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                  <text>7? coi-7gpj:sso bpasileiro de bieliotecomo^^ia
E DOCür&gt;7EnTfiG75o, Belén

29

dc

julho

a

4

dc agosto de 1973.

CDU 025.45 CDÜS354.621.3
CDD 025.4
353.8081

CjTRO.r.

•“

Ur?.a 0::periência

H CDü EO COIMROLE DS DOCUMENTO MÃO

CONVEM

CIOMAIS, cor Noraianda Santos Miranda,

Sue

lena Pinto Bandeira e Matie Mogi.

ConcGlhvei?;a do Conselho Regional de Biblio
tecone.niia, registro

provisório

-

CRB-1

Conselheira do Conselho Regional de Biblio
teconomia, registro

provisório

Bibliotecária, registro

-

CRB-1

provisório -CRB-1

I BB D / C D U

Digitalizado
gentilmente por:

�S

cm

2

3

4

5

U

íl

í

P

I

o

1.

II-^TPODUÇfO

2.

ROTIN.? DE OPEP.?^.C^O

3.

DIFICULDADES EUCOnTPADAS

4.

PLAUOS FUTUROS

5.

COUCLUSÃO

6.

BIBLIOGRAFIA

6

Digitalizado
gentilmente por:

�A COU no CCUTP0L5 TZ D0CU-'I:MT:&gt;3

1.

CO]n'ENCIOIJ.-'IS

lílTRCDUÇÃO

0 trrabalho que aqui apresentardes. ten por finalidade
crever as c::peri5r.cias feitas na 1'iivisão de Segurança e
ções do nir.istério das í^inas e Energia - DSI/!R''Er

des

Informa

em matéria

informação, e, ao mesmo tempo, mostrar a aplicabilidade da

de
Cla^

sificação feairral Universal em. serviços não convencionais de
cumentacão. Minq':ém ignora,

o

nílmero de cbjecooa

feitas â CDU,

quer por pa.rv.e d*queles qua a acusam^ de demasiada minúcia,
por parte cos qu':

do

quer

vem nela suficiente flexibilidade para

tingir os &lt;'.ss’.;ntos específicos do seu interesse.
é mostrar rena e-.pa.riêucia que julgar.os válida,
fora da utilização tradicicnnl,

ou seja,

Mossa

a

intenção

do emnrego da CDU

dos Centros

de Documien

tação e EMlioieoas,
A USi/M-ld G um setor cuo recebe documentos
de interesse
%
específico do Ministério, relativos ã energia elétrica
e
nucle
ar, beneficiamento e exploraçcão de minérrios,
têgicos da ãrdo sogurarçu,

levantamentos estra

petrõloo e derivados,

etc.,

além

de material iafssm.a:-.ivo do.s mais vr.riad'.'s assuntos e origens.
ter lig and a-SC a.cn suas Ci..:igéi:eres , difunde

e

In

recebe documentos

que inter-íssaTi a segs.rar.ça nacional. Tra:a-se de um. sistema
centralizado, oude o material recebido não segue para

um

de^
setor

único da organização para ser posteriormnnte distribuído, mas ê,
automaticamente expedido e difundido entre os vários órgãos

de

segurança, de acordo cora o grau de interesse que apresente
xo 1 -

(Ane

Organograma da Estrutura da Dfl),
Como é sabido,

na administração.,

os docum.entos têm,

nor

mialmente, det.erminado prazo para prescrivção. Entretanto,neste ra
mo de informação, eles podemL permanecer por tempo indefinido,ba£
tande para isco qiae esteja sempre em-evidência o assunto

neles

contido.
Df^de r.;uito,

nos órgãos públicos,

ven sendo

tentado

um

sistema de classificação que favoreça a recuperação rápida

dos

documentos arcuivades.

no

sen

17

18

g

0 Exército Macional,

Digitalizado
gentilmente por:

^Scan

mor exemolo,

JÊÊ^
14

15

16

i

�5.

tido de aperfeiçoar c dar maior funcionalidade a seus arquivos
já em. 1938, no entac f'inistéric da (^uorra,
ado na Classificação Decimal de Dev’ey,

6a.

Região,

criou um sistena base

para aplicação nos

m.entos e arquivos daquele órgão. Ma Bahia,
tal adaptação foi utilizada,

,

docu

no Quartel General da

com êxito, para o raesmo

fin. A Divisão Principal de Assuntos ou Sumário do Sistema ficou
assira distribuído;

000/009

Generalidades

100/199

Organização

200/299

Arte e ciência militar

300/399

Formas c tipos de guerra,

inclusive guer

rilha
400/499

Feitos militares

500/599

Cumprimento de missões não-operacionais

600/699

Forças terrestres na evolução na naciona
lidade

700/799

Forças terrestres por forças componentes

GOO/899

Literatura

900/999

Assuntos não classificados

Como se vê, o sistema adotado baseava- se
estrutural da CDD, tendo sido feita uma adaptação

numa

imitação

cvidentem.ente

sugerida pelas necessidades do órgão que a utili.zava.
Na DSI/NML] foi escolhida a Classificação Decimial
sal por vários m.oti''’-os, dentre os quais,

pela sua reconhecida ri^

queza de subdivisões, pela sua flexibilidade
assuntos nc mesmo código,
cação analítico'"Sintético,

Univer

em

agrupar vários

o que lhe confere carater de

classifi

e por possuir tabelas auxiliares

que

favorecem a classificação de modo mais específico.
Foi no ano de 1971 que ela começou a ser utilizada neste
órgão.

O trabalho foi iniciado por um funcionário da casa.

em Biblioteconomia que,
so de classificacão,

embora não possuindo vivência do

proce£

valeu-se das exmlicacões introdutórias

Edição Abreviada Portuguesa,
ro de documentos,

leigo

conseguindo classificar grande núme

enfrentando as dificuldades que todos

Digitalizado
gentilmente por:

da

podemos'

�6.

imaginar, mas com relativo êxito.
Este fato é,

em si,

altamente signifjcativo,visto

que

serve de contra prova às alegadas dificuldades insuperáveis

da

CDU. Dal não se hã de inferir a inutilidade do bibliotecário for
mado para a utilização da CDU. O próprio desenvolvimento do
balho realizado na DSI veio demonstrar a imprescindível

necess^

dade da presença de técnico especializado.

Queremos,

porém,

tra o parecer de não poucos profissionais,

ressaltar

a

aplicabilidade da CDU em trabalho de documentação

e

científica. 0 aumento quantitativo e a complexidade

tra

con
fácil

informação
do

serviço

exigiram a colaboração de pessoal técnico especializado,
A partir de 1972,

fruto da expansão natural

ção, o número de documentos cresceu vultosam.ente,
dia diária de 20
100
mes,

(cem)

(vinte)

expedidos,

telex,

da organiza

atingindo a mé

documentos recebidos para

incluindo-se aí processos,

vima cifra de

telegramas,infor

encaminhamentos, etc.

Convim mencionar aqui,
das Minas e Energia,

também,

o fato que

o

Ministério

sensível à necessidade de modernizar

métodos de informática,

seus

no momento em. que toda estrutura admini£

trativa do país se. moderniza, mercê do Decreto-Lei n9 200
de fevereiro de 1967, resolveu utilizar a CDU para

de 25

corresponder

ao dinamismo com que se vem. processando cs serviços internos de£
te órgão.

2.

ROTINÍ DE OPEPACÃO

Para o bom funcionamento do trabalho,

foi

emanada

uma

instrução estabelecendo um sistem.a e normas de classificação,cir
culação e controle da correspondência recebida e

expedida

pela

DSI/MME.
Aqui explicaremos apenas a parte relativa

a

rotina

de

serviço do classificador.
Os documentos ao chegar-lhe ás mãos,
lidos,
podem,
gorias5

cm

2

3

são

cuidadosamente

a fim de serem deduzidos os assuntos neles tratados,
era linhas gerais,

ser distribuídos em três grandes

assunto principal,

4

5

6

que
cate

assuntos subordinados e assuntos cor

Digitalizado
gentilmente por:

�7.

relatos.
Uma vez que ficou estabelecido o princípio da
bilidade dos números da CDU
pal,

ou seja, de entrada,

irreversi

foi necessário dar ao código princ^

certa uniformidade.

Assim,

às

compa

nhias de p^.ineração foi atribuída lama única entrada:CDü 061.5:622
Firmas de mineração,

acrescentando-se a razão social da firna,i£

to ê, a sigla pela qual a ne.sma foi registrada.
da,

Faz-se,

em segui^

relacionamento com os assuntos tratados em referência ã

ma. Exemplo: Um caso de falsificação de assinaturas em
tos da firma de m.ineração Azulão
sificadoi

(hipotético) ,

documen

seria assim

061.5:622 Azulão:343.522. Conseguintenente,

documentos de loma firma ou sobre ela,

fir

cla£

todos

ficarão agrupados.

os

tornan

do-se bastante rápida a consulta a qualquer deles.
Uma vez que nas tabelas ce CDU é possível classificar
mesmo assunto em áreas diversas,

criou-se ur. Fichário

A.uxiliar

de Assuntos, onde são arquivados em ordem^ alfabética,
assuntos já classificados,
tras indicações.

o

todos

com os respectivos sinônimos,

os

sem

ou

Exemplo;

Tarifas,
Cargas,

transportes
transportes

Passagens,

transportes

656.03
656.03
656.03

Taxas, transportes

656 . ^^3

Bilhetes,

656.03

Fretes,

transportes

transportes

656.03

Quando a tabela não registra a designação procurada, mas
possui o número que a classifica devidamente;

faz-se uma

ficha

para o descritor existente na tabela, e mais outra para o
to recém classificado. Assim.:

assun

Sociedades secretas com tendências

criminosas é classificado em 366.5 . Uão encontram&gt;os m.encionada a
organização Fáfia, que é uma sociedade
criminosas. Neste caso,

secreta com.

tendências

ao descritor apresentado pela tabela,

a

crescentamos o descritor Nãfia.
Em correlação com esse fichário,
de Rvibricas,

foi criado um

Catálogo

no qual são arquivadas as fichas de acordo com a or

denação vertical da CDU. Neste catálogo encontram-se todos

os

descritores utilizados para determinado número de CDU. Por

exem

1

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

li/ 3

14

15

16

17

18

19

�8

olo;
656.03

Tarifas,Cargas,

transportes
transportes

Passagens,
Taxas,

transportes

Bilhetes,
Fretes,

366.5

transportes

transportes

transportes

Sociedades secretas com tendências

crim^

nosas
Maf ia
Ku-Klux-Klan
Se o documento menciona nomes de pessoas físicas ou jurí
dicas, o classificador farã tantas fichas de entrada quantos

fo

rem os nomes de pessoas e entidades. Nessas fichas é escrito
o
/
número que o documento recebeu na origem e o número de
classif^
cação. Tem-se, assim, o Fichario Auxiliar de Nomes.
Cada documento 5 acompanhado de
cord

uraa

(Anexo 2), datilografada em três vias,

ficação,

ficha tipo

VISIre

sendo; iima de class^

uma de procedência e uma de movimento,

onde são

tran£

critos os seguintes itens;
01 - Classificação CDU
02 - Procedência
03 - Resumo do assunte
04 - Número e data do protocolo
05 - Data de entrada
06 - Núiriero do documento na origem
07 - Data do documento
03 - Núrr.ero de folhas
09

(inclusive anexos)

- Número de anexos

10 - Sigla do remetente
11 “ Resumo do resumo
12 - Primeiro destino
A orim.eira via,

de classif icacão -

decimal no Fichãrío de Classificação;

Digitalizado
gentilmente por:

ê arauivada em

a segunda,

ordem

designada ficha

�*

I

*
9.

de movimento,

acompanha o dociamento ã seção para qual foi encami

nhado, e a terceira,

chamada de procedência,

a ordem alfabética de pessoas,
dentro desta,

entidades,

em ordem cronológica,

é arquivada segundo

repartições,

firmas,

e

compondo o Fichario de Proce

dência.
Arquivamento:

- Os documentos

que não mais devam ter andamento,
sessorias e Direção,

de

qualquer procedência

são arquivados nas Seções,

sendo possível o controle dos mesmos

As

pelas

fichas.
Esse arquivamento é feito em pastas suspensas,

reunindo

assuntos idênticos e correlatos, pelo número de CDU. Em cada pa£
ta os documentos são arquivados em ordem decimal, e, dentro

des

sa ordem, numa arrumação alfabética para números coincidentes e,
fihalmentc,
idênticõs,

em ordem cronológica para

assuntos

alfabeticamente

ficando em primeiro lugar o documento de data mais re

cente. Quando as pastas de um mesmo assunto estão demasiado

che

ias, outras são abertas para dar continuidade ao mesmo assunto.
Os documentos que, por suas dimensões,
quivadoa nas pastas,

não podem ser

ar

são substituídos por FOLHAS DÉ SUBSTITUIÇÃO

onde são transcritos Os dados dos mesmos e os locais onde se

en

contram. Para cada pasta ê preenchida nma FOLHA INDICE que e

ar

quivada na respectiv.a pasta como primeiro documento a ser

encon

trado.

3.

DIFICULDADES. ENCONTRA-DAS

Uma das grandes dificuldades no emprego da CDU neste

ti

po de serviço ê a precariedade das tabelas a que temos acesso.
Salvo o índice da Abreviada Inglesa e algumas extensões das cias
ses 3,

55 e 6,

a grande maioria não favorece no rápido

encontro

do código desejado. Perde-se tempo folheando as mesmas à cata de
■t
«
números condiízentes com os assuntos que se deseja classificar. A
cresce a isso,a deficiência de números para assuntos atuais; mu^
tas vezes os docuriéntos nos chegam -às. mãos antes- -das correções

,

criando-scr então, ura impasse: ou se adapta um código já existen
te para o assiinto novo,

ou se guarda o documento até que

t: '
cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

apare

�*

*
t

«- •

10,

#■

çam númcror- condizentes.

ITo nosí-.c caso,-

isto é

praticarento

íp}

possível; dada a rapidez con aue tora ce ser liberado o docunento.
Ê lamentável que as tabelas já traduzidas não possuam ín
dices que venham favorecer a pesquisa nur'érica e ajudar

a

quem

se inicia nesse ramo de trabalho.
Dada a estrutura da tabela,

torna-se

um.

tanto

classificar com certa rr.inudência alguns assuntos como
geográficos brasileiros;

por exemplo,

não há numero

difícil
acidentes

específico

para a Airiazonia. Para a classificação dos rios brasileiros,ê pre
ciso compor lom nuraero

(31:282,2), muito embora já exista

ficaçao para alg-iins rics brasileiros,

classi

como o rio São Francisco.

No nrjsco caso especifico, o ^*inistêrio das Ninas e
gia está inserido na classe 3, na subdivisão 354.62.
poréra, dada a prôp3:ia natureza do sorviçc,-

Ener

Sontiu-se,

a necessidade de cód^

gos específicos para o-s orgãos ccmponente.s clestc '■Ministério,tais
como: Petrob.uás, Eletrobrás, Comparliia
são Nacional de Energia Nuclear,

etc,

do Pio Doce,
Para sanar essa

de, o bibiictecáric Nurilo Bastos Cunha,
mentação do -'NE.

ComÍ£

dificuida

da Asscssori.a de

Docu

criou uma extensão centro do código 354.62,-

de foram desmcròresce.s organj smos,
partir do nú~ero '•'•51 Grau superior,,

Dlém disso,

adaptou,

on
a

ãdministração Central - núme'

ros para órgãos recente-i-'-^---^ or.bodos,

taj s como;

Serviço

nal de Informações, Conselho de ,?egurança ITacional,
das Forvças A.iTaadas, ConselViC Nacional de Pesquisas

Macio

Estado Naior
(/'nexo 3 - E£

trutura Básica do Ministério).

4.

PI JiNOS FUTUROS

Tendo em vista a crescente expansão dos documentos,
rotando fichários e arquj.vos,

abar

penscu-se na utilização do sistem.a

de FicrofiImagem como solução que nerrmti.sse ,

a longo prazo,

a

condensação desses docuir&gt;entos em pouco espaço.
A forma escolhida p^ira o íirquivcuaento dos microfilmes de
16mm foi a da jaqueta,
record

adaptada ã ficha u&lt;^ada nos, arquivos

(A.nexo 4) , no seintido de aproveita o material já

te.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

existen

�11.

0 rolo também será utilizado,

sendo microfilmado concomi

tantemente com a jaqueta, para fins de segurança e arquivado

à

parte.
O problema que se nos depara atualmente é o da indexação.
O planejamento a ser utilizado na recuperação da informa
ção funcionará em fase de experiência,
sua funcionalidade.

a fim

de

ser

testada a

Serão microfilmadas, primeiramente,

chas do Fichário Auxiliar de Nomes que,

as

fl^

conforme já foi dito,cor

responde ás pessoas físicas e jurídicas,

sobre as quais

existem

referências nos documentos classificados. Em princípio,

só serão

microfilmados os nomes que estejam com um grande número
chas,

justificando, portanto,

a sua microfiImagem..

será feita por ordem alfabética de sobrenomes,

e,

A

de

fi

indexação

no último foto

grama, de cada jaqueta, será inserido o índice dos documentos m^
t
crofilmados. Está em estudos o intervalo de tempo de uma
micro
filmagem a outra

(aproxim.adamente um ano) , quando serão então mi^

crofilmadas e inseridas em sua ordem alfabética exata,

as

novas

As jaquetas têm capacidade para agrupar num único

foto

fichas chegadas nesse intervalo de tempo.

grcima 8
4

(oito)

(quatro)

(dez)

fichas componentes do Fichário Auxiliar de Nomes;

do Fichário de Classificação

(fichas VISIrecord),e 10

do Fichário de Procedência. Verifica-se esta diferença, de

vido ao padrão de cada uma dessas fichas.
Em princípio, a indexação nos fichários de Classificação
e de Procedência obedecerá a ordenação cronológica
tos,

sendo que, do fichário de classificação,

dos

serão

das as fichas que possuem códigos numéricos idênticos,
procedência,
tidades,

microfilma
e

do

segundo a ordem alfabética dos nomes de pessoas,

firmas, repartições, etc.,

cronológica.

documen

e, dentro dessa,

em

de
en

ordem

Sendo que faz parte de um plano futuro do MME a

au

tomação de seus serviços, valendo-se do auxílio de um computador,
prevê-se a instalação de um terminal desse mesmo computador

na

DSI.

5.

CONCLUSÃO

A experiência,

2

3

4

5

6

cuja descrição sumária aqui apresentamos,

Digitalizado
gentilmente por:

rea

�lizada eni termos da tv.ncionalidado da CDU para serviços não
vencionais de documentação,

pa.cece -nos,

con

sob todos os pontos

de

vista, válida.
Não obstante as difici:Idades encontradas,
fazer funcionar com reconhecida eficiência,

foi

possível

através da CDU,

órgão de informação como a Divisão de Segurança

e

um

Informações,

cujas estruturas e sistemátioiuí pareciam fugir as possibilidades
comumente oferecidas por esta classificação.
Não temos a m-anor dúvida de que,

nc momento

em

que

serviços da DSI entrarem na fase definitiva da automação,

a

os
CDU

continuará a prestar valioscc serviços como instrumento de

arma

zenamento e recuperação de informações.
são de todos conhecidas as experiências realizadas
países desenvolvidos como a Inglaterra, Estados Unidos e
nha, em que ficou definitivamente provada a viabilidade

em
Alema

da

CDU

nos serviços prestados à docnacntação pelos computadores eletrônicos.
Desse modo, o emprego da CDU nos serviços da DSI foi não
somente uma medida correta,

para o momento em que tais

se iniciaram, mas concinuarã,

v-mibém, oportuna e

serviços

inteligantemen

te, na era do computador que r:s inicia entre nós, dada a riqueza
e flexibilidade que inegavelraento o sistema possui.

6.

BIBLIOGRAFIA

A presente bibliografia só indiretcimente
trabalho ora apresentado.

se

refere

ao

Ela quer ser antes lam roteiro para

os

que desejarem conhecer os mementos mais importantes do

emprego

da CDU na automação da informação.

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productlon

of a UDC-classed library catalog at the Technologi
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as the Indexlnq Language for a ^lechanlzed

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with an on-line,

Interactive

&amp; ATHERTON,

reference

retrieval

System using the UDC as the Index language in
field of nuclear Science.
25,

Pauline

Report AIP/UDC-7

the

April

1968.

12.

&amp;

Final report o

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Cias

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1968.
MOLGARD-HANSEN,

first semlnar on UDC in mechanized retrieval
tem. Copenhaaen,

2-6 Sept.

Center for Documentation,
port,

cm

2

3

4

5

6

A

R.

&amp; P.IG

sys

1968. Copenhagen,Danish
1969.

160 p.

(FID/CR

re

9r FID 405)

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�15.

15.

RIGEY., Falcolm. Comnuters a
progress.

1960-1970.

Rocl^ville,

Md., Essa,

1970

40 p.
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project to further explore possi^ilitles for necha
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teorological Society,

^laerican Me

1964.

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. Experinents in mechan
cal and geoastrophysical literatura
schedules in these fields.
la Docunientation 31

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(3)

and

the

UDC

Revue Internationale de

: 103-106,

aoüt 1964.

RUSSEL,

Martin ft FREEMAM,

xinq of a sclentiftc abstracts _journal hy the
with lETIDEK;

a case study.

1,

p.

1967.

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UDC

Report AIP-UDC-4, April

19. SCKÍIEIDER, Klaus Se KOCH, Karl-Heinz . Verv^endung
DK-Sahlen fur

maschinelle

und Information Retrieval.
Feb.

1967.

Registerherstellungen
Frankfurt,

SMD-A-10

&amp;
chanized indexes.
1970.

21.

1

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20.

trieb,

von

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Berlin, Frankfurt,

Beuth -

Ver

75 p.
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mia e Docvunentacão, Belo Horizonte,
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Rio de Janeiro,

IBBD,

Elvia de

Anais

do 29 Congresso Regional sobre Documentação
Reunião da FID/CLA.

set.

e 9a.

1970, p,

�16.

24.1-ÍELLISCK, H. Concordance between UDC and EJC/TEST.The
H^gue, FID,

1971.

Digitalizado
gentil mente por:

30 p.

(Doe.

C71-10)

�Pesumo

• I\ Divisão do Segurança e Infori^ações do "'Ministério

Finas e Energia •

das

DSI/fíie ^ desce sua criação, usa a CDU cono sis^

teiíia de classificação e arquivanento de seus documentos.

Foi

e£

colhido este tipo de classificação por suas varias qualidades.in
cluindo-se, entre elas,

a flexibilidade de agrupar vários

assun^

tos num mesmo código e por possuir tabelas auxiliares que favore
cem a classificação de modo mais específico e com. todas as

m.inú

cias que exigem os documentos. Começou a scr utilizada em

1971

por pessoal leigo, porém, devido a expansão natural da
ção,

organiza

sentiu-se a necessidade da colaboraçao de p-assoal

especializado. Todo e qualquer documento chegado
classificado pelo sistema CDU.

e

técnico

expedido

São feitas fichas de assunto para

código utilizado para classificação. Devido ao avolumado
de documentos , está sendo implantado um sistei\a de
e hã também planos para a utilização de ’om
dor que será instalado no Finistério.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

c

número

mi cr ofi Imagem

terminal

do computa

�'C'IEXO

cm

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

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2

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19

�ANEXO

Digitalizado
gentilmente por:

2

�ANEXO

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gentilmente por:

2

�JiNEXO
ESTRUTURA

3

BÃSICA

' ^•^■INISTÉRIG DAS MINAS E ENERGIA

J^HO

DE

1971

A - ÕRGÃQS DB ASSISTÊNCIA DIRETA E iriEDIATA
1. GABINETE - GM
2. CONSULTORIA. JURÍDICA - CJ
3. DIVISÃO DE SEGURANÇA E INFOPNAÇÕES ~ DSI

B - ÕRGÃQS CENTRAIS DE PLANEJANENTO, COORDENAÇÃO E CONTROLE

FINAJJ

CE IRQ
1.

SECRETARIA-GERAL

-

SG

2.

INSPETORIA-GERAIi DE FINANÇ.AS - IGF

C " ÓRGÃOS CENTRAIS DE DIPJECÃO SUPERIO.R ATIVIPADES-MEIOS
1. DEPARTAMJ3NTO DE ADMINISTRAÇÃO - DA
2.

DEPARTAMENTO DE PESSOAL - DP

D ■■ ÕRGÃQS DE ADMINISTRAÇÃO DIRETA OU EXECUÇÃO DE ATIVIDADES-FINS
1.

CONSELHO NACIONAJL DO PETRÓLEO -• CKP

2.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ÃGUAS S ENERGI.A ELÉTRICA - DNAEE

3.

DEPiARTAfíENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO ÍÍINEPAL “ DNP.M

E “ ÓRGÃOS DE AD.^IINISTRACÃQ INDIRETA - AUTARQUIA
1.

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR - CNEN

F - ÓRGÃOS DE .AD.MINISTRAÇÃ.O INDIRETA - SOCIBD.ADES DE ECONOMI/A-MIS
TA
1.

PETRÓLEO BRASILEIRO S.A,

2. COMPA.NRIA VALE DO RIO DOCE
3.

PETROBR.ÃS
- CVRD

CENTPJMS ELÉTRICAS BRASILEIRA;.S S.A.

~ ELETROBRÃS

4. COMPANHIA DE PESQUISAS DE RECURSOS .r-UNEPAIS - CPRM

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�5.

COMpJiNKIA .AÜXILI.AR DE ERP^ESr S ELÉTPICAS BRTtSILEIRAS-CAEEB

Centro de Informática
CPU 354 - .r^DIÜIMISTPACÃQ FEDEPAL - EXECUTIVO
354

EXECUTIVO FEDERAL

354.01

Presidência da República

.011

Gabinete Civil

.012

Gabinete Militar

.013

Serviço Nacional de Informações

(SITI)

.014

Estado Maior das Forças Armadas

(EMPA)

.015

Departamento A.dninistrativo do Pessoal Civil

.016

Consultoria Geral da República

.017

Alto Comando das Forças A,rmadas

.018

Conselhos

(DASP)

.018.1 Segurança Nacional
.018.2 Nacional de Pesquisas
.019

Assessorias

.019.1 Especial de Relações Públicas
.02
354.11

(~PRP)

Vice-Presidência
Ministério das Relações Exteriores

.21

Ministério da Fazenda

.31

Ministério do Interior

.32

Ministério da Educação e Cultura

.41

Ministério dos Transportes

.42

Ministério das Comunicações

.51

Ministério da Justiça

.53

Ministério da Saúde

.61

Ministério do Exército

.62

Ministério das Minas e Energia

(T‘’PP)

(MEC)

(f-"T)

(ver também folhas anexas)
.71

Ministério da Marinha

.73

Ministério da Aeronáutica

.81

Ministério do Planejamento e Coordenação Geral

.82

Ministério da Indústria s Comércio

.83

Ministério da Agricultura

.84

Ministério do Trabalho e Previdência Social

Digitalizado
gentilmente por:

^Scan

ÉÊ^
14

15

16

17

18

1

�KHE - Centro de Informática

CLASSIFICAÇÃO DSCIf'^i^Ij TOIVERS^L

354.62

(CDU)

Ministério das Minas e Energia

354.621 Núcleo Central • (Ministro)
.1

Gabinete do Ministro

.2

Consultoria Jurídica

. 3. Divisão de Segurança s Informações
•4

Departamento de Administração

.5

Conselhos

.6

Comissões

.7

Assessorias

(DSI)

(Dx^)
^

354.622 Secretaria Geral
.623 Inspetoria Geral
.624/626

Órgãos Integrantes

354.624 Departamento Nacional da Produção Mineral

(DNPM)

.625 Departamento Nacional de Aguas e Energia Elétrica
.626 Conselho Nacional do Petróleo
354.627/629

(DMAEE)

(CNP)

Órgãos Jurisdicionados

.627 Setor Mineral
(ICC)

Indústria Carboqurmica Catarinense

.1 Comissão Nacional de Energia Nuclear
.2 Companhia Vale do Rio Doce

(ex-CPCAN)

(CNEIT)

(CVRD)

• 3 Companhia de Pesquisas de P.ecursos Minerais
354.628 Setor de Combustível
.1 Petrobrãs
.629 Setor de Energia e Recursos Hidráulicos
.1 Eletrobrás
.2 CASEB

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

(CPRM)

�ANEXO

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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            </element>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="11377">
                <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>FEBAB</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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            <description>A language of the resource</description>
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                <text>Português</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <elementText elementTextId="11382">
                <text>Belém/PA</text>
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  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
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    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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            <elementText elementTextId="12848">
              <text>A CDU no controle de documentos não convencionais</text>
            </elementText>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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            <elementText elementTextId="12849">
              <text>Miranda, Normanda Santos </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="12850">
              <text> Bandeira, Sueli Pinto </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="12851">
              <text> Nogi, Matié</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Belém/PA</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>Febab</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>A Divisão de Segurança e Informações do Ministério das Minas e Energia — DSI/MME, desde sua criação, usa a CDU como sistema de classificação e arquivamento de seus documentos. Foi escolhido este tipo de classificação por suas várias qualidades, incluindo-se, entre elas, a flexibilidade de agrupar vários assuntos num mesmo código e por possuir tabelas auxiliares que favorecem a classificação de modo mais específico e com todas as minúcias que exigem os documentos. Começou a ser utilizada em 1971 por pessoal leigo, porém, devido à expansão natural da organização, sentiu-se a necessidade da colaboração de pessoal técnico especializado. Todo e qualquer documento chegado e expedido é classificado pelo sistema CDU. São feitas fichas de assunto para código utilizado para classificação. Devido ao avolumado número de documentos, está sendo implantado um sistema de microfilmagem e há também planos para a utilização de um terminal do computador que será instalado no Ministério.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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