnica de Aquisição e Tratamento da Informação - STATI de campi distintos. Como
resultado foi constatado que a literatura e a pesquisa empírica são correlatas, de modo que a
organização é uma das competências primordiais à função de supervisão que implica na
constituição do conceito de perfil equilibrado. Conclui-se que o perfil de liderança medeia
entre atributos inatos ao indivíduo bem como a formação técnico-cientifica especifica à
função biblioteconômica.
Palavras-Chave: Gestão em unidades de informação; Perfil de liderança; Processamento
técnico; UNESP;
ABSTRACT
One of the inherentchallenges of managingan university library’s technical processing
department go through the way and consequent deployment of the manager
functionconcerning the staff. In this perspective, this research turns to the identification and
analysis of the professional librarian leadership profile performing the task of technical
section supervision in an university library. The research method used was the case study in
theUniversidadeEstadualPaulista " Julio de MesquitaFilho” - UNESP, where was applied
some questionnaires to three Information Treatment and Acquisition Technical Section
supervisors, in distinct units. As a result it was found that the empirical research and literature
are correlated, in a way that the “organization” is one of the primordial characteristic to the
supervision function, which implies in the constitution of the balanced profile concept. We
conclude that the leadership profile mediates between innate attributes to the subject as well
as the technical- scientific specific formation to the library science function.
Keywords:Managementof informationunits; Leadership profile; Technical processing;
UNESP;

3225

�1 INTRODUÇÃO
O contexto atual das bibliotecas universitárias compreende várias mudanças
tecnológicas e sociais, em especial na atuação dos bibliotecários no papel de gestor junto a
função biblioteconômica de tratamento técnico. Novas demandas e necessidades determinam
os rumos da gestão das bibliotecas universitárias: o compartilhamento e reuso da informação,
a complexidade do tratamento técnico, a gestão de novos suportes e o acesso à informação
demandada pela comunidade acadêmica, entre outras. Diante desse contexto algumas
questões podem ser levantadas: existe um perfil para o profissional bibliotecário desempenhar
a função de Chefia? Alguns pesquisadores se dedicaram à temática da gestão em bibliotecas,
sobre diversos aspectos. Porém, na literatura que versa sobre a atuação do bibliotecário no
contexto das bibliotecas universitárias (VALENTIM, 2000; 2002; 2004; SOUTO, 2005;
SANTOS, 2000; SILVA, 2005; RUCHEL, 2010) não abordam o perfil de liderança do
bibliotecário gestor na função biblioteconômica de tratamento técnico. Conhecer o perfil de
liderança do bibliotecário e a sua atuação profissional como gestor poderá contribuir para a
melhoria dos serviços prestados à comunidade acadêmica, para a eficiência e eficácia dos
processos de trabalho da biblioteca, e ainda, para o desenvolvimento profissional dos
indivíduos que atuam como gestores. Assim, o objetivo geral desta pesquisa consistiu na
identificação e análise do perfil de liderança do bibliotecário que atua como gestor na função
de supervisor do setor de tratamento técnico, no contexto das bibliotecas universitárias. Dessa
forma, esta pesquisa justifica-se por fornecer alguns subsídios teóricos e práticos que
possibilitam ampliar o conhecimento sobre o perfil de liderança do bibliotecário na atuação da
função de gestor. Os resultados aqui alcançados podem contribuir para a melhoria dos
serviços prestados à comunidade acadêmica, para a eficiência e eficácia dos processos de
trabalho na biblioteca, e ainda, para o desenvolvimento profissional dos indivíduos que atuam
ou que pretendem atuar como gestores.

2 REVISÃO DE LITERATURA
A atuação do bibliotecário em tempos de avanços das tecnologias de informação e
comunicação (TIC), principalmente diante da diversidade de usuários, demandas e serviços de
informação, não se converte em um mero disseminador da informação, de modo que esse
contexto exige do bibliotecário, além de atuar nas atividades técnicas, a atenção ao exercício
de atividades, que envolvam a administração, bem como a gerência de setores da biblioteca.
Segundo Bergue (2010, p. 17) o termo gestão pode ser compreendido como sinônimo
de administração, um processo complexo que compreende as seguintes atividades: 1)

3226

�planejamento: consiste na organização de ações conscientes voltadas à definição das
prioridades de execução de um ou vários objetivos); 2) organização - envolve o
estabelecimento da estrutura organizacional; 3) direção: visa implementar e conduzir formas
eficientes para a execução do planejamento e; 4) controle: realiza a verificação dos resultados
do planejamento, também podem compreender ações corretivas com a finalidade de alcançar
os resultados planejados ou previstos. Pinto; Gonzalés (2010, p.56) argumentam que a
administração de uma biblioteca exige do bibliotecário conhecimentos que possibilitem
exercer o papel de comando e a coordenação das atividades nela desenvolvidas.
No contexto organizacional das bibliotecas universitáriaso bibliotecário, na atuação
como gestor, tem a responsabilidade de desenvolver ações orientadas por uma filosofia de
relação com pessoasde forma a enaltecer o trabalho e dignificar o ser humano, em especial
por intermédio do exercício da liderança (CHIAVENATO, 1997; PINTO; GONZALÉS,
2010, p.56). Caso a atividade de liderança se converta em apenas o estabelecimento de
“ordens”, ou seja, delegar atividades, ignorando as expectativas e potencialidades individuais
e coletivas da equipe, o trabalho se constituirá de modo mecânico, o que acarretará prejuízos
para as relações interpessoais no ambiente de trabalho. Nesta perspectiva, duas tipologias de
liderança orientam as discussões propostas (MUNIZ 2004):
a) Perfil inato: refere-se a tudo o que é inerente ao indivíduo ou que está presente desde
o seu nascimento, o que é nato ou tão somente natural a alguma coisa ou alguém. Este
perfil compreende as características pessoais específicas do indivíduo, que viabilizamo
desempenho de sua função de gestão, e ainda, o diferencia dos seus liderados, tais
características não seriam passíveis de serem adquiridas por intermédio, por exemplo,
de treinamentos, a liderança seria uma habilidade inata ao indivíduo. No contexto
desta pesquisa, o perfil inato pode revelar algumas formas de lideranças, como por
exemplo: a) o “espírito” de liderança; b) tendência natural a tomar frente às situações
que envolvam a tomada de decisões e; c) objetividade (enquanto uma forma de
postura) nas decisões;
b) Perfil construído (científico):envolve a conscientização do aspecto cientifico da
gestão, procurando desfazer a concepção de chefia estabelecida sem embasamento
teórico, ou seja, a chefia de acordo com os desejos ou interesses particulares do gestor.
Nessa perspectiva Santos (2000, p. 113) argumenta que se faz necessário ao indivíduo
gestor “ser um especialista na área de conhecimento onde atua, conhecendo os
recursos informacionais disponíveis e as técnicas de tratamento da documentação e
demonstrando domínio das tecnologias mais avançadas.

3227

�A gestão de equipes, por sua vez, exige um cuidado especial, pois essa prática decorre
da relação entre diversos sujeitos e, com efeito, cada um deles possui suas características,
qualidades e limitações. Portanto, caberia ao profissional gestor estabelecer a mediação e a
flexibilidade no relacionamento em equipe, através de uma comunicação clara e embasada,
uma vez que a falha nesta pode desencadear desafetos e consequentemente gerar conflitos.
Outro aspecto fundamental para a gestão é o domínio dos conhecimentos técnicos necessários
para gerir o setor, certo que sob a orientação destes, as atitudes diante dos desafios cotidianos
estarão ancoradas em procedimentos científicos e não em devaneios ou delírios de grandeza
que o status do cargo pode fazer emergir no gestor despreparado. Assim, alguns problemas
circundam as duas perspectivas de perfis quanto a liderança. Um gestor convicto que o perfil
inato lhe garante todas as condições para atuar, pode incorrer suas decisões de modo
autoritário (ao faltar elementos que favoreçam a expressão das ideias), imediatista na tomada
de decisões, sem embasamento teórico e tão pouco atualizado. Em outro sentido, o gestor que
se orienta pelo modelo de perfil construído (científico), pode se converter em uma espécie de
“advogado de regras”, inflexível diante das normas e procedimentos burocráticos, assim as
determinações das atividades parecem mecânicas, com isso, apresenta certas dificuldades na
tomada de decisões. A mediação entre as capacidades inatas e as aprendidas com o auxílio da
ciência, geram os subsídios necessários que qualificam o bibliotecário como um gestor. Se,
em hipótese, nenhum individuo é totalmente desprovido de habilidades que caracterizam um
gestor e, nenhuma teoria científica de gestão é plenamente efetiva ou verdadeira, parece
forçoso afirmar que o perfil adequado para o gestor seja o equilibrado, uma vez que este não
se estabelece a partir do confronto ou da exclusão dos outros dois perfis, mas pelo
estreitamento e inter-relação destes. Diante destes sintéticos apontamentos, o perfil
equilibrado envolveria as atribuições tanto do perfil inato quanto do perfil construído
(científico). No entanto, permanece uma questão: e se não somente as “qualidades” sejam
herdadas, mas também os “defeitos” dos perfis inato e construído? Por sua natureza, o perfil
equilibrado tenderia a estimular o gestor a colocar em evidência os critérios que orientam suas
ações, tais como a reflexão, o diálogo, a organização e o planejamento

3

MATERIAIS E MÉTODOS
Esta pesquisa é do tipo exploratória de natureza qualitativa (GIL, 2012). O método de

pesquisa utilizado foi o estudo de caso(YIN, 2001).

A unidade caso foi a UNESP -

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), pelo fato de que as
bibliotecas da UNESP compreendem em seu organograma o cargo de gestor do STATI -

3228

�Seção Técnica de Aquisição e Tratamento da Informação. Mediante a leitura e análise da
literatura foram elaboradas considerações a respeito do perfil do bibliotecário supervisor,
buscando compreender a existência bem como as características inerentes a atividade de
supervisão técnica de setor. Visando compreender de modo empírico a atuação dos
bibliotecários na função de gestor, foi analisado, por intermédio de quatro documentos
oficiais, a estrutura organizacional da Rede de Bibliotecas da unidade caso, mas
especificamente o setor da STATI: 1) O primeiro, de 1994, consiste na publicação do volume
I da coleção de Recursos Humanos, Informação &amp; Qualidade intitulado “Gerência de
bibliotecas universitárias para a Qualidade Total: planejamento e seleção”; 2) O segundo, por
volta de 1999 (no documento não está especificado a data de elaboração), consiste em um
documento disponibilizado pela CGB intitulado “Atribuições de Competências”, cujo
conteúdo detalha as atribuições dos Bibliotecários (Diretor, Supervisores Técnicos de Seção e
Bibliotecários); 3) O terceiro, a publicação da “PORTARIA UNESP-89, DE 5-3-2009”, que
regulamenta a fixação das atribuições das unidades administrativas que integram a estrutura
da UNESP e; 4) O quarto, a publicação da “PORTARIA UNESP-469, de 25-7-2012”, que
está em vigência, não prevê alterações ou acréscimos às atribuições do STATI, somente aos
outros setores da UNESP. O método de pesquisa também compreendeu a coleta de
informações por intermédio da aplicação de um questionário aberto (GIL 2012), encaminhado
por e-mail a três bibliotecárias supervisoras, que atuam nas unidades da Rede de Bibliotecas
da UNESP. A escolha das unidadesse deu pela facilidade de acesso, sendo as unidades: 1)
Faculdade Estadual “Júlio de Mesquita Filho” - Campus Experimental de Tupã; 2) Faculdade
de Ciências Farmacêuticas de Araraquara e; 3) Faculdade de Odontologia de Araraquara.

4 RESULTADOS
Em consonância com o objetivo desta pesquisa, foi utilizada uma molduraanalítica
para a apresentação dos resultados, orientada pelas seguintes categorias:
a) Paralelo entre teoria e prática: as atividades desenvolvidas no STATI: De acordo
com a Portaria UNESP-469, de 25-7-2012 (a vigente), onde são elencadas as
atividades a serem desenvolvidas pelos servidores na STATI, foi possível observar
que do ponto de vista técnico os bibliotecários supervisores executam o que está
previsto na Portaria. Porém, as apresentações das perspectivas dos entrevistados não
reproduzem pormenorizadamente todas as atividades previstas na Portaria, pois estes
se limitaram com efeito, a destacar o que julgaram de mais pertinente em sua atividade
diária, o que não significa que eles não executam o que está predito na Portaria;

3229

�b) Perfil do supervisor do STATI: A partir da argumentação acerca das atribuições
necessárias ao gestor, sendo elas o planejamento, a organização, a direção e o controle
(BERGUE, 2010),percebemos que os três entrevistados estão alinhados à perspectiva
teórica de modo que estas orientações se assemelham com uma forma de método
característico da atividade de gestão. O ponto comum entre a relação teoria e prática
que podemos salientar é a tendência à organização, uma vez que o setor de tratamento
técnico de uma biblioteca universitária depende exclusivamente do ordenamento
estrutural de suas atividades (PINTO,1993);
c) Principais características do perfil: Entendendo que a organização abrange a
totalidade do que denominamos nesta pesquisa de perfil, podemos destacar algumas
características peculiares que lhe servem de base: objetividade na tomada de decisões,
conhecimento técnico e flexibilidade. Com efeito, o trabalho em equipe determina a
execução adequada das atividades bem como permite a harmonia e a união no
ambiente de trabalho. Isso nos remete a pensar no papel decisivo do supervisor: a
liderança;
d) Liderança: inata, construída ou equilibrada?A partir do estabelecimento do sentido
dos conceitos de lideranças inata e construída, detectamos, com o exame do conteúdo
das respostas, que os supervisores, predominantemente, afirmam que a liderança não
pode se converter em um mero mecanismo técnico tampouco ter origem nas aptidões
subjetivas do supervisor. Desse modo, pressupomos a existência de um terceiro perfil:
o perfil equilibrado, conforme discutido no referencial teórico. A mediação entre as
capacidades inatas e as aprendidas com o auxílio da ciência, geram os subsídios
necessários que qualificam o bibliotecário como um gestor. Se, em hipótese, nenhum
indivíduo é totalmente desprovido de habilidades que caracterizam um gestor e,
nenhuma teoria científica de gestão é plenamente efetiva ou verdadeira, parece
conveniente afirmar que o perfil adequado para o gestor seja o equilibrado, uma vez
que este não se estabelece a partir do confronto ou da exclusão dos outros dois perfis,
mas pelo estreitamento e inter-relação destes

5 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS/FINAIS
Com base no referencial teórico aqui apresentado e na investigação empírica realizada
é possível afirmar que a principal característica a ser destacada na atuação do bibliotecário
como gestor da unidade caso, seja a organização. A demanda própria ao setor do STATI da
unidade caso depende do ordenamento das atividades para que estas não impliquem, em

3230

�última instância, no tratamento e disseminação inadequados da informação. As outras
categorias que estruturam a gestão - o planejamento, a direção e o controle - gravitam em
torno da organização. Com relação ao perfil de liderança, foi possível destacar a importância
na articulação entre o “ímpeto de liderar” (perfil inato) e o conhecimento científico implícito a
atividade (perfil construído). Dessa forma, as decisões tomadas pelo bibliotecário gestor
tendem a estar ancoradas na objetividade bem como no respaldo teórico que fundamenta a
decisão, para que esta não pareça arbitrária.
Conclui-se que o perfil de liderança medeia entre atributos inatos ao sujeito bem como
a formação técnico-cientifica especifica à função biblioteconômica, o que culmina no
desenvolvimento de um perfil equilibrado.

REFERÊNCIAS
BERGUE, S. T. Gestão de pessoas em organizações públicas. 3. ed. Caxias do Sul: Educs,
2010.
CHIAVENATO, I. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para administração participativa.
3.ed. São Paulo: Makron Books, 1997.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MUNIZ, M. B. A. O papel do líder no gerenciamento das diferenças individuais. 2004.
62f. Monografia de Especialização (MBA de Administração Judiciária) - FGV, RJ, 2004.
PINTO, A. L.; GONZÁLES, J. A. M. O profissional bibliotecário como gestor de pessoas.
Rev. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf. Florianópolis, v.15, n.29, p.52-65, 2010.
PINTO, V.B. Informação: a chave para qualidade total. Ciência da Informação, Brasilia,
v.22, n.2, p.133-137, maio/ago. 1993.
RUCHEL, G. Bibliotecário: gestor da informação. 2010. 124 f. Monografia (Trabalho de
Conclusão de Curso de Biblioteconomia) - Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação UFRGS, PO, 2010.
SANTOS, J. P. O perfil do profissional bibliotecário. In: VALENTIM, M. L. P. (Org.). O
profissional da informação: formação, perfil e atuação profissional. São Paulo: Polis, 2000.
SILVA, F. C. C. Bibliotecários especialistas: guia de especialidades e recursos
informacionais. Brasília: Thesaurus, 2005.
SOUTO, L. F. O profissional da informação em tempo de mudanças. Campinas: Alínea,
2005.
VALENTIM, M. L. P. (Org). O profissional da informação: formação, perfil e atuação
profissional. São Paulo: Polis, 2000.
________. Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, 2002.
________. Atuação profissional na área de informação. São Paulo: Polis, 2004.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e método. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

3231

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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Um dos desafios inerentes à gestão do setor de processamento técnico de uma biblioteca universitária perpassa pelo modo e consequente desdobramento da função de chefia em relação à equipe de trabalho. Nessa perspectiva, esta pesquisa teve como objetivo a identificação e análise do perfil de liderança do profissional bibliotecário no desempenho da função de supervisor técnico de seção de uma biblioteca universitária. O método de pesquisa utilizado foi o estudo de caso e a unidade caso foi a Universidade Estadual Paulista ―Júlio de Mesquita Filho‖ - UNESP, foram aplicados questionários a três supervisores da Seção Técnica de Aquisição e Tratamento da Informação – STATI de campi distintos. Como resultado foi constatado que a literatura e a pesquisa empírica são correlatas, de modo que a organização é uma das competências primordiais à função de supervisão que implica na constituição do conceito de perfil equilibrado. Conclui-se que o perfil de liderança medeia entre atributos inatos ao indivíduo bem como a formação técnico-cientifica especifica à função biblioteconômica. </text>
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