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                  <text>79 CONGRESSO,BRASILEIRO DE BIBLIOTEÇONOHIA E DOCUMENlAe^Q
V »««II« &amp; «c c » « B K s: ac K e «8 3 a »te B li K a « s; n e E s 0 •{ ts K XX «e K s K a « c e s s » ií a R «3 K « u IK «
Belem, 29 de dtilho a 4 de agosto de 1973
aaKsaaaaaaaaaafiaMaaãaBaâBtttottaaBaaHManasa

CDU 026:355
COD 026

§í^li9l®ç®ã«yi]ií®n?5-i-l!]$®srã£Í9
0 conjunto das

bibliotecas militares como

instruiTiento representativo no desenvolvimento nacional

*

"

por

IZA ARAÚJO ALEGRIA
Bibliotecária e Documentalista
CRB - 398

Digitalizado
gentilmente por:

�SUMÁRIO

O conjunto de bibliotecas militareas
como instrumento representativo no desenvolvimento nacional.

SINOPSE

pág.

1

INTRODUÇÃO

pãg.

1-2

O aperfeiçoamento do militar

pãg.

2-4

O conhecimento dos problemas nacionais

pâg.

4-5

As bibliotecas militares como centrais de informação

.

.

pág.

5-6

Criação da comunidade de informação bibliográfica

.

.

pãg.

7-8

A Biblioteca do EMFA e sua contribuição

pãg.

8-10

Conclusão

pãg,

10 - 11

Bibliografia
Anexo

2

n9

3

1

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;&gt;■

S

14

15

16

17

18

19

�a CONJUNTO DAS BIBLIOTECAS MILITARES COMO INSTRUMENTO REPRESEN
■ «•BKKaKKKMixaiKBacBKcaeaatecsMifiaeBRscsCBtxBsssBessecsaHncMiOiaaaaM ai«»

SINOPSE: Os militares brasileiros, cada vez mais engajados

nO'

desenvolvimento nacional, necessitam mais do que nun~
ca ficar a par do que ss passa no Brasil e com os bra
sileiros.
As bibliotecas das organizações militares
’

serão, sem

duvida, um dos elementos principais com os quais pode
rão contar.

Serã, no entanto, necessário cada

vez

mais apoio por parte de uns e integração por parte de
f
outros, a fim de que possa se criar uma comunidade de
informação bibliográfica efetiva.

Somente assim

po-

derão essas bibliotecas fazer parte objetiveunente

da

Rede Nacional da Informações

0 - introduçAo
Como qualquer biblioteca neste país,
militares, ou, ms^or dizendo,

as

bibliotecas

subordinadas a organizações

militares, possviem problemas, não sô quanto ao pessoal téc
nico disponível,
ros e materiais.

como ainda quanto aos recursos

financei-

Porem o saldo ê positivo e ainda

assim

elas estão prestando, neste exato momento, uma boa contribuição ao desenvolvimento nacional.
Isto porque este desenvolvimento estã sendo feito por
homens - pois o elemento humano ê o fator primordial do de
'

senvolvimento - homens que estão recebendo a todo

momento

informações, solicitadas ou não, dessas mesmas bibliotecas.
fi claro, porem, que,

unidas, essas bibliotecas pode -

riam dar uma contribuição ainda maior ao desenvolvimento
nacional.

E é essa união que pretendo venha a ser

motiva

da pela apresentação deste trabalho que tenho a honra

de

apresentar ao 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação.
Por outro lado, procurarei demonstrar a necessidade
de que as organizações militares lutem e apoiem cada

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

vez

�o2«=*

mais a trenr:formação do Eoao bibliotecas om verdatíairos centros do informcçõoE bibliográficas.
Isto corã sem duvida uia fator de printordial in^ortSn
cia para que pcsaam participar ativeinante da

í^de

Hacional

ds Informações que sorã formada dentro era brava por todo

o

Brasil, poiG "var.esjTÕ q-osm- dlBp’;sar Sa infezíMísçSsa G’«2fisi©ates, validas q oin toTopc util”«,
ITor sua vas,

"possuir ura serviço do informática para

dispor de tcdes os dados nSo a tarefa da ura^indivídiso,
seção, um cepartamsnto ou ata rt^omo do anexo da uma
sa.

tsnia

enpre -

Informática, na exata acepção da palavra, ciiega a limi-

tes o extrerrxts tais. qu3 corla pura perda caractorisi-ia

da'

tal forma limitada”.
Isto já foi compreendido g ©is que terr^n o

Decreto n*

70.553 que cria o SNId’.
Com o objçtivo

raostrer a irportsnclQ dos

biblioto

cas dantro d£.s organisaçõea railitarso, corasearai coto

tt*eba

Iho focalizando doia aspectos:
G&gt;

O oparfoiçeamanto do militar

b)

O conhaciiíssnto dos prcblQma,s nacionais

1. O aperfolçóaitrsnto do pAlitar faca ãs realidades da ttm país em dasgnvolviraento
Qual soria....© verdndoira- formação cultural do

militar

brasileiro para que ele pudesse acoitpauihar cada ves naie
mundo contcirporlneo e, principalmante, servir rralhor ao
senvolvinsnto do Brasil?

Seta qtsstão tem preocupado

o
da-

multo

não sõ ■ COS côofeo milifcarGO,: como'-teoJíiia- a toáco oo brasiloi^,.
ros.
É eobejanvEiite conhecido ds todos a fama quo corra sobra as bases solidas da conhecinnnto que são
nos colégios militares.

transmitidas

Começa aí a formação cultural

militares dirigida institucionalriante.

Digo eo^seça aí

dos
por-

que õ preocupação dos prefiseienaio militares o cqnstcnta aperfoiçoamonto o atualisação.

�=3

Senão vejamos:

o Exército mantém 22 estabelecimentos

estudantis, sem contar os centros de
da reserva

(CPOR)

organizados

preparação

de

nos grandes centros

oficiais
universitã

rios ou os núcleos de preparação de oficiais da reserva
e ainda as escolas regimentais
possui 37,

(ensino primário);

(NPOR)

a Marinha

sem contar os convênios com universidades, e a Aero

náutica 11.

Com essa assistência

educacional permanente,

Forças Armadas seguem um plano de valorização do homem,

as
pois

disto dependerá o desenvolvimento do pais,
'

Apesar disto, militares procuram atualmente

o

ens^

no universitário fora da jurisdição militar, e assim vemos mu^
tos deles frequentando cursos de Administração,

Economia, Comu

nicação. Ciências Sociais e Humanas, Pedagogia e Idiomas.
gundo uns, não sõ porque

"estão engajados na onda

nacional de

educação e cultura, mas principalmente porque querem

acompa

nhar de perto e saber direitinho como vai o Brasil e os
leiros".

Segundo outros,

Se

brasi

isto ê ura sinal de aproximação,pois

existe o conceito de que os militares formam uma comunidade fe
chada perante a sociedade, embora também se saiba que nos seus
quadros nunca predominou o sistema de castas tão comum nas

c^

vilizações militaristas.
fi claro que todos os ceiminhos utilizados até

agora

para melhorar o preparo cultural do militar brasileiro

(tais

como reformulação de cursos,
dades,

currículos, criação de

criação de novos cursos,

especialj^

conferências, viagens de obser

vação, etc.), são todos válidos e de utilidade incontestável.
Porém, os militares sabem que, como qualquer profissional, não
basta atingir um grau educacional, é preciso mantê-lo,

E para

isso é necessário que o militar mantenha um alto nível de
ciência.

efi

"O mundo tornou-se tão complexo e o papel do militar

nele é tão importante e difícil, que o profissional

militar

que espera dar uma contribuição significativa â sua profissão,
tem que continuar estudando por toda sua vida".
do, sabem que
capacidade".

"o comando pela força deu lugar ao comando pela
Ora, ê sabido que "o livro é o mais poderoso

acreditado fator de educação".

Portanto,

tivo do que as Forças Armadas criarem,

2

3

4

Por outro la

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

nada mais

e

significa

incentivarem e darem ca

�c:4 —

da vez mis apoio ã criação do hábito da leitura
sa bibliográfica entre seus elementos.

e da

pesquj.

E isso sô poderá

levado a efeito com o planejamento e a organização de

ser

biblio

tecas funcionando como verdadeiros centros de informação biblio_
gráfica, canalizando,

sistemtizando e disseminando informação^

dentro das organizações militares.É preciso que essas organizações reformulem suas
bliotecas,

bi

treinem seus profissionais de infcrrmções bibliogrâ

ficas e recrutem profissionais gabaritados nesse campo, estipu
lem horários diários para a leitura nas repartições,

escolas,

cursos, etc., e isso será sem dúvida mais um elemento decisivo
no preparo cultural dos profissionais militares.

2. O conhecimento dos problem.as nacionais
Para estudar e levantar os objetivos nacionais,

de

há muito se preocupam os elementos das Forças Armadas. Ê assim
que, dentro do plano de viagens dos cursos da ESG
rior de Guerra),

(Escola Supe

"o gaúcho vai ã Amazônia, o nordestino

Centro-Oeste, o homem do planalto ao Polígono das Secas

ao
e

fronteiriço dos caminhos fluviais da bacia do Rio-Mar ãs
teiras abertas dos pampas rio-grandenses".

o
fron

A preservação dos

objetivos nacionais permanentes ê de grande importância para a
Segurança Nacional.

Portanto, não se caia no erro de

que somente na atual conjuntura estão os militares
conhecer o Brasil e os brasileiros.

procurando

Desde a criação

(1949) , vim os militares estudando o Brasil e os

pensar

da

ESG

brasileiros

de maneira mais concentrada, o que os fez chegarem ã conclusão
de que "Segurança e Desenvolvimento são inseparáveis".
rismo "Sem Segurança não há Desenvolvimento" e
vimento não há Segurança" ê verdadeiro.

Ora, no

O afo

"Sem Desenvol^
desenvolv^

mento estão abrangidos todos os aspectos de vida nacional,
sejam,

a Economia, as Finanças,

nologia, enfim,
Nação.

a Política,

a Educação,

É assim que vemos,

dentre os títulos das

monografias

assuntos de grande in

teresse para o conhecimento de elementos que governam o

3

4

5

6

a Tec

todos os prismas culturais e morais da vida da

geradas pelas conferências dadas na ESG,

2

ou

Digitalizado
gentilmente por:

Poder

�=5»

Nacional# pesquisadores de assuntos brasileiros

e

militares.

Falta, tcunbém, uma engrenagem de disseminação através

de

bliotecas das OM e de órgãos civis, para a divulgação desse ma
terial, desde que o mesno não envolva problemas de
Nacional.

Por outro lado, ê sabido que

duzir-se, seja uma administração modesta,

Segurança

"não é possível

con

uma grande organiza

ção, ou um Estado, sem que haja um fluxo constante e

ordenado

de informações de toda a natureza, das mais simples ãs

mais

complexas, permitindo o perfeito conhecimento do que se

passa

ou o que possivelmente virá a se passar no futuro".
Para que haja integração nacional é necessário

que

o poder de decisão daqueles que o detêm possa usufruir do
xo de informações que chegarão ate eles através das

flu

bibliote

cas e serviços de informações bibliográficas.
3. As bibliotecas militares como centrais de informação blblio
gráficas por áreas prioritárias
Está cada vez mais claro que a informação é a

alavan

ca mestra da educação permanente e graças a ela chegaremos

às

conclusões conscientes que nos levarão às decisões que promove
rão o desenvolvimento.
Porém, para que as informações possam servir realmen
te de fator indispensável às decisões, é necessário que os que
as coordenam tenham meios de analisá-las zmtes de

passá-las

adiante.

encontrá-

Já não basta ter documentos,

s^tber onde

-los, é necessário que se analise e que se leve até ao usuário
um extrato dos documentos que efetivamente posseim interessá-lo.
Esse trabalho

poderá ser feito com a cooperação de todos,

pecialistas e não especialistas.

ejs

Já nos-mostrou Foskett

que

não é necessário que o bibliotecário seja um especialista

em

determinado assunto a fim de analisá-lo, mas sim que

trabalhe

como um enfermeiro numa operação, dando os instrumentos
vão de certo ajudar o operador e, principalmente, que
seu campo de trabalho,

que
conheça

seus usuários, e se interesse pelos

a£

suntos pertinentes à sua organização.
Está cada vez mais claro,

também, que hoje uma s5 co

leçâo de documentos pode ser utilizada por todos os

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

leitores

�=6**

de uma mesma região.

Isso porque os recursos técnicos que fo

ram colocados ã disposição da documentação facilitam cada
mais a cooperação e o empréstimo entre bibliotecas.
jamos:

Senão ve

hoje encontramos os recursos reprogrãficos,

de maquinas múltiplas e de incrível engenhosidade,

vez

compostos
tais como

;

Xerox,
Estencil Eletrônico,
IBM MT 72 e outras.
Esses
t
recursos (aliados aos recursos de telecomunicações tais como :
telex,
to,

telefone, DDD nacional e internacional,

radiofotos, fac-símiles, vídeo-fones)

tão de segundos, qualquer informação
interessados,

teleprocessamen

colocarão,

em

ques

de dados ã disposiçãodos

anulando as distâncias.

Isso é o bastante para

que se veja o quanto de irracional existe na manutenção,

nvima

mesma região, de centros de documentação, bibliotecas,

arqui^

vos, etc. dispondo de coleções idênticas e analisando a

mesma

documentação.
Torna-se cada vez mais urgente que se determine, den
tro da área militar, quais as tarefas e responsabilidades
bibliotecas existentes e a se criarem,
ções desnecessárias.

das

a fim de evitar duplica

Analisando a área de Brasília,

que existem bibliotecas em fase de organização.

São

vemos
elas

:

Biblioteca do Estado-Maior das Forças Armadas, da Escola Nacio
nal de Informações, do Hospital das Forças Armadas, do Estado-Maior da Armada, da Comissão de Historia do Exército e do
nistêrio da Aeronáutica.

Três delas dentro da Esplanada

Ministérios e três fora.

Até o momenbo,

Mi
dos

apesar dos esforços,

não se conseguiu reunir os bibliotecários dessas bibliotecas a
fim de determinarem o que vão comprar e que métodos estão usan
do na sistematização de suas coleções.
seria poupado,

Quanto trabalho

não

quanto dinheiro e tempoI

A divisão das bibliotecas militares por regiões prio
ritárias seria de grande valia para o fluxo de informações che
gar a tempo nas mãos dos que precisam delas.
Para determinar essas áreas prioritárias,

será nece£

sário um estudo do plano de ação do Governo e das Forças
das.

E que isso fosse debatido numa reunião com

Arma

biblioteca

rios e responsáveis pelas bibliotecas das organizações militares .

Digitalizado
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�=7=

4. CrlaçRO da comunidade de Informação biblicgrãfica

na ãrea

militar face ã Rede Maciona.1 de Informações

Lendo rm artigo do Professor Edson Nery da

Fonseca,

na Revista do Serviço Público do B7-iSP, onde o professor relata
a importância tío catálogo coletivo como instrumento da interde
pendência das bibliotecas,
criar na ãrea militar essa

convenço-rne da importância

de

se

comunidade de informação bibliogrã

fica.
I
O que seria essa comunidade e como poderia ser forma
da ?
Uma comunidade reúne pessoas com os mesmos objetivos.
Uma comunidade de informação bibliográfica reunirá ura grupo in
tegrado de profissionais civis e militares ligados aos

proble

mas de informação de documentos.
O que essas pessoas fariam ?
Debates sobre problemas,

tais como;

1)

Estabelecimento de uma conduta de cooperação.

2)

Estabelecimento de uma Biblioteca Nacional

na

área militar, que representaria o grupo junto

ao

Governo no estudo da Rede Nacional de

Informa

çõcs Bibliográficas.
3)

Estabelecimento do catálogo coletivo, nacional e
regional.

4)

Estabelecimento de uma política de pessoal técn^
co profissional.

5)

Estabelecimento de métodos técnicos e

instrumen

tos comuns aos serviços de documentação em geral.
6)

Estabelecimento de uma política de integraçãode£
ses serviços.

Hoje já temos conhecimento do porque Hitler
guiu que seus tácnlccs criassem suas super-armas.

conse
Entrou em

ação um complexo esquema de informações que sem dúvida se
lizou da experiência e. dos trabalhos dos que desenvolveram
catálogos coletivos dos quais temos notícias, pois a

ut^
os

Alemanha

sempre esteve â frente em matéria de catálogos coletivos

e de

mais métodos de unificação e cooperação bibliográfica.

Fora

Digitalizado
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�=8=
isso, Hitler gastou nos seus laboratórios
sas muito dinheiro e pessoal.

e

centros de pesqu_i

No Departamento

de

Pesquisas

Navais da Marinha Alemã, existia um serviço de patentes tão bem
organizado que controlava e negociava os direitos

de

aprovei-

tamento de patentes industriais particulares.
Temos,

atualmente, o exemplo do Japão que,

desenvolvimento de uma política de informações

graças

ao

bibliográficas

bem estruturada, vem alcançando os maiores índices de progresso
científico e tecnológico.
5. A Biblioteca do EMFA e sua contribuição à CIAM
A Biblioteca do EMFA existe como elemento de consulta
e de assessoria aos que se encarregam dos estudos feitos por e^
te õrgão,
Na fase atual de transformação em centro de

informa

ções bibliográficas, a Biblioteca acaba de receber três mil
blicações que estavam dispersas;

as aquisições se fazem com

pu
a

interferência da Biblioteca e as revistas também foram centraM
zadas.
Funcionando com cinco funcionários
rios nomeados por concurso,

(dois

duas datilógrafas e vim

biblioteca
contínuo),

vem a Biblioteca prestando os seguintes serviços:
a)

cópia de documentos.

b)

Pesquisa e preparo de bibliografias.

c)

cópia de sumários de revistas.

d)

Recortes de jornais.

e)

Empréstimos de livros.

f)

Orientação aos leitores.

Pretendendo, numa fase futura,

coordenar mais

e independentemente as atividades de documentação,
o seguinte esquema, ainda,

Area de publicações
Area de controle bibliográfico

2

3

4

• Area de recursos auxiliares

5

6

foi esboçado

sujeito a aprovação:

Centro de Informações Bibliográficas,

-

ativa

Digitalizado
gentilmente por:

subdividido em:

�=9=
Area de publicações
-

planejar e executar o controle

da

distribuição

das publicações;
-

providenciar a tradução de textos de interesse pa
ra os estudes no EMFA.

Area de controle blbliografico
-

catalogar e classificar a documentação

existente

fora da Bibliotecci e de posse das seções,

inanten

do assim um catálogo central;
propor a aquisição,

reunir, conservar,

sistemati

zar e disseminar documentos de interesse

para as

atividades do EI'5FA;
-

informar fonte bibliográficas para

a

elaboração

dos estudos em feitura no EMFA e orientar;

pesqu^

sas bibliográficas;
-

manter intercâmbio permanente com os demais servi
ços de documentação da área militar e fora dela;

-

permutar publicações e informações dentro e

fora

do EMEA, observadas as normas em vigor.

Area de recursos auxiliares
-

auxiliar na utilização do laboratório de línguas;
providenciar a reprodução de documentos para

as

demais seções;
orientar a utilização de terminais de recuperação
de informações.
Começando ess» transformação,
guintes providências
1.

foram propostas as se-

imediatas:

Aprovação, em caráter provisório.- das novas
buições da Biblioteca.

Digitalizado
gentilmente por:

atri

�=10=
2.

Contratação c'a r:ia:'.3 possoal.

3.

Treinarr.onto

4.

Rsunião cm oloir.c-ntcs reopcnsãveis pelas

pessoal.
biblio

tecas ce outras orgaaisaçõss militares da

área

«S, -«A «
Cremos cruo, ce;u a ecva estrutura, podará a

Eibliote

ca do EMFA participar 7'a;ls ativam.eute du oosíunidade de informa
ção dentro da ãrsa militar.

Esta, por sua ver, poderá

con

tribuir de maneira mais significativa para a Rede Nacional

de

Informações Bj.bliogrSficas,

C O N c L U g A O

No momento om que teraiino este trabalho,

ainda

tenho em mãos o resultado do inquérito que estamos

realizando

através do questionário que cor.jta do aneno n9 1.

A maior

parte dessa questionário será aplicada passoalmsnte em
sa com os responsávels pelar bibliotecas das OM,

conver

Este será

um primeiro passo para a. realização da comunidade de
ções bibliográficas,

não

informa

dentro cia área militar.

For outro lado,

temes conhecimento de que,

das Forças Armadas, existem bibliotecas,

serviço de

dentro
documenta

ção, institutos de pesc^uissic que vêm desempenhando, muitas
zes anonimamente, um bem trabalho de valorização da
bibliográfica.
Aeronáutica

pesquisa

Temos como exemples o Instituto Técnico

de Pesquisas da í-Iarinha

Geral da Marinha

o Instituto

(quo estimulou o nascimento do Projeto

Ceibo Frio, da Universidade do liar) ,

o Serviço de Documentação

(com sues novas instalações,

nas técnicas da micrefilmagom),

utilizando moder

a Biblioteca do Exército

vem de há muito enriquecendo a bibliografia militar com

to

da

(que há bastante tenipo vem. empregando os meios mais

modernos de auternação a serviço da documentação),

ras edições)

ve

(que
inüme

e a Biblioteca da Comissão de Historia do Exérci^

(responsável pela utilização do alunos de biblioteconomia e

Digitalizado
gentilmente por:

�11=

história no Projeto Rondon).
Arquivoà

Esta ültima executou a Operação

(que foi um levantamento do manancial documentário

estado de conservação dos documentos brasileiro

no interior),

está realizando o projeto de uma Biblioteca de Referência
liiando boletins de pesquisa)

e

e foi a grande inspiradora

(utl^
e

respo^isâvel pelo lançamento da História do Exército Brasileiro.
Isto ê apenas uma pequena amostra da contribuição dessas

bi^

bliotecas.
Concluindo, devemos considerar dentro das

organiza

ções militares alguns aspectos de maior relevância para

que

suas bibliotecas possam participar definitivamente da Rede

Na

cional de Informações Bibliográficas.

de

São eles,

sem ordem

prioridade:
1.

Maior integração entre elas.

2.

Maior autonomia dos seus responsáveis.

3.

Maior apoio financeiro e material.

4.

Oportvinidade de aperfeiçoamento dos seus

respon

sáveis5.

Orientação para a transformação efetiva dos
viços prestados nessas bibliotecas.

Digitalizado
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ser

�n"5r L’as:v;c.íi\s bt;íl::ogí'a?ic.as

CHAVES, Ejoasuíão X’err3ira .
c lon Q .1.
S‘ ^
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gentilmente por:

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^6

O fufeiiro do livro 0

do ifas'.r:ir57

cut^

Digitalizado
gentilmente por:

lS72a

Ingçrrf^tlvo da FQVgP.io

�A N E X O
questionário

1.

Denominação da Biblioteca:
Subordinação:
Telefone 5

2t

Caixa Postalt

3.

Bairro:

4.

Nome do responsável:

5.

Ê Bibliotecário:

7.

Número de funcionários:

9.

Data de fundação da biblioteca:

10.

6.

Horário de funcionamento:
8 . Quantrs Bibliotecários ?

Assinalar os serviços que são prestados e executados:
?.)

Serviços Técnicos;

b)

Serviços com o leitor;

Seleção

(

)

Registro

(

)

Aquisição

(

)

Empréstimo

(

)

Registro

(

)

Referência

{

)

Classificação

(.

)

Catalogação

(

)

Estatística

{

)

c)

11.

Estado;

Cidade:

Serviços Auxiliares:

/

Reprografia

{

)

Encadernação e•Conservação do Acervo

(

)

Audiovisual

(

)

Acervo;
N9 de livros

N9 de diafilmes

N9 de títulos de jornais

N9 de diapositivos

N9 de títulos de revistas

N9 de partituras

N9 de gravuras

N9 de manuscritos

N9 de mapas

Ii9 de folhetos

N9 de incunábulos

cm

1

g

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
14

15

16

17

18

19

�12. Media monsal de ccnsultos;
13* Orçjanoqrama

N9 de leitores inscritos:

(anexar ao questionário, caso tenha).

14. Fichários mantidos:

•

Autores

(

)

Outros I

Títulos

(

)

Incola

(

)

Sistemático

(

)

índice banco de dados

(

)

Topográfico

(

)

Rubricas

(

)

Coordenado

(

)

Tomb'&gt;mento

{

)

15. Classificação usada:
16.

código de catalogação:

17. Verba disponível anualmente para compra de livros e

periódicos:

18, Equipamento reprogrâfico:
Miraeógrafo

(

)

Outros:

(

)

Flexowriter

(

)

Thermofax

(

)

Addressograph

(

)

Heliogrãfica

(

)

Mini-Graph

(

)

Estencil eletrônico

(

)

Xerox

•

«
19. Equipamento audivisual:

20,

2

Projetar de slide

(

)

Projetor de filmes

(

)

Leitora de microfilme

(

)

Tela de projeção

(

)

Gravador

(

)

Toca Fita

(

)

Toca Disco

(

)

Numero de funcionários de s u órgão:

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Outros: •

�21.

Faz cooperação e intercâmbio com:

22.

Bibliotecas

(

)

Jornais

(

)

Arquivos

(

)

Revistas

(

)

Relações Publicas

(

)

Editoras

(

)

Centros de Doc.

(

)

Livrarias

(

)

Relate uma pesquisa bibliográfica feita nessa biblioteca qvio
possa ter dado origem a um trabalho inédito ou não,
de qualquer ramo de conhecimento humano.

dentro

'(Dê nome do autor,

título do trabalho e outras inforraações) .

F.erá

válido tam

bem qualquer título de bibliografia levantada por essa
blioteca.

0Í3S:

-

Este questionário foi distribuído às bibliotecas das
organizações militares.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;r

\

14

15

16

17

18

1

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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Português</text>
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            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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          <name>Title</name>
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              <text>Bibliotecas Militares - Integração: o conjunto de bibliotecas militares como instrumento representativo no desenvolvimento nacional</text>
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              <text>Alegria, Iza Araújo</text>
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              <text>Biblioteca Militar </text>
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              <text> Documentação Jurídica</text>
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              <text>Os militares brasileiros, cada vez mais engajados no desenvolvimento nacional, necessitam mais do que nunca ficar a par do que se passa no Brasil e com os brasileiros. As bibliotecas das organizações militares serão, sem dúvida, um dos elementos principais com os quais poderão contar. Será, no entanto, necessário cada vez mais apoio por parte de uns e integração por parte de outros, a fim de que possa se criar uma comunidade de informação bibliográfica efetiva. Somente assim poderão essas bibliotecas fazer parte objetivamente da Rede Nacional de Informações.</text>
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