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�sumí; RIO

1. Expanol^o d«i» cócol^is ãUi&lt;eríorKo
i.. Acervos bibliogríf icon, tipos de docucentos e e iUipaiiíontos

VM

. Especialização dos aeSrvos bibliográficos

-í».

experimentais nas Escolas Superiores

• Características da re^^jião
4.1 Rc;-;:ião Centro do Estado de São Paulo
4.2 Escolas Superiores existentes na rejião
4.3 Princípios para a inplantação de sistema
4.3.1 Cooperação e coordenação entre as bibliotecas.......
4.3.2 Catdlojo coletivo da re,*jião Centro do Estado de

São

Paulo

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4.3.3 Pro.^raaa para a realização
. Recomendações...
Blblicjrafiâ

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SINOPSE

Trabalho que analisa a situação das Sscclas Suaariores
na região Contrc do Nstadc do São Paulo be:r oomc as condiçoan das bi_
bliotecas univorsitírias.

Indica as vantaqans na apliariçao

de

um

sisteraa de atuisição planif içada e coopera tiva e principr, liTiontn a ne_
ces&amp;idade de existir maior cooperação ontre as unidades existentes
na região.

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�-4'1. Expansão das escolas superiores
Um dos grandes problemas que aflige, igualmente, todos os países
do mundo é o da expansão universitária.,

Na Europa, onde

existe

tradição iiniversitária tantas vezes centenar, há uma preocupação

uma
pelo

aspecto humanístico, com acentuado movimento de adaptação às necessid^
des modernas.

Nos países novos, assinala-se uma grande corrida às es-

colas superiores, obrigando uma crescente formação de novas escolas,
embriões de futuras universidades.
Uma das causas determinantes dêsse estE.io de coisas é a democratização da escola média que está levando cada vez maiores massas de j_ó
vens âs portas das universidades, quase nunca preparadas para recebêlos .
No Brasil o número de vagas é fixado por lei, considerando inst^
lações, recursos didáticos, número de professores, etc.

Porém esse l_i

mite de vagas permanece estático por grande tempo, devido a falta de
expansão dos recursos das escolas.
0 aumento da populaçeo escolar é contínuo.

Nessas escolas tradi_

cionais recebem anualmente um candidato dos seis, sete ou mais que
apresentam.

E evidente que esta situação deve ser aperfeiçoada,

constitui uma falha.

Além disso, muitas vezes por razões

se
pois

políticas,

criam-se escolas superiores indistintamente enchendo de pasmo os pa_í ses europeus nos quais o surgimento, hoje, de uma universidade, pelos
naturais compromissos que implica, constitui fato raro e marcante.
Vemos então dois aspectos fundamentais nesta questão:
a) aumento da população escolar está num crescendo,

como ca-

minho certo para educação mais completa do povo;
b) devido â má estruturação das escolas, à falta de instalações,
à criação desordenada das escolas, â falta de equipamento,
à escassez de docentes devidamente preparados, os candid^
tos que ingressam não têm um curso ideal e os que não ingressam perdem-se sem, ao menos, ter uma oportunidade que
lhes é devida.
Na 3a» Conferência Mundial das Universidades realiz.ada na cap_i tal do México, em 196o, foram aprovadas duas importantes decisões:
a) não fechar as portas das universidades a nenhuma inteligên
cia capaz de realizar bons estudos universitários, sug^ rindo a EXPANSSO;

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�-5■fe) não baixar, em hipótese alguma, os níveis intelectuais mín_i
mos para o ingresso e formação nas universidades,

de

mo-

do a manter padrões sempre altos.
Para o caso brasileiro, uma solução deve ser procurada o mais ràp_i
damente possível.

Acreditamos que a primeira providência seja a reali_

zação de um completo planejamento para as escolas superiores, porque,
de outro modo, pesando apenas razões secundárias para uma multiplicação,
desvirtua-se a sua alta função, dificultando a possibilidade de

man -

ter 03 eficientes níveis, absolutamente necessários.
E preciso não ignorar uma coisa: não basta haver alunos para se
pêr em funcionamento uma escola superior.

E necessário que haja profes

sores capazes, instalações adequadas, material didático suficiente, r_e
cursos de manutenção razoáveis e o que é de muita importância: bibliotecas bem aparelhadas para atenderem às necessidades do pesquisa

por

parte dos professôres e dos alunos em busca de aperfeiçoamento.
Quanto ao Estado de São Paulo de há uns lo anos para cá tem-se
criado escolas superiores em grande número pelo interior, por razões
de decentralização do ensino.

Muitas delas já se encontram bem estru-

turadas e funcionando em bom nível, depois de vencidas sérias

crises

e grandes dificuldades.
Sente-se, entretanto, que hs um grande desperdício de material humano, de material didático e de pesquisa justamente pela falta

de

maior entrosamento entre as escolas.
A verdade é que se não houver um planejamento e um aproveitamento
integral de todo o material existente nas instituições, surgirão grandes desequilíbrios que afetarão a vida normal das escolas superiores.
Grandes são as dificuldades para formar uma biblioteca, principalmente, universitária.

Uma biblioteca com excelente acêrvo é um

dos

equipamentos mais caros e essenciais de uma escola superior.
Essa conjugação de esforços, no sentido do melhorar os acêrvos,
planejando as aquisições é que se tenta atingir na região Centro do E^
tado de São Paulo.

Talvez seja o embrião que leve as instituições

a

uma nova forma de trabalho a intensa cooperação, em todos os setores.
2. Acêrvos bibliográficos, tipos de documentos e equipamentos experj^ mentais nas Escolas Superiores da região
0 desenvolvimento da rêde de escolas superiores em consequência da
disseminação da educação e cultura para áreas mais afastadas das capi-

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�tais, com a resultante integração do interior, tro-uxe paralelamonte a
nocessidade de serem organizados acervos bibliográficos e padrões míni
mos de eqtiipamentos experimentais, principalmente de laboratórios.
A formação dessas condições mínimes das instituições exigiu um esfôrço todo especial, além de programas bem estabelecidos para resultados reais e eficientes no setor didático e dc pesquisas.
Os equipamentos representam investimentos patrimoniais de grande
valor que bbviamente precisar ser utilizados dentro do uma frequência
bem acentuada.
As bibliotecas de cada instituição localizada no interior, gora_l monte as maiores e melhor providas da região ou local, também requerem
uma preocupação de constante aperfeiçoamento.
Se os equipamentos são de custo bem elevado, as Bibliotecas além
de apresentarem essa característica, exigem aplicações bem cíclicas

a

fim de não acarretar estagnação e retrocesso em seus acervos.
As dotações devem ter uma regularidade sistemática para atualiz^ ção do acervo e assim corresponder às qualificações do órgão que poss_i
bilita os 'conhecimentos mais avançados e de orientação indispensável
aos trabalhos de estudos e pesquisas.
Entretanto, considerando a intensa produção intelectual, científica e técnica, e consequente fluxo de documentos, constata-se que a sicondiçoes
tuação requer/bem mais amplas de que elevados recursos financeiros. E
necessária a adoção de progmmas que possibilitem naior eficiência nas
bibliotecas.
Pelas conclusões de especialistas que se preocupam -ea -a-nallsar
situação das bibliotecas, nota-se que a nova orientação se vincula

^a ■"
ao

desenvolvimento de intensos pro.gramas de colaboração e execução bem
objetiva.
Nas bibliotecas universitárias a multiplicação dos documentos

tem

um índice bem expressivo, pois os seus acervos sofrem uma rápida expari
são.
Assim é que esses acervos

rao se expandindo além da forma tradicio_

nal do livro; ràpidaraente exi^om outras formas de documentos elaborados
que ofereçam a informação aturlizada c melhor v&gt;o .'.''•rr

Os periódicos,

as toses, os documentos fônicos, visuais, os microfilmes, as microf_i chas, os catálogos de aparelhos, os filmes, os mapas, etc., reprosen tam uma gama bem complexa de variedades leo

M.fio-ocas

�-7univGrsitárias.
Todavia pela metodologia de estudos e pesquisas, nota-se nos periódicos um interesse fundamental.
informação mais recente.

Cumprem uma das funções essenciais!

a

São por assim dizers o alimento informativo.

Faltando, acarretam o retrocesso na atividade, principalmente,

de pes-

quisas .
Portanto, uma atenção especial lhes deve ser dedicada.

Mais se ju_s_

tifica 6sse cuidado porque nc seu conteúdo, muitas vezes, o periódico
não possui uma limitação definida e clara de campos de assuntos abrangí,
dos.

Há ainda o fator de progressiva multijlicação de títulos.

0 con-

trôle, a aquisição, acessibilidade tornam-s ■ nitidamente impossíveis de
serem atendidos pelas bibliotecas de maneira isolada.
Devo-se considerar ainda a dificuldade de serem formuladas normas
para imparcial selaçao dos periódicos sob o ponto de vista estrito
necessidade aos trabalhos das instituições.

de

Ao mesmo tempo se torna

complexo acompanhar a expansão de novos títulos e a aquisição pela bi,
blioteca, sem interferir com as disponibilidades financeiras para mari
ter os títulos dos quais já existem as coleções, às vezes completa.
Assim, o problema dos materiais bibliográficos, principalmente

os

periódicos, exige uma nova dimensão em certos aspectos da orientação
da biblioteca.
0 caminho que se apresenta mais lógico c perfeito é o de entros^ mento das coleções e respectiva aquisição.
Considerando também o desequilíbrio de custo das publicações peri,6
dicas, as dotações sempre oscilantes e o intenso desenvolvimento nas
instalações de novas escolas superiores no interior de São Paulo, torna-se imprescindível que, para a formação dos acêryoç bit&gt;liográficos,
tradicionais
devem ser abandonados métodos e comportamento/dos profissionais bibliotecários, evitando, acima de tudo, o isolamento.
Pela quantidade de títulos de periódicos existentes nas institui ”
ções, muitos duplicados ou triplicados, e a m'’-’''-” """^•^imldade do acesso, consequência das modernas vias rodoviárias e ferroviárias que li, gam os municípios, não se pode mais admitir um volume acentuado de repetições de aquisições.
0 intercâmbio e o empréstimo-entre-bibliotecas são condições

im -

portantes para serem aplicadas.
Pelas experiências tentadas por grupos de bibliotecários de outros
países, nota-se que os resultados aconselham o desenvolvimento

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um

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�-8programa de aquisição planifiçada e cooperativa, principalmente em regiões do interior onde o grupo de bibliotecas universitárias está

se

acentuando.
5. Especialização dos acervos bibliOi^cráf icos
Vivemos numa época em que a ciercia e técnica avançam num ritmo im
pressionante.

Qualquer país que queira vencer uma conjuntura difícil

tem de conjugar esforços para acompanhar a evolução e aplicar os recur_
sos mais atualizados.
0 homem, individualmente, não pode mais saber tudo de todos os cam
pos de conhecimento.
Para se apresentar algo em benefício da coletividade é necessária a
especialização, isto é, dedicar-se a um campo de estudo e nesse

setor

desenvolver trabalho intenso (completando com um padrão mínimo de cultvira geral).
0 mesmo problema acontece com as bibliotecas.

Já é distante a épo_

ca em que uma biblioteca podia reunir em seu acervo a maioria dos coni^
cimentos humanos.

Atualmente grande parto das bibliotecas forçosamen-

te tendem a se especializar, principalmente as de assuntos científicos
ou tecnológicos.
Essa especialização resulta, sem dúvida, em grandes benefícios.
Para um centro de pesquisas ou uma universidade, bem como escolas superiores, é necessário existir um acêrvo bibliográfico tão completo quanto possível em determinados campos de estudos.
Implica êsse conceito em outro ponto de bastante importâncias sòmen
te com acôrvo especializado torna-se possível uma biblioteca com os periódicos essenciais e com os livros necessários, e outros materiais bibliográficos, preparados, também, em bons padrões de acesso.
Paralelamonte deve existir a especialização do bibliotecário para
se atingir um resultado de eficiência.
Há necessidade, então, de analisar os limites da expansão da espec_i
alidade da biblioteca para que se tenha a condição básica de aquisição
adequada.
E muito importante para o pesquisador coleções básicas e completas,
bem organizadas, com acêrvo devidamente registrado e processado tbenie^
mente (indexação dos artigos de periódicos, bibliografias para orientação, listas de obras básicas, índices) do que amplos acervos mas sem

o

adequado tratamento.

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�-94. Características da região
Pela análise da região onde se propõe implantar o sistema de aquisição planificada se determina uma característica de perfeita interligação entre os diversos centros, que pode ser perfeitamente aproveitada no entrosamento das biloliotecas.

0 acesso rápido pelos aperfeiçoa-

dos sistemas de comunicação exige seja tentado o sistema de maior cooperação entre as bibliotecas, principalmente das escolas superiores.
Embora variando em suas especialidades, essas bibliotecas possuem
muitos assuntos de interesse comum como no campo das ciências puras:
Física, Química, Geologia, Matemática, etc.

Outras coincidem em seto-

res de Tecnologia e Ciências Aplicadas.
Portanto, por êsse lado, nota-se uma condição de exequibilidade do
plano.
Ao mesmo tempo, têdas as bibliotecas possuem alto interesse em melhor desenvolver seus aoêrvos.

A maioria pertence ao Sistema Estadual

do Ensino Superior, dentro das Universidades ou como Institutos Isolados, ligados â Secretaria da Educação de São Paulo.
Naturalmente, embora essas condições favoráveis, prèviamente devem
ser desenvolvidos estudos criteriosos para bem determinar a possibilidade de real execução a fim de que produza resultados compensadores

e

que incentivem o prosseguimento.
Do entrosamento inicial podem surgir novos programas de cooperação
em diferentes aspectos.
Na região, por estimativa, pode-se avaliar em cerca de 3oo.ooo volumes 0 acêrvo total e uma aplicação anual de verba correspondente a
í3S25o.000.000 (duzentos e cinquenta milhões de cruzeiros) nas

aquisi-

ções das bibliotecas.
4.1 Região Centro do Estado de São Paulo
Pelo mapa, em anexo, procurou-se indicar todos os centros existentes num ràio de loo quilômetros de São Carlos.
Analisando as características da região se nota um perfeito entrosamento pelo fácil acesso entre os diversos m'Jinicípios que possibilita,
de forma talvez ideal, a conjugação de esforços para um trabalho de
cooperação.
4•2 Escolas superiores exist entes na região
As escolas superiores da região estão distribuidas em três formas

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�4*1 - Situação regional do Centro do EstoS.Paulo

Ibitinga

Municípios dentro do raio de 100 km de São Carlos*
Assinalado por um
asterisco está o centro de gravidade da população total da mencionada
região.

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�-10diferentes- do-à-eppndêncis..-; at^—oficiais ligadas ás Universidades, os In_s
titutos Isolados ligados à Secretaria da Educação e as particulares.
A variedade de especialidades não í auito anpla, predominando

as

escolas ligadas ao setor de ciências, medicina e tecnologia.
C sistema de trabalho estabelece um expediente de dedicação

plena

de todos os professêros exigindo-se também a atividade de pesquisa. _E xiste, portanto, um potencial humano que exige uma perfeita instalação
das biblicteca.s como instrumeuco básico para influir nos trabalhos

de

pesquisas e estudo.
são todas instituições bem recentes, não iltrapassando o máximo

de

15 anos de existência.
Todavia essas instituições possuem suas bibliotecas ainda em
formação.

plena

Essa situação tem exigido novas medidas, como melhor orient^

ção nos acervos e iraicr aproveitamento.
As escolas superiores se distribuem por municípios do seguinte modo;
Mun_iç ip i o_ _^d e Sãp
Escola de Engenharia de São Carlos, USP
Escola Í3 Biblioteconomia o Documentação de São Carlos
Escola Superior de Educação Físic-a
Municíui q__d e _ ?í ra cicab;a
Eoccla Superior de Agr i cult-;ira Luiz de Queiroz, USP
Faculdade de Odontologia
Escola de Serviço■Social
Eaculdade de Ciências Econômicas
Município de R i b c 1 r ã 0 ^ Pr c t p
Faculdade de lieáicina d.e F.ioeirão Preto, USP
Faculdad e de Eiicsofia áe Ribeirão Pr^to
Escola de Enfermagem, USP
Faculc.cde de Farmácia e Odontologia
Eaculdac c de Eireito
Faculdade de Ciêncio.s Econômicas
Faculdade de Serviçc Sociai
Escola Superior de Belis Artes

Pacuidado de Filosofia
Faculdade ie Odontologi.a

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�-11Faculdade de Farmácia
Escola Superior de Belas Artes
Município de Pirassununga
Escola de Zootecnia
Município de Rio Claro
Faculdade de Filosofia
Município de JaBoticabal
Escola Superior de Agronomia
Município de Botucatú
Faculdade de Ciências Médicas
4»3 Princípios para a implantação do sistema
Certos princípios e roteiros de trabalho precisarão ser estabelecidos, analisando experiências de eutros projetos e avaliando os resultados de implantação do sistema.
Essa orientação será adotada numa forma de escalonamento de atendimento de deficiências mais evidentes nas 23 bibliotecas das instituições
de ensino superior da região.
Como formulação genérica teremos:
a) elaboração de convênios de cooperação entre as instituições
e suas bibliotecas;
b) organização do catálogo coletivo de periódicos e outros materiais bibliográficos da região Centro do Estado de São Paulo, utilizando-se as informações já existentes no Catálogo Coletivo da Região

São

Paulo e Mato Grosso, com sede na Biblioteca Central da TJSP;
c) programação das necessidades financeiras;
d) levantamento das condições existentes nas bibliotecas;
e) fixação de critérios para desenvolvimento dos trabalhos e av^
liação dbs resultados obtidos.
4•5•1 -Cooperação o coordenação entre as Bibliotecas
T

Tendo visto que há necessidade de um planejamento criterioso para

melhor atender ao problema das aquisições em bibliotecas, deve paralel^
mente existir um ambiente de cooperação e bem objetivo.
E essdncial o entrosamento constante entre as bibliotecas partici pantes da região a fim de fixar os encargos e organizar programas

de

trabalho. Devem os bibliotecários trocar opiniões com base em elementos

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�-12estatisti&lt;5cxs-i^elíit-i-vos-aQ^inovimenlo das tibliotecas.

Adoção de meios

rápidos para informar sôbre as atividades das instituições, pela biblio_
teca, dando uma orientação tão necessária aos pesquisadores que muitas
vezes trilham com pouca segurança caminhos que outros já percorreram
com firmeza e decisão.

A informação hem criteriosa elaborando-se índi-

ces, bibliografias, sumários.
Há grande possibilidade de eficiência nesse trabalho, principalmente quando o numero de participantes não é muito elevado com menor quantidade de assuntos e fontes,

Existem as condições para a formação

de

grupos bibliográficos incumbidos de levantatcnto e contrSle em determinados campos.
1 movimento dos acervos entre as bibliotecas vem atender um ponto
muito satisfatório para os pesquisadores,

Não se podo depender de cen-

tros mais afastados quando, muitas vezes, as obras solicitadas poderiam
existir na região mediante uma criteriosa aquisição e formação de acêrvos.
A rede de estradas de rodagem da região Centro do Estado ó uma das
mais perfeitas do pais.
tôdas as cidades,

Há linhas de Ônibus intermunicipais ligando

Um sistema de transporta simples, de bastante segu -

rança e rapidei pode ser feito usande-se maletas.
Não há dú/ida, os acervos das bibliotecas devem ser melhor aproveitados, para beilefício geral,
Além disso, um cata Jogo coletivo pederia dar a qua1qn'^r ■’'r.tor esoedo
a localização da obra que proeva-a,

Tesdo algum tempo, vom se tornando

necessário,
ITa cidade de São Cailos, centro da região (dentro de poucos môses
contando com um Centro de Processamento de Pados) e sede de uma Escola de
Biblioteconomia, localizar-se-ia um Centro de Processe-mento Técnico,
com maior capacidade de produção para facilitar aquisição cooperativa,
organização de catálogos coletivos, índices, bibliografias.

Sistema

reprográfico mais amplo e todos serviços que não se justificam existir
em cada^biblioteca isoladamente.
Pode-se afirmar que estamos num período vital para o desenvolvimento das bibliotecas e novos inscrumentos devem ser adot?&gt;d"'' r?"^a atenuar
o '‘cnos documentário" que tant ■ preccup.-

a +.-''■■■•

aos materiais

bibliográficos*

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�-134*3*2 - Catálogo coletivo da região.Centro do Estado de São Paulo
Considerando a situação de carência de tibliotecas especializadas
no interior de São Paulo e também de outras bibliotecas, a necessidade de ampla informação dos acêrvos, principalmente de periódicos,

e

emprêstimo-entre-bibliotecas, a normalização dos processos técnicos,
e aperfeiçoamento das coleçoos é que se justifica a organização do c^
tálogo coletivo nesta região.

Será um dos passos básicos para a im -

plantação do sistema de aquisição planificada, a se iniciar, prefereii
cialmente, com os periódicos.
A região Centro do Estado de São Paulo requer uma integração bi bliográfica a fim de que a área geográfica permaneça articulada

para

maior frequência de colaboração entre as melhores bibliotecas.
De forma bem clara as unidades bibliotecárias precisarão estabel_e
cer certos objetivos a serem cumpridos com eficiência, cornos
a) finalidade do catálogo coletivo;
b) tipos de catálogos coletivos;
c) distribuição geogr&lt;^fica;
d) uniformidade de processos técnicos;
e) condições de manutenção;
f) amplitude quanto á participação das bibliotecas;
g) padrões mínimos de equipamentos reprográficos.
4.3•3 - Programa para a realização
0 programa deverá, acima de tudo, procurar todos os recursos para
0 desenvolvimento óoordenado dos acôrvos e se aplicar nos materiais bi_
bliográficos de maior interêsse para o campo universitário e técnico.
Os assuntos serão escolhidos de acêrdo com as atividades mais desenvolvidas nas instituições.
0 plano procurará determinar campos de assuntos afins, distribuiri
do-se as instituições pela identidade de objetivos.
Portanto, além de assuntos comuns a tôdas as bibliotecas, como a_l
guns de ciências puras e ciências sociais, haverá também tentativas de
fixar a colaboração em assuntos ligados a part'^ ias •'nstituições.
Dêsse modo, a aquisição planificada será desenvolvida, principalmente, por assuntos.
Pelo levantamento efetuado das escolas superiores, de princípio,
se notam as possibilidades de execução do programa.
existentes na região são por especialidade:

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As instituições

�-7:^Engenharia

2

Biblioteconomia

1

Odontologia e ParmráciaJ
Serviço Social

2

Belas Artes

2

Medicina e Enfermagem 5
Filosofia

4

Direito

i

Ciências Econômicas

2

Agronomia

2

Educação Física

1

0 trabalho inicial será efetuado pela estruturação do grupo de trabalho com representantes das bibliotecas, procxirando atender a»
a) fixação das condições básicas de cooperação, inclusive na divulgação bibliográfica;
b) padrões mínimos de pessoal e equipamento;
c) determinação dos materiais bibliográficos que estarão submet^
dos â aquisição planifiçada e cooperativa;
d) critérios de seleção;
e) constituição de comissões mixtas, do bibliotecários e membros
do corpo docente para a seleção;
f) levantamento dos acêrvos da região;
g) código de empréstimo-entre-bibliotecas;
h) determinação de dotação mínima para as bibliotecas e assuntos
que se propcem a manter;
i) determinação do maior flexibilidade patrimonial que permita a
movimentação dos acêrvos;
j) escôlha de coleções a serem copiadas por processos reprográficos;
k) determinação dos assuntos em que se manterão as aquisições de
modo tanto quanto possível completo;
l) seminários, reuniões para discussão e análise dos resultados.
5. Recomendações
Considerando o nível de desenvolvimento da região Centro do Est^
do de São Paulo em sua rêde do bibliotecas universitárias; o aperfeiço^
^Hl^eijto havido no sistema de comunicação entre os municípios da região; a
necessidade de melhorar o aproveitamento do acôrvo bibliográfico, da rh
gião para oferecer melhores condições para as atividades das instituições;

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�-15s carên-oia de r^o«r-ggy^-pgTsr -alaxajrgeji, do- ma-naijrsr &lt;&gt;&lt;ym^-el7a'.jas'-í’cm't&amp;s- d©
formações ncs diversos setores especializados;
recomenda-SE
1 - que as bitlioteoas, principalmente universitárias, da região
Centro do Estado de São Paulo adotem o sistema de aquisição planifiçada;
2 - que seja solicitado às administrações das Escolas Superiores
da região Centro do Estado de São Paulo, ao Conselho Estadual de Educ^ ção de são paulo e à Universidade de São Paulo a constituição de grupo
de trabalho, composto de bibliotecários da região, com a finalidade de
estudar e aplicar a aquisição planifiçada e cooperativa;
3 - que cada biblioteca da região Centro do Estado de São Paulo
estabeleçam acôrdos para a organização de coleções especializadas

em

assuntos referentes aos municípios da região;
4 - que o Conselho Nacional de Pesquisas, Fundação de Amparo

â

Pesquisa do Estado de São Paulo, Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação Diretoria do Ensino Superior do MEC e Escolas Superiores
da região consignem em seus orçamentos verbas para aplicar em bibliotecas universitárias que possuam sistemas de aquisição planificada e cooperativa;
5 - que as Universidades oficiais o particulares do Brasil adotem
em suas bibliotecas o sistema de aquisição planificada, principalmente
para os periódicos.
6. Bibliografia
6.1 BRASIL. Instituto Brasileiro de Bibliografia e DocumontaçãoBibliotecas especializadas brasileiras. Guia para intercámbio bibliográfico.
Rio de Janeiro, 1962.
376p.
6.2 Cunha, Maria Luiza M. da e Lothold, Rosmarie - Catálogos coletivos.
são Paulo, Universidade. Biblioteca Central,1958•
45P*
6.5 Henriques, Thais Caldeira - Sistema de aquisição planificada
Fortaleza, Universidade do Ceará, 1963.
(mimeografado)
Trabalho apresentado ao Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 4°&gt; Fortaleza, 1963•
6.4 Paula, Affonso Celso M. de - Em torno da aquisição planific^
da.
(in Notí cias da ABB, Rio de Janeiro, 1^(8);I4-23 &gt;abr.
1965.

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Documentação&#13;
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