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�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
SÃO PAULO - 8 A 15 DE JANEIRO DE 1967
PATROCINADO PELO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

TEMA'II - PROCESSOS TÉCNICOS

TERMQS COORDENADOS
POR
SILVIA AUGUSTA MARQUES

IT^ed CDD
CDU

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�1
TERMOS COORDENADOS

SILVIA AUGUSTA MARQUES

1

Introdução

2

Conceituaçao

3
3.1

Estrutura
\
índice

3.2

Fichas

4

Metodologia

5

Equipamentos

6

Documentação administrativa

7

Aplicações

8

Conclusões

1 - INTRODUÇÃO

As técnicas documentais, ~a cujo impulso modificações radicais se
vêm operando no campo do controle da informação, sao tema de interêsse fundamental para o conhecimento teórico e prático da documentação.
Quando nos dispusemos a encarar os casos concretos da documentação entre nós, fomos forçados a concluir que as técnicas constituiam iim problem.a
que desafiava os documentalistas, exigindo soluções lógicas e exequíveis que cor
rigissem e superassem reconhecidas deficiências.
0 sistema Têrmos Coordenados (tc) representa o esforço de uma ex
periência de 2 anos, desenvolvida sistemàticamente, visando

ao

aperfeiçoamento

dos métodos e instrumentos de trabalho da documentação, com o objetivo de propor
cionar-lhe rendimento satisfatório. Se dentre os processos técnicos em voga aparece com características originais, devemo-las, não tanto a seus elementos integrantes, mas à maneira pela qual são êles utilizados, alterando posições conside
radas definitivas. Evidentemente, não era possível permanecer a documentação enclausurada na rotina de técnicas tradicionais, inadaptâveis às situações

atuais

de demanda e produção ininterrupta de referências sobre os mais variados conheci^
mentos. Havia que promover o seu desenvolvimento, colocando-a à altura de competir com as novas tecnologias implantadas pelo avanço das ciências.

Atualizá-la,

numa palavra.
A elaboração de TC resultou de uma imposição de ordem prática

e

sua motivação foram as necessidades com que se defrontou a Documentação Pesqueira do Grupo Coordenador do Desenvolvimento da Pesca
do Desenvolvimento do Nordeste

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(GCDP) da

Superintendência

(SUDENE), reclamando soluções racionais e técni-

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cas para seus problemas de controle da informação.

Cumpre ressaltar, porém, que

a experiência relatada nao revela um interêsse estritamente pessoal, nem,tao pou
CO, limitado ao assunto Pesca e âs necessidades do GCDP. Ao contrário, ê um mod£
lo de uma solução para aquêles que nao ignoram a realidade da

docum.entaçao, is-

to é, a alienaçao resultante da impropriedade de sistemas e métodos que, se
ram utilizados com certa felicidade em outros meios, se têm mostrado
em relaçao ao meio brasileiro e se vao tornando também

fo-

ineficazes

avelhantados, mesmo

nas

terras onde floresceram. Destina-se a sistematizar indiscriminadamente, e efica_z
mente, qualquer tipo de informação, seja ela técnica, científica ou administrat^
va.
TC pela sua estrutura e metodologia se apresenta como uma técnica que, em face da realidade dinâmica da documentação, possibilita

a

obtenção,

ordenaçao e acessibilidade dos documentos, com o fim de manter atuante e até ace
lerar o processo da informação, de modo que o seu ciclo - reunião, controle e d^
fusão - nao se converta num círculo vicioso, cujo gargalo ou ponto de estrangula
mento seria precisamente a ordenaçao dos dociimentos. Nao se faz documentação com
uma visão acadêmica e literária da realidade, esquecendo o seu campo movente, is_
to é, seu dinamismo.
TC nao rompe estêrilmente com técnicas clássicas, supera-as, for
necendo instrumentos que provocam uma transformaçao de estruturas que

atinge

a

documentação no seu todo, como ciência e técnica, dando especial relêvo a sua o_r
ganizaçao administrativa, ou seja, à montagem e processamento do sistema de controle da informação.
0 aspecto dinâmico da documentação presidiu â elaboração
para que sua técnica nao se envolvesse em um complexo de problemas e

de

TC

distorções

que se acumulariam ao correr dos anos, prejudicando-lhe a prática ou comprometen
do-lhe a utilização.
Eis, em linhas muito gerais, quais os problemas da
entre nés, bem como as indicações básicas para suas soluções.

documentação

Não sendo

estas

apreciadas ou adotadas, de qualquer forma persistirão os mesmos problemas a desa
fiar o interêsse dos documentalistas. Resolvê-los, afinal, é a tarefa que se impõe à sua compreensão e capacidade profissional. Debalde, porém, seria a presunção de reforma sem adequaçao dos instrumentos de atendimento e de apoio. A solução despontará da conjugação de esforços, da continuidade de interêsse,
cepção lúcida e poder criador dos que trazem sobre os ombros a

da per-

responsabilidade

de administrar.
&gt;
2 - CONCEITUAÇÃO

Pela simplicidade do seu aparato material, não seria

apropriado

qualificar o sistema TC de mecânico, sendo preferível situá-lo entre os sistemas
manuais de registro e armazenagem da informação, que êle localiza para posterior
mente selecioná-la e recuperá-la por meio de superposição de

fichas, o

chamado

método visual de seleção.

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Ê co-autor do sistema J.M. Brandão que, na qualidade de chefe da
Secção de Documentação do GCDP, achou oportuno implantá-lo a partir de abril

de

1966.
0 sistema se caracteriza: teòricamente pelo conceito dinâaico da
indexação; prâticamente, pela flexibilidade que o torna passível

de

adaptar-se

às peculiaridades da organizaçao a que vai servir. Para tanto,faz-se necessário,
tão-sômente, um estudo acurado para averiguar em que sentido conviria utiliza-lo
e qual a melhor maneira de explorar sua capacidade de ajustar-se a qualquer

es-

trutura funcional.
Essa flexibilidade se manifesta em 3 planos:
a) - administrastivo - com referência â organizaçao das rotinas de serviço;
b) - técnico - embora nas circunstâncias atuais opere manualmente, com um mínimo
de equipamento e'pressupondo um mínimo de conhecimentos técnicos
ção e inserção de fichas nos catálogos e arquivamento das

(perfura-

publicações

não

oferecem dificuldade alguma), suas fichas perfuradas podem ser substituidas
pelas memórias dos computadores eletrônicos, sem qualquer modificação substancial do sistema;
c) - científico - na organização do índice, a sistemática têcnico-científica pode ser ou nao observada, segundo a conveniência do indexador, sem perda

do

valor científico ou técnico da informação.
0 sistema foi divulgado por meio de 2 publicações: "Têrmos Coordenados: Nôvo Sistema de Documentação" (l) e

"Novo Sistema de Documentação para

a Pesca" publicado no Boletim de Estudos de Pesca da SUDENE (2). Este áltimo estudo foi também editado pelo GCDP em português, inglês e francês (separata). Esses trabalhos têm sido largamente divulgados, com ampla repercussão no Brasil

e

no exterior.
A tradução de TC consagrou as expressões "Tabulated

Terms" para

o seu uso em inglês e "Termes Coordonnés" em francês.

3 - ESTRUTURA

TC tem por elementos básicos

índices e fichas perfuradas, expe-

dientes conhecidos e já utilizados em outros processos mecânicos

de

documenta-

ção (Selecto, Peack-a-boo, etc.), aos quais deu tratamento inét^^to.
3.1 - Indexação por desdobramento. Na teoria, é uma conceituaçao
dinâmica da indexação, em oposição â conceituação estática, tal como vem

sendo

estudada e praticada tradicionalmente pela documentação. índices móveis, como as
próprias idéias que as palavras expressam, agrupando-se, ou partindo-se, ao

sa-

bor das injunções, para formar novos núcleos de idéias, novos índices, com autonomia própria, e impulsionados, também êles, pela dinâmica do sistema. Esses ín(1) - MARQUES, S.A ■&amp; BRANDÃO, J.M, - Têrmos Coordenados: N^vo Sistema de Documentação (redaçao preliminar). Recife, SUDENE, 1965. (Documentos de Pe_s
ca, ns 2) .
(2) - MARQUES, S.A &amp; BRANDÃO, J.M. - NoVo Sistema de Documentação para a Pesca.
B. Est. Pesca 5(2) : 43-50, mar./abr. 1965.

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�d.lces podem ser comparados a compartimentos ea|tanques, elngidos por uma íarto as.
trutura externa, dentro da qual podem fragmentar-se em novos compantimentos, man
cida, entretanto, a unidade do conjunto. Essa estrutura, na indexação, é a or-dem
alfabética,
ioj)
Na prática, indexaçao por desdopramento
&amp; o levantamento
índice que nao se restringe a relacionar em ord(^ alfabética palavras e

de

um

expres-

soes que jdentificam os assuntos dos documento^. Relaciona-os, desdobrando-se: o
i
Índice multiplica-se em tantos outros índices mp^orcs quantos os aspectos subordinados ao assunto a documentar. E um índice glptal’ fragmentado em iniimeras sec...ces denominadas Índices Secundários (iS) , mas, !;iem individualidade

própria, ou

;cja, possuindo sua própria ordem alfabética,
0 ponto de partida é a detetmina^ao do assunto a

documentar, de

acôrdo com os objetivos e necessidades da omganizàçao em que o sistema será

im-

plantado. Frxado o assunto, processa-se o lev^ntanjc^nto das idéias gerais ligadas
a esse núcleo, as quais constituirão os IS, e! dentro de cada IS as idéias especí_
ficas que lhes correspondem. Idéias gerais e ildéia^^/ específicas reduzidas a pal^
ras ou expressões - os termos - que descreveiti e caracterizam o conteúdo dos documentos.

Nesse trabalho, nao prescinde o documentalista, ainda que versado nos

tratados e na liteiatura-corrente sobre a mataria,do assessoramento de um espec^
t
alista, para seleção de têrmos que se enquadrem na terminologia técnico-cientifica e satisfaçam as exigências documentais.)
A maneira mais fácil de fazer,um índice é considerar a estrutura
~ ■
lí
.
~
da instituição na qual o sistema ,será empregajdo, pois qualquer orgamzaçao que
envolve a aplicação de ciências e técnicas djjversas, tem seus departamentos, dj.visões e secções dispostos em organograma de 'conformidade com os objetivos

des-

sas ciências ou técnicas. A documentação movi^enta-se em função desses objetivos
.

sóbre êles levanta a série de idéias gerais)- IS - e têrmos

específicos

vistas a atingir os fins e a atender a necessidades ocorrentes.

com

Assim, o índice

Geral (1G) para a docvimentação do GCDP focalitou a pesca Sob um tríplice aspecto,
0 que corresponde ao organograma geral do GCDIf: Divisão de Indústria, com as sec
ções de Economia, Engenharia Pesqueira, Coope'j:^tivismo, Administração Pesqueira;
Divisão de Recursos Pesqueiros, com as secções de Biologia, Tecnologia da Pesca
I
. iecnologia do Pescado; e a secçao de Documeritaçao, chamada interdivisional.
0 termo fixa noções gerais, qúe se definem eni fú.nçao da idéia es
!
i
■
”
pecifica do IS a que êle está vinculado. Por conseguinte, um mesmo têrmo pode
!,
aparecer em 2, 3 e mais IS; em cada um dêles, porém, assume poncei.to particular,
dependente dessa idéia geral.

EX: Lagosta cofto termo, figura nos-LS.^Crustáceos,

Métodos e Aparelhos de Pesca, Tecnologia do Pescado, Administração Pesqueira~,Ejco^
.mia Pesqueira, etc. Em cada um dêles, todaviia, seu significado ê diverso. Este
levantamento preliminar dos IS e seus respectivos têrmos constitui o IG da documentação a ser inventariada. Nêle os assuntoa estão individualizados por
que fornecém tôdas as informações que com os''mesmos se relacionam.

têrmos

E o veículo

de comunicação entre o indexador e o usuário da informaçao.
Os têrmos específicos são dp 2 espécies: absolutos - aqueles que

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por si sô expressam uma idéia geral,

ex: lagosta do IS Crustáceos; e têrmos

apoio ou auxiliares, aqueles que se tornam significativos quando

de

juxtapostos

a

outros na formulação de idéias complexas, Sao temos auxiliares: migrações, ma tu
ridade (também do IS Crustáceos) e todos aquêles designativos de lugar, tempo
foma de documentos, como bibliografias, relatórios,

estatísticas, etc.

que em virtude da flexibilidade do sistema, essa classificaçao dos

e

Claro

têmos

está

sujeita às idéias específicas dos IS, de tal modo que um têmo auxiliar num

de-

teminado IS, poderá ser têmo absoluto noutro IS e vice-versa.
A eleboração de um índice poderá ser visualizada

pela

seguinte

representação gráfica:

Graças à sua natureza de índice desdobrável, a saber, um

índice

com características dinâmicas, que não se reduz, apenas, a ser vários índices a£
rolados dentro de um índice geral, mas, em qualquer momentp, susceptível de
um de seus têrmos desdobrado

ser

em novos índices, se assim o exigirem a conveniên-

cia do documentalista, o volume crescente de documentos individualizados por

um

têmo ou a própria matéria, os índices recém-desmembrados intercalam-se na ordem
alfabética geral e êles mesmos estabelecem a sua alfabetaçao,

A localizaçao dos

têmos nos IS é indicada por meio de rcmissivas.
A qualificaçao de "Coordenados" advém da possibilidade de se com
binarem os têmos de um mesmo IS na articulação de idéias complexas. Essa combinação liga-se estreitamente à natureza dos têmos, segundo o esquema já menciona
do: têmos absolutos ou auxiliares.
Cada IS é distinguido por 3 letras maiúsculas tiradas de sua pró
pria designação. Essas maiúsculas antecedem a numeraçao progressiva dos documentos que a êle pertencem, localizando-os no IG e nas estantes. Assim, o IG por si
mesmo, reune, ordena, seleciona e recupera os documentos, além de agiaipá-los nos
arquivos por assunto específico.
Tomemos para exemplificaçao do exposto o índice levantado para a
documentação do GCDP (3),cujo assunto foi PESCA, como foi referido, e do qual se
desmembraram até o presente 25 IS, ou seja, 25 idéias gerais selecionadas de modo relativamente arbitrário, porquanto, de acordo com os objetivos daquele

Gru-

po, também já citados, a PESCA é analisada sob 3 pontos de vista: científico,té£
(3) - BRANDÃO, J.M. - índice para a Documentação de Pesca da SUDENE; levantaimento preliminar dos têmos. Recife, SUDENE, 1965. (Documentos de Pesca, 3).
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frigoríficos

bioquímica

higiene e sanidade

conteildo estomacal

inseticidas

circulação

leis

digestão

normalizaçao

■fecundidade

orçamento s

fertilização

portarias

locomoção

pragas

luminescência

projetos

maturidade

publicidade

nutrição

recursos pesqueiros

respiração

regulamentos

sistema nervoso

rios

Genética

seguros

Embriologia

SUDENE

Evolução
alometria

SUDEPE
Adubos

desova

ver em Produtos Pesqueiros Sec,

dinâmica de populaçeo
história adulto

Aeraçao

história larval
natalidade
C

Patologia
doenças
mortalidade

Créditos

parasitos

ver em Administração Pesqueira
ver em Barcos

pragas
Ecologia

ver em Cooperativismo Pesqueiro

abundância

ver em Métodos e Apa. de Pesca

aclimatação

CRUSTÁCEOS

captura

Bibliografias

distribuição geográfica

Taxonomia

hábitos

família

marcaçao

nome científico

migrações

nome comum

mutações
ver também ADMINISTPJIÇÃC PESO.

Morfologia
amostragem

CULINÁRIA

citologia

ECONOMIA PESQUEIRA

esqueleto

MET.E AP .DE PESCA

histologla

PISCICULTURA

pigmentação

PROD. PESQ. SEC ,

Fisiologia

TEC. DO PESCADO

e-servações:
a) - ADMINISTRAÇÃO PESQUEIRA e CRUSTÁCEOS são IS.

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nico e econômico. Vejamos quais sao esses IS, como se sucedem na ordem alfabética e que letras maiusculas os precedem:

*

ADP - Administração Pesqueira

MAM - Mamíferos

ANF - Anfíbios

MAP - Métodos e Aparelhos de Pesca

BAR - Barcos

MOL - Moluscos

CRU - Crustáceos

NAV - Navegaçao Pesqueira

COP - Cooperativismo Pesqueiro

OCE - Oceanografia

CUL - Culinária

PAD - Peixes de Agua Doce

DOP - Documentação Pesqueira

PEM - Peixes Marinhos

ECP - Economia Pesqueira

PLM - Plantas Marinhas

EDP - Educação Pesqueira

PIS - Piscicultura

EGP - Engenharia Pesqueira

PPS - Produtos

EQI - Equinodermos

Pesqueiros

Secundá-

rios

HID - Hidrografia

REP - Répteis

INP - Investigação Pesqueira

TEP - Tecnologia do Pescado

E para melhor compreensão do IG, vejamos 2 partes dêsse mesmo ín
dice, as quais evidenciam o papel dos IS ^ : das remissivas e a disposição dos tê_r
mos. No IG, tal como se apresenta, nao foram incluidos termos auxiliares de
gar e tempo.

Eles surgirão â medida que os doc\nnentos os consignem e se

lu-

tornem

material de interesse para a informação.

A

Abastecimento

ver em Répteis

ver em Economia Pesqueira
Abundância

ver em Economia Pesqueira

ver em Anfíbios

var em Engenharia Pesqueira

ver em Crustáceos

ver em Piscicultura

ver em Mamíferos

Administração

ver em Moluscos

ver em Cooperativismo Pesqueiro

ver em Peixes de Agua Doce

ver em Documentação Pesqueira

ver em Peixes Marinhos

ver em Investigações Pesqueiras

ver em Répteis

ver em Piscicultura

Ácidos

ver também ADMINISTRAÇÃO PESQ.

ver em Produtos Pesqueiros Sec.
ver em Tecnologia do Pescado
Aclimatação

ADMINISTRAÇÃO PESQUEIRA
bibliografias
créditos

ver em Anfíbios

decretos

ver em Crustáceos

direitos

ver em Mamíferos

direito internacional

ver em Moluscos

empresas

ver em Peixes de Agua Doce

2

Açudes

PENESA

ver em Peixes Marinhos

exploração

ver em Piscicultura

explosivos

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b) - Nos IS que versam sobre estudos biológicos (Crustáceos, Peixes, etc.) a ordem dos têrmos obedece mais ou menos à classifiCaçao científica, afim de fa
cilitar o trabalho do indexador, que deve registrar hieràrquicamente os assuntos. Ex: todo documento que trata de aclimataçao deve ser registrado tam
bém em ecologia. No catálogo das fichas perfuradas, entretanto, a ordem dos
têrmos ê sempre alfabética.
3.2 - Fichas. No sistema TC a ficha perfurada funciona como a me_
mória do sistema; ela guarda a informação que o índice registra,possibilitando a
pronta e rápida seleção e acessibilidade dos documentos. Dois tipos

de

fichas

foram levantados, ambas idênticas na sua estrutura, mas diversas quanto à capac^
dade de armazenagem: a ficha para a documentação técnico-científica, com capacidade para 18.000 dociimentos, e a ficha para a
capacidade para 2.800.

documentação

administrativa, com

Evidentèmente, a ficha para a documentação técnico-cien-

tífica poderia funcionar perfeitamente para a documentação

administrativa; mas,

dada a natureza dêsses documentos, todos êles destinados aos arqviivos mortos (in
tervalos regulamentares de 3 a 5 anos no máximo) não haveria necessidade

de

se

lidar com fichas de tao grande capacidade.
A ficha para a documentação técnico-científica é impressa em papel ficha de 48 gr, em formato retangular, de 38 X 27 cm e com 18.000 quadrícu2
Ias de 2 mm , dispostas em grupos de 100, formando blocos de 10 X 10, ao todo 17
blocos na extensão do comprimento;

com a separaçao de meio centímetro

da

fila

imediatamente superior, alinha-se outra série de 17 blocos, e assim sucessivamen
te, até perfazer o total de 10 fileiras de 17 blocos.

Acompanham os blocos

das

margens laterais da ficha, no sentido da altura, números-guias - algarismos de 0
a 9 - que indicam as dezenas; as unidades são também indicadas por números-guias
de 0 a 9, dispostos horizontalmente sobre os blocos que compõem as fileiras 4° e
82; centenas e milhares sao indicados por guias que encimam cada um
de 100 quadrícuias (ver anexo l).

dos

blocos

0 número da quadrícula é indicado pela inter-

secçao de uma linha que parte da guia horizontal para a vertical ou
Essa determinação é feita com a ajuda de esquadros ou réguas em

T

vice-versa.
que auxiliam

ainda a leitura das quadrículas já perfuradas. Nos 4 cantos exteriores vêem-se 4
círculos, que assinalam os pontos a serem vazados, para fixação da ficha num pequeno aparelho, que facilitaria a perfuração e a leitura das quadrículas, quando
se fizesse necessária a superposição de mais de uma ficha.
A ficha para a documentação administrativa mede 23 X I6cm e suas
quadrículas sao de 3 mm

(ver anexo 2).

Para a documentação técnico-científica, a capacidade de armazena
gem das fichas pode ser ampliada indefinidamente, bastando para tanto que se lan
ce mao do artifício do índice desdobrável, que faculta a conversão de

um

têrmo

qualquer de um IS em outro IS, e assim repetidamente, se a tanto o obrigarem
circunstâncias.

Ex: Lagosta, atualmente, foi incluida no IS

Crustáceos, mas

grande volume de publicações sobre o assunto sugere a transformação dêsse
específico em um novo IS.

as
o

têrmo

Se tal ocorrer, conquanto desvinculado de sua classe,

lagosta, como novo IS que é, fornecerá informações tao completas quanto antes.

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�IvJ
c;

' Indoxagao da publicação, ou seja, escolha dos termos que a identifica»

di

Uso doa termos selecionados para redação do RjiPI - Resumo Analítico por Indexação - outra particularidade do sistema,

0 RAPI deve ser transcrito no ver-

so da fielia tcipogrãfica,
O; - iLar.eraçao da publicação, atribuindo-se-lhe o número de acesso, cuja notação jã foi explicada quando do processamento das fichas perfuradas. Acontece, porém, que uma publàcação pode conter vários documentos, isto e, vários assun too autonomos' portanuo informações diversas, que dentro do conceito de documentaçã;: sao considerados como documentos à parte» Para estas publicações,

o

numero do acesso e tomado ao primeiro termo encunciado. Os demais documentos
tem o número que lhes for indicado pelo seu respectivo IS, mas, para eles, em
vez de serem red-lgidas fichas topográficas, fazem-se fichas remissivas para a
tupografica do número de acesso, remissivas inseridas no catalogo topografeiclo de ucerdo com a ordem numérica do seu respectivo índice,
f) - Localização d.a ajuadricula nas fichas perfuradas cujos termos classificam o do
.ujaente e sua imediata perfucacâo»
g) - Pintura do número de acesso na publicação e arquivamento desta»
&gt;5,} - Inserção, em seus respectivos-catálogos, da ficha topográfica e das fichas

-

perfuradas retiradas para registro do documento» analisado,
Como obseiní^açoes finais, cumpre salientar:
a) - Pox ser o autor referência sumamente impox-tante em qualquer documentação,

TC

organizaou um catálogo de autor "sui-generis”s uma ficha única para cada au ~
tor individual ou coletivo; no corpo dessa fichas são transcritos os números
do aeess.^ dua documentos de sua autoria»
b,i

Visando-se a orna maior elasticidade para o número de documentos, e recomendável ana3..isar os periódicos separadamente, criando-se para eles catálogos espe
.'tais (fichas perfuradas e topográfico),

o) - 1 disposição do público ficam o catálogo topográfico e o IG convertido em fichas, deste constando, apenas, aqueles têrmOvS selecionados em publicações ja
indexadas.
A metodologia de TC pode ser esquematizada pelo seguinte gráfi-.:oe

cm

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A düCumentaç?.o do GCDP com o IG atual, subdividido em 25 IS, po_s
sui capacidade para armazenar 25 X 18.000 documentos, ou seja 450.000.
No processamento das fichas as denominações dos IS - Administração Pesqueira, Anfíbios, etc,, são transcritos em fichas perfuradas, que funcionam como guias para o indexador que nelas assinala as

quadrículas

já

ocupadas

por documentos', assegurando a continuidade da numeração e evitando erros na nct^
çao dos documentos, Uma consulta a uma dessas fichas-guias dirá, de relance,quan
tos documentos existem sobre um assunto qualquer definido por um IS. A cada termo corresponde uma ficha quadriculada que, repetindo o que foi dito anteriormente, registra, seleciona e recupera a informação.

0 termo é transcrito no

superior da ficha, â esquerda, sempre precedido das 3 maiásculas que

canto

caracteri-

zam o IS a que se filia. Essas fichas quadriculadas encabeçadas pelos temos for
mam um catálogo, cuja ordem é alfabética. A cada quadrícula corresponde um documento que recebe uma numeraçao progressiva, a partir de 0, ficando reservadas pa
ra êle todas as quadrículas que se apresentem em posição análoga nas fichas perfuradas que compõem êsse IS.

0 documento é registrado em tantas fichas

sao as que apontem temos que lhe dizem respeito, mediante a

quantas

perfuração

manual

da quadrícula que lhe foi consignada e cujo número integra o seu número de acesso, A notaçao do documento, ôbviamente, compoe-se desse número da quadrícula, an
tecedddo das 3 letras do IS. 0 uso das letras ê insubstituível, pois a numeração
dos documentos' repetir-se-á tantas vêzes quantos forem os IS fomados*.
mentação do

GCDP

Na docu-

haverá 25 documentos para cada um dos números de suas

18.000

quadrículas. Sòmente as letras distinguirao entre si êsses 25 documentos.
Selecionam-se e reobtêm-se as infomações concernentes a

idéias

complexas, referentes a 2 ou mais têmos dc um mesmo IS, superpondo-se as fichas
correspondentes; as quadrículas perfuradas em todas as fichas dando

passagem

á

luz, reportam-se aos documentos que tratam das referências desejadas.

4 - METODOLOGIA

A implantaçao do sistema TC deve obedecer ao seguinte método, cu
jas diretrizes sao ditadas pelas'normas administrativas da
.'a'i

documentação

a

qu.e

«ervir. Vejamos o .seu funcionamento:

a) - 0~trabalho intelectual de levantamento do IG é condição essencial,e dêle de
penderá a maioi ou menor eficiência do sistema.

0 índice deve

configurar,

tao objetivamente quanto possível, a sistematizaçao técnico-científica a do_
cumentar, dando particular realce aos fins e necessidades da documentação.
b)

- Pronto o índice, inicia-se a catalogaçao das publicações para redação da
cha topográfica, assim chamada por sua função de localizar o
IS que lhe é específico, bem como nos arquivos ou estantes.
as reune

documento

no

0 catálogo que

(ordem alfabética dos IS e dentro dêstes a numeração

progressiva

dos documentos) assume também as funções do catálogo sistemático.

A

ficha

topográfica mede 23 X 16 cm, de modo que no seu corpo figurem todos os têrmos que definiram o seu conteúdo (ver anexo 3).

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�5 - EQUIPAMENTOS

TC funciona com um mínimo de exigências em relaçao a
tos.

Material de consumo especial:

sistema.

equipamen-

as fichas quadriculadas, padronizadas

pelo

Material permanente: fichârios para seus catálogos, vazador manual

fichas, réguas em

de

T ou esquadros e o dispositivo para fixaçao da ficha, o qual,

apesar de programado, não foi ainda fabricado, por nao ser imprescindível ao bom
funcionamento do sistema, conquanto lhe complete a eficiência.

6 - DOCUMENTAÇÃO ADMINISTRATIVA

É inegável nos, últimas décadas a aumento, em número e volume,das
atividades governamentais, disso resultando maior complexidade na organizaçao ad
ministrativa. Impõe-se a adoção de sistemas documentais que solucionem os proble
mas criados pelas novas circunstâncias.
A organização da documentação administrativa, sua classificação,
tramitaçao e reunião constituem matéria pendente de regulamentos. Enquanto a documentação técnico-científica tem por objetivo reunir, classificar e divulgar d£
cumentos, a documentação administrativa cogita, apenas, da classificação,vale d£
zer, da organizaçao racional e do uso adequado dos arquivos, segundo um critério
prêviamente escolhido, de maneira que, permanecendo guardado o
êle ser localizado ràpidamente, quando necessária sua

documento, possa

consulta.

No processo de

arquivamento, de caráter rotineiro e contínuo, é fundamental o papel do

sistema

adotado, que torna compatíveis acessibilidade e manuseio de documentos. A finali_
dade de TC na dociunentaçao administrativa é assegurar o máximo de eficiência

no

processo burocrático e, mediante a aplicaçao de seus métodos científicos de orga
nizaçao, conseguir economia de tempo e material nos serviços e melhor utilização
das capacidades individuais dos servidores.
Sua implantaçao na Secção de Documentação do GCDP teve por objetivo melhorar e racionalizar a estrutura e funcionamento dos arquivos administra
tivos.
TC permanece fiel a seus elementos básicos

-

índices e

fichas

perfuradas - mas em virtude da flexibilidade de sua técnica, que atende necessâriamente às finalidades da documentação visada, funcionará dentro de novo esquema: os IS sao representados, não pelas idéias gerais, tal como acontece na documentação científica, mas pelos têrmos que definem as "formas" do documento, a sa
ber: ofícios, memos, cartas, circulares, ordens de serviço, etc. Levantam-se tan
tos IS quantos os tipos de dociimentos a registrar, no caso, agrupados em duas or
dens: ofícios, memos, cartas etc. expedidos, e ofícios, memos, cartas etc. recebidos.

Nesses índices observa-se a ordenaçao alfabética dos têrmos que determi-

nam o assunto particular de cada um dêles. Essa relaçao é levantada à medida que
os ofícios, memos, cartas etc. sao expedidos ou recebidos.
A ficha para a documentação administrativa foi descrita no
3.2. Sua manipulaçao obedece às técnicas referidas.

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A metodologia, contudo, so-

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fre alteraçí'^'

r’e nota, ciesde que suprime os catálogos de autor o topográfi

CO, o que atesta as múltiplas facetas das aplicações de TC,

0 práprio documento

« ofício, memo, carta etc. - ú arquivado pelo número de acesso.

A reobtençao da

informação faz-se diretamente da ficha perfurada para o documento.

7 - APLICAÇÕES

TC vem sendo aplicado com êxito na documentação têcnico-cientlM
ca do GCDP, desde abril de 1966, no Instituto de Oceanografia da Universidade Fe_
deral de Pernambuco, a partir dc agosto de 1966 e na documentação administrativa
da Secçao de Documentação do GCDP, desde julho de 1966. Sua implantaçao no Insti^
•■i-ito de Oceanografia deveu-se â, ajuda&gt; que lhe prestou o GCDP, mediante convênios
firmados, cabendo a J.M. Drandãç o encargo de levantar o índice, treinar o

pe'^-

soal, orientar e assistir a montagem do sistema.
Essas experiências de TC se afiguram plenamente satisfatórias .De_
ve-se ter em mente que uma compreensão mais exata do assunto demanda

esclareci-

mentos teóricos e práticos que virão, sem dúvida alguma, com a introdução do si^
tema em outros centros de documentação,organismos administrativos e bibliotecas,

8 - CONCLUSÕES

As vantagens, desvantagens e dificuldades de TC, de caráter nit^
damente documental, constam das publicações já citadas (4). As conclusões que de
sejamos, apiesentar neste nosso trabalho dizem respeito, tao-sômente, às prespectivas do realizações que TC deixa entrever.
Como todo sistema de organização, embora seja uma tócnica estruturada em pi-incípios e métodos, também êste é, na

prática, antes

de

tudo

uma

aplicação do bom senso. Baseando-se na experiência e no estudo, adapta-se 1'.. ..
cessidades peculiares â documentação a que vai servir, e sua eficiência dependerá da menoi' ou maior propriedade com que fôr manejado. Sua construção é bastante
• Iruples. Pode ser utilizado para documentações pequenas e de caráter geral, e pa
ra documencaçoes complexas que buscam informações super-especializadas, além

de

ser extremamente útil nos serviços burocráticos. Forçoso é convir que suas técn;^
cas modificam totalmente a organizaçao das bibliotecas especializadas,centros de
documentação e arquivos de qualquer espécie. No campo das bibliotecas públicas e
da teoria da administraçao de emprêsas, oferece oportunidade para

investigações

e aplicações ainda inexploradas. Num estágio como o em que vivemos, de uso gene■^•ali.zado dos sistemas de processamento de dados com o auxílio de equipamento ele
trônico ;cabe-lhe de direito uma posição intermediária entre métodos tradicions-i =
que se tornam obsoletos, e as modernas técnicas da cibernética.
0 sistema TC é uma solução atual, para os problemas atuais da d£
cumentaçao. no espaço e no tempo.

(4) - Op, cit.

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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>As técnicas documentais, cujo impulso modificações radicais se vêm operando no campo do controle da informação, são tema de interesse fundamental para o conhecimento teórico e prático da documentação. Quando nos dispusemos a encarar os casos concretos da documentação entre nós, fomos forçados a concluir que as técnicas constituíam um problema que desafiava os documentalistas, exigindo soluções lógicas e exequíveis que corrigissem e superassem reconhecidas deficiências.</text>
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