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CONGRESSO

BIBLIOTECONOMIA

SÂO

BRASILEIRO

E

DE

DOCUMENTAÇÃO

PAULO - 8 a 15 de janeiro de 1967

Patrocínio do
INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO

Organização da
FEDERAÇÃO BRASILEIRA
DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

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�COLÉGIO RIO BRANCO
Sede do Congresso: Av. Higienópolis, 996 — São Paulo

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�Professor
Raymundo Moniz de Aragão
Digníssimo Ministro da
Educação e Cultura

Presidente Honorário

DR. AUGUSTO MEYER
Diretor do Instituto Nacional do Livro
e Membro da Academia Brasileira de
Letras

Presidente Executivo
Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo
Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia

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��SUMARIO
Pág.
1

Homenagem
Presidência
Comissão de Honra

1
5

Gratidão
Precursores da biblioteconomia brasileira

7
9

Comissão organizadora
Objetivos
Organização
Temário

13
14
15
18

Reuniões
Exposições
Temário do l.° Simpósio de Bibliotecas em Emprêsas
Comissoã executiva

19
20
20
21

Relatores de temas
Comissão executiva do l.° Simpósio de Bibliotecas em Emprêsas

24
26

São Paulo (histórico e descrição)
Locais de interêsse turístico

28
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2

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GereacUinicnto

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14

�COMISSÃO DE HONRA
Doutor Laudo Natel, Governador do Estado de São Paulo.
Brigadeiro José Vicente de Faria Lima, Prefeito do Município
de São Paulo.
Dom Agnelo Bossi, Cardeal Arcebispo de São Paulo.
Reverendo José Borges dos Santos Junior, Membro do Conselho
Estadual de Educação.
Doutor Carlos Pasquale, Secretário da Educação do Estado de
São Paulo.
Doutor Mario Romeu de Luca, Secretário do Trabalho do Estado
de São Paulo.
Doutor Paulo Machado de Carvalho, Secretário do Govêrno do
Estado de São Paulo.
Doutor Araripe Serpa, Secretário da Educação e Cultura do Município de São Paulo.
Doutor Nelson Bernardes, Inspetor Regional do IBGE, em São
Paulo.
Professora Doutora Esther de Figpieiredo Ferraz, Diretora da Diretoria do Ensino Superior.
Professor Luis Antônio da Gama e Silva, Magnífico Reitor da
Universidade de São Paulo.
Professor Oswaldo Müller da Silva, Presidente do Instituto
Mackenzie.
Professor Oswaldo Bandeira de Mello, Magnífico Reitor da Universidade Católica de São Paulo.
Monsenhor José Salim, Magnífico Reitor da Universidade Católica
de Campinas.
Professor Zeferino Vaz, Magnífico Reitor da Universidade de
Campinas.
Professor Theodoreto de Arruda Souto, Diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da U.S.P.

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�General Jurandyr Bizarria Mamede, Comandante da 2.® Região
Militar do Ministério da Guerra.
Brigadeiro Carlos Alberto Sampaio de Oiiveira, Comandante da
4.» Zona Aérea.
Comandante Joaquim Januário de Araújo Coutinho, Presidente da
Comissão Naval em São Paulo.
Coronel João Batista Oliveira Figueiredo, Comandante da Fôrça
Pública do Estado de São Paulo.
Doutor Adonias Filho, Diretor da Biblioteca Nacional.
Doutor Brasilio Machado Neto, Fb-esidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Doutor Theobaldo De Nigris, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
Doutor Haroldo Schneider, Conselheiro do Serviço Nacional de
Aprendizagem Comercial.
Doutor J. Adhemar de Almeida Prado, Presidente do Jockey
Clube de São Paulo.
Doutor Enio Matheus Guazzelli, Diretor da Livraria Pioneira.
Professor Norton A. Severo Batista, Diretor Geral do Colégio Rio
Branco, da Fundação de Rotarianos de São Paulo.
Doutor Austregésilo de Athayde, Presidente da Academia Brasileira de Letras.
Doutor Pedro Antônio Oliveira Ribeiro Neto, Presidente da Academia Paulista de Letras e da União Estadual de Escritôres.
Doutor Francisco Marins, Presidente da Câmara Brasileira do
Livro.
Professora Maria Braz, Diretora da Divisão de Educação Fundamental do SESI.

— ()

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�GRATIDÃO

Ministério do Trabalho
Doutor Arnaldo Sussekind
Doutor Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira
Ministério da Educação e Cultura
Professor Josué Montello
Professor Antônio de Almeida Júnior
Professor Durmeval Trigueiro Mendes
Professora Nair Fortes Abu-Merhy
Professor Láucido de Mattos Garroux
Doutor Augusto Meyer Filho
São Paulo
Doutor José Antonio Rogê Ferreira, autor da lei
de regulamentação profissional do Bibliotecário
Professor Breno Di Grado, Assistente Técnico do
SEN AC, em São Paulo
Doutor Cyro Berlinck, Diretor Geral da Fundação
Escola de Sociologia e Política de So Paulo
Professor Gaston Litton, da Universidade de Oklahoma, EUA.
Doutor Francisco Patti, Diretor do Departamento
de Cultura da Prefeitura Municipal de São
Paulo, 1936-1964

- 7

cm

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14

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�PRECURSORES DA
BIBLIOTECCWOMIA BRASILEIRA

Manuel Cícero Peregrino da Silva
Diretor da Biblioteca Nacional,
1901-1924, com intervalos

Eurico Dória de Araújo Oóes
Fundador e Diretor da Biblioteca
Municipal de São Paulo, 1925-1935

Dorothy Muriel Gedds Gropp
Ministrou o Curso Elementar de
Biblioteconomia, no Mackenzie
College, em 1929

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�PRECURSORES DA
BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA

Adelpha S. Rodrigues de Figueiredo
Fundadora e Professora da Escola
de Biblioteconomia de São Paulo,
1938-1963

Rubens Borba Alves de Moraes
Diretor da Biblioteca Municipal de
São Paulo, 1935-1943

Sérgio Milliet da Costa e Silva
Diretor da Biblioteca Municipal,
1943-1959

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�COMISSÃO ORGANIZADORA

Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários
Associação Paulista de Bibliotecários
Conselho Federal de Biblioteconomia
Conselho Regional de Biblioteconomia — 8.“ Região —
São Paulo
Associação de Bibliotecários Municipais de São Paulo
Associação Campineira de Bibliotecários
Associação Sancarlense de Bibliotecários
Comissão Regional do Estado de São Paulo, do Instituto Nacional do Livro
Escola de Biblioteconomia da Fundação Escola Sociologia e Política de São Paulo
Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Católica
de Campinas
Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos

Federação do Comércio do Estado de São Paulo
Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

— 13

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�OBJETIVOS
0 V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação, patrocinado pelo Instituto Nacional do
Livro do Ministério da Educação e Cultura e organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários a realizar-se em São Paulo, de 8 a 15 de janeiro de 1967, terá como finalidades:
— desenvolver, entre os bibliotecários, estudos sistemáticos dos problemas de biblioteconomia e documentação I
— congraçamento dos bibliotecários de todo o Brasil,
num intercâmbio profissional, visando à unidade dos
trabalhos biblioteconômicos;
— estabelecimento de programas de cooperação e melhoria dos padrões nos setores de formação profissional, processos técnicos, bibliotecas gerais, bibliotecas universitárias e especializadas, informação cientifica, reprografia, instrumentos audio-visuais, movimento associativo e bibliotecas em empresas;
— realização de exposições, reuniões e atividades paralelas para possibilitar aos profissionais bibliotecários
maior conhecimento dos equipamentos e recursos que
possam aplicar nas bibliotecas e centros documentários ;
— determinar os planos e programas para a verdadeira
integração da Biblioteca como fator de progresso do
país, principalmente na educação e cultura.

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�ORGANIZAÇÃO
INSCRIÇÕES E PARTICIPAÇAO
Art. l.“ — São obrigatórias as inscrições para participação no
V Congresso e as taxas obedecerão às seguintes categorias:
BIBLIOTECÁRIOS
ACOMPANHANTES E OUVINTES
INSTITUIÇÕES
ENTIDADE EMPRESARIAL

Cr$
Cr$
Cr$
Cr3

15.000
20.000
30.000
50.000

§ 1.“ — Na categoria BIBLIOTECÁRIOS, inscrever-se-ão profissionais diplomados por Escolas de Biblioteconomia do Brasil.
§ 2.‘&gt; — Poderão se inscrever na categoria BIBLIOTECÁRIOS,
os profissionais diplomados por Escolas Estrangeiras, cujos diplomas tenham sido revalidados no Brasil.
§ 3.“ — A inscrição das Entidades dá direito ao recebimento
das publicações do Congresso.
§ 4.® — Todos os inscritos em quaisquer categorias, terão direito ao uso do distintivo e comparecimento às sessões e reuniões
sociais.
§ 5.® — Só terão direito à discussão, recebimento das publicações do Congresso e voto, os inscritos constantes dos parágrafos 1.®, 2.® e 3.®, quando representados por Bibliotecários.
Art. 2.® — Poderá haver convidados especiais ao V Congresso,
por iniciativa da Comissão Organizadora e Executiva.
PRESIDÊNCIA, COORDENAÇÃO, RELATORES
E SECRETÁRIOS
Art. 3.® — Haverá dois Presidentes do Congresso: um honorário e outro executivo, escolhido pela Comissão Organizadora.
Art. 4.® — Haverá uma Comissão Executiva cujos membros
serão convidados pela Comissão Organizadora. Constará de um
Coordenador-Relator Geral, um Coordenador-Relator Adjunto, um
15 —

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�Secretário Geral, um Secretário Executivo, um Primeiro Secretário, um Segundo Secretário, um Tesoureiro Geral, um Primeiro e
um Segundo Tesoureiros, um Coordenador de Relações Públicas,
três Coordenadores Adjuntos de Relações Públicas, um Coordenador Chefe do Boletim, dois Coordenadores Adjuntos do Boletim,
um Relator e Secretário para cada Tema e Comissão de Recepção.
I l.° — Os Secretários dsis Secções do Temário, serão escolhidos na Sessão preparatória, pelos respectivos Relatores, entre os
Bibliotecários inscritos no V Congresso.
§ 2.® — Os Coordenadores Especiais serão indicados pelo Presidente Executivo do Congresso.
AS SESSÕES
Art. 5.® — Durante o V Congresso serão efetuadas as seguintes Sessões: uma sessão preparatória: duas sessões solenes; uma
sessão plenária; sessões de trabalho para cada Tema.
§ único — As discussões e aprovação do temário e escolha da
Sede do VI Congresso serão feitas na Sessão Plenária.
Art. 6.® — A Sessão preparatória terá a seguinte ordem
do dia;
a)

apresentação dos membros da Comissão Executiva do
Congresso;
b) apresentação dos Coordenadores, Relatores e Secretários
das diversas Secções;
c) organização definitiva da lista de participantes do Congresso.
Art. 7.® — As Sessões solenes obedecerão ao cerimonial próprio.
Art. 8.® — A Sessão plenária constará de:
a) abertura pelo Presidente do Congresso;
b) leitura pelo Secretário Geral da correspondência recebida, avisos, etc.
c) indicação dos trabalhos a serem desenvolvidos;
d) convocação do Coordenador-Relator Geral e Adjunto;
e) convocação dos Relatores e Secretários;
f) apresentação dos temas desenvolvidos pelos Relatores e
as Resoluções das respectivas Secções;
g) resumo dos debates pelo Coordenador-Relator Geral;
h) encerramento pelo Presidente Executivo do Congresso.
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�PRAZOS E MANEIRA DE ESTUDO DOS TRABALHOS
SESSÃO PLENÁRIA
Art. 9.® — O Presidente do Congresso disporá de 10 (dez)
minutos para abrir a sessão, determinar a apresentação do expediente, indicar os assuntos a serem tratados e convocar o Coordenador-Relator Geral, Relatores e Secretários das respectivas
Secções.
Art. 10.® — Os Relatores dlsporão de 30 minutos para a
exposição dos trabalhos da respectiva Secção e resoluções aprovadas.
Art. 11.® — O Coordenador-Relator Geral disporá de 2 horas
para apresentar a sua apreciação crítica dos Relatórios oficiais e
fazer um relato geral dos trabalhos das Secções.
Art. 12.® — Os limites estabelecidos nos artigos 10.® e 11.®
poderão ser prorrogados a juízo do Presidente Executivo do
Congresso,
SESSÕES DO TEMÃRIO
Art. 13.® — Nas sessões dos respectivos temas, os trabalhos
serão lidos, por extenso ou abreviado pelos autores, a critério do
respectivo Relator. O prazo de exposição variará de acõrdo com
o número de trabalhos apresentados no tema.
Art. 14.® — Após as exposições dos autores, seguir-se-ão os
debates e a votação das proposições.
Art. 15.® — Será cancelada a discussão do trabalho cujo autor
não comparecer à Sessão respectiva.
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 16.® — Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão
Organizadora do Congresso.
Art. 17.® — Se fôr necessário, o Presidente Executivo do Congresso determinará sessões extraordinárias.

-

17 —

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�TEMÁRIO
TEMA CENTRAL — A BIBLIOTECA COMO FATOR DE
PROGRESSO
TEMA 1.
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5

—
—
—
—
—
—

TEMA 2.
2.1
2.2
2.3

—
—•
—
—

TEMA 3.
3.1
3.2
3.3
3.4
3.5
3.6

—
—
—
—
—
—
—

FORMAÇAO PROFISSIONAL
Currículo mínimo
Graduação, pós-graduação e doutoramento
Cursos de atualização
Cursos intensivos
Formação de professores

PROCESSOS TÉCNICOS
Atualização, mecanização
Aquisição cooperativa e planificada
Problemas de catalogação e de classificação. Normalização da técnica catalográfica. O catálogo sistemático nas bibliotecas especializadas. O emprêgo
das fichas perfuradas em bibliotecas e na documentação
2.4 — Permuta nacional e internacional de publicações
2.5 — As classificações hierárquicas e a indexação coordenada. Revisão e atualização da CDU
BIBLIOTECAS GERAIS
Bibliotecas nacionais
Bibliotecas públicas estaduais e municipais
Bibliotecas infanto-juvenis
Bibliotecas circulantes e ambulantes
Cooperação entre Bibliotecas
Sistemas regionais de bibliotecas (INL — Comissões Regionais)

TEMA 4.

— BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E
ESPECIALIZADAS
4.1 — Bibliotecas Universitárias
4.2 — Bibliotecas Especializadas
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�4.3 — Bibliotecas Escolares
4.4 — A Biblioteca e os deficientes da visão
4.5 — Cooperação entre Bibliotecas
TEMA 5. — INFORMAÇÃO CIENTIFICA
5.1 — Centros de documentação e informação técnicocientífica
5.2 — Coordenação dos serviços bibliográficos de resumos
e indexação
5.3 — Registro e recuperação de informação
5.4 — Terminologia científica
5.5 — Coordenação dos serviços de tradução
5.6 — Normalização da documentação (especialmente das
publicações primárias)
TEMA 6.
6.1
6.2
6.3
6.4

—
—
—
—
—

REPROGRAFIA
Microfilme, microficha
Xerografia
Instrumentos fotográficos
Métodos modernos de reprodução

TEMA 7. — INSTRUMENTOS AUDIO-VISUAIS
7.1 — Aparelhagem audio-visual
TEMA 8. — MOVIMENTO ASSOCIATIVO
8.1 — Movimento associativo nacional: Conselhos Nacional e Regionais de Biblioteconomia, FEBAB e Associações filiadas.
8.2 — Movimento associativo internacional: FIAB, FIAB/
GRAL, FID, FID/CLA, FID/CCC, ISO.
8.3 — Organização de Seminários e Congressos
REUNIÕES
PRIMEIRO SIMPÓSIO DE BIBLIOTECAS EM EMPRÊSAS
PRIMEIRO CONGRESSO DE CONSELHEIROS FEDERAIS E
‘Regionais de biblioteconomia
FUNDAÇAO DA ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DAS ESCOLAS DE
biblioteconomia
REUNIÃO DA FEDERAÇAO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES
DE BIBLIOTECÁRIOS
— 19 —

2

3

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11

�EXPOSIÇÕES
EXPOSIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E PADRÕES NO CAMPO DA
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (exibição de equipamentos, máquinas, utensilios e dispositivos para processamento e demonstração de métodos e técnicas de desempenho
de atividades biblioteconômicas e documentárias).
1." SIMPÓSIO DE BIBLIOTECAS EM EMPRÊSAS
TEMA CENTRAL — A BIBLIOTECA E A EMPBÊSA
1 — DA BIBLIOTECA
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5

—
—
—
—
—

Conceito e definição
Objetivos
Organização
Administração
Atividades
1.5.1
1.5.2
1.5.3
1.5.4
1.5.5
1.5.6

—
—
—
—
—
—

Bibliotecas ambulantes
Bibliotecas circulantes
Bibliotecas escolares
Bibliotecas especializadas
Carros biblioteca
Sucursais

2 — DA EMPRÊSA
2.1
2.2
2 3
2.4

—
—
—
—

Apoio à Biblioteca
Local adequado para funcionamento da Biblioteca
Pessoal para a Biblioteca
Divulgação da Biblioteca dentro da Emprêsa

20

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�COMISSÃO EXECUTIVA DO
V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO
PRESIDENTE HONORÁRIO
Dr. Augusto Meyer, Diretor do Instituto Nacional do Livro
e Membro da Academia Brasileira de Letras.
PRESIDENTE EXECUTIVO
Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo, Presidente do
Conselho Federal de Biblioteconomia e Presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários.
COORDENADOR-RELÁTOR GERAL
Bibliotecário Alfredo Américo Hamar, Diretor da Escola de
Biblioteconomia e Documentação de São Carlos. Membro
do Conselho Regional de Biblioteconomia — 8.® Região —
São Paulo.
COORDENADOR-ADJUNTO
Bibliotecária Maria Martha de Carvalho, Diretora da Escola
de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais e Membro do Conselho Regional de Biblioteconomia —
6.® Região — Minas Gerais.
SECRETARIO GERAL
Bibliotecário Oscar Manuel de Castro Ferreira, Professor da
Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos.
SECRETARIO EXECUTIVO
Bibliotecário Francisco Liberato de Mattos Carvalho, Diretor da Biblioteca do Tribunal de Justiça da Bahia e Professor da Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia.
PRIMEIRO SECRETARIO
Bibliotecária Marcelina Dantas, Chefe do Serviço de Extensão de Bibliotecas da Biblioteca Pública do Paraná e Membro do Conselho Federal de Biblioteconomia.
— 21 —

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�SEGUNDO SECRETÁRIO
Bibliotecária Maria Mãder Gonçalves, Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia — 9.® Região — Paraná.
TEISOUREIRO GERAL
Bibliotecária Maria Alice de Toledo Leite, Tesoureira da
Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Chefe
das Bibliotecas Circulantes do Serviço Social da Indústria de
São Paulo.
PRIMEIRO TESOUREIRO
Bibliotecária Heloisa de Almeida Prado, Chefe da Biblioteca
Central da Universidade Mackenzie, Professora da Escola de
Biblioteconomia de São Paulo e Membro do Conselho Federal
de Biblioteconomia.
SBXJUNDO TESOUREIRO
Bibliotecária Nolka Nascimento Freitas, Tesoureira da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Professõra da Escola de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional.
COORDENADOR DE RELAÇÕES PÜBLICAS
Bibliotecária Maria Antonieta Ferraz, Presidente da Associação Paulista de Bibliotecários, Professora da Escola de
Biblioteconomia de São Paulo e Membro do Conselho Regional de Biblioteconomia — 8.^ Região — São Paulo.
COORDENADORES ADJUNTOS DE RELAÇÕES PÜBLICAS
Bibliotecária Maria Pompéia Sampaio de Mello, Chefe da
Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz, São Paulo.
Bibliotecária Terezine Arantes Ferraz, Chefe da Biblioteca
da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.
Bibliotecária Maria Dorothea Barbosa^ Presidente da Associação de Bibliotecários do Paraná e Professõra do Curso de
Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal
do Paraná.
Bibliotecário Rodolfo Rocha Junior, Bibliotecário da Biblioteca Municipal de São Paulo e do Serviço Social da Indústria de São Paulo.

— 22 —

2

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�COMISSÃO DE RECEPÇÃO
Afra de Lima, Fernanda Piochi, Francis Sierra, Idelma
Pagliusi, Maria Cecília Fleury da Silveira, Elizabeth Rocha
Pimenta, Lais F. Carvalho, Cecilia Armentano, Dulce Moreira, Giselda Ribeiro de Souza, Gabriela Monteiro de Carvalho, Tereza Almasio Hamel e Maria Helena F. Aratangy.
COORDENADOR CHEFE DO BOLETIM DO V CONGRESSO
Bibliotecário Francisco Luna Figueiredo de Albuquerque,
Chefe do Serviço de Documentação da Diretoria do Ensino
Superior, do Ministério da Educação e Cultura.
COORDENADORES ADJUNTOS DO BOLETIM DO V CONGRESSO
Bibliotecária Esmeralda Maria de Aragão, Chefe da Biblioteca da Faculdade de Direito e Professora da Escola de
Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal
da Bahia.
Bibliotecária Adelia Leite Coelho, Presidente da Associação
dos Bibliotecários do Distrito Federal, Bibliotecária do Senado Federal e Vice-Presidente da FEBAB.
CHEFE DO CERIMONIAL
Dr. José Albino Pereira, Diretor de Relações Públicas da
Federação do Comércio, Centro do Comércio, SESC e SENAC,
do Estado de São Paulo.
COORDENADORES ESPECIAIS
Bibliotecária Maria Antonia Ribas Pinke Belfort de Mattos,
Presidente do CRB — 8.® Região.
Bibliotecária Azenate Senna de Oliveira, da SUDENE, Pernambuco.
Bibliotecária Maria Victoria de Menezes Camargo, da Universidade Federal de Minas Gerais.
Bibliotecária Elza Lyrio Mello, do Serviço de Documentação
da Secretaria da Saúde, São Paulo.
Bibliotecária Cecília Andreotti Atienza, da Universidade Católica de São Paulo.
Bibliotecãria Noemia Lentino, Professora da Escola de Biblioteconomia de São Paulo.
Bibliotecária Guiomar Pinto da Fonseca, Bibliotecária-chefe
do Departamento Médico do Serviço Civil do Estado.
Sr. Cláudio Zéri, do SADEC.
23

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�RELATORES DE TEMAS

TEMA CENTRAL — A BIBLIOTECA COMO FATOR DE
PROGRESSO
Acadêmico Josué Montello, Professor da Escola de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional, Membro do
Conselho Federal de Educação e Diretor do Museu
Histórico Nacional.
TEMA 1. — FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Bibliotecário Antonio Caetano Dias, Diretor dos Cursos da Biblioteca Nacional, Presidente da Associação
Brasileira de Bibliotecários e Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia — 7.® Região —
Guanabara.
TEMA 2.

— PROCESSOS TÉCNICOS
Bibliotecária Maria Luisa Monteiro da Cunha, Professora da Escola de Biblioteconomia, da Fundação
Escola de Sociologia e Politica de São Paulo e
Diretora da Biblioteca Central da Universidade de
São Paulo.

TEMA 3.

— BIBLIOTECAS GERAIS
Bibliotecária Lourdes Catharina Gregol, Chefe das
Bibliotecas do Serviço Social do Comércio do Rio
Grande do Sul, Presidente da Associação Riograndense de Bibliotecários e Membro do Conselho Federal de Biblioteconomia.

TEMA 4.

— BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E
ESPECIALIZADAS

4.1 — Bibliotecas Universitárias.
4.3 — Bibliotecas Escolares.
4.5 — Cooperação entre Bibliotecas.
Bibliotecária Felisbela Liberato de Mattos Carvalho,
Diretora da Escola de Biblioteconomia e Documentação, da Universidade Federal da Bahia e Membro
Conselho Regional de Biblioteconomia — 5.® Região
— Bahia.
— 24 —

cm

2

3

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�4.2 — Bibliotecas Especializadas.
4.4 —A Biblioteca e os deficientes da visão.
Bibliotecária Alice Camargo Guarnieri, Chefe da
Biblioteca do Instituto de Eletrotécnica, da USP e
Membro do Conselho Federal de Biblioteconomia.
TEMA 5. — INFORMAÇÃO CIENTIFICA
Bibliotecária Fernanda Leite Ribeiro, Professora da
Faculdade de Biblioteconomia e Informação Cientifica da Universidade de Brasília.
TEMA 6.

— REPKOGRAFIA
Bibiiotecária Lélia Galvão Caidas, Membro do Conselho Regional de Biblioteconomia — 7.“ Região —
Guanabara e Professôra dos Cursos de Biblioteconomia da Bibiioteca Nacional.

TEMA 7. — INSTRUMENTOS AUDIO-VISUAIS
Bibliotecária Myriam Gusmão de Martins, Chefe do
Serviço de Documentação do Departamento de Recursos Humanos da SUDENE e Professôra da Escola
de Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco.
TEMA 8. — MOVIMENTO ASSOCIATIVO
Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo, Presidente
da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia.
PRIMEIRO SIMPOSIO DE BIBLIOTECAS EM EMPRÊSAS
Bibliotecária Cacilda Basilio de Sousa Reis, Coordenadora Geral da Comissão Regional do Estado de
São Paulo, do Instituto Nacional do Livro.

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�COMISSÃO EXECUTIVA DO
1." SIMPÓSIO DE BIBLIOTECAS EM EMPRÊSAS
COORDENADOR-RELATOR GERAL
Bibliotecária Cacilda Basilio de Sousa Reis, Coordenadora
Geral da Comissão Regional do Estado de São Paulo, do
Instituto Nacional do Livro.
COORDENADORES-RELATORES ADJUNTOS
SETOR DA INDüSTRIA
Professor Antônio d’Ávila, Assessor Técnico da Diretoria do
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo.
Bibliotecária Maria Alice de Toledo Leite, Tesoureira da
Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Chefe
das Bibliotecas Circulantes do Serviço Social da Indústria
de São Paulo.
Bibliotecária Maria Helena H. Brandão, Chefe da Subdivisão de Bibliotecas do Serviço Social da Indústria de São
Paulo.
SETOR DO COMÉRCIO
Bibliotecária Zilda Therezinha Braga Braidato, Chefe da
Biblioteca da Federação do Comércio — SESC-SENAC do
Estado de São Paulo.
Bibliotecária Lourdes Catharina Gregol, Bibliotecária Chefe
do SESC, Rio Grande do Sul, e Presidente da Associação
Riograndense de Bibliotecários.
SECRETARIO GERAL
Bibliotecária Maria Alice de Toledo Leite, Tesoureira da
Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Chefe
das Bibliotecas Circulantes do Serviço Social da Indústria de
São Paulo.
SECRETARIO-BIXECUTIVO
Bibliotecária Maria Luiza Souza Queiroz. Estatistico da
Inspetoria Regional do IBGE em São Paulo.
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�SECRETÁRIOS
Bibliotecária Lúcia de Aguiar Bergamin, Bibliotecária-chefe
da Biblioteca Seraphim Gonçalves Pereira, das Organizações
Novo Mundo.
Contabilista Dea Rossatti, Secretária da Comissão Regional
do Estado de São Paulo, do Instituto Nacional do Livro.
COORDENADOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Bibliotecária Magaly França Villaça, Chefe da Biblioteca
Roberto Simonsen da FIESP-CIESP.
COORDENADORES ADJUNTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Bibliotecária Maria José Rua de Souza, Subchefe da Seção
de Livros da Biblioteca Roberto SimonSen da FIESP-CIESP.
Bibliotecária Sabina Pestalozzi, Subchefe da Seção de Referência da Biblioteca Roberto Simonsen da FIESP-CIESP.
COLABORADORES ESPECIAIS
Professor Breno Di Grado, Secretário-executivo do SADEC
— Serviço de Assistência Didática ao Ensino Comercial.
Professor João Jesus de Salles Pupo, Assessor da Diretoria
do Ensino Comercial do Ministério da Educação e Cultura
e Professor Catedrático da Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro.
Inspetor Láucido de Mattos Garroux, Assistente da Diretoria
do Ensino Comercial em São Paulo.

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�SÃO

PAULO

SÃO Paulo, hoje a maior cidade do país, a quarta do continente americano, com 5.194.929 habitantes,
foi durante a primeira metade de sua existência —
1554-1754 — quase somente o centro das bandeiras que
penetravam os sertões brasileiros em busca de riquezas.
Estagnada e pobre, a povoação modorrou dois séculos, enquanto seus filhos plantavam as sementes de
futuras cidades. Findo o ciclo do desbravamento os
paulistas voltaram as suas energias ao recém-chegado
café, no ano de 1800. Em pouco os cafezais verdejaram e a prosperidade se fêz sentir em todos os setores.
Ferrovias, rodovias e suntuosas residências são os signos exteriores dessa fase. Quando surgiram para o
café as grandes dificuldades, oriundas da l.“ Grande
Guerra e culminadas com a crise de 1929, os paulistas
decididamente começaram a fabricar aquilo que não podiam importar. São Paulo entrou em sua fase industrial, aumentou, cresceu. Trinta e cinco mil fábricas,
quase um milhão de operários e cinco trilhões de cruzeiros de produção são hoje o aspecto dinâmico e econômico de São Paulo.
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�Nos limites do planalto brasileiro, a cêrca de 76 km
do Atlântico elevam-se áreas montanhosas, formando
uma espécie de anfiteatro, o de São Paulo.
A área do município é de 1.515 km^ sendo 400 km%
ocupados com a zona urbana, seus 8.000 quilômetros de
ruas, com um total de meio milhão de prédios. Tem
uma altitude de 850 metros. Encontra-se no trópico do
Capricórnio e a temperatura média oscila entre 17 e
18 graus centígrados. Os principais cursos dágua do
município são: Tietê, Guarapiranga, Ipiranga, Itaquera,
Pinheiros, etc.
A cidade compõe-se, topogràficamente, de três
áreas: o núcleo principal, compreendido entre os rios
Tietê e Pinheiros, a área além Tietê, ainda com uns
poucos núcleos antigos e a área de Pinheiros, margeando
êsse rio. Não se pode dizer que existe um centro.
Os bancos ainda se concentram no antigo “Triângulo”, especialmente nas ruas 15 de Novembro e Álvares Penteado. O comércio, sobretudo as lojas de grande categoria, está por tôda a área central e avançando
pelas artérias principais de vários bairros: Augusta,
Pinheiros, Brás, Lapa, Santana, etc.
Apesar de seus quatro séculos de existência, São
Paulo é uma cidade moderna. A “picareta do progresso” demoliu-lhe o passado arquitetônico. O ímpeto imobiliário levou São Paulo à posição de maior cidade do
Brasil em apenas 20 anos. Só na periferia encontramos
alguns documentos autênticos dos primórdios da cidade:
0 Convento da Luz, de 1627; a Casa do Bandeirante,
de fins do século XVIII, em Pinheiros; a casa que pertenceu a P. Mateus Nunes Siqueira, no Tatuapé, de
1650 e algumas outras.
O crescimento vertical manifestou-se a partir de
1930-1940. São Paulo possui grandes prédios de concreto armado, tais como: Banco do Estado de São Paulo,
conjunto COPAN, Prédio Itália, Prédio da Gazeta, na
Avenida Paulista, em fase final de construção, etc.
Entre as construções de concreto armado há, relativamente, poucos espaços verdes para distrair o paulis— 29 —

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�tano: Jordim da Aclimação, com lago e parque infantil;
Jardim da Luz, em frente à estação ferroviária; praça
da República, em pleno Centro; Parque D. Pedro II,
onde se encontra a Assembléia Legislativa; Parque Siqueira Campos, na Avenida Paulista, amostra da primitiva mata do local; Praça Buenos Aires, na Angélica
e o Parque Ibirapuera, onde se encontram a Prefeitura
Municipal e o Palácio das Exposições (Bienal e Feiras
diversas).

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�Mais de 100 mil pessoas chegam diàriamente a São
Paulo, principalmente a negócios. A rigor a cidade
não é um centro de turismo, mas oferece ao visitante
muitos pontos de grande interêsse.
A rêde de museus da capital paulista proporciona
um roteiro amplo e valioso para o interessado em coisas
brasileiras, arte, etc. E sendo São Paulo obra de um
fantástico trabalho humano, vale citar as suas grandes
realizações urbanas, arquitetônicas e rodoviárias, entre
as quais avultam viadutos e a Via Anchieta.
Por outro lado, na cidade ou nos arredores podem
ser vistos e admirados alguns marcos que perpetuam a
presença do paulista em momentos decisivos da história
brasileira.
Cinqüenta milhões de espectadores freqüentam
anualmente os 200 cinemas da cidade, que são os maiores e os mais luxuosos do Brasil. Há 15 casas de teatro, às quais acorrem anualmente 600.000 pessoas. Grandes estádios e piscinas públicas, clubes com magníficas
e suntuosas sedes como Jockey Clube de São Paulo, Sociedade Hípica Paulista, Clube Atlético Paulistano, Esporte Clube Pinheiros, Clube Harmonia, Esporte Clube
Sírio.
Mas essa grande concentração de riqueza e atividade não se reduz às cifras estatísticas do mundo material. Propicia apoio e dilata a vida da arte e do espírito da civilização. O seu renome é grande através de
suas exposições internacionais — BIENAL DE ARTE
— e sobretudo pela sua rêde de bibliotecas públicas municipais, a maior do Continente Latinoamericano.

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�LOCAIS DE INTERÊSSE TURÍSTICO
Museu de Arte de São Paulo — Rua 7 de Abril, 230 — Variada
coleção de obras primas de mestres nacionais e estrangeiros.
Visita de 3.^ feira a domingo, das 14 às 19 horas.
Museu de Arte Contemporânea — Ibirapuera — Acervo ■ rico provenientes do antigo Museu de Arte Moderna e da Coleção F.
Matarazzo Sobrinho, com preciosa filmoteca. Aberto de 3.®
feira a domingo, das 13 às 20 horas.
Museu Paulista ou do Ipiranga — Maior museu da cidade, com
rica coleção histórica. Visitas de 3.®' feira a domingo das 12
às 17 horas.
Museu de Arte Brasileira — Possui grande variedade de cópias
de monumentos nacionais, inclusive os do Aleijadinho. Visitas
de 2.® a 6.® feira, das 8 às 12 e das 14 às 18 horas.
Museu da Cúria Metropolitana — Praça Clovis Bevilacqua, 37 —
Arte sacra.
Museu Zoológico — Avenida Nazaré, 481 — Fauna Brasileira.
Museu de Aeronáutica, Ciência e de Artes e Técnicas Populares
— Ibirapuera — Visitas: quintas, sábados, domingos e feriados das 14 às 18 horas.
Museu do Instituto de Pré-História — Cidade Universitária.
Pinacoteca do Estado — Praça da Luz, 2 — Óleos, estampas, gravuras e bronzes.
Parque Ibirapuera — Jardins, lagos e cinco palácios de arrojada
concepção arquitetônica de Oscar Niemeyer.
Zoológico — Água Funda.
Horto Florestal — Dez mil alqueires de matas e lagos; aí se encontra a residência de verão do Governador do Estado.
Instituto Butantã — Famoso em todo o mundo pelo seu serpentário.
Embú — Com o único monumento tipicamente jesuitico: a Igreja
Nossa Senhora do Rosário, minúscula, sóbria, original, cheia
de tesouros de arte.
Eldorado — À margem da reprêsa Billings.
Via Anchieta — Uma das mais belas auto-estradas do país, ligando São Paulo a Santos através da Serra do Mar, passando por
Cubatão, parque industrial petroquímico e siderúrgico. De
Santos vai-se à São Vicente, «célula mater» da colonização
portuguesa, e a Guarujá, a famosa «Riviera Paulista», que
exibe residências de verão.
Notas tiradas do «Guia dos Teietones», São Paulo, 1966.

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São Paulo - Brasil

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