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                  <text>Eixo 2 – Práticas
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO ESPECIALIZADOS: UM ESTUDO COMPARATIVO
SPECIALIZED CLASSIFICATION SCHEMES: A COMPARATIVE STUDY
Vítor Vasata Macchi Silva1
Resumo: Apresenta um estudo que objetiva comparar sistemas de classificação especializados utilizados por
bibliotecas universitárias da cidade de Porto Alegre/RS. Destaca aspectos que caracterizam sistemas de
classificação genéricos e sistemas de classificação especializados. Três fases compõem os procedimentos
metodológicos e norteiam o desenvolvimento do trabalho: a primeira apresenta as bibliotecas visitadas; a
segunda caracteriza os sistemas de classificação utilizados em cada biblioteca e; a terceira analisa as
similaridades e as diferenças existentes entre os sistemas de classificação identificados. Observa que as
bibliotecas visitadas adotam sistemas que utilizam notação alfanumérica, são gratuitos e estão disponíveis online.
Ressalta que a utilização de sistemas de classificação especializados, e adequados aos interesses de cada unidade
de informação, pode ser interessante para que seja coberta uma gama maior de assuntos pelas bibliotecas.
Conclui que a utilização de sistemas de classificação especializados pode contribuir para organização de acervos
e, também, para a posterior recuperação das obras contidas nesses acervos.
Palavras-chave: Bibliotecas. Bibliotecas universitárias. Sistemas de classificação. Linguagens documentárias.
Abstract: Presents a study that aims to compare specialized classification schemes used by academic libraries of
Porto Alegre/RS. The paper highlight aspects that characterize generic and specialized classification schemes.
The methodology comprised three steps: the first one present the libraries visited; the second characterize the
classification schemes used in each library and; the third one analyzes the similarity and the differences existents
between the classification schemes identified. Notes that libraries visited adopt schemes that uses alphanumeric
notation, are open access and are online available. Stands out that specialized classification schemes use,
adequate to each library interest, can be interesting to libraries cover a wider range of subjects. Concludes that
specialized classification schemes use can contribute to collections organization and, also, to subsequent
recovery of the works contained in these collections.
Keywords: Libraries. Academic libraries. Classification schemes. Index languages.

1

Bacharel em Biblioteconomia e em Engenharia de Produção, Mestre em Engenharia de Produção.
vasata@hotmail.com.

�1 INTRODUÇÃO
Os sistemas de classificação bibliográfica foram desenvolvidos com o objetivo de
organizar acervos de bibliotecas para facilitar o acesso às informações pelos usuários
(CARLAN, 2010). A área da Ciência da Informação, neste sentido, tem sido muito eficiente em
representar o conhecimento com linguagens de sistemas de classificação gerais (como a
Classificação Decimal de Dewey – CDD e a Classificação Decimal Universal – CDU), sistemas
de classificação especializados, tesauros, dicionários, glossários, vocabulários controlados,
cabeçalhos de assunto, palavras-chave, entre outros (ANJOS, 2008).
A CDD foi o primeiro sistema de classificação elaborado e influenciou a construção de
muitos outros sistemas. Tal sistema surgiu em um contexto histórico-científico e tem sido
atualizado desde então (CARLAN, 2010). Esse sistema de classificação se caracteriza por ter
sido construído sobre princípios sólidos de organização do conhecimento. A organização desses
princípios, por sua vez, resulta em uma notação significativa distribuída em numerais arábicos
universalmente reconhecidos, categorias bem definidas, hierarquias bem desenvolvidas e uma
rica rede de relacionamentos entre tópicos (DEWEY, 1996).
A CDU, por sua vez, desde sua origem tem sido um instrumento poderoso de
representação e organização do conhecimento humano. Mesmo com o advento da informática, a
cada dia torna-se mais evidente sua vitalidade, sua utilidade e sua condição de instrumento
indispensável ao gerenciamento da informação com qualidade. Quanto ao seu âmbito, o UDC
CONSORTIUM (2007) aponta que a CDU é uma linguagem de indexação e recuperação de
informação que abrange praticamente todos os assuntos e que pode ser utilizada em acervos que
lidem com qualquer tipo de suporte material.
Os procedimentos de organização do conhecimento, mais conhecido como “processos
de classificação”, que possibilitam a organização da informação têm se intensificado frente à
massa documentária inserida regularmente nas bibliotecas (ANJOS, 2008). Essa situação, no
entanto, segundo Anjos (2008), exige o aperfeiçoamento constante dos instrumentos de
organização do conhecimento para o posterior acesso e recuperação das informações desejadas.
Neste âmbito, o tema deste estudo relaciona-se com sistemas de classificação especializados
utilizados por distintas bibliotecas localizadas na cidade de Porto Alegre/RS. O objetivo geral

�deste trabalho é comparar sistemas de classificação especializados utilizados por diferentes
bibliotecas e analisar as similaridades e as diferenças existentes entre esses sistemas.
As próximas seções deste trabalho apresentam: (i) o referencial teórico que apresenta os
assuntos abordados ao longo do texto; (ii) os procedimentos metodológicos que apresentam as
etapas executadas para atendimento do objetivo proposto; (iii) os resultados e a discussão dos
aspectos observados; e (iv) as considerações finais sobre o trabalho desenvolvido.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
Esta seção divide-se em: (i) sistemas de classificação e (ii) sistemas de classificação
especializados.
2.1 Sistemas de classificação
As classificações correspondem a linguagens documentais que utilizam descritores
ordenados de forma sistemática de modo a representar todos os conceitos e objetos de um
campo determinado do conhecimento (GUINCHAT; MENOU, 1994). Tais classificações
fundamentam-se, segundo Guinchat e Menou (1994), nas relações hierárquicas entre os termos,
no seu conjunto ou ao nível das diversas classes e subclasses. A utilização dessas classificações,
por sua vez, objetiva a descrição dos documentos de forma única.
No âmbito das unidades de informação, considera-se que os sistemas de classificação
correspondem ao aspecto que possibilita a distribuição útil dos documentos disponibilizados aos
usuários. Isso ocorre, pois tais sistemas proporcionam a aproximação de documentos sobre
assuntos relacionados, a fácil localização de documentos, a fácil devolução de itens à coleção e
a inserção de novos documentos à coleção sem quebrar a estrutura lógica do arranjo
(BATISTA, 1998). Neste cenário, cabe aos bibliotecários responsáveis pela administração e
direção de unidades de informação, a escolha do sistema de classificação que possibilita maior
eficácia ao sistema (MACIEL; MENDONÇA, 2006).
Existem vários tipos de classificações que podem ser utilizadas pelas bibliotecas
(GUINCHAT; MENOU, 1994). Entre esses tipos destacam-se a Classificação Decimal de
Dewey (CDD), a Classificação Decimal Universal (CDU) e a Library of Congress Subject
Headings (LCSH). A CDD, de autoria de Melvin Dewey, corresponde a uma classificação
decimal que comporta dez classes principais (000 – generalidades; 100 – filosofia e psicologia;
200 – religião; 300 – ciências sociais; 400 – linguística; 500 – ciências; 600 – tecnologia; 700 –

�artes e recreio; 800 – literatura e retórica; 900 – história e geografia) e subdivisões comuns de
lugar e forma. Assim, por exemplo, a classe de topo 800 corresponde a "Literatura e Retórica",
enquanto a classe 860 corresponde a "Literaturas Espanhola e Portuguesa" e a classe 869 a
"Literatura Portuguesa" (BORBINHA, 2000).
A CDU, de autoria de Pierre Otlet e Henry Lafontaine, caracteriza-se por possuir três
categorias de índices: os índices principais, as divisões analíticas e as divisões comuns. Os
índices principais, neste âmbito, dizem respeito a conceitos distribuídos em dez classes de
tabelas principais, enquanto as divisões analíticas referem-se às características gerais, aplicáveis
a todos os índices principais e subdivisões. As divisões comuns, por sua vez, correspondem às
características de língua, forma, população, tempo e ponto de vista que podem ser aplicadas aos
índices principais. Além destes aspectos, a CDU caracteriza-se por recorrer a sinais de
pontuação para distinguir os diversos tipos de índices. Assim, considera-se que a CDU é capaz
de descrever assuntos complexos com precisão, de forma hierárquica e enumerativa
(GUINCHAT; MENOU, 1994).
O sistema de classificação LCSH corresponde a um sistema elaborado e mantido pela
Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Tal sistema se caracteriza por possuir 21 classes
de topo, cada uma representada por uma letra do alfabeto. Além disto, este sistema se
caracteriza pelo fato dos termos ou nós da estrutura poderem ser etiquetados com códigos
formados por uma combinação de letras e números. Assim, por exemplo, o código para
"Geologia" é "QE", enquanto o código "QE 500-625" corresponderá a "Geologia Dinâmica e
Estrutural" (BORBINHA, 2000).
2.2 Sistemas de classificação especializados
Além dos sistemas de classificação genéricos, como os apresentados na seção anterior, é
comum encontrar outros sistemas destinados a domínios específicos, os quais são criados por
organizações ou entidades focadas nessas áreas (BORBINHA, 2000). Tais sistemas, chamados
de sistemas de classificação especializados, são construídos e voltados para necessidades
específicas. Entre esses sistemas destacam-se o ACM Computing Reviews Classification
System e o Mathematics Subject Classification (MSC).
O ACM Computing Reviews Classification System corresponde a um sistema criado
pela Association for Computing Machinery (ACM) que se destaca por estar organizado em
torno de uma árvore com onze nós principais (descritores de áreas), em que cada nó se divide
em um ou dois níveis de termos genéricos. Os descritores principais são referenciados pelas

�letras de A a K, e os níveis abaixo são referenciados por números separados por pontos (a
exceção é o último termo de cada ramo, que é sempre referenciado por “m”, de miscellaneous)
(BORBINHA, 2000). O sistema MSC, por sua vez, caracteriza-se por ser utilizado para a
classificação de obras da área da Matemática. Sua apresentação associa códigos de cinco
caracteres e três níveis de detalhe (na forma de dois números, uma letra e dois números) para
cada tema (BORBINHA, 2000).
3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Nesta seção são descritos: o (i) método de pesquisa e o (ii) método de trabalho
utilizados neste estudo.
3.1 Caracterização do método de pesquisa
Este estudo é considerado uma pesquisa básica, pois objetiva gerar conhecimentos
novos e úteis para o avanço da ciência (SILVEIRA; CÓRDOVA, 2009). Isso se justifica,
pois, a partir da apresentação de sistemas de classificação especializados utilizados por
diferentes bibliotecas, espera-se facilitar a elaboração e o desenvolvimento de novos sistemas
de classificação especializados. Quanto aos objetivos, esse estudo é considerado exploratório,
pois busca proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais
explícito (GIL, 2010).
Além dos aspectos apresentados, destaca-se que esse trabalho corresponde a um
estudo de abordagem qualitativa, pois incorpora o conhecimento adquirido nas análises. Neste
âmbito, destaca-se que o estudo de caso corresponde ao procedimento utilizado, pois,
conforme indica Gil (2010), tal tipo de procedimento consiste no estudo profundo e exaustivo
de um ou poucos objetos, de maneira que permita seu amplo e detalhado conhecimento.
3.2 Caracterização do método de trabalho
Para atingimento do objetivo proposto foi estruturado um método de trabalho
organizado em três etapas. Tais etapas são apresentadas na Figura 1.

�Figura 1 - Etapas executadas para o atingimento dos objetivos propostos
Etapa 1

Etapa 2

Etapa 3

Apresentação das
bibliotecas visitadas

Caracterização dos
sistemas de
classificação
utilizados nas
bibliotecas visitadas

Análise dos
sistemas de
classificação
identificados

Fonte: Elaborado pelo autor

A primeira etapa do trabalho desenvolvido se relacionou com a apresentação das
bibliotecas visitadas. Neste âmbito destaca-se que, para essa pesquisa, foram visitadas duas
bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Ressalta-se ainda que a utilização de sistema de classificação especializado e a facilidade de
acesso por parte do autor deste trabalho foram os critérios de escolha utilizados para selecionar
as bibliotecas a serem visitadas. Com relação às informações levantadas nessa etapa, destaca-se
que essas se relacionaram com a identificação de aspectos como o sistema de classificação, o
tamanho do acervo, o espaço físico, o tamanho da equipe e o horário de atendimento das
bibliotecas visitadas.
Na etapa 2 do estudo foi realizada a caracterização dos sistemas de classificação
utilizados nas bibliotecas visitadas. Para tanto, foram observados os motivos que levaram à
adoção dos sistemas de classificação observados e, também, os modos como são estruturados
tais sistemas. Além disto, foram observadas particularidades de uso que distinguem os sistemas
de classificação analisados.
A etapa 3, por sua vez, caracterizou-se pela análise dos sistemas de classificação
utilizados pelas bibliotecas visitadas. Destaca-se, neste âmbito, que, além das características em
comum observadas nos sistemas de classificação identificados, também foram observadas
diferenças existentes entre tais sistemas. Por fim, na seção de considerações finais deste
trabalho, foi destacado, no âmbito das unidades de informação, em quais casos a utilização de
sistemas de classificação especializados pode ser interessante.

�4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Esta seção divide-se em: (i) apresentação das bibliotecas visitadas; (ii) caracterização
dos sistemas de classificação utilizados nas bibliotecas visitadas e; (iii) análise dos sistemas de
classificação identificados.
4.1 Apresentação das Bibliotecas visitadas
As bibliotecas visitadas foram a Biblioteca Professora Ruth de Souza Schneider
(Biblioteca do Instituto de Física da UFRGS) e a Biblioteca da Faculdade de Medicina e do
Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A Tabela 1 apresenta as informações básicas de cada
biblioteca. Tais informações foram coletadas junto às Bibliotecárias-chefe de cada unidade e,
também, a partir das páginas na web das bibliotecas (BIBLIOTECA PROFESSORA..., 2021;
BIBLIOTECA DA FACULDADE..., 2019).
Tabela 1 - Identificação das Bibliotecas visitadas

2ª a 6ª – 8h às 20h

Biblioteca da Faculdade de
Medicina e do Hospital de
Clínicas de Porto Alegre
2ª a 6ª – 7h30min às 19h30min

12

18

770 m²
22637

900 m²
27637
Linguagem de classificação
disponibilizada pela National
Library of Medicine (NLM)

Biblioteca do Instituto de Física
Horário de atendimento
Tamanho da equipe (bibliotecários,
atendentes e bolsistas)
Espaço físico
Tamanho do acervo (itens)
Sistema de classificação utilizado

Physics and Astronomy
Classification Scheme (PACS)
Fonte: Elaborado pelo autor

A partir da análise da Tabela 1 pode-se identificar que as bibliotecas visitadas contam
com equipes que possuem tamanho médio, aproximadamente 15 colaboradores. Além disto,
pode-se observar que a Biblioteca do Instituto de Física e a Biblioteca da Faculdade de
Medicina possuem espaço físico de tamanho relativamente similar, visto que dispõem de cerca
de 800 m² cada uma. Quanto ao tamanho do acervo de cada unidade, pode-se identificar que a
Biblioteca da Faculdade de Medicina e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre possui um
acervo aproximadamente 15% maior ao da Biblioteca do Instituto de Física.

�Com relação aos sistemas de classificação de documentos, foi identificado que as
Bibliotecas visitadas utilizam sistemas de classificação especializados nas áreas em que atuam.
No caso da Biblioteca do Instituto de Física, o sistema utilizado é o Physics and Astronomy
Classification Scheme (PACS) e, no caso da Biblioteca da Faculdade de Medicina e do Hospital
de Clínicas de Porto Alegre, o sistema utilizado vincula-se à linguagem de classificação
disponibilizada pela National Library of Medicine (NLM).
4.2 Caracterização dos Sistemas de classificação utilizados nas Bibliotecas visitadas
As próximas seções apresentam os sistemas de classificação utilizados pelas bibliotecas
visitadas: o (i) Physics and Astronomy Classification Scheme e; a (ii) linguagem de
classificação disponibilizada pela National Library of Medicine.
4.2.1 Physics and Astronomy Classification Scheme
A Biblioteca Professora Ruth de Souza Schneider (Biblioteca do Instituto de Física da
UFRGS) utiliza o sistema de classificação Physics and Astronomy Classification Scheme
(PACS). A justificativa para o uso deste sistema é que a CDU não acompanhou o
desenvolvimento da área da Física. A partir disto, segundo a Bibliotecária-chefe da biblioteca
visitada, foram buscados outros sistemas de classificação e, após esta busca, o PACS foi
considerado o mais robusto para ser utilizado pela biblioteca.
O PACS é uma classificação especializada em Física e Astronomia, publicada desde
1975 pelo American Institute of Physics (AIP) com a colaboração de membros do International
Council on Scientific and Technical Information (ICSTI). Tal sistema é utilizado para a
indexação de artigos de periódicos na área da Física e da Astronomia pela AIP e por outros
editores internacionais de periódicos. É publicado bienalmente pelo consórcio AIP/ICSTI. A
edição corrente (PACS 2010) encontra-se disponível online em formato html e, também, em
formato pdf (AMERICAN PHYSICAL SOCIETY, 2021). Salienta-se, ainda, que a American
Physical Society está trabalhando em uma nova classificação, a Physics Subject Headings
(PhySH), a qual deve atualizar e substituir o PACS.
Quanto a sua organização, destaca-se que o PACS corresponde a um sistema
alfanumérico subdividido em níveis hierárquicos de assuntos, organizados do tema geral ao
tema específico. Além disto, destaca-se que tal sistema possui um suplemento para os assuntos
de Acústica e Geofísica, de Nanociência e Nanotecnologia e, também, um índice alfabético. A

�Tabela 2 apresenta um exemplo dos níveis hierárquicos abrangidos pelo PACS e, também,
notas que indicam características de cada nível.

Tabela 2 - Níveis hierárquicos que compõem o PACS
PACS (nível)

Hierarquia 3º nível

Hierarquia 4º nível
30. ATOMIC AND
MOLECULAR
PHYSICS

Hierarquia 5º nível
90. GEOPHYSICS,
ASTRONOMY, AND
ASTROPHYSICS

1

00. GENERAL

2

04. General relativity
and gravitation

32. Atomic properties
and interactions with
photons

91. Solid Earth
Physics

3

04.65.+e
Supergravity

32.10.-f Properties of
atoms

91.25.-r
Geomagnetism and
paleomagnetism;
geoelectricity

32.10.Hq Ionization
potentials, electron
affinities

91.25.F- Rock and
mineral magnetism

4

91.25.fd
Environmental
magnetism

5

Notas
Dez grandes classes
(00 até 90).
Acrescenta-se os
códigos de 1 a 9 ao
primeiro dígito do 1
nível.
O sinal de “-“ ou
“+” no quinto
caractere denota
presença ou
ausência,
respectivamente, do
4 nível.
O sinal de “-“ ou a
presença de letras
minúsculas no 6
caractere denota a
presença ou
ausência,
respectivamente, do
5 nível.
O quinto caractere é
o mesmo do 4
nível, mas grafado
em letra minúscula.

Fonte: Adaptado de Mesquita (2009)

A partir da análise da Tabela 2 pode-se observar que o PACS possui cinco níveis
hierárquicos organizado do tema geral ao tema específico. Além disto, pode-se observar
também que são utilizados caracteres alfabéticos e também sinais “+” e “-“ para indicar
especificidades de cada nível.
4.2.2 Linguagem de classificação disponibilizada pela National Library of Medicine
O sistema de classificação utilizado pela Biblioteca da Faculdade de Medicina e do
Hospital de Clínicas de Porto Alegre, por sua vez, caracteriza-se por utilizar a linguagem de
classificação disponibilizada pela National Library of Medicine (NLM). Tal linguagem,
desenvolvida a partir de um relatório de pesquisa publicado em 1944 pela Biblioteca Médica do
Exército dos Estados Unidos, caracteriza-se por recomendar um sistema de classificação misto
composto por letras e números. Esse sistema, semelhante ao sistema utilizado pela Library of

�Congress, foi oficialmente publicado pela primeira vez em 1951, em conjunto com a estrutura e
as práticas de classificação que deveriam ser adotadas.
Com relação à hierarquia adotada, a U. S. National Library of Medicine (2020) destaca
que a estrutura da classificação NLM é organizada em tabelas que abrangem a medicina e,
também, ciências afins. Tais tabelas utilizam as tabelas Q-QZ e W-WZ propostas pela Library
of Congress. Neste âmbito, ressalta-se que essas tabelas se caracterizam por destacar os
cabeçalhos de assunto de forma breve (por exemplo: enquanto a microbiologia e a imunologia
são representadas pelas letras QW, o sistema cardiovascular é representado pelas letras WG). A
partir disto, a U. S. National Library of Medicine (2020) destaca que as posições nas tabelas
foram organizadas de modo a incluir todo o sistema fisiológico e, também, as especialidades
ligadas a eles, como regiões do corpo direta e indiretamente envolvidas. As notações das tabelas
específicas e de algumas de suas seções, por sua vez, são compostas também por números de
formulário que representam o tipo de material que está sendo classificado. Tais números,
organizados do número 1 ao número 39, são utilizados como dispositivos passíveis de serem
utilizados em todo o sistema de classificação.
Quanto aos termos inseridos na classificação da NLM, a U. S. National Library of
Medicine (2020) destaca que esses estão aderentes com o arranjo dos descritores do tesauro
Medical Subject Headings (MeSH), utilizado para indexação e catalogação na área médica. Por
fim, com relação à disponibilização da linguagem de classificação, a U. S. National Library of
Medicine (2020) destaca que, desde 2002, a classificação tem sido publicada de forma
eletrônica e, também, atualizada de forma anual. Além disto, a NLM ressalta também que o
ambiente online oferece vantagens aos usuários, como a disponibilização de hiperlinks entre os
números de classe nos índices e as tabelas existentes na classificação NLM.
4.3 Análise dos sistemas de classificação identificados
A partir da caracterização dos sistemas especializados de classificação adotados pelas
bibliotecas visitadas, pode-se identificar que os sistemas de classificação possuem
características em comum. Entre as características identificadas, pode-se observar que os dois
sistemas utilizam um sistema de classificação que adota caracteres alfanuméricos para
representar os assuntos. Neste âmbito, destaca-se também que ambos os sistemas são
subdivididos em níveis hierárquicos de assunto, organizados do nível geral ao nível específico
da área do conhecimento que representam. Além disto, pode-se identificar também que os
sistemas utilizados pelas bibliotecas visitadas estão disponíveis de forma online e gratuita na

�web. Tal aspecto denota que tais sistemas podem ser considerados sistemas acessíveis, visto que
podem ser utilizados por qualquer biblioteca que deseje adotá-los.
Com relação às diferenças existentes entre os sistemas especializados de classificação
apresentados, pode-se observar que essas diferenças se vinculam, particularmente, com a
notação adotada por cada sistema. Neste âmbito, destaca-se que, enquanto o PACS utiliza uma
notação similar à notação adotada pela CDU, em que, quando apropriado, os caracteres
alfabéticos sucedem os caracteres numéricos, a linguagem disponibilizada pela classificação
NLM aloca os caracteres alfabéticos de forma precedente aos caracteres numéricos. Tal
característica, no entanto, não impacta na organização dos documentos nas estantes, visto que os
documentos, nos dois sistemas, são organizados de forma a alocar o sistema alfanumérico de
forma crescente.
Além do aspecto relacionado à notação utilizada pelos sistemas de classificação
observados, destaca-se que outra diferença se relaciona com a atualização de cada um desses
sistemas. Neste aspecto, destaca-se que, enquanto o PACS deixou de ser atualizado no ano de
2010, a linguagem de classificação disponibilizada pela NLM continua a ser atualizada
anualmente. Como consequência, pode-se inferir que tal característica pode impactar na
utilização do PACS como sistema de classificação em bibliotecas. Isso se justifica, pois a falta
de atualização pode tornar o PACS um sistema obsoleto para a área de Física e Astronomia,
uma vez que pesquisas nessa área podem resultar em novos descritores e esses não poderão
mais ser adicionados a esse sistema de classificação.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente estudo buscou identificar sistemas de classificação especializados utilizados
por diferentes bibliotecas da cidade de Porto Alegre/RS e, também, analisar as similaridades e
as diferenças existentes entre esses sistemas de classificação. Para tanto, foi elaborado um
procedimento metodológico dividido em três fases para que pudessem ser atingidos os objetivos
propostos. A primeira fase relacionou-se com a apresentação das bibliotecas visitadas; a
segunda com a caracterização dos sistemas de classificação utilizados nas bibliotecas visitadas
e; a terceira com a análise dos sistemas de classificação identificados.
Com relação aos sistemas de classificação utilizados pelas bibliotecas visitadas, o
Physics and Astronomy Classification Scheme (PACS) e a linguagem de classificação
disponibilizada pela National Library of Medicine (NLM), foi destacado que eles possuem
similaridades e diferenças. As similaridades relacionaram-se com o fato de ambos os sistemas

�utilizarem notação alfanumérica e, também, com o fato de ambos os sistemas serem gratuitos e
estarem disponíveis online. As diferenças, por sua vez, relacionaram-se com o ordenamento das
notações e, também, com a atualização dos sistemas, que não vai mais ocorrer no caso do
PACS, e tende a continuar ocorrendo anualmente no caso da classificação NLM.
Quanto à utilização dos sistemas de classificação especializados pelas bibliotecas
visitadas, destaca-se que as visitas e os relatos coletados evidenciaram que a utilização de
sistemas de classificação especializados, e adequados aos interesses de cada unidade de
informação, pode ser interessante para que seja coberta uma gama maior de assuntos. Concluise, assim, que a utilização de sistemas de classificação especializados pode contribuir para
organização de acervos e, também, para a posterior recuperação das obras contidas nesses
acervos.
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2. Edição-Padrão Internacional em Língua Portuguesa. Tradução de Odilon Pereira da Silva.
Brasília: IBICT, 2007.
U. S. LIBRARY OF MEDICINE. About the NLM classification. Online. [s. n.]: Maryland,
2020. Disponível em: &lt;https://www.nlm.nih.gov/class/nlmclassintro.html&gt;. Acesso em: 25
jan. 2021.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Apresenta um estudo que objetiva comparar sistemas de classificação especializados utilizados por bibliotecas universitárias da cidade de Porto Alegre/RS. Destaca aspectos que caracterizam sistemas de classificação genéricos e sistemas de classificação especializados. Três fases compõem os procedimentos metodológicos e norteiam o desenvolvimento do trabalho: a primeira apresenta as bibliotecas visitadas, a segunda caracteriza os sistemas de classificação utilizados em cada biblioteca e, a terceira analisa as similaridades e as diferenças existentes entre os sistemas de classificação identificados. Observa que as bibliotecas visitadas adotam sistemas que utilizam notação alfanumérica, são gratuitos e estão disponíveis online. Ressalta que a utilização de sistemas de classificação especializados, e adequados aos interesses de cada unidade de informação, pode ser interessante para que seja coberta uma gama maior de assuntos pelas bibliotecas. Conclui que a utilização de sistemas de classificação especializados pode contribuir para organização de acervos e, também, para a posterior recuperação das obras contidas nesses acervos.</text>
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