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                  <text>Eixo Práticas
BIBLIOTECA E DIVERSIDADE: INICIATIVAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA
BIBLIOTECA CAJUÍ – CIDADE DE GOIÁS
LIBRARY AND DIVERSITY: HERITAGE EDUCATION INITIATIVES AT THE CAJUÍ LIBRARY GOIÁS CITY
Audrival Pereira Côrtes Filho1
Jaqueline Moraes Fernandes2

Resumo: A pluralidade cultural brasileira se reflete nas formas de expressão que constituem o patrimônio vivo da
sociedade, conhecido como patrimônio imaterial, que revelam muitos aspectos que assumem a forma da cultura
viva e presente de uma determinada sociedade. E a biblioteca, enquanto espaço não-formal de educação, mostrase imprescindível na disseminação e democratização do conhecimento, bem como na gestão dos saberes. Deste
modo, este relato apresenta as vivências realizadas na Biblioteca Seccional Campus Goiás – Cajuí da
Universidade Federal de Goiás, na cidade de Goiás-GO, desenvolvida durante a Semana do Livro e da Biblioteca
do ano de 2019. Afirma a importância de a biblioteca tornar-se parceira dos detentores do saber tradicionais da
comunidade em que estão inseridas, independentemente de seu público-alvo. Baseado nisso, faz-se necessário
apoiar a valorização das referências culturais da comunidade, proporcionando o ensino/aprendizado, através de
seus detentores, por meio de práticas educativas.
Palavras-chave: Bibliotecas. Patrimônio cultural. Educação Patrimonial.
Abstract: The Brazilian cultural plurality is reflected in the forms of expression that constitute the living heritage
of society, known as intangible heritage, which reveal many aspects that take the form of the living and present
culture of a given society. And the library, as a non-formal educational space, is essential in the dissemination and
democratization of knowledge, as well as in the management of knowledge. Thus, this report presents the
experiences carried out in the Library Sectional Campus Goiás - Cajuí of the Federal University of Goiás, in the
city of Goiás-GO, developed during the Book and Library Week of 2019. It affirms the importance of the library
becoming a partner of the traditional knowledge holders of the community in which they are inserted, regardless
of their target audience. Based on this, it is necessary to support the appreciation of the cultural references of the
community, providing teaching/learning, through its holders, by means of educational practices.
Keywords: Libraries. Cultural heritage. Heritage Education.

1 INTRODUÇÃO

1

Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Bibliotecário-Documentalista da Universidade Federal
de Goiás, Câmpus Goiás (UFG/CG). audrival_cortes@ufg.br.
2
Mestranda pelo Programa de Mestrado Profissional em Estudos Culturais, Memória e Patrimônio pela Universidade
Estadual de Goiás (PROMEP/UEG). Bibliotecária-Documentalista da Universidade Federal de Goiás, Câmpus Goiás
(UFG/CG). jmoraes@ufg.br.

�Diversas são as manifestações artísticas e culturais presentes na sociedade, em que podemos
observar traços do patrimônio imaterial, as quais remetem a práticas e aprendizagens passadas,
muitas vezes, entre gerações. Baseado nisso, faz-se necessário apoiar a valorização destas ações
enquanto bem cultural, proporcionando o ensino/aprendizado, através de seus detentores, por meio
de práticas educativas e o compartilhamento de saberes.
O objetivo deste relato é mostrar que os saberes e tradições populares podem ser ministrados
e compartilhados no ambiente da biblioteca universitária, em parceria com alguns detentores desses
saberes tradicionais. Com isso, podemos inferir que a educação patrimonial pode sim habitar
espaços que outrora não eram inseridos. As atividades aqui descritas, foram realizadas tendo como
lócus a Biblioteca Seccional Campus Goiás – Cajuí, que pertence ao Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Goiás (Sibi/UFG). Localizada na cidade de Goiás-GO, a biblioteca possui
caráter universitário e comunitário, atuando conjuntamente com a comunidade acadêmica bem
como a população da cidade em suas atividades.
Utilizando-se do caráter interativo e imersivo, a ação proposta foi realizada por meio de
oficinas, tendo como público participativo os alunos da UFG e a comunidade externa. O intuito foi
de aproximar a comunidade, interna e externa, das práticas de algumas referências culturais de
grupos da cidade, focando não apenas no objeto final proposto, mas nas habilidades que são
intrínsecas em patrimônios culturais imateriais: as vivências e experiências a serem compartilhadas
entre os detentores do saber e os participantes. As memórias e troca de saberes serão primordiais
neste trabalho de educação patrimonial, pautando na construção da memória e identidade cultural
destes detentores, no ambiente da biblioteca.

2 MÉTODO

O Brasil possui grande diversidade cultural, formando o patrimônio vivo da sociedade. O
patrimônio imaterial se baseia nessa pluralidade e é representado pelas manifestações artísticas e
culturais, como artesanato, uso de plantas como alimentos e remédios, culinária, danças e músicas,
os modos de falar, vestimentas, os rituais, as festas religiosas e populares, as relações sociais e
familiares, além dos modos de subsistência, que são repassados entre gerações (HORTA;
GRUNBERG; MONTEIRO, 1999).

�Quando estes elementos possuem grande importância a um grupo, torna-se um bem cultural,
e é por meio deste bem que o grupo se vê e quer ser reconhecido pelos outros (INSTITUTO...,
2016). Uma ação educativa envolve ações de construção e compartilhamento de conhecimentos,
investigações para se conhecer algo e entender a fim de transformar a realidade de um conjunto de
pessoas.
Quando estas ações são feitas considerando um patrimônio cultural, trata-se de Educação
Patrimonial, que não se baseia apenas em conscientizar, divulgar, transmitir ou reproduzir certo
conhecimento ou informação acerca de um patrimônio cultural. Consiste em envolver a comunidade
e possibilitar a construção de uma nova relação destas com seu patrimônio, fortalecendo os vínculos
e incentivando a participação social em sua proteção e promoção. Ela permite a mediação entre a
comunidade e o bem patrimonial, através de processos educativos formais e não-formais, criando
canais de interlocução com a sociedade, acolhendo e integrando as singularidades, identidades e
diversidades locais (FLORÊNCIO et al., 2014).
A ação proposta com o tema “Biblioteca e Diversidade”, aconteceu na Semana do Livro e da
Biblioteca, realizada em outubro de 2019. Tal evento possibilitou que fossem apresentadas a
comunidade, interna e externa da UFG, diversas manifestações e expressões culturais presentes na
cidade de Goiás. Foram convidados para ministrarem oficinas com suas respectivas temáticas no
evento: Ssá Artes – pseudônimo do artista Samuel de Sá - apresentando e confeccionando máscaras
africanas em argila; Oficina de Libras, com a especialista Solange Ribeiro – servidora técnicaadministrativa do Campus Goiás; Evexia: oficina do bem-estar com Damaris Morais – psicóloga e
servidora técnica-administrativa do Campus Goiás; Associação Mulheres Coralinas, com prática de
bordados em folhas secas – na pessoa da professora Dr.ª Ebe Maria de Lima Siqueira, professora de
literatura da UEG, Campus Cora Coralina; e a Prof.ª Dr.ª Maria Meire Carvalho, da Universidade
Federal de Goiás – Campus Goiás, e Adelbiane Conceição – mestranda pelo PROMEP/UEG,
Campus Cora Coralina, conversando sobre religião de matriz africana e junto, uma oficina de Ojás
(turbantes).
Importante enfatizar que estes conduziram toda a oficina, tendo total liberdade na
formulação, implementação e execução das atividades propostas, pois conforme Florêncio et al.
(2014, p. 20), na educação patrimonial “o que se almeja é a construção coletiva do conhecimento,

�[...] e não uma educação somente reprodutora de informações, como via de mão única e que
identifique os educandos como consumidores de informações”.
Com base nisso, foram traçadas as metodologias iniciais para a execução das oficinas, em
conjunto com os detentores do saber, pautando-se no objetivo de apresentar e aproximar a
comunidade das práticas que cada um iria apresentar. Na execução das ações, os oficineiros optaram
por uma roda de conversa com o público participante, com o intuito de mostrar e sensibilizar sobre
a temática proposta. Nesse momento os detentores dos saberes apresentaram e apontaram a
importância do conhecimento popular na comunidade, por meio de relatos, vídeos e fotos de sua
atuação.
Após a construção desta interação e reflexão acerca do patrimônio referido, realizou-se,
enfim, a roda de socialização e aprendizagem, em que os detentores ensinaram as práticas
propostas, permitindo a interação direta, contribuindo com a construção e troca de conhecimento e
experiências.

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES

A sugestão das oficinas propondo variadas temáticas, ofereceu a garantia da apreensão de
conteúdos culturais a partir dos valores da própria comunidade. A socialização foi positiva, a ponto
de os detentores do saber manifestarem interesse em formalizar projetos em parceria com a
biblioteca, para que a transmissão dos saberes e fazeres fossem realizados de forma fixa. Ou seja,
possibilitando o compartilhamento desses conhecimentos com mais pessoas.
As interações propostas permitiram a compreensão dos conceitos de memória e identidade,
desde o momento em que a transmissão destes conhecimentos perpassa no que foi vivido pelos
detentores do saber, possibilitando que os receptores se identifiquem e julguem valor a estas
memórias coletivas.
Neste sentido, corrobora Scifoni (2015) de que a Educação Patrimonial compreende o
patrimônio a partir das histórias e significados atribuídos pela comunidade, e não na perspectiva de
ensinar ou levar conhecimento. Deve-se reconhecer a existência de um saber local, considerando o
olhar e vivência desses, visando a participação social no processo de identificação e proteção do
patrimônio.

�A experiência possibilitou que os detentores do saber tradicional em questão, mostrassem
suas vozes, e estendessem à comunidade esta oportunidade. Permitindo assim, que as identidades de
luta sigam relembradas durante as gerações e que haja também o resgate destas tradições, através
das novas gerações.

4 CONCLUSÕES

Ao propor as oficinas, buscou-se a valorização dos saberes tradicionais enquanto patrimônio
cultural e imaterial. Pretendeu-se assim, possibilitar a construção e o compartilhamento do
conhecimento. Buscando com isso, investigar, entender e transformar a realidade dos envolvidos e a
preservação desta herança cultural, tendo os detentores dos saberes como elaboradores e
realizadores da ação.
Enquanto espaço não-formal de educação, a biblioteca mostra-se imprescindível na
disseminação e democratização do conhecimento, bem como na gestão dos saberes. Deste modo,
deve-se tornar uma parceira dos projetos sobre patrimônio cultural na comunidade em que está
inserida, independentemente de seu público-alvo.
O bibliotecário, enquanto gestor da informação, deve buscar a ampliação dos espaços de
diálogo sobre patrimônio e educação patrimonial na biblioteca em que atua, identificando e
promovendo ações que vislumbrem as expressões culturais e contribuindo com a compreensão das
realidades locais pela comunidade.
REFERÊNCIAS
FLORÊNCIO, Sônia Regina Rampim et al. Educação patrimonial: histórico, conceitos e
processos. 2.ed. Brasília: Iphan/DAF/Cogedip/Ceduc, 2014.
HORTA, Maria de Lourdes P.; GRUMBERG, Evelina; MONTEIRO, Adriane Q. Guia básico da
educação patrimonial. Brasília: Iphan/Museu Imperial, 1999.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Educação
patrimonial: inventários participativos - manual de aplicação. Brasília: IPHAN, 2016.
SCIFONI, Simone. Para repensar a Educação Patrimonial. In: PINHEIRO, Adson Rodrigo S. (org.).
Cadernos do patrimônio cultural: educação patrimonial, v. 1. Fortaleza: Secultfor: Iphan, 2015. p.
195-206.

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