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                  <text>vn COITGESSSO BRASILSUtO DE SELICTECOITOMIA E DOCUI:ÍSrTTAÇAO
Eelém, 2S de juDio a 04 de a^ôcto de 1S?3

CDU -002:772. 142
DOCUIIEITTAÇAO CIEITTÍEICA E TECITOLÓGICA - Instalações
mentos.

e

equipa-

A mCROFILr/lAC-EM HA DOCUTvüEIITACAO
Por SEVERETC SÍLVIO DO MOHTE
Chefe da Div, de Documentação
CRB-4-83/FE.

da SUDEHS -

e
CAFíMEIT HEJAITE DE CARVALHO BAHG-ETZI
Encarregada do setor de Biblioteca da Div, de
Documentação da SUBENE-CRB-4-5S/PE.

CoIabcraçÊo do ksVrtGüJ Kacíoaal So lfi?3

Pwecife - 1273

DOC. Cl. TECNOL.

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�S U M Á R I O

1

níTRODUÇAO,

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A MICHOFILr/IA^SI/: DE D0CUMEITT03
2.1
Volume
2. 2 Disposição.
2. 3
Forma
2. 4
Condição dos docurr.entos.
2.5 Documentação completa
2. 6 Classificação siçilosa dos documentos.
2, 7
Economia em espaço e equipamento
2. 8
Preservação e proteção dos documentos
2. 8 Aceitação levai do microfilme
2.10 Du.ração do filme
2. 11 Movimentação dos documentos
2.12 Segurança
2.13 Conservação dos documentos

2-5
o
C»

.

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3
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3
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4
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4
7-10
7

MSCAíTICA da MIC ROFIU/Iadem
3.1
Tratamento dos filmes.
3.2
■laquipamentos
3.3
Aparelho de Leitura
3, 3,1 ITo carrerramento do aparelho
3, 3.2ITa conservação do aparelho de leitura,

%
o
o
8
ò
A» * *

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:G1TVSITE3ITCIA da LíICEOFILI‘/LAGSM
FATÔESC E
4,1 As características fisicas
4, 2 As características de importância

10 - 12
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11

5

A MICROFIDIEAGSM ITA GUDSITE
5.1
Processamento.
5.2
P.evelação

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GUGSGTCEC

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3ELI0GEAFIA

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1.

niTP.oruçAo

"A MICH0FIU£A33M ITA DCCUr£SlTTAÇAO"tem por obje
tivo despertar os chefes e diretores de Bibliotecas e centros de documenta
ção para a maravilhosa técnica de armazenar informações com segurança,
economia e rapidez, mostrando também os meios

de recuperá-lfts com a

mesma facilidade.
Ê uma experiência levada a efeito nos arquivos da Gtiperin
tendência do Desenvolvimento do Nordeste, como medida de economia de e^
paço e preseirvação de documentos, abrangendo os acervos de toda a Autar
quia, sob a responsabilidade do Arquivo G-eral e serviço de Microfilmagem.

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n

A T/UCEOFimAGZI;:

rocui.ci:iTT-

f*

o Cisterna de microfilma/'en?. rnod/n-na Cxcordal:^ da I-Zodalc,
que está sendo visado na GUD31TS, -\a UrPe, no Bmco líacional do ITorte e
outros Eancos, no Becrie, compõe-'Sc de 3 equipamentos que possibilitam
serviços dinâmicos em íotoprafia aplicada a arquivos, bibliotecas, o an c o s
etc. Uma microfilmadora, uma, reveladora e um leitor-copiador,
A microfoto^raíia é o processo de fotografa-r ' documentos
com grande rapidez em filme de seoi-ira.nça estreito. Cs negativos desse fü
me são utilizados por meio de um aparelho de leitura (ou aparellvo de proje
çáo) e são feitos de tal maneira que, se necessário., uma cópia fotográfica
do docvimento pode sei- produzida e revelada em papel sensibiliza.do. Os apa
rellios de leitura também podem sor usados para projetar o filme em uma
pequena tela.
De um modo /^eral, devem ser michofilmados somente os
documentos de importância vital c que estejam dispostos de maneira que o
processamento do filme seja relativamente simples. Deve ser levada
em
consideração a condiçã.) fisica ciss papéis, bem como feita unia verificação
cuidadosa para tíetermúiar se não contem prendederes, grampos ou fixadores.
Consideramos alpumas.das cc-nc.ições necessárias para a
filmagem economica dos dccumentcs. b'?.larem"»s primeiro das razões pelas quais os documentos são filmc-dos: Trata-se de um meio mais simples
de preservar os documentos, publicá-los, reduzi-los de tamanho e de fome.
cer cópias autenticas, E preerse
devem se prestar pax'a niic:-ofilmagemc Por isto queremos dizer que os do
cumentoG devem possuir certas características que atendam as exigências
de economia. Algumas dessas características cão:
2.1

Volume

Para que justifique a despesa rninirna por documento, os do
cumentos a serem filmados devem cer de grande quantidade.
2. 2

Disposição

Esta característica é do suma importância. Os dccumentoc
que es cão dispostos em ordem simples crcnomgica, alfabética, ou numérica prestam-se para a microfilmagem. Por ou’ro lado, se
os documentos
não estiverem dispostos de forma apropriada e simples não podem ser filmados, a menos que sejam postos em ordem cimplí^c antes que o trabalho
seja iniciado.

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... o

orma

A i-nicrofilina^eni precta-ae particulaarnieiite para urna boa
reprodução doa doc'..rner.toG ern íollaac plar.ao de um aó tarnanlio ou quace
de urn gÓ tanianlio^ O prpcl e a tinta também devem ser imiformec quanto
ao rnatr.G o à co'r. A rniatura de tainanlioG e cores ocmplicam o trabalho da
microfilmavern ■. o tcrne rnai.?. dispendioso.
.onaicao aos .L^ociuner-Lo:
B ie/.ü cc:.ipreender por que podem ser maisfacilrnenternj.
crofilmados os docmri,eiitos era ocas condições. Hintretanto se o- papel estiver em más condições ou encharcado e a tinta desbotada, e melhor tentar a
raicrofilmavom porque o filme preservará muita melhcr os docmncntos.
r.. 5 Documentação Comnle^-a
ÜG documentos co3‘itados para microfilmarem devem estar
completos. B emremamenie difícil faser adição ulterior do um docxarnento
em lun fili-ne,
C

Classificação Cir-:il'sa dos Documentos
Gs documentos em microfilme devem i'eceber o
mecrno
rrsxiáe cuidado que oc arquivos originais quanto à classificação. As restrições no r^au confidencial, secreto, etc. ,devvmi ser mantidas e a documenta
ção que contenlia mais que uma classificação não deve ser filmada ern um
só rolo.
Consideremos a£,ora as vantagens que oferece a filmagem
dos documencoc, Toda providencia relacionada com a administração de arquivos e docva'noi-.:.os em neral tíeve considerar principsimente as vantarens
que possa Iraser pr"a r entidede ou roverno por meio de economia de pessoal, equipamento, aopavoc ou m.aterial, A microfilmarem não constitue exceção e quando for ccrltada pa:*a qualquer docr-mentação em ri^snde quanti
dade, devem ser claramente estabelecidas as vantarens qu.e trara para o m
teressedo. Airumas dessas vontarens podem ser reiacienadas da seruiníe
maneira:
2, 7 Economia em Espaço e Bauioamento
B muito sir 1'jfjcativo o fato de qae c conteúdo de 121 arqui
vos de quatro
para documentos do tamanho oficio pode ser reprodu
zido em microfilme de ;.C nirn e r'i^ardado em um armário cujas dimensões
são aproximada.mente as mesmas que a de um arquivo de quatro gavetas pa
ra documento do tarnanlio oficio, Pode um filme de 100 pés conter até 7.000
documentos tamaniio oficio usando-se as duas faixas.
2. G Preservação e Fx-otecão dos Documentos
Temos observado que o papel deteriora com o tempo e é afetado pela árua e luz, A microfilmagem de docurnen:'/';' torna- possível re_
duzir o custo com a proteção de documentos contra o fogo, água e insetos.

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", 9 Aceitação Lc'ral do I.^icrofilmG
Isto varia ds ura país para outro. Antes de fazer a rnici-ofil
magern seria necessário determinar se as cópias era microlüme são aceitas pelos tribijnaic como prova principal. Ge assim for, podam ser feitas
grandes economias com a microfilmagem. Hoje temos a lei
5. 433 de 8/
5/38 que regula a microfilmagem de documentos oficiais e o Decreto n? 34.
388, de 94/4/GG que regulamenta a lei 5,433.
10 Duração do Dilrae
Testes científicos tem mostrado que a vida de um filme é a
mesma que a do papel 10C‘&gt;o de trapo, ou seja, aproidmadamente de 100 anos, A Kodak gsLrante por tempo indeterminado.
É facil reproduzir pelos meios atuais o filme ao fim daqu£
le período se os documentos tiverem que ser preservados para sempre.
2,11 Movimentação dos Documentos
A redução dos documentos em microfilme reduz na mesma
proporção a despesa com a remoção dos documentos de um local para outro.
2.12 Gerturmica
Alguns documentos são de valor inestimável e insubstituíveis, O fator custo neste caso não tem importância quando o propósito da
microfilmagem for o de preservar para a nação ou para a entidade os docu
mentos de importância vital.
2.13 Conservação dos Documentos
G^uaicdo os dociunentos são postos em filme o fator erro no
reaquivamento está assim eliminado. O processo de arquivamento para uma
caixa de filme é mais simples e mais preciso que a reposição de documentos isolados em arquivos. Frincipalmente se a microfilmagem é em rolos.
Falamos ate agora da microfilmagem de documentos que de_
vam ser retidos indefinidamente. Dstes são os arquivos básicos que constituem as fontes principais da história de um povo. Entretanto, a ms-ioria dos
documentos podem ser destruídos depois de um determiiiado período. Programas de recolhimento são agora organizados para avttorizar a destinação
desses documentos. Daí a questão: Sísses documentos devern ser microfilmados ? Podemos achar difícil justificar o custo da microfilmagem de docu
mentos permanentes, mas para documentos que devam ser dados uma destj^
nação- ern data futura, a questão ó outra. Há, entretanto, certas
vantagens
que podem ser citadas como justificativa para que seja aceito o custo dessa
operação:
As cópias originais podem ser destruídas imediatamente.de
pois de concluído o processo de filmagem e temos, neste caso,economia em
espaço e equipamento, ila GMDEITE já incineramos mais de um milhão de pá

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ginac de docui'nentor: já raicrofümadoc:.
Pode Ger que a.3 condiçõec doe documentos sejam tais que
a microfilmarem seja necessária para preservá-los para o período necessário,
É possiVel que esses documentos sejam necessários para
fins de consulta em locais distantes para onde não possam ser enviados os
documentos oririnais. Se a documentação considerada fôr completa e não
seja necessário acrescentar outros dociumentos para explicar o seu signifi
cado, não há razão por que não deva ser microfilmada.
•
3e os tíocimnentos estiverem dispostos de maneira simples^
em ordem alfabética, cronológica ou numérica, e podem ser filmados rapidamente, o custo não será tao grande e deve ser aceito.
Conforme foi mencionado, para os registros de maior valor devem, ser consideradas cuidadosamente as docuunentações com a varm
çâo nos tamanhos, cor da tinta e condição do papel dos documentos.
Deve haver cuidado em determinar que os documentos cogi
tadoG para microfilmagern não estão duplicados em outros arquivos.
Os dociornentos não deverão precisar de um novo iSidice e
de rearquivamento ou exigir a preparação de indice de referencia cruzada
peira fins de arquivamento.
Dissemos até aqui o bastante para esclarecer que qualquer
grupo de documentos a ser microfilmado deve ter uma disposição perfeita.
As imagens em lam filme não podem ser redispostas. Uma vez determinada
a conveniência da microfilmagern dos documentos, devern ser observada as
seguintes regras:
a)
Os indicec, catálogos e outros auxílios de consulta devern ser filmados antes dos docvimentoc a que se referem. Portanto, os mdices ou relações existentes no fim de um volume devem ser filmados antes que os docu
mentoG contidos no volume; e se ao páginas do mdice ou relação não estiverem em ordem correta, instruções devem ser dadas ao operador da câmara para corrigir a ordem não devendo, no entanto, ser feita neiiliurna tentativa para corrigir irregularidades na ordem dos documentos dentro do volu
me,
b)
As páginas em branco não devem ser filmadas mas, se estiverem nu
meradas, uma nota e:xplicativa deveria ser inclxiída na introdução ou nas no
tas sobre o rolo em questão.

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�r» '

C,. c'uopu';Iioc, iiuiiiei-oG e outros dados qae apareçam nc verso de vii^r
doci-raento deverão oer filmadoc antec do texto do documento.
d)
Oc anexoc devem ser filmados logo em se^aida aos ofícios
minhamento.
e)
.-m fichas guias e as etiquetas de pastas não deveriarn,
sex' fil: nadasi

de enca-

aomumeníe,

f)
Ih. s arquivos por ordena alfabética dos noiiaes que não esteiam organizados arn estrita ordem alfabética, devena ser assina reorganizados.
g)
Como 03 docunaentos em pastas dobradas (como é o casc das pastas
v7oodraifí dolradas era trés partes) podern sair da ordem se mrem desdobrados ou aplauacios antes de serem mandados para o operador da câmara,
é sempre rneliior enviá-los a éie dobrados. Ge isto for feito ê importaiate,
entretanto, que um arqaiivista inteiramente familiarizado com a disposição
interna dos documentos os accmpanlxe ao laboratório e os desdobre no local
ou trnballio com-oo operador da câmara na dobragem e decdou:'agc:n dos do;
curnentos.
h)
Cs papéis duplicados devem ser removidos ou identificados como duplicatas para que o operador da câmara não os filme,
l)
Os itens elimináveis ou registros que não tenham valor para pesquisa
não-devem ser filmados se estiverem em gzaapos em que pos.:-am ser pi-ontamento separados, diaaisquer remoções feitas com base nisto devem ser
explicadas na introdução a”, r.as folhas explicativas, previstas no decreto
uV;, ui?Üí.
j)
Os impressos que estejam ai-quivados enti-e uma série de documentos
não devem ser filmados quando fõr provável que sejam disponíveis em varias bibliotecas, a menos que tenha uma relação importante com a serie ou
que contenliam urna'anotação significativa; mas em nenliurn -casoas publicações devem ser íilrnatías quando estiverem protegidas por direitos autorais, A omissão desce material deverá ser indicada pela filmagem de cada
página rosto e inserindo uma nota explicativa de que o texto não foi filmaJo,

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�o.
o

-TA :azRoynjí::A33i£

3. i

Tratar.ient.os doi::: filivicc
Os seruintes fatos deveríam ser observados com relação ao. filrae utilizado ra fotc3'raiia:
O filme ó do dois tipcs, pu ceia:
a)
C- tiro de em~alsão, c]uo consiste de uma pclicula de acetato de celulose {base) contendo uma erxiulasão (uma camada de gelatina sensível à luz)
em um lido. O lado da emulsão tern pouco ou neniuim brilho.Te acõrdc com.
a finalia.ide a que se destina, pode-se dictin;;;uir tres classes _ e filme:
ITcqativo ou cópia de reprod*ação. ITcste negativo a tinta preta no
branco parece como branco no preto, isto é, os valores norai rais do branco
e do preto são revertidos. C negativo padrão dieveria ser utilir ado exclusiva
mente para fazer outras cópias dc üLrie. ITunca deveria ser utilizado ern a
parelho para lór microfilme.
Positivo ou cópia de garantia. ITesta cópia a tinta preta no branco
aparece preta, isto ó, tem o rneGino való'r de tonalidade que o ^.-laterial original, Esta cópia e preparada especialmente para ser utilizada na produção
de uma duplicata do negativo caso o negativo padrão, tenha sido clsmificado,
perdido ou destruidc^
cópia Positiva ou cópia de referência, Esta cópia tem cs mesmos
valores de tonalidade true o material original.
b)
O tipo ''ozaliò''. que consiste dc- uma fina faixa de acetato dc celulose
comum corante de "diazo“sensível à luz em sua composição Ao contrário
do filme de emulsão, o filme de "czalid" não reverte as tonalidades. Um nç
gativo "or.alid", portanto, pode ser* feito diretamente de outro negativo
de
"ozalid" ou de irm negativo de emulsão. À proporção que a. imagem no filme
de "ozalid" se estendo através da espessura do filme, há maior resistência à abrasão que em imi í'ilrue dc emulsão e, por êste motivo, o filme de
"ozalid'' é quase sempre zisado para fazer cópias de referêncis,. .-Tr.ibos os
lados de ''ozalid" são macios e brilhantes,
c)
G filme deve ser de acordo com as especificações estabelecidas para
base- e prccessanaento çlo filma pela Administração de berviços Corais
do
Covêrno. C/opois de processado, o conteúdo Isipo (bio-sulfato de. sodio) não
deveria exceder a 0^ OCe mg. pox' pó qxiadrado de filmo.
d)
0 fiime deveria ser guardado sob condições de temperatura .semellian
tes às recürnenda.das para documentos de papel, isto e, 170? -á 0?? ..'^, o 5C '/j
de humidade relativac
e)
Eraminar pelo menos lOT’ do filme no rnmimo uma vez por anc par'^
verificai' se ha:

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�Cheiroc fora do conrain
Bolor ou mofo
Irna^ena deocoloridac ou deobotado.s
Filmo arnacoado ou coir. bordi
Fihre quebradiço
Poeira ou qualq^uer tipo de po
Garrcícic erderrujadoG - já oe uca carretei de plástico.
Iquipamcníps
Ac camarac utilizadas para microíllnieG sao de dois tipos basi'

o»

a)
A câmara de stinorte olano. que é usada para microfilmarem (planeta
ria) de volumes enca.dcrnadoCj documentos de grande tamanlio í corno ma*
pac e gráficos) e a m.aioria dos documentos mais antigos. ITcrrnalmente
e
usado filme do 35 mrn (aproximadamente 1-3/3") de largura embora a maio
ria das câmaras estáticas possam ser adaptadas para IC mni (5/d").ITa ca
mara estática, tanto o filme corno o docomeuto ficam pairados durante á ex
posição,
b)
A câmara rjratória. que c geralmente usada para fotografia de alta ve
locidade de documentos modernos. C seu nome é derivado do tambor roía»
tivo pelo qual cada documento á alimentado pax-a ser fotografado. Cs docu»
mentoG podem ser colocados à mão ou autcmàticamente por meio de xun tíis.
positivo de alinxentaçáo. Cs tipos mais convenientes de material para alimentação automática são os cheques, fichas e foliiac de papel para carta ou
ofício com tamanlioG e espessuras iiniforines em bom estado da consemração.
3, 3
O Aparelho de Leitura e um dispositivo de projeção ou visor,utiliza»
do para aumentar a hx^gom do microfilme para proporção que possa ser U
da, ITa nnaioria desses aparellios a luz de uma lampada incandoscente passa através do filme e é focada por uma lente de projeção em uu.ia tela que
pode ser translúcida ou opaca. Cs seguintes fatos deveriam ser considera»
dos na operação do aparelho para ler microfilme;
3,3,1 ITo cari-egamento do aparelho;
a) Golocar o orifício quadrangular esdstente no lado do carretei
em
que o filme será enrolado na haste quadp^sTigular do aparcllxo dc leitura (lo-;'
calizado no lado esquerdo da parto superior do aparelho),
b) Desenrolar cerca dc 2 polegadas de filme do rolo com a mão(ocar
retel deverá desermolai' no sentido contrário),prender a e:rtrernidade
da
frente entre os dois rolos se houver dois, ou dando u-ma volta no rolosehou

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ver Eornente urn e passando através das guias ou barras de viJi-o (duas peças de vidro que mantém o filme em posição) até a fonda emstentono carr_ç
tel de alúmentação vazio existente na outra haste.
c) Jdnrolar meia volta do filme no carretei de alünentação.
d) 3-irar a inanivela do aparelho de leitura lentaniente no inreio para
ter certeza de que o filme está movendo devidamente e de qiie está girando
na direção correta.
e) Virar a parte ctiperior do aparelho^ se neceasário, de forma que a
imagem fique na posição de leitura e ajustar o foco.
3. 3. 3 ITa conaorvaçao do aparelhe de leitura
s.) Limpar com regularidade todas as partos do aparelho de leitura
que téui contato com o filme, uicando um tecido limpo, macio e sem fiapos,
O si;io no aparéllio do leitera c a priiccipal causa de aorasão do filme.
b) Inspecionar os rolos, particularmente os de matéria plástica, para
vér se tem partes ásperas qsie possam arreinhar o filma,
c) Testar o aparelho de leitura com regularidade (é sugeridouma vez
por semana) para verificar a tendência para arraniiar, uísando uma tira de
microfilme claro de 5 pés ds comprimento. Qualquer indício de aorasão se.
rá revelado se esse filme for passado e repassado algumas vozes. Cex^tificar-se de cjue o filme não sái arranhado toda vez que o teste for feito.
d) Fara manter o filme limpo deve ser pegada somente as esrtreniida
des e evita.r especialrnente de tocar na emulsão. For mais limp:is que as
mãos estejam, depositarão pequena quantidade de óleo, que é difícil de remover.
e) Ileniovei- somente xim rolo de microfilme do um recipiente de cada
v.ez, Quando terminar um rolo de filme deve ser o mesmo colo cade de volta
em seu recipiente.
f) Manter o rneesmismo coberto com uma chapa de plástico quando
aparêliio de leitura não estiver em xiso,
ITa marcação de filme para microimpreccão ou de cópias
observa-se o -segumte:

o

em filme,

a) do cada chapa em um rolo contiver um número consecutivo de che.pa, pagina ou fóllia, naturalmeixíe que não será necessário marcar o filme.

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b) Ge não houver nmneroG consecutivos no filrne, a chapa ou chapas a
serem reproduzidas deveriam ser marcadas com etiquetas adesivas sensíveis à pressão, em forma de seta. Ac etiquetas deveriam ser colocadas sò
mente no lado de trás {brilhante) do filme, nunca no lado da emulsão, com
as setas apontando para frente para a primeira chapa a ser reproduzida e
no sentido contyário da última chapa.
c) As etiquetas deveriam. ser removidas cio microfilme depois que a
microimpressão ou cópia dos filmes estejam preparadas e a ordem veriíiCctCiClc
t
d) I£odernam.ente usa-se o leitor motormatic acoplado com a copiado,
ra Icecordal: modelo EA3 para cópias positivas de microfilmes negativos,
com papel de óicido de zinco, usando "toner” líquido e tira cópia em IT. seSimdos.

4. IfATOREG DE GOlTVElIlDllCIA DA f/IICAOEIIG/IAESIA
A conveniência da microfilmarem de documentos se verifica por vários motivos:
(a) Fara preservá-los.
(b) Para public.á-los.
íc) Para redução do voulnie, economizando espaço, móveis e posEo^-l»
(d) Fara produção de cópias de ^'S-ia-ntia dos mesmos.
V
Embora quase todos os documentos possam ser microííDnados de tal
maneira qiae os microfilmes poderá ser utilizados, há vários ■.•acoros quetor
nam aljuns documentos mais convenientes para microfilmager/.i que os outros, Ssses fatores são chamados "fatores de conveniência", mies se relacionani tanto com as características físicas como de importómcia dos docu
mento s,
é. 1

Ac características físicas são as se.quintes:

a) Volume dos docmneníos. Como a niicrofilmagem re.cúta em um
produto compacto que ó mais barato no custo (Por documento) ^ rn comparação com os outi*o3 tipos de reprodução, íoma-sc um processo particularmente conveniente para a reprodução de documentos de grande vclume.
b) Disposição dos doemnentos. A microfilmagem c particularmentc
conveniente para a reprodução de documentos que estão diopestoe em uma
ordem racional aperfeiçoada, A ordem deveria ser relativaunonte simples,
ou seja, cronológica., alfabética ou numérica. Ge os documentes nao estive-

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rern or3’anizadoc em rm cisterna de facil compreencão, devera ser organiza
doc ou recrjanizadoc antes da rnicrofilmagem. Ge estiverem
or[;anisadoG
em um sistema complicado que deva ser preservado, devam ser inseridas
notas o;:plicativas.
c) ü'orma doc documentos. A microfilmarem ã conveniente particular
mente para reprodução de documentos em folhac soltas (não encadernadas),
que sejam de um tamanho uniformo ou quase uniforme e cujo papel e as tin
tas também sejam de tonsilidade e cor uniformes. IGmbora se possa microfilmar material encadernado cti. de diferentes tamanhos, da papel com tonalidades diferentes ou tintas de cor diferente, a tarefa é muito complicada,
d) O estado de conservação doo documentos: podem, ser microfilmados
comente os documentoc que ectão em boac condiçõec. A microfilmarem é
conveniente para. a reprodução de documentoc íeitoc em rnateriaJ
inferior
como o papel produzido de polpa de madeira, por causa da relabiva octabiii
dade do filme c svia fácil reprodução ce o meemo deteriorar ou for danifica
do. Os rnateriaic que esmaecem, quebram com facilidade, queriam, são en
charcados ou danificados do qüalquer outro modo, quase sempre podem ser
preservados pela microfilma£;em.
d, 2 As características de importância se relacionam corn o oeminte:
a) O caracter dos documentos; os documentos são de caracter isolado
ou conjimtü. Os isolados têm cada parte destacada com significado próprio
que pode ser entendido sem ser necessário fazer referências as outras par.
tes. Os arquivos preservados em virtude dos seus valores cOx.iO fonte de in
formação quase sempre consistem de documentoc icoladoc. Por o:cemplo:
lictac de paccageiroc, recenceamento, etc. Ha arquivoc porém que são utilizados no conjunto corn a inter-referência das partec. Vejamos alguns prin
cxpioc para estes cacos:
b) A rnicroiilmagem é conveniente para a reprodução dos arquives
presemidoG pelo valor da informação que contêm em virtude de serem geralmente conctituídoc de unidades completas isoladas.
c) .Hla não é conveniente à.reprodução de arquivos preservados
seu valor de prova, devido à interrelação muito estreita doc as.suntoc
complicada disposição doc documentoc,

por
e a

d) Também nãó o conveniente a rnicrofilmagem para a reprodução do
arquivoc nos quais as partes individuais requeiram cuidados quanto à revicão porque é difícil fazer isto depois de reproduzidos em rolos de filmes.

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e) Interralidadc doe clocunientoc: cende difícil e àc vezee ata iinposqí
vel fazer insertoG ena iiri filrae, uí:i 5'rupo de cocarnentoG deverá eer filma
do comence se estiver completo. ?J’ratando-se dc am arquivo cu ceiatro de do_
cumentação em e::pancãc, no qual se processa o acúmulo de blocos distintos de documentos, cada bloco pode ser microfilmado corno uma
tinidade.
For e.uemplo: cada ano separado ou cada espécie do documento, etc.
i) Conteúdo especializado dos documentos: é conveniente a rnicrofilpara a reprodução de documentos especializados por causa dc custo reduzj.
do de reprodução que pode ser obtido corn pequenas edições necessárias pa
ra obter custos rnais baratos em outros tipos de reprodução.
A laCEOFIAI-.CACEr.': ITA GUEEITS

5,

5.1 Proc3ssa.mento. dentro das normas do Eecreto r&lt;I. 3òG inicia-se com a
irnas-em de abertura onde se datiloç-rafa o conteúdo do filme a ser rodado.
?az-ce uma ficha paro. cada espécie de documento, omo e departamento, pro
curando-se facilitar o mellior possível a recuperação posteiúor através do
leitor maijiiaprint da ifodal;.
5. 3 F:cvelação é feita no mesmo setor onde esta instalada a processadora,
e todo equipamento de á"ua quente, válvulas de segurança e cuh'cs acessórios indispensáveis. Gs filmes são feitos em rolos dc 100 pés que equivalem a cerca do 30 metros. Usamos as dsias famas do filme e por icsoche"a
moG a fotografar mais ou manos 3. 300 documentos tamaniio ofício ou 14.OCC
tamaicho cheque. A prociura cio serviço ainde. é pequena porque alp uns depar
tamentos ainda não estão aceitando a mudança dc papéis empe^eirados por
rolos de filmes (tuo oodem conservar com muito mais semiranca os mesinos documentos.
O—"Tirjnri ^
kj'.J
«L.
Como o sistema de microfilmajern oompleto é muito caro eni^e rnanu
tenção cara, fica a seguinte sujestão:'um convênio das bibliotecas ou centros tíe documentação corn urna entidade por exemplo, coni um.a F.eitoria de
Universidade onde houvesse o sistema cofnpleto. Gs documertos seriam re_
lacionados e microfilmados nos órrãos onde houvesse tal sistema e a bibiiç_
teca teria apenas o leitor simples o’u leitor copiador.
A máqubia planetária é rnicrofilmadora para liamos, mapas e plantas,
prestando-se òticameníe para biblioteca, e seria de muita utilidade
para
prcseiu’ação de obras raras ou docimuentos sijilcsos.

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7.

Er2i.I03R/i;?IA

CCAEACY, Ada I/Iaria,
Bibliotecag o mecanização.
rata ds LíicrofiliTiando, 2.^5):ü-lC, 13Sr;".
GU1TTI-IS3, Alfred.
1333.
3Sf.

Ic.n. t. | 5 f.

A mÍ2rofoto;?rafia nas bibliotecas.
(Gérie Eocurnentação).

"Gcpa-

Recife, GUDEITS,

HEROIT, Davití'Y.
TelefaccíraileQ en lac bibliotecas: Pro.-jrerjos y perspectivas.
Boletin de la UITEGCO para Ias Bibliotecas, Paris, S3(l):313, ene., feb., 13G9.
HEPJ3, Georr;:.
I/Zicrofilmagera por computador.
1^(Q):54-5S, maio, 1370.

Bit 3;^,d:e.

São Paulo,

OL-rVEIRA, I/iaria ce Lourdes Claro de.
Critérios para microfilmar docu
mentos.
Microfilmando, Rio de Janeiro, ^(10):30-?,?., out., dez., 1S33.
CLIVEIRA, Maria de Lovirdes Claro de.
Leis e re^mlamentos dão nova d_i
niensão ao microfilme.
Microfilmando, Hio de Janeiro, ?_( :):1S - 13,
3an,,rnar., 1SG3.
THUT, Marcello da Costa e Silva. Microfilmagem casou com oornputador.
Bit
São Paulo, M2):1S-21, set,, 1370,

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MCITT4), Ceverino Oilvio do Zi jiAPtGrUTZI, Carrnen Pejane de Carvalha
A j..iicrofilma;'era na documentação.

Recife, r3?3.

Vantageno de iriplardcação da rnicroíilma;jera noc nerviçoo de doctucientação, arqaivoG e bibliotecas, A i''evvdam3ntação pelo Decreto 24, 3S3,
C equipar.ccnto para raicroiilnaa^em. A oejquraaça doo docuraentoc e a facili
dade na recuperação dao informações contidas nos rolos de filmes, A rneca
nica da miGrofilrnaf-ern.' O serviço de rnicrofilrnavena na CUDSlTS.Cusestões.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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