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                  <text>XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
SNBU 2014

OS CIBORGUES INTERPRETATIVOS E SUAS RELAÇÕES COM A INCLUSÃO
SOCIODIGITAL: estudo sociométrico em uma biblioteca universitária
Barbara Coelho NEVES,
Makson REIS

RESUMO
Este pôster apresenta o relato de uma pesquisa em andamento sobre as relações dos ciborgues
interpretativos com a inclusão digital no âmbito da biblioteca universitária. O objetivo visa
perceber se o profissional responsável das bibliotecas universitárias está preparado para agir
como ciborgue interpretativo, agindo em prol da promoção da inclusão sociodigital dos
usuários. O método utilizado é descritivo, sendo um estudo de caso com levantamento, com
técnica de coleta de dados realizada a partir da aplicação de teste sociométrico. Os resultados
esperados apóia-se na visão introspectiva do profissional da biblioteca universitária com
relação a sua situação social, na auto avaliação de sua posição no grupo. Assim, encontram-se
neste texto o caminho metodológico, o quadro teórico e os resultados parciais do estudo.
Palavras-Chave: Ciborgues interpretativos; Inclusão sociodigital; Biblioteca Universitária;
Teste sociométrico.

ABSTRACT
This poster/paper presents an account of a research being conducted on the relationship of
interpretive cyborgs with digital inclusion within the university library. The objective seeks to
understand whether the professional responsibility of university libraries is prepared to act as
interpretive cyborg, acting for the promotion of inclusion sociodigital users. The method used
is descriptive, with a case study of a survey, with technical data collection performed from the
application of sociometric test. The expected results relies on introspective vision of
professional university library with respect to their social situation, self assessment of its
position in the group. Thus, in this text are the methodological, theoretical framework and the
partial results of the study.
Keywords: Interpretive cyborgs; Sociodigital inclusion; University Library; Sociometric test.

1 Introdução
A utilização de tecnologia pela sociedade, sobretudo o computador, faz com que as
pessoas busquem pelo acréscimo de habilidades para viver nesta sociedade da informação.
A inclusão sociodigital facilita o acesso ás tecnologias de informação e comunicação,
e está inteiramente relacionada, no mundo atual, com os direitos fundamentais à informação.

4405

�Percebe-se sua convergência com as relações sociais, políticas e econômicas, definindo
características que corroboram com as expectativas de cidadania.
Com a inclusão sociodigital, as bibliotecas passaram a agregar o acesso a diferentes
fontes de informação, buscando atender as novas perspectivas do usuário. O advento da
Internet tem transformado os serviços das unidades de informação. Novos serviços estão
sendo introduzidos, modificando gradualmente a interatividade entre o profissional da
informação e o usuário.
Desse modo, as bibliotecas foram conduzidas a fazerem uma flexibilização do
trabalho, tornando-se necessária a renovação do perfil profissional do bibliotecário. A
atualização do perfil desse profissional é sine qua non para interagir com o novo perfil do
usuário. É impreterível para o bibliotecário, adequar-se aos atuais aparatos tecnológicos
implementadas no ambiente informacional.
Novos aparatos tecnológicos, com destaque para as tecnologias de informação e
comunicação (TIC), têm feito cada vez mais parte do universo bibliotecário, sendo inevitável
às necessidades da biblioteca. O bibliotecário torna-se sujeito destas inovações, sendo
influenciado pelas mass medias. Este movimento que vem acontecendo nos ambientes
informacionais tem se convencionado chamar de ciborgue interpretativo.
Trata-se de uma nova perspectiva para os sujeitos que lidam necessariamente com as
tecnologias e a informação para aumento da performance individual, coletiva e do meio
ambiente. Sendo aqueles com o corpo vivendo com conexões e redes, e se potencializando
para as novas interpretações de si e com outros ciborgues interpretativos.
Com a mordenização da unidade de informação e os novos serviços prestados ao
usuário, tanto a biblioteca quanto o bibliotecário tornaram-se plugados pelo processo de
ciborguização do corpo e do espaço, tendo a inclusão sociodigital como um potencial para
melhorar o acesso à informação, amplificando o acesso ao saber.
Diante disso, questiona-se como se dão as relações de inclusão digital dos ciborgues
interpretativos em uma biblioteca universitária?
Este trabalho abrange os estudos sociométricos em uma biblioteca universitária,
consistindo na análise do profissional bibliotecário acerca de compreendê-lo como um
ciborgue interpretativo perante o uso das tecnologias e suas relações com os usuários da
instituição. O resultado esperado visa perceber se o profissional responsável das bibliotecas
universitárias está preparado para agir como ciborgues interpretativo, agindo em prol da
promoção da inclusão sociodigital dos usuários.

4406

�2 Revisão de Literatura
A tecnologia tem seu desenvolvimento ao longo do tempo, por sujeitos
transformadores, influenciados por suas relações sociais e culturais. Os sujeitos precisam
interagir com a tecnologia compreendendo-a como um organismo estruturante e influenciador
da sociedade. “Há tecnologia onde quer que um dispositivo, aparelho ou máquina for capaz de
encarnar, fora do corpo humano, um saber técnico.” (SANTAELLA, 2004, p.153).
O uso das tecnologias vem criando, em muitos momentos, um hibrido entre homem e
máquina, e também suscita uma condição humana - o processo de virtualização e de
configuração de várias redes. (COUTO; SOUZA; NEVES, 2013). E é essa hibridigização
tanto física, quanto subjetiva (psicossocial) que surge o movimento ciborgue.
Em seu manifesto sobre ciborgue, Haraway, Kunzru e Tadeu colocam questões acerca
da interpretação destas tecnologias pelo ser humano, através de suas transformações culturais
com os meios de comunicação em massa. São instituídos os indivíduos “ciborgues
interpretativos” que, por meio de exigências sociais, são afetados pelas tradições culturais de
uma sociedade.
O ciborgue interpretativo “[...] se constitui pela influência dos mass medias [...]”
(LEMOS, 2008, p.172), estando relacionados com a massificação das redes e seu uso, sendo
influenciados pelo mecanismo de inserção da grande massa de indivíduos no contexto da
sociedade. De acordo com Santaella (2004, p.33), os ciborgues são todos aqueles “[...] em
estado de prontidão conectando-se entre nós e nexos, num roteiro multissequencial e
labiríntico que ele próprio a construir ao interagir com o nós entre palavras, imagens,
documentação, músicas, vídeos, etc.”.
Acredita-se que a discussão sobre os ciborgues interpretativos potencializam a
reflexão sobre a inclusão sociodigital, pois esses ciborgues têm sua capacidade física e
intelectual aumentada pelo o uso de tecnologias.
Compreende-se por inclusão sociodigital, na perspectiva de Neves (2011), não como
um conceito, mas sim um movimento, fortemente influenciado por um discurso político
envolto em uma série de elementos que apontam perspectivas que se baseiam em propostas
voltadas para o acesso, treinamento ou formação.
As bibliotecas têm sido apontadas como espaços que favorecem as ações de inclusão
digital. Sejam por conferir segurança a infraestrutura, sejam por possuírem profissionais que
lidam com a informação e capacitados para lidar com as demandas informacionais dos
usuários.

4407

�Entende-se que nesse eixo é possível perceber associações entre o profissional
bibliotecário e a definição de ciborgue interpretativo. Acredita-se que é nesse contexto de
inclusão sociodigital das bibliotecas universitárias que se visualiza o bibliotecário como
ciborgue interpretativo que precisa, inclusive, lidar com as demandas de outros sujeitos com
níveis variados com relação ao uso das TIC como as que ele próprio experimenta.

3 Materiais e Métodos
Dentro do diagrama da multidisciplinaridade da ciência da informação, o estudo
aborda aspectos da Administração de Sistemas de Informação, bibliometra e Informação
Cultura e Sociedade.
A abordagem metodológica desse estudo é quali-quantitativa, tendo como método a
pesquisa descritiva, segundo o objetivo que se propõe, pois visa descrever características de
determinada população ou fenômeno. De acordo com a seleção de métodos aplicáveis aos
trabalhos oriundos da Ciência da Informação (MUELLER, 2007), a metodologia de pesquisa
compreende em estudo de caso e levantamento, com aplicação de técnica de coleta de dados a
partir de critérios do teste sociométrico.
O estudo sociométrico consiste na elaboração de perguntas, sendo realizada a
tabulação das respostas e elaboração do sociograma. Essa atividade vem sendo realizada a
partir da elaboração de representações gráficas ou pictóricas da tabulação sociométrica dos
bibliotecários. A técnica sociométrica e o sociograma (que é a sua representação gráfica)
admitem verificar como se apresentam as relações sociais no ambiente de trabalho, distinguir
os líderes aceitos e a associação das pessoas, que neste caso compreende-se como situações
propícias à inclusão sociodigital.
O ambiente (campo) desse estudo é a biblioteca universitária e os sujeitos da pesquisa
são principalmente os bibliotecários, sendo que a contextualização apresentará, quando
necessário, elementos da relação entre estes e os usuários. Este eixo será perseguido pelo
método sociométrico, procurando observar as potencialidades da unidade de informação para
inclusão sociodigital.
O instrumento de coleta de dados será o questionário sociométrico. O procedimento de
coleta será o teste de percepção sociométrica, subgrupo do teste sociométrico que, de acordo
com Alues (1974), visa o levantamento das posições que os sujeitos componentes
selecionados percebem possuir em relação ao grupo.

4408

�4 Resultados Parciais/Finais
De acordo com Alues (1974), existe uma característica especial que justifica a grande
difusão do teste sociométrico. Esta característica é a admirável versatilidade e universalidade
de sua aplicação. Desse modo, essa técnica vem sendo utilizada para fornecer preciosas
informações sobre a estrutura psicossocial do grupo de bibliotecário de uma biblioteca
universitária.
Este estudo está em fase de aplicação e levantamento de dados e seu resultado parcial
percebe pontos de atração (escolha) e repulsa (rejeição) no seio do grupo social que vem
sendo aplicado. O próximo passo é analisar os elementos que impulsionam estas relações
nessa estrutura social.

5 Considerações Parciais
Este pôster apresentou o percurso do estudo sobre ciborgues interpretativos e suas
relações com a inclusão sociodigital no contexto da biblioteca universitária. A ideia foi
circunstanciar brevemente o objeto de estudo, por meio das principais reflexões do quadro
teórico e empírico, como também a condução do quadro metodológico realizado até o
momento.
Um dos aspectos mais relevantes deste estudo é a aplicação de uma metodologia
pautada no teste sociométrico, para identificar as percepções do bibliotecário enquanto
ciborgue interpretativo que precisa participar de maneira ativa no processo de inclusão
sociodigital. As considerações parciais deste trabalho vislumbram que o poder de “atração”
(quando o bibliotecário é escolhido pelo usuário como agente mediador de inclusão
sociodigital) lhe confere posição de destaque no grupo que está inserido. O passo seguinte é
analisar os primeiros resultados, visando identificar o que impulsiona o bibliotecário nas
relações com outros ciborgues interpretativos (usuários) e a auto percepção desses
profissionais no âmbito da inclusão sociodigital.

6 Referências

ALUES, Danny J. O teste sociométrico: sociogramas. Porto Alegre: Globo, 1974.
COUTO, E.S.; SOUZA, J.S.; NEVES, B. Coelho. Acepções de tecnologia: ciborgues
interpretativos e cultura digital. Artefactum - revista de estudos em linguagem e tecnologia,
Ano v, n° 1, maio 2013.

4409

�HARAWAY,

Donna;

KUNZRU,

Hari;

TADEU,

Tomaz

(Org.). Antropologia

do

ciborgue: As vertigens do pós-humano. 2. ed. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2000. 119
p.
LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto
Alegre: Sulina, 2008.
MEY, Tim. Pesquisa social: questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artméd, 2004.
MUELLER, Suzana P. M. (Org.). Métodos para a pesquisa em Ciência da Informação.
Brasília: Thesaurus, 2007.
NEVES, B. Coelho. Mediação da informação para agentes sociodigitais: o salto. Ciência da
Informação, Brasília, DF, v. 40 n. 3, p.413-424, set./dez. 2011.
SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à
cibercultura. São Paulo: Paulus, 2004.
VERGARA, Sylvia C. Métodos de coleta de dados no campo. São Paulo: Atlas, 2009.

4410

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