<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="742" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/742?output=omeka-xml" accessDate="2026-06-21T21:46:42-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="299">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/14/742/Febab_Sao_Paulo_Cdu_025_177_81.pdf</src>
      <authentication>48f2705b51ca2c76392a396eb58b55d0</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12461">
                  <text>�:r?-^.:„H ■'&gt;4-.a
■r^ .

-V

.,Éd

%ét

f

Síii^

"f{
, '4, /
&gt;Stí''í^'Í
■
w

V-

.4

,v&lt;r#

K.
^‘'Ííí^T"

^*•»«:.'i1
V
.'5
ív:
‘

T

r \ -

if

(Ç44€4?4r:Si-.'t^ '44. k:

ir'*

,,&gt;í.‘&gt;^S^t
'sÍ|44^4HH4 : :3 4":
\ &gt;{i-.4’c*«./ .*^/- V 'i
-1 4% ài,. 5. I
^ /'V
.,'■•■■'4 V
í? #
'
' ■^'^ i. ' '-X^:* fT • ^4%
4
jHr^H
"V •^MT" -m Iinph |;;| /
Digitalizado
gentilmente por:

■&gt;,'1

�f
V

COlTGiESSO

BE/iSILEIRO
SAO

DE

BIBLIOTECOlTOIIli S DOCmiElTTAÇAO

PAULO - 8 a 15 de Janeiro de 196?

PATEOCIBADO

PELO

HTSTITUTO EáCIONAL

Tema 7 - Instrumentos

niSTEirnEPTO

DQ ' LITEO

audio-visuais

AUDIO-VISUAIS

p^n
llyriam Gusmão- de Martins

025*1770981

«

CDD - 17a,

025UJ7(81)

^

CDU

MSG0R-3UDEI'E, Departamento de Recursos Humangs
Universidade ^Federal de Pernamloucíj * Curso de BlBliotecon^ia
9 Dacumentaçao.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�SUMÁRIO

1. Objetivo

1

2. Finalidade

2

3. Conceituação e Terminologia

3

4. Recursos audiovisuais no processo de Conianicação-Informação

4

5. Recursos audiovisuais como material especial de Biblioteca

5

6. Recursos audiovis\iais na transmissão de conhecimentos de Biblioblioteconomia e Documentação

6

7. Recursos audiovisuais como matéria do currículo de Biblioteconomia

8

8. Conclusões

9

9. Sugestões

10

10. Anexos;
I. Espécime do Questionário distribviido àoa Diretérios Acadêmicos
de Escolas de Biblioteconomia

do Brasil

II. Espécime do Questionário distribuido aos Professôres de Escolas de Biblioteconomia

do Brasil

III. Espécime de Questionário distPtbuido acs Diretores de Escolas
de Biblioteconomia do Brasil

-tf
IV. Enderêço de Centros Audiovisuais existentes no Brasil.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�Este trabalho ten por objetivo focalisar a situação presente, em âmbito nacional, sôbre o conhecimento, utilização e tratamento de Recursos Audiovisu
ais nas bibliotecas brasileiras.

1»1 - Coleta das, iaformações - Parte das informações foram obtidas

a-

través de questionários distribuidos às Escolas da Biblioteconomia do Brasil,par
te por observação in-loco, principalmente no que se refere às bibliotecas do Nor
deste do Brasil, e parte por outras vias de informação.

2.

FINALIDADE

Procura-se com o diagndstico apresentado chamar a atenção dos bibliote.
cários, diretores e professores de Escolas de Biblioteconomia para o problema do
Audiovisual como elemento indispensável no processo da Comunicação»

2.1 - Audiovisuais como elementos auxiliares de progresso

-

Quer

cm

áreas que atingiram certo gráu de desenvolvimento, quer naquelas em demarragem
para o desenvolvimento, a utilização de material audiovisual deverá ser encarado,
no processo de Comunicação, com o mesmo interôsse que o livro, a revista e o jor
nal.

3. CONCEITUACÃO E TERIjlNOLOGIA

Ao ser preparado êste trabalho verificou-se, através de respostas

aos

questionários (Anexos I, II e III), que o conceito de AUDIOVISUAL entre os bibli_
otecários brasileiros, com raras exceções, não era bem definido em alguns

casos

era mesmo errado.
3.1 - Conceituação - Tal situação deve-se em parte a três fatores:
a) ausência de familiaridade cem os recursos audiovisiiais durante

o

aprendizado escolar (nível elementar e mádio) do brasileiro comum;
b) não existência, dentro dos currículos das Escolas de Bibliotecono mia de uma cadeira, ou mesmo dentro dos programas de certas matárias, de um item
específico sôbre a coriíecção e utilização de material audiovisual;
c) falta de hábito ou desconhecimento, por parte da maioria dos profe^
sôres de Escolas de Biblioteconomia, das técnicas necessárias para a utilização

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�2.
dc recursos audiovisuais em suas próprias aulas.
Assim sendo, ó mister conceituar que sejam AUDIOVIbUAIS antes de tudo
que se venha a expôis

3,2 - Terminologia - Aqui, limitamo-nos a transcrever ipsii litteriis
trecho do trabalho da Professora Letícia de Farias, Chefe

da Secção de Audiovi-

suais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, publicado no Boletim Informativo . INEP-CBPE, Rio de ^aneiro (ll2); 3-5, nov. 1966, conforme autorização da
autora:
"HEIOS AUDIOVISUAIS SÃO RECURSOS PREDOMINAUTEiíÈNTE SENSORIAIS QUE, NO
PROCESSO DE COIIUNICAÇÃO, ILUSTRAM, COMPLETANDO OS RECURSOS VERBAIS,EN
RIQUECENDO A EXPERIENCIA, ESPECIFICANDO-A OU SUBSTITUINDO-A.
/
II - Embora tudo esteja englobado nos "audiovisuais", quer como auxi lios ou auxiliares, materiais, equipamentos, recursos ou meios, expe riências, técnicas, atividades, instituições, cada um desses substanti
vos mantém o seu sentido próprio, e, portanto, quando é usado e adjeti_
vado com audiovisual precisa ter reforçada a sua significação, quando
se escolhe uma e não outra expressão:
MATERIAL AUDIOVISUAL:

é a célula básica nvim processo de utilização dos
audiosivuais,

meios

Ex.: fita, fiLme, fotografia, diagrama,fan

toches, etc.
EOUIPAMSITO AUDIOVISUAL: é o instrumento de utilização do material ou materiais:
projetor, gravador, quadro negro, quadro do avisos, de
pregas, flanelógrafo;
auxílios ou AUXILIARES: traduções..literais das expressões inglesa e francêsa
(audiovisual aids, auxiliares audio-visuels); são sinônimos de meios ou recursos, realçando a função que prestam,
de colaboração ao comunicador, completando os meiso ver bais;
MEIO OU RECURSO AUDIOVISUAL; é o conjunto "material-equipamento",püsto em ação ,
dinamizado: projeção fixa ou cinematográfica, gravação

i

magnética ou de qualquer tipo;
EXPERIENCIA AUDIOVISUAL; é a vivência (como fonte ou como receptor) de um proce^
so de comunicação em que um ou vários meios ou recursos
audiovisuais são utilizados.

Ex; ilustrar, gravar, filmar;

ATIVIDADE AUDIOVISUAL; é dentre os recursos ou meios audiovisuais aquela forma
predominantemente dinâmica de ilustrar, pela ação. Ex: d_e
monstração, dramatização, experiência, excursão, visita;
INSTITUIÇÃO AUDIOVIoUAL; local onde se encontram materiais ou equipamentos tempo
rário ou permanentemente, artística e didaticamente dis -

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�3.
postos, para observação do público. Ex; Museus, exposições,
mostras.
TElCMCA AUDIOVISUAL;

é a aplicação das conquistas

científ.iias aos materiais, e_

quipamentos, recursos ou meios audiovisuais.
III - Uma classificação metódica e sujeita a progressivas modificações
também será útil e dela pode-se apresentar, aqui:&gt; apenas as categorias
básicasj. com ligeiros esclarecimentos, pois fácil se toma a enumera ção ou inclusão de qualquer novo elemento.

As possibilidades de real

e dinâmico entrozamento entre os vários elementos não podem também ser
esquecidasí
audiovisuais
EOUIPAI-IEMTOS DE UTILIZAÇÃO

MTERIAIS

PLANOS

VISUAIS

1 gráficos: diagramas, mapas e cartas,
J
gravuras esta,
tísticas
FOTOGRÁFICOS E TRANSPA RENCIAS

j

V
r cinematográficos (mudos)

QUADROS; aviso, negro, branco,
feltro, flanela, magnéti,
CO o
Diascépios, Episcépios, Epi
diáscépios.

PROJETORES FIXOS

PROJETORES CIííEMATOGRAFICOS

MODELOS, MODELOS DE FUNÇÃO,
SÕLIDOS

MOSTRUARIOS

ESPECII^IES
RSALIA '■

AQUARI0S,VIVEIR0S,TBRIUiTIOS,
ERVARIOS

VIVOS

RECEPTOR RADIOFÔNICO

PROGRAMAS RADIOFÔNICOS
AUDITIVOSI

RECEPTOR DE TELEVISÃO

PROGPlAI-ÍAS de televisão

INSTITUIÇÕES

ATIVIDADES
EXPERIÊNCIAS
DEI40NSTRAÇÕES

LABORATÓRIOS, EXPOSIÇÕES

MULTI -

EXCURSÕES

MUSEUS, JARDINS

SENSORIAIS

VISITAS

DRAMATIZAÇÕES

TEATROS

§

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�4. RECURSOS AUDIOVISUAIS NO FRQCES30 DE COMUNICAÇlO-IMFORMÁÇÃO
4.1 - O bibliotecário e o processo de Comimicação -

Até o século pas-

sado o bibliotecário brasileiro linitou-se a reunir na Biblioteca, como fontes
de informação e resultantes de um processo de comunicação; livros, manuscritos,
mapas, gravuras, medalhas e o indefectível globo terráqueo.

Do dibliotecário

nêstes áltimos tempos, integrado no processo acelerado de Informação, tem que se
exigir entre outras coisas que saiba enfrentar a nova catadupa da materais

que

se originou das novas técnicas de Comurâcação.

4.2 - Férma c tempo;

a modificação da mensagem condicionada ã tecno -

logia - Para a Biblioteca convergirão agora não documentos

nas

formas tradicionais: livros, revistas, manuscritos, mapas, etc., nas uma varieda
de crescente de doc\imontos gráficos e não gráficos que precisarão ser registra dos, estocados e recuperados.
Além disso, tende cada vez mais a se acentuar a interdependência

das

funções de bibliotecário, de documentalista, de arquivologista, de museélogo, de
fototécnico, de teatrélogo, de jornalista, de técnico de sonoplastia e de tantos
outros especialistas que hoje são exigidos para que se nova aceleradamente a com
plicada crjigrenagen da Comunicação.

4.3 - A missão do bibliotecário - I^Ianter o bibliotecário apartado

ou

indiferente às modificações cada vez mais rápidas e cada vez mais profundas

do

processo de Comunicação seria impcdí-lo de cvunprir sua missão de agente e ^ir dião da Informação.

4.31 - Os audiovisuais no cotidiano -Presente em todos os momentos

da

vida humana, os audiovisuais se integram aos demais documentos ou às novas técni
cas de Comunicação.
A família embevecida registra na fita magnética os primeiros balbucios
do nenem, as fotografias se sucedem a medida que a criança cresce e é dentro

de

una sala de cinema que às vezes começa m romance e não tarda que pequena máquina filme a saída dos noivos da igreja.
As férias servem para conhecer outrao formas de cultura e os museus,as
excursões, as variedades culinárias regionais, as paisagens comunicam através
dos olhos, do tato, do ouvido, do olfato e do pnladar novas sensações.
0 homem maduro que se empenha nas coleções de peças raras, de discos e
quadros selecionados de acôrdo com sua sensibilidade, nada mais faz que utilizar
audiovisuais.
Aquôles para quem a velhice toma a leitura um suplício e proibida

a

prática de esportes ainda resta um aparelho de rádio ou de televisão que lhes nã
tiga um pouco a sêde de evasão ou de ação.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�5.
4.52 - 0 bibliotecário como preservador da cultura— 0 bibliotecário
não pode esquecer, nunca, que tanbdm lhe cabe a função de preservar.

Difundir,

dinamizar a informação, o conhecimento, a arte, as letras ê função sua, mas tam
bém está entre suas atribuições específicas preservar para o futuro forraas mate_
riais decorrentes do processo de Oomunicação.

5. RECURaOS AUDIOVISUAIS COMO I'1&amp;TERIaL ESPECIAL DB BIBLIOTECA
5.1 - Materiais especiais nas bibliotecas brasileiras - De um modo geral as bibliotecas brasileiras servem principalmente de depásito aos seguintes
materiais especiais considerados dentro da classificação de audiovisuais:
a) gráficos
mapas e cartas geográficas
plantas e diagramas
fotografias
filmes sonoros e mudos
f) cartazes
g) gravuras e ilustrações
h) medalhas e moedas
i diapositivos e diafilmes
j discos e fitas gravadas.
Para utilização dêsse material, há projetores, gravadores, toca-discos
e em ^.Iguns casos, quadros de encaixe.

5.2 - Ausência de tratamento dos audiovisuais nas bibliotecas brasileiras - Com exceção das bibliotecas e/ou serviços de documentação
em que determinado tipo de material visual ou audível 6 em grande quantidade

ou

constitui a documentação básica da instituição, o comum é que as outras bibliote_
cas e/ou serviços de documentação não dêem ao material audiovisual um tratamento
adequado quer do ponto de vista de processamento, quer do ponto de vista de arma
zenagem, quer do ponto de vista do utilização (em decorrência principalmente dos
dois fatores anteriores).
Por outro lado, sendo as mensagens das fitas gravadas quase sempre
Jiransmitidas - por motivos de ordem econômica - a coleção de fitas não chega

a

constituir material de arquivo.
f
5.3 - Aparelhagem audiovisual - Conquanto os aparelhos de projeção: r£
trovisôres, diascápios, episcápios, epidiascápios, projetores cinematográficos
existam em grande parte das bibliotecas mais importantes brasileiras, seu uso

6

tão escasso que os bibliotecários, assoberbados com livros e periádicos, pouca a
tenção lhes dispensam.

Ferrugem e môfo nas lentes são a constante.

5.4 - Ausência de' atuação do bibliotecário em projetos audiovisuais 0 comum nas universidades brasileiras, nas repartições publicas e mesmo nas em prêsas particulares á que, discos, fitas gravadas, filmes de curta metragem, di^
positivos G cartazes pertençam exclusivamente a alçada de serviços de rádio,

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

de

19

�6.
extenção cultural ou relações públicas.

Quando muito, um bibliotecário á cha-

mado a opinar sôbre uma lista de títulos e o arranjo do material, desistindo se logo de seguir seus conselhor quando se vêem a braços com problemas de pessoal, de equipamento e de exigências técnicas.
A utilização de ilustrações em quadros o flanelúgrafos para preparação de aulas, de palestras, de exposições ainda não é objeto de cuidado de nos_
sas bibliotecas.

Cartazes e gráficos são inaproveitados por ser difícil loca-

lizá-los entre rolos empoeirados que se empilham em algum recanto propiciatú rio

- nem sempre da biblioteca.

6. RECURSOS AUDIOVISUAIS NA TRiJJSMISSãO DE JCONHECII-IEIjTOS DE
BIBLIOTECONOMA
Os professêres das Escolas de Biblioteconomia, no Brasil, utilizam na
tramsnissão de conhecimentos, principalmente, a preleção, conforme se verificou
pelas respostas dos questionários (Anexos I a IIl).

6.1 - Audiovisuais nas Escolas de Biblioteconomia - Embora as aulas
sejam ministradas principalmente à base de preleções, ainda assim:
a) 0 uso de material audiovisual 6 feito na maioria dos casos nas cadeiras
de Histária da Arte, Histúfia do Livro e de Raleografia que utiliza qirase exclu
sivamente êste meio.
b) verificou-se tambám que alguns professêres confundem os ensinamentos ministrados na Cadeira de Catelogação e Classificação de í'Iaterial Especial com os
ensinamentos das tácnicas de coleta, avaliação. confecção, produção, distribuição e conservação de materiais audiovisuais.

Naquela Cadeira, dada a exiguida-

de de tempo, são ensinados, quando muito, o tratamento e arquivamento de diafi_l
mes, diapositivos, discos, mapaz, filmes e gravuras.
Muitos bibliotecários ainda desconhecem que o microfilme não se inclui
na classificação de materiais audiovisuais mas sim dentro do Reprografia,
c) as técnicas de ensino preferidas pelos professêres das Cadeiras de Organização, Administração, Documentação e Referência foram as de atividades multisensoriais:

excursões, visitas, demonstrações e dramatizaçÕqs, sondo que

última raramento utilizada.

esta

Também são usados modêlos na Cadeira de Organiza -

ção.
d) os professêres das Cadeiras de Catalogação e Classificação quando utilizando, recursos audiovisuais para tramsnissão de conhecimentos, preferiram gráfi_
COS, cartazes, modêlos e cm alguns casos, demonstrações e visitas.
0 uso de flanelégrafo e ilustrações, tão adequados ao ensino das ca deiras técnicas do currículo de Biblioteconomia e Documentação bem como álbuns
seriados, não foram mencionados como era de se esperar.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�7
6.11 - Preconceitos e tabus - Ficou evidenciado que aquêles que exercem 0 magistério de Biblioteconomia

- com oxceção dos que em cursos especiais

receberam treinamento em audiovisuais

- têm uma imagem completamente distorci-

da do assunto.
Assim, acreditam por exemplo;
a) que o uso de audiovisuais requer aparelhagem cara e de difícil manuseio;
b) que o material audiovisual é caro e difícil de ser elaborado e obtido;
o) que uma aula usando técnicas audiovisuais exige muito mais tempo do preparação .
Por outro lado;
a) desconhecem ou reagem negativamente à idéia de que atualmente um professor ou conferencista, ao se colocar diante de um auditériv^, esté competindo com
profissionais de Teatro, de Televisão, de Rádio o de Cinema;
b) escandalizam-se ante a idéia do que a mensagem que tentam transmitir,por
ser mais difícil de ser assimilada, c pela quase obrigatoriedade que há em rec£
bô-la, precisa ser apresentada com as mesmas técnicas em que são transmitidas
outras mensagens da vida corrente.
c) desconhecem que a utilização de meior audiovisuais no ensino 6 muito mais
questão de poder criativo que de poder aquisitivo;
d) ignoram que os elementos preparados para \ima aula, com ligeiras adapta ções, pédem servir em inúmeros casos, ■ dependendo do sua sequência, posição

e

combinação,
Como comparação

- ainda que irreverente

- poderiamos dizer que

em

nossas universidades a transmissão de conhecimentos, de informações, de iúeias,
de uma mensagem nos chega vestida, senão de anquinhas, pelo menos de saias longas ou em maiô de saiote, enquanto que o receptor, no caso o aluno, recebe tô das as outras mensagens proporcionadas através da publicidade, do rádio, da televisão, dos jornais, das revistas,.do cinema, do teatro e da música, vestidas
' de biquino ou mini-sáia.

6.2 - Reflexo da ausência de técnicas de ensino avançado nas Escolas
de Biblioteconomia -

Não é de so estranhar, pois, que as turmas

de diplomandos cada vez sejam menos eficientes quando postas a trabalhar em no_s
sas bibliotecas ou que do meio dos alunos de nossas universidades surjam críticaa tãg violentas ao ensino que lhes ministram os "mestres", e que, êstes mes mos "mestres" vivam a se queixar do dosinterêsse o apatia das tuimas.

6.3 - Possibilidade de ser resolvido o problema - Vale entretanto re^
saltar que a quase maioria dos professôros que responderam aos questionários e£
tariam dispostos a empregar técnicas audiovisuais se;
a) houvesse um serviço para preparação do material audiovisual na prépria
cola de Biblioteconomia;

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�8
b) se as despesas cora material o confecção

os elementos fossem por conta

da Escola»
Também consideram que aulas à base de material audiovisual são muito
mais facilmente conduzidas.
Os alunos, representados pelos Diretérios Acadômicos, são unânimes em
considerar os audiovisuais como o melhor recurso na transmissão de conhecimentos e as aulas em que 8les são empregados como as mais interessantes e motivado ras.

7. RECURSOS AUDIOVISUAIS COKO lUJiSBlk DO CUiaiíCULO DE BIBLIO »
TECONOMIA

Observa-se que do alguns anos para cá tem havido por parte dos bibli£
tecários brasileiros um sincero empenho em acertar qual a melhor maneira do for
mas os profissionais de Biblioteconomia.
Procurando seu préprio caminho, atendendo mais às questões do nossa ín
dole que aos medêlos importados, procuram os bibliotecários o currículo que lhea
possibilite enfrentar ao mesmo tempo:
a) a tendência para o cmprêgo de técnicas avançadas de documentação visando
atender as solicitações da Ciência e Tecnologia;
b) estabelecimento do sistemas de serviços bibliotecários capazes de, numa
mesma região, contrabalançar a escasses de recursos de algumas unidades;
c) preparar técnicos capazes do integrar projetos de educaçao de base, e

de

adultos em regiões subdesenvolvidas ou ainda em desenvolvimento.
7.1 - Um currículo fér^» rin

idade nacional - 0 currículo mínimo a-

provado cm 1963 já não tem mais sentido e surgem novas esperanças com a criação
de Institutos de Comunicação e Faculdades do Documentação.
Parece que de repente todos aqueles que de vima forma ou de outra tl nJiam por função informar, resolveram responder unidos aos desafios da Com\inicação.
Então se entendo que não seja mais admissível uma Cadeira de Documen»
tação onde se atirem todos os itens que não podem ser distribuidos entre as demais cadeiras do currículo.

Também se entende que uma Escola que pretenda for-

mar futuros bibliotecários e documentalistas não admita sejam omitidos itens no
currículo como Arquivologia e ííuseologia.

7.2 - Onde encaixar os Audiovisuais? -Alguns professôrcs acreditam que
ensinamentos sôbre Audiovisuais possam ser ministrados dentro do prograr-ia de 0_r
ganização, outros, partindo de premissas falsas, dentro de Catalogação e Classi.
ficação do Materiais Espociais^ outros, até, dentro de Referência,

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�9.
Ora, dontro do processo de Comunicação os reciirsos audiovisuais são
empregados para facilitar, completar, tomar mais sensível a mensagem. So

on

nosso atual currículo o item Comunicacáo não ê abordado com o devido destaque,
como pode-se esperar que uma ténica ancilar mereça preeminência?

7.12 - Os Audiovisuais dontro da Comunicação - A coleta, confecção,
produção, distribuição, processamento, arquivamento, conservação e principal mente a avalização de material audiovisual poderia ser encaixado na Cadeira de
Organização da mesma fdrma como foi encaixada Seleção de Livros, no aprendizado sôbre o serviço de Aquisição ou como foi Auxílio aos Leitores no aprendizado sumário que se fazia sôbre o serviço de Referência, - não se trata de organizar apenas um serviço.
0 aprendizado

as técnicas audiovisuais pressupõem um conhecimento da

Teoria da Comunicação que infelizmente nunca foi objeto de estudo on Escolas de
Biblioteconomia.
A modificação do currículo visando preparar técnicos de informação
altura da clientela a servir, naturalmente dará aos AUDIOVISUaIS a atenção

a
que

êles merecem.

8. conclusSes
Do exposto podemos concluir queí
a) os bibliotecários brasileiros, com exceção daqueles que frequentaram
cursos, realizaram estágios e/ou trabalham em Centros Audiovisuais, quase desc£
nhecem o verdadeiro conceito e finalidade dos audiovisuais no processo de Comunicação;
b) por não ter sido previsto, nos currículos das. Escolas de Biblioteconomia
e Documentação o ensino da Teoria da Comunicação, toma-se difícil à maioria dos
bibliotecários brasileiros perceber até que ponto vai a competição entre o li vro e documentos sob formas tradicionais com as novas formas de transmitir mensagens.

Como consequência os bibliotecários brasileiros, em geral, preocupam-

se principalmente com a coleta, tratamento c guarda daqueles documentos tradici,
onais, relegando os equipamentos e materiais bem como atividades audiovisuais,
ao segundo plano.
c) além de não ser previsto dontro do currículo das Escolas de Bibliotecono
mia e Documentação, uma cadeira de Teoria da Comunicação e não

er ministrado

ensino específico sôbre a abaliação, utilização e confecção de materiais audiovisuais, tão pouco são usados, pela grande parte dos professores,métodos de trans
missão de conhecimentos de Biblioteconomia e Documentação utilizando-se técnicas
audiovism^.
d) a não inclusão nos currículos ou orogranas das Escolas de Bibliotecono mia, de Cadeiras sôbre Teoria da Comunicação ou de item específico sôbre Audiovisuais, fez com que os bibliotecários durante largo tempo não dessem ao assunto

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�10.
a atenção devida; deixando a outras profissões resolverem alguns problemas cujes
soluções são de atrib\iição inhorente ao bibliotecário.

9. SUGESTÕES

As sugestões propostas, atendendo ao qiaadro atual da profissão, podem
ser divididas em dois grupos:

9.1 - Sugestão nara as Escolas de Biblioteconomia e Documentação sob
regime do atual currículo:
a) procurar dar treinamento, dentro do programa de Organização, sôbre organização do serviço audiovisual e nas Cadeiras não tácnicas, onde melhor se en caixen: Teoria do Conhecimento, da Conuniêação e, Confecção o Avaliação de Ma terial Audiovisual;
b) organizar cuorsos intensivos, extra-curriculares, para treinamento en Audiovisuais;
c) proporcior^r bolsas e estágios en Centros Audiovisuais para alunos e pro
fessoros da Escola;
d) que as Escolas de Biblioteconomia providenciem para seus professores,
cursos de treinamento en Técnica de mnsino onde eles se faniliarizen con audiovisuais.

9.2 - Sugestão no caso da reformulação do currículo da Biblioteconenia
a) criação do rma Faculdade de Comunicação onde as técnicas Audiovisuais
seriam aprendidas no currículo en cadeira independente;
b) obrigatoriedade de estágio en Centro Audiovisual credenciado, para treinamento na coleta, corJTecção, produção, distribuição, tratamento, arquivamento, conservação c avaliação do material audiovisual bom como no manejo do equipamento e
na programação de atividades utilizando audiovisuais.

9.3 - Sugestão às Escolas do Biblioteconomia e Documentação en geral

Com ou sem reformulação do ensino universitário, con ou sen modificação dos
currículos, as Escolas de Biblioteconomia deverão providenciar através dos Conselhos, autorização para que os alunos egressos dessas Escolas se inscrevam no
Curso de Didática de Faculdade s

de Filosofia.

Como professoiesdeDidática

Espocial; deverão ser .esoolbidoa sempre bibliotecários que anteriomente obtiveram licenciatura.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�Tema 7 - Audiovismis

ANEXO

INSTITUIÇÕES E PESSOAS NO BRASIL QUE

PEIiNA]viBUCO

IV

COM AUDIOVISUAIS

GUAíABAR-a

AlTOARPE - Serviço de Extensão Kur^l de
Pernambuco - Av. Conselheiro Rosa e
Silva, 891 - Aflitos, Recife, ?E.
CENTRO DE RECURSOS AUDIOVISUAIS DO NORDESTE (Convênio SUDEÍJE/OSA/lFPe)
Av. Santos Dumont, 286 - Aflioos Recife, PE
CONSULADO GEPlAL AÍ'iE*iICANO - USIS - Seção de Filmes. Praça do Apoio, 2^3»
12 andar, s/lOl. Recife, PE
USAID - UILEDADE DE liEIOS DE COMUNICAÇÃO
Praça do Apoio, 243 - Reci^Pe3AHIA
(^AUPAi'IRA NACIONAT, DP w.DUCArÃO RURAL - MG
Antigo Museu de Arte da Bahia. Parque
de Ondina. Salvador, BA
CENTRO DE PREPARAÇÃO DE MTSRIAL DIDÁTICO

CAÍIPAOLi IíaCIONAL DE EDUCAÇÃO RURzlL - MC
Rua da Imprensa, 16 - Rio de Janeiro
I1'ISTITUT:0 NACIONAL DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS
INEP - CL ■- SEÇÃO DE AUDIOVISUAIS
Rua Volair.^ariüs da Pátria, 103 ■■ Térreo. Botafogo. Pão de Janeiro, GB.
MISSÃO NORTE-AMERICANA DE COOPERAÇÃO
ECONOMICA E TECÍíICA NO BRASIL - SERVIÇO DE MIOS DE COMUNICAÇÃO. Av.
Presidente Wilson, 165 s/608, Rio, GB
.SEIurrço.MCIONAL DE EDUCAÇÃ0_^SANITÁ1IÁ
Rua. Coelho Castro, 6 (Seção de Propaganda). Ri.o de Janeiro, GB
CMPÂ1ÍH.A y:A^-.T,NAT. DF ALFABETIZAÇÃO DF
ADUL^^OJ. DEPA-:TAMNTO NACIOANL DE EDUCAÇÃO - MEG - Rua da Imprersa, 16. Rio
SISTEMA P./Í.D10EDUGATIV0 NACIONM (sIRENA)
DNTl. M17... R ua da Imprensa, 16- Rio

ESPIRITO SA.NTO

SENAC - SERVIÇO NACIONAL DE APREÍIDIZAGEM
COMRCIAL. Av. General Justo, 307
Rio de Janeiro, C-B

CAMPANHA NACIONAL' DE EDUCAÇÃO RURAL - MC
Centro Audiovisual. Av. Florcntino
Ávidos, 514 - 82 andar. Vitória- FS

^0_P,âÜLg
CEiíTRC ÁUDTOVTÇíq/j_, WiãíGELJCO R Caixa
Postal 943’ Campinas, são Paulo,

MINAS GERAIS
PROGRaM de assistência BR;iSILEIRO-A-IEEI
CAÍA AO ENSINO ELEMCIÍTAR (PABAEE)
Instituto de Educaçío do Estado de
Minas Gerais. Ru;. "^arnajnbiico, s/l2
Belo Horizonte, MG
GUANABAIA.
INSTITUI'0 NACIONAL DE CINEI‘ÍA EDUCATIVO
MEC - Praça da República, 141 A, Rilo
de Janeiro, GB

CENTRO REGIONaL DE PESQUISAS EDUCaCIONAIS
PROIn, QUEIRdS FILHO. SERVIÇO DE RECURSOS AUDIOVISflAIS- Cidqde Urãversitátia
Caixa Postal' 5031- São Paulo, SP
Faculdade de ftlo30i^"a,cieiícias e letras
DA UlfiVERS.rDADE DE SÃO PaULO - Curso
de Pedagogia, São Paulo, SP.
PARANÁ
CAHPÀIíHA IÍACI3ALAL. DE EDUCAÇÃO RUR/i-L - MC
Av. 13 ds iíaio, 1158, Curitiba, PR

SSCRETAIIa DE EDUCAÇÃO E CULTURA - SU'iSFÇÃO DE líECURSOS AUDIOVISUAIS - ÂVc
Erasmo Braga, 118 - 112 s/6 - Rio gB

RIO GR/iNDE DC' aUj

USIS - S"EÇÃO DE CINEiRi DA Br’IBiiIXACA
AMERICi-NA - AV. Pres. Wilson, 147
Térreo, s/g - Rio de Janeiro, GB

CAMPANHil NACinNA,T. DF FDUCAÇÃO RURAL - MC
Av. Indeocndencia, 899. rCrto Alegre
RS.

MUSEU DA I.MGEM E DO SOM - Praça 15 de Novembro. Rio de Janentro, GB

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�PSSSOAS QUE TRiiri:^IiA?l COM AUDIOVISUAIS-^'

^

PERNAMBUCO
iAÁd^ZIL íL. SOrUA - SERVIÇO N.AGIOIilL DE ^iHlÈM)IZ/i.GEI'í COMERCIAL - Recife, PE
BEATRIZ FeRReIRA - DEGA -• Rua J ernanUes Vieira. Res.: Rua Major Nereu Guerra, 180
Casa Air.iarel,i. ■ Recife, PE - (Fantoches)
CLAUDE G. Ii.m’’ - CEKTnO DE HECÜRSOS AUDIOVISUAIS DO NORD.v,STE (SEUDEIffi/üLA/UFPS)
Av Santos D’miont, 286 -• Aflitos, Recife, PE
7004; Geórgia Street-Chevy Chase Maryland. Washington, DC, U.3.A.
ELZA CORDEIRO - OEl.TRO DE PJJCURSÜS AUDIOVISUAIS DO NORDESTE (sUDSííe/oEjí/UFPE)
Avo Santos Dujrrnt, 236 - Aflitos, iiecife, PE
GUIOíIAií F. OLIVEIRil - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMSRCIiiL.

Recife, PS

LUCILDa J. BATISTA DE OLITCIHA -■ SÒCTCO. lUnTOMAT, T\tí; iPPEíJDTTACinri COMERCIAL. Rôcife^PE
M/iRIA BERNÂ-nETE-OT.TwaPâ

,=!E&gt;W:rC0 NACIONAL DE APRElíDIZACEM COMEACIAL^.

GU/aLiBARA
CiUÍMOZINA iULiUJO - OTVISaO DE DIFESA SAIÍITaRIA ANIMA (BIBLIOTECA) M./igr. Av. Maracanã
Rio de Janeiro, GB
(Fantoches)
EDGAR DO NAoCIíISNTO TEIFFIPJi. - Escola Naval» Ilha de Villegagnon, líio de Janeiro, GB
J/iMES E. ASPER - CCCiíDENAÇãO DS RECURSOS TECNTiCOS DO SERVIÇO DE MEIOS DE COHUNICaÇSo
DA ÍUSSaO NORTE-jLERICANA DE COOPEiclÇÃO ECONÔMICA E TECNICA NO BRilSIL.
A.V. Presidente ■Wilson» 165, s/608 - Rio de Janeiro, GB
LETICIA M. SiiNTOS DE IMiRIA - SEÇÃO DE aUDIOVISUiilS. CEITTRO NnCIONaL DE PESQUIS;.S EDUCaCIONalS (iNSP)» Rua Voluntários da Pátria, 103. Rio
ILJITHa BOTELHO BalSTOS ~ DIVISÃO DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO Da MISSÃO NORTE-AMERICANA DE
GOOPEPJiçÃü ECONOHICA E TECNICA NO BRASIL, Av. Pr-sidente Wilson, 165s/600, Rio de Janeiro, GB
HOMERO F. DE OLI^/EIR/i - SERVIÇO DE MEIOS DE COrONICAÇÃO DA MISSÃO NORTE-AlviERICANÁ DE
GOOPEPJiÇÃO ECONOMIGA E TECIMCA NO BRASIL. Av. Pres.Wilson,165
NEIZii DIAS DA CRUZ AZEVEDO - SETOR DE iJPERFEIÇOiUENTO DO MGISTESlIO. ITE.
neiro, GB
RUT 3/iNTOS FIGUEIREDO

iào de Ja

INSTITUTO DE ADMINISTRiiÇÃO E GERENCIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CaTCÍLICA- Rua Marquês de São Vicente. Gávea. Pdo, GB
jSCOLíI naval, I i.ha de Villegagnon. PS.o de Janeiro, GB

SOLON LEOcJTSINIS - INSTI''’UTO DE EDUCAÇÃO. Rua Mariz e Barros. Rio de Janeiro, GB
SILVIO DC VALLE mãilJj - SERVIÇO DE M.'.IOS DE COMUNICAÇÃO DÁ CíISSÃO NORTE-.IMEPJCANA DS
COOPERAÇÃO F^ONCMICÂ E TECNIGA NO 3IaSIL. Av. Pres. 'Wilson,165
minas GBIUilS
mãak ONOLITA PEIXOTO - DEPíulTAÍííiíNTü DE...S'TUD([)S sociais Da lABAEE. INSTI'TUTO DE EDUCAÇÃO
DO aSTiJlO DE IíINaS GERAIS» Rua Pernanbuco, s. 12. Belo Horizonte
São PAULO
JOSE DIAM/JNTINO CCST;\ - FáCULDi.DE DE FILCSOIIA, CIÊNCIAS S LETR^iS Da UNIVERSIDADE DE
SÃO P.JILO, são Pí ulo, SP
CHICR.VLL. ILAIDAR - CPlPE» SEÇÃ3 DE GINElLi .IDUCaTIVO DO SXfiVIÇO DS RECURSOS aUDIOVISUAIS
Càixa Poõtal 5031» Sãe Paulo, SP
FONTES CONSULTiollS; Recursos Auliovisua.e na Escola, i:iBD.SITC, Revista AUDIOVISUAL,
Cei-if^vo r’n -'■•■cir’ ■' ' aòi evi'■••le ie dn ^ ■ 'rd
I Sc a n
Digitalizado
st e m
gentilmente por:
14
15
16
17
18

19

��• j| V

�18

19

��</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="14">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8956">
                <text>CBBD - Edição: 05 - Ano: 1967 (São Paulo/SP)&#13;
</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8957">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8958">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8959">
                <text>1967</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8960">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8961">
                <text>São Paulo/SP</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10244">
              <text>Instrumentos Audiovisuais</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10245">
              <text>Martins, Myrian Gusmão de</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10246">
              <text>São Paulo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10247">
              <text>Febab</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10248">
              <text>1967</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10250">
              <text>Artigo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10251">
              <text>Multimeios </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="10252">
              <text> Tratamento da informação</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="10253">
              <text>Este trabalho tem por objetivo focalizar a situação presente, em âmbito nacional, sobre o conhecimento, utilização e tratamento de Recursos Audiovisuais nas bibliotecas brasileiras. Parte das informações foram obtidas através de questionários distribuídos às Escolas da Biblioteconomia do Brasil, parte por observação in-loco, principalmente no que se refere às bibliotecas do Nordeste do Brasil, e parte por outras vias de informação.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65260">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
