<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="725" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/725?output=omeka-xml" accessDate="2026-06-21T20:38:47-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="282">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/14/725/Febab_Sao_Paulo_Cdu_017_11_05_681_177_81611.pdf</src>
      <authentication>26ee9547783806baeaa098dcd8e10cdb</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12444">
                  <text>��•1^-'it^iftlll
cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.
8 a 15 de Janeiro de 196?.

SÃO PAULO

Patrocinado pelo Instituto Nacional do Livro

TEMA 2 - PROCESSOS TÉCNICOS
2,1

Atualização, mecanização

0 CATÁLOGO COLETIVO DE.PERIÓDICOS DE SÃO PAULO
E SUA MBCAIÍIZÁÇÃO

por

Alfredo Américo Hamar
e
Rosmarie Lüthold Appy

021.6409816

CDD 175 ed.

017.11:05:681.177(81611) CDU

Bibliotecário chefe da Escola de Engenharia de São Carlos USP
e Diretor da Escola de Biblioteconomia e Docvimentação de São Carlos
-;h;- Chefe da Seção do Catálogo Coletivo da Biblioteca Central da USP

2

3

4

5

6

-

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m

�SINOPSE

Apos uma recapitulação de dados gerais acerca do Catálogo Coletivo,
salientando sua função na atividade documentária e as diferenças en
tre os catalogos de livros e de periódicos,

resume-se o

do Catalogo Coletivo de Periódicos em São Paulo,
to atual e os planos para o futuro, em que surge,
premente, a implantação da mecanização.

histórico

seu desenvolvimen
como necessidade

0 trabalho descreve a

evo

lução dos equipamentos e da as características dos que deverão

ser

utilizado® na mecanização do catálogo coletivo com sede na Bibliote
ca Central da USP,

Descreve os estudos e programação 4o cartão per

furado para registro das informações relativas aos periódicos,
lisando as vantagens de eficiência © rapidez nos trabalhos.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

I Sca n
st e m

ana

�4

1.
0 CATÁLOGO COLETIVO DE PERIÓDICOS DE SÃO PAULO E SUA MECANIZAÇÃO

1
1.1

INTRODUÇÃO
FIRIÇÃO DO CATÁLOGO COLETIVO MA INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
Não vamos aqui repetir o que outros trabalhos, no país e nq exterior^
já têm amplamente divulgado acerca dos Catálogos Coletivos, Lembramos
apenas, com o fito de situar o tema, os elementos essenciais,

1*1,1 Definição; Catálogo Coletivo ê a reunião, ntoma ordem única,do
registro do acervo de mais de uma biblioteca,
1.1.2 Amplitude;
- geográfica - pode variar grandemente, abrangendo desde duas ou várias
bibliotecas de uma mesma instituição até os grandes catálogos de ámbi
to nacional e mesmo internacional.

Exemplos; catálogo coletivo

das

bibliotecas de una firma, de uma faculdade (central e departamentais),
de uma universidade, de uma Secretaria de Estado ou vim Ministério, de
uma rede de bibliotecas municipais, de,uma cidade, um estado, uma

re

gião, um país, um grupo de países, etc,
- de assTjnto - pode não apresentar nenhuma limitação de assunto, ou

de

dicar-se a determinado ramo, mais ou menos específico (exemplos; agri
cultura e técnicas correlatas, energia atômica, etc,); um catálogo co
letivo geral pode apresentar-se dividido em grupos de assunto;
- cronologica - pode ser retrospectivo, isto é, abranger o acervo total
das bibliotecas participantes, ou incluir apenas o material

registra

do de determinada data em diante, como, por exemplo, o"National Union
Gatalog", publicado pela Biblioteca do Congresso de Washington, a par
tir de 1960, com as aquisições correntes das principais

bibliotecas

norte-americeinas, representando uma extensão de publicação

anterior

retrospectiva, limitada ao seu próprio acervo,
1.1.3 T 1 p o s;
- quanto ao material bibliográfico incluído - são os mais comuns o catá
logo coletivo de livros e o de periódicos, normalmente

constituindo

dois catálogos independentes, devido ao tratamento diferente dispensa
do a estes tipos de material; pode-se conceber outras divisões,

reu

nindo, por exemplo, atas de congressos e publicações congêneres, rela
torios, manuscritos, incunábulos, discos, microfilmes, etc.

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�2
- gioanto à forma de entrada - os catálogos de livros apresentam-se

ge

ralmente em ordem alfabética de autores, e os de periódicos em ordem
de títulos; sao menos frequentes os catalogos de assunto;
- quanto a apresentação - são compilados originalmente em fichas;
tos, sobretudo os de livros, permanecem nesta forma;

os

mui

de periódi

COS tendem a ser publicados para maior divulgação e facilidade

de

consulta.
1,1,4 Funções - predominam as funções

bibliográficas ,

a saber:
- localização de publicações - é indubitavelmente a mais

importante ,

destinada a facilitar o acesso a determinado material bibliográfico;
faz do Catálogo Coletivo instrumento indispensável para a

racionali

zação do empréstimo entre bibliotecas;
- pesquisa bibliográfica - tem em vista a identificação de itens
- quer se trate de títulos comunicados pelas bibliotecas

participan

tes, para sua conveniente intercalação, e, no caso dos periódicos,
seu correto entrelaçamento com títulos correlatos;
- quer de itens solicitados pelos consulentes, para garantir uma pro
cura eficaz e evitar que se encaminhem pedidos para fora da região
ou do país sem a certeza da não existência no local da obra

em

questão;
- informação bibliográfica - decorre da necessidade absoluta de se cir
cundar o Catálogo Coletivo de uma coleção representativa de

repertó

rios bibliográficos e obfas de referência, sem a qual não pode haver
serviço eficiente, e que pouco a pouco o vai convertendo num

centro

bibliográfico com múltiplas atribuições.
As funções bibliográficas são complementadas pelas

bibliote-

conomicas. que, na prática, constituem a consequência

natu

ral de um catálogo coletivo bdm orientado:
- xmiformização catalográfica entre as bibliotecas participantes rá fomentada,

se

a piori, seja a posteriori, dada a necessidade de

. se obedecer a normas padronizadas;
- coordenação de aquisições - toma-se cada vez mais premente, sobretu
do no plano local, devido, por um lado, ao custo crescente das publi
caçoes, sejam monograficas sejam seriadas, e, por outro lado, ao
mero constantemente acrescido de títulos que vão sendo editados

nu
e

procurados pelos estudiosos;

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�3
- planejamento de acervos - objetiva a constituição,

nas bibliotecas,

de coleções mais completas, homogêneas e especializadas,

principal

mente em âmbito local, incentivanao transferencias e permutas;

de

uma real coordenação neste sentido só poderão advir vantagens - para os consulentes, aos quais se evitará o trabalho de recorrer a
uma diversidade de bibliotecias;
- para as bibliotecas, que terão seu acervo melhor aproveitado;
- para as gerações futuras, favorecendo a conservação de

coleções

completas; uma solução racional para o problema de espaço

assim

criado poderá estar na constituição de bibliotecas-depósito

para

guardar acervos retrospectivos.
á, sobretudo, sua fmção precípua de localização de publicações que faz
do Catálogo Coletivo um instrumento básico para qualquer trabalho
pesquisa,

de

No prefácio de sua obra "Como hacer una tesis de grado", diz

o Professor Gaston Litton: "A habilidade na localização,

identificação

e aproveitamento da documentação sobre estudos científicos já

realiza

dos em determinado campo,evitará uma duplicação desnecessária de
ços e um desperdício das sempre escassas energias".
mental.

esfor

Êste ponto ó fianda

Ora, entre o levantamento bibliográfico do assunto a ser

estu

dado e o exame e confronto desse material, surge a necessidade

de

recorrer ao Catálogo Coletivo, que irá indicar os caminhos de

acesso

concreto, tornando-se, assim, um elo insubstituível na atividade

se

docu

mentária,
1.2.

CATÁLOGO COLETIVO DE PERIÓDICOS
0 princípio da separação em catálogos autônomos dos catálogos coleti
vos de livros e de periódicos tem hoje aceitação universal, e se ju£
tifica por uma série de diferenças no tratamento dispensado a

estes

tipos de material:
- quanto à entrada, e, consequentemente, ao arranjo do catálogo: os pe
riódicos (ou publicações seriadas) têm entrada pelo título, enquanto
que para os livros (ou publicações monográficas) predomina a entrada
por autor;
/Muitos catálogos de periódicos ainda preferem entrada pela entidade
para os títulos genéricos; no entanto, a prática tem demonstrado que
a entrada uniforme por títulos facilita grandemente a localização

,

fmção primordial do catálogo coletivo; um índice de entidades supre
com vantagem as deficiências de tal sistema:/

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�4
- quanto à catalogação; as normas catalográficas têm forçoeamente que
divergir - um livro é completo em si, ao passo que um periódico na£
ce, vive e morre; sofre interrupções, mudanças de título, de entida
de patrocinadora, de numeração; entrelaça-se com outros títulos,por
meio de substituições, fusões, subdivisões, suplementaçõss, etc*, e
esta vida cheia de vicissitudes e alterações precisa ser retratada,
o mais sucintamente possível, no seu registro catalográfico;
- quanto à coleção; unfâ. ficha de livro pode representar todos os exem
piares do mesmo existentes em uma variedade de bibliotecas, o

que

torna possível e desejável a eliminação de duplicatas de fichas

,

após a anotação dos símbolos das bibliotecas numa ficha única;

já

para os periódicos, dada a variação nas coleções, as fichas individuais das bibliotecas precisam ser conservadas, com a especificação
detalhada-

de

que cada biblioteca possui relativamente a cada tí

tulo;
quanto ao número de bibliotecas participantes: o catálogo

coletivo

de periódicos pode e deve tender a abranger um maior número de

bi.

bliotecas que o de livros, devido a maior facilidade - de levantamento
- de organização das colações
~ de obtenção do material por métodos de foto-duplicação, mesmo que
a biblioteca não tenha aderido ao sistema de empréstimo entre

bi

blioteca;
- quanto à publicação: enquanto o catálogo de livros é muito

difícil

mente impresso, para o de periódicos a publicação toma-se uma ■ eal
géncia premente, pelas seguintes razões:
- o material, em número de títulos, é sempre consideravelmente

me

nor para os periódicos, o que toma sua publicação plausível;
- a consulta está indiscutivelmente em proporção inversa, avolximando-se dia a dia a procura de material publicado em peitLÓdicos por
parte dos pesquisadores e estudiosos;
'

- o recurso a sede do catalogo coletivo de periódicos nao deixa
ser um processo moroso, sobretudo tratando-se de

de

pesquisadores

que se encontram longe da sede do catálogo (por exemplo,

entre

nós, os professores e estudantes de faculdades do interior do
tado), ao passo que as exigências da pesquisa requerem cada

E£
vez

maior rapidez de acesso ao material bibliográfico.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�5
2

CATÁLOGO

COLBTIVO

DE

PERIÓDICOS

EM

SÃO

. PAULO
2,1

HISTÓRICO
Depois de duas realizações pioneiras no campo do catálogo coletivo
de periódicos, limitadas ao setor das ciências bio-médicas /a

pri

meira em 1939/40, com a publicação, pelo Instituto Butantan, do"Ca
tálogo de Revistas que interessam à Biologia”, em 2 volumes

mimeo

grafados; a segunda em 1944/45j sob os auspícios dos Fundos Univer
sitários de Pesquisa, com a publicação de uma 2» edição,

atualiza

da e ampliada, do mesmo, em forma de fichas/, passou a compilação
do Catálogo Coletivo de Periódicos a ser atribuição da

Biblioteca

Central da IMiversidade de São Paulo, criada em 1947»
Devido a obstácxilos administrativos e incompreensões de toda ordem,
nada pode ser feito em grande escala, ficando o trabalho
a uma modesta coleta de dados, atéi

limitado

o ano de 1953j quando uma

sub

venção substanciosa por parte da CAPES (Campanha Nacional de

Aper

feiçoamento de Pessoal de NÍvel Superior), conseguida .

osse

para

fim pelo Professor Dr. Paulo Sawaya, da Faculdade de Filosofia
Ciências e Letras da.USP, veio dar novo impulso à obra,

Com a

,
co

laboração do I,B,E.C,C. (Instituto Brasileiro para a Educação,Ciên
cia e Cultura) e da Biblioteca Central da USP (que, alem do

levan

tamento em grande numero de bibliotecas, ultimou a elaboração e di
vulgação das normas a serem obedecidas, com base nos estudos

ante

riormente realizados por uma Comissão de bibliotecários paulistas),
conseguiu aquele Professor reunir em seu Departamento os dados
ferentes ao acervo em publicações periódicas de 144 1

r£

bibliotecas

brasileiras, das quais 96 do Estado de São Paulo e 48 dos

demais

Estados da União, sem limitação de assunto, com atualização

até

fins de 1953.

tra

Infelizmente o trabalho de elaboração na forma

dicional, por impressão tipográfica, foi demsiado lento, só saindo a lume o primeiro volume, referente às letras A e B, assim

me^

mo apenas em 1962, com uma desatualização, portanto, de quase

dez

anos,
Sitrementes, uqi Ato do Reitor autorizado pelo Governador do Estado
(D,0. de 31.10,1954), somplementado por duas outras Resoluções

Go

vemamentais (em 20,11,1956 e 10,2,1958), designava oficialmente a
Biblioteca Central da USP como sede do Catálogo Coletivo de Livros
e de Periódicos do Estado de Sao Paulo,

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�6
Ampliou-se logo a seguir seu âmbito para Sede Regional do

Catálogo

Coletivo Nacional, para a região de São Paulo/Mato Grosso, por.deci
são de março de 1956 da Comissão do Catálogo Coletivo Nacional,

Eln

oomprimento destas incumbências, conseguiu a Biblioteca Central,não
obstante inúmeras dificuldades, mas contando com a boa vontade e e_s
pírito de colaboração de nossas bibliotecas, ir ampliando considera
velmente o seu Catálogo Coletivo, e atendendo a número sempre

cre_s

cente de pedidos de localização e informação bibliográfica,

Além

disto, foi êle integralnente duplicado, tanto na parte de ,

livros

quanto na de periódicos, para o Catálogo Coletivo Nacional,
Um problema sério surgiu com a. mudança da Reitoria da USP e de

süa

Biblioteca Central para o "campus” da Cidade Universitária efetuada
em 1961,

A dificuldade enorme de acesso, quer pessoal quer telefo-

nico, as informações do Catalogo Coletivo, foi provocando uma

gra

dual queda no número de consultas e um natural descontentamento por
parte das bibliotecas e dos estudiosos, privados de um instrumento
de trabalho ao qual já se haviam acostumado.

Prevendo esse fato, a

Direção da Biblioteca Central, bem antes da referida mudança já

se

empenhara no sentido de ser o catálogo coletivo de periódicos

loca

lizado, a título provisório, na Faculdade de Medicina da USP,

Por

mais de três anos, nao se conseguiu obter a necessária autorização
superior, só se concretizando a medida após uma solicitação

insis_

tente por parte do grupo de bibliotecas bio-médicas,
2.2

SITUAÇgQ, .AT.U/iL

^

á, pois, na Faculdade de Medicina da USP, em instalações demasiado
precárias e exíguas, mas cedidas com cordial hospitalidade, que vem
funcionando o catálogo coletivo de periódicos do estado de São

Pau

lo, desde março de 1964 (sempre a título provisorio, até que,se

so

lucione 0 problema de acessibilidade na Cidade Universitária,.,)

,

que êle vem cumprindo sua missão de avixiliar em suas pesquisas a um
círculo cada vez mais vasto de consulentes (vide quadro 1),
Concomitantemente com a solução encontrada para a dificuldade

de

acesso, houve una melhora sensível sobre 0 ponto de vista de pessoal,
outro "bicho de sete cabeças" com o qual 0 catálogo coletivo

vinha

se debatendo desde o seu início, chegando a contar, no momento, com
um grupo de 8 funcionários, dos quais

6 bibliotecários,

Estas circunstâncias favoráveis vieram tomar possível a realização
de um antigo sonho: a,publicação do catalogo coletivo de periódicos,
em vias de se ultimar.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�6 biá
Quadro

n2 1

Movlmonto de Consultas do Catálogo Coletivo de Poriódicos
INSTAL'.Ç~0

ANO

PSSQUISAS
NSGaTIVAS

CONSULSNTRS
rOSITIVAS

TOTAL

1Ç55

215

Rua

W56

190

Helve-

1957

377

1.713

tia

1958

686

2.300

1959

945

2.579

422
1,666

1960

1.710

1.030

2.740

Cidade

1^61

543

1.640

707

2.347

Univcrs,

1962

529

1.535

.940

2.475

1963

-áS.-

2.ia

-2aÍ79.

Fr?.C .

Xf64

1*362

4.012

2.070

6,082

Mod.

1965

2,016

6.673

3.537

10.210

u a d r o

9»

n2 2

Bibliotecas jnte.grantes do G.G.P. - dezembro de 1966
""
- por riliãçao libl'-otecas de institutos da UnivarsLlade
üi 3ao Paulo(inclusive departamon-ais)

68

P-ihliotecaa de institutos do ensino
supiiriar - oficiais
^
particulares
medio

11
9
3
23

nibliobeaae de repartiçífes oficiais
estaduais
municipais

30
2

f ierats

2
34
29

Bibliotecas de entidades particulares
T0Ti-iL
Quadro

n* 3
dezembro de 1966

Bibliotecas intef~rantes do G.G.P.
- por

JJA.

localização

-

Gapibal

114

Interior - Santos
1?
Campina» - Piracica,ba - Ribeirão
Preto (3 bibl, cada)
9
-traraquara
2
Assis -• Bauru - Botucatu ~ Franco
da Rochra _ Ma.rília - Rio Claro Santo -.ndro - São Carlos - São
Jose dos Campos (l bibl. cada).
9

37

Outros esteados

3
TOTuL

Digitalizado
gentilmente por:

154

14

15

16

17

18

19

�A considerável quantidade de material, maior facilidade de consulta
futuia, alem das necessidades mais prementes que se observaram

em.

J.teiminados campos de estudos, vêm justificar a decieão que se

to

nou oe realizar a publicação por etapas, em volumes dedj.cados

aos

diversos grupos de assuntos.
Assir.", todos os esforços têm sido concentrados na elaboração do pri
meiro volume, referente a Ciências Mê^icaS' e Afins que sairá a lume
dentro em muito-ibreve, graças a subvemção concedida...conjuntamente
pela ímsdação de Amparo à Pesquisa do-Estado de São Paulo

e pelo

Instituto Nacional do Livro,
A preparação .foi longa e bem cuidada, pois se desejou que o resulta
do fesse uma obra cujas infomaçoes merecessem a máxiiiB, confiança ,
p-nra que pudesse não apenas servir como instrumento de localização,
mas ainda suprir a falta de um obra de referência nacional para pe
riodicos, já que o preço das obras congêneres estrangeiras as toma
proibitivas para a grande maioria das nossas bibliotecas.

Cada

tí

tulo foi minuc3osamente pesquisado; os dados discrepantes em fontes
bibliográficas diversas confrontados com cuidado; a própria coleção
e::aminada sempre que preciso e possível, e a obra completada com um
í-^dice geográfico de entidades, cuja utilidade será indiscutível,
Eitreoanto. o Catálogo Coletivo de Periódicos não' se limita aos

as

SLinbos bio-médicos, mas se estende a todos os demais, abrangendo lan
total de 155 bibliotecas, numa -grande variedade de filiações e loca
lizaçoes (vide Quadros 2 e 3).
Êstes outros assuntos aguardam também atualização, elaboração e
blicação.

Mais dois volumes estão previstos para completar o

pu
Cata

logo; o 22 referente às ciências puras, tecnologia e ciências agropeciiárias; e o 3® âs oiências sociais, humanidades, artes, generalá
dadesj etc,

Uma parte reunindo publicações de congressos e realiza

çôes congêneres será sem duvida de grande utilidade,

Alóm do mais^

scra Jiecossariu mnter o datálogo permanentenKfite atualizado,

por

meio de suplementos regulares e novas edições frequentes,.
FUTURO DO CATíIlCGO COLSTIVO DS PERIÓDICOS
Sscâ se tomando cada vez mais patente que'o trabalho de publicação
do 'am'.. obra deste gênero pelos métodos tradicionais 'e neoessariamaii
te demasiado moroso, incapaz de acompanhar o rápido.desenvolvdAqnto
da ciincia e das bibliotecas, e, consequentemente, das necessidades

�n
C' o
CIO iriroi'jnaçao ptualizada e 1-nediata por parto dos posouisadoros o es
tudiosovS.

0 controle eficiente de todo ôste. material bibliográfico^

oii.jo Yoluine cresce dia a dia assustadoramentej, va.i se tomando

difí

cil e em breve impossível, se não revolucionarmos os métodos de

com

pi-.agao e edigao, integrando-nos nas técnicas modem&lt;?.s de processa mento de ijiformaçoes, que ja estão em plena utilização entre nós

em

outros cainijos, como sejam a ciência pura, a indústria e o comércio ,
0 esta.0 sendo adotadas em escala cada vez mais larga também no campo
bibliográfico, em países desenvolvidos, como os Estados Unidos.
Juronte meses, os autores deste trabalho estudaram as possibilidades
de apjlicação de tais métodos ao Catálogo Coletivo de Periódicos, con
tando para tal com a cooperação plena dos responsáveis pelos centros
de processamento eletrônico de dados do Instituto de Matemática ■ da
USF e do Instituto de Energia Atômica, com aprovação expressa

de

seus respectivos diretores, por solicitação do Magnífi.co Reitor.

Os

resultados desse estudo vao expostos detalhadamente nos
cué seguem.

parágrafos

Temos a esperança de que os volumes, edições e suplemon

tos seguintes ja possam vir a ser publicados com a _ aplicação

da

mecanização.
ijueremos apenas insistir num ponto ainda, a fim de evitar interpreta
çoes errôneas muito correntes quando se faia, em computadores eletrônicos.

É certo que o compiitador e setis equipamentos periféricos tra

bcaliiíim com rapidez e perfeição inimagináveis, e são capazes de reali
zar em poucas horas ou minutos o que o homem levaria meses e anos
preparar.

a

Entretanto, não pod.emos esquecer que a elaboração prelimi

nar do material com que a máquina vai ser alimentada perimmece

uma

tarefa que so a mente humana pode realizar,^ e de cuja exatidão depen
derao os resultados, quer positivos, quer negativos.

E este: proce_s

so de elaboração de dados e prepciração dos "veículos de entrada" (vi
d-^ § 2,.l) não poderá nunca ser mecanizado e exigirá sempre o seu tem
po em esccàla "humana".
Lembremo-nos sompire; a maquina não realiz-a "milcigres" e sim "mágicas";
G indispensável que os "truques" estejam bem preparados do antemão.
3

E

U I F A M B K T 0 S

MECANIZADOS

P B R I F á R I G 0 S

, -- íiistoria dos equip,amentt&gt;s mec^anizados oste\’’e ligada a preocupação
humano, ue p.rocurar simplificah o ti*abalho repetitivo e que na a.ti’'/!dade de registro de processamente de informações sempre a,bsorveu

de

forma injustificável grande parcela de tempo util do homem»

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

14

15

16

17

18

19

�9
Naturalmente a primeira atenção esteve voltada ao setor científico
no tratarento numérico de dados, onde a intensidade de

trabalho

foi maior.
A origem dos equipamentos mecanizados está ligada a grandes vultos
do progresso, principalmonte no campo científico.

Pascal oriou

a

máquina calculadora, origem das modernas e eficientes calculadoras
que conhecemos em nossos dias,

Chai’les Babbage, já em 1822, inven

tou o engenho do cálculo diferencial aplicando, como sistema
entrada, os cartões perfurados.

de

Em 1886 Hermann Helerith, traba -

lhando nos serviços de estatística dos Estados Unidos, e com

a

preocupaçcão de smplificar o processo manual e estafante de apurar
os resultados de recenseamentos, inventa, a jartir do tear de

Ja£

quard, alguns equipamentos de um Centro de Processamento de

Dados

(tabuladora e perfuradora) em formas rudimentares que mais

tarde

foram, aperfeiçoadas,

0 equipamento teve uma recptividade fora

comum, devido a grande capacidade de processamento, reduzindo
zos de elaboração dos trabalhos,

Com sistema mecanizado o

do
pra

censo

que demorava em média 10 anos para ser inteiramente apurado,*

em

1900 requereu apenas 1,5 ano para ser completado,
Êsses equipamentos tiveram uso intenso em serviços comerciais,prin
cipalment e bancos,
Para aplicação em bibliotecas

interesse se tornou maior

nestes

últimos anos, devido a grande volume de informações e. a impossibi
lidade de processá-las de maneira eficiente pelos recursos tradicionais.
Os processos técnicos, o desdobramento de fichas, as contínuas Ife
tagens, as bibliogra.fias, a pesquisa bibliográfica são

setores

que apresentam condições bem próprias para a implantação da

raeca

nização,

tare

0 bibliotecário precis.a estar livre para exercer

fas exigidas pela sua alta especialização profissional,

A

tação de leitura, o assessoramento do leitor, a análise dos

orien
con

teúdos, a divulgação de autores e obras, a compilação bibliográfi
ca são tarefas ainda não intensamente desenvolvidas pelo bibliote
cário, muito absorvidos nos trabalhos rotineiros,
0 equipamento meca.nizado, em síntese, oferece maior

eficiência

dos trabalhos bibliotecários com o completo aproveitamento

de

suas possibilidades em:

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�10
1. recursos para amplos e ilimitados registros bibliográficos;
^
A
M
2. acesso rápido e facil a qua„lquer infomaçao;
3. listagem a grande velocidade;
4. atualização constante do registro bibliográfico;
5. flexibilidade de orderfição das iniorriiaçocs: por autor,

as

smtos, série, título, etc.
Com essas características maior atenção deve ser dada para aplica ção nas bibliotecas, desde que o bibliotecário admita a necessidade
de aperfeiçoamento nos métodos de trabalho,
3ol

CONFIGURAÇriO DS JM CENTRO DE PR0CSSSÁM5MT0 DB DiJOS
Tal foi o impacto dos computadores e equipamentos periféricos na
tividade do homem que

a

Ralph Cordiner, da GE (Business Week (1503):

68, jun, 21, 195^8) assim se expressou;

:

"Qmndo a histéria de nossa época fôr escrita, suponho que serão re
gistrados três profundos desenvolvimentos tecnológicos:
Energia nuclear, multiplicando o potencial energético
Automação, aumentando a habilidade humana no uso de ferramentas
Computadores, acerlerando o rendimento do trabalho.
Julga-se que dos três, o computador -t-rará o maior

benefício

ao homem".
Portanto, um centro de processamento de dados é um conjunto, envolvendo máquinas e cérebro humano, visando a maior simplificação

dos

trabalhos, principaliaente quando há um grande volume de Inform.açoes
a serem processadas.
Consideramos que existem três setores básicos de aplicação dos

com

putadores e seus equipamentos periféricos:
- comercial
- cientí .'ica
- bibliográfica
onde notamos uma analogia nos processamentos de aplicação comercial
, e bibliográfica, ou seja, grande volume de dados na entrada e saída
e pequeno volume de cálculo.
De um.modo geral um centro de processamento de dados tem a seguinte
configuração esqueraática:

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�11
- Veicules de informação para entrada:
Cartão perfurado
Fita perfurada
TecLado
Flacowriter
Fita magnética
Disco magnético
CRi'iM (unidade de lâminas magnéticas de acesso aleatorio)
Documentos impressos com tinta magnetizavel
^
Fita impressa com caráteres estilizados (leitura otica)
Sinais eletricos em geral

Legenda

Controle
Informação

Unidade de entrada

Ifriidade de controle

Unidade aritmética

Unidade de memória

Unidade de saida

- Veículos de resultados na saída;
Cartão perfurado
Fita perfurada
Leitura direta em painel
Folhas datilografadas
Flexoxvriter
Impressora
Fita magnética
Disco magnético
CR/iM (unidade de lâminas magnetic.:;: de acesso aleatorio)
Sinais eletricos em geral
Pelo esquema acima verifica-se granie variedade de sistemas de entra
da, porém deve-se distinguir que muitos deles não admitem o registro
direto da informação.

Necessitam de ura veículo inicial g- dos quais

é mais comum a fita e o cartão -perfurado.
Qu2.nto aos veículos de saída hâ uma versatilidade de aproveitamento
tais como; arquivo, utilização para entrada, transferência de dados,
etc., onde as inforiiiaçoes são registradas di-etamente, _ permitindo
sempre novas listagens, pesquisas e processamentos.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�12.
'Ssaa configura^ã-cr inclue os equipamentos periféricos na função de um
processamento paralelo e também auxiliar para o preparo das

informa

çoes para a unidade central^ mediante perfuração, classificação,

re

produção, intercalação, etc.
úlguns equipamentos periféricos podem estar acoplados ã unidade

cen

trai, formando um equipamento em linha, incluidos tanto na configura
ção do sistema de entrada como no de saída.
3-2 •-..JIPOS D3 ^UIP.JISNTOS PERIFÉRICOS DE TNTBRÊSSB R.R.'. k BIBLIOTSC;í
Ha varias marcas de fabricação, porem os equipamentos apresentam
grande semelhança nas funções qie executam.
Entre os principais fabricantes destacamos a

IBM,

Burroughs, 'NCR ,

Olivetti, Bull, etc.
3.2.1 P e ■■r.1 ^X■ I u
.. r
■ . ■aI d 0 r a
-JErata-se de maquina prepara,da para efetuar perfurações em cartões, de
ac^do com uma disposição padrão.

A combinação das perfurações pode

regisrrar carateres ou dígitos numéricos e alfanuméricos, dentro

de

um espaçòvl^itado à àrea do cartão,
perfuradoiça tem a capacidade do admitir a entrada de cartões,
ciona-los b'^*b:Jcta-vLoe~.aid:x)raatic5monto..

'

transferencia das infor^lacoc&gt;.s~-Q--qraYaçãq'J^o_.Q;^■^rt,õo^ q ^nitn
moio de um tecla-do setiBlhante cao de ■uma máquina de datilografiii,xir&gt;dí
alem das lotrras o nuiaer-ís, hcá outros comandos.
A grava.ção da informação é registrada por uma. combinação
nocessaria a interpretação das perfurações

pela

de furos .
impressão

n«3iGros^jJorrosponden.tes. no bordo superior
cartão.

! 1

do

.

Mediante a comparação co.a um cartão mestre a perfuração tem a possibilidade de repetir automaticamente as perfurcações de uia determ.inado
campo e que vem facilitar, sobremaneira, o -trabalho do elaboração do
ca.da cartão.
onferidora
Com ", períUraçTsq___d^ cartões, e.elrabora.dn m.anualmcnte hcá o risco

de

serem cometidos engamxs^^o, conserva,dos no carteão^ acarretam perdas
ou influem na percisão do b^osultado.
Por essa. razao torna-se de muitartimportáncim ,e~soguuança
corretos c prèvicmmohtc conferidos.

dados

''\

A eficiência e segur"nça alimentará com a utilização de
quada para conferência.

de

mafc|uina

È un equipamento semelhante ao de

ade

perfura

çao por^. com a função de comparar a inform.oção, pelo teçlado, com a
existente no cartão.

Caso exista a.lguma discrepância de dados f fun

cion^.nento o paralisado, da.ndo op-^rtunideade para que soja .-verifierdo
o erro convetido.

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

I Sca n
14

15

16

17

18

19

�13.
3.2.3 Outros

equipamentos

para

perfuração

Existem diversos outros tipos de equipamentos para executar,

dentro

de certas características, operaçoes de periuraçao, com maior

l*endi

mento.
- máquina para multiperfuração que permite a transcrição, automática,
da informação perfurada, num cartão-mostre para um ou diversos ■
toes,

car

Pode efetuar também a operação de multiperfuração intercalada,

que é executada isoladament.e ou combinada com reprodução e perfura ção, tanto para caracteres alfabéticos, numéricos ou sinais especiais;
- máquina de reprodução d,e cartÕes perfurados que permite a elaboração de conjuntos iguais de cartão, co_m a vantagem de evitar a
bilidade de enganos,

possi

Tem grande aplicação no registro de dados repe

titivos, para diferentes arranjos dos cartões; ■
- maquina de perfuração por percepção de marcas.

Automaticamente in

terpreta certos dados indicados no cartão mediante marcação por

la

pis especial.

Essa marca contem a propriedade de ser condutora

de

eletricidade, permitindo assim a leitura e perfuração dos dados

em

campo diferente do mesmo cartão,

Se aplica com grande vantagem

nos

apontamentos de dados para, posteriormente, serem fornecidos ao

cen

tro de processamento de dados, no próprio cartão;
- máquina de interpretação que permite imprimir, em ,um v

detenninado

espaço, as perfurações que se encontram no mesmo cartão, a fim de.fa
cilitar a inclusão de dados adicionais ou respectivo arquivamento, A
interpretação já existe nas perfuradoras mais aperfeiçoadas,
3.2.4 Classificadora
á um equipamento básico que permite a ordenação dos cartões
de uma certa sequência, prèviamente codificada..

dentro

Efetua o agrupamen

to e a separação dos cartões segundo uma determinada característica.
Tem a grande vantagem da velocidade de processamento - 650 ou

mais

cartões por minuto,

colu

A leitura e separação pode ser feita por

na inidividual ou por um conjunto de colunas (campos),

0 equipamen

to possue 13 depósitos de ejecção, que reunem os cartões por
dade de informação existente numa determinada coluna.

igual

Ao mesmo tem

po permite, de uma série de dados, extrair determinados cartões que
possuam certas informações para orientação de pesquisa, registrada
em um ou conjunto de cartões,
Como aperfeiçoamento da classificadora existe a máquina intercalado
ra que faz a separação dos cartões pela comparação de perfurações i

�14
guais num conjimto de colunas,

á uma forma mc^is rápida para obten-

ção da informação, permitindo ainda a inclusão de novos cartões, em
certo conjunto correspondente a um arquivo,
3.2.5 Tabuladora '
Êste equipamento permite a listagem das informações contidas em

um

conjunto de cartões, prèviamente ordenados, efetuando simultaneamen
te operações aritméticas fundamentais como a soma, subtração ou

im

pritnir diversos totais,
A impressão das colunas dos cartões é feita em qualquer

sequencia

que. for necessária, indepehdentem.ente da o^odem de disposição dos da
dos,
Ssta máquina exige preparo prévio, para o funcionamento, por um pai
nel, constante de ligações com terminais que estabelecem, os circuitos para registro da operação necessária além de teclas para a movl
mentação, espaçamento e paralização.
Os seus caracteres estão distribuídos entre letras e números.

As

letras disponxveis sao apenas as maiusculas.
Permite a impressão numa largura total de 120 espaços, ou seja,

a

largura aproximada do duas folhas ofxcio,
A velocidade de impressão corresponde a uma faixa de 150 linhas até
600 linhas por minuto, em modelos mais aperfeiçoados.
Nirnia avaliação comparativa a velocidade de impressão de 150

linhas

equivale ao preparo de três folhas ofxcio por minuto, dentro de

\mi

padrão de absoluta precisão, sem possível margem deerro.
Por esta característica se pode avaliar a vantagem &gt;

da

tabuladora

nos trabalhos de listagem, relação de títulos, etc., principalmente
no caso de catálogo coletivo,
3.2.6 Outros

equip amentos

processamento

de

de

um

centro

de

d a dos

Nos estudos levados a efeito para aplicação ao catálogo coletivo, ,
*
esta sendo prevista a aplicaçao de computadores com o registro das
informações em memórias de discos,

0 equipamento ideal seria o com

putador com sistema de moméria em fita, que permite ne.ior quantidade de registro de dados,
Na Cidade Universitária de São Paulo existem dois cenLros de proce£
sarnento de dados, compostos de Computadores IBM 1620, com.

memórias

de discos e equipamentos periféricos.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�15Os computadores da Cidade Universitária de Sao Paulo são mais

ii^dl

cados, pelas suas características, para o campo científico em trata
Ihos de cálculo, porém apresentam possibilidades de uso

no

setor

bibliográfico.
Os estudos em andamento também incluem meios de transferência

das

informações contidas em cartões para memórias auxiliares de discos.
.

0 processamento direto com o computador sera efetuado pelo uso
linguagem adequada^ como a FORTR/iN II e, principalmente, a

de

Lingua

gem Simbólica (SPS) e estruturação das operações mediante diagrame,s
de blocos, •
Para a aplicaçao nos trabalhos do catalogo coletivo nao se pretende
adquirir toda a série de equipamentos, que importariam num

valor

muito elevado, mas a utilização, em comum, das existentes em

algu

mas unidades da-Cidade Universitária.
U sede do catálogo coletivo terá somente alguns equipamentos basi COS, de uso mais constante, como seja: perfuradora, conferidora

e

reprodutora e as demais tarefas de separação, ordenação de cartões,
listagem serão efetuadas com a classificadora do Instituto de

Sher

gia Atômica e da Escola Politécnica, e a tabuladora IBM 407 do CenA
A
&gt;
tro de Calculo Numérico da Escola Politécnica,
Para plena utilização desses equipamentos já foram estabelecidos
cordos comí as diferentes instituições que estão colaborando,

a

medi

ante a fixação de horários para os trabalhos do catálogo coletivo.
4

SISTEMAS

DE

REGISTROS DE DADOS
&gt;
f
Os dados correspondentes ao catalogo coletivo apresentam caracteri_s
ticas bem próprias como: grande quantidade de infomiações, constante modificação e inclusão de novos dados, atualização

a

expansão

progressiva,
0 sistema de registro em cartões é o que oferece as melhores

condi,

ções para o catálogo coletivo, com vantagens sobre a fita perfurada0 registro em cartões permite a inserção, retirada ou

modificação

da ordem de arquivamento, além de conter na margem superior a inter
pretação em caráteres alfabéticos do código'de perfuração,
Enta vantagem justifica a conversãd dos dados para cartões,

embora

tenha havido um regiçtro, prévio em fitas perfuradas da Flexowriter
ou em fita magnética.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�16
A conversão e feita automaticamente por porfuradora que possui
tema de interpretação de fita para cartão„
Além disso_, o arquivo em cartões, con a interpretação na margem

su

perior, permite a consulta por métodos manuais, no, caso de inforna-ções simples e conferência de determinados títulos,
5. -ESTUDO
S,!

3

P R 0 G R A M i. Ç ã 0

D B

G A

T ã 0

DSSÜRIÇãO DO CARTãO
0 cartao, que constitui o sistema que unis se adapta as tarefas, bi
bliográficas, è padronizado dentro de xiraa especificação própria.
Possui 80 colunas, contidas num retângulo de cartolina, onde a

in

foriração é representada em qualquer das colunas e podemos registrar
dígito numérico, alfabético ou sinal especial, por um código de per
furação, .Nas 80 colunas pode-se combinar letras, números e

sinais

especiais.
As colunas estão numeradas de 1 a 80 da esquerda para direita

e

o

cartão possui as dimensões de 18,7 x 8,8 cm.
Cada coluna permite 12 posiçoes distintas de perfuração, no
de 3 faros coincidentes na mesma coluna,
gistram os dígitos.

máximo

Nas filas de 0 a 9 se

r_e

As filas 0,,11, 12 se destinam às perfurações

auxiliards, indicadoras do código.
As perfurações dos números são feitas diretamente nas diferentes co
lunas sem a necessidade de codificação auxiliar.

As letras são

re

gistradas pela perfuração no campo principal e também nas filas

au

xiliares.

Assim e que as letras são divididas era.trés frupos prin-

cij:ais a fim de poderem ser registradas no cartão.

As letras A a I

são perfuradas no campo principal e na fila 12; as letras de J a
m fila 11 e no campo princijal; as letras de S a Z a partir da

R
fi

la 2 e perfuração auxiliar na fila 0.
são possíveis serem jxjrfurados diversos sinais especiais com a
binação de 3 perfurações,

com

Êsses sinais variam de acordo com o equi

pamento e, mesmo, podem ser substituídos,
5O2

. P r ..o_g_r _a_m_^ ç J.’ jo_ _ d_^ _c_

_rtão

á necessário, antes de ini;iar a implantação do serviço, hs-ver

uma

analise bem detalhada e cuidadosa da extensão e variedade das infor
^

iiaçoas a fim de que a previsão geral não seja prejudicada, com
possível perda do trabalho ja realizado.
:

cm

1

2

Não poderá haver,

poste

rioimiente, a inclusão de novas classes de informações, não

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

a

previs

16

17

18

19

�17
tas inicialmente na programação do cartão.
No caso específico do catálogo coletivo foram efetudados estudos
fixação dos campos, isto e, do conjunto de colunas necessárias
conter uma determinada informação e escolha dos códigos

de

de
para

‘.classe

de informação.
Para um catalogo coletivo de periódicos

o

importante

a informação

•de dados com.o:
título
sub-título
imprenta
notas de alteração do título
coleções das bibliotecas
Para o título, imprenta, sub-títilLo, notas de alteração de título
discriminação das bibliotecas com as coleções foram

reservadas

e
58

colunas, a partir da 9 até 66,
Cada título de periódico terá uin número d&gt;o documento, correspondente
a uma sequênc.ia progressiva de ordem alfabética, cuja indicação
feita nas colunas 1 a 8 do cartão,

Na nunieração de documentos

é
foi

prevista a possibilidade de intercalação, sem afetar a ordem entre 2
nuneros, de mais 99 títulos a fim de admitir a expansão do

catálogo

coletivo e inclusão de novos títulos,
Nas colunas 68 a 72 se registrará o numero de classificação do perió
dico, nume. extensão máxima de 5 algarismos.
As colunas 73 e 74 destinam-se ao código de classe de informação.Nas
colunas 75 a. 77 o código de ordem ou controle do número de

cartões

existentes em cada classe de informação,,
A coluna 80,terá o registro de marca de final de uma classe de infor
mações.

Por exemplo, o titulo do periódico que ocupe trés cartões ,

será indicado comoí

1

001

1

002

1

003 A (a = marca de final)

•Geralmente, para marca, de final pode ser adotado um registro qual

-

quer, por exemplo, a letra A, como indicado acima,
Á codificação das colunas 73 e 74 ob“'^‘^''e-'‘’='
código de ciaspe
"
"
”
"
"

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&gt;='Oj^ainte;

• jrfoiUiBção 1
título e sub-título
"
2 » imprenta
"
3 =• notas acicionais de alte
ração de título, etc,
"
4 = coleções das bibliotecas

14

15

16

17

18

19

�18.
Exemplificando, temos abaixo as informações como são perfuradas

no

cartão;
Ifi cartão
00129 00 ACTA MEDICA VENEZOLíNA. (COLÉGIO DE MÉDICOS DEL DI3THICT0 6l0

1 001

2S cartão
00129 00

FEDERíIL)

6l0

1 002 A

6l0

2 001 A

610

4 001

610

4 002

610

4 003

610

4 004

610

4 005 A

6IO

1 001

610

1 002 A

610

2 001 A

6IO

3 001

610

3 002 A

610

4 001 A

3^ cartão
00129 00

(87) CARiiCAS, 1953, 14^^ cartão

00129 00

SPOl (1955-56, 3-4) 1959-63/64 (7-10) 11, 1965, 12
5^ cartão

00129 00

SPO3 (1963/64, 11) 1965, 12
6s cartão

00129 00

SPI5 1955-63/64 (3-5) 6 (7-8) 9 (10) 11

1965, 12

7^ cartão
00129 00

SP16 1953-56, 1 (2-4) 1960-61, 8 (9) 1963/64, 11
8fi cartão

00129 00

SPI9 (1954-56, 2-4

1959-62, 7-10)

Novo título - 1^ cartão
00130 00 ACTA MEDICINAS OKAY/iMi. (0Kí'íYAM/í UNIVSRSITY MEDICAL
2fi cartão
00130 00

SCHOOL)
3^ cartão

00130 00

(52) 0Ki'iYAM'i, 1952, 84° cartão

00130 00

CONTINliiÇãO DE ARBEITSM DER MEDIZINISCPM FAKULTilET
5° cartão

00130 00

OKiIYi'iM.í^
6s cartão

00130 00

SPOl (1957, 11)

Para a ordenação dos cartões, teremos sempre uma ordem principal de
controle que será a de numero de documentos a fm de facilitar
conferência sobre o conjunto de cartões.

.a

Pela classificação (clas-

sificadora) existe a possibilidade de conseguir várias

.sequências

nos cartões, de acordo com as informações neles contidas.

Assim ,

do Hfâsmo conjunto de cartões podemos estabelecer uma ordem pelo

nu

mero de classificação.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*

14

15

16

17

18

19

�19
Para elaborar uma listagem por coleções segundo as bibliotecas

ba^

tara, pela classificadora, separar os cartões de codigos de bibliotecas semelhantes, com os títulos arranjados alfabèticamente ^ pelo
número de documento e incluir um novo cartão com o nome da bibliot£
ca, antes de ser preparada a listagem pela tabuladora,
Para suprimir a impressão de informações repetidas constantes
cartões, como sejam: número d

I

dos

documento, classe dé informação,

có

digo de sequência e marca de final bastara preparar o painel da

ta

buladora de acordo com a forna de listagem que se deseja.

'

Serão ad

quiridos painéis adicionais para os trabalhos do catálogo coletivo
na tabuladora,
A listagem do catálogo coletivo na sua forma final terá o

seguinte

aspecto;
00129 00 ACTA MSDICA VEN3Z0I«'iNA. (COLEC-IO DS iEDICOS DEL DISTRIGTO
FEDERAL)
(87) CARi*CAS, 1953, 1SPOl (1955-56, 3-4) 1959-63/64 (7-10) 11, 1965, 12
SP03 (1963/64, 11) 1965, 12
SPI5 1955-63/64 (3-5) 6 (7-8) 9 (10) 11, 1965, 12
SP16 1955-56, 1 (2-4) 1960-61, 8 (9) 1963/64, 11
SPI9 (1954-56, 2-4, 1959-62, 7-10)

6IO

00130'’00 ACTA I^ÍSDICIN/iS OK/íYAMíí. (OÍOVim* UNIVER3ITY JOURNAL
SCHOOL)
(52) OKAY/JÍA, 1952, 8-

6IO

CONTINÜAÇSO DE ARBSITBN DER MEDIZINISCHEN FAKULTAST
OKÍiYAMA
spoi (1957, 11)
Ejcistem certas limitações nos caráteres da tabuladora como sejam:
somente letras maiúsculas, falta de acgntuação-e falta de alguns
nais importantes para os padrões catalográficos.

Porém as

si

vanta

gens advindas com a eficiência do trabalho compensam essas deficiên
cias.

Talvez seja necessária a reformulação de alguns padrões

catalogação para os processos mecanizados.

da

Ao nosso vêr, deveria ,

inclusive, ser estudado um código especial para uso nos equiiamen tos mecanizados a fim de norimlizar as aplicações nos trabalhos das
bibliotecas,
6

listagem

B

DIVULGA cão

DAS

COLEÇÕES

Uma das funções básicas que o catálogo coletivo deve cumprir é

a

de divulgação frequente e atualizada das coleções que existem na rê
de de bibliotecas, a fim de que o acesso seja mais lógico e, princi
palmente, eficiente, trazendo maiores facilidades aos pesquisadores
o melhor aproveitamento dos periódicos, de custo tão elevado e

ra

ros.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

1

�2G
Não fve podo adirãtir que o preparo dos catálogos coletivos para '
blicação requeira grande tempo.

pu

Incorre-se no risco de que, quando

editado com grande demora, já esteja desatualizado.
Portanto, um dos requisitos básicos é a rapidez e perfeição .

na pü'‘

blicação.
Desde que os cartões estejam perfurados (cizjo preparo requer

maior

tempo) a listagem do catálogo coletivo de periódicos de São

Paulo

será pràticemente realizada em 8 horas, usando-se e tabuladora,cuja
velocidade de impressão, frisamos, corresponde a três folhas ofício
por minuto.
.»
^
iilem disso poderão ser preparadas listagens parciais em pequena fra
ção de tempo a fin de atender consultas em. assmtas mais específi COS ,
Pretende-se efetuar a listagem utilizando m.atrizes para

impressão

no sistema "off-set", por exemplo, com a impressora Mu]tilith 1250,
Essas matrizes serão fabricadas em sistema de formulário contínuo -,
evitando frequente paralização da tabuladora.

Naturalmente,

para

perfeita elaboração da matriz de processo direto de impressão,serão
efetuadas certas adaptações na tabuladora e, principalroente, a colo
cação de fita própria para impressão na matriz."off-set"

processo

direto, que permite a tiragem até 1.500 copies,

natrízes

Us

*'off-set" de processo fotográfico permitem até 30.000 cópias.
Calcula-se que a economia de tempo será ponderável se evitar várias
etapas de serviços necessárias nos sis+'=^ac tradTcioneTS como:
1 - datilografia do original
2 - conferência do original
3 - datilografia das matrizes ou preparo da composição
provas

e

4 - conferências das provas (duas ou tres)
5 - coiTeçoes; refazer originais ou retificar a composição
6 - não permitir listagens frequentes pela impossibilidade
de reaproveitamento da composição (so possível pelo
processo fotográfico de preparo de matrizes).
È evidente que o sistema preconizado trará eficiência

em

níveis

constantemente reclamados pelos bjblio+ecéri^o c pesqui sadores-Além
disso, a seõp Ho ''stálogc coTebivo poderá, pericclicsmente, elaborar
listas em forma de suplementos, proporcionando, então,

frequentes

atualizações.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*

14

15

16

17

18

19

�21
7

GOOPSRAÇnO

BNTRB

.. S

BIBLIOTECAS

Estimular a cooperação das bibliotecas com o catálogo coletivo para
atingir processos mais aperfeiçoados de trabalho - deve ser a

preo

cupação,
Ha uma tendencia das bibliotecas se equiparem com a Flexowriter, I_s
to permite um intercâmbio bem eficiente-.

Cada biblioteca ao reali-

zar a catalogação dos periódicos com a Flexowriter poderá, sem

n_e

cessidade de trabalho acionai, duplicar fitas perfuradas e remete Ias para a sede do catálogo coletivo que, automaticamente, com

, a

perfuradora conversora fará o registro das informações no cartão,
á evidente que o sistema de remessa das informações nas próprias fi
tas perfuradas apresenta maior simplificação e economia de tempo

,

pois os dados são coligidos e indicados a partir de uma única etapa
de trabalho da biblioteca cooperante,
Nao se justifica tambóm a existência de equipamentos completos
cada biblioteca,

A orientação será a de possuir algimias

em

^maquinas

na, sede do catálogo coletivo e para as demais tarefas utilizar equi
pamentos de maior porte existente na região.

Outra solução ó a co£

pera.ção das demais bibliotecas a. fim de que exista o conjunto

com

pleto de equipr.mentos nurva única unidade que, no caso, seria a sede
do catálogo coletivo ou biblioteca central da rêde,
8

RBCOMBNDAÇSSS
Considerando a necessidade de simplificar p3.ra melhor aproveitamento de tempo necessário aos trabalhos da biblioteca;
Considerando que muitas unidades bibliotecárias possuem meios de

u

tilizar, em comum, equipamentos mecanizados de maior porte e custo;
Considerando que cs catálogos coletivos não podem se restringir

ao

acesso somente em sua sede;
Considerando que os catálogos coletivos devem ser publicados com re
■

gularidade, inclusive informando atualizadamente as alterações

dos

acervos;
Considerando que o catálogo coletivo ó o instrumento básico para

a

realização de um plano de aquisição cooperativa e planifiçada;
RBC

L—Siij
a) - que as sedes dos catalogos coletivos das diversas regiões

do

Brasil realizem estudos para aplicação de equipamentos mecanizados
em seus trabalhos e na publicação dos catálogos;

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�22.
b) - que as &gt;issociaçoes de Bibliotecários organizem grupos

de traba

Iho para estudos da mecanizaçcão nas bibliotecas;
c) - que a Reitoria da Universidade de Sao Paulo ofereça as

condi

ções indispensáveis de verba, equipamento e material pa,ra mecaniza ção do catálogo coletivo de periódicos;
d) - que as Universidades e outras instituições apliquem a

mecaniza

ção em seus serviços bibliográficos;
e) - que sejam estudadas normas catalográficas para aplicar em siste
mas mecanizados;
f) - que as sedes dos catálogos coletivos organizem e nantenham

um

acervo de obras sobre mecanização.

9

B I B L I 0 G R À F I u

- CUMii, Maria Luisa Monteiro da e LUTHOLD, Rosmarie — Catálogos co
letivos, são Paulo, Universidade, Biblioteca Central, 1958.

- General Information manual; mechanized library procedures,
York, International Business Machines, s.d, | 19p.
(File B20-8694-1)

|New

- KSNT, .illen - Textbook on mechanized infomation retrievaX»
York, Interscience 101903]
268p'.

New

- LITTON, Gaston - Como hacer una tesis de grado;
Tucunan, Univer
sidad Nacional, Biblioteca Central, 1965.
175p.
(Ciência
de la documentacion; serie 0; obras generales - v. extra n2 2)
- RIDENEUR, Louis N.; oHAW, líalph R. and HILL, A, G. - Bibliography
in an age of Science.
Urbana, University of Illinois Press
•
]cl95ll
9:^.
- 1'VTLLEfflN, Silvere - Técnica de los catalogos colectivosí guia
practica.
Boletin de la Ihesco para Ias bibliotecas. 20 (l):*
2-24, jan./fev.l966.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�Digitalizado
gentilmente por:

I

an
st e m
(•ercaclancnta

r-

14

15

16

17

18

19

��</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="14">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8956">
                <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8957">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8958">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8959">
                <text>1967</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8960">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8961">
                <text>São Paulo/SP</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10048">
              <text>O catálogo coletivo de periódicos de São Paulo e sua mecanização</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10049">
              <text>Hamar, Alfredo Américo </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="10050">
              <text> Appy, Rosmari Lüthold</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10051">
              <text>São Paulo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10052">
              <text>Febab</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10053">
              <text>1967</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10055">
              <text>Artigo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10056">
              <text>Catálogo Coletivo </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="10057">
              <text> Periódicos</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10058">
              <text>Após uma recapitulação de dados gerais acerca do Catálogo Coletivo, salientando sua função na atividade documentária e as diferenças entre os catálogos de livros e de periódicos, resume-se o histórico do Catálogo Coletivo de Periódicos em São Paulo, seu desenvolvimento atual e os planos para o futuro, em que surge, como necessidade premente, a implantação da mecanização. O trabalho descreve a evolução dos equipamentos e da as características dos que deverão ser utilizado na mecanização do catálogo coletivo com sede na Biblioteca Central da USP. Descreve os estudos e programação 4o cartão perfurado para registro das informações relativas aos periódicos, analisando as vantagens de eficiência e rapidez nos trabalhos.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65243">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
