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�V Congrecso Bracilciro àe Biblioteconomia e Documontaçao. Sao Paulo 8 a 15 de janeiro dc 1957» Patrocinado pelo Instituto Nacional do Livro

Tema 3»3 - Bibliotecas Infanto-juvenis

Literatura Infantil 0 sua difusão
por
Euth ;?ernor

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028.5

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LIT^lEATURA líTJT.^JJTIL J SUA UIPUSAC

A literatura infantil - alicorca das BiUliotacas Infantis, inspirou-me Gste tr^Uulho, cuju finalidade c, relatar a história do

livro:

infantil, dê;.de seus prinórdios aos dias atuais om que uma literatura rica 0 variada constituo a atraçao dos pequenos loitoros nas modernas

hi-

hlietecas infantis.
A literatura infantil nao se restringe a livros escritos e destinados espocialmonte às crianças; inclui tajnhém ohras em prosa e em verso que possam interessar aos jovens- H preciso lemhr-ar que poucos contos
populares c de fadas foram escritos espccialmente para crianças, ün todas as civilizações e em todos os tempos s'ntiu a humanidade o anseio
de transmitir aos pósteros algo do que receheu do passado. Pais -e contadores do todas ao épocas contavam histórias às crianças com a finalidade
de educá-las, adormecê-las ou emprestar vida, graça e alegria ao ambiente. Nasceram então as lendas, fábulas e histórias fantásticas. Sstas histórias s lecionadas pela própria e::igência infantil, deturpadas pela imeginaçao ao serem transmitidas de pais aos filhos, caminharam pelo tempo.
Mais ta.rde, recolhidas pela palavra falada, foram registradas. Surgiram
então os contos populares

A litera,tur.a infantil está em grande parte ex-

pressa nestes contos de origem remotíssima. Untre os gregos e romanos tár—
veram os contos popularos grande aceitaçao. firam histórias cheias de mistério e encantamento. A estas narrativas uniram-se as fábulas de Ssopo e
mais tarde aventuras extraordinárias e maravilhas de navegaçao, viagens
orientais, encontros com monstros marítimos o terrestes.

As

viagens

de Sindbad, de origem árabe, exprimem toda a lenda deste tempo, datando
provavelmente do século II. Vieram em seguida "As aventura-s de Marco Polo", "Mil e uma noites" e "A cançao de Solando".
No século XVII encontramos Perrault, que iniciou a verdadeira
literatura infantil. Recolheu o folclore e a tradiçao e transformou-os
em verdadeiras obras de arte. Sao da mesma época Cervcintes, La Pontaine,
Penolon e Mme. D'Aulnoy,
No século XVIII destacam-ses Daniel Defüe com "Robinson Crusoélí,
Jonatham Swift com as notáveis "Viagens de Gulliver"; o cônego

Schmidt

e Bürger com "As aventuras do baro.o de Ilunchhausen".
No começo do século XIX , os irmãos Grimra publicaram uma série
de narrações escolhidas para crianças. Neste mesmo século

surgiu

go da literatura infantil - ándercen. Jscreveu I56 maravilhosos
que abriram para todas as crianças do mundo as portas

o macontos,

da fantasia e da

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beleza.
Com o correr do tempo e o desenvolvimento de todos os setores
da atividade hiomana surgiu una literatura infantil ajustada às

idades

e aos interesses infantis. Apareceram então escritores corno' a condessa
de Ségur; Mathew J. Barrie com sua imortal obra "Peter Pan"j Collodi que
enco,ntou as crianças cora seu boneco de pau^ Pinoquio; Lewis Carrol com
"Alice no país das maravilhas"; Charles Bickensj Rudyard Kipling,iídmondo
de Amicis, Julio Vernc e ;3elna La,gerlbf. Julio Verne criou um novo gênero de literatura - o romance científico.
Com a valorizaoao do te:cto, o livro t,arabém se destaca como
obra de arte através de sua impressão c ilustração, Jdiçoes esmeradas
apareceram no mercano de livros e os pequenos leitores cada vez mais se
interessam por eles.
Técnica
Ba literatura infantil é pr.ciso usar muitos artifícios a fim
de interessar o pequeno leitor. Um muito usado é o dos animais que falam
outro ó o de bonecos anima,dos que assumem poderes humanosj pensando,discutindo, narrando. Uxemplo v.-uito ca.racterístico é a "Historio do soldadi
nho de chumbo", de Andersen, Â -^Omilia e o visconte de Sabugosa tornaramse famosos através de Monteiro Lobato. As árvores e plantas sao também
usadas como recurso. Alguns sores ganham p ;deres sobrenaturais, como pedras, DspolhoD, lâmpadas c ançia.' Bru:cas e feiticeiras sao possuidoras
do pós miraculorsos que operam ti-ansformaçoos nas pessoas, animais e plan
tas.
Os míiis modernos livros do literatura infantil já apresentam
forças ^ltômicas, poderes super-potentes que abrem rochas, atravessara aço
e aniquilara todas as resistências.
Tipos
Ba liter.atura infantil os tipos que se perpetuam sao aqueles
que simbolizam as virtudes, a sabedoria, a astúcia. Assim Pantagruel

e

Gargântua, Gulliver, Pinoquio.
Bo Brasil Honteiro Loba,to apresenta uma galeria de tipos perso
nificadores da virtude, do erro, do sa,bcr, da astúcia como Dona, Benta,
Bmilia, Podrinho, Fi-guras muito interessantes sao também a do escravo raà
tratado - o Bsgrinho- do Pastoreio e a. de Pedro líalazartes, símbolo da as
túcia e peraltice.
B preciso lembrar que a infância e a juventude necessitam

de

símbolos para fixarem suas ei.nçoes.Quando so escreve para crianças é necessário que o autor soja capaz de sentir o pequeno mundo espiritual in-

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fantil. 0 livro devo ter artej tanto na apresentaçaa material como

na

linguagem e no enredo.
Nos dias de hoje, infelizmente a boa literatura quasi nao

é

vista nas maos dos jovens. Os clássicos como Defòe, Andersen, Julio Verno foram substituidos por histórias do crimes e episódios monstruosos"
as fadas cubstituidas por fantasmas e as narrativas atraentes deram lugar a histórias em quadrinhos com muita figura e pouco texto.
Para combater esta situacao 6 preciso agir com cuidado

e in-

teligência. As crianças de hojo vivem era um mundo diferente daquele em
que viveram seus pais o avós.
Cabe aos pais, bibliotecários e educadores orientarem as crianças na escolha da boa literatura, colocando-as em centáto com histórias
interessantes c bem ilustradas. No Brasil já possuimos volumes atraentes
e bem ilustrados.
Literatura Inf intil Brasileira
A literatura infantil brasil .ira só começou a se manifestar nos
fins do século passado, quando a preocupação educacional se tornou

lama

realidade. Os livros cuidavam somente do ministrar instrução e doutrina,
apresentando páginas de autores sisudos mais indicados a adultos. 3 deste tipo o Ábccodário liascaronhas, publicado em 1882. Destinado a infância a sua alfabetizaçao, era uma coletâneade pesada enfadonha sabedoria.
Paltava-lhe o caráter de instrumento recreativo. 'Jm seguida tivemos

a

literatura didático-instrutiv'a, cora a .finalidade de levar a criança ao
mundo das cicncias.

Iram pequenas enciclopédias de noçoos úteis e apare-

ceram nó começo do século. Sao deste tipo os livros de Tomás Paulo

de

Bom iSucesso Galhardo, os de Pelisberto de Carvalho, Hilário Sibeiro

e

Abílio Cesar Borges, barao de Macaúvras. .Im l88l foi introduzido orn nosso
ensino o livro ''Cuore'’ do eminente escritor italia.no ..idiuondo de Aunicis.
A margem desta litorratura escolar, leram as nossas crianças e adelescentes
biografias, compilações do obras clássicas ou romancinlios populares

e

pequenos contos de crimes, som nenhum valor literário.
0 pioneiro da boa literatura infantil brasileira foi
Kopkc. :';mbora cscrovondo livros didáticos,

Joao

suas histórias eram tão cheias

de fa^ntasias c lendas r^ue as crianças começaram a ler suas páginas

por

divertimento c prazer.
Alberto Figueiredo Pirn .ntel,
publicou om 1894, pela editora

jernalista, p-.'Cta e romajicista,

.uaresma o primeiro livro para crianças -

Contos da Carochinha, reunindo a tradição oral do fabulário e da

lenda

brasileira. Dois anos depois, cm I896, publicou sou sogundo livro para

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crianças - "Histórias da Baratinha" 0 assim prosseguiu dedicando-se à
infancia.
seguida o professor Arna,ldo de Oliveira Ba,rreto lançou uma
das mais popularers coleçoos infeintíc- a Biblioteca Infantil das

edições

Melho rarnent o s,
jilm 1915j traduziu o "Patinho Poio" e esto livro assinaJa

um

passo decisivo no gênero com a apresentaçao e a divulgação do maior poeta da literatura infantil - .indersen.
lln 1918, Thales de ,.*ndrade publicou "A filha da floresta"

e,

no ano seguinte, "Saudade".
B no século

com Monteiro Lobato, que se consolida a litera-

tura infantil no Brasil. Em 1921 publicou o "Narizinho Arrebitado"

com

ima edição original do 50»5^0 exenpla,rcs. 0 livro provou ser ura sucesso.
Veio depois "C Saci",

"Pábulas" e "0 marques de Rabicó". Seguirari-.■»e

tros livros, todos com a.mplas tiragens e com ura público cada vez maior,
que aplaude a obra imensa do verdadeiro criador da literatura infantil
brasileira. As clássicas fadas foram substituidas por uma boneca viva e
cheia nao só de graça mas de idéias - a originalíssima -imilia. A "varinha
raâgioa" tornou--se mais convincente através do "pó do pirlirapimpim",
pirado e agindo como se fora uma grande descoberta científica. A
de dona Benta, a avó boa e .amiga, culta e tolerante representa

as-

figura
a razao

dentro da fantasia, substituindo os clássicos símbolos irracionais.
0 nosso folclore também foi muito bem contado através das histórias do tia Nartácia. As lendas sa,o discutidas, criticadas

ou aprova-

de.s por Pedrinho, Narizinho, l"milia, enfim por todos os personagens

do

sítio do Picapau .bnarslo. Lobato deu também cunho nacional às fábulas de
sopo, Hesíodo o La Pontaine.
Como vimos Lobato é um marco na literatura infantil brasileira '
e podemos dividí-la em 2 períodos; "antes o depois de Lobato", file é
figura máxima no gênero o muito contribuiu para despertar nosse

a

campo

o interesse de escritores e educadores.
Entre os escritores mais modernos devemos salientar Luoia Machado dc Almeida, com "Viagens maravilhosas de Maroo Polo" e "Na região dos
peixes fosforecentes"Leonardo Arroyo, autor consagrado com sua "História do galo" e "Você já foi a Baliia", além de inúmeras adaptações;,Gondin
da Fonseca, com "0 reino das maravilhas", coletânea de contos fantásticos,
Renato Soneca Fleury trouxe à luz vidas notáveis

de grandes vultos

na-

cionais, com magníficas biografias adaptadas à infância, Francisco Marins
além de obras de cunho nacional como "Aldeia Sagradea", obra premiada pela

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Áoadeinia Brasileira do Letras, "Território dos Bravos", "0 Bugre-deChapéu-de-Anta", escreveu as empolgantes aventuras das "Via.gcns ao mundo desconhecido", Viriato Corrêa com seu livro Casuza-

Srico Veríssimo,

escritor internacionaTmente conhecido puhlicou diversas histórias

in-

fantis como "Os três porquinhos pohros", "0 urso com música na barriga",
"As aventuras do aviao vermelho" e "Rosamaria no castelo encantado".
Merecem tambem menção

Francisco Aequarono, que além d.o

critor foi grande ilustrador de histórias infantis, Lourenço

es-

Filho,

Ofélia 0 Narbal Fontes, Gloria Régi, ^los oand, Nina oalvi, Virginia
Lefèvre,Os'./aldo Ütorni, escritor e ilustrador, Jannart lloutinho Ribeiro
e outros.
Atualmente a literatura

infantil brasileira pode ombrear-se

com as grandes literaturas inftar.tis da Inglaterra, Fra,nça, dstaó-os

Uni-

dos, Itália e outros países,
A Litora.tura Infantil o as Bibliotecas Inf3,ntís,
Todos os interessados na formaçao da mente infantil, quer se
trate de teóricos ou práticos, preocupara-se cora a leitura das crianças.
Quando nos aprofundamos no problema, surpreendemos aspectos interessantes, mas, encontramo-nos, muitas veses, face a algo aterrorizador.
verdade 6 que, cm nossas casas existem livros para crianças e

A

para

adultos.
Nos lares e nas escolas, existem livros quo, entretanto pelo
seu acúmulo e desarranjo, nem sempre merecera o nome de biblioteca.- Nada se faz para que seja/n um atrativo para os petizes. Nenhuma relação
é estabelecida entre livro e criança. Apesa,r do livro ser o

elemento

básico ferrnativo da criança, pais e mestres quando muito o utilizam como instrumento essencial ao estudo. Mais importante, porém, é despertar
0 amor ao, livro e arnôr à leitura.
A biblioteca infantil c corolário da literatura infantil.
A biblioteca 6 o centro,

em torno da qual deve girar tôda

a formaçac

intelectual e social, nao só da escola mas, por extensão, ao longo da
vida, também o da comunidade.
Divulgaçdo do livro infantil através da Biblioteca infantil
A importância das bibliotecas infantis é uma consequência natural das considerações anteriores. A sua função é divulgar,

dentro

de oriontaçao segura, para abrir às almas infantis um mundo real, e, ao
mesmo tempo, mar.wilhoso. Unir o distante e fundamentar a igualdade,noo
permitindo instalar-sc n?-s almas infeintís qualquer discriminação, por
mais leve quo soja.

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Compete—IhoSy antos do

tudoj encinar a arnar cs livros e uti-

lizá-los de vnodo a ortrair doles ensinamentos. Gaber lor é uma arte,
talvoz a mais difícil.
Para que as Bibliotecas Infantis preencham

esta função

so-

cial, cuja importância tom sido relegada a plano secundário, impoe-se
critério na organisaçao. A ordem ê um iraperativo que dove ocupar o primeiro lugar, sem naturalmcnte prescindir da seleção. Mas a caractéristica essencial das bibliotecas infantis 6 ser dinâmica, ou, melhor
zendo, viva. Tao viva como o espírito das crianças. Tao sadia e

di-

real

também,
A divulgação da literatura infantil através de bibliotecas infantis e a sua função precípua.. Á elas competes orientar a criançaj despertar o gosto pela leituraj o ancr aos livros c, pa,ra isco, devem promover e::posiçooB, concursos o competições, Ivcitura em grupo (leitura explicativa) pequenas palestras, representações de peças infantis,

pelas

crianças e para as cricaeças.
-dstas poucas linhas evidenciam que o mundo das crianças, o futuro mundo das crianças está. encerrado nas bibliotecas infantis. Estas
ampliarao os seus horizontes e serão o roteiro pelos anos a fora.
Atividades desenvolvidas pelas Bibliotecas Infantis de S.Paulo
lAna rede de 22 bibliotec&gt;is infantis acha-se presontemwnte funcionando em nossa capital, sendo uma biblictcce. central e 21 bibliotecas
ramais, localizad-.s cm bairros da nossa cidade.
Orgtinizadas para s: rvirem de centros do cultura, socialização
e rccreaçao. das crianças paulista.nas, estão instaladas cm edifícios confortáveis, construidos de maneira funcional, no qual a decoração c cuidadosamente estuda.da para tornar

o ambiente adequado e receptivo.Cons-

tituem um sr.gundo lar piara as crianças, que permanecem nas salas horas
atraidas pelas diversas atividades que donenvolvem, onde, além de

in-

tensificarem sua instrução^ melhoram sua formaçao, da,do o sadio ambiente era que convivem.
A coleção de livros 6 rica e variada: livros de contos, aventuras, lcnda,s, viagens, poesias, divulg.v-io científica e outros, todos
de livre acosso, peru’itindo ao pequeno leitor pôr—se em contato com

a

obra que procura e também com outras, dentro dos mais estritos princípios
da moral. Todó o trabalho é centralizado na Biblioteca Monteiro Lobato
(ribliotcca Central); seleção e aquisioao, registro, catalogaçao, classificação, etiquotagem e preparos finais.
Uma v^^.. _^ron..,."'

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raraaicj onclc fu.iciünários coi'T)Gt. nt:.B üg cnc?,rrsgara do oricnt :c os poq.UG—
nos cônsulontoc ora bu-ís loiturar.; g tra'ialhoe cscol.iros.
Todas as ativida,dcs lov.idas

efeito na Ti^olio l;'vca

Central^

isto 5, leitura q,uor no i'ecinto da iDifliotoca ou a donicílioj arte, música, tca.tro dc f.antoclios, hora do oonto, jogos educ..xtivos, cinema e teatro infantil, ctc. soo tarnbóra proporciona^dos aos frsouentadoros das

Idí-

bliotocas ramais. 0 númorc da loitoros 6 extraordinariamento unim3.dor*
Na Liblicteca Contrai, funciona ainda uma scc'.;,o Braillc

que

atonde as crianças coga.s proporcionando-llics livros em alfabeto Braillo,
para leitura no local e a domicílio. Jstá a cargo do uma bibliotecária
especializada que também cuida da adaptaçao espiritual de.s crianças

que

apresentam desvios psíquicos provenientes deste drama interior quo é

a

falte. dc. visão. Dovemos sa,li.;nt r que estas crianças p&gt;articipaja r.tivaxíiente de tôáas as fc-st.v.s realizad.as na biblioteca, quer através

da dança,

c.arito ou declamaça-o.
À Biblioteca Central competo a publicaç.co da Bibliografia
Literatura Infantil em Língua Portugpiêsa, quo vem sendo atualizada

de
por

suplvomentos.
Nossas unidades sc.co visita.dcis diariamente p&gt;or bibliotecários,
professores o o ■tud,.mtes, cu.c nos procuram com o iim do conhecer a organisaçao.
Os inúiaeros pedidos quo vimos recebendo do interior do ost^^^do,
de cidad.of; brasil"ir.'..e o mc;S,ii,o ó.o países esti-angeiros sôbrc o trabalho
dc&amp;onvolvido nas bibliotocas infantis, nos fasom crer que hoje, elas são
ccnhecidas nao só no 3r.:.sil como no oxterior, constituindo ura verdadeiro
padrao de centro oducacional infantil.

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BIELI0GH;.?IA SCEIÍ..

LIT'a..TUHA IEi'.ÃÍTIL

IBTHCBUíjlo

No troGoalho do corapilo.çao do material exiotente
Litera.tura Infantil conGtatrjnoo

a oxistcncia de livros nas mais

diversas línguas. Gomo a presente bibiiogra,fia se destina
estudioso brasileiro limitarrio-nos sômonto
Português, Fri.noüs, Italiano,
acreditarmos serem

sobro

Espanhol,

estas as línguas mais

a incluir livros
Alemão c Inglês,
fainiliarcs

aos

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ao
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por
nos-

sos leitores.

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�- 9 Portugucs

ÃTTOjOy Leonardo
0 tompo G o modos literatura infantil
outras notas.

Suo Pa,ulo^ Conselho

Lstadual de Cultura C1963D

ClD

Carvalhoj Sarhara Vasconcelos
Compêndio de literatura infantil.
2a. edição.

Sao Paulo, Leia,

1961.
200p. 19cm.

C2D

Duarte, lüunice (Breves) 1914Algumas idéias sôhre literatura
infantil.

S.L.p. s.c.p. s.d.

4p. 27cm.

i

C3Ü

Katzenstein, Ectti
Algo do que as crianças gostara de ler.
Sao Paulo,Faculdade do Filosofia, s.d.
91p. ilus. 23cm.

C4D

Lobato, José Bento Monteiro, 1892-1948.
A creança c a humanidade de cuiianha.
S.L.p. Secretaria da jducaçao e
Saúde, 1950*
13p. 19cm.

C33

Lourenço Filho, Manuel Bergstrom
Um inquérito sobro o que os moços
lem.

Sao Paulo, Irmãos Ferraz, 1928.

12p. 24cm.

C6D

Louzada, Afonso
0. cinema e a literatura na educaçao
da criança.

Rio de -Tanoiro, Imprensa

Nacional*, 1939 •
42p.

cm

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MaranhcOj Jartao
Liberdade dc pensamento o formaçao
da juvontudo,

Sio do Janoiroj

Ministério da

^ducaçao, 1959»

99p- 24cm.

C8j

Meirsl-.s.^ Oocilia
Problemas da litoratura infantil.
Belo dorizonto, Imprensa Oficial^
1951.
12p. 24cm.

C93

Leituras infantis.

líio de Janeiro,

Oficina Gráfica do Lopartariionto do
Lducaçao, 1934.
78p.

CIOD

Oliveira, Antenor Cantos dc, 1905“
Curso do literatura infantil.

Sao

Paulo, jiJditora Cantos de Oliveira, s.d.
l69p. l8cm.

CllD

Salem, ÍTazira, 19^4
Literatura infantil.

Sao Paulo,

Mestre Jou C1959J
26lp. retrs. 20cm.

C12D

Sales, Brasil
A literatura inxantil do Monteiro
Lobato.

Salvador, '"rogrrsso C1957H

317p. 22cm.

C133

Alemão
Eenfer, Hoinrich
Kampf dem Schcohtcn durcli das gute Buch.
2 Auflage.

Bortniund, Pulifuss, 1926.

148p.

cm

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�- 11 -

Kbnig, G
Der Viktoric-.nischo Gchulronan.

Berlin,
C15'J

1937.

Kofcter^ Horman L
Gesobiclito der doutchon Jugondlitcratur.
Braunschv/oig, \/o&amp;tt:ri:.idnri5 192? •
CI6D

44Sp.

'jolgast;; Hsinrich
Das Jlend unserer Jugendlitoratur.
6a. AuflagG.

Leipaig, V;undarlich5 s.d.
CI73

291p.

jüspanhol.
Anglss, Cipriano
La cscuüla y ol cuento.

Lima, Imprenta

IlincrA^a, 1931C18D

39p.

Arzubido, G
Apuntos sobro literatura infantil.
C19j

México, 1940 •

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Historia dc la liti.^ratura infantil
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Madrid^ Revista do Ooidento,

1959.
C20D

270p. ilus. 25cn.
dstados Unidos. Offioo of

iducation.

Mgjora.r.iionto dei material y ilustra—
cionos do los libros do ouentos y
revistas ilustradas para ninos o apropriados para gIIos, a fin de que su efccto
on l.a educación no sea prejudicial.
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>A literatura infantil - alicerce das Bibliotecas Infantis, inspirou-me este trabalho, cuja finalidade é relatar a história do livro infantil, desde seus primórdios aos dias atuais om que uma literatura rica e variada constituo a atração dos pequenos leitores nas modernas bibliotecas infantis.</text>
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